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PRONAC 2415027ArquivadoMecenato

Circulação Espetáculo TOCAIA

FRANCISCO DE ASSIS DE ALMEIDA JÚNIOR
Solicitado
R$ 290,7 mil
Aprovado
R$ 290,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-03-03
Término
2027-03-02
Locais de realização (16)
Canoas Rio Grande do SulCruzeiro do Sul Rio Grande do SulEldorado do Sul Rio Grande do SulEstrela Rio Grande do SulGuaíba Rio Grande do SulMarques de Souza Rio Grande do SulMuçum Rio Grande do SulPareci Novo Rio Grande do SulPorto Alegre

Resumo

O presente projeto prevê a circulação do espetáculo de teatro de rua TOCAIA nas 15 cidades mais atingidas pela enchente de maio de 2024, no Rio Grande do Sul. Contemplado com o FUMPROARTE no ano de 2009, desde então TOCAIA realizou diversas apresentações em praças e parques das cidades de Porto Alegre e região metropolitana, abordando o tema da violência interpessoal e a ausência de Estado. A dramaturgia é resultado de pesquisa sobre literatura de cordel e contos de domínio público do universo regionalista brasileiro, que relatam eventos de violência relacionados à honra e à vingança. A estética do espetáculo recorre às técnicas de palhaçaria, bem como à farsa e as representações folclóricas brasileiras, abordando a temática pelo viés da comicidade e do Teatro Épico. Todas as apresentações serão seguidas de Rodas de Conversa entre o público e a equipe do espetáculo sobre o tema da violência, e terão tradução em LIBRAS.

Sinopse

Inspirado em causos de violência do universo regional brasileiro. O espetáculo TOCAIA utiliza-se da estética de teatro de rua para contar a história de uma perseguição mortal entre dois homens no sertão, no qual predomina a lei do mais forte e da honra. Donato Duro, ao voltar para casa de uma pescaria, surpreende a mulher em adultério com Julião Flores, homem perigoso e ex-militar. Como bom matuto, ele finge que nada a vê e tenta matar o outro à traição, mas elimina o irmão deste, por engano. A história acompanha a longa caçada que Julião empreende para matar Donato e vingar o irmão. Todavia, Donato descobre que Julião é cardíaco e tenta prolongar a fuga para matá-lo de cansaço. Na eterna luta entre o forte e o fraco, TOCAIA é uma alegoria da fatalidade e da inexorabilidade do destino humano. A performance oral envolvente, típica do universo rural brasileiro é o ponto de partida para o espetáculo. Por isso, a encenação funciona como uma contação de um causo, em que predomina uma metafísica própria das asperezas e delicadezas das narrativas do homem do interior.

Objetivos

Objetivo Geral O projeto "Circulação do espetáculo TOCAIA" visa a realização de ações artístico-políticas de prevenção da violência interpessoal nas regiões dos mais atingidas pela enchente, com foco na população residente em abrigos. Os agentes sociais que atuam nesses espaços relatam que, além da população abrigada enfrentar a situação de tristeza cotidiana, necessita de ações culturais e educativas, que fomentem a sociabilidade e a cooperação. Por isso, as ações do projeto compreendem, além das apresentações de espetáculo, Rodas de conversa, em parceria com os agentes sociais locais, procurando diminuir a tensão e prevenir a violência interpessoal nos abrigos das cidades atingidas. Objetivos específicos - 15 apresentações gratuitas do espetáculo TOCAIA, nas 15 cidades mais atingidas pela enchente de maio de 2024, em locais de amplo acesso de público; - As 15 apresentações do espetáculo TOCAIA serão acessíveis em LIBRAS; - Todas as 15 apresentações serão seguidas de Rodas de Conversa sobre a temática abordada, com a participação da população abrigada e dos agentes sociais; - Registro videográfico da experiência nas cidades, disponibilizado para a organização dos abrigos e para o Programa "Todos pelo Rio Grande", do Governo do estado do Rio Grande do Sul.

Justificativa

O Teatro de Rua é mais do que uma modalidade de representação, é o veículo, por excelência, para a busca da democratização da arte teatral a partir do século XX. Segundo CRUCIANI&FALLETTI (1999) o teatro produzido no espaço delimitado define a recepção, gera formas de atuação específicas e dramaturgias que favorecem o anonimato e a passividade do público, selecionando as classes sociais que têm acesso ao teatro, caracterizado-se por uma atuação voltada para textualidade. Em contraposição, "um teatro que sai da sala escura e vai onde o povo está" aproxima-se da humanidade cotidiana, ao realizar montagens em espaços públicos e com temas de interesse coletivo, envolvendo diferentes classes sociais numa situação espetacular em que o público pode manifestar-se diretamente. Tal proposta leva ao questionamento da atividade teatral em todos os seus aspectos: a atuação busca renovar o gesto e dilatar a potencialidade do corpo e da voz, a encenação volta-se para a plasticidade e a ocupação de espaços abertos, com códigos que valorizam a multiplicidade e a transformação cênica, perante o espectador, a dramaturgia retoma o caráter improvisacional, incorporando a participação do público e buscando linguagens que valorizam a oralidade. Além disso, o Teatro de Rua enfatiza a reflexão sobre a ética e a política na arte teatral, redimensionando a relação entre o artista e a sociedade. Por ser uma arte de caráter público, com entrada livre, o Teatro de Rua é umas das mobilidades cênicas que mais precisa financiamento por Leis de Incentivo Cultural para ser produzido. Se o teatro realizado em espaços públicos pode ser visto como ato de participação e cidadania, o aspecto da reunião festiva também é considerado fundamental. A noção de "Festa" seria o aspecto perduraria ao longo da história do Teatro de Rua. Mesmo que desde sua origem, na Grécia Clássica, o evento teatral tenha se definido pela construção de um edifício, o Teatro de Rua teria coexistido na forma de paradas, espetáculos de feira e nas festividades produzidas pelas comunidades. O Teatro de Rua contemporâneo busca a união desses dois modelos: a participação social e a celebração festiva coletiva, visando a troca cultural. "O espetáculo que sai para a rua é uma pesquisa que se abre para o diálogo cultural, em que o artista troca com o espectador, ao mesmo tempo em que redefine a sua própria identidade"(BARBA, 1999, p. 23). Neste projeto, a circulação do espetáculo de teatro de rua TOCAIA visa a descentralização cultural, considerada fator fundamental para a construção de uma sociedade mais democrática, na qual o acesso de diferentes grupos sociais aos bens simbólicos é um dos principais canais para a construção da cidadania. Neste contexto a arte cumpre um papel fundamental, educativo e sociabilizador, estimulando a discussão e a participação coletiva e uma experiência reflexiva. Por isso, todas as 15 apresentações do espetáculo TOCAIA ocorrerão em espaços públicos, acessíveis às populações abrigadas da enchente, tais como sede de associações ou praças e parques, articulando a participação da instituição de ensino mais próxima, buscando inserir a comunidade escolar, agregando além dos estudantes, os professores, os funcionários e os familiares e amigos. Tal compreensão do papel sociabilizador da escola vem de nossa atuação no projeto de extensão universitária "Circuito de produção de teatralidade em escolas da rede pública da grande Porto Alegre", ativo desde o ano de 2007, tendo realizado apresentações teatrais, rodas de conversa e oficinas de iniciação teatral em 31 escolas públicas da região. O Grupo Terceira Margem reúne alunos de graduação e pós-graduação em teatro, professores dos cursos de teatro, música e artes visuais, do Instituto de Artes da UFRGS, tendo atendido a um público de aproximadamente 17 mil espectadores de comunidades escolares em regiões de vulnerabilidade social na região metropolitana de Porto Alegre, em parceria com o Departamento de Educação de Desenvolvimento Social (DEDS/UFRGS). Além disso, a relação com a Antropologia Social influencia conceitualmente a experiência teatral desenvolvida, na qual buscamos ultrapassar a esfera da apresentação como evento, visando a troca de saberes e o diálogo sóciocultural. Em TOCAIA utilizamos o universo regionalista brasileiro, pois ele abrange os temas sociais coletivos e as manifestações festivas da cultura popular. O espetáculo trata da violência em um contexto social em que o Estado está fragilizado ou ausente. "Sertão" ao longo do desenvolvimento do romance regionalista brasileiro passa a ser caracterizado como metáfora do espaço de isolamento e marginalização, no qual o sujeito social está exposto à violência interpessoal. Nas palavras de Guimarães Rosa, "sertão é um estado das coisas, um local de abandono, no qual o ser humano pode perder-se por encontrar-se só demais", numa condição de esmagamento do indivíduo, não por macro-estruturas políticas, mas pelas micro-estruturas de poder da interação cotidiana. Tal situação é terrivelmente atual na sociedade brasileira, não apenas nos rincões, mas principalmente nos grandes centros urbanos, em que a violência interpessoal, decorrente da atuação do crime organizado, tornou-se uma das maiores causas de mortalidade entre homens jovens. O espetáculo TOCAIA propõe-se a fomentar a discussão sobre esse tema em regiões que este problema é especialmente grave. Por isso, neste projeto, as cidades escolhidas para a circulação são as mais atingidas pela enchente, situação que agrava as tensões presentes e esgarça ainda mais o tecido social. Dentre as inúmeras dificuldades relatadas pelos agentes sociais no socorro e acolhimento à população atingida está a atuação dos poderes paralelos e a violência interpessoal nos abrigos. Ao longo da nossa experiência com o espetáculo, compreendemos que a representação da violência requer cuidados para não fortalecer estereótipos, nem esvaziar os efeitos dolorosos de sua presença nas comunidades atingidas por ela. Por isso, inspiramos da maneira como os autores da literatura de cordel abordam a cultura da violência no contexto sertanejo, combinando a comicidade com a análise social da violência em situações aparentemente banais, como "uma história de corno", mas que com o desenrolar da narrativa, revelam-se muito mais graves. Tal compreensão busca apresentar alternativas de proteção do indivíduo perante as situações de ameaça, tais como o reforço das relações de sociabilidade, das redes de apoio e do sentimento de comunidade, em oposição a valores como vingança, honra e afirmação pessoal.

Estratégia de execução

Um clipe de apresentação do espetáculo no Parque Farroupilha de Porto Alegre/RS pode ser acessado em: https://www.youtube.com/watch?v=2DhWnoKrziU

Especificação técnica

Encenação (duração: 75 minutos) Uma das características principais da obra dos escritores regionalistas brasileiros é a inspiração na oralidade dos contadores de causos do interior do Brasil. Tal aspecto dá às suas narrativas uma característica especial, visto que o narrador nessa forma de prosa é uma figura com opiniões, contradições e, por vezes, preconceitos. Esta forma de narrar é similar ao recurso empregado na estética do Teatro Épico, de Bertold Brecht. em que o ato de contar, dialoga com a representação, numa relação dialética em que o posicionamento do narrador obriga o espectador a também se posicionar, concordando ou discordando de suas opiniões. Tal princípio é o ponto de partida para encenação do espetáculo TOCAIA, que simula a contação de um causo, no qual três atores relatam e representam a história de um “crime de sangue”, convidando os espectadores a refletir sobre as razões e as ações dos envolvidos no conflito. Contudo, esta narração não é meramente informativa, pois os atores-contadores revelam opiniões próprias, por vezes, diversas entre si. A atuação tem um tom anedótico, fabular, alternando comentários e narrações, diretamente dirigidos a plateia, podendo-se interromper a representação de cenas para tal. A linguagem de atuação é predominantemente clownesca, adaptada à estética de teatro de rua, com recursos de distanciamento crítico. Contudo, a comicidade do espetáculo prioriza a ironia e a sutileza nas relações entre as personagens. O aspecto dialético em TOCAIA está na contradição entre o que os narradores afirmam a respeito das personagens, e o que eles fazem, ou na diferença entre aquilo que é esperado e o que ocorre. O efeito desejado na atuação é o trágico, pois o andamento é predominantemente cômico até o final, no qual uma das personagens é levada assassinar outra. Neste momento, a ação torna-se dramática para que o desfecho atinja o efeito amargo, próprio da linguagem tragicômica. Tal abordagem busca de despertar o sentimento de horror e piedade, próprios da tragédia, perante o “crime de sangue” relatado, subvertendo a aparente banalidade inicial. As caracterizações das personagens se dão por acessórios e figurinos mínimos valorizando especialmente a corporeidade dos atores. Os papéis dos antagonistas são representados sempre pelos mesmos atores, da mesma forma, a terceira personagem envolvida no crime é representada apenas pelo terceiro ator, enquanto que a representação de todos os outros papéis e a função de narrador são revezadas sempre pelos três atores. Tal estratégia gera dinâmica nas trocas das cenas e surpresas cômicas. O espaço cênico é uma lona de 8mX8m em formato de tabuleiro de xadrez, ao redor do qual o público se posiciona. Os adereços distribuídos na borda do tabuleiro vão sendo manipulados conforme seu uso é requerido pela ação. Os atores se vestem e desvestem diante do público, por vezes narrando e comentando a cena. Os protagonistas caracterizam-se com roupas e elementos que remetem a cangaceiros, soldados de volante ou boiadeiros, com armas e apetrechos pendurados no corpo, como soldados em campanha. As cores de seu figurino são opostas e complementares, variando entre amarelo e marrom. Os elementos que caracterizam os outros personagens estão distribuídos no espaço como peças de um tabuleiro sendo utilizadas, conforme se desenvolve a trama. O texto é resultado de improvisações, a partir do roteiro baseado em literatura de cordel. As intervenções da narrativa são curtas para dar agilidade, e distribuídas ao longo da trama, criando cortes e quebras de ritmo, bem como, permitindo a troca de papéis. O texto utiliza a linguagem regional do interior do Rio Grande do Sul, com expressões verbais, por vezes simplificadas, visando a compreensão imediata da informação pelo espectador.

Acessibilidade

A primeira ação de acessibilidade que realizaremos será Acessibilidade Atitudinal. Porque precisamos “educar” a equipe do projeto para desenvolvermos ações que promovam a acessibilidade. Para tanto o grupo envolvido no projeto receberá treinamento para que possa aprimorar seu atendimento ao público do espetáculo e nas rodas de conversa com a Dra Alini Mariot, especialista em acessibilidade de conteúdo, palestrante e autora de livros sobre o tema. A escolha dos locais de apresentação tem como critério a acessibilidade física. Todas as apresentações e Rodas de Conversa terão traduçaõ em LIBRAS. Quanto às outras acessibilidades, será produzida uma filmagem do espetáculo, com tradução em LIBRAS e áudio-descrição, disponibilizada gratuitamente no canal do Youtube, ao longo de 3 meses.

Democratização do acesso

- Todas as ações serão gratuitas e com acesso amplo de público. O público total estimado é entre 3000 espectadores nas apresentações e nas Rodas de Conversa. - Registro do processo de preparação das apresentações nos abrigos e das Rodas de Conversa com os agentes sociais, disponibilizados para cada abrigo; - Filmagem em LIBRAS e com audiodescrição disponibilizada no canal do projeto noYoutube, por 2 meses.

Ficha técnica

Equipe que realizará a circulação Xico de Assis (Francisco de Almeida Jr) – proponência,direção e atuação Ator, diretor e professor, é bacharel em Teatro e mestre em Antropologia Social, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atua como professor de atuação teatral no Departamento de Arte Dramática da UFRGS, desde 2003. Atuou nos espetáculos O ronco do Bugio e Mundéu, o segredo da noite, pela Usina do Trabalho do Ator, dentre outros. Dirigiu os espetáculos O Santo Guerreiro e Tocaia, contemplados com o FUMPROARTE. Escreveu a dissertação Aprontando Filhos-de-Santo: Um estudo antropológico sobre a Transmissão/Reinvenção da Tradição em uma Rede de Casas de Batuque Jêjo-Jexá de Porto Alegre, sobre a corporeidade nas religiões de matriz africana. Realizou projetos de extensão como a Teatralização das Comissões de Frente de Porto Alegre, trabalhando com as escolas de samba Bambas da Orgia, Imperadores do Samba e Estado Maior da Restinga, e o Circuito de Teatralidade nas escolas municipais da Grande Porto Alegre, realizando oficinas, montagens e apresentações de espetáculos, ao longo de 14 anos. Rodrigo Ruiz - atuação Ator, diretor, professor e produtor de teatro, bacharel em direção teatral pelo Departamento de Arte Dramática da UFRGS. Mestre em Letra e doutor em Teatro pelo PPGAC/UFRGS participou de iversos espetáculos teatrais nas funções de ator ou diretor entre os quais se destacam Insulto ao Público( 2003), ESTUDO COMPARATIVO: AS AÇÕES FÍSICAS DOS ATORES EM SEUS PROCESSOS DE CRIAÇÃO CÊNICA; (2009); A GENESE DA COMPOSIÇÃO DO GESTO; (2014); ambas como docente direção na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Dirigiu o espetáculo A SECRETA OBSCENIDADE DE CADA DIA; 2019; além de atuar como produtor cultural e diretor teatral na cidade de Charqueadas/RS de 2002 a 2024. Marcelo Fantin - atuação Ator, licenciado em Teatro pelo Departamento de Arte Dramática da UFRGS. Atua como professor de teatro e ator no Grupo Teatro da Transcendência, desde 2007, tendo realizado diversas performances de clown e performance art, produzidas pelo grupo, tais como Rebithing (2016) e Familienaufstellung (2018). Além disso participou dos espetáculos Vampirações e outros mistéiros, de Jaqueline Pinzon (2018) e 3x amor e morte, de Dilmar Messias (2020). Sérgio Dorneles – operação de Iluminação e cenotécnico Cenotécnico há 25 anos e técnico de iluminação há 7anos, trabalhou em inúmeras montagens teatrais, de dança e shows na cidade de Porto Alegre, participando das equipes de produção dos festivais como o Porto Alegre em Cena, o Sesc Palco Giratório, a Bienal do Mercosul, bem como prestou serviços de cenotécnica e cenografia para o Teatro São Pedro, o Teatro do Sesi, o Centro Municipal de Cultura, dentre outros. Dentre as produções para as quais realizou montagens destacam-se: o espetáculo: O Ilusionista, do mágico Thiago Kronnus, O Rapto de Perséfone, de Carlota Albuquerque, o s espetáculos Os Piratas, O Gato de Botas e Bombachas,O Menino que Aprendeu Cedo Demais, Lágrimas Amargas de Petra Von Kant,Ari Areia, um Grãozinho Apaixonado, de Airton de Oliveira, As Cantoras do Rádio (Rádio Esmeralda ), de Adriana Marques e Simone Rasslan. Com companhias de dança fez montagens cênicas para o Grupo De Dança Kadima, o Ballet Vera Bublitz, a Orquestra Villa Lobos, além de shows para a Banda de Armandinho, Banda Vera Loca, Edu Berdi, e diversos eventos empresariais. Patrícia Nardelli – operação de som Mestre em antropologia social pela UFRGS, bailarina, cantora e técnica se sonorização. Em 2019 foi indicada ao prêmio Açorianos de dança nas categorias de melhor direção e melhor trilha sonora com a peça Três Canções. Em 2021 gravou e produziu o álbum Moira, ressignificando as canções do show homônimo, trabalho que lhe rendeu a indicação ao Prêmio Açorianos de Música. 2021 na categoria melhor intérprete do gênero pop. Em 2022 lança o EP Triplicidades e vem se dedicando ao trabalhando com manipulação de frequências a partir de fontes sonoras utilizando pedais. Em 2018 se junta ao Coletivo Moebius de dança contemporânea, com quem cria e produz a peça Ranhuras (2018), apresentada no Porto Alegre em Cena em 2019, e Pode ser um SPAM (2021), financiada pelo FUMPROARTE, e indicada ao prêmio Açorianos de Dança do mesmo ano nas categorias de destaque técnico-artístico e melhor espetáculo ou performance de dança virtual ou presencial. Alini Mariot - coordenação e execução de acessibilidade Escritora, Doutora em Diversidade Social e Inclusão Social, pela FEEVALE, Doutoranda em Educação pela UNISINOS. Especialista em Interpretação/tradução e Docência em Libras, Especialista em Políticas Públicas, Especialista em Atendimento Educacional Especializado -AEE,está cursando no momento uma Especialização em Gestão Pública pela UERGS. Formada em pedagogia pela UNESC. Atualmente é responsável pelo núcleo de inclusão da Universidade Federal do Rio Grande, PAENE na unidade de Santo Antônio da Patrulha, conduz o Projeto Inclusão da Diversidade e o projeto Mulheres, história e ciência. Professora substituta de Libras do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul. Possui mais de 10 anos de experiência na área da Educação, com ênfase em Educação Especial, tradução/interpretação de Libras, gestão pública e liderança inclusiva. Pesquisadora na área de ensino e metodologias de ensino no âmbito da acessibilidade, gestão acessível, políticas públicas, diversidade social, gênero e empatia social. Criadora e mentora do Projeto Bilíngue "Não há barreiras que a Libras não possa transpor" Possui artigos publicados no Peru, Uruguai e México, que tratam dos temas: Diversidade, Inclusão e Gênero. Marina Salazar - assistente de produção e registro fotográfico Jornalista e bacharelanda em teatro na Universidade Federal do Rio Grande do Sul/UFRGS. Mais recente atuou como assistente de produção no espetáculo "A Noiva Da Lagoa" e como coordenadora de comunicação no projeto da Universidade Federal de Juiz de Fora/UFJF, Homa-Centro de Direitos Humanos e Empresas. Marina foi diretora de Cultura da União Nacional dos Estudantes/UNE durante sua graduação em jornalismo, onde organizou diversas atividades, encontros e festivais nacionais, como a Bienal de Cultura e Arte da UNE, em 2019: Um reencontro com o Brasil que contou com a participação do homenageado da edição, o cantor Gilberto Gil. O seu currículo também conta com experiências com oficinas de teatro do oprimido e participação em cursos de cenotécnica, produção cultural e fotografia. Eliza Pierim - produção executiva e registro videográfico Gerente de Projetos Culturais, formada em Artes Cênicas pela UFRGS, Pós-Graduada em Administração pela FGV, estudou Gestão Pública da Cultura, Pesquisa e Metodologia em Educação e Arte na UFRGS, Certificação em Liderança, Capacidade de Aprender e Resiliência pela PUC Online. Apresenta/gerencia projetos culturais desde 2004 para diversos editais nacionais e internacionais, dentre eles Lei Federal de Incentivo à Cultura, Leis Estaduais e Municipais como Proac e Promac (SP), Lei Djalma Maranhão e Câmara Cascudo (Natal), Proac RJ, Fumproarte, LAB-RS, Funarte, Instituto Francês, dentre outros. É Gerente de Projetos da OPUS PROMOÇÕES ARTÍSTICAS e dirige a Ikaros Projetos Culturais e Economia Criativa, desde 2016, tendo elaborado e coordenado e execução de projetos recentes aprovados em editais da Lei Aldir Blanc e FAC. Seu último projeto em que atuou foi MEME Incubadora Cultural, tendo executado a Gestão de projeto, Administração Financeira e Prestação de Contas.

Providência

Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Dados pessoa física divergente, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email salic@cultura.gov.br.

Rio Grande do Sul
Relvado Rio Grande do Sul
Roca Sales Rio Grande do Sul
Santa Tereza Rio Grande do Sul
São Jerônimo Rio Grande do Sul
São Leopoldo Rio Grande do Sul
São Sebastião do Caí Rio Grande do Sul
Triunfo Rio Grande do Sul