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PRONAC 2415091ArquivadoMecenato

AMAR MARA: a história ilustrada da luta contra a poliomielite no Rio Grande do Sul

FARFALLA PRODUCAO CINEMATOGRAFICA LTDA
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 195,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-12-10
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto "AMAR MARA: a história ilustrada da luta contra a poliomielite no Rio Grande do Sul" é um resgate da memória do patrimônio cultural imaterial que compõe a trajetória do combate à paralisia infantil no Rio Grande do Sul de 1950 a 2024, por meio de pesquisas, entrevistas, imagens de acervo e ilustrações. Busca alertar a população sobre a importância da vacinação infantil como única forma de combater o poliovírus, causador da doença, que ainda não foi eliminado. Fornece à sociedade um livro ilustrado de valor humanístico realizado com a participação de artistas visuais, preferencialmente PCD’s, selecionados por chamada pública e residentes em áreas afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. O conteúdo dará origem ainda a outra obra: um livreto interativo para colorir, que promove a difusão de conhecimento de forma simples, didática e lúdica, com a utilização de ferramentas culturais para disseminação de informação de saúde.

Sinopse

1. LIVRO ILUSTRADO – PRODUTO PRINCIPAL O livro AMAR MARA: a história ilustrada da luta contra a poliomielite no Rio Grande do Sul resgata o passado para conscientizar a população que o futuro livre da paralisia infantil só é possível com a vacinação. O poliovírus selvagem, causador da doença, não está eliminado. Somente com a imunização de 95% dos bebês e crianças, é possível manter o Rio Grande do Sul e o Brasil sem novos casos e evitar que a paralisia infantil volte a interromper sonhos. Quase epidêmica na primeira metade do século XX, a poliomielite vitimava crianças com uma súbita paralisia de membros inferiores ou superiores e, em casos mais extremos, sequelas que provocavam até a morte. Na atualidade, ironicamente devido ao sucesso das vacinas, a pólio parece ser uma doença que não oferece mais perigo e os índices vacinais estão abaixo do necessário no estado e no país há quase uma década. Mas ela segue uma doença grave, sem remédio e muito menos cura. Por meio do resgate da memória, tanto de sobreviventes como das ações sociais e de saúde em combate ao poliovírus e os reflexos sociais da enfermidade, um relato ilustrado de um período crítico e um alerta para a atualidade. Além de palavras, traços autorais de artistas gráficos e visuais gaúchos ilustram aspectos do período para fixação dos acontecimentos e contribuiu para reforçar o entendimento que apenas o esquema vacinal completo é eficaz no combate ao poliovírus, causador da paralisia infantil, doença sem remédio e muito menos cura. O livro ilustrado é um grande mapa temporal de como a poliomielite foi abordada no Rio Grande do Sul nas décadas de 1950 à atualidade. Retrata, narra e desenha o grande esforço coordenado que possibilitou o controle do contágio, a eliminação de casos da doença e a imprescindível necessidade de manter os índices vacinais dentro dos parâmetros recomentados pelo Ministério da Saúde a fim de evitar o retorno da enfermidade de rápido contágio. Além da reprodução de reportagens em jornais da época e imagens e documentos de acervos públicos e memórias, disponibilizados pelos sobreviventes da paralisia infantil, traz um mix de linguagens visuais criados por artistas visuais selecionados. A obra promove a acessibilidade e a divulgação de talentos que ajudam a contar a trajetória dos sobreviventes da poliomielite no Rio Grande do Sul. O conteúdo traz o registro de saúde pública, sociedade e um panorama da imprensa gaúcha nesta janela temporal. A disposição dos capítulos ajuda o leitor a entender como e porque é importante evitar o retorno desta grave enfermidade. E é uma homenagem aos sobreviventes desta doença que acometeu dezenas de milhares de crianças ao longo dos séculos. A devolução para sociedade do recurso público é outra premissa do projeto, que está disponível para o público geral que queira conhecer um importante aspecto da sociedade gaúcha. O livro ilustrado, impresso e/ou digital, é de classificação livre e narrado de forma acessível e envolvente. Tem como público-alvo preferencial gestantes, mães, responsáveis por crianças, adultos e jovens adultos, os tomadores de decisão e protetores das novas gerações. 2. CONCURSO – SELEÇÃO ARTISTAS VISUAIS PARA ILUSTRAÇÃO O Concurso Artístico Cultural vinculado ao projeto, promove a acessibilidade e a divulgação de talentos que usarão suas habilidades artísticas únicas para ajudar a contar a trajetória dos sobreviventes da poliomielite no Rio Grande do Sul. Selecionados por um júri composto de expoentes das artes visuais no Rio Grande do Sul, talentos locais serão os exemplos do poder da criatividade do traço autoral, mesmo em um mundo massificado pela produção de desenhos com o uso de inteligência artificial generativa. O projeto prevê como premiação aos 12 (doze) selecionados a entrega de mesas digitalizadoras, que são instrumentos técnicos que geram novas possibilidades para a expansão do seu saber artístico. Além da premiação, o resultado do trabalho destes ilustradores fará parte de um Livro Ilustrado (versão impressa e digital), e do Livreto Interativo para Colorir impresso com distribuição gratuita. A ideia é a livre circulação da informação e do talento dos artistas visuais gaúchos escolhidos como vencedores do concurso para integrar o material. O público-alvo do Concurso são Ilustradores profissionais, iniciantes ou não. Preferencialmente PCD’s, de todas as regiões do Rio Grande do Sul, com foco nas cidades que decretaram calamidade pública devido as enchentes. O convite para a seleção será realizado através de Chamada Pública, amplamente divulgada e com os critérios e quesitos de análise. É garantido o acesso à todos (as) que quiserem participar do processo, desde que atendam os critérios acima dispostos. 3. LIVRETO INTERATIVO PARA COLORIR – PRODUTO SECUNDÁRIO A segunda obra deste projeto tem como público-alvo preferencial gestantes, mães, responsáveis por crianças, adultos e jovens adultos, frequentadores de unidades básicas de saúde pública. Traz a informação histórica de forma didática, voltada para o público menos escolarizado, com linguagem acessível, rápida e resumida, nos moldes das que se propagam nas redes sociais. É uma ferramenta, um convite ao conhecimento de forma despretensiosa, mas que informa com a força que a Ciência e a Cultura têm. A cada página, a exposição das razões para a vacinação das crianças. Revelações sobre a doença, implicações, sintomas e riscos. Na contracapa do livreto, um espaço para registrar a evolução do bebê, incluindo os imunizantes administrados, peso, altura. A ideia é atrair a mãe/responsável pela criança para folhear o conteúdo e através dele, se informar sobre a importância da imunização infantil, ou seja, que a criança somente estará protegida com o esquema vacinal vigente completo e que apenas com a cobertura 95% da comunidade infantil o risco está afastado. É pela da expressão gráfica de artistas gaúchos que a história do combate à poliomielite é passada às pessoas e reforça o entendimento da imunização como única forma de combate ao poliovírus causador da paralisia infantil. Busca dialogar com uma parcela da sociedade que fica à margem do debate e da informação sobre a imunização. É um convite para mães, pais e responsáveis interagirem e se divertirem com um conteúdo artístico de atividades lúdicas como palavras cruzadas, caça palavras e desenhos para colorir e, por meio desta dinâmica, travarem contato com informações científicas. O Livreto interativo para colorir é um produto impresso e concebido para distribuição gratuita em unidades de saúde. Seu arquivo final para impressão estará disponível livremente com o objeto de ser utilizado por todo o estado. Este material disponibilizado gratuitamente para impressão pelas autoridades de saúde (estado e prefeituras) terá como apoio o relato de toda a ação de divulgação executada no processo piloto realizado em unidade de saúde na cidade de Porto Alegre. Ele promove o intercâmbio entre arte, história e saúde pública para difundir preceitos de imunização. Com destaque para: o Por meio da ilustração de pesquisas que revelam aspectos históricos quanto ao combate à poliomielite no Rio Grande do Sul com especial ênfase ao início do processo de vacinação;o Incentivo à vacinação contra a poliomielite;o Comunicação com pessoas de classes predominantemente C, D e E em todas as regiões do Estado com a difusão dos livretos em Unidades de Saúde;o Estímulo ao debate sobre imunização, através do processo lúdico de colorir a obra de artistas conforme desejo próprio;o Intercâmbio entre arte, história e saúde pública. o Estratégia de distribuição focal teste de 500 exemplares, realizada em unidade de saúde na capital gaúcha – escolhida em conjunto com autoridade de saúde. Período de 20 dias no mês 11 do cronograma;

Objetivos

OBJETIVO GERAL: O principal resultado que o projeto "AMAR MARA: a história ilustrada da luta contra a poliomielite no Rio Grande do Sul" pretende alcançar é contribuir, através da expressão cultural e artística, para a conscientização da população gaúcha acerca da importância da imunização infantil contra a poliomielite, por meio do resgate da memória do patrimônio cultural imaterial que compõe a trajetória do combate à paralisia infantil no Rio Grande do Sul de 1950 a 2024, no momento da retomada do crescimento dos índices vacinais após mais de uma década em queda. Serão ofertadas à sociedade gaúcha duas obras culturais de valor humanístico, com foco no resgate do processo de saúde pública e cobertura da imprensa no Estado, realizados com a participação ativa de artistas visuais, preferencialmente PCDs, residentes em áreas afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul e selecionados via chamada pública. As obras de caráter artístico e elucidativo buscam o incentivo à vacinação contra a poliomielite através da difusão da trajetória do combate da doença e das vidas dos seus sobreviventes no estado do Rio Grande do Sul, com a inclusão da pessoa com deficiência também na produção. Um mix de linguagens visuais pelas mãos de artistas selecionados, promove a acessibilidade e a divulgação de talentos que ajudam a contar a trajetória dos sobreviventes da poliomielite. Num mundo massificado e com o crescimento da inteligência artificial generativa, a iniciativa cultural incentiva o desenho autoral e o acesso para novos artistas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: · Inclusão e oportunidade de exibição das habilidades artísticas para ilustradores residentes no Rio Grande do Sul, via concurso de inscrição gratuita com premiação via chamada pública;· Seleção, apoio e divulgação artística do artista visual, preferencialmente com deficiência, residentes nas áreas de desastre;· Pesquisa histórica relativa ao combate à poliomielite no estado do Rio Grande do Sul; · Resgate da memória da saúde pública no começo do processo de imunização;· Retratos temporais da sociedade em relação à doença;· Difusão de informações científicas por meio da arte e cultura;· Acesso às pessoas de classes C, D e E com conteúdo exclusivo, customizado e focado preferencialmente em gestantes e mães;· Divulgação da cultura, memória, expressão artística aliados à prevenção em saúde pública;· Arte, pesquisa e cultura a serviço da prevenção médica e conscientização da população, reduzir as desigualdades e promover a inclusão e a prevenção.· O projeto prevê a entrega de mesas digitalizadoras como premiação do concurso, acompanhadas das devidas orientações on-line para uso, e que serão posteriormente doadas para os participantes;· Os vencedores ainda serão remunerados por ilustrações realizadas para o projeto, item atrelado à participação no concurso;· Difusão do conhecimento artístico sobre artes visuais com a participação de profissional de renome na cena artística visual local.

Justificativa

O projeto solicita o financiamento da Lei de Incentivo à Cultura por se enquadrar nos seguintes Incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E aos seguintes objetivos do Art. 3º da referida norma:I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;V - Apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; A proponente do projeto crê na força da arte como instrumento para disseminação democrática da informação e efetivo combate à desinformação e as fakes News, que confundem a população quanto à eficácia da vacinação, que hoje está abaixo do índice de 95%, necessário para evitar a volta da doença. É pela criação artística autoral, aliada à pesquisa apurada, através da coleta de informações históricas, iconográficas, hemerotécnicas, relatos de sobreviventes e de seus familiares, além de dados estatísticos sobre a vacinação e o combate da poliomielite no Rio Grande do Sul, que se alicerça este projeto que busca incentivar a vacinação contra a paralisia infantil. Motivada pela queda dos índices vacinais contra a poliomielite no estado e no país, que provocaram notícias do risco de retorno da doença, e aliada à morte da irmã que era portadora da doença, a proponente idealiza o projeto de inclusão artística voltado à conscientização pública. Mara Tassinari, a personagem título, viveu 64 anos no Rio Grande do Sul e foi diagnosticada com a paralisia infantil aos 15 meses de idade, no ano de 1957. Mesmo com significativos comprometimentos motores e neurológicos, coloria com grande precisão e encantadora escolha de cores. E assistiu entre seus lápis a moda dos desenhos de colorir para adultos trabalharem a ansiedade. Mara usava estas ferramentas com o instinto que os puros têm. E provou que a arte salva. A arte liberta. E estes são os preceitos deste projeto: usar a arte produzida por artistas muitas vezes à margem das oportunidades, como ferramenta de inclusão e informação acessível. Há muito o que se refletir sobre as causas da baixa adesão à imunização, mas a aparente invisibilidade contemporânea dos sobreviventes da paralisia infantil, contribui para o apagamento do risco da moléstia. Hoje, poucas pessoas sabem que a poliomielite era uma doença quase epidêmica, principalmente na primeira metade do século XX, e que ela não tem cura. Trazer à luz, dar voz e identidade aos sobreviventes os retira da invisibilidade que ajuda a negligenciar a importância da vacinação. A poliomielite não tem remédio, muito menos cura. Só os altos índices de cobertura vacinal mantêm o risco no passado. Atualmente, o Rio Grande do Sul passa por momentos ainda mais desafiadores. Assolado pela enchente, o estado vive um novo desafio que pode impactar negativamente os índices vacinais de uma forma geral. Falar sobre imunização, processo histórico e mostrar à sociedade a história das pessoas que vivem e viveram com sequelas de uma doença sem cura é imprescindível. O registro histórico também possibilita a constituição de uma memória social, de como o estado gaúcho evoluiu no controle da enfermidade e na inclusão de seus portadores. O projeto contempla a pesquisa histórica e usa a cultura como forma de difusão da jornada do controle da paralisia infantil no estado do Rio Grande do Sul. O livro ilustrado com depoimentos, textos acessíveis, imagens históricas e ricamente ilustrado por talentos únicos, traduz em traços, cores, contos e relatos a luta dos sobreviventes. E, para além de registar uma época, preservará viva a memória. A iniciativa une pesquisa, entrevistas em profundidade com sobreviventes da doença ao longo das décadas, com o apoio de especialistas em história, saúde, ciência, imunização, sociedade e imprensa para mapear como a sociedade riograndense foi transformada por esta doença epidêmica que trazia pânico e incerteza ao longo do século XX. O maior esforço deste projeto é trazer do passado o alerta para o futuro: só a vacinação evita a paralisia infantil, e deseja como saudável efeito colateral, estimular a imunização infantil como um todo. Ao selecionar ilustradores, preferencialmente PCD’s, residentes em áreas que declararam calamidade pública devido a enchente no Rio Grande do Sul, o projeto realiza o fomento à artistas locais, com a construção de portfólio e valorização do traço autoral de cada artista. É a possibilidade de registrar a diversidade do olhar destes artistas visuais sobre uma temática que toca algumas das necessidades deles mesmos. Qual a perspectiva da pessoa com deficiência sobre o tema? Como ela se expressa artisticamente sobre o assunto? Os profissionais selecionados receberão um capítulo e a partir do texto e em conjunto com a coordenação de conteúdo, irão criar ilustrações inéditas que tem por objetivo auxiliar na explicação dos aspectos específicos da temática científica, histórica e humana, trazendo do campo artístico uma leitura única que só a criação autoral é capaz. O outro produto do projeto tem foco direto nas unidades de saúde pública do Estado, com distribuição gratuita de livretos para colorir (com as ilustrações do livro ilustrado sem as cores) para o incentivo ao debate do tema. Os livretos trazem a informação histórica de forma didática, voltada para o público menos escolarizado, com linguagem acessível, rápida e resumida, nos moldes das que se propagam nas redes sociais. É uma ferramenta, um convite ao conhecimento que vem "despretensioso", mas que informa com a força que a ciência aliada à cutura tem. A cada página, a exposição de motivos para a vacinação das crianças. Revelações sobre a doença, implicações, sintomas e riscos. Na contracapa do livreto haverá um espaço para registrar a evolução do bebê, incluindo os imunizantes administrados, peso, altura. A ideia é atrair a mãe/responsável pela criança para folhear o conteúdo e através dele, se informar sobre a importância da imunização infantil, que só com o esquema vacinal vigente completo a criança está protegida e apenas com a cobertura de toda a comunidade o risco está afastado. Consultoria científica, saúde pública e pedagógica nortearão a concepção de todo o projeto para que ele seja útil nas unidades de saúde. A confecção de um material em sinergia com a difusão da manifestação artística autoral reforça a cultura como instrumento social e agente causador de mudanças. Este, um dos papéis mais relevantes da cultura.

Estratégia de execução

O produto cultural principal do projeto é o Livro Ilustrado. É na elaboração dele que está concentrada grande parte do orçamento. A pesquisa de conteúdo é o passo inicial do projeto e municia os demais produtos. O Livreto interativo para colorir será executado pela mesma equipe do produto principal, ambos com redação final da proponente. Por este motivo há uma concentração maior no orçamento do produto principal, ficando o do Livreto apenas com o custo de impressão. O Livro Ilustrado terá um ISBN para versão impressa e outro para o a versão ebook, como determina a legislação, já que, embora sejam a mesma obra, cada versão é uma edição diferente, portanto, cada uma precisa do seu próprio ISBN.Para manter a gratuidade total da primeira edição o livro não será inserido livro ilustrado (produto principal) em plataformas digitais, pois esta medida só é possível a partir da cobrança para monetizar as plataformas ele não pode ser gratuito, por isso neste primeiro momento detalhamos apenas os exemplares impressos que serão ofertados gratuitamente.Com isso, a chamada impressão sob demanda (POD) – quando leitores encomendam a impressão no momento da compra e o valor do procedimento é deduzido dos royalties do autor não estará disponível. IMPRESSÃO PRODUTO PRINCIPAL Devido as características específicas do Livro Ilustrado Impresso, o mesmo conta com especificações para sua impressão. Devido a isto seu orçamento apresenta valores diferentes dos aprovados pelo MinC e portanto, integramos esta proposta três orçamentos de fornecedores diferentes para justificar o valor. IMPRESSÃO PRODUTO SECUNDÁRIO O mesmo procedimento se aplica para o Livreto interativo para colorir (Periódico / Catálogo / Cartilha / Programa). Devido a complexidade do produto, em conformidade com seu objetivo cultural, o valor de impressão por unidade ultrapassa o valor sugerido pelo MinC para a localidade do projeto e, portanto, constam três orçamentos anexos a esta proposta.

Especificação técnica

1. LIVRO ILUSTRADO – PRODUTO PRINCIPAL O livro ilustrado é um grande mapa temporal de como a doença foi abordada no Rio Grande do Sul nas décadas de 1950 à atualidade. O esforço coordenado de diversos atores sociais que possibilitou o controle do contágio e eliminação de casos da doença e a imprescindível necessidade de manter os índices vacinais dentro dos parâmetros recomentados pelo Ministério da Saúde a fim de evitar o retorno da doença. Traz o registro de saúde pública, sociedade e um panorama da imprensa gaúcha nesta janela temporal. A disposição dos capítulos ajuda o leitor a entender por onde navegar, com apêndices que funcionam como índice do conteúdo. A trajetória do combate à poliomielite será contata de forma cronológica. Cada capítulo trará o relato de 02 sobreviventes (até o final de 1980 quando o último caso é registrado). No relato dos personagens que vivem com as sequelas da poliomielite o projeto busca uma diversidade de idades, classes sociais, níveis de autonomia e crianças que tomaram ou não as vacinas. O relato trará a superação dos obstáculos sociais e objetiva a construção de um panorama de como a doença afetou a população ao longo dos anos, até o controle da doença no estado. O livro ilustrado será apresentado em sua versão impressa no FORMATO: de 17x24cm, 180 páginas de miolo, papel off set 120g 1x1 cor (preto) capa em papel cartão 180g, com orelha, UV fosco, grampeado, 4x0 cor. Este formato foi escolhido levando em conta o aproveitamento de papel e seguindo a vertente artística do material. A proposta é de um conteúdo de qualidade visual, com legibilidade otimizada e leitura acessível. Um produto cultural com ênfase no visual. O tamanho proposto cumpre com o propósito de facilitar o manuseio e, ao mesmo tempo, dá conta de apresentar imagens e textos em centimetragem maior. O papel fosco facilita a leitura por refletir menos a luz, além de remeter a uma memória afetiva de histórias em quadrinhos dos anos 1970, bem como de apostilas impressas no popularmente conhecido "papel sulfite". O uso da impressão com tinta preta sobre o papel branco facilita o processo de impressão, sem deixar de garantir qualidade visual. A lombada quadrada e as orelhas garantem a qualidade do acabamento, mais robusto, menos sujeito aos problemas do manuseio, com o uso e o passar do tempo. O papel usado no miolo, com 120g, também traz mais resistência e menos transparência, evitando que o conteúdo de um lado da folha deixe fantasmas no verso. A versão digital seguirá a mesma diagramação, mas contará com detalhes que vão facilitar a leitura em tela. Um deles será a escolha da fonte tipográfica usada na composição. Vamos diagramar os textos do livro com a fonte open Type Ubuntu, especialmente desenhada - de forma colaborativa - para ter excelente legibilidade tanto em telas quanto na impressão em papel. Com a possibilidade de aproximar bastante as imagens ao se utilizar os recursos de navegabilidade de dispositivos móveis e desktops, as artes e infográficos, desenvolvidos exclusivamente para esta publicação, ganharão uma releitura otimizada nos seus mínimos detalhes, algo limitado na versão em papel. A versão digital acessível estará disponível on-line, inclusive com endereço eletrônico da versão do conteúdo narrado com a audiodescrição das imagens. Também será assegurada a compatibilidade com os melhores leitores de telas utilizados no mercado, para maior inclusão dos portadores de visão reduzida. Todas as versões (impressa, digital e acessível) terão 14 capítulos dispostos preliminarmente da seguinte forma: 1) Introdução;2) Quem é a Mara. AMAR MARA, a poliomielite e os sobreviventes (anteriores à 1950) com duas ilustrações integrantes do projeto;3) Poliovírus, poliomielite e paralisia infantil. Com três ilustrações de artistas selecionados;4) Vacinas, remédios e tratamento: uma viagem no tempo e na história gaúcha. Com três ilustrações de artistas selecionados;5) Década de 1950 – com 02 sobreviventes e quatro ilustrações de artistas selecionados;6) Década de 1960 – com 02 sobreviventes e quatro ilustrações de artistas selecionados;7) Década de 1970 – com 02 sobreviventes e duas ilustrações de artistas selecionados;8) Década de 1980 – com 02 sobreviventes e duas ilustrações de artistas selecionados;9) Década de 1990 – com duas ilustrações de artistas selecionados;10) Década de 2000 - com duas ilustrações de artistas selecionados;11) Década de 2010 - com duas ilustrações de artistas selecionados;12) Década de 2020 - com duas ilustrações de artistas selecionados;13) Apêndice 1 – Imprensa Impressa Gaúcha;14) Geografia do controle poliomielite no RS, com uma ilustração da equipe do projeto;15) Linha do tempo: controle da poliomielite no RS, com uma ilustração da equipe do projeto;16) Índice remissivo dos sobreviventes. No total estão previstas 26 ilustrações (que podem vir a ocupar uma página inteira, cada uma) de artistas visuais selecionados para o projeto de artistas visuais selecionados para o projeto. E quatro de integrantes do projeto. Num total de 30 desenhos exclusivos e originais. O livro ainda contará com imagens de acervos públicos e privados, e capas de jornais de época, assim como de documentos, que auxiliem na construção do panorama. 3. LIVRETO PARA COLORIR – PRODUTO SECUNDÁRIO Livro com desenhos para colorir que resgata a história do combate à poliomielite no Rio Grande do Sul. Ilustrado por artistas gaúchos selecionados para rememorar a gravidade da doença, também conhecida como paralisia infantil. O poliovírus selvagem foi o responsável por grande preocupação, uma doença que mudou a trajetória de milhares de crianças. Focado nas ilustrações para colorir e atividades lúdicas, traz textos rápidos e acessíveis para comunicar os pontos-chave. Busca dialogar com uma parcela da sociedade que fica à margem do debate e informação sobre imunização. É um convite para mães, pais e responsáveis interagirem com um conteúdo artístico para colorir e se divertirem e, por meio desta dinâmica, travarem contato com informações científicas. Trata-se de informação acessível para públicos específicos. Com estímulos criativos. Utiliza técnicas de interação como caça palavras e conta com a “A Jornada do Bebê” cartela ilustrada para preenchimento da evolução da criança. Público-alvo: pessoas de todos os sexos entre 16 e 75 anos – preferencialmente gestantes, mães e responsáveis. Frequentadores de Unidades de Saúde pública do RS. Distribuição Gratuita. O livreto para colorir ilustrado terá a seguinte estrutura:1. Introdução + Quem é a Mara. A Mara, a pólio e os sobreviventes;2. O que é a paralisia infantil e o que ela faz?3. Como não pegar a pólio?4. Uau, temos vacina? Quando começou no RS?5. A gotinha chegou! Vacina para todos sempre!6. Zé Gotinha chega para ajudar a acabar com a pólio.7. 1989 o último caso no Brasil e no RS quando foi?8. Acabou a gotinha e agora?9. Por que vacinar AINDA é a única forma de evitar a pólio?10. Mas afinal, de onde vem as vacinas?11. Onde vacinar no RS?12. Geografia do controle poliomielite no RS;13. Linha do tempo: controle da poliomielite no RS. Serão: 24 desenhos para colorir (extraídos do livro ilustrado), palavras cruzadas, caça palavras. FORMATO: IMPRESSÃO: 25x34 cm, 28 páginas de miolo, papel off set 120g 1x1 cor (preto) / capa em papel cartão 180g, UV fosco, grampeado, 4x0 cor Este formato foi escolhido para facilitar a visibilidade. As páginas maiores, tornam a experiência com o impresso mais agradável, convidam à interação com o conteúdo. A gramatura do papel possibilita que a pressão do lápis não interfira na página espelhada e as fontes sejam maiores, ações para estimular o consumo do conteúdo. Busca-se aqui emular a ludicidade dos livros infantis, que costumam ser maiores, ocupando todo o campo de visão com sua informação visual, chamando para dentro da história ali contada.

Acessibilidade

1. LIVRO ILUSTRADO | PRODUTO PRINCIPAL Acessibilidade física: O lançamento da obra será realizado em local com todos os facilitadores para locomoção no espaço físico (banheiros adaptados, rampas, guias táteis, banheiros) e contará com intérprete de libras durante as exposições do lançamento. Acessibilidade de Conteúdo: A versão acessível do conteúdo estará disponível on-line com audiodescrição das imagens e narração do texto, inclusive com endereço eletrônico com a disponibilização da versão do conteúdo narrado com a audiodescrição das imagens. 2. CONCURSO/PREMIAÇÃO PARA ARTISTAS VISUAIS | PRODUTO SECUNDÁRIO; Acessibilidade física: As interações previstas são on-line com intérprete de libras. E leitura aberta de todo o material do concurso para participantes de baixa visão. Em caso de interação física (não prevista) com participantes durante o concurso, são previstas a realização em local com todos os facilitadores para locomoção no espaço físico (banheiros adaptados, rampas, guias táteis, banheiros). Acessibilidade de Conteúdo: Todo o material de divulgação, ordenamento do concurso, inscrição estará disponível on-line com audiodescrição de imagens e narração do texto. E páginas de website compatíveis com leitor de tela para portadores de baixa visão. 3. LIVRETO PARA COLORIR | PRODUTO SECUNDÁRIO Acessibilidade física: O lançamento e a distribuição do livreto para colorir contará com atenção especial à acessibilidade sendo realizado em unidade de saúde pública que tenha todos os facilitadores para locomoção no espaço físico (banheiros adaptados, rampas, guias táteis, banheiros). Acessibilidade de Conteúdo: A versão acessível do conteúdo estará disponível on-line com audiodescrição das imagens, atividades lúdicas e narração do texto, inclusive com endereço eletrônico com a disponibilização da versão do conteúdo narrado com a audiodescrição das imagens. Arquivo digital do livro otimizado para leitores de baixa visão; 4. CONTRAPARTIDA SOCIAL: AULA ON-LINE ABERTA COM ILUSTRADORES MEMBROS DO JURI TÉCNICO ARTÍSTICO DO CONCURSO Acessibilidade física: Não prevista. Evento on-line. Acessibilidade de Conteúdo: A aula aberta on-line contará com intérprete de libras durante toda a duração. Será transmitida gratuitamente pelas redes do projeto e ficará disponível para consulta por 24 meses. Haverá ampla divulgação anterior e posterior. Todos os participantes farão a audiodescrição das imagens e exemplos visuais.

Democratização do acesso

Para maior difusão democrática, o projeto atende aos seguintes incisos da instrução normativa Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo;III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; eIV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta.§ 1º As cotas previstas no inciso I, II e III poderão ser cumpridas com realizações de sessõesexclusivas. § 4º Separadas as cotas previstas nos incisos I, II, III e IV do caput, os ingressos ou produtos culturais restantes poderão ser comercializados em valores a critério do proponente, desde que o preço médio do ingresso ou produto se limite a R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais).§ 5º O valor total da receita prevista no projeto deve ser igual ou inferior ao Custo Total do Projeto (ANEXO I).§ 8º A distribuição gratuita prevista no inciso II do caput, deverá ocorrer, preferencialmente, nos pontos de venda do produto cultural. Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento);III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;X - oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis. Art. 31. Para os efeitos desta Seção, considera-se:I - de caráter social a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de gruposminoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico; eII - de caráter educativo, a distribuição a professores e alunos da rede pública de ensinofundamental, médio ou superior.Parágrafo único. A distribuição de caráter social ou educativo será realizada por meio de órgão ou entidade representativa do grupo ou comunidade. O Livro Ilustrado será ofertado em formato de livro digital (Ebook), on-line gratuitamente, disponível para dowload no site do projeto. A cota dos exemplares impressos será destinada para escolas e bibliotecas públicas do estado e dos municípios visitados pela equipe durante a pesquisa e grupos prioritários conforme disposto acima. O Livro Ilustrado (produto principal) será disponibilizado por valor acessível em plataformas digitais (que não aceitam valores zerados) para maior acesso. Contudo, o mesmo material estará acessível de forma gratuita no website do projeto. O valor auferido pela comercialização nas plataformas digitais será revertido para novas impressões do produto e difusão de acesso. O projeto aplicará o valor mínimo estipulado em cada plataforma de marketplace, apenas para aumentar o alcance da obra. LIVRETO INTERATIVO PARA COLORIR Para maior difusão e conscientização pra gestantes, mães e responsáveis, será distribuído gratuitamente em unidade de saúde selecionada em conjunto com a autoridade de saúde do Estado do Rio Grande do Sul, o Livreto interativo para colorir, com as ilustrações criadas pelos artistas selecionados e a difusão da informação sobre imunização com a poliomielite de forma acessível. O arquivo com a arte final estará disponível para impressão gratuita pelos municípios interessados em distribuí-lo.

Ficha técnica

· Joana Tassinari é a proponente do projeto. Responsável pela coordenação geral, projeto editorial, redação final e direção geral de conteúdo.É jornalista formada pela PUC/RS, Mestre em Comunicação e Cultura pela ECO/UFRJ, redatora, roteirista e diretora audiovisual com atuação em Grupos de Mídia, Produtoras Audiovisuais e Órgãos Públicos. Criadora da Consultoria Audiovisual para empresas e instituições “Com que vídeo eu vou?”, auxilia empresas e entidades a usar o poder do áudio e do vídeo para fortalecer suas iniciativas. Na área acadêmica, pesquisa novos formatos audiovisuais, o futuro da televisão Broadcast (aberta e por assinatura), a intersecção com streaming e novas formas de mídia. Com a oportunidade de iniciar a atuação no mercado audiovisual nos meados da década de 1990 (com passagens por televisões abertas, a cabo, produtoras independentes e órgãos públicos), vivenciou um dos períodos de maior transformação tecnológica, social e da comunicação. Usa estas expertises em seus cursos e consultorias na área de comunicação corporativa e audiovisual. É diretora-executiva da Farfalla Comunica: Agência & Produtora de Conteúdo que atende a grandes e médias empresas nacionais e da Farfalla Produção Cinematográfica, proponente deste projeto. · Auracebio Pereira é o coordenador visual e ilustrador do projeto. É dele o projeto gráfico e a diagramação das duas obras. Jornalista e ilustrador, atuou como diagramador do Jornal Zero Hora por dez anos, onde participou também da criação do caderno semanal Vestibular, voltado à preparação para o concurso. No Jornal do Comércio de Porto Alegre, ilustrou capas de suplementos semanais, fez projeto gráfico de cadernos anuais e produziu infográficos. Como Coordenador de Comunicação da Prefeitura de Cachoeirinha - RS, gerenciou conteúdo distribuído à imprensa local e criou um jornal impresso para divulgação da atuação municipal.Também coordenou a comunicação do Telessaúde-RS, braço tecnológico do SUS responsável pelo telediagnóstico de pacientes em todo o RS. Participou da equipe de criação do site da Atenção Básica do RS, criou e gerenciou conteúdo das redes sociais do Mais Médicos no RS e produziu informativos, além de criar padronização visual usada em todo o material de divulgação da Atenção Básica. A partir de cursos de desenho e cor digital com profissionais internacionais de quadrinhos na Quanta Academia de Artes, passou a usar a narrativa gráfica das comics em ilustrações editoriais e a criar suas próprias HQs. Também ministrou curso de Produção Gráfica na Quanta e na PUCRS, como atividade de extensão. · Lívia Araújo: coordenação de conteúdo, redação, entrevistadora e ilustradora do projeto.Jornalista, escritora e ilustradora. Nasceu em Santos-SP, e se radicou em Porto Alegre em 2005. Formada em jornalismo pela Unesp, tem experiência de 20 anos em cobertura econômica e política, com uso de jornalismo de dados, realizando também pesquisa e entrevistas de campo para a produção de livros corporativos e relatórios de gestão. É também especialista em literatura brasileira pela Ufrgs e já publicou dois livros: “Dreamlog “(2018), pela Diadorim Editora e “Os hóspedes (2023)”, como ilustradora. Suas principais técnicas envolvem aquarela e o nanquim e o desenho figurativo. · Neia Oliveira: coordenação de pesquisa, conteúdo e comunicação. Jornalista diplomada pela Faculdade de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica com especialização em Comunicação para o Terceiro Setor pela Fundação Irmão José Otão. Atuou como empresária na área de Comunicação Corporativa com ênfase em relacionamento com stakeholders de projetos de grande porte. Durante esse período, viajou por todo o Estado conhecendo as realidades locais. Interagiu com atores públicos e comunidades. Coordenou projeto de registro fotográfico da Metade Sul do Estado, reconhecidamente a região com menor Índice de Desenvolvimento Humano do Estado, e pesquisa de cunho sócio-econômico. Também organizou eventos de grande impacto social, sempre considerando a inclusão de todos os grupos da sociedade. · Maria da Glória Tassinari Yacoub: coordenação administrativa financeira do projeto. Responsável por todos os trâmites burocráticos e suporte à produção. Economista com 30 anos de experiência em Gestão Financeira e Administrativa. Ao longo de sua carreira, atuou em empresas de grande e médio porte dos setores público e privado, ocupando cargos como Gerente Financeira e de Controladoria. Além de sua atuação no mercado corporativo, Maria da Glória é professora universitária, lecionando disciplinas como Economia, Administração Financeira, Empreendedorismo, Departamento Pessoal e Planejamento Estratégico. Também é idealizadora do podcast “Estagiário Experiente”, onde compartilha dicas sobre gestão, empreendedorismo e autoconhecimento com foco em profissionais 50+. É Diretora do Departamento de Voleibol de um clube em Porto Alegre, atividade voluntária para o fomento e inclusão dos jovens através do esporte.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.