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PRONAC 2414966Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

NOVAS SEMENTES

AMIGOS DA CULTURA BARBARENSE ASSOCIACAO SOCIAL E ARTISTICA
Solicitado
R$ 240,5 mil
Aprovado
R$ 234,5 mil
Captado
R$ 149,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

63.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
Santa Bárbara D'Oeste
Início
2026-01-15
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Santa Bárbara D'Oeste São Paulo

Resumo

Novas sementes é um projeto de circulação do Espetáculo "E o Sol Avermelhou", da Cia Arte-Móvel de Teatro por 05 cidades do estado de São Paulo

Sinopse

“O Sol Avermelhou” e uma pequena família de retirantes migra de vilarejo em vilarejo em busca dos bens naturais perdidos. Andam, perambulam e caminham, os andejos. No curso dessa vereda avistam um místico povoado, onde descobrem que somente a “Filha da Terra” poderá restaurar o equilíbrio e salvar a humanidade.

Objetivos

Objetivo Geral "Novas Sementes" é um projeto de circulação do espetáculo "...E o Sol Avermelhou" e oficinas práticas, da Cia Arte-Móvel de teatro, por dez cidades do estado de São Paulo. O espetáculo propõe discussões sobre o homem e a natureza, revelando o desequilíbrio natural causado por ele mesmo, bem como a ancestralidade feminina e sua força. Sendo o estado de São Paulo um espaço plural que ao mesmo tempo em que é um grande expoente industrial, abrigando metrópoles e grandes centros urbanos, abriga 151 cidades de pequeno porte, com menos de 5 mil habitantes, abrem-se as portas para uma série de possíveis recortes. Objetivo específico Realizar 20 apresentações do Espetáculo "E o Sol Avermelhou" para crianças Realizar a distribuição de cartilhas interativas com as temáticas do espetáculo para continuidade da atividade pós-espetáculo (média de 3.000) Realizar 05 oficinas teatrais para crianças em escolas públicas (1 em cada cidade que receberá o projeto)

Justificativa

O projeto Novas Sementes dialoga de forma direta com os princípios da Lei de Incentivo à cultura, uma vez que promove ações culturais gratuitas e prioritariamente para jovens e crianças da rede pública de ensino. Entendemos que, muitas vezes, a circulação de espetáculos fica restrita à um determinado circuito que não atende, nem a grande maioria dos artistas, e menos ainda a população em geral, que raramente possui condições econômicas para fruir arte e cultura. Partindo dessa premissa, esse projeto só se torna possível com sua aprovação no mecanismo de incentivo. Ressaltamos que o projeto está em consonância com a Lei nos seguintes incisos do Art. Iº: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; "E o Sol Avermelhou" tem como coração pulsante a "Mãe Terra", que abriga, acolhe e nos presenteia com a vida, dando espaço à potência feminina na construção da narrativa. Na obra, Cândida (a Filha da Terra) é a heroína capaz de transformar o destino da humanidade e restaurar o equilíbrio da natureza. Diante de uma relação familiar constituída na busca da sobrevivência, são às mulheres que cabem as decisões fundamentais. Há também as figuras de um pai e um filho compondo a dramaturgia, mas é da FILHA e da MÃE o espaço de significância da história, bem como da Anciã, que surge como luz a guiar a trajetória de Cândida. A Cia Arte-Móvel celebra 17 anos de existência em 2026 e traz ao palco temáticas e discussões que lhe são urgentes, independentemente de para qual público esteja trabalhando. E nesta obra, os olhares podem ver em cena a confluência entre a busca da consciência diante do alarmante desequilíbrio da natureza e a necessidade ainda eminente de se fazer ouvir a voz das mulheres. Afinal, não é Patchamama a divindade que representa nossa mãe terra, segundo a cultura andina? Essa representação é levantada no espetáculo, e acreditamos que, possivelmente, na mesma proporção em que desrespeitamos nossa natureza, desrespeitamos também todas as mulheres que caminham sobre esse solo. De certo seja esta a origem do caos que enfrentamos. Estamos diante de uma grande crise a ser revertida. Se nossas ações não forem abrandadas, talvez muito em breve não haja vida possível na terra. A produção exacerbada de lixo, a poluição, a liberação de gases poluentes, a derrubada de árvores, a queimada de florestas inteiras, o desperdício de água, entre muitas outras ações inconsequentes precisam ser imediatamente freadas. O desrespeito à natureza em grande escala visto diariamente em nosso país, ceifando vidas em prol à desenfreada luta por poder é assustador e indigna os artistas criadores deste espetáculo. Permitir-se olhar para a natureza é também olhar para cada um de nós, para nossa ancestralidade, nossa força e nossa potência, que advém sempre de uma mulher. Na dramaturgia, vemos uma heroína traçando cuidadosamente sua jornada, recheada de coragem e desejo de transformar a realidade, agindo sob o impulso do coração. Ao seu lado, uma mãe, cuja bravura e instinto à fizeram adotar a menina. E guiando seu caminho, o sol transfigurado em anciã, inspira e convida o espectador à uma série de reflexões. A direção, caracterizada pela composição de camadas simbólicas e construção de signos muito além dos apresentados, busca transpor a pesquisa prática da companhia à um espetáculo cuja linguagem ultrapasse qualquer barreira e se faça singelo, compreensível e tocante, tal qual um acalanto, tal qual uma história contada por uma avó ao redor da fogueira, cheio de fascínio e reverberação. O espetáculo tem uma linguagem poética e acessível a todos os públicos, mas para além dele, propõe-se a construção de uma relação palpável com cada cidade. Será realizada, dentro de uma escola municipal, uma oficina prática com alunos, com quantidade de público delineada a partir de cada realidade. Essas crianças, que receberão a atividade, também serão multiplicadoras da informação a seus familiares e conhecidos, culminando na apresentação do espetáculo "E o Sol avermelhou" para toda a comunidade. As cidades serão cuidadosamente escolhidas de modo que dialoguem com a temática proposta. Trabalharemos num raio de até 300 km da cidade sede da Cia. A Cia Arte-Móvel, com o projeto "Novas Sementes" escolhe agir no que é a essência do papel do artista. Decide percorrer espaços não convencionais e transformá-los para o acontecimento teatral, realizando as atividades nos locais disponíveis nas cidades, como centros comunitários, pátios de salões paroquiais, pátios escolares e outros. Escolhe realizar ações fundamentadas e necessárias, que promoverão uma experiência plena aos espectadores, impactando positivamente a realidade dos municípios atendidos. Dar vida ao projeto "Novas Sementes" é agir não somente na democratização do acesso à cultura e na ampliação de repertório simbólico para todos os públicos, mas também, permitir ainda mais solidez ao trabalho realizado pela Cia Arte-Móvel no interior do estado. Sediada num município onde menos de 0,1% da população dedica-se ao ofício das artes, a companhia é uma referência regional, diante da consistência de seu fazer competente e dedicado. São artistas preocupados em pautar um teatro de qualidade, que provoca importantes reflexões. Dar espaço a ideias como esta é oportunizar a criação de conexões para a difusão de uma arte cada vez mais próxima, é romper barreiras e fazer com que o teatro, que, como neste espetáculo, independerá de uma estrutura arquitetônica para acontecer, seja assegurado como acesso justo de todo cidadão. Trazer esse projeto à luz, é a forma mais genuína de celebração do aniversário de 17 anos da companhia, é realizar um marco no projeto artístico desta brava trajetória.

Estratégia de execução

Atividades a serem reailizadas no projeto, de maneira detalhada: 1. Espetáculo “E o Sol Avermelhou” Sinopse: “O Sol Avermelhou” e uma pequena família de retirantes migra de vilarejo em vilarejo em busca dos bens naturais perdidos. Andam, perambulam e caminham, os andejos. No curso dessa vereda avistam um místico povoado, onde descobrem que somente a “Filha da Terra” poderá restaurar o equilíbrio e salvar a humanidade. Release: O espetáculo “...E o Sol Avermelhou” tem como ponto de partida para a criação, a obra “Os Retirantes” de Cândido Portinari. Nela, a secura estampada e o sofrimento nos olhos indicam uma trajetória de calor e poeira enfrentada pelos andantes. O sol, que na obra já aparece esquálido, no espetáculo, revela-se avantajado e ardente, como se desvendasse o passado daquelas figuras, ou desse a elas, uma nova jornada. Ali, a alegria resiste e torna-se canção. O Sol, avermelhando, impulsiona a caminhada a um espaço de vida e harmonia: o povoado de Patchamama, onde muitos mistérios, canções e reflexões virão à tona. A concepção é delineada por tudo aquilo que é simples e singelo, recobrando a memória de uma vida plena. Na obra, Cândida (A Filha da Terra) é a heroína capaz de transformar o destino da humanidade e restaurar o equilíbrio da natureza. A potência feminina é um elemento de destaque na construção da narrativa, dando às mulheres o lugar de ação e transformação que lhes é inerente e devido. Outra temática que atravessa o espetáculo e é tratado de forma sutil é a filiação pela via da adoção, ou seja, o vínculo pelo amor. A situação se dá quando Cândida descobre que não é “filha da barriga” de sua mãe, e compreende que “Mãe é quem cria, e que esse laço, nem mesmo a Terra é capaz de quebrar”. “E o Sol Avermelhou” é um chamado ao equilíbrio da vida humana em comunhão com a natureza e nossa ancestralidade. Tudo realizado de forma cuidadosa, de modo que a estética rebuscada, a linguagem acessível e a relevância temática culminam num teatro que cumpre essencialmente seu papel provocador. Vídeo do Espetáculo: https://youtu.be/f04Tb4uAfiw 2. Nossa semente-nosso laço Ao final da apresentação, uma criança, representando todas as demais, será convidada a participar de uma ação junto aos atores do espetáculo. Nessa atividade, será realizada uma oficina de plantio, e uma semente será cuidadosamente plantada em um vaso. O vaso, por sua vez, será um presente para a escola que recebeu a equipe do projeto. Assim todos os alunos daquele espaço poderão acompanhar o nascimento e crescimento de uma vida. Plantar é um ato de esperançar, é depositar toda a sua confiança para que o melhor aconteça. É necessário preparar o solo e torná-lo fértil para abrigar a semente. Depois, há de se cuidar para que tudo esteja em equilíbrio, nem água demais, nem de menos, nem sol demais, nem de menos. Aprender a plantar é aprender sobre viver e respeitar. A ideia é que a relação já estabelecida com as pessoas da comunidade continue fortalecida através da planta que lá permanecerá. 3. Nossa aventura No espetáculo “E o Sol Avermelhou”, Cândida (A filha da Terra) é uma heroína capaz de restaurar o equilíbrio da natureza. O intuito da ação “nossa aventura” é a de distribuir aos espectadores presentes uma cartilha interativa impressa em papel reciclado, contendo, não somente um registro de “Filhos da Terra”, como ideias e ações que cada um pode fazer para salvar a natureza, como por exemplo: Vamos ajudar a Filha da Terra a despoluir os rios? Que tal encontrar os meios de transporte que não agridem a natureza? Será que você aprendeu como plantar? Pinte a figura que tem o passo-a-passo correto. Ao final da cartilha, há ainda um QRCode com um vídeo de agradecimento feito pela personagem central do espetáculo, bem como convidando as crianças a contarem e nos enviarem suas ações para melhorar o mundo. Esta é mais uma maneira escolhida para dar continuidade às ações do projeto e fortalecer o vínculo entre artista e espectador. 4. Teatro na escola – Construindo um ser social através da arte | Duração: 1h10 cada turma Em cada uma das cidades será realizada uma Oficina de Teatro para as crianças da principal escola de ensino fundamental I. A ideia é promover um encontro dos artistas da companhia, com os alunos, proporcionando a eles uma vivência artística. O teatro na escola é uma prática importante para a formação integral de crianças e adolescentes. A prática e do teatro vai muito além das disciplinas estudadas em sala de aula. Ele possibilita o desenvolvimento de habilidades cognitivas, físicas, emocionais e sociais dos alunos. Com a oficina “Teatro na escola - construindo um ser social através da arte “, além de estimular a criatividade, desenvolver o lúdico e afinação da consciência corporal, o aluno terá a chance de se entender como um agente social capaz de mudar o mundo para melhor. O viés da oficina é trabalhar com esquetes desenvolvidas pelos próprios alunos, explorando temas pertinentes a consciência sobre a natureza, o meio ambiente , os crimes ambientais e a Preservação. As esquetes poderão ser apresentadas para toda a escola, caso haja interesse da direção da escola. Em cada escola, pretendemos realizar concomitantemente a oficina para pelo menos duas turmas, uma vez que o elenco e a direção do espetáculo estarão presentes. Trabalhar o lúdico e o despertar ao acontecimento teatral são fundamentais para estimular a continuidade de ações artísticas, que muitas vezes, poderão partir das próprias crianças, gerando desdobramentos e dando mais vida aos municípios.

Especificação técnica

não se aplica

Acessibilidade

Todas as apresentações do espetáculo serão programadas de modo à garantir a acessibilidade. FÍSICA: Garantir que sejam selecionados espaços de realização que estejam dotados de todas as medidas de acessilibade previstas em lei, como pisos táteis, rampas e banheiros adaptados) COMUNICACIONAL: Todas as apresentações contarão com intérprete de libras e serviço de audiodescrição, além de equipe de monitoria para a recepção de pessoas com espectros e outras.

Democratização do acesso

O projeto Novas Sementes realizará 20 apresentações gratuitas do espetáculo, bem como 05 oficinas teatrais para pequenos estudantes. Todas as atividades serão gratuitas. E, uma vez que não haja espaços disponíveis nos municípios para a realização dos mesmos, a apresentação poderá ocorrer até mesmo dentro das próprias escolas, tendo a locação de todo o equipamento necessário previsto no projeto. Não havendo assim qualquer barreira para sua realização e fruição.

Ficha técnica

Supervisão Geral e Direção de Produção: Grupo Travessia de Atividades Sociais e Artísticas e Marlon Pizol (Proponente) Atua nas artes cênicas há 18 anos, sendo que em 12 deles atuou expressivamente como figurinista, aderecista e costureiro. Dos trabalhos desenvolvidos como figurinista, coordenou mais de 300 figurinos para o espetáculo Via Crucis para as edições de 2012, 2013, 2014, 2019, 2022, 2023 e 2024. Nessa função, realiza toda a parte de criação e confecção, bem como armazenamento, reparos, ajustes e manutenção de todas as peças disponibilizadas ao elenco tanto ao longo dos ensaios quanto nos dias das apresentações. Faz pesquisa e aquisição dos tecidos, aviamentos e demais materiais para confecções, construções e customizações das peças de cada indumentária, orientando e assessorando todas as pessoas que integram sua equipe de costura e confecção. Além dos trabalhos realizados para o Projeto Via Crucis, atende grupos e companhias de teatro e dança. Atualmente é gestor do Grupo Travessia de Atividades Sociais e Artísticas de Santa Bárbara d'Oeste na função de presidente, onde realiza a supervisão geral de todos os projetos realizados pela Associação, com coordenação de seus associados. Integra a equipe de produção do Espetáculo Via Crucis desde 2011, atuando junto à coordenação na gestão financeira e de serviços contratados. Como proponente irá receber pela seguinte função: Diretor de produção: R$4.000,00 Travessia Atividades Sociais e Artísticas: Desde 2010, ao tornar-se Associação, o campo de atuação da entidade tornou-se muito mais vasto, abrindo espaço para a participação de diversos artistas da cidade, abraçando também suas produções. Deste modo, além das atividades independentes da associação, como a realização do Espetáculo Via Crucis, ela também atua na gestão dos projetos de seus associados, integrando o fazer artístico de vários coletivos, como a Cia Arte-Móvel de Teatro, a cia Karuna e o grupo de dança Icon-e. Direção de Produção: Lays Ramires (produtora da Cia Arte-Móvel) Artes da Cena desde 2006, é formada pelo Conservatório Carlos Gomes e graduanda em licenciatura de Teatro, com formação no método Dance Of Intentions (Holstebro/Dinamarca). Em sua trajetória, soma o trabalho de atriz à direção de produção, coordenando projetos como o espetáculo "Via Crucis" e a "Mostra de Teatro Cena Bárbara". Membro titular da Câmara Setorial de Artes cênicas de Santa Bárbara d’Oeste, atua ativamente nas políticas públicas para cultura no município. É fundadora da Cia. Arte-Móvel de Teatro, onde participa como atriz de 6, dos 7 espetáculos em repertório da Companhia, circulando com os mesmos pelo país. Lays integrou cursos e oficinas de diversas expressões, passando por interpretação, iluminação cênica e produção teatral. Destaca-se também em festivais e mostras pelo Brasil, com seu trabalho de atriz nos espetáculos: “Fando e Lis” de Fernando Arrabal, “O Anel de Magalão” de Luis Alberto de Abreu, “Otelo” de W. Shakespeare, “O Broto” e “N”. Premiada como atriz no FEJASA – Botucatu, Festival de Cinema – Campinas, 8° Festival de Paranavaí/PR, 6ª Mostra Sérgio Nunes, Festival Nacional de Teatro de Mogi Guaçu/SP, entre outros. Coordenação Geral: Otávio Delaneza (gestor da Cia Arte-Móvel e diretor artístico do Espetáculo Via Crucis) Diretor, ator, bailarino e arte-educador. Especialista em Direção Teatral e Artes da Cena, pós-graduado pelo Teatro Escola Célia Helena e Licenciado em Artes Visuais, com formação no método Dance Of Intentions (Holstebro/Dinamarca) e residências artísticas imersivas com Eugênio Barba, estudando as técnicas laboratoriais do Odin Teatret. Atua na formação e embasamento de grupos teatrais desde 2004, tendo como focos de pesquisa o corpo como ferramenta elementar, o teatro narrativo e o Teatro Laboratório de Jerzy Grotowski. Otávio é um dos idealizadores da Mostra de Teatro Cena Bárbara. É diretor convidado do espetáculo Via Crucis desde 2013, onde realiza um trabalho anual com atores e não-atores culminando numa grande produção externa. Foi o criador do musical Santa Bárbara 200 anos, reunindo artistas do teatro e da música numa homenagem ao município sede da Cia Arte-Móvel. Otávio teve sua trajetória como diretor reconhecida pelo PROAC LAB, conquistando pontuação equivalente à grandes mestres do teatro paulista. Validação esta que permitiu a instituição de seu Laboratório de Investigação Cênica (uma célula de pesquisa teatral no município de Santa Bárbara d’Oeste). Das obras concebidas por ele, destacam-se: “N”, espetáculo de sua autoria que propõe uma reflexão sobre a condição dos refugiados na contemporaneidade, “Trovoa”, trabalho híbrido de teatro e audiovisual e “O Broto”, obra que circulou pelo país rendendo reconhecimentos para sua direção em importantes circuitos. Como convidado dirigiu os espetáculos “Muito barulho por nada”, da Cia D’Vergente de Teatro e “Abel e Caim”, da cia Karuna. É fundador da Cia Arte-Móvel (2009), onde é diretor de 6, dos 7 espetáculos em repertório da Cia. Produção Executiva: Bruna de Oliveira (Associada membro da diretoria) Bailarina e coreógrafa com graduação e licenciatura em dança pela UNICAMP. É atriz, cantora e dubladora, atuante nas artes desde os 10 anos de idade. Participou de inúmeros espetáculos de dança, espetáculos de teatro e musicais, destacando-se: espetáculos Via Crucis – 20ª, 21ª, 22ª e 24ª Edições, O Despertar da Primavera, João e Maria, Mágico de Oz, A Bela e a Fera, Musical Santa Bárbara 200 anos, Hair, entre outros. É instrutora de dança desde 2014 e fundadora de grupos nos ritmos pop e hip hop, pelos quais já foi premiada em diversas categorias em festivais de dança pelo país. É idealizadora do K-Power festival. Participou de diversos cursos livres e oficinas teatrais. Integra o núcleo de estudos da Cia Arte-Móvel, onde atua no elenco dos espetáculos “Casulo”, “Trovoa”, “Por ti, por tão, coração” e “E o Sol Avermelhou”. Na companhia, vem atuando na assistência de produção e produção executiva desde 2019. É membro da diretoria executiva da Associação Grupo Travessia, onde hoje exerce o cargo de segunda secretária, mas atua na gestão dos projetos realizadas pela mesma.

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$100.000,00 em 27/03/2026.