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PRONAC 2415105Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Quando começa a chover o coração bate mais forte

M. P. HAASE & CIA LTDA
Solicitado
R$ 199,5 mil
Aprovado
R$ 172,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-12-20
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O livro de fotografias "Quando começa a chover o coração bate mais forte", a ser realizado pela premiada fotógrafa e documentarista gaúcha Mirian Fichtner, pretende retratar a pior crise climática que assolou o RS, com destaque para o período de maio de 2024, e contará com o depoimento inédito do cientista brasileiro Carlos Nobre, uma das maiores autoridades mundiais sobre aquecimento global.

Sinopse

Livro de fotografias de Miriam Fichtner, com textos do cientista Carlos Nobre. O projeto pretende que o livro tenha uma carreira de apoio as escolas para a divulgação e o debate sobre a questão climática.

Objetivos

Objetivo - Registrar o momento histórico das últimas enchentes que assolaram o RS. Um trabalho que transcende o factual com imagens tragicamente belas e resgata as lembranças do silêncio após a tragédia través dos vestígios e resquícios de vida depois da violenta destruição sofrida nas casas, ruas, bairros e cidades destruídas. - Registra as consequências, as perdas, as dificuldades da reconstrução, os estragos na memória e na história dos gaúchos atingidos por estas calamidades. - Colaborar com a difusão de informações científicas que possam ajudar na conscientização da urgência necessária para o combate do aquecimento global.- Destacar o depoimento inédito do cientista Carlos Nobre sobre a crise climática gaúcha, gravado especialmente para este trabalho, e suas previsões preocupantes sobre o futuro das mudanças climáticas no RS, como contraponto à desinformação e ao negacionismo da questão climática. Objetivos específicos - Viabilizar a criação de um livro com Tiragem de 1.000 exemplares com fotos, imagens e direção da fotógrafa Mirian Fichtner, mais o texto do cientista Carlos Nobre. - Elaborar um livro de linguagem fácil e objetiva com imagens autorais sensíveis e elucidativas que possam facilitar o acesso da população às informações que buscam esclarecer as questões que envolvem as causas da crise climática que assola os gaúchos e que estão longe de serem resolvidas; - Contribuir para a formação e desenvolvimento de novos leitores; - Produzir um trabalho de utilidade pública que possa colaborar para a preservação da memória cultural e histórica do RS, disponibilizando este trabalho para escolas, acervos, sindicatos, associações de moradores e centros culturais, conforme plano de distribuição. - Combater o negacionismo que ignora as questões ambientais na prospecção de um futuro sustentável; - Disponibilizar e facilitar o acesso do trabalho para comunidades atingidas pela tragédia ambiental. Participar de eventos com a população que foi atingida e continua sem assistência e informações sobre o ocorrido;

Justificativa

Os gaúchos viveram incrédulos uma tragédia climática prevista e anunciada que atingiu o Rio Grande do Sul nos últimos quatro anos, alternando secas e enchentes, culminando com uma inundação histórica, em maio de 2024, que provocou estragos imensuráveis em todo o Estado e também na capital. O Rio Grande do Sul assolado pela mais grave crise climática de sua história ficou submerso tomado pelo medo e a falta de perspectivas com o futuro. Foram afetadas diretamente mais de 2 milhões de pessoas, quase 95% das suas cidades sofreram com as inundações e deslizamentos, ocorreram 179 mortes, e os prejuízos já ultrapassam mais de 12 bilhões de reais, até o momento, segundo dados oficiais do Governo do Estado. Esse evento mudou a cabeça dos gaúchos e dos brasileiros e foi noticiado no mundo inteiro. Serviu de exemplo planetário sobre as questões de emergência climática e do ponto de não retorno a que a humidade está chegando na destruição do meio ambiente em todo o planeta. A obra de Mirian Fichtner é uma série impactante de imagens que documenta a devastadora tragédia que assolou o Rio Grande do Sul e nasceu da indignação da artista frente a inação de gestores e políticos negacionistas que ignoraram repetidos alertas sobre a crise climática na região. Elas evocam um apelo para que esta catástrofe não seja esquecida. O livro documentário fotográfico "Quando começa a chover o coração bate mais forte", além do registro histórico, busca colaborar com a mudança de comportamento da cidadania, ampliar e difundir o saber de informações científicas e trazer mais esclarecimentos sobre as questões de emergência climática e suas nefastas consequências. Segundo o cientista Carlos Nobre: "Precisamos falar mais sobre isso, mobilizar a sociedade e incentivar com bases científicas mais debates sobre esse assunto, enquanto ainda temos chances de reverter esse quadro, sem falsos alarmismos. Estamos diante de uma contagem regressiva sem volta que pode inviabilizar o futuro das próximas gerações e a vida aqui na terra." Atrave´s da distribuição gratuita do livro e a difusão via tdoos os meios eletrônicos, o projeto atende aos Incisos VIII, IX, que preconizam: Inciso VIII - estimular a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria; Inciso IX - priorizar o produto cultural origina´rio do Pai´s. e item IV do Artigo 3. que preconiza: Item IV - esti´mulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuiça~o gratuita e pu´blica de ingressos para espeta´culos culturais e arti´sticos;

Estratégia de execução

O livro documentário fotográfico “Quando começa a chover o coração bate mais forte”, além do registro histórico, busca colaborar com a mudança de comportamento da cidadania, ampliar e difundir o saber de informações científicas e trazer mais esclarecimentos sobre as questões de emergência climática e suas nefastas consequências. Segundo o cientista Carlos Nobre: “Precisamos falar mais sobre isso, mobilizar a sociedade e incentivar com bases científicas mais debates sobre esse assunto, enquanto ainda temos chances de reverter esse quadro, sem falsos alarmismos. Estamos diante de uma contagem regressiva sem volta que pode inviabilizar o futuro das próximas gerações e a vida aqui na terra.” Para conseguir cumprir esse papel, o projeto vai buscar fazer lançamento em festivais de fotografia, em escola e em qualquer fórum científico que esteja debatendo a questão climática.

Especificação técnica

Livro com 128 páginas e cerca de 70 fotos. Capa 4x0 -: CARTÃO TRIPLEX 300g/m COM ORELHA 20 cm + 20 cm, -laminiação frente Fosco e Verniz UV +Prova Digital Formato aberto: 480 x 210 mm; Fechado (240x210 mm) Guarda: Impresso: a 4x4 cores (ACMP x ACMP). Papel Couche Fosco IMUNE 170 gr/m*. Laminação Fosca Miolo: 120 pag impresso a 4x4 cores (ACMP x ACMP), Papel Couche Fosco IMUNE 150 gr/m*. Vincado Miolo: 4 pag. impresso a 4x4 cores (ACMP x ACMP). Papel Couche Fosco IMUNE: 170 gr/m*. Vincado Arquivo fechado pelo ciente, com emissão de provas digitais de alta. Livro - Encaixotamento , Paletização, Shrink Individual e Lombada Quadrada Colada Tiragem: 1000 (mil) exemplares.

Acessibilidade

O Projeto vai providenciar as acessibilidades necessárias de acordo com o objeto, livro de fotografia. Para o livro iremos inserir um prospecto em braile com apresentação e resumo do livro, conforme rubrica de numero 9 da planilha orçamentária.

Democratização do acesso

O projeto em suas características e especificidade é plenamente voltado à prática democrática de acesso aos bens de serviços culturais previstos na sua realização. Atende perfeitamente ao que prevê o Art. 21 da instrução Normativa nº 05/2017, em especial aos incisos I e III.

Ficha técnica

Elaboração do Projeto e Coordenação Geral: Carlos Caramez Coordenação Editorial: Carlos Caramez e Pedro Wilson Haase Filho Produção Executiva: Carlos Caramez Edição de Imagens e Fotografias: Mirian Fichtner Projeto Gráfico: Manoela Haase Consultoria Especial: Sinara Sandri Tratamento de Imagens: Pluf Fotografias Colaborador de texto: Carlos Nobre Revisão e edição de textos: Pedro Wilson Haase Filho Traduções: Pedro Wilson Haase Filho Supervisão Gráfica: Pedro Wilson Haase Filho Administração – Quati Produções Editoriais Mirian Fichtner - FotógrafaMirian Fichtner nasceu em Porto Alegre/RS. Formou-se em jornalismo pela PUC/RS e trabalhou nos principais jornais e revistas do Brasil. Foi editora de fotografia da Revista ÉPOCA no RJ, de 2001 a 2005.Em 2006 criou a Pluf Fotografias que atua na área editorial e corporativa com o foco em relatórios anuais, livros, projetos audiovisuais.Ganhou mais de 18 prêmios nacionais e internacionais de fotografia entre eles: 24º e 26º International Photo Contest Nikon; XXII Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos; Prêmio Abril em 2006 e 2011 ; I Prêmio Petrobrás de Jornalismo/Fotojornalismo em 2013; Melhor Portifólio na 17º edição do Festival Internacional de Fotografia “FESTFOTOPOA/2024”sendo convidada para expor a série “Tragédia Anunciada-visões do apocalípse no RS” sobre as enchentes que ocorreram em maio/junho, na edição comemorativa aos 20 anos do Festival Internacional de Fotografia em Paraty/RJ “Paraty em Foco” e no 1º Festival Mulheres Luz em Sp.É autora dos livros: Cavalo de Santo - Religiões afro-gaúchas / 2010, A vida que corre nos ônibus / 2011 e Rio – um olhar viajante / 2015.A Revista ZUM do Instituto Moreira Sales (IMS) selecionou o livro Cavalo de Santo (2011) entre os 10 fotolivros mais relevantes sobre a cultura afro-brasileira. Em 2021 estreia na direção do longa-metragem, direção de fotografia e câmera do documentário Cavalo de Santo, baseado no livro homônimo de sua autoria, em parceria com o diretor e roteirista Carlos Caramez e ganhou 4 Kikitos no 49º Festival Internacional de Cinema de Gramado/2021 (Melhor filme, Melhor filme Júri Popular, Melhor Roteiro e Melhor Trilha Sonora), 4 prêmios no IV Festival de Rua de Remígio/2021 (Melhor Fotografia, Melhor Som, Melhor Trilha Sonora e Melhor Direção de Arte) e Melhor Fotografia no 14º Festival Internacional da Fronteira/2021, além de estar na seleção oficial de mais de 3 festivais no Brasil –“Guarnicê-44 Edição Festival de Cinema no MA”/2021, “4 FestCine Internacional de Cinema Pedra Azul/ ES/2021 “e “Brittany International Film Festival /França/2022”.Em 2022 o documentário longa-metragem Cavalo de Santo estreia no Streaming GLOBOPLAY.Em 2024 assina a codireção, direção de fotografia e câmera do curta-metragem “2 BATUQUEIROS-Encontro dos mestres Giba-Giba e Boreo” e a direção de fotografia e câmera do longa-metragem “OS TRASNPLANTADOS -Alimente a Vida”, sobre a cultura doadora de órgãos.Carlos CaramezCarlos Caramez é jornalista e produtor cultural. Trabalhou nos veículos da grande imprensa do Rio e São Paulo e na TV Globo/RJ. Estreou no audiovisual como roteirista, diretor e produtor do documentário longa-metragem “CAVALO DE SANTO”, baseado no livro homônimo da fotógrafa Mirian Fichtner, onde participou como Coordenador Editorial. O documentário longa-metragem “CAVALO DE SANTO -Religiões Afro-Gaúchas” ganhou mais de 13 prêmios no Brasil e exterior, entre eles: 4 Kikitos no 49º Festival Internacional de Cinema de Gramado/2021, onde recebeu, entre outros, o prêmio de melhor filme e roteiro. Em 2022, o documentário estreou no GLOBOPLAY.Em 2023, assina a codireção, roteiro e produção do documentário curta-metragem “2 BATUQUEIROS” sobre a vida dos mestres da cultura negra ancestral gaúcha Borel e Giba-Giba a ser lançado, em dezembro de 2024. Também participou da direção, roteiro e produção do documentário longa-metragem “Os Transplantados-Alimente a Vida”, (2021-2024) sobre a cultura doadora de órgãos, em parceria com a Cubo Filmes, a ser lançado, em 2025.Em parceria com a fotógrafa Mirian Fichtner roteirizou e fez a direção musical do documentário “A D`ide” – nos levantaremos”, sobre a tragédia climática que atingiu no RS, em 2024, com o apoio do Instituto Ibirapitanga/RJ. O documentário a ser lançado, em dezembro de 2024, destaca a situação dos negros, pobres e das mulheres, entre os segmentos mais atingidos, além da intolerância religiosa. Atualmente, produz e roteiriza o documentário “Quando começa a chover o coração bate mais forte”, e trabalha na coordenação editorial do livro homônimo, em parceria com a fotógrafa e diretora Mirian Fichtner.Está finalizando o roteiro de “NGWAZI – Um brasileiro na África”, documentário a ser filmado em Moçambique, sobre o cineasta gaúcho Licínio Azevedo e prepara, em parceria com o escritor gaúcho José Falero, a produção da série “Gelo com Falero”, com 12 episódios sobre a nova literatura feita em Porto Alegre.Nos anos 70 fez parte do grupo “Cinemação” do Teatro Oficina (SP), com José Celso Martinez Correa. Foi produtor e empresário do grupo Novos Baianos. Ganhou o Prêmio Açorianos de Poesia (RS), em 1999. Fundou e dirigiu por mais de duas décadas a empresa Brasiliana Rio Eventos (RJ). A QuatiCriada em 2010, a Quati surgiu com o objetivo de atuar na concepção, produção e finalização de publicaçõesimpressas e digitais, com ênfase em livros e no desenvolvimento de projetos culturais com foco editorial. Aolongo de seus 14 anos de atividade e mais de 20 trabalhos editoriais efetuados, a Quati foi responsável pelaprodução de obras com variadas temáticas, destacando-se aquelas que apresentam um viés cultural e/oumemória corporativa. Títulos a destacar: “Almanaque do Varejo de Porto Alegre – 50 Anos da CDL, “OLegado de um Idealista – a trajetória de Osvaldo Carlos dos Santos à frente da Unicred POA”, “Unicred – 30anos”, “Hospital Ernesto Dornelles – 50 Anos”, “ZH 50 Anos”, “A Trajetória do Sicredi – uma história decooperação”, “Paquetá 70 Anos – história em contínua evolução”, “Sete de Abril - O Teatro do Imperador” e“Mercado Central – Pelotas” (ambos produzidos pela Lei Rouanet), “Ruy de Todas as Copas” e “A Força doTempo – histórias de um repórter fotográfico brasileiro”, entre outros.Também pela Quati, Pedro Haase, em 2023, atuou como editor da obra “G.E. Renner – O cometa eterno”,de autoria de Luis Carlos Macchi. Em 2024, coordenou a produção editorial do livro “Sicredi – NossosValores, Nossas Histórias”. Atualmente, finaliza a edição do livro “Clube do Comércio de Porto Alegre, 1896-2024”, do qual também é o autor, a ser lançado em 2025.Pedro Haase FilhoSócio-editor da Quati Produções Editoriais (ver abaixo) tem graduação em História e Jornalismo, ambas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). De 2000 a 2010, antes de criar a Quati, dedicou-se à produção e edição de livros na função de coordenador editorial da RBS Publicações, empresa do Grupo RBS.Até então, desenvolvera por 20 anos sua carreira como jornalista, com passagens em redações de jornal, rádio e revista no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Rio de Janeiro. Em 1998, ganhou o Prêmio ARI de Jornalismo em Reportagem Esportiva Em 1994, foi editor executivo do jornal Brasil Today, jornal semanaldirigido para a comunidade brasileira na Califórnia, EUA.À frente da RBS Publicações, coordenou a produção editorial e o lançamento de mais de 90 títulos. Entre os tantos projetos, destaca algumas obras dedicadas à história e à cultura do RS, como “Os Farrapos” (Prêmio Açorianos de Literatura 2003 – categoria projeto gráfico), “Lendas Gaúchas”, “O Rio Grande em Receitas”,“Cenas da Vida Gaúcha” (fotografia), “O Negrinho do Pastoreio e outras lendas gaúchas” (infantil), “Imagens Gaúchas” (fotografia), “Guia do Vinho Gaúcho”. Assim como de conteúdo esportivo: “Gauchão – história ilustrada de uma paixão” e “Felipão – A alma do Penta” (Destaque Editorial/Correio do Povo - CGTEE Feira do Livro 2002).Manoela HaaseDesigner formada pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e administradora pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com ampla experiência nas áreas de design gráfico,diigital e social. Atualmente, atua como UX Designer na Neoway, empresa de Big Data Analytics da Bolsa deValores (B3), onde desenvolve soluções centradas no usuário e fomenta a inovação. Sua trajetória profissional começou como analista de estilo na Renner, onde conduziu pesquisas de tendências, produtos e estampas para coleções, além de trabalhar com grandes marcas licenciadas, como Disney, Warner, Viacome Netflix. Após 2022, passou a integrar a equipe da Globo.com, desenvolvendo interfaces e funcionalidades para produtos de destaque como GE, GShow e Globoplay. Manoela também é fundadora do projeto social "Tem que Ter", o primeiro banco de imagens inclusivo de minorias do Brasil. Com esse projeto, recebeu prêmios como o Brasil Criativo, Papel e Caneta e SaferLab (iniciativa do Google.org e UNICEF). É sócia edesigner gráfica na Quati Produções Editoriais, onde participou de projetos como o livro "Nossos Valores, Nossas Histórias" do Sicredi (2024), a otimização do site da STPMA (2024) e o desenvolvimento de branding para a MJG Participações (2021CARLOS NOBREÉ considerado um dos mais renomados meteorologistas do país e um dos cientistas brasileiros mais conhecidos mundialmente, tem sido um destacado mediador entre a ciência e o público leigo, falando publicamente em muitas oportunidades sobre os problemas ambientais e os desgovernos do progresso, alertando principalmente contra os perigos do aquecimento global. Natural de São Paulo, Carlos ,Graduou-se em Engenharia Eletrônica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica em 1974, e no ano seguinte começou a trabalhar em Manaus no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). Fez doutorado em Meteorologia no Massachusetts Institute of Technology. Voltou depois ao Brasil, sendo hoje cientista sênior do INPA, mas visitaria o exterior outras vezes em temporadas de pesquisa, como em 1988, quando iniciou estudos, como pesquisador visitante na Universidade de Maryland, que seriam reconhecidos como pioneiros na análise dos impactos do desmatamento sobre o clima, além de postular pela primeira vez a possibilidade de a Amazônia virar uma savana por decorrência do aquecimento global, com potencial extinção em massa em âmbito regional. Já trabalhou na coordenação de grandes projetos científicos na Amazônia, destacando-se o Experimento Anglo-Brasileiro de Observações do Clima Amazônico (ABRACOS), de 1990 a 1996, e o Experimento de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA), de 1993 a 2000.Entre suas muitas atribuições oficiais foi chefe do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos e do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do INPE, titular da Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação, diretor do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas, presidente do Conselho Diretor e vice-presidente do Comitê Científico do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas, secretário-executivo da Rede Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Globais, chefe do Comitê Científico do International Geosphere Biosphere Programme, Alto Conselheiro Científico do Panel on Global Sustainability da ONU e membro do Conselho Científico da Secretaria-Geral da ONU. É membro da Academia Brasileira de Ciências e da Academia de Ciências dos Países em Desenvolvimento e senior fellow da divisão brasileira do World Resources Institute.Carlos Nobre possui muitas distinções e prêmios em seu currículo, como o Prêmio Fundação Conrado Wessel para o meio ambiente, o Troféu José Pelúcio Ferreira de Meio Ambiente do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, o Prêmio Personalidade Ambiental do World Wildlife Fund, a Medalha Anchieta da cidade de São Paulo, a Ordem Nacional do Mérito Científico no grau de comendador e a prestigiada Medalha Alexander von Humbolt da União Europeia de Geociências. Tem grande bibliografia científica, sendo um autor de referência internacional.Foi um dos autores principais do Quarto Relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, pelo que recebeu, junto com toda a equipe envolvida, o Prêmio Nobel da Paz em 2007. No mesmo ano foi indicado um dos 100 brasileiros mais influentes pela Revista Época, e Personalidade que Faz Diferença pelo jornal O Globo.Foi homenageado pelo Instituto de Engenharia com o título de Eminente Engenheiro de 2020.Em 2021 a Associação Americana para o Avanço da Ciência lhe conferiu o prêmio Diplomacia da Ciência (Science Diplomacy), pela sua atuação na promoção da Ciência.Foi eleito membro da Royal Society britânica em maio de 2022, se tornando o segundo brasileiro a fazer parte da entidade dedicada à ciência, ao lado de Dom Pedro II.Em 2023, recebeu o título Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), devido a suas contribuições científicas nas áreas de meio ambiente e mudanças climáticas e pela defesa da Amazônia. Esta foi a primeira vez que o cientista recebeu um título Honoris. Sinara Sandri - Co-criadora e Coordenadora adjunta do festival Jornalista (UFRGS/1995), especialista em História do Brasil (UFF/2001) e mestre em História (UFRGS/2007). Experiência em assessoria de comunicação no setor público, privado e terceiro setor. Trabalhou no governo do Estado RS (2011-2014) onde desempenhou as funções de chefe de gabinete da Sra. Primeira-Dama e de Coordenadora da Assessoria de comunicação da Secretaria Estadual de Saúde. Foi idealizadora e assessora de imprensa do Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre – FestFotoPoA (2007 a 2011, 2015). O evento reúne anualmente fotógrafos e especialistas de diversos países e já teve exposições importantes como a retrospectiva de Luis Carlos Felizardo e a exposição Gênesis, de Sebastião Salgado. Teve experiência docente como professora universitária no Departamento de Comunicação da Fabico/Ufrgs. Foi colaboradora da Agência Reuters desde entre 2000 e 2011, sendo responsável pela cobertura jornalística das eleições (nacionais, municipais e estaduais) e das agendas oficiais da Presidência da República ao Rio Grande do Sul, desde 2004. Assessoria de Imprensa: Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre. Brasil Imagem. Porto Alegre. Edições 2007, 2008, 2009, 2010, 2011 e 2015, 2016, 2017, 2018, 2019. Assessora de imprensa. Relação com veículos, formadores de opinião da mídia local e nacional e redes sociais. Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Porto Alegre. 2011-2014. Secretaria Estadual de Saúde (2014). Coordenadora da Assessoria de Comunicação. Consolidou uma rotina no trabalho jornalístico (monitoramento e relação com veículos) e coordenou toda a produção das campanhas institucionais, além de tratar pessoalmente dos momentos críticos da imagem da secretaria junto à opinião pública. Gabinete da Primeira-Dama RS (2011-2013). Chefe de Gabinete e assessora de imprensa. Foi a responsável pela formatação do Centro Cultural Palacinho – Fototeca do Rio Grande do Sul e pela divulgação do novo espaço na mídia local. Cuidou das relações institucionais do gabinete tanto com o restante do governo quanto com outros órgãos e instituições, tendo sido responsável pelos processos de elaboração de emendas parlamentares e discussão orçamentária. Mutirão de Comunicação América Latina e Caribe. CNBB Sul. Porto Alegre. 2009. Assessoria de Imprensa. Produção de conteúdo jornalístico em português e espanhol. Concrab / MST. Assessoria de Imprensa da Direção Nacional do MST e editora do Jornal Sem Terra. São Paulo. 1997 Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul. Assessoria de Imprensa da liderança da bancada do Partido dos Trabalhadores e do gabinete do Dep. Flávio Koutzii. Porto Alegre. 1995-1996. Prefeitura Municipal de Porto Alegre – SMIC. Estagiária. Porto Alegre. 1991-1992. Reportagem Agência Reuters. Colaboradora (stringer) na editoria de economia e política, cobrindo eleições nacionais, estaduais e municipais, além das viagens presidenciais ao Rio Grande do Sul. Participou da cobertura do 3o e do 5o Fórum Social Mundial. Porto Alegre. 2004-2011. Folha de São Paulo. Repórter da editoria de cotidiano. Sucursal do Rio de Janeiro. 1998. Editora Globo. Repórter da Revista Globo Rural, responsável pela seção de consultas técnicas e fichas taxonômicas. São Paulo. 1997. Cohre Americas (Center on Housing Rights and Evictions) - Editora do boletim eletrônico Quilombol@. Publicação bimestral bilíngüe sob responsabilidade da Ong especializada em regularização fundiária e sede em Genebra. Porto Alegre. 2005-2006. Ministério do Meio Ambiente. Reportagem, pesquisa e edição do ‘Caderno Povos da Floresta’, sobre populações tradicionais da Amazônia Ocidental. Rio Branco (Acre). 2004. Unicef (Fundo das Nações Unidas para Infância), Cese (Coordenadoria Ecumênica de Serviços), Fase (Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional). Reportagem para o relatório “Terra e Cidadania: Produção e Educação em Assentamentos de Reforma Agrária” sobre a situação socioeconômica de projetos de reforma agrária nas regiões sul, sudeste e nordeste do Brasil. Rio de Janeiro. 1999-2000. Produção Cultural Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre – FestFotoPoA. Brasil Imagem. 1o, 2o e 3o FestFotoPoA - Produção Executiva e Assessoria de Imprensa. Porto Alegre. 2007-2009. 4o FestFotoPoA – Membro do Conselho Curador, coordenação da Ação Educativa, editora dos Cadernos de Fotografia (vol I e II)com a memória do festival. Porto Alegre. 2010. 5o FestFotoPoA – Membro do Conselho Curador, produção executiva, produção gráfica, coordenação das leituras de portfólio e oficinas, edição do “Cadernos de Fotografia” (Vol III). Porto Alegre. 2011. 8o FestFotoPoA – Assistência de produção. Coleção Pirelli / MASP de Fotografia. Brasil Imagem. Produção executiva e assessora de imprensa da exposição da Coleção Pirelli / MASP de Fotografia, no Margs. Porto Alegre. 2005. Coleção de Pôsters de Fotografia Brasileira Contemporânea. Brasil Imagem. Produção executiva da exposição da Coleção de Pôsters de Fotografia Brasileira Contemporânea, na Casa de Cultura Mário Quintana. Porto Alegre. 2004

Providência

PROJETO ARQUIVADO.