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PRONAC 241507Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Entrelaçando saberes: Tambor de Mina em difusão

EVELYN VITORIA PENICHE MORAES
Solicitado
R$ 197,9 mil
Aprovado
R$ 197,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Povos de Terreiro
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2024-09-02
Término
2025-12-22
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

Entrelaçando Saberes: Tambor de Mina em difusão é uma proposta de memória e difusão dos saberes e práticas religiosas dos terreiros de Mina na Capital paraense. O Tambor de Mina é a religião de matriz africana da Amazônia no Pará, está em 60% dos terreiros. O projeto intenta a produção de um livro, que reunirá um compilado de textos que dialogam com as vivências ancestrais existentes no Tambor de Mina sendo elas: a representatividade e presença de mulheres na religião; as comidas de santo e suas simbologias, as doutrinas e seus saberes na Mina, o Registro, Salvaguarda e Difusão das Festas de Orubajé e a Festa das Tobóssis da Casa Grande de Mina Jejê Nagô de Toy Lissá e Abé Manja Huevy; Festa de Vodum Badé, Fest de Ogum e Divino Espirito Santo da Casa Aqueleomã e Festa de Oyá e Festa do Erês da Casa Kuenãbossizô, tradicionais casas de Mina Jejê Nagô de Belém, que realizarão esta ação integrada que realizará, oficinas, livros e registros audiovisuais e fortalece a cultura afrobrasileira.

Sinopse

Em Saberes Entrelaçados: Tambor de Mina em Difusão, Laurenir Peniche, Marley Antonia da Silva e Evelyn Moraes apresentam os diversos processos de transmissão de saberes onde se explicita os procedimentos para a festas e celebrações em homenagens aos orixás e outras entidades em suas várias etapas: preparo, bebidas e pratos festivos, mitos, danças, cânticos etc. Vale a pena conferir esse trabalho primoroso, que virá acompanhado de um CD com músicas referentes a esse ritual. O Projeto é resultado das ações e pesquisas realizadas em parceria com as comunidades tradicionais realizadas pelo NEAB-NÚCLEO de Estudos Afrobrasileiros e Diversidade e o Geirer Grupo de Pesquisa vinculado ao Instituto Federal do Pará. O Livro é uma publicação criadas pelas autoras e pesquisadoras um projeto que visa preservar e registrar e difundir os saberes tradicionais que perpassam as práticas religiosas no cotodiano de 3 terreiros de mina Jeje Nagô, assim como os contextos rituais nos quais elas estão inseridas — preparativos, festas, cerimónias, banquetes, ritos etc. Essa iniciativa resulta das vivências das pesquisadoras e dos afroreligiosos Babalorixá e Yalorixá que vem como autores na pesquisa e publicação e da constatação da necessidade de medida reparativas valorizativas a cultura e do patrimônio cultural presente nos terreiros, territorias de fé e de negritude presente na periferia capital paraense, onde a falta de registros sobre os fundamentos da religião, e a racismo religiosos leva e ao fechamento de algumas casas tradicionais. O Registro, Salvaguarda e Difusãose rá das seguintes Festas e celebrações de 3 tradicionais caasde Mina Jeje Nagô : Festas de Orubajé e a Festa das Tobóssis da Casa Grande de Mina Jejê Nagô de Toy Lissá e Abé Manja Huevy; Festa de Vodun Badé na Casa de Mina Aqueomã e a festa de Oyá e Festa de Erês no Terreiro Kuenãnbossizô -Casa do vento no caminho do Fogo ambas localizados na região metropolitana de Belém.

Objetivos

Objetivos Geral Pesquisar e difundir os saberes e práticas das casas religiosas do Tambor de Mina Jejê Nagô em sua linha mais tradicional na Região Metropolitana de Belém. Específicos 1. Pesquisar, coletar e catalogar e os saberes tradicionais, os costumes e reificações culturais através dos saberes das mulheres, das festas e celebrações que perfazem o calendário religioso das casas de Mina onde a Música, dança, comida de axé e doutrinas religiosas caracterizam os terreiros de Tambor de Mina da Região Metropolitana de Belém; 2. Criar uma plataforma digital com áudios, vídeos e partituras das músicas, além de informações sobre os terreiros adquiridos nos depoimentos e entrevistas de pais e mães de santo e a memória musical do Tambor de Mina; 3. Realizar oficinas de comida de terreiro, Toque de tambor e atabazeiros, Protagonismo das mulheres de terreiro; saude da população Negra, Doutrinas da Mina. 4. Produzir um Livro impresso e digital com Artigos sobre os saberes tradicionais dos terreiros, memórias dos pais e mães de santo dos terreiros de Mina da RMB, disponível para download através da plataforma digital. Esses artigos serão produzidos por pesquisadores que vivenciam o cotidiano do terreiro, e que dialoga com as temáticas afro-diaspóricas relacionadas as vivências de terreiro; 5. Realizar o Seminário de Praticas Religiosas e Saberes Ancestrais de Belém, reunindo representantes das Casas de Tambor de Mina, pesquisadores, autoridades e público em geral.

Justificativa

O Projeto Entrelaçando Saberes: Tambor de Mina em difusão, se apresenta como uma ação de Registro, Salvaguarda e difusão das práticas religiosas presentes nos terreiros de Belém do Pará. Apesar do racismo, os terreiros se consolidam como importante espaço de acolhimento e práticas religiosas nas periferias da capital paraense. Nelas as festas e celebrações são rituais de união e consolidação da fé dessas comunidades onde adotamos como fio condutor as principais festas e celebrações do calendário de três casas religiosas de Belém, nas Festas de Orubajé e a Festa das Tobóssis da Casa Grande de Mina Jejê Nagô de Toy Lissá e Abé Manja Huevy, Festa de Vodum Badé, Fest de Ogum e Divino Espírito Santo da Casa Aqueleomã e Festa de Oyá e Festa do Erês da Casa Kuenãbossizô. O projeto, soma-se a uma série de iniciativas necessárias com vista a combater o racismo e valorizar e difundir nossa herança afro-brasileira, é um importante ação construída junto a comunidade em respeito a religião de matriz africana mais praticada na Amazônia, caracterizada pelos elementos africanos em diálogo com indígenas e nobres europeus na amazônia. A pesquisa histórica dos terreiros de Mina se completa com a publicitação e divulgação do material coletado em plataforma gratuita em cooperação com o Núcleo de Estudos Afrobrasileiros, do Instituto Federal do Pará. O Tambor de Mina é a religião de matriz africana mais praticada no Pará. Segundo dados da Pesquisa Socioeconômica e Cultural de Povos e Comunidades Tradicionais de Terreiros realizada em 2010, pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, nas Regiões Metropolitanas de Belém, ela é praticada por 60% dos terreiros. O trabalho também apontou que "a necessidade de uma política inclusiva e urgente". A pesquisa e difusão da Cultura afro-brasileira na Amazônia ainda se apresenta como um campo pouco explorado, a própria historiografia tem deixado a região como segundo plano, se compararmos a outras religiões do Brasil, equivocadamente pela suposição que a Amazônia seja uma terra de índios, mas somos o terceiro território quilombola do país, daí a importância de difundir uma cultura que tem sido invisibilizada, e fazer disso instrumento de combate ao racismo. Neste sentido e com o intuito de reconhecer a importância da identidade na formação do povo brasileiro e da diversidade e liberdade religiosa que buscamos e fortalecer, salvaguardar e difundir as histórias de vida saberes e costumes dos povos afro-brasileiros e que com suas práticas culturais também construíram a identidade desse país existe a necessidade de implementar ações que reafirmem a importância de cultura afro-brasileira, incentivando ações de resgatem e valorizem esses valores ancestrais. Assim, a pesquisa da memória e dos sabres dos terreiros de Mina é uma importante ferramenta de divulgação do legado religioso e cultura afro-brasileira na Amazônia, assim como, na produção material cultural e educativo relevante para divulgar e desmistificar as religiões de matriz africana e, desta forma, combater o racismo em nossa sociedade. Neste sentido e com o intuito de reconhecer a importância da África na história da formação do povo brasileiro e desmistificar sobre as religiões de matriz africana propomos a divulgação dessas celebrações extremamente importantes na valorização das identidades afro-brasileiras frequentemente estereotipadas nesse universo global eurocêntrico. Desta forma contribuir para a produção de produtos que combatam a escassez de pesquisas e que explorem essa questão da identidade nacional. É importante destacar o entrelaçamento dos saberes presentes nos sujeitos que faem parte dessa comunidde do terreirro, assim como da reca trica de experiencias entre os sacerdotes das casas e os pesquisadores, O reconhecimento desses saberes tradicionais como autoral também caracteriza a valorização daqueles que tem o notório saber e que dominam esses saberes tradicionais e ancestrais nesse caso a co- autoria nos textos é o reconhecimento desses saberes. Assim, o Registro, Salvaguarda e difusão das pesquisas relacionadas a ancestralidade do Tambor de Mina são uma importante ferramenta de divulgação da cultura afro-brasileira na Amazônia, assim como a produção de material cultural e educativo relevante para divulgar e desmistificar as religiões de matriz africana e, desta forma, combater o racismo em nossa sociedade.

Estratégia de execução

É relevante destacar a parceria com o Núcleo de Estudos Afrobrasileiros e diversidades-NEAB IFPA o qual o coordenadora atua como pesquisadora e autora, o Núcleo que é parceiro da disponibilização e difusão dos resultados, assim como colaborador na etapa de formação para os filhos do terreiro.

Especificação técnica

Livro: capa cores 4x4 Capa 4x4 Couche Fosco Design 170 g/m 250 x 250 mm Orelha 90 mm + 90 mm Laminação Frente Fosco e Verniz UV Brilho Serigráfico Frente Miolo 80 Páginas 4x4 Couche Fosco Design 150 g/m 250 x 250 mm, 100 Páginas Prova de cor (nova), Laminação Frente / Verso Fosco, Verniz UV Brilho Serigráfico Frente e Verso. A oficinas serão presenciais e terão a duração de 20 horas cada.

Acessibilidade

Para a garantia de uma ampla difusão e publicização das ações e dos produtos envolvidos, nas oficinas será garantido também a presença de tradutores de libras e áudio descriçao garantindo assim um amplo processo de inclusão e acessibilidade.

Democratização do acesso

Todas as oficinas voltadas para a comunidade de terreiro serão gratuitas, além disso, para a difusão e publicização das oficinas será garantido também a presença de tradutores de libras garantindo assim um amplo processo de inclusão e acessibilidade.

Ficha técnica

Produção Executiva Evelyn Moraes-Mestranda no Programa de Pós-Graduação em História PPHIST/UFPA (2023). Especialista em Educação Para Relações Etnicorraciais pelo Instituto Federal do Pará IFPA - Campus Belém (2021). Graduada em História pela Universidade da Amazônia UNAMA (2019). Participa do seguinte grupo de pesquisa: Grupo de Estudos Culturais na Amazônia GECA. Estudo o matriarcado na Amazônia segundo uma perspectiva Afro religiosa. Produtor Wanderson Lobato-ProduçãoJornalista (DRT-Pa 1256) com mais de 20 anos de experiência de produção literária e cultural. Atualmente, trabalha na elaboração e realização de projetos culturais diversos sobre a realidade da Amazônia Paraense, com destaque para:Por Aí com o Juraci, documentário aprovado no edital de Audiovisual, da Fundação Cultural do Pará. Em fase de pré-produção.Tia Fausta - Uma poética quilombola, documentário aprovado no Edital de Audiovisual, da secretaria Estadual de Cultura, a Secult-Pa. Projeto em fase de pré-produção. Allan Tomaz - Assessoria de ComunicaçãoJornalista e Publicitário formado pela Universidade Federal do Pará, com 20 anos de atuação profissional em Comunicação Social e experiência em jornalismo impresso (Revista Os desafios da Amazônia Em Questão e Jornal Ciência Amazônia); jornalismo e publicidade radiofônica (Rádio Comunitária Resistência FM); marketing digital (Ong Epilepsia 360 e Sindicato dos Bancários); assessoria de comunicação parlamentar (ALEPA), científica (SBPC) e sindical (Sindicato dos Bancários do Pará), por onde atuou como repórter, diagramador, roteirista, editor e coordenador. Laysa Souza - DesignerFormou-se em Bacharelado em Design pela UEPA e fez pós graduação em “Design gráfico, computação e multimídia” pela Estácio. Atuou por muitos anos como assessora de comunicação do Sindicato dos Bancários e em algumas agências de comunicação como diretora de arte e social media, também atuou como producter designer na empresa de jogos Bitx. Além desses trabalhos, dirigiu campanhas para ONGs do 3° setor como o “Rede Jandyras” e “Da cor ao Caso”. Atualmente é ilustradora editorial e assessora de comunicação da Bancada Mulheres Amazônidas. Wesley Braum cinegrafista- Possui mais de 25 anos de experiência em audiovisual, com trabalhos para aTV e o cinema. Iniciou no Projeto Academia Amazônia, programa pioneiro nadivulgação científica na Amazônia, realizado pela Universidade Federal do Pará hámais de 20 anos.Com seu trabalho contribui na difusão da produção audiovisual brasileiraestimulando a produção de conteúdos com a riqueza cultural do Pará através da“Caravana da Imagem”, patrocinado pela Petrobrás Cultural. Nos anos de 2006 e2007, o projeto promoveu a iniciação de jovens na linguagem audiovisual através deações coordenadas, em quatro municípios: Monte Alegre, Ourém, Bragança eSantarém.Ainda na formação de jovens, dirigiu o curta-metragem “Vida na Várzea”(2010), resultado da Oficina de Iniciação Audiovisual com a juventude dascomunidades da região da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, noestado do Amazonas.Na sua carreira, participa ativamente do mercado audiovisual em Belém,atuando principalmente como Assistente de Direção e na Direção de Fotografia emproduções destacadas abaixo:Direção de Fotografia Zuleika – 2018, de Afonso Gallindo. Curta metragem financiado de formacolaborativa. Em fase de edição. Sou Teu Maninho – Um Grito Marajoara - 2011, de João Pereira LoureiroJúnior, e “O Grande Balé de Damiana” – 2010, do diretor Daniel Vieira Corrêa,curtas-metragens integrantes do projeto “Revelando os Brasis”, do InstitutoMarlin Azul, em parceria com o Canal Futura. Saudade de Minha Terra – 2009. Obra selecionada pelo Prêmio DOCTV IV, doMinistério da Cultura. Vida de Catador – 2002. Documentário vencedor do Festival do Audiovisual, daUniversidade Federal de Santa Catarina.Assistente de Direção Matinta - 2010, de Fernando Segtowick, curta metragem vencedor do prêmiode Melhor Atriz (Dira Paes) e Melhor Som (Miriam Biderman, Ricardo Reis,Evandro Lima e Paulo Furnari Gama), no 43º Festival de Brasília do CinemaBrasileiro. Do mesmo diretor também atuou como assistente de direção nos curtametragens “Dias” (2000), “Dezembro” (2001) e “Imagens Cruzadas” (2005). Gilberto Mendonça -Fotógrafo Gilberto Mendonça – VideomakerSociólogo, Pesquisador e Arte Educador na área de Educomunicação, Cinema e Meio Ambiente. Desenvolve trabalhos de pesquisa audiovisual e etnográfica relacionados à memória e narrativas orais na Amazônia junto das Comunidades Tradicionais. Faz parte do Grupo de Pesquisa em Antropologia Visual e da Imagem (Visagem), da UFPA. Autores Pesquisadores Marley Antonia Silva da Silva- Pós doutoranda no Programa de Pós-Graduação em História Comparada PPGHC/UFRJ (2022). Doutora em História pelo PPHIST/UFPA (2020). Docente do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará e atua no campus Castanhal. Faz parte do Neabi (Núcleo de Estudos Afro Brasileiros e Indígenas), atualmente faz parte da coordenação da rede de NEAB, NEABI (Núcleos de Estudos Afro Brasileiros e Indígenas) e grupos correlatos-RENNEABI IFPa. Participa dos seguintes grupos de pesquisa: GEPEAM (Grupo de Estudos e Pesquisas da Escravidão e Abolicionismo na Amazônia), GEIRER (Grupo de Estudos Interdisciplinares em Relações Etnicorraciais), GEPHASE (Grupo de Estudo e Pesquisa em História da Amazônia, Sociedade e Educação), GEHLDA (Grupo de Estudo em História do Livro Didático da Amazônia LICTI (Linguagens, Culturas, Tecnologias e Inclusão). O recorte temporal é preferencialmente colônia, os temas tráfico transatlântico de escravizados, mulheres negras, educação para relações étnico racial. ORCID: https://orcid.org/0000-0001-8406-2169 Email: marley.silva@ifpa.edu.br Laurenir Santos Peniche- Doutoranta em Educação pela Universidade Federal do Pará/ EDUCANORTE, Possui em Licenciatura em Música pela Universidade Estadual do Pará – UEPA, Mestre em Comunicação, Linguagens e Cultura pela Universidade da Amazônia - UNAMA, Professora do Instituto Federal do Pará – IFPA. Presidente da Comissão Institucional de Heteroidentificação do IFPA ( 2021-2024), Coordenadora do Conneabs Norte ( 2023-2024), Coordenadora do Curso de Especialização em Educação Para as Relações Etnicorraciais IFPA Campus Belém; Vice Coordenadora do Geirer( Grupo de Estudos Interdisciplinares em Relações Etnicorraciais), Coordenadora do Núcleo de Estudos Afrobrasileiros. Em seu doutorado vem buscando pesquisar e difundir, o saberes tradicionais presentes nas casas de Mina Jejê Nagô da Capital Paraense E-mail: laurenir.peniche@ifpa.edu.br Evelyn Vitória Peniche de Moraes- Evelyn Moraes-Mestranda no Programa de Pós-Graduação em História PPHIST/UFPA (2023). Especialista em Educação Para Relações Etnicorraciais pelo Instituto Federal do Pará IFPA - Campus Belém (2021). Graduada em História pela Universidade da Amazônia UNAMA (2019). Participa do seguinte grupo de pesquisa: Grupo de Estudos Culturais na Amazônia GECA. Estudo o matriarcado na Amazônia segundo uma perspectiva Afro religiosa.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.