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PRONAC 2414964Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Peça teatral Caixa de Ferramentas

Mabruk Produção Cultural e Artística LTDA ME
Solicitado
R$ 358,1 mil
Aprovado
R$ 358,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-06
Término
2026-01-06
Locais de realização (5)
Duque de Caxias Rio de JaneiroMacaé Rio de JaneiroMaricá Rio de JaneiroQuissamã Rio de JaneiroRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Além de peça teatral, a história de Caixa de Ferramentas foi publicada em livro ilustrado e cd com trilha original, dedicado ao público infanto-juvenil. Vale ressaltar que a trilha sonora foi indicada ao Prêmio CBTIJ de Teatro para Crianças. Respeito ao próximo e às individualidades são o principal conteúdo desta dramaturgia que partiu de uma necessidade de falar ao público infanto-juvenil sobre a riqueza que mora em nossas diferenças. Nossa outra motivação é o teatro infantil propriamente dito, que, além de divertir e entreter a criançada, tem a nobre missão de formar plateia e disseminar as artes cênicas, musicais e literárias entre os mais jovens. A circulação acontecerá em 5 cidades do Estado do Rio de Janeiro. •A trilha sonora original da peça será disponibilizada gratuitamente na plataforma Youtube.•Oficina de dramaturgia "Quero escrever para crianças. Por onde começo?", ministrada pela autora e diretora Simone Kalil, indicada ao Prêmio Shell de Melhor Texto pela peça Brimas.

Sinopse

Há uma grande confusão na caixa de ferramentas porque as mesmas não conseguem conviver com suas diferenças. Algo de inesperado acontece e as ferramentas se veem obrigadas a trabalhar juntas pelo bem comum. Com enorme presença musical, esta peça difunde para o público infantil a mensagem do respeito mútuo entre pessoas e grupos sociais.

Objetivos

O objetivo geral do presente projeto é promover a difusão de temas que coadunam com a valorização da diversidade, possibilitando a construção de princípios cidadãos e fundamentais para às novas gerações de brasileiros e brasileiras, como o respeito às diferenças. Para tanto, a fim de cumprir seu objetivo geral, o projeto tem como objetivos específicos: a) Através da apresentação de 01 texto escrito por nova autora, consolidar espaços para a difusão de novas autorias no campo da dramaturgia e da música, comprometidas especialmente com questões que dialoguem com o tema "diversidade", "diferença" e "alteridade". b) manter um período estável de empreitada, gerando renda e trabalho direto no campo da Cultura e, em especial, no campo das Artes Cênicas para uma equipe composta por 11 artistas e técnicos. c) realizar a apresentação do espetáculo cênico homônimo a proposta em 30 sessões distribuídas em 5 cidades fluminenses d) Através das ações de democratização do acesso, formar novas plateias nas 11 cidades atendidas pela proposta, com uma estimativa de público total de 14.400 espectadores. e) Através da oferta de workshops como ação de democratização de acesso, aprimorar a linguagem do teatro musical, em especial destinado ao público infanto-juvenil, fortalecendo este campo de atuação na nossa cultura. f) Difundir e estimular a criação cênica destinada ao público infantil nos mesmos níveis de qualidade artística das peças destinadas à plateia adulta. g) Disseminar e difundir para o público infanto-juvenil a mensagem de respeito às diferenças. h) Apresentar para o público infanto-juvenil a importância da correta utilização do equipamento de segurança, mesmo quando a situação é de divertimento. Exemplo: utilizar o EPI ao andar de bicicleta ou skate. i) Estabelecer parceria com campanhas que visem a motivação da tolerância e do respeito às pessoas e aos grupos sociais. j)Aprimorar a linguagem do teatro musical destinado ao público infanto-juvenil. k)Estimular a Literatura infanto-juvenil e o hábito da leitura entre crianças e adolescentes.

Justificativa

Em tempos de ataque a direitos, intolerância e práticas fundamentalistas, torna-se necessário gerar condições que possam efetivamente se materializar em espaços de debate e ações de afeto, solidariedade e respeito. Infelizmente, hoje, nossa sociedade vem sendo pautada por preceitos que resultam em representações pré-definidas de como devem ser e atuar homens e mulheres, sem considerar que tais pensamentos foram e são construídos socialmente a partir de interesses que constituem hegemonia. A contraposição a este quadro se coloca através do exercício de práticas culturais e educativas que contribuam na construção de ambientes em condições favoráveis, visando para o questionamento das disposições dadas e, principalmente, fortalecendo o acolhimento da diversidade e das diferenças, seja na relação da pessoa com ela mesma ou na relação com aquelas com as quais convive diariamente. Neste sentido, a disposição de criar projetos em consonância com curiosidades e inquietações, bem como com estímulos ao autoconhecimento, percepção do outro e resolução dos conflitos através do diálogo e do acolhimento, favorecem o pensamento de que há diferentes modos de exercer as identidades e de interagir na teia de interdependência, da qual todos nós fazemos parte. A revisão de conceitos e pré-conceitos e a prática do questionamento _ Por que é assim? Sempre foi assim? Pode ser diferente? Como fazer diferente? etc _ contagia positivamente nossas açõos, provocando argumentos, mudança de ideias e construção de novos valores. São méritos deste projeto que se justifica pela sua abrangência artística e cultural, assim como pela diversidade: entreter, divertir e educar a plateia infantil, abordando a temática do respeito às diferenças, utilizando a ferramenta do teatro musical e da nova literatura, bem como estimulando a convivência harmônica entre as mais diversas pessoas e grupos sociais. Também são méritos deste projeto a qualidade e capacitação das equipes artística e técnica envolvidas, refletindo o caráter de excelência do trabalho. O conjunto de questões expostas acima são os motivos para realização e utilização do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais, considerando que este é um dos meios de qualificação fundamentais para angariar recursos via iniciativa privada. Para tanto, frisamos que a proposta está em consonância com a Lei 8313/91, pois a mesma enquadra-se nos incisos I, II, III, V e IX do seu Art. 1º, a saber: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V. salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX. priorizar o produto cultural originário do País. Da mesma forma, está em sintonia com a Lei 8381/91 pois, como rege em seu Art. 3º, inciso II, alínea "c", prevê o "fomento à produção cultural e artística" mediante "realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore".

Especificação técnica

Não se aplica

Acessibilidade

Ratificamos que 100% dos produtos cadastrados no plano de distribuição – "espetáculo de Artes Cênicas" – contemplarão medidas de acesso ao conteúdo para pessoas com deficiência física, intelectual, auditiva e visual, bem como para pessoas que possuem mobilidade reduzida, de modo que haja inclusão efetiva de tal público. Contratação de pessoas com deficiência em papel protagonista. A autora e diretora do espetáculo é PCD, com surdez moderada CID H90.5. Neste sentido, como primeira medida, voltada para o atendimento ao público com deficiência física e mobilidade reduzida, a produção compromete-se em se apresentar apenas em espaços que ofereçam condições adequadas de acesso e acomodação a este público. Para atender ao público com deficiência auditiva, visual e intelectual, o espetáculo vai contar com o serviço de intérprete em libras simultâneo e serviço de audiodescrição, em todas as cidades onde o espetáculo será apresentado, ou seja, em pelo menos, 5 sessões. Especificamente para atender ao público com deficiência visual, disponibilizaremos serviços e equipamentos de audiodescrição ao vivo para atender até 1% do público total em cada sessão. Para contemplar todos estes públicos, promoveremos articulações com escolas e institutos especializados, articulações estas feitas pelo produtor de formação de plateias.

Democratização do acesso

Cinco apresentações serão gratuitas (uma em cada cidade), realizadas em horário escolar, para público formado por alunos e alunas da rede pública de ensino. As apresentações serão realizadas em teatros e espaços culturais. Como medida de democratização de acesso, adotaremos o exposto no inciso I do artigo 55 da IN nº 01/2017 do MinC, a saber: I - doação dos ingressos ou produtos para instituições ou associações que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população e com menor poder aquisitivo. Neste sentido, para aumentar e efetivar o impacto desta ação de democratização, estamos prevendo três ações correlatas: 1) a distribuição gratuita de 30% dos ingressos em cada cidade para atender às camadas menos assistidas; e 2) a contratação um produtor local em cada cidade para articular o acesso dentre estas camadas mencionadas. O foco inicial é articular professores e estudantes de escolas públicas nestas cidades, observando a questão do menor poder aquisitivo. Da mesma forma, adotaremos também como medida de democratização de acesso o expossto o inciso VII do artigo 56, em tempo: realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 57. Neste sentido, ofereceremos workshops gratuitos – a serem realizados um em cada cidade – com o tema "teatro infantil musicado", voltado a jovens atores e atrizes. Esta ação também contará com o trabalho de articulação do promotor local. A ação de "formação de plateia" acontecerá através do trabalho do promotor local que visitará escolas públicas em regiões consideradas periféricas na cidade. A ideia é articular professores e grupos de estudantes para estarem presentes nas apresentações. A quantidade total de público previsto nesta ação é de 1.440

Ficha técnica

Simone Kalil (PROPONENTE) Direção e dramaturgiaAtriz formada pela CAL (Casa das Artes de Laranjeiras) e diretora teatral formada pela UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro). A peça “A árvore dos mamulengos”, de Vital Santos, sob sua direção, recebeu em torno de 21 indicações e prêmios, incluindo o de Melhor Espetáculo Cômico no Festival Nacional de Teatro Universitário de Patos de Minas. Mestre em Sociologia no IUPERJ (Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro) e docente da Escola Técnica de Teatro Martins Penna, no Rio de Janeiro, está desde 2013 em cartaz com as peças "Morde!", direção de Alexandre Régis, obtendo sucesso de crítica e público em toda a temporada, bem como com a peça "Brimas", indicada ao Prêmio Shell 2015 de Melhor Texto. Renato FrazãoDireção musicalCompositor, violonista, cantor e produtor musical. Bacharel em Música Popular Brasileira pela UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro). Desde 2006, integra o grupo musical Escambo com o qual já lançou dois discos: Flúor (indicado ao 21° Prêmio da Música Brasileira) e Neon, com críticas elogiosas de Leonardo Lichote (O Globo) e Jon Pareles (The New York Times). Desde 2012, integra o Coletivo Chama, grupo de artistas que vêem realizando diversos projetos de renovação da cena cultural do Rio de Janeiro. Assinou a direção musical dos espetáculos: Cia Pop Conta Arena Conta Zumbi (Teatro Sérgio Porto e SESI Graça Aranha, 2005); Ciclo de Leituras Teatro de Revista (Teatro Nelson Rodrigues, 2007); O Mundo Encantado Buarque de Holanda (OI Futuro Ipanema, 2013 e Circuito SESI SP, 2014); e Deus e o Diabo Na Terra do Sol (SESC Copacabana e Circuito SESC RJ, 2014). João Vitor NovaesAtorFormado em Licenciatura pela UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro), professor de Artes Cênicas concursado no Estado do Rio de Janeiro e na cidade de Angra dos Reis. Mestrando em Artes Cênicas pela UNIRIO. É fundador e diretor do Grupo de Teatro Curumim, com o qual encenou as peças: “O piolho, a caolha, a morte e as quatro irmãs que não deveriam falar!”, “O vaqueiro que não sabia mentir”, “O boi santo”, dentre outras, todas dedicadas ao público infantil. Marcelo de PaulaAtor, instrumentista e cantorFoi membro do Grupo Moitará por sete anos. Formado em Interpretação pela CAL (Casa das Artes de Laranjeiras). Participou de Cursos livres com Ariane Mnouchkine, Enrico Bonavera, Stephane Brodt, Carlos Simioni, Celina Sodré, entre outros. Ester FreitasAtriz e cantoraFinalista do Quadro Iluminados, do Programa Domingão do Faustão, da Rede Globo. Participou da peça “S’Imbora, o Musical” sobre Wilson Simonal, com direção de Pedro Brício. Atualmente em cartaz com a peça “Love Story”, direção de Tadeu Aguiar. Tamires Nascimento - Atriz Bacharel em Artes Cênicas pela UniRio e atriz da Definitiva Cia de Teatro.Na Cia. realizou: O SOM E A FÚRIA (OI Futuro), pelo qual recebeu destaque na crítica especializada,A HORA DA ESTRELA (Sesc Tijuca), DEUS E O DIABO NA TERRA DO SOL (Sesc Copacabana/TeatroJoão Caetano) - por este indicada a prêmios de atriz nos XIIFestival Nacional de Guaçui, VIIIFestivalNacional de Limeira e 40º FenataFestival Nacional de Ponta Grossa.Em audiovisual fez participação nos longas A VIDA INVISIVEL de Karim Aïnouz (vencedor emCannes – 2019). Caká Oliveira - cenógrafa e figurinista Formada em Artes Cênicas/ Cenografia pela UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio deJaneiro), em Arquitetura pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e em Indumentáriapelo SENAI/CETIC.Criou a cenografia e os figurinos das peças “A Lista de Ailce”, “MORDE!”, “Pelotão do BombeiroRafa” e “A Árvore dos Mamulengos”, “Caixa de Ferramentas” e “Zilda Arns, a dona dos Lírios”,todos a convite de Simone Kalil, com quem estabeleceu parceria no período de formação em ArtesCênicas na UNIRIO.Dedica-se também a criação cenográfica de festas e eventos de grande e médio porte.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.