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O projeto "Poema sobre Palmares - Circulação Cenopoética" visa a publicação do livro Poema sobre Palmares do poeta Oliveira Silveira e a sua circulação por diversas cidades do Rio Grande do Sul e no Quilombo dos Palmares em Alagoas. A iniciativa envolve apresentações de Saraus Cenopoéticos, combinando literatura, música e teatro, com o objetivo de ampliar a visibilidade do Coletivo Sopapo Poético, que se dedica à difusão da Literatura Negra. Com a participação de 8 integrantes e uma equipe de registro audiovisual, o projeto se propõe a fortalecer a identidade e a valorização da cultura afro-brasileira, além de promover ações formativas em quilombos e comunidades.
"Poema sobre Palmares - Circulação Cenopoética" é um projeto cultural que combina literatura, música e teatro para celebrar e difundir a história do Quilombo dos Palmares, símbolo de resistência e luta por liberdade. A iniciativa envolve a publicação e distribuição do livro Poema sobre Palmares em quilombos do Rio Grande do Sul e Alagoas, além da realização de saraus cenopoéticos com interpretação em LIBRAS. Esses saraus promovem performances artísticas que mesclam poesia e ritmos afro-brasileiros, valorizando a ancestralidade e a identidade negra. O projeto inclui também oficinas de Comida Afro, Literatura Negra e Percussão, bem como rodas de conversa sobre a importância das mulheres nos quilombos. A classificação indicativa é livre, garantindo acesso a todas as idades e perfis.
Objetivos do Projeto Objetivo GeralPromover a valorização da cultura afro-brasileira e o fortalecimento da identidade negra, por meio da publicação e distribuição do livro Poema sobre Palmares e da realização de atividades culturais e formativas em quilombos e comunidades, ampliando o acesso à Literatura Negra e fomentando o diálogo sobre a história e a resistência dos quilombos. Objetivos Específicos 1. Publicação do Livro "Poema sobre Palmares": Publicar 1.000 exemplares do livro Poema sobre Palmares, com 200 exemplares destinados para distribuição gratuita nos quilombos, além de disponibilizar uma versão com audiodescrição em formato digital para ampliar o acesso a pessoas com deficiência visual. 2. Distribuição Gratuita do Livro em Quilombos: Distribuir 200 exemplares do livro em 5 quilombos do Rio Grande do Sul (Porto Alegre, Pelotas, Rio Grande, Bagé, e Osório) e no Quilombo dos Palmares, em Alagoas, com o objetivo de disseminar a literatura afro-brasileira e fortalecer a presença da produção literária negra nas comunidades. 3. Realização de Saraus Cenopoéticos: Realizar 6 Saraus Cenopoéticos, combinando literatura, música e interpretação teatral em cada cidade visitada, com a participação dos integrantes do Coletivo Sopapo Poético, promovendo performances que valorizem a ancestralidade afro-brasileira e o diálogo com as comunidades. 4. Oficinas Culturais Gratuitas: Oferecer 12 oficinas gratuitas, sendo 4 oficinas de Comida Afro, 4 de Literatura Negra e 4 de Percussão, visando à formação cultural dos participantes e à transmissão de conhecimentos sobre a herança cultural africana, com foco no fortalecimento das tradições locais. 5. Rodas de Conversa Temáticas: Organizar 6 rodas de conversa abordando temas como "A importância das mulheres nos quilombos" e "Literatura Negra como ferramenta de resistência e identidade", visando criar um espaço de diálogo e reflexão sobre a história e a cultura afro-brasileira com a participação da comunidade local. 6. Oferecimento de Jantares Afro em Encontros: Realizar 6 Jantares Afro, um em cada cidade visitada, que celebrem a culinária tradicional afro-brasileira, proporcionando um ambiente de interação e integração entre os participantes e promovendo o resgate e a valorização da gastronomia quilombola. 7. Registro e Divulgação das Atividades: Produzir registro audiovisual das atividades realizadas durante a circulação do projeto, incluindo os Saraus, oficinas e rodas de conversa, para posterior divulgação nas redes sociais e mídias do Coletivo Sopapo Poético, ampliando o alcance e a visibilidade do projeto. 8. Avaliação e Relatório Final: Realizar a avaliação das atividades desenvolvidas e elaborar um relatório final do projeto, incluindo indicadores de participação e impacto nas comunidades, garantindo a transparência e a prestação de contas conforme os requisitos da Lei Federal Rouanet Emergencial.
A proposta do projeto é uma manifestação cultural que emerge da necessidade de manter viva a memória de um dos capítulos mais significativos da história do Brasil: a resistência dos quilombos e, em particular, do Quilombo dos Palmares. A história dos quilombos é uma narrativa de resistência, luta por liberdade e preservação de identidades culturais e ancestrais que, ao longo dos séculos, vêm sendo continuamente apagadas, silenciadas ou marginalizadas. A iniciativa busca resgatar e recontar essa história através da arte, unindo literatura, música e performance teatral, numa experiência cenopoética que conecta o passado com o presente, promovendo o encontro entre gerações e saberes. O projeto ganha relevância e pertinência ao propor não apenas a publicação do livro Poema sobre Palmares, mas também sua distribuição gratuita em comunidades quilombolas, espaços que guardam a memória viva da resistência negra no Brasil. O livro, ao alcançar quilombos em Porto Alegre, Pelotas, Rio Grande, Bagé, Osório e o histórico Quilombo dos Palmares, em Alagoas, se torna um veículo de diálogo e preservação cultural. Mais do que um objeto literário, ele se transforma em uma ferramenta de acesso ao conhecimento e à identidade, promovendo a valorização das histórias e das vozes que ecoam dessas comunidades. Assim, os saraus e encontros cenopoéticos pretendem potencializar esse processo, criando momentos de troca, reflexão e celebração da ancestralidade. A relevância cultural do projeto é acentuada pela intenção de oferecer oficinas de percussão, literatura negra e culinária afro-brasileira, todas enraizadas na tradição cultural dos quilombos e na resistência cultural dos povos negros. Essas atividades são fundamentais para a manutenção de práticas culturais que integram a identidade afro-brasileira e possibilitam a criação de espaços onde a herança cultural pode ser experimentada de forma viva e participativa. A realização de oficinas e rodas de conversa amplia as possibilidades de acesso ao conhecimento, fortalecendo o entendimento das tradições africanas e afro-brasileiras e promovendo a reflexão sobre a importância da preservação das memórias negras no Brasil. A iniciativa de oferecer jantares afro durante os encontros amplia essa experiência, promovendo uma interação que vai além do campo das ideias e das palavras, aproximando os participantes dos sabores e rituais que compõem a culinária tradicional quilombola. A comida, nesse contexto, transcende seu papel nutritivo e assume a função de um elo entre o presente e o passado, entre a ancestralidade e a contemporaneidade. Cada prato servido é uma forma de preservar e transmitir a história das comunidades que resistiram e resistem ao apagamento cultural, oferecendo aos participantes a oportunidade de experimentar a cultura em todos os seus sentidos. No cerne desse projeto, está a convicção de que a arte tem o poder de transformar realidades, de questionar narrativas históricas e de criar novos caminhos de compreensão sobre quem somos enquanto sociedade. Os saraus cenopoéticos, ao integrar literatura, música e performance, se tornam atos de resistência poética que ecoam nas comunidades, provocando reflexões sobre o que significa ser negro no Brasil, sobre as dores e as conquistas de uma história que se construiu à margem, mas que, paradoxalmente, é essencial para a identidade cultural do país. A escolha pela Lei de Incentivo à Cultura como forma de financiamento para este projeto se alicerça na necessidade de fomentar iniciativas que busquem a preservação e a valorização do patrimônio cultural afro-brasileiro, garantindo que essas vozes tenham a oportunidade de se expressar plenamente. Através do apoio oferecido por essa política pública, torna-se possível realizar atividades que de outra forma poderiam permanecer inviabilizadas, sobretudo em um contexto de dificuldades econômicas enfrentadas por muitos artistas e coletivos que atuam na promoção da cultura negra. O apoio a projetos como "Poema sobre Palmares - Circulação Cenopoética" é, portanto, uma forma de reconhecer e incentivar a pluralidade cultural do Brasil, assegurando que a diversidade de expressões artísticas encontre espaços de legitimação e difusão. A realização de ações culturais voltadas para a preservação do patrimônio afro-brasileiro e para o fortalecimento da identidade negra é também uma forma de combater a desigualdade de acesso à cultura. O projeto, ao circular por quilombos e cidades, abre um espaço onde a arte se torna um instrumento de transformação social, capaz de fomentar a autoestima das comunidades negras e promover a reflexão sobre os desafios e as conquistas históricas dessas populações. As oficinas, saraus e encontros são pensados como espaços de acolhimento e empoderamento, onde o saber tradicional é respeitado e valorizado, e onde o conhecimento acadêmico e popular se encontram e se complementam. Em um país marcado por uma história de violência e exclusão, iniciativas que promovem a valorização da cultura afro-brasileira são não apenas necessárias, mas urgentes. O apoio a essas atividades por meio do mecanismo de incentivo cultural é uma maneira de garantir que a diversidade cultural brasileira seja reconhecida como um valor fundamental para a sociedade. Ao atender a demandas de inclusão e promoção da cultura, a Lei de Incentivo à Cultura se torna uma aliada indispensável na execução de projetos que buscam corrigir os desequilíbrios históricos e ampliar o acesso à arte e à cultura. O projeto também se insere nas diretrizes de valorização das tradições culturais brasileiras, ao promover o acesso da população ao livro Poema sobre Palmares e aos eventos cenopoéticos, possibilitando a democratização da cultura e a disseminação de saberes que resistiram ao longo dos séculos. A distribuição do livro nos quilombos, acompanhada dos saraus e atividades formativas, é uma ação que fortalece a identidade e a memória cultural das comunidades quilombolas, reforçando a importância do reconhecimento e da celebração de suas histórias. A arte, neste contexto, não é apenas uma forma de expressão, mas um veículo de memória e resistência. É fundamental garantir que a história dos quilombos, da luta negra e da resistência cultural sejam preservadas e transmitidas às futuras gerações. A realização de saraus que celebram a literatura negra e a performance teatral é um modo de manter viva essa chama, de contar histórias que nem sempre estão nos livros oficiais, mas que fazem parte da identidade de um povo que sempre buscou a liberdade. A circulação cenopoética busca, assim, construir pontes entre diferentes tempos e espaços, criando um diálogo contínuo entre o passado e o presente, entre as vozes de ontem e as de hoje. O projeto se torna, portanto, um espaço de encontro e troca, onde a literatura, a música e a culinária se entrelaçam para oferecer uma experiência cultural completa e transformadora. Cada sarau, cada oficina e cada livro entregue representa um passo na direção de um Brasil mais consciente de sua história e de sua riqueza cultural. A Lei de Incentivo à Cultura, ao viabilizar essa iniciativa, cumpre seu papel de garantir que a produção cultural brasileira seja diversa, acessível e transformadora, permitindo que projetos como este possam ser realizados com a dignidade e o cuidado que merecem. A circulação do projeto pelas cidades e quilombos, somada à distribuição do livro Poema sobre Palmares, não apenas fortalece o Coletivo Sopapo Poético, mas também contribui para a criação de um legado cultural que ultrapassa o presente. Esse legado é uma herança para as comunidades que receberão as atividades, um convite para que novas gerações continuem a se inspirar na força e na resiliência daqueles que vieram antes. Cada apresentação cenopoética, cada encontro, é uma forma de afirmar que a arte é uma ferramenta de resistência e que a cultura afro-brasileira é um pilar essencial na construção de um país mais justo, consciente e diverso.
A proposta "Poema sobre Palmares - Circulação Cenopoética" é um projeto que busca fortalecer a memória e a cultura afro-brasileira através da arte, conectando as comunidades quilombolas com a história de resistência e a riqueza cultural dos povos negros no Brasil. Além das atividades já mencionadas, o projeto se destaca pelo seu compromisso com a sustentabilidade e a valorização das comunidades locais. Sustentabilidade e Responsabilidade Social: Durante a execução das atividades, serão adotadas práticas sustentáveis, como a utilização de materiais recicláveis e a redução de resíduos, com o objetivo de minimizar o impacto ambiental das ações. Nos eventos, também será incentivado o uso de alimentos de origem local, valorizando a produção quilombola e estimulando a economia das comunidades visitadas. Equipe Especializada: A equipe do projeto é composta por profissionais experientes nas áreas de produção cultural, teatro, música, literatura e gastronomia, além de intérpretes de LIBRAS que asseguram a acessibilidade do conteúdo. Cada membro possui vasta experiência em trabalhos com comunidades e práticas de inclusão social, garantindo uma abordagem sensível e respeitosa às realidades dos quilombos. Impacto Cultural e Social: A circulação do projeto tem um forte potencial de impacto cultural, pois visa não apenas levar arte e literatura, mas também criar laços entre as comunidades quilombolas, fortalecer sua autoestima e proporcionar momentos de troca e reflexão sobre sua identidade. As oficinas e rodas de conversa permitem a criação de um espaço seguro para que as vozes locais sejam ouvidas e respeitadas, estimulando o diálogo intergeracional e a preservação das tradições culturais. Adaptação às Realidades Locais: O projeto leva em consideração as particularidades dos quilombos visitados, adaptando a logística e as atividades de acordo com as condições de acesso, infraestrutura e disponibilidade das comunidades. Essa flexibilidade é essencial para garantir que as atividades sejam bem recebidas e possam realmente integrar-se à rotina e à cultura local, respeitando o ritmo e as necessidades de cada quilombo. Legado Cultural: Ao final do projeto, espera-se que as comunidades beneficiadas não apenas tenham acesso ao livro "Poema sobre Palmares" e às atividades realizadas, mas que possam se sentir protagonistas de suas histórias e inspiradas a continuar valorizando e difundindo sua herança cultural. A iniciativa busca deixar um legado que se perpetue nos laços fortalecidos entre o Coletivo Sopapo Poético e as comunidades visitadas, além de contribuir para o fortalecimento da literatura negra como uma ferramenta de transformação social.
Livro "Poema sobre Palmares" - Paginação: 150 páginas, formato 15x21 cm, impressão em papel offset 90g, capa colorida em papel couchê 250g com acabamento fosco e lombada quadrada. - Tiragem: 1.000 exemplares. - Distribuição: Cada quilombo visitado receberá exemplares gratuitamente, priorizando escolas comunitárias e bibliotecas locais. Saraus Cenopoéticos - Duração: Aproximadamente 90 minutos cada apresentação. - Material Técnico: Equipamentos de som (caixas acústicas, microfones sem fio, mesa de som), iluminação cênica portátil, e figurinos desenvolvidos especialmente para as performances. - Equipe: 8 artistas do Coletivo Sopapo Poético (Palmarinos), além de 1 intérprete de LIBRAS. - Espaço: Apresentações em espaços comunitários, adaptados conforme a infraestrutura de cada quilombo. Oficinas de Comida Afro, Literatura Negra e Percussão - Duração: Cada oficina terá 2 horas de duração, realizadas em até 2 sessões por quilombo visitado. - Material Pedagógico: Apostilas impressas para os participantes, contendo conteúdo teórico e sugestões de práticas culturais. Instrumentos de percussão (atabaques e pandeiros) serão disponibilizados para a oficina de percussão. - Público-alvo: Jovens, adultos e idosos das comunidades quilombolas, com capacidade para até 30 participantes por oficina. Rodas de Conversa - Duração: 60 minutos por roda de conversa, realizadas após os saraus cenopoéticos. - Temas: Discussões sobre a literatura negra, o papel das mulheres nos quilombos, e a importância da preservação das culturas afro-brasileiras. - Material de Apoio: Exposição de trechos do livro "Poema sobre Palmares" e mediadores para condução das discussões. Documentação e Registro - Material Técnico: Câmera de vídeo profissional, microfone direcional, e iluminação portátil para gravação. - Produção de Conteúdo: Registros audiovisuais de todas as atividades (saraus, oficinas e rodas de conversa), para produção de um material de memória que será disponibilizado online para ampliar o alcance do projeto.
O projeto "Poema sobre Palmares - Circulação Cenopoética" tem um compromisso claro com a acessibilidade em seus eventos e ações, garantindo que todas as pessoas possam participar de forma plena e digna, especialmente em locais situados em comunidades quilombolas e em áreas rurais, que demandam uma abordagem sensível às condições locais. Acessibilidade Física: A realização das atividades em comunidades quilombolas, algumas situadas em áreas de acesso mais desafiador, requer um olhar cuidadoso sobre a acessibilidade física. O projeto se compromete a assegurar que os espaços utilizados contem com adaptações mínimas exigidas para facilitar a locomoção de todos os participantes. Onde possível, serão instaladas rampas e garantidos banheiros acessíveis, para que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida possam se locomover sem obstáculos. Além disso, caso a estrutura física dos locais não possua todas as facilidades, serão providenciadas adaptações temporárias que possam melhorar a acessibilidade de forma prática e respeitosa ao contexto de cada comunidade. Acessibilidade de Conteúdo: Como uma das ações centrais para garantir a inclusão, o projeto contará com intérpretes de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) em todas as apresentações e eventos, incluindo os saraus cenopoéticos e oficinas. Isso assegura que pessoas surdas possam compreender plenamente o conteúdo artístico e cultural oferecido, participando de forma integrada das experiências propostas. A presença dos intérpretes de LIBRAS contribui para um ambiente de troca e aprendizado que valoriza a diversidade e promove a inclusão de todos os presentes. Com essas medidas, o "Poema sobre Palmares - Circulação Cenopoético" busca criar um ambiente onde a acessibilidade é parte integrante da experiência cultural, garantindo que os encontros possam ser desfrutados por todos, de forma respeitosa e inclusiva, e promovendo o acesso à arte e à cultura em seu sentido mais amplo.
O projeto "Poema sobre Palmares - Circulação Cenopótica" tem como prioridade a democratização do acesso à cultura e ao conhecimento histórico por meio da distribuição gratuita de exemplares do livro "Poema sobre Palmares" em comunidades quilombolas e em cidades do Rio Grande do Sul e Alagoas. Cada local visitado receberá exemplares do livro, que serão entregues diretamente às lideranças e bibliotecas comunitárias dos quilombos, assegurando que o material chegue a quem mais se beneficiará dele. Além da distribuição do livro, o projeto promoverá saraus cenopoéticos, que são eventos gratuitos e abertos ao público, reunindo literatura, música e teatro em uma celebração da cultura afro-brasileira. Essas apresentações serão realizadas em espaços acessíveis das comunidades quilombolas, permitindo que as manifestações artísticas dialoguem diretamente com o público local. Como parte das ações de ampliação de acesso, o projeto também oferecerá oficinas gratuitas, abordando temas como Comida Afro, Literatura Negra e Percussão, além de rodas de conversa sobre a importância da cultura quilombola e a contribuição das mulheres na resistência histórica dos quilombos. Essas oficinas têm como objetivo envolver a comunidade, especialmente jovens e adultos, em um processo de aprendizado e valorização cultural. Para expandir ainda mais o alcance do projeto, haverá transmissões online dos principais momentos dos saraus e rodas de conversa, permitindo que pessoas de diferentes regiões possam acompanhar as atividades e se conectar com a riqueza do legado cultural abordado. Essas ações visam não apenas compartilhar conhecimento, mas também fortalecer a identidade cultural e promover um
Coordenadora Geral: Fátima Regina Gomes Farias nasceu em Bagé em 23 de outubro de 1959, tem dois filhos e três netos. Reside na Zona Leste de Porto Alegre, no bairro Bom Jesus. Autônoma, não acadêmica, com ensino médio completo, assina como Fátima Farias. Profissional no campo da gastronomia traz também em seu currículo a paixão pela escrita através da poesia. Acredita que a revolução que trará a justiça e reparação só será possível através da união consciente e um estudo aprofundado da história verdadeira de nosso país. Entre seus principais projetos literários está a Geladeiroteca da Bonja, que tem como objetivo espalhar livros e histórias para jovens e crianças a fim de valorizar a cultura, a arte e a educação. Participa de palestras, saraus e projetos em escolas da rede pública de ensino, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre, como os encontros do Adote um escritor, com o qual percorre escolas e instituições de educação levando poesia, arte e escrita para regiões periféricas da cidade. Publicou em 2020 o livro Mel e Dendê, pela editora Libretos, e pela mesma editora publicou em 2021 o livro Travessias de Amanaã, escrito em parceria com Ana Dos Santos, Carmen Lima, Delma Gonçalves, Lilian Rocha, Taiasmin Ohnmacht, obra que reune poesia e prosa, e que toca em temas como desigualdade social e o racismo. OS PALMARINOS Idealizadora e criadora do projeto Os Palmarinos/ Marieta dos Santos da Silveira Nascida em Porto Alegre, RS, formada em letras e literatura Brasileira. Aposentada do ensino público do Estado e prefeitura da mesma cidade. Atuante no movimento Negro, participou de atividades na Universidade livre do CECUNE, além de participar do coral desta entidade.Publicou seu primeiro livro com foco na narrativa de vida com o objetivo de inspirar outras famílias negras a registrar suas histórias. Lilian Rocha, voz e coro.Natural de Porto Alegre. Analista clínica, (UFRGS), musicista ( Liceu Palestrina), nasceu poeta é tem seis livros autorais:A vida pulsa- Poesias é reflexões ( Alternativa 2013), Negra Soul, (Alternativa 2016) , Menina de tranças ( Taverna 2018), Agò ( Instituto estadual do livro, 2022), Rochedos também choram ( Bestiário, 2023) e Oju Dudu, (Taverna, 2023). Coautora do livro Leli da Silva- Memórias: A importância da história oral (Alternativa, 2018).Membro da coordenação do Sarau Sopapo Poético- Ponto Negro da Poesia, Vice - Presidente da Academia de Letras do Brasil- Seccional RS, Vice presidente social da Associação Gaúcha dos escritores ( 2023/2024), Conselheira Fiscal da Sociedade Partenon Literário é membro de inúmeras agremiações literárias nacionais e internacionais. Patronal da Feira do livro de Canoas. Produção musical, vozes efeitos, arranjos e violão Vladimir Rodrigues VLADIMIR RODRIGUESVladimir do Nascimento Rodrigues nasceu em 1971, em Porto Alegre, RS. É músico instrumentista, compositor, pesquisador e ativista cultural. É também bacharel em direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Membro da diretoria da Associação Negra de Cultura – ANdC, foi um dos idealizadores e fundadores do Sarau Sopapo Poético – Ponto Negro da Poesia em 2012. Na área musical, atua como solista de suas composições e acompanha intérpretes e grupos de samba e outros ritmos afro-brasileiros. Em 2018, com o grupo Palmarinos, realizou a leitura dramática do "Poema sobre Palmares", livro do poeta Oliveira Silveira. Em 2021 teve seus poemas publicados na antologia poética "Aquilombados", do Sopapo Poético. Desde 2021 apresenta com o Grupo Desagravo a adaptação musical do livro "Pêlo Escuro", de Oliveira Silveira. Pâmela Amaro/ coro, vozes, percussão e cavaquinhoPâmela Amaro é atriz, cantora, compositora, arte-educadora e musicista porto-alegrense. Graduada em Teatro-Licenciatura (UFRGS), Mestra em Educação (UFRGS) e doutoranda em Artes Cênicas (UFRGS). Atuou em diversos espetáculos teatrais, recitais e em projetos musicais, tendo nos últimos anos se destacado através da criação autoral no samba gaúcho. Co-fundadora do Sarau Sopapo Poético - Ponto Negro da Poesia. Em 2022 recebeu o Prêmio Açorianos de Música como Intérprete MPB. Produziu os discos: Veneno do Café (2020); o álbum e filme Samba às Avessas (2022), o disco Não Se Cala (2023), com o grupo Três Marias (2023) e o livro Casa de Versos (Libretos, 2023) em que reúne poesias e composições. Sidi Borges / coro, leitura e leitura. SIDI BORGES é porto-alegrense, licenciado em Letras- Português e Literaturas Brasileira e Portuguesa pela PUC-RS, professor, poeta e escritor, revisor de textos, ator e organizador do Sarau Sopapo Poético. A situação social, os rumos, os legados e o passado dos afrodescendentes no mundo são os temas que o animam a escrever, bem como a leitura dos autores/as da literatura negra. Escreve poesia, conto, teatro e ensaio sobre o discurso político racista e anti-racista, a conjuntura nacional e internacional e a cultura contemporânea na perspectiva da comunidade negra. Desenvolve a expressão oral performatizada e teatral de poesia autoral e do cancioneiro da Literatura negro- brasileira. Participou da publicação das antologias Pretessência, 2016 e Aquilombados, 2020, editadas pelo coletivo e sarau Sopapo Poético. Atualmente é coordenador do espaço cultural Casa de Teresa. Jorge Fróes/ coro e leituraJorge Fróes é poeta, formado em letras é literatura. Nasceu verdade em Porto Alegre. Publicou Chegou Negro ( IEL, 2022), Poemas Negros e outros nem tantos (Editora da Umespa,2019) Estamos Quites, (Editora vidráguas/ Escola de Poesia, 2015) participando de Antologia de poetas brasileiros( Shogun, Rio de Janeiro, 1985), Revista Negra, especial da Porto & Vírgula (SMC, 1995), Calllo,Africana Brasilian Literatura (Johns Hopkins, Baltimore (EUA), Continente Sul Seu ( IEL,1998), Poemas no ônibus 10 anos (SMC, 2001 e 2003), Poemas no ônibus 10 anos (SSMC,2002), Consciência Negra do Brasil, os principais, os principais livros ( org. Curti e Maria das Dores Fernandes, Mazza, No Horizonte 2002), O melhor da festa (Casa Verde FestPoa Literária 2011), Sopapo Poético/ Pretessência (Libretos, 2016. Integrou a roda da poesia Negra criada por Oliveira Silveira e editou o jornal Fenestra Literatura, junto a Cezar Dias, de 2000 a 2001 ( entre entrevistados Oliveira Silveira, Moacyr Scliar). É um dos organizadores Leituras Negras, evento que ocorre desde 2005. Coordenação geral, coro e leitura, Fátima Farias, Da área da gastronomia, Fátima Farias é poeta, compositora, agitadora cultural e autora da prosa e poesia. Com parceria em projetos literários onde reside, zona leste de Porto Alegre, publicou textos em várias coletâneas, entre elas a primeira Pretessência, que reúne os poetas do Coletivo Sopapo Poético.(2016)Lançou sua primeira obra solo em 2020. Mel e Dendê pela editora Libretos, 2021 participou da também coletânea , Travessias de Amannã editora Libretos, em 2022 publicou pelo IEL, Um Poema por Dia, em 2023 lançou o texto em Prosa Poética,Santas de Casa Editora Libretos, lança em 2024 o livro de Poemas, Palavras são Mudas editora libretos.Participa do projeto Adote uma escritora (Smed, secretaria Municipal de educação há cinco anos)Como compositora mostra em saraus encontros e literários suas obras autorais com as quais pretende materializar em um documento registro. Kyzzi Barcelos Rodrigues/ Canto coral.Kyzzy Barcelos Barbosa Rodrigues, nascida em 24/05/1983, em Porto Alegre (RS), é bacharel em Nutrição (2008/1) e empreendedora na área da gastronomia saudável afrocentrada. Foi coralista no Coral do Cecune (1999-2013), integrou o espetáculo Ògúndábède em 2016 e é uma das fundadoras do Sarau Sopapo Poético – Ponto Negro da Poesia, realizado mensalmente desde 2012. Integra o coletivo Palmarinos, que faz leituras dramáticas do Poema sobre Palmares de Oliveira Silveira. Já foi sócia-proprietária do coletivo Casa de Joana (2019-2021) e é co-idealizadora do projeto Janta Afro, desde 2023, com releituras de pratos da culinária.
PROJETO ARQUIVADO.