Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto "Dançando a Mente" tem como objetivo realizar oficinas de dança baseadas na prática Laban e na Dança Contemporânea. Além disso, será idealizado um espetáculo aberto ao público como culminação das atividades formativas.
Espetáculo de Artes Cênicas: Classificação Indicativa Etária: Livre.
OBJETIVO GERAL Promover o desenvolvimento socioemocional de adolescentes por meio de oficinas de dança baseadas na prática Laban, incentivando a expressão artística e a criatividade. O projeto culmina na realização de um espetáculo final, valorizando o processo formativo e proporcionando visibilidade aos participantes. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Oficinas - Realizar, de forma gratuita, 48 oficinas divididas entre duas escolas, com 4 turmas em cada (uma para cada faixa etária: 6 a 8 anos, 9 a 11 anos, 12 a 14 anos e 15 a 18 anos). As oficinas ocorrerão em 2 encontros por mês (um na escola e um no estúdio), totalizando 8 encontros por escola ao longo de 6 meses. Cada oficina terá duração de 1h30 a 2h, atendendo 10 alunos por turma, com formação de 80 estudantes no total. Espetáculo de Dança - Realizar 01 espetáculo de dança performado pelos 80 alunos beneficiados pela ação formativa. O evento terá 2 horas de duração, com previsão de público de 150 pessoas e será gratuito.
O projeto tem como objetivo utilizar a dança para promover o desenvolvimento socioemocional de adolescentes, atuando como um meio de expressão artística capaz de ir além da simples execução de movimentos e coreografias. A dança, nesse contexto, não é apenas um exercício físico, mas uma linguagem que comunica, expressa e dialoga com o que é muitas vezes indizível. Cada movimento revela sentimentos, conta histórias e permite que os participantes externalizem aquilo que não conseguem expressar com palavras. Assim, ''Dançando a Mente'' torna-se uma ferramenta para ajudar os adolescentes a se conhecerem melhor, desenvolverem autoconfiança e lidarem com suas emoções, ao mesmo tempo em que entram em contato com o universo das artes de forma significativa. O trabalho desenvolvido nas oficinas foca em construir coreografias que não apenas agradem aos olhos, mas que tenham um propósito e dialoguem com temas importantes para os jovens. A ideia é que cada participante se veja refletido na obra final, compreendendo que a dança pode ser uma extensão de suas próprias experiências e percepções. Essa abordagem valoriza a criatividade e a liberdade de expressão, incentivando a construção de obras que vão além do estético para tocar o público de maneira mais profunda. A criação coletiva também reforça o respeito às diferenças e a colaboração, fundamentais para o desenvolvimento de uma convivência saudável e integrada. Além do ganho pessoal e emocional, o projeto é essencial para despertar o interesse dos adolescentes pela arte, oferecendo um espaço acessível e inclusivo onde eles podem explorar suas habilidades e descobrir novas possibilidades para o futuro. Ao democratizar o acesso ao ensino da dança — com aulas e oficinas gratuitas — e culminar em um espetáculo final também aberto ao público, o projeto rompe barreiras, permitindo que esses jovens tenham contato com um campo que, muitas vezes, é restrito por questões financeiras ou de infraestrutura. Assim, além de promover o desenvolvimento individual, o projeto também atua como um fomentador de novos talentos, ajudando a identificar aqueles que possuem um potencial artístico a ser desenvolvido e abrindo portas para que possam continuar se aprimorando. Por fim, o espetáculo final é a culminação de todo o processo vivido pelos participantes, oferecendo uma oportunidade única de celebrar o desenvolvimento de cada um e de apresentar suas criações para a comunidade. Mais do que uma performance, ele se transforma em um espaço de visibilidade para novos talentos e de validação dos esforços individuais e coletivos. É nesse momento que os jovens têm a chance de vivenciar a experiência de se expressar artisticamente em um ambiente profissional, experimentando o retorno do público e consolidando a confiança em suas próprias habilidades. Dessa forma, o evento não apenas encerra o ciclo de aprendizado, mas também projeta esses jovens para o futuro, incentivando a continuidade de suas trajetórias artísticas e contribuindo para a renovação e diversificação do cenário da dança. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no Art. 1° da Lei 8.313, sendo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 3º da mesma Lei: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
Não se aplica.
Plano Pedagógico em anexo.
Produto: OFICINA Acessibilidade Física: O local de realização do evento será totalmente adequado para a fruição física de pessoas com deficiências ou dificuldades de mobilidade, respeitando as diretrizes da ABNT NBR 9050. As escolas escolhidas para sediar o evento já possuem infraestrutura adequada, com rampas de acesso, corredores largos, sinalização visual e tátil, banheiros acessíveis, além de permissão para a presença de cães-guia. Item na planilha: Não se aplica. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: As ações irão contar com monitores treinados no atendimento do público com deficiência. Item da planilha: Professor assistente de gênero de dança Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: As ações irão contar com intérprete de libras para pessoas com deficiência auditiva terem acesso ao conteúdo do espetáculo. Item na planilha: Intérprete de libras. Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: As ações irão contar com monitores treinados no atendimento do público com deficiência. Item da planilha: Professor assistente de gênero de dança Produto: ESPETÁCULO DE DANÇA Acessibilidade Física: O local de realização do evento será totalmente adequado para a fruição física de pessoas com deficiências ou dificuldades de mobilidade, respeitando as diretrizes da ABNT NBR 9050. As escolas escolhidas para sediar o evento já possuem infraestrutura adequada, com rampas de acesso, corredores largos, sinalização visual e tátil, banheiros acessíveis, além de permissão para a presença de cães-guia. Item na planilha: Não se aplica. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: A apresentação contará com monitores treinados no atendimento do público com deficiência. Item da planilha: Monitores. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: A apresentação contará com intérprete de libras para pessoas com deficiência auditiva terem acesso ao conteúdo do espetáculo. Item na planilha: Intérprete de libras. Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: A apresentação contará com monitores treinados no atendimento do público com deficiência. Item da planilha: Monitores.
Todos os produtos serão distribuídos de forma gratuita, assegurando a democratização do acesso através dos limites e formas de distribuição do Artigo 29 da IN MINC nº 11/2024. Além da distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto no inciso III no Artigo 30 da IN MINC nº 11/2024, a saber: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; A disponibilização acontecerá através da plataforma YouTube.
Juliana Machado de Sousa - Coordenadora Geral/ Professora Bailarina, professora de dança e coreógrafa registrada sob o DRT 14522 desde 2000. Sua formação em Ballet Clássico iniciou no Studio D1/Escola de Danças do Teatro Guaíra (EDTG), onde estudou entre 1994 e 2000. Complementando sua formação, obteve uma Pós-Graduação em Coreografia e Coreologia pelo Trinity Laban Conservatoire of Music and Dance, em Londres, no ano de 2022. Durante sua trajetória profissional como bailarina, atuou no Ballet Teatro Guaíra (2000-2002), no Cisne Negro Cia de Dança em São Paulo (2002-2003) e no Ballet Stagium (2003). Participou de uma imersão com a Cia de Dança de Caxias do Sul em 2004, aprimorando sua técnica e prática de palco. Como professora de dança, ministrou aulas de Ballet Clássico e Dança Contemporânea em diferentes instituições, incluindo o DOM Escola de Dança e Teatro (2024), Nina Monteiro Ballet School em Londres (2021-2022), SA Dance em Londres (2021) e London Ballet School (2021). No Brasil, foi professora de Ballet Clássico intermediário no Cecconello Dança (2018) e no Studio D (2003-2005), onde também ensinou contemporâneo intermediário em 2004 e Heels no Espaço Arte Cultura e Lazer em 2020. Em sua atuação como coreógrafa, desenvolveu obras como "Leap of Faith", coreografia apresentada no Grand Prix Lausanne (2024); "Weapon of Choice II", solo para a Cecconello Cia Adulta (2023); "A-Sync", duo coreografado para a mesma companhia (2023); e “Weapon of Choice” (2022), um solo criado para a bailarina @gioh_lamboglia, apresentado em Londres. Outras criações notáveis incluem “Qaraxis” para o Grupo Cecconello Dança, apresentada no Teatro Bom Jesus (2022); "CAGE", solo desenvolvido para uma aluna do Trinity Laban, apresentado no Studio Theatre em Londres (2021); e “In Betweenness”, um projeto solo apresentado em Mira, Itália (2020). Além disso, coordenou o trio freelance “Ropes” em um projeto audiovisual em 2020 e participou de eventos como a festa de encerramento anual da ExxonMobil no Central Hall de Curitiba (2009). Entre as produções mais antigas, destacam-se "Apocalíptica", coreografada para o Mini Festival Studio D no Teatro Guaíra (2004). Juliana participa ativamente de workshops e atualizações profissionais, incluindo Klein Technique com Susan Klein (2023), estudos de Contemporâneo e Flamenco com José Agudo (Trinity Laban e The Place, 2021-2022), Kathak com Sujata Banerjee (The Place, 2022), e a técnica Gaga com Anouska Jago, da Batsheva Dance Company (Studio Wayne McGregor, 2021). Além disso, aprimorou sua técnica em Jazz Lyrical com Linda Dadd e Ashley Nottingham nos Pineapple Studios, em 2019. Entre as oficinas ministradas, destacam-se “Laban Interdisciplinar” na Conferência Internacional Laban (Rio de Janeiro, 2024), “Cuidando de Quem Cuida” (CEDHIC, Curitiba, 2024), “Oficina de Movimento” para o Grupo de Teatro Bom Jesus (2023), e “Oficina de Corpo” na D.O.M. Escola de Dança e Teatro (2023). Sua participação em eventos culturais inclui atuações como bailarina convidada no Festival de Dança de Joinville (2003), Fest Dança Curitiba (2000), Mostra de Dança EDTG (1999) e a Mostra Nacional de Dança em São Paulo (1994), entre outros. Como atriz, integrou o elenco da telenovela "O Cravo e a Rosa" (Rede Globo, 2000) e participou de produções teatrais como "Musical QUASE, Adolescência, teatro e rock’n’roll" sob direção de Roberto Burgel (1998) e "O Homem do Princípio ao Fim" (1998). Além disso, realizou diversas apresentações em espetáculos de destaque em Curitiba, como “Cenas da Pátria Brasileira”, “Luzes e Cores de Curitiba” e os Autos de Natal promovidos pela Prefeitura de Curitiba (1994-1997). No campo das produções culturais, patuou em eventos como "Momentos Marcantes", que celebrou os 25 anos da Cisne Negro Cia de Dança no Teatro Municipal de São Paulo (2002). Atuou no "Comboio Cultural", promovido pela Fundação Cultural de Curitiba no Parque Barigui (2000), e no projeto “Natal na Rua XV” da Associação Comercial do Paraná (1999). Em 1998, integrou a equipe de dança da Cia Uruborus no espetáculo “Koga in Concert” no Teatro Fernanda Montenegro e participou da produção "QUASE, Adolescência, teatro e rock’n’roll" sob direção de Lena Horn e Roberto Burgel no Teatro da Reitoria, em Curitiba. Entre 1994 e 1997, colaborou como bailarina nas apresentações de “Cenas da Pátria Brasileira”, promovido pela Prefeitura Municipal de Curitiba, e nas produções “Luzes e Cores de Curitiba”, realizadas no Largo da Ordem e no Paço da Liberdade. Ainda como bailarina, atuou no Auto de Natal de Curitiba e no Auto de Natal Telepar, eventos realizados pela Fundação Cultural de Curitiba e Veritas Produções (1994-1997). Sua experiência recente inclui a coreografia e direção artística de "Orbium", espetáculo realizado no Teatro Bom Jesus, em Curitiba (2022), e a criação do solo "CAGE" no Studio Theatre do Trinity Laban, em Londres (2021). A proponente será responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto, incluindo atividade técnico-financeira, e receberá pela rubrica de Coordenação Geral e de Professora. Roberta Brites - Bailarina/ Monitora. Técnica profissional em dança, com formação incompleta em Licenciatura em Dança pela Universidade Cândido Mendes (2016), e possui ampla experiência como bailarina, professora e coreógrafa de ballet clássico. Iniciou sua formação profissional no curso Técnico Profissionalizante de Dança pela Academia Petite Danse (2015), onde obteve habilitação como bailarina de corpo de baile e professora de ballet clássico. Também participou de especializações no CAP - SPDRJ (Sindicato da Dança do RJ), onde foi orientada por Pedro Kraszczuk e pela bailarina Cecília Kerche (2015). Sua formação inclui cursos em ballet clássico, jazz e dança contemporânea por diversas instituições, como a Academia Mudart, Eliane Fetzer Centro de Dança, Escola de Dança DOM, Cecconello Escola de Dança, Projeto Dancep e Danza Mais (1999-2024). Além disso, completou a Oficina de Dança Clássica Intermediário na Escola do Teatro Bolshoi no Brasil (2012) e participou de um curso de Extensão em Psicologia da Dança com a professora Maria Lopes (2019). Em sua trajetória artística, Roberta atuou como bailarina de corpo de baile no espetáculo “Les Sylphides” pelo Studio D1, de agosto a dezembro de 2021. Anteriormente, foi bailarina, professora e coreógrafa de ballet clássico no Barak Studio Dance, onde também se apresentou como bailarina de jazz e dança contemporânea entre fevereiro de 2020 e outubro de 2021. Ainda em 2021, participou da Mostra de Dança do Festival de Joinville no Palco Aberto, dançando a coreografia “All Right”, de Fabiana Terra, com a Cia Barak Studio Dance. De agosto de 2019 a setembro de 2020, integrou a Cia Vitae como bailarina de dança moderna e dança contemporânea, com apresentações em centros urbanos, festivais e eventos comunitários em Curitiba. Nesse período, participou do Festival de Dança de Curitiba (2019), dançando a coreografia “Last Chance” de Cristhian Kuhnen. De janeiro de 2017 a dezembro de 2018, foi bailarina trainee na Cia Ballet Magnificat Brasil, atuando em festivais e eventos por diferentes estados brasileiros. Nesse período, também contribuiu como figurinista na confecção de figurinos para a companhia. No Festival de Dança de Curitiba (2018), apresentou-se nas coreografias “Forever” e “Wind” de Jiri Sebastian, e no Festival Santa em Dança (2017) interpretou a coreografia “At the Cross”, também de Jiri Sebastian. Antes disso, atuou como bailarina na Cia de Dança da Prefeitura de Duque de Caxias (Cia Duque), de agosto de 2014 a janeiro de 2015, contribuindo para a construção do projeto “Memórias da Cidade”, uma coreografia que contou a história de Duque de Caxias. Roberta apresenta também experiência como professora e coreógrafa de ballet clássico, com atuação em diversas academias, incluindo a Escola de Dança Anelly de Oliveira, Vibe Studio de Dança, e em projetos comunitários no Rio de Janeiro e Paraná, entre janeiro de 2013 e abril de 2023. Thamires Kutelak Soares - Dançarina/ Monitora Dançarina e professora de dança, atualmente cursando graduação em Dança na UniFaesp Neoville (UNIENSINO) com previsão de conclusão em 2024. Sua formação abrange diversas modalidades, iniciando pelo Ballet Clássico na Escola Bella Ballet (2011-2014) e no Ballet Coppélia do Brasil (2015-2022), onde também se especializou em Jazz Contemporâneo (2019-2022). Em 2023, ampliou suas habilidades com estudos de Hip Hop no Studio Michele Holtmam e Dança Contemporânea na Cecconello Escola de Dança. Mais recentemente, dedicou-se ao Waacking no Epifania Centro de Arte e Movimento (2023-2024) e integrou o Epifania Dance Project, dirigido por Guiga de Souza (2024). Como professora de dança, Thamires atuou em diversas instituições. Iniciou como professora estagiária de Ballet Clássico no Ballet Coppélia do Brasil (2019-2021) e, posteriormente, assumiu o cargo de professora de Ballet Clássico no Studio de Dança Michele Holtmam (2023-2024). Em 2024, passou a lecionar Dança na Escola Sebastião Paraná. Sua experiência como dançarina inclui apresentações em diversos espetáculos e festivais. De 2011 a 2014, participou dos espetáculos da Escola Bella Ballet e, de 2015 a 2022, integrou as produções do Ballet Coppélia do Brasil. Em 2019, apresentou-se no Festival de Danzas del Mercosul na Argentina. Em 2021, participou do evento “Movimento em Pauta” em Curitiba e, em 2022-2023, integrou o “Natal UniEnsino Show de Dança”. Durante o período de 2022 a 2024, Thamires se destacou no Circuito Dança Curitiba e, em 2023, participou do Dance Flow, uma série de oficinas intensivas de danças urbanas na Casa Hoffmann em Curitiba. Em 2024, participou como bailarina no JOPEF Brasil e no showcase de colônia de férias com o Epifania Dance Project. Recentemente, esteve no Festival de Dança de Joinville, um dos maiores eventos de dança do Brasil, consolidando sua experiência e versatilidade como bailarina.
PROJETO ARQUIVADO.