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O Projeto Turma Que Faz, liderado pela mestra Doroty Marques, e´ uma companhia arti´stica com mais de 20 anos de atuaça~o na Vila de Sa~o Jorge, na entrada do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, Alto Parai´so de Goia´s, Goia´s. O projeto oferece oficinas dia´rias de arte - educaça~o. A proposta visa dar continuidade às atividades da companhia, para desenvolvimento e apresentaça~o social da ediça~o anual da Opereta Popular, com a construça~o e exibiça~o da ediça~o 2025 (Tema Central: Importância das Abelhas para a Manutença~o da Vida). A construça~o anual da opereta e´ feita de forma cooperativa, atendendo crianças, adolescentes, jovens e adultos, promovendo a cultura local e contribuindo para o desenvolvimento da comunidade. A Opereta Popular e´ um produto oriundo da formaça~o de educaça~o social em empreendedorismo cultural e a apresentaça~o ocorre junto ao Festival Encontro de Culturas, programado para em julho 2025.
1. Espetáculo de Opereta Popular: O projeto propõe a produção e apresentação da Opereta Popular de criação comunitária com o tema central do ano: A Importância das Abelhas para a Manutenção da Vida, parte da edição anual do Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros, em julho de 2025. O espetáculo, conduzido pela companhia artística "Turma Que Faz", liderada pela Mestra Doroty Marques, integra crianças, adolescentes e jovens de 14 a 21 anos da Vila de São Jorge. Com música, dança, teatro e artes circenses, a opereta celebra a cultura local e sensibiliza o público sobre a relevância ecológica das abelhas. A classificação indicativa é livre, com expectativa de público de 2.000 pessoas. 2. Oficinas de Arte-Educação e Ecologia: O projeto oferece oficinas diárias voltadas para crianças e adolescentes da Vila de São Jorge, promovendo um ambiente inclusivo e criativo. As atividades abrangem arte-educação e ecologia, com foco no desenvolvimento social, cultural e ambiental da comunidade local. A meta é realizar 50 atendimentos diários continuados, garantindo a participação e formação de jovens em situação de vulnerabilidade. O espaço será acessível a todos, promovendo a inclusão social e cultural. 3. Formação em Multiplicadores de Arte e Gestão Cultural: Este ciclo de formação visa capacitar 15 jovens entre 14 e 21 anos como multiplicadores de arte, empreendedorismo e gestão cultural. A formação envolve 160 horas de aprendizado em diversas linguagens artísticas, 40 horas em gestão cultural e empreendedorismo, 20 horas em acessibilidade cultural, e 80 horas de criação e expressão cênica de Operetas Populares com Doroty Marques. O objetivo é garantir a continuidade do projeto e formar novos líderes culturais para a companhia *Turma Que Faz*. 4. Cinco oficinas sociais de contrapartida sobre artes A equipe do projeto irá proporcionar 5 encontros sociais de 40 minutos para oficinas de arte e música voltadas a formação básica para artes cênicas. Cada oficina está programada para um público de 50 pessoas, totalizando 250 pessoas favorecidas, e serão divulgadas entre os alunos, familiares e comunidade da Vila de São Jorge, turistas e cidades da região. Os temas são: Tecido Acrobático, Teatro, Ritmos, Música e Artes Visuais.
Objetivo geral O produto final e´ a apresentaça~o da Opereta Popular, na ediça~o 2025 "Jatai´" (tema central dedicado à importância das abelhas na manutença~o da vida), um produto cênico realizado por crianças e adolescentes da comunidade como parte da formaça~o artistica oportunizada na comunidade. A proposta integra as aço~es do Projeto Turma Que Faz, oportunizando diariamente oficinas de arte- educaça~o, meio ambiente, produça~o cultural, educomunicaça~o e espeta´culos. O pu´blico-alvo sa~o crianças, adolescentes e jovens da Vila de Sa~o Jorge, beneficiando 65 diretamente. O projeto inclui a participaça~o das fami´lias por meio da Cooperativa de Ma~os Dadas. A opereta e´ apresentada junto ao Encontro de Culturais Tradicionais da Chapada dos Veadeiros. Objetivos Especi´ficos a) Produzir um espeta´culo de Opereta Popular para o Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros com jovens de 14 a 21 anos participantes do projeto Multiplicadores de Arte. Meta: 1 apresentaça~o (pu´blico estimado de 2000 pessoas) b) Atender diariamente crianças e adolescentes da Vila de Sa~o Jorge, oferecendo um ambiente inclusivo e criativo, com oficinas dia´rias de arte-educaça~o e ecologia para as crianças e adolescentes da Vila. Meta: 50 atendimentos dia´rios continuados c) Ministrar oficina de formaça~o em Multiplicadores de Arte (160 horas), gesta~o e empreendedorismo cultural (40h), acessibilidade cultural (20 h) e Criaça~o e expressa~o cênica de Operetas Populares com Doroty Marques (80 horas), para jovens entre 14 a 21 anos. Meta: 15 jovens
O Projeto Turma Que Faz é uma iniciativa de impacto social, cultural e educacional, realizada há 20 anos na Vila de São Jorge, na entrada do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, Goiás (art. 1º, incisos I e III). Liderado pela Mestra da Cultura Popular Doroty Marques, em parceria com a Associação Comunitária de São Jorge (ASJOR), o projeto visa a continuidade e ampliação das atividades artísticas (art. 1º, inciso IV). Desde sua criação, o projeto já beneficiou mais de 2600 crianças, contribuindo para a garantia dos direitos da criança e do adolescente, além de promover a valorização da cultura e do meio ambiente (art. 1º, incisos II e V; art. 3º, inciso III, alínea d). A Escola Livre de Arte e Ecologia, núcleo do projeto, oferece um ambiente de aprendizado onde a arte e a natureza são temas centrais, fortalecendo a cultura local e o patrimônio ecológico e cultural (art. 3º, inciso III, alíneas a e d). A Opereta Popular é o resultado final público de cada ano do projeto ao longo de suas décadas, mas para poder chegar nesse resultado cultural, o Projeto Turma Que Faz forma artistas e agentes culturais de dentro da comunidade, desenvolvendo o perfil empreendedor cultural e turístico dos jovens e assim proporcionando a criação de novas vertentes artísticas locais com a valorização da cultura popular (art. 3º, inciso I, alíneas c e d; inciso II, alíneas c e e). Assim, o produto principal é resultado do espírito principal que move a manutenção da arte e da vida local, com inclusão social, através da escola, com cursos e oficinas de formação artística e cidadã (art. 1º, inciso I; art. 3º, inciso I, alíneas c e d). O projeto utiliza uma práxis pedagógica baseada na tradição e na cultura popular, promovendo inclusão social e desenvolvimento comunitário (art. 1º, inciso IV; art. 3º, inciso III, alínea d). As atividades incluem a criação de operetas, resgate de histórias, produção de programas de rádio e vídeo, e ações de sensibilização sobre a importância da preservação do Cerrado e dos saberes tradicionais (art. 3º, inciso III, alínea d; inciso IV, alíneas a e b). Já foram criadas 20 Operetas, e as oficinas abrangem música (percussão, cantigas), artes plásticas (pintura e cerâmica), dança (tecido acrobático e malabares), educomunicação e prática esportiva (art. 3º, inciso II, alíneas c e e). Um dos principais objetivos do projeto é formar novos artistas para integrar a companhia artística como multiplicadores, garantindo a continuidade do processo artístico e pedagógico liderado pela Mestra Doroty Marques (art. 3º, inciso I, alíneas c e d). Para isso, será desenvolvido um Ciclo de Formação de Multiplicadores de Arte, com atividades específicas de formação artística e cultural, direcionado a jovens entre 14 e 21 anos que já frequentam o projeto, promovendo a inclusão produtiva desses jovens (art. 3º, inciso I, alíneas a, c e d). O projeto se diferencia pela sua metodologia integradora, que une arte, educação e ecologia. Além disso, promove a inclusão de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, garantindo acesso a atividades culturais e educativas (art. 1º, incisos I e IV; art. 3º, inciso I, alíneas c e d). O impacto social e cultural do projeto é significativo, promovendo a valorização da cultura local, a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento comunitário (art. 1º, incisos III e V). As atividades contribuem para a formação de cidadãos conscientes e engajados, capazes de atuar como agentes de transformação social (art. 1º, inciso II). O aporte de recursos públicos é justificado pela relevância social, cultural e educacional, bem como pelo impacto positivo que tem gerado na comunidade ao longo dos anos (art. 1º, inciso II e V). Detalhamento sobre a Lei 8313/91: 1) Impacto Social, Cultural e Educacional na Comunidade (Art. 1º, incisos I, II, III, IV e V):O "Turma Que Faz" abre portas para crianças e jovens em situações de vulnerabilidade, oferecendo uma verdadeira inclusão social e acesso ao aprendizado cultural e ambiental. A Escola Livre de Arte e Ecologia se torna um espaço acolhedor e transformador, onde esses jovens podem explorar suas raízes e se conectar com a natureza e a cultura local, garantindo o direito de cada um ao desenvolvimento artístico e à cidadania. 2) Incentivo à Formação Artística e Cultural (Art. 3º, inciso I, alíneas a, c e d):Ao proporcionar oficinas e ciclos formativos, o projeto vai além de ensinar: ele forma agentes culturais e jovens artistas que, dentro da própria comunidade, estão se capacitando para se tornarem líderes culturais e empreendedores locais. Este é um investimento no futuro, oferecendo às novas gerações uma base sólida para atuar de forma autônoma e realizar seus próprios projetos e sonhos. 3) Fomento à Produção Cultural e Artística (Art. 3º, inciso II, alíneas c e e):A criação anual da Opereta Popular é um momento de celebração e união, que leva ao público uma expressão artística genuína e local. Essa produção cultural impacta positivamente a comunidade, não só promovendo a arte, mas criando um espaço para a troca de conhecimentos e o fortalecimento dos vínculos entre os participantes e a população que assiste.Preservação e Difusão do Patrimônio Cultural (Art. 3º, inciso III, alíneas a e d):Resgatar histórias, preservar o Cerrado e valorizar as tradições da região são práticas diárias no "Turma Que Faz". O projeto se compromete em manter viva a memória cultural e natural da comunidade, promovendo atividades que reforçam o respeito e a valorização do meio ambiente e da cultura local. Assim, o projeto ajuda a preservar o patrimônio coletivo que define a identidade da Vila de São Jorge. 4) Estimulo ao Conhecimento dos Bens e Valores Culturais (Art. 3º, inciso IV, alíneas a e b):Para que a arte e a cultura alcancem todos, o projeto distribui ingressos para apresentações e organiza eventos gratuitos. Dessa forma, toda a comunidade, incluindo aqueles com menos oportunidades, tem a chance de participar e desfrutar do resultado das atividades artísticas, promovendo um conhecimento mais profundo dos valores culturais locais. 5) Apoio a Outras Atividades Culturais e Artísticas (Art. 3º, inciso V, alíneas a e b):Por trás de cada oficina e apresentação, há um esforço dedicado e cuidadoso para que essas atividades estejam sempre estruturadas e prontas para atender à comunidade. Com o apoio público, o "Turma Que Faz" pode continuar oferecendo um ambiente cultural seguro e de qualidade, onde crianças e jovens têm acesso contínuo a experiências enriquecedoras que muitas vezes vão além da arte, tocando também o desenvolvimento pessoal e comunitário.
Esse projeto está sendo enviado através do CPF de Róber Freitas Bachinski, colaborador da ASJOR e coordenador de pesquisa em humanidades do projeto "LABSOCIAL: CAPACITAÇÃO DE AGENTES CULTURA VIVA NA CHAPADA DOS VEADEIROS" registrado na SECULT Goias pelo número GO562875740, conforme contrato em anexo. O projeto será executado, conforme descrito, pela ASJOR e equipe Turma Que Faz. O projeto não está vinculado à ASJOR devido a conta da ASJOR ter sido registrada em 2010 por outra equipe e não ter tempo hábil de fazer a mudança de vínculo. Após aprovação do projeto, o proponente fará a solicitação ao SALIC para alterar o proponente para a ASJOR, corrigindo esse rito. Caso a mudança não seja autorizada, a execução do projeto será garantida mesmo através da conta física, sguindo todas condições legais. A mudança de vínculo foi solicitada tanto pelo atual proponente "Róber Bachinski" quanto por e-mail para a conta do presidente da ASJOR, Sr. Jefferson Pereira Passos (CPF 066.191.061-02), que também fez outorgou procuração para submissão da proposta, em anexo e enviada por e-mail para a salic.
1. Espetáculo de Opereta Popular – Tema central: A Importância das Abelhas para a Manutenção da Vida - Duração: 60 minutos - Elenco: 40 participantes (crianças, adolescentes e jovens de 14 a 21 anos) - Direção Artística: Doroty Marques - Cenografia e Figurino: Produzidos com materiais recicláveis e elementos naturais, em consonância com a temática ecológica do espetáculo. A cenografia reproduz habitats naturais das abelhas e o impacto ambiental de sua extinção. A criação acontece durante a execução do curso de formação em Multiplicadores de Arte e Gestão Cultural e como pré-produção do Espetáculo. O figurino é realizado pela cooperativa Mão Dadas de Pais e Mães juntamente com as crianças, como parte da Política Nacional de Fortalecimento de Vínculos. - Música e Trilha Sonora: Composta por canções tradicionais e autorais, desenvolvidas e executadas por crianças e jovens da comunidade, com percussão e instrumentos de cordas. - Iluminação: Simples e eficiente, voltada para destacar as cenas principais e os momentos de interação com o público. - Classificação Indicativa: Livre - Local de Apresentação: Palco principal do Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros, Vila de São Jorge. - Público Estimado: 2.000 pessoas - Acessibilidade: 25 espaços adaptados para idosos. 25 espaços para pessoas com mobilidade reduzida. 2 intérpretes cênicos de LIBRAS. Audiodescrição. 2. Oficinas de Arte-Educação e Ecologia - Duração: Atividades diárias, com carga horária de 4 horas por dia, 5 dias por semana, ao longo de 8 meses. - Conteúdo Programático: As oficinas integram arte-educação (música, teatro, dança, artes plásticas) e ecologia, com foco em práticas de preservação ambiental e valorização do Cerrado. Os temas abordados incluem a relação entre arte e natureza, a preservação das abelhas e a sustentabilidade. - Material Didático: Materiais recicláveis, tintas ecológicas, papel, instrumentos de percussão feitos à mão, tecidos e equipamentos audiovisuais para as oficinas de educomunicação. - Público-Alvo: Crianças e adolescentes da Vila de São Jorge, com 50 atendimentos diários. - Equipe Técnica: Arte-educadores especializados em artes plásticas, música, teatro, ecologia e comunicação. - Espaço Físico: A Escola Livre de Arte e Ecologia, núcleo do projeto, é equipada para receber oficinas de diversos tipos, com salas multiuso e espaços ao ar livre para práticas ecológicas. 3. Formação em Multiplicadores de Arte e Gestão Cultural - Duração: 300 horas distribuídas em 160 horas de formação artística, 40 horas em gestão e empreendedorismo cultural, 20 horas em acessibilidade cultural, e 80 horas de criação e expressão cênica de Operetas Populares com Doroty Marques. - Conteúdo Programático: Formação técnica em artes (música, teatro, dança, artes plásticas), práticas de empreendedorismo cultural, gestão de projetos culturais e inclusão social, com ênfase em acessibilidade e sustentabilidade. - Material Didático: Apostilas digitais, radio comunitária e laboratório de produção artistico audiovisual, materiais de pesquisa, equipamentos de som e iluminação para atividades práticas, tecidos para confecção de figurinos, instrumentos musicais e ferramentas de produção audiovisual. - Público-Alvo: 15 jovens entre 14 e 21 anos, já frequentadores do projeto, com foco na inclusão produtiva e desenvolvimento artístico. - Equipe Técnica: Arte-educadores, gestores culturais, especialistas em acessibilidade e inclusão, além da mentoria de Doroty Marques. - Espaço Físico: Aulas presenciais na Escola Cabana Turma Que Faz, com áreas internas e externas adequadas para oficinas práticas, ensaios e desenvolvimento de projetos culturais. 4. Oficinas para a Comunidade (Contrapartida Social) - Duração: Realização de cinco encontros de 40 minutos, com uma oficina mensal de junho a setembro de 2025.- Descrição da Atividade: As Oficinas para a Comunidade são uma contrapartida social que visa engajar a população local, favorecendo o acesso à arte e à cultura. A proposta é fortalecer laços comunitários através da arte, promovendo interação e troca de experiências entre diferentes gerações e habilidades. As oficinas são abertas a todos, com ampla divulgação entre alunos, familiares, a comunidade da Vila de São Jorge, turistas e cidades vizinhas, com foco na inclusão e no envolvimento da comunidade. - Público-Alvo: Estima-se atender 50 participantes por oficina, totalizando 250 pessoas ao longo de cinco encontros. - Programação das Oficinas: - Tecido Acrobático: Introdução à técnica de acrobacia em tecidos, trabalhando confiança e habilidades físicas. - Teatro: Oficinas de improvisação e atuação, culminando em uma apresentação comunitária, fortalecendo habilidades de expressão e criatividade. - Ritmos: Danças folclóricas e ritmos locais, promovendo o entendimento cultural e a participação ativa. - Música: Introdução a instrumentos musicais locais e atividades de composição, incentivando a musicalidade e a valorização da cultura local. - Artes Visuais: Técnicas de pintura e artesanato, promovendo a criatividade e a expressão artística. - Equipe Técnica: Arte-educadores especializados em cada tema, com experiência em ações comunitárias e de inclusão. - Espaço Físico: As oficinas serão realizadas em espaços internos e externos da Escola Cabana Turma Que Faz, com estrutura adequada para atividades práticas, oferecendo um ambiente confortável e seguro para todos os participantes.
A acessibilidade cultural é um dos princípios metodológicos do Projeto Turma Que Faz. Nosso público prioritário são crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, sendo 82% das crianças matriculadas, cadastradas no CadÚnico. O espaço da Cabana Turma Que Faz, localizado na Associação Comunitária da Vila de São Jorge, recebe atividades envolvendo o público infantil e o de idosos, em um ambiente de inclusão, acessibilidade e compartilhamento entre diferentes públicos atendidos. A partir dessa perspectiva, disporemos de estratégias para ampliar a diversidade e as especificidades do público, promover a acessibilidade e a democratização cultural: Incluir a reserva de no mínimo 25 vagas para idosos na apresentação da Opereta Popular, Coordenar com instituições públicas e seus públicos de atendimento, com especial atenção para grupos de idosos e crianças, uma apresentação do espetáculo. Realização dos espetáculos em espaços acessíveis com reserva de local para pessoas com deficiencia ou mobilidade reduzida programado para 25 pessoas. Contratar dois profissionais de LIBRAS para comunicação artística para pessoas com surdas ou com deficiência artística. Pequenas adaptações no espaço físico da Associação Comunitária com o intuito de ampliar a acessibilidade;(melhoria da rampa, banheiros, pisos) Formação da equipe em 20 horas de Acessibilidade, incluindo a necessidade de inclusão através de audiodescrição cênica contextualizada na opereta. Além dessas estratégias, a equipe conta com profissional especializada em Psicopedagogia Clínica e Institucional, realizando ações de formação e design pedagógico com acessibilidade. O Projeto tem em sua equipe Assistente Social que acompanha as ações, contribuindo para a integração de diferentes públicos com as políticas de inclusão.
Este projeto visa democratizar o acesso à arte, cultura e educação na Vila de São Jorge e na região da Chapada dos Veadeiros, com uma abordagem inclusiva e transformadora que contempla tanto a comunidade local quanto visitantes. Gratuita e aberta ao público, a apresentação da Opereta Popular deverá alcançar um público estimado de 2.000 pessoas, permitindo que pessoas de todas as origens tenham a oportunidade de vivenciar a riqueza cultural e tradicional da região. Além do espetáculo, o projeto oferecerá atividades diárias ao longo de um ano, criando um ambiente seguro e inspirador para 65 crianças e adolescentes da Vila de São Jorge. Essas atividades incluem oficinas de arte-educação, ecologia, produção cultural e educomunicação, promovendo o acesso inclusivo à educação e à cultura. Como incentivo à participação e valorização das crianças e adolescentes, o projeto prevê a Bolsa Arte, que concede R$ 200 mensais a 50 crianças participantes durante 8 meses, ajudando a criar uma rede de apoio à continuidade do aprendizado cultural. Jovens monitores da comunidade também serão contemplados com uma Bolsa Arte de R$ 300 mensais para 15 monitores, também por um período de 8 meses. Estes jovens atuarão como multiplicadores, contribuindo para fortalecer o protagonismo juvenil e promover uma cultura de formação e empoderamento entre os próprios moradores da Vila de São Jorge. Sob a direção da Mestra Doroty Marques e com o apoio da ASJOR, o projeto é realizado por uma equipe de artistas e profissionais capacitados que se dedicam não só ao desenvolvimento das atividades diárias, mas também à formação contínua. O ciclo de formação para jovens multiplicadores em arte e gestão cultural oferece capacitação para que esses participantes possam aplicar e repassar seus conhecimentos para a comunidade, promovendo uma rede sustentável de saber cultural. Para alcançar diferentes públicos e ampliar o acesso, o projeto também prevê programas de rádio semanais pela Rádio Comunitária São Jorge, bem como a produção de podcasts e vídeos, levando o impacto do projeto para além dos espaços físicos. Esta estratégia de educomunicação garante que a experiência e o aprendizado sejam acessíveis não apenas aos participantes diretos, mas também a toda a comunidade e visitantes, consolidando a arte como um instrumento de inclusão e transformação social. A democratização da cultural é parte integrativa do projeto e parte da essência organizacional. Dessa forma, os projetos sempre incluem atividades de exibição social gratuitas e também bolsas de apoio a parmanência social aos projetos. Como contrapartida social, o projeto também se propoem a realizar de forma extra-orçamentária 5 (cinco) oficinas de 40 minutos para a comunidade, com os temas:Tecido Acrobático, Teatro, Ritmos, Música e Artes Visuais.
Nome: Doroty Rocha Marques Função: Direção Artística Currículo: Doroty Marques é musicista e arte educadora desde a década de 1960. Atuou em vários estados brasileiros, desenvolvendo projetos de arte educação com crianças em vulnerabilidade social. É Mestra da Cultura Popular, sendo referência nacional em cultura popular. Nome: Jefferson Pereira Passos Função: Multiplicador de artes Currículo: Jefferson Passos é musicista nasceu e cresceu na Vila de São Jorge, porta de entrada do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. É músico percussionista e Multiplicador de Arte. Trabalha como produtor cultural na Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge desde 2014 e participa ativamente da programação cultural da instituição desde seus 9 anos, quando entrou no projeto Turma Que Faz, coordenado pela artista popular Doroty Marques. É Presidente da Associação Comunitária da Vila de São Jorge (ASJOR). Nome: Liane Magali Preuss Função: Assessoria pedagógica Currículo: Cientista Social, Mestra em Educação, Psicopedagoga, possui experiência como docente, Coordenadora e Diretora Pedagógica . Coordena projetos sociais, com foco na cultura e educação popular, atuando no processo de criação, escrita e captação de recursos, produção, monitoramento e avaliação com foco na relatoria técnica. Fundadora do Laboratório de Ação Social. Nome: Róber Freitas Bachinski Pesquisa em humanidades e gestão socio-ambiental Currículo: Pesquisador em gestão ambiental e saúde pública, doutor em biologia, diretor de pesquisa em humanidades do projeto "LABSOCIAL: capacitação de agentes Cultura Viva Na Chapada dos Veadeiros" realizado pela ASJOR (Associação de Moradores da Vila de São Jorge), onde faz registro de oportunidades para promoção do empreendedorismo social para a comunidade. Tem experiência em práticas corporais através de formação em yoga, e em técnicas de Mindfullness aplicado a arte. Atualmente também é realiza um contrato temporário de dedicação parcial como professor do IF Goiano campus Campos Belos, na Chapada dos Veadeiros. Nome: Poliana Moraes Função: Multiplicador de artes Currículo: Pôli Môräes é uma artista polivalente que demonstra em suas composições a essência de suas raízes ancestrais, que em sua obra celebra a cultura típica do cerrado e de todas as regiões brasileiras. Atua também como arte educadora, tecidista e pedagoga. Nome: Raquel Barbosa Função: Multiplicador de artes Currículo: Sou artista visual, musicista, dançarina e produtora de espetáculos. Trabalho como multiplicadora do Projeto Turma Que Faz desde 2019, dando aulas de pintura e argila (cerâmica), artes visuais e percussão para as crianças e jovens participantes da Vila de São Jorge e Alto Paraíso de Goiás. Nome: Renato Segredo Função: Multiplicador de artes Currículo: Nascido na vila de São Jorge – Chapada dos Veadeiros, meu primeiro contato com a música foi aos 6 anos de idade, tocando violão. Posteriormente, aos 15 anos, comecei a tocar guitarra passando pelo blues, rock e jazz e logo em seguida comecei a ouvir e estudar música popular brasileira, tendo como inspiração: Toninho Horta, Milton Nascimento, Hermeto Pascoal, Naná Vasconcelos, Décio Marques, entre outros. Nome: Caio Martins Função: Multiplicador artes e Educador Ambiental Currículo: Músico, compositor, produtor cultural, técnico de som e radialista e Educador Ambiental atuo no projeto turma que faz e na Pena folclórica tocando violão, viola e guitarra. Nome: Felipe Pytta Função: Multiplicador artes/ Teatro Currículo: Felipe Pitta é arte-educador, diretor, ator, palhaço e produtor artístico. Formado pelos Doutores da Alegria Formação de palhaço para jovens Doutores da Alegria (2005/2006) e pela SP Escola de Teatro Curso técnico com especialização em Humor (2013/2014). Atualmente integra o Coletivo Bicho, é diretor da Cia LapaQuarta, Arte Educador na Turma Que Faz Nome: Joelma Maria Paes Da Silva Sobrinho Função: Financeiro Currículo: Na produção cultural participou da realização de peças teatrais, shows musicais, festivais de artes, dvd’s, filmes e séries, sempre na área de produção e produção executiva com foco em prestação de contas e relatoria técnica. Nome: Agnaldo dos Santos Araújo Função: Oficineiros Formadores Currículo: Agnaldo Araújo - Educador, Produtor Cultural e Consultor no segmento de turismo. Há mais de uma década atua na área de produção cultural, com expertise em planejamento, logística, gestão administrativa e executiva. Na Gestão Pública atuou como Chefe de Gabinete na Secretaria de Turismo de Pirenópolis, e como Superintendente na Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico em Alto Paraíso de Goiás, onde atuou como Secretário Interino por 1 ano. Atuou ainda como professor e coordenador pedagógico em Escolas Públicas no município de Alto Paraíso de Goiás. Nome: Ana Ferrareze Função: Assessoria de Imprensa/ Oficineiros Formadores Currículo: Gestora de projetos, produção executiva e elaboração de projetos. • Coordenadora de Comunicação: gestão de equipes, edição, revisão e aprovação de textos, coordenação geral de estratégias de comunicação (sites, redes sociais, comunicação interna). Nome: Stéphanne Ribeiro Função: Assistente Social Currículo: Assistente Social, dedicada ao desenvolvimento e avaliação de políticas, programas e projetos sociais, atuando no atendimento a indivíduos e famílias, em especial crianças e adolescentes para promover o bem-estar e a inclusão social. Articuladora e orientadora social da execução do serviço de convivência e fortalecimento de vínculos pelo turma que faz.
PROJETO ARQUIVADO.