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Dando continuidade ao projeto "Ponte Para a Comunidade", esta segunda edição [ANO II], busca expandir o ensino da música brasileira, afro-brasileira, em Salvador e região metropolitana, Bahia. O projeto atenderá pessoas de todas as idades a partir dos 16 anos, originárias de comunidades majoritariamente afrodescendentes. Os novos alunos terão a oportunidade de participar de aulas semanais em núcleos parceiros, além de práticas concentradas no polo principal de ensino, na Casa da Ponte (Pelourinho), através do Núcleo Moderno de Música (NMM). Ao longo do projeto, haverá acompanhamento pedagógico, apoio à manutenção das 8 Orquestras Afrobaianas entregues na primeira edição, e uma grande orquestra afrosinfônica que integrará o concerto final. O projeto valoriza a expressão própria de cada participante e promove a disseminação da cultura afro-brasileira por meio de mostras pedagógicas abertas ao público, estimulando a criação e apreciação da música brasileira nas comunidades atendidas.
O projeto "Ponte Para a Comunidade" é uma iniciativa de formação musical e valorização da cultura afro-brasileira, focado em promover o desenvolvimento social e cultural de jovens, adultos e idosos de Salvador e região metropolitana. Em sua segunda edição, o projeto busca continuar e expandir o impacto positivo da música afrosinfônica e popular brasileira nas comunidades atendidas, oferecendo cursos, apresentações e atividades culturais que conectam a música à identidade cultural dos participantes. A proposta utiliza a música como ferramenta de transformação social, oferecendo ensino gratuito e acessível a todos, com enfoque nas práticas coletivas, no fortalecimento dos vínculos comunitários e na inclusão de pessoas de diferentes faixas etárias e contextos sociais. Classificação Indicativa: Eventos Livres para todos os públicos - CONTEÚDO DOS PRODUTOS DO PROJETO - 1. Cursos de Música (Instrumentação e Musicalização) Descrição: A formação musical é o núcleo do projeto, com cursos gratuitos oferecidos no Núcleo Moderno de Música (NMM) na Casa da Ponte e em polos comunitários. Os cursos abrangem instrumentos de cordas, sopros, percussão, canto e coral, sendo voltados tanto para iniciantes quanto para alunos já iniciados. Objetivo: Ensinar a prática de instrumentos musicais e técnicas vocais, além de introduzir os alunos ao repertório afrosinfônico e popular brasileiro, promovendo a inclusão e o desenvolvimento cultural. Público Alvo: Pessoas a partir de 16 anos, de qualquer idade, incluindo jovens, adultos e idosos. 2. Encontros de Aprimoramento para Orquestras Afrobaianas Descrição:Oficinas de Prática de Orquestra semanais destinados aos 240 membros das oito Orquestras Afrobaianas formadas na primeira edição do projeto. Essas atividades visam o aprimoramento técnico e artístico de 240 integrantes, com foco em práticas coletivas e execução de repertório de matriz afro-brasileira. Objetivo: Apoiar a continuidade das orquestras comunitárias, fortalecer a técnica dos músicos e promover a integração dos grupos com o projeto. Público Alvo: Integrantes das Orquestras Afrobaianas formadas na primeira edição do projeto. 3. Aulas Inaugurais nas Comunidades Descrição: Seis aulas inaugurais abertas ao público, realizadas nos polos comunitários com a participação de professores e das Orquestras Afrobaianas. Esses eventos celebram o início dos cursos, incentivam a inscrição de novos alunos e promovem o projeto junto à comunidade. Objetivo: Engajar a comunidade, atrair novos participantes e divulgar o trabalho de preservação e valorização da música afro-brasileira. Público Alvo: Comunidade local e novos interessados no projeto. 4. Mostras Pedagógicas Trimestrais Descrição: Apresentações públicas realizadas a cada três meses, onde os alunos dos cursos de música demonstram o progresso de suas habilidades em performances abertas ao público. As mostras acontecem tanto nos polos comunitários quanto na Casa da Ponte. Objetivo: Oferecer aos alunos a oportunidade de prática de palco, fortalecer sua autoconfiança e desenvolver um público para a música afro-brasileira. Público Alvo: Aberto ao público em geral, especialmente as comunidades atendidas pelo projeto. 5. Arranjos Afrosinfônicos para Repertório Descrição: Criação de oito arranjos afrosinfônicos especialmente desenvolvidos pelo Maestro Ubiratan Marques para composições de artistas locais e dos blocos afro parceiros. Esses arranjos são incorporados ao repertório das orquestras e usados nas apresentações e mostras pedagógicas. Objetivo: Enriquecer o repertório pedagógico do projeto, promovendo a valorização das tradições culturais afro-brasileiras e a criação de um repertório próprio. Público Alvo: Alunos dos cursos de música, Orquestras Afrobaianas e público das apresentações. 6. Concerto Final "Ponte Para a Comunidade" Descrição: O grande concerto de encerramento do projeto reúne todos os alunos dos cursos, as Orquestras Afrobaianas, a Orquestra Afrosinfônica da Casa da Ponte e convidados especiais, em uma celebração pública de encerramento das atividades desta edição do projeto. Objetivo: Integrar a comunidade e os participantes do projeto em torno da música afro-brasileira, proporcionando uma experiência cultural rica e significativa para os alunos e o público. Público Alvo: Público geral, incluindo familiares dos alunos, comunidade local, e interessados na cultura afro-brasileira. 7. Transmissão e Registro Digital Descrição: O concerto final será gravado e posteriormente editado e transmitido através de plataformas sociais como YouTube e integrado ao site do projeto, e o processo do projeto será documentado e disponibilizado durante o processo em formato digital através de redes sociais. Isso inclui materiais audiovisuais das apresentações e mostras, além de registros das oficinas e arranjos criados. Objetivo: Ampliar o alcance do projeto para um público que não pode estar presente fisicamente, promovendo a cultura afrosinfônica e registrando o legado do projeto para futuras edições. Público Alvo: Público em geral, especialmente aqueles que acompanham o projeto remotamente. 8. Publicação Digital de Documentação do Projeto Descrição: Será produzida uma publicação digital que documenta os resultados, a metodologia e os arranjos desenvolvidos ao longo do projeto. Esse material estará disponível para download gratuito no site do projeto, permitindo amplo acesso aos conteúdos gerados e aos conhecimentos adquiridos. Essa publicação digital garantirá maior acessibilidade e alcance, permitindo que o conteúdo do projeto seja consultado e utilizado por um público amplo, tanto no Brasil quanto internacionalmente. Objetivo: Registrar e disseminar a experiência do projeto, compartilhando o conhecimento e a metodologia desenvolvida com o público em geral, além de facilitar a replicabilidade da iniciativa em outras localidades e contextos educacionais. Público Alvo: Educadores, músicos, instituições culturais, escolas públicas e todos os interessados em educação musical e na cultura afro-brasileira. - IMPACTO E OBJETIVO GERAL DA OBRA - O "Ponte Para a Comunidade" promove o aprendizado musical e o acesso à cultura de forma inclusiva e gratuita, com o intuito de transformar e fortalecer a identidade cultural dos participantes. Através das atividades musicais e apresentações públicas, o projeto fortalece os laços comunitários e cria um público engajado na música afro-brasileira. Ao final, todos os participantes e a comunidade celebram esse percurso em um concerto unificado, reafirmando a importância da música como meio de expressão, inclusão e valorização cultural.
OBJETIVO GERAL Desenvolver um projeto de educação musical por meio de cursos de introdução à música brasileira e afro-brasileira, que atue como agente transformador no processo de socialização, desenvolvimento humano e (re)construção da cidadania para pessoas oriundos de comunidades de Salvador e região metropolitana, Bahia, que abrigam em sua maioria pessoas afrodescendentes, atendendo a todas as idades a partir dos 16 anos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Oferecer para 1.560 pessoas de todas as idades a partir dos 16 anos, cursos gratuitos de instrumentação e musicalização, incluindo jovens e a terceira idade: as aulas serão ministradas por professores da escola de música da Casa da Ponte, NMM - Núcleo Moderno de Música educadores experientes e reconhecidos no mercado musical. Esta formação busca oportunizar o desenvolvimento da prática musical para pessoas das comunidades, promovendo uma educação socialmente inclusiva e culturalmente relevante. 2. Oferecer 15 cursos de música gratuitos conduzidos pelo Núcleo Moderno de Música (em atuação há mais de 20 anos), para alunos e alunas iniciados e não iniciados: Percussão Afro | Percussão Sinfônica | Sopros Madeiras: flauta transversal, clarinete, saxofone | Sopros metais: trompete, trombone, tuba | Guitarra | Contrabaixo acústico | Violoncelo | Piano | Teclados | Violão | Canto e coral. 3. Ampliar acesso aos cursos, mantendo Polos de Ensino do Ponte Para a Comunidade - NMM em outras comunidades, além do Centro Histórico de Salvador: cada polo será estruturado para atender até 120 novos alunos por comunidade, oferecendo aulas semanais em turnos matutino, vespertino ou noturno, utilizando a infraestrutura para salas de aula e guarda de instrumentos) das instituições afro parceiras. Esta formação será voltada aos três cursos oferecidos a alunos não iniciados, sendo violão / percussão afro /canto e coral, de forma a promover uma introdução à música e incentivar o desenvolvimento sociocultural dos participantes. 4. Apoiar a manutenção e aprimoramento das 8 Orquestras Afrobaianas entregues aos parceiros afro Filhos de Gandhy, Ilê Aiyê, Olodum, Malê Debalê, Banda Didá, Pracatum, Cortejo Afro e Grupo Étnico Cultural: contribuir para a continuidade e desenvolvimento das oito orquestras formadas na edição anterior do projeto, por meio de oficinas de prática de orquestra e atividades de aprimoramento musical, atendendo a cerca de 240 integrantes (cerca de 30 por orquestra), realizados por professores do Núcleo Moderno de Música, mantendo a valorização das tradições culturais e musicais afro-brasileiras, e a colaboração com as oito instituições parceiras. 5. Manter o processo de requalificação de 25 educadores de música para ensino coletivo de instrumentos, a partir de método voltado para a música afrosinfônica: método desenvolvido pelo maestro Ubiratan Marques a partir das suas diversas jornadas educativas, e aprimorado pelas experiências vividas com os parceiros afro e comunidades na primeira edição do projeto Ponte Para a Comunidade. 6. Realizar 14 Mostras Pedagógicas: as apresentações dos alunos e alunas serão realizadas a cada 3 meses de aulas, abrangendo as diversas comunidades. Essas mostras pedagógicas permitem que os alunos pratiquem suas habilidades musicais, fortaleçam a autoconfiança e colaborem para a formação de um público para a música afro-brasileira. 7. Produzir 8 Arranjos Afrosinfônicos para o Repertório das apresentações: o Maestro Ubiratan Marques desenvolverá 8 arranjos para composições de artistas locais , inclusive dos blocos/entidades parceiras, reforçando a ligação dos alunos com suas raízes culturais e permitindo que o aprendizado musical inclua a prática de repertório próprio de suas comunidades. 8. Realizar 1 grande "Concerto Ponte Para a Comunidade - Núcleo Moderno de Música" , a exemplo do realizado na primeira edição, reunindo alunos, professores, Orquestras Afrobaianas e a Orquestra Afrosinfônica da Casa da Ponte: uma grande orquestra afrosinfônica se formará neste momento, e marcará a conclusão da segunda edição do projeto. Este evento busca integrar a comunidade em torno da celebração da música afro-brasileira, promovendo uma experiência única e enriquecedora para os alunos e para todo o público. 9. Produzir e disponibilizar uma publicação digital com a documentação do projeto: Desenvolver uma publicação digital gratuita que registre toda a metodologia, os arranjos musicais e os resultados obtidos ao longo do projeto. Essa publicação será disponibilizada para download no site do projeto, tornando-se um recurso acessível a educadores, músicos, gestores culturais e o público em geral. O objetivo é compartilhar o conhecimento adquirido, facilitar a replicação da iniciativa em outras localidades e contribuir para a valorização da música e cultura afro-brasileira.
O projeto "Ponte Para a Comunidade" se justifica por promover a educação musical inclusiva e a valorização da cultura afro-brasileira em Salvador e região metropolitana, com o propósito de desenvolver cidadãos conscientes e participantes de sua herança cultural. Esta proposta se enquadra nos seguintes pontos da Lei 8.313/91: Acesso e Democratização Cultural: A realização de cursos gratuitos em comunidades predominantemente afrodescendentes atende ao inciso I do art. 1º, que garante o livre acesso à cultura para todos, e ao inciso I-c do art. 3º, que prevê a formação cultural sem fins lucrativos. Os cursos oferecidos visam promover a inclusão social e a redução das barreiras de acesso à música orquestral para todas as idades, incluindo jovens e idosos. Regionalização e Valorização da Cultura Local: Os arranjos sinfônicos elaborados para as músicas de blocos afro locais permitem a valorização de conteúdos e recursos humanos regionais, conforme disposto nos incisos II e III do art. 1º. Esta proposta incentiva a produção cultural afro-brasileira e fortalece os laços culturais nas comunidades. Capacitação e Formação: A formação de 25 educadores de música, oficinas de prática de orquestra om 240 integrantes das Orquestras Afrobaianas, e o apoio ao desenvolvimento de músicos locais são exemplos de como o projeto promove o aprimoramento técnico e artístico na região. Esta ação contribui para o desenvolvimento de uma nova geração de músicos afrodescendentes com uma sólida base na música afro-brasileira. Fortalecimento Sociocultural e Identitário: Ao incentivar o aprendizado e a prática de músicas que refletem a cultura local, o projeto contribui para a construção da identidade cultural dos participantes. A utilização das músicas dos blocos afro e a prática em orquestras afrobaianas e afrosinfônicas fortalecem a integração social e o reconhecimento de raízes culturais próprias. - DETALHAMENTO - O Projeto se enquadra nas finalidades fixadas nos incisos I, II, III, e VIII do art.1º e alcança os objetivos fixados nos incisos I-c e IV-a do art.3º da Lei 8.313/91, visto que: (a) A realização de cursos de introdução à música sinfônica afro-brasileira em comunidades de Salvador, que abrigam afro-descentes em sua maioria, contribui para facilitar os meios para o livre acesso às fontes de cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais (inciso I do art. 1º) por meio da instalação de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos (inciso I-c do art. 3º) (b) A adoção, como repertório, de composições de artistas brasileiros, incluindo compositores ligados às 8 instituições afro parceiras , e a elaboração de arranjos afrosinfônicos, além da realização de 14 mostras pedagógicas públicas e gratuitas (inciso IV-a do art. 3º), com a participação de artistas das instituições e blocos afro, são meios para a promoção e estímulo à regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, e para o apoio, valorização e difusão do conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores (incisos II e III do art. 1º) (c) A requalificação de 25 educadores de música em método específico para o ensino coletivo de instrumentos, o apoio à manutenção das 8 Orquestras Afrobaianas compostas por alunos da primeira edição do projeto, estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória (inciso VIII do art. 1º) Ademais, o Projeto se justifica, também por: (d) Contribuir para o fortalecimento sociocultural dos alunos, por complementar suas atividades educacionais e garantir o acesso a um bem cultural que está fora do alcance das camadas financeiramente menos privilegiadas de nossa sociedade (e) Ser desenvolvido em parceria com organizações locais que fornecerão a infraestrutura necessária à implantação de polos de ensino nas comunidades, possibilitando a otimização de recursos físicos e financeiros (f) Implantar programa de requalificação de educadores de música em método específico para a música afrosinfônica e o ensino coletivo de instrumentos, garantindo a viabilidade da ação para grupos de educandos (g) Promover aprimoramento técnico e uma nova percepção musical que muito tem a contribuir para o desenvolvimento artístico das regiões (h) Investir na formação de público, à medida que incorpora o trabalho à agenda das comunidades, tornando-o acessível (i) Contribuir para a valorização da cultura afro-brasileira, raiz de toda a música brasileira, gerando uma experiência marcante e enriquecedora para a cidade, o estado e para o país.
Sobe a Aquisição de Materiais A Instrução Normativa MINC nº 05/2017 prevê, em seu art. 14, que a aquisição de material permanente somente será permitida quando representar a opção de maior economicidade ou constituir item indispensável à execução do objeto da proposta cultural, em detrimento da locação, devendo o proponente, observados os princípios da impessoalidade e da moralidade, bem como declarar a destinação cultural para o bem, observando o inciso XI do art. 48. No caso do Projeto Ponte para a Comunidade, a aquisição de materiais permanentes se justifica tanto pela indispensabilidade dos bens quanto pela maior economicidade, o que já ocorreu também na primeira edição do projeto. A indispensabilidade dos instrumentos e acessórios está para o uso pelos alunos, durante o processo de aprendizagem e mostras didáticas, assim como a indispensabilidade do mobiliário e equipamentos de informática está para o processo de inscrições, aos esforços de coordenação pedagógica e de coordenação de cada núcleo de ensino, e às atividades de docência. Quanto ao custo, a partir do cotejo entre a locação e a aquisição dos itens, esta representa a opção de maior economicidade em todas as nossas escolhas. Faz-se necessário observar em relação à cotação de preços, que alguns itens não são passíveis de locação ou, quando o são, não há disponibilidade na quantidade necessária. Dentre as dificuldades encontradas verificou-se, também, a inexistência de prestadores de serviço regulares para quantidade expressiva de itens, uma vez que no mercado de locação de instrumentos musicais, por exemplo, predominam os fornecedores informais, como pessoas físicas inaptas a fornecer o documento com valor fiscal necessário à prestação de contas. Soma-se aos argumentos de economicidade apresentados, a disposição institucional de realizar edições sucessivas do projeto Ponte para a Comunidade, se possível com periodicidade anual, com o duplo efeito de otimizar o uso dos instrumentos adquiridos e de reduzir o custo das próximas edições do projeto.
1. Cursos de Música (Instrumentação e Musicalização) . Duração: 10 meses, com aulas semanais. . Carga Horária: 1h30 por semana para cada turma. . Materiais: Instrumentos de cordas, sopros, percussão, violão e teclados para uso coletivo. Apostilas e partituras desenvolvidas para cada nível de aprendizado. . Projeto Pedagógico: Ensino coletivo de instrumentos com enfoque em repertório afro-brasileiro e afrosinfônico, promovendo a inclusão e o desenvolvimento da técnica instrumental. Professores especializados guiarão o aprendizado de alunos de diversos níveis, adaptando o conteúdo conforme o progresso das turmas. 2. Oficinas de Aprimoramento para Orquestras Afrobaianas . Duração: 10 meses, com oficinas semanais. . Carga Horária: 2 horas por sessão. . Materiais: Instrumentos musicais específicos de cada orquestra, partituras e arranjos . Projeto Pedagógico: A oficina de prática de orquestra visa, através o aprimoramento técnico e artístico dos integrantes das orquestras formadas na primeira edição, com foco em prática de conjunto e técnica instrumental. As oficinas são conduzidas por professores do Núcleo Moderno de Música (NMM), que fornecem orientações técnicas e artísticas, mantendo o alinhamento com a identidade cultural das orquestras. 3. Aulas Inaugurais nas Comunidades . Duração: Seis eventos ao longo do ano, com aproximadamente 2 horas de duração cada. . Materiais: Palco simples, instrumentos musicais, microfones, sistema de som. . Descrição: Aulas inaugurais abertas ao público, com participação das Orquestras Afrobaianas e professores do NMM, que introduzem o projeto e promovem o engajamento das comunidades. Essas aulas incentivam novas inscrições e divulgam a proposta cultural do projeto. 4. Mostras Pedagógicas Trimestrais . Duração: Realizadas a cada três meses, com cerca de 1h de duração por evento. . Local: Polos comunitários e a Casa da Ponte. . Materiais: Estrutura de palco simples, quando viável, microfones, equipamentos de som, instrumentos musicais e partituras. . Descrição: As mostras pedagógicas permitem que os alunos apresentem o que foi aprendido nos cursos, promovendo prática de palco e fortalecimento de habilidades de apresentação em público. Cada mostra conta com a participação dos alunos e professores, e é aberta ao público das comunidades, fortalecendo o engajamento e a visibilidade do projeto. 5. Concerto Final "Ponte Para a Comunidade" . Duração: Evento único de encerramento com 2 a 3 horas de duração. . Local: Espaço público de grande capacidade. . Materiais: Estrutura completa de palco, iluminação, sonorização, instrumentos musicais e partituras. Equipamentos audiovisuais para registro e transmissão ao vivo. . Descrição: Concerto de culminância, reunindo todos os alunos, as Orquestras Afrobaianas, a Orquestra Afrosinfônica e convidados especiais. Este evento celebra o encerramento das atividades do ano, exibindo o progresso dos alunos e reforçando a importância da música afro-brasileira. O concerto será transmitido ao vivo pela internet para ampliar o alcance do projeto. 6. Publicação Digital de Documentação do Projeto . Formato: Publicação digital em PDF, com cerca de 50 páginas. . Conteúdo: Metodologia do projeto, arranjos afrosinfônicos desenvolvidos, depoimentos, fotos e resultados das atividades realizadas ao longo do ano. . Disponibilidade: Para download gratuito no site do projeto. . Objetivo: Registrar a experiência pedagógica e cultural do projeto, facilitando o compartilhamento do conhecimento adquirido e permitindo que outras instituições e interessados tenham acesso à metodologia desenvolvida.
O projeto "PONTE PARA A COMUNIDADE [ANO II}" compromete-se a promover a acessibilidade para os participantes e visitantes em suas atividades, incluindo acessibilidade física e de conteúdo. Essas medidas visam garantir que as atividades sejam plenamente inclusivas, permitindo o acesso ao ensino e à apreciação da música para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Acessibilidade Física Em todos os locais e eventos do projeto, será assegurado o melhor acesso possível, buscando facilidades físicas e locais reservados para maior conforto. Facilitadores de Locomoção: equipe de monitores estará disponível para auxiliar no deslocamento de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, proporcionando segurança e conforto no acesso às atividades e apresentações. Acessibilidade de Conteúdo Para tornar o conteúdo das atividades e apresentações acessível a pessoas com deficiências sensoriais, o projeto implementará as seguintes medidas de acessibilidade de conteúdo: > Intérprete de Libras: presença de intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) em todos os eventos públicos, como as aulas inaugurais, mostras pedagógicas e concerto final, garantindo que pessoas surdas possam compreender e participar plenamente das atividades. > Audiodescrição: Disponibilização de audiodescrição nos eventos principais, como o concerto final, permitindo que pessoas com deficiência visual tenham uma compreensão completa das apresentações e do ambiente em que estão. > Legenda Descritiva: Inclusão de legendas descritivas nos materiais audiovisuais do projeto, como vídeos e apresentações, facilitando o acesso ao conteúdo para pessoas surdas e com dificuldades auditivas. > Visita Sensorial: Oferecimento de visitas sensoriais para pessoas com deficiência visual, permitindo que explorem e compreendam os instrumentos, o espaço e outros elementos do projeto por meio do tato e da audição, enriquecendo sua experiência com o projeto. > Publicação Digital Acessível: A publicação digital de documentação do projeto será formatada para acessibilidade, incluindo textos alternativos para imagens, navegação facilitada para leitores de tela, e descrições em áudio das principais seções. Essa publicação estará disponível gratuitamente para download, assegurando que as pessoas com deficiência possam acessar e compreender os resultados e metodologias do projeto.
O projeto PONTE PARA A COMUNIDADE [ANO II] visa democratizar o acesso aos produtos culturais gerados, garantindo que as atividades sejam gratuitas e acessíveis a um público amplo e diverso. Seguem as estratégias planejadas para distribuição, comercialização e ampliação de acesso: Distribuição e Comercialização dos Produtos > Gratuidade de Cursos e Eventos: Todos os cursos de música e atividades oferecidos pelo Núcleo Moderno de Música (NMM) na Casa da Ponte e nos polos comunitários serão gratuitos. Não haverá cobrança de taxas de matrícula, mensalidades ou inscrições, garantindo que o aprendizado musical seja acessível a pessoas de todas as idades e condições socioeconômicas. > Acesso Gratuito às Apresentações: Todas as apresentações públicas, como as mostras pedagógicas, aulas inaugurais e o concerto final, serão gratuitas e abertas ao público. Isso visa atrair a comunidade local e o público em geral, promovendo a apreciação e o entendimento da música afrosinfônica e afro-brasileira. > Publicação Digital de Documentação do Projeto: A documentação do projeto, incluindo a metodologia, arranjos musicais, depoimentos e resultados, será disponibilizada gratuitamente em formato digital para download no site oficial do projeto. Essa publicação visa compartilhar o conhecimento adquirido com um público mais amplo, permitindo que educadores, músicos, pesquisadores e o público em geral tenham acesso ao conteúdo, independentemente de sua localização. Outras Medidas de Ampliação de Acesso > Ensaios Abertos: Durante o período de preparação para as mostras pedagógicas e o concerto final, serão realizados ensaios abertos ao público nas comunidades atendidas. Esses ensaios permitem que os moradores das comunidades acompanhem o processo de aprendizado e desenvolvimento dos alunos, incentivando uma maior conexão com o projeto e a criação de um público fiel. > Transmissão do Concerto Final: o concerto final, que marca a culminância das atividades do projeto, será gravado e posteriormente transmitido em redes sociais e no site do projeto. A parceria estabelecida com o IRDEB/TVE na primeira edição do projeto para exibição do Concerto Final em sua grade de programação televisa também tem grande chance de ser mantida para a segunda edição.Essas medidas ampliam o alcance do projeto para pessoas de outras regiões que não podem comparecer presencialmente, além das que apresentam dificuldades de locomoção, contribuindo para a visibilidade da música afro-brasileira e do trabalho realizado junto às comunidades afrodescendentes. Essas iniciativas de democratização e ampliação de acesso buscam envolver toda a comunidade no projeto, promovendo a cultura musical afro-brasileira, valorizando a inclusão social e garantindo que o impacto do projeto alcance o maior número possível de pessoas, tanto presencialmente quanto virtualmente.
Casa da Ponte Maestro Ubiratan Marques (Proponente e Coordenação Geral) A Casa da Ponte, instituição com foco em educação musical e difusão cultural, emprestará ao projeto "Ponte Para a Comunidade" toda a expertise e histórico de realizações de seu fundador, Maestro Ubiratan Marques, e de sua equipe de colaboradores. A instituição, com vasta experiência na formação musical, será responsável pela Coordenação Geral do projeto, realizada pelo presidente e pela diretoria, visando estruturar as atividades, gerenciar as parcerias e supervisionar a execução de todas as etapas, mantendo um alto padrão pedagógico e organizacional. A Casa da Ponte será diretamente responsável por: - Organizar os cursos de música oferecidos pelo Núcleo Moderno de Música (NMM), na sede e nos polos parceiros;- Conduzir o apoio às Orquestras Afrobaianas, formadas na primeira edição do projeto, por meio de oficinas de prática de orquestra e aprimoramento musical;- Planejar e realizar as mostras pedagógicas e o grande concerto final, com a participação dos alunos e convidados especiais;- Garantir a requalificação de educadores por meio de um programa contínuo de formação musical. - Currículo dos Principais Participantes - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - > Maestro Ubiratan Marques (Coordenação do Projeto e Coordenação Artística) Perfil e Experiência: Ubiratan Marques é um renomado pianista, compositor, arranjador e maestro, com trajetória consolidada na música sinfônica e na educação musical. Iniciou seus estudos como autodidata e aperfeiçoou-se na Universidade Federal da Bahia e na Universidade Livre de Música Tom Jobim, em São Paulo, onde estudou com grandes nomes como Ernest Widmer e Hans-Joachim Koellreutter. Projetos Relevantes: Criador e líder de projetos como a Orquestra Zumbi dos Palmares e a Orquestra Sinfônica Popular Brasileira, Marques tem vasta experiência com projetos voltados para jovens da rede municipal, com ênfase na integração entre música e cidadania. Sua experiência é reforçada pelas parcerias com os blocos afro de Salvador, onde atuou com a Orquestra Afrosinfônica e desenvolveu arranjos sinfônicos para composições locais, integrando a tradição musical afro-brasileira ao repertório sinfônico. Atuação no Projeto: No "Ponte Para a Comunidade", atuará na Coordenação Geral e Artística, sendo responsável por toda a estruturação pedagógica dos cursos, pela criação dos arranjos afrosinfônicos para as apresentações e pelo planejamento artístico das mostras e do concerto final. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - > Nena Oliveira (Coordenação Cultural e Executiva) Perfil e Experiência: Diretora da Casa da Ponte e com ampla atuação no mercado cultural desde 2004, Nena Oliveira é formada em Comunicação Social pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e possui especializações em Direitos Humanos e Educação pela Comunicação. Com ampla experiência em produção cultural, tem um portfólio que inclui filmes, séries e projetos financiados por órgãos federais e estaduais. Nena Oliveira é gestora cultural, produtora executiva e controller, comunicadora, e produtora de filmes e séries. Projetos Relevantes: Atuou como diretora na ONG Cipó Comunicação Interativa e fundou a Inspirar Comunicação e Cultura, com projetos como a série de animação “Natureza do Homem” e o documentário “Uma Mulher, Uma Aldeia”. Coordenou projetos de produtoras parceiras, incluindo trabalhos de reconhecimento nacional como “Travessias Negras” e “Revolta de Búzios” e “Dorivando Saravá” e a série “Seculares, o mundo há mais de cem”. Atua ainda como produtora executiva do Núcleo Criativo Hamaca, linha de desenvolvimento de carteira de projetos (cinco filmes longa-metragem de ficção) financiado pelo Fundo Setorial do Audiovisual/Ancine. Atuação no Projeto: Nena será responsável pela Coordenação Executiva e Cultural do projeto, assegurando o acompanhamento das equipes e o controle de recursos, além de realizar a interface com as instituições afro parceiras e demais stakeholders. Também supervisionará a execução do cronograma e as operações necessárias para a realização dos cursos, mostras e eventos. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - > Judith Leite (Coordenação Pedagógica) Perfil e Experiência: Judith Leite é graduada em Licenciatura em Música pelo Instituto de Música da Universidade Católica do Salvador (UCSal) e possui diversas especializações, incluindo: História e Cultura Afro-Brasileira (Fundação Visconde de Cairu), Educação Musical e Ensino das Artes (Universidade Cândido Mendes), e Gestão Escolar (Universidade Federal da Bahia). É também Mestre em Artes pelo Mestrado Profissional em Artes (PROFARTES) da Universidade Federal da Bahia, com ênfase na subárea de Música. Atuação Profissional: Professora efetiva da Secretaria de Educação do Estado da Bahia, Judith é vice-diretora pedagógica do Centro Estadual de Educação Profissional em Música, onde leciona prática de instrumento musical (flauta doce e violão) e prática de conjunto nos cursos técnicos em Instrumento Musical e Composição e Arranjo. Em suas atividades no centro, desenvolve o ensino coletivo de violão e flauta, integrando repertórios de música brasileira com arranjos autorais. Atuação no Projeto: Com experiência como coordenadora pedagógica na primeira edição do "Ponte Para a Comunidade", Judith será novamente responsável pela Coordenação Pedagógica do projeto. Ela liderará a elaboração e execução dos planos de curso e coordenará a seleção e capacitação da equipe de professores. Supervisionará a implementação pedagógica das aulas, garantindo qualidade e alinhamento com os objetivos culturais e educacionais do projeto, com foco na música afrosinfônica e brasileira. Além disso, estará à frente da organização e avaliação das mostras pedagógicas, contribuindo para o desenvolvimento técnico e artístico dos alunos. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - > Ana Cartaxo (Assessoria Jurídica) Escolaridade e Formação: Bacharelado em Direito: Universidade Católica do Salvador, concluído em 2002. Especialização em Direito do Trabalho: Universidade Federal da Bahia, concluída em 2009. Mestrado em Propriedade Intelectual: Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (Portugal), concluído em 2017. Experiência Profissional: Ana Cartaxo possui uma sólida trajetória no campo do Direito, com expertise voltada para cultura e direito autoral, o que lhe permite atuar em consultoria jurídica e assessoria de projetos culturais. - Advogada: Braga, Cartaxo, Carvalho & Matos Escritório de Advocacia, com atuação desde 2013 em casos relacionados à cultura e direitos autorais. - Advogada: Azevedo, Barreto & Ramos Advogados, com atuação de 2002 a 2013. - Assessora Executiva do Balé Teatro Castro Alves (BTCA): Fundação Cultural do Estado da Bahia – Teatro Castro Alves (TCA), de 2009 a 2010, onde acumulou experiência em gestão cultural e institucional. - Assessora Jurídica - Advogada: Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão (FAPEX/BA), de 2007 a 2009. Atuação no Projeto: Diretora da Casa da Ponte e responsável pela Assessoria Jurídica do projeto, Ana Cartaxo atuará novamente na supervisão de todas as questões legais e de compliance, garantindo o cumprimento das normas de direitos autorais, elaboração e revisão de contratos, e suporte jurídico nas parcerias culturais. Sua função incluirá a orientação jurídica nas questões de propriedade intelectual relacionadas ao conteúdo do projeto e apoio à coordenação geral para assegurar conformidade em todas as fases de execução do projeto. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.