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PRONAC 2414963Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Memórias de Fogo

29.371.482 BRUNA CIBELY DA SILVA BRITO
Solicitado
R$ 227,1 mil
Aprovado
R$ 227,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-01
Término
2025-07-31
Locais de realização (4)
Maricá Rio de JaneiroNiterói Rio de JaneiroParati Rio de JaneiroRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Na montagem de Memórias de Fogo, espetáculo multilinguagens, a poética é essencial para o trabalho e as interfaces estabelecidas entre poesia interpretada, poesia musicada, poesia dançada e poesia visual. Os atores e a geometria dos gestos são o fundamento da cena, numa simbiose indissociável com as questões sociopolíticas inseridas no processo da encenação.

Sinopse

Na montagem de Memórias de Fogo, espetáculo multilinguagens, a poética é essencial para o trabalho e as interfaces estabelecidas entre poesia interpretada, poesia musicada, poesia dançada e poesia visual. Os atores e a geometria dos gestos são o fundamento da cena, numa simbiose indissociável com as questões sociopolíticas inseridas no processo da encenação. O espetáculo se insere no contexto da dramaturgia contemporânea, da antropologia teatral. A proposta foi concebida em cima de uma dicotomia entre a tradição e a modernidade, e os desenhos das cenas são todos baseados na cultura dos povos indígenas, em especial os do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul (como as nações dos Terena, Caiuás, Bororos, Xavantes e Paiaguás). O teatro é uma reflexão para realidade social e a vida. Pensando assim o roteiro arrasta com amor a palavra dita e a não dita nos metatextos sobre a sociedade e suas mazelas do existir. A peça é uma simbiose de muita poesia brasileira, encenada interpretada, musicada, dançada e projetada em mapping sobre os corpos em movimento do elenco. Essa configuração cria um cenário gráfico-poético dimensionado com elementos coreográficos e interatividade com a plateia.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Realizar o espetáculo "Memórias de Fogo", um espetáculo se insere no contexto da dramaturgia contemporânea, da antropologia teatral. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar 06 apresentações gratuitas em teatros e centros culturais no estado do Rio de Janeiro em 04 cidades diferentes, atingindo em torno de 2.000 espectadores; - Envolver 6 artistas, incluindo poetas, atores e músicos, assegurando a execução impecável do espetáculo com uma equipe técnica composta por aproximadamente 15 pessoas; - Produzir registros audiovisuais das apresentações para futuras exibições em plataformas digitais e acervos culturais; - Garantir a execução de um plano de acessibilidade que oportunize que pessoas com deficiência acessem o conteúdo do espetáculo.

Justificativa

Na montagem de Memórias de Fogo, espetáculo multilinguagens, a poética é essencial para o trabalho e as interfaces estabelecidas entre poesia interpretada, poesia musicada, poesia dançada e poesia visual. Os atores e a geometria dos gestos são o fundamento da cena, numa simbiose indissociável com as questões sociopolíticas inseridas no processo da encenação. O espetáculo se insere no contexto da dramaturgia contemporânea, da antropologia teatral. A proposta foi concebida em cima de uma dicotomia entre a tradição e a modernidade, e os desenhos das cenas são todos baseados na cultura dos povos indígenas, em especial os do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul (como as nações dos Terena, Caiuás, Bororos, Xavantes e Paiaguás). O teatro é uma reflexão para realidade social e a vida. Pensando assim o roteiro arrasta com amor a palavra dita e a não dita nos metatextos sobre a sociedade e suas mazelas do existir. A peça é uma simbiose de muita poesia brasileira, encenada interpretada, musicada, dançada e projetada em mapping sobre os corpos em movimento do elenco. Essa configuração cria um cenário gráfico-poético dimensionado com elementos coreográficos e interatividade com a plateia. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91): II - fomento a produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91): II - fomento a produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos

Estratégia de execução

Espaços previstos para apresentações: 1. Theatro Municipal de Niterói Praça Pedro II, s/nº - Centro, Niterói, RJ Data: 5 de abril de 2025 2. Theatro Municipal do Rio de Janeiro Praça Floriano, s/nº - Centro, Rio de Janeiro, RJ Data: 10 de abril de 2025 3. Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) Av. Rio Branco, 241 - Centro, Rio de Janeiro, RJ Data: 15 de abril de 2025 4. Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC Niterói) Mirante da Boa Viagem, s/nº - Boa Viagem, Niterói, RJ Data: 19 de abril de 2025 5. Casa de Cultura de Maricá Rua Álvares de Castro, 117 - Centro, Maricá, RJ Data: 20 de abril de 2025 6. Casa de Cultura de Paraty Rua Dona Geralda, 177 - Centro Histórico, Paraty, RJ Data: 30 de abril de 2025

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Escolha prioritária de espaços que atendam às normas de acessibilidade física. Item orçamentário: Não se aplica. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Pessoa cega: - Descrição de imagens em postagens nas redes sociais do espetáculo, com o uso da hashtag #PraCegoVer, como forma de atender a deficientes visuais; Item orçamentário: Comunicação Pessoa cega e surdas: - Em cada cidade, será realizada uma sessão com audiodescrição e intérprete de Libras. Dois profissionais especializados farão a tradução simultânea do espetáculo em Libras, enquanto a audiodescrição será disponibilizada para o público com deficiência visual. No mesmo dia, será oferecido transporte em ônibus, fruto de parceria com duas instituições voltadas ao atendimento de pessoas com deficiência auditiva e visual, garantindo o acesso facilitado às apresentações. Item orçamentário: Intérprete de libras - Audiodescrição - Transporte local (ônibus) Pessoas neurodiversas - Treinamento para equipe, ministrado por consultoria especializada contratada para dar uma oficina com 2 horas de duração para a equipe envolvida no projeto, com foco no atendimento a pessoas neurodiversas. Item orçamentário: Consultor de acessibilidade

Democratização do acesso

O projeto cumprirá o disposto no Art. 27º da IN Nº 1/2023, incluindo em seu plano de distribuição:até 10% do total destinado à distribuição gratuita para fins promocionais por parte dos patrocinadores, sendo que, em caso de múltiplos patrocinadores, a distribuição será proporcional ao valor investido por cada um; no mínimo 20% do montante será comercializado com preços que não excedam 3% do salário mínimo vigente à época da apresentação da proposta. Em consonância com o Art. 28º da IN Nº 1/2023, será adotada a seguinte medida para garantir maior acesso: realizar atividades paralelas aos projetos, de forma gratuita, como ensaios abertos, estágios, cursos, capacitações, palestras, exposições, mostras e oficinas; Portanto, será oferecido ao público uma palestra formativa em formato de bate-papo, com a presença do diretor do espetáculo e artistas integrantes da peça

Ficha técnica

BRUNA BRITO - Coordenação de produção e gestão adm-financeiro (Proponente) Possui mais de dez anos de experiência no ecossistema da indústria criativa, com os últimos seis anos dedicados exclusivamente à pesquisa e atuação em modelagem de processos, planejamento e gestão de projetos culturais. Detém amplo conhecimento das Leis de Incentivo brasileiras, processos de captação de recursos e gestão financeira de projetos aprovados em editais e Leis de Incentivo nos âmbitos municipal, estadual e federal. Nos últimos cinco anos, Bruna colaborou como produtora em importantes instituições como o Museu do Amanhã, Companhia de Desenvolvimento de Maricá (Codemar) e Polo Educacional Sesc - Departamento Nacional. Recentemente, integrou a equipe de planejamento da Sarau Cultura Brasileira, produtora de premiados espetáculos de teatro musical. Também atuou como analista de projetos incentivados pela Agência Novo Traço, e atualmente integra a equipe da IC Cultura. SADY BIANCHIN - Diretor Doutor em Teatro e Sociedade pela Universidade de Roma-Itália, Mestre em Ciência da Arte - UFF. Membro da União Brasileira dos escritores-UBE. Diretor convidado da Bienal de Teatro de Veneza 2018. Coordenador do Núcleo Artístico e Cultural (NAC) das Faculdades Integradas Hélio Alonso-FACHA, onde leciona nas áreas de dramaturgia, cultura brasileira, antropologia e história da arte. Coordenador de pós-graduação dos Cursos de Gestão e Produção Cultural e de Teatro e Sociedade – Estudos do Espetáculo da FACHA. Em 40 anos de teatro fez inúmeras peças como ator e diretor, como “Transgressões- a literatura bem armada” (Roteiro de Ivan Cavalcanti Proença), “O Alienista”, “A terceira margem do rio”, “Máquina-o espetáculo”, e participou de diversos filmes, entre eles Como ser solteiro no Rio de Janeiro (dir. Rosana Swartman), América Roteiro da Paixão (dir. Luiz Martínez) , Terra Guarany ( de Marcos Yokavski), e Tambores do Brasil (direção). MARCELA GIANINNI - Assistente de direção geral Atriz, poeta, performer e produtora. Formada em Teatro pela CAL (Casa das Artes de Laranjeiras). Integrante do grupo de poesia e performance Madame Kaos. Realizou diversos espetáculos como atriz, como: Feliz Aniversário (Fundição Progresso, Teatro do Jockey, FITA, dir. de Paulo de Moraes, da Armazém Cia. de Teatro), Transgressões (dir. Sady Bianchin e roteiro de Ivan Cavalcanti Proença), That's all folks (dir. Hamilton Vaz Pereira), entre outras. Atuou, realizou produção executiva e foi assistente Marcela Giannini de direção nos espetáculos Memórias de Fogo (Dir. de Sady Bianchin, no CCBB-RJ e no CCJF e na FESO Pro Arte), Histórias do Mar-embaladas por canções de Dorival Caymmi (Dir. Sady Bianchin-Teatro da UFF, CCJF), Passaporte Poético (CCBB-RJ, CCJF e Festival de Inverno do Sesc-2019). Assistente de direção e Produtora executiva do RIO DE VERSOS (dir. geral e artística de Sady Bianchin) no Centro Cultural Banco do Brasil-CCBB-RJ em 2017. GUSTAVO STEPHAN-Fotógrafo Mineiro de Juiz de Fora (MG), o fotógrafo formou-se em Ciências Sociais pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Passou pouco mais de duas décadas trabalhando no Globo e publicou três livros: "Patrimônios Culturais Brasileiros", sobre 18 monumentos históricos do pais; "Dias na Antártica", quando acompanhou a expedição do navegador Amyr Klink durante 68 dias no continente gelado, e "Por Onde Andamos", onde documentou, por cinco meses, a vida dos caminhoneiros brasileiros, entre o Brasil e a Argentina. LIVROS: Dias na Antártica, relato com texto e fotografias da viagem inaugural do veleiro do velejador Amyr Klink, lançado em 2005 pela Editora Desiderata. Por Onde Andamos , fotografias do cotidiano dos caminhoneiros nas 5 regiões brasileiras, foram percorridos 22 mil quilômetros pelo interior do país e pela Argentina durante 5 meses, com texto do jornalista Francisco Noel, lançado em 2006 pela Editora Desiderata. Juventudes Rurais com fotografias de 8 Organizações Não Governamentais que trabalham com projetos educativos nas 5 regiões do país, lançado pela editora Engenharia Cultural em 2007, com textos de Maurício Barros de Castro. Vozes e Visões do Campo, sobre o II Intercambio de Jovens Rurais, 2009, durante 10 oficinas de fotografia e texto, jovens rurais fotografaram outras realidades de outras regiões. O livro tem fotografias dos jovens que participaram das oficinas e fotos dos fotógrafos que documentaram os encontros. Texto de Marcos Marques e co-autoria com Marcelo Valle na fotografia. 2009. Patrimônios do Brasil, livro sobre 18 patrimónios históricos do país, editado em 2013 pela Editora Azougue com financiamento do BNDES e texto de Maurício Barros de Castro. FORMAÇÃO: Ciências Sociais - Universidade Federal Fluminense – UFF – 2007. Pós-graduação em Comunicação e Imagem pela PUC ( incompleta). Pós Graduado em Fotografia e Imagem, UCAM -IUPPERJ. Repórter Fotográfico do Jornal O Globo 1991 até 2015. Curso Bloch de fotografia em 1987 e 1992. Oficina de fotografia de “Cinema e Vídeo” com Walter Carvalho e José Medeiros,1987. Semana Nacional de Fotografia de Ouro Preto. Oficina de “Fotografia em Cor” com Pedro Lobo, 1988. Semana Nacional de Fotografia em Campinas. Oficina de fotografia “Descondicionamento do Olhar” com Cláudio Feijó, Semana Nacional de Fotografia do Rio de Janeiro, 1989. Curso de fotografia em Estúdio com Louis Jay, 1989. Curso de fotografia “Seleção e Montagem de Portfólio”, com Angela Magalhães e Nádia Peregrino.1997. Curso Bloch de Fotografia, 1992, participação como selecionado. Oficinas de fotografia com Pedro Vasquez e César Barreto, 1996. Oficinas com Gary Knight da agência Seven em 2005 e 2007. WILSON MEIRELLES - Músico-Baterista e percussionista O baterista Wilson Meireles, formado pela Escola de Música Villa Lobos – RJ, é considerado um dos precursores do movimento instrumental do país e vem buscando um maior espaço para a música instrumental. Tocou e gravou com Erasmo Carlos,AlceuValença,Caetano Veloso, Gilberto Gil, Banda Black Rio, Edu Lobo, Zizi Possi, Nana Caymi, foi o precursor do sambajazz no Brasil. Participou do grupo de teatro “Despertar da primavera” com Rosane Goffman, Miguel Falabella, Zezé Polessa, Beth Goffman, Paulo Reis e outros. Tocou no espetáculo memórias de Fogo, de Sady Bianchin (CCJF, SESC, etc). Trabalhos desenvolvidos no exterior: Alceu Valença. Festival de Montreux - 1998 Alemanha - 1989 Gilberto Gil. Show no Olympia de Paris 1983. Radio City Hall New York 1983. Festival de Jazz de Israel - 1981/83. Nice Festival de Jazz (França). Festival de Montreux, Congrecihall de Jazz (Holanda) – 1983. Festival de música brasileira (Roma) – 1984. Wilson Meireles e Banda - 1983/84. Radio City, Nova Iorque e Washington. Edu Lobo e Nana Caymmi 1978. Zodíaco Jazz Club (Portugal), Bar de Música Brasileira (Espanha), Grupo "Index" – 1978. Festival de Jazz, Cascais (Portugal). Alguns trabalhos: Festival Jambalaia com Paulo Moura e Lenny Andrade – 2003, Alceu Valença - 1996/99 , Quarteto Bruce Henry - 1993/94 , Show Quase às Sete no Teatro Gonzaguinha– 1992. Teatro Dulcina no show de Elza Soares e João de Aquino - 1991 , Luiz Melodia- 1990/92. Robertinho do Recife - 1989 , Alceu Valença - 1987/89 , Zizi Possi - 1986/89 , Tim Maia - 1983 , Sete Músicos e Sete Temas – 1983, Gilberto Gil - 1981/85, Wilson Meireles e Banda Bantú - 1981/82 , Banda "Black Rio"- 1980 , Hermetto Pascoal – 1979 . MÁRVIO CIRIBELLI - Direção Musical Marvio Ciribelli tem 18 discos gravados, uma sólida carreira e um jeito próprio e inconfundível de lidar com música. Seu trabalho tem influência direta da fase de ebulição da Bossa Nova e do Samba-Jazz, em que seus mestres, Luiz Eça (Tamba Trio) e Antônio Adolfo (Trio 3D), muito se destacaram. O húngaro Ian Guest também foi professor de Ciribelli e dele ficou seu parceiro no Choro “Era só o que faltava”. Outra grande influência de Ciribelli é o compositor e pianista Ernesto Nazareth. Marvio Ciribelli toca choro, samba, bossa nova e baião, com a liberdade do jazz. Além de tocar em vários festivais nacionais, Ibi poca Jazz (MG), Santa Jazz (ES), Mauá Jazz (MG), Maceió Jazz (AL), Vitória Jazz (ES), Cascavel Jazz (PR), Maringá Jazz (PR) etc… Marvio Ciribelli tem importantes passagens internacionais como por quatro vezes no Montreux Jazz Festival (Suíça), duas vezes no Java Jazz (Indonésia), duas vezes no Jazz Plaza (Cuba) e composições próprias lançadas na Alemanha, Inglaterra e Japão. Em 2017, Marvio Ciribelli lançou dois discos, “Vogue Samba Jazz” e "Focus and Friends featuring Marvio Ciribelli: Beyond The Horizon”, este último, gravado com o grupo holandês de Rock Progressivo, Focus (Thijs van Leer, Pierre van der Linden, Bobby Jacobs e Jan Dumée). Em 2019, tocou no Montreux Meets Breinz (Suiça) e em 2020, pouco antes da pandemia, tocou no Adelaide Fringe (Australia), junto da cantora Juliana Areias. Em 2021, fez o show de abertura do Niterói Blues e Jazz Festival e lançou 12 vídeos no YouTube.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.