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PRONAC 2415113ArquivadoMecenato

Rock na Praça - 23 anos Ao Vivo no Music Box Brasil

TRILHA HUB CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 509,6 mil
Aprovado
R$ 509,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Sapucaia do Sul
Início
2024-12-13
Término
2025-12-31
Locais de realização (2)
Esteio Rio Grande do SulSapucaia do Sul Rio Grande do Sul

Resumo

O Projeto visa a realização de duas edições do Festival "Rock na Praça - 23 anos Ao Vivo no Music Box Brasil" com apresentações musicais transmitidas ao vivo pelo canal Music Box Brasil.

Sinopse

O projeto apresentará shows das seguintes bandas: Flor Et, Canto Cego, Machete Bomb, Bella e o Olmo da Bruxa, Meu Funeral, Black Pantera, Superguidis, Graforreia Xilarmônica e Cachorro Grande. Todos shows com transmissão ao vivo pelo Canal Music Box Brasil.

Objetivos

Objetivo geral: O objetivo do projeto é realizar duas edições comemorativas do evento Rock na Praça em alusão aos 23 anos de trajetória do evento e com transmissão ao vivo integral das duas edições pelo canal Music Box Brasil. Objetivos específicos -Realizar dois eventos em dois dias durante dois meses em duas praças, sendo uma em Sapucaia do Sul e outra em Esteio. - Apresentação e transmissão de dez artistas musicais.- Valorizar e remunerar os trabalhadores da cultura local através da remuneração direta de 34 profissionais e indiretamente de 120 pessoas.- Público atingido diretamente: 18 mil pessoas esperadas nos eventos presenciais e 40 mil pessoas assistindo apenas na grande Porto Alegre.

Justificativa

O projeto "Rock na Praça _ 23 anos" consiste na produção, apresentação e transmissão ao vivo de duas edições comemorativas do festival Rock na Praça, uma em Sapucaia do Sul e outra em Esteio. No município de Esteio, o evento será realizado na Praça Coração de Maria. Já em Sapucaia, o evento ocorre na praça popularmente conhecida como Praça da Prefeitura. Em ambas edições, a entrada é franca, o evento ocorre tradicionalmente aos domingos, das 13h até às 22h. Em Sapucaia do Sul é esperada a circulação de dez mil pessoas. Já em Esteio a previsão é de circulação de oito mil pessoas, dados baseados nas últimas edições que ocorreram nas mesmas cidades e nos mesmos espaços. Em duas edições, o festival apresentará 10 bandas, entre clássicos do estado do Rio Grande do Sul, novidades da cena gaúcha e novidades do circuito nacional. A edição planejada aqui visa ampliar a visibilidade do evento através da transmissão em um canal nacional de televisão, ao mesmo tempo que o evento é transmitido ao vivo também passará a integrar a grade de programação do canal e será postado no youtube do próprio evento, permitindo assim um acesso contínuo dessas edições do festival. O canal Music Box Brasil pode ser sintonizado através: CLARO HD: 623; CLARO: 123; Oi TV: 145; BOA VISTA CABO: 60 ; CABLE BAHIA: 98; CABO NATAL: 602; CCS (CAMBORIÚ): 41; CTBC, IMAGE TELECOM: 302; G2 NET SUL, LINSAT: 59; TCM: 213; MULTIPLAY: 110; SIM TV _ (TV CIDADE, CABLE BAHIA, MULTIACBO): 98; SUMICITY TV: 118; MULTIMÍDIA: 66; TV A CABO SÃO BENTO (SSTV): 50; TV CARATINGA 154; TV CIDADE, SIM TV: 330; VIA CABO, (BR TELECOM, MINAS CABO) WCB, VIA CABO/STV, VIA, CABO: 92; VIVO TV FLORIANÓPOLIS: 66; TV SP2: 70; VIVO TV FOZ DO IGUAÇU: 33; VIVO: 637; VSAT: 86. O Rock na Praça é um evento gratuito focado principalmente na apresentação de artistas com repertório autoral e na formação de público consumidor de cultura através da democratização do acesso aos bens culturais. Nesses 23 anos de atividade, o evento foi reconhecido como Patrimônio cultural imaterial da cidade de Esteio através da lei municipal de Nº 8.147/2022. Apesar de ter sua origem em Esteio, o festival acabou adotando um caráter de itinerância após a pandemia e já percorreu algumas cidades da região metropolitana de Porto Alegre. A região possui um aspecto comum com todas cidades-satélites do Brasil e isso acaba sendo visível também na identidade e nos conceitos de curadoria e produção do Rock na Praça. Em cidades assim é comum que não tenhamos tantas "divisões" nos grupos culturais, pois as próprias atividades e os grupos possuem uma circulação restrita, ou seja, se numa capital ou em um grande centro teremos grupos de teatro, de dança, grupo de música de tal gênero e de outro gênero que não se misturam muito e interagem em espaços comuns, nessas cidades "menores" todos acabam interagindo em prol do movimento artístico. Afinal, os espaços de convivência e encontro geralmente são os mesmos. O resultado previsto opera nesse sentindo oportunizando e dando vida e sentido aos espaços públicos da região metropolitana, ao mesmo tempo que oferta uma programação gratuita, diversificada e plural, colaborando assim com a identidade cultural e social do cidadão, principalmente do cidadão periférico e metropolitano, através da construção e manutenção dos laços de afeto do cidadão com o seu local através da prática cultural. O evento apresenta uma pluralidade na sua curadoria que vai do som mais pop, indie, folk até ao som mais extremo. Essa diversidade sonora também acaba refletindo na diversidade do público que acompanha e prestigia o evento. Há pessoas que frequentam o Rock na Praça desde o seu inicio, formaram famílias e levam seus filhos e também há jovens que estão chegando agora para prestigiar o evento. A participação do público jovem também é estimulada pelo Rock na Praça através da priorização da apresentação de novas bandas e bandas de jovens. Esses sentimentos de pertencimento sempre são visíveis no palco do Rock na Praça, pois a juventude se vê representada e acaba sendo estimulada. O Rock na Praça funciona como uma espécie de vitrine de bandas e dos trabalhos artísticos da região. Esses são os verdadeiros resultados do projeto e a manutenção dessas características é o que mantém o evento vivo e atraindo cada vez mais pessoas até hoje. É o espaço público sendo ocupado com arte e cultura e indo ao encontro do público que validará aquela apresentação, irá aplaudir e propor uma recepção e interação entre público vs artista. Aliás, muitas bandas fizeram suas estreias no palco do evento e muitas bandas já foram formadas por assistirem apresentações no evento. Entendemos que quando se é jovem o poder aquisitivo acaba sendo menor e a oferta de um evento gratuito e que ocorra cedo acaba suprindo essa lacuna na formação cultural do jovem, pois possibilita que ele utilize o espaço sem ter que pagar por um ingresso ou ser obrigado a consumir no bar local e ainda possa utilizar do transporte público para chegar ao espaço. Citamos um exemplo que gostamos muito que é do Gabriel Martens, baterista da Psycho Decadence, uma banda de metal nova da região formada por integrantes que estão na faixa dos 20 anos. Gabriel é filho de prestigiadores do evento e frequenta o Rock na Praça desde os seus primeiros meses. Seu pai é skatista e músico e Gabriel segue seus passos. Em 2023, a banda do Gabriel estreou no Rock na Praça e no palco ressaltaram como era um sonho para eles tocarem no evento que cooperou para a formação musical dos integrantes. Por isso, por ser um evento gratuito e por ser um evento que ocorre em espaços públicos, é que o Rock na Praça opera tanto na formação e renovação de público e estes são possivelmente os nossos maiores trunfos. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91. I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Estratégia de execução

O Rock na Praça surgiu na cidade de Esteio em maio de 2002, através de um convite do ex-secretário de cultura de Esteio Ramon Alejandro Ruíz Velazco para a participação no dia do desafio. A mobilização era fazer um show de rock com uma roda punk que durasse mais de 15 minutos. O desafio foi aceito e fez tanto sucesso que os organizadores resolveram dar continuidade ao evento. Em 21 anos já ocorreram mais de 100 edições e cerca de 600 bandas já passaram pelo palco do Rock na Praça. Na edição de 2015, foi realizada a gravação de um DVD comemorativo aos 15 anos do evento. Os shows dessa edição estão disponíveis no youtube e também integram a grade de programação do Canal Music Box Brasil. O evento virou referência no estado e também é um dos festivais independentes com maior longevidade no sul do Brasil. Um dado curioso é que a cidade de Esteio é a cidade com menor área geográfica do sul do Brasil. O festival atualmente integra também a Abrafin - Associação Brasileira de Festivais Independentes – o que permitiu que o evento levasse para a região metropolitana bandas de quase todos os estados do Brasil e também de países como Chile, Argentina, Uruguai e Austrália. Aliás, através desses intercâmbios culturais é que algumas das bandas locais acabaram também circulando pelo Brasil e Uruguai, como é o caso dos grupos esteienses Lokos D’Bira e Abigail que já realizaram turnês no Uruguai, devido ao intercâmbio proporcionado pelo festival. Em 2022, o Rock na Praça virou patrimônio cultural imaterial de Esteio. Durante a sessão ordinária da Câmara, no dia 6 de junho, o projeto de lei 8/2022 teve aprovação por unanimidade. De autoria do vereador Leo Dahmer (PT), a proposta autoriza o fomento pelo poder público e reconhece como resultado da atividade cultural da comunidade do Município o evento dedicado a apresentações de bandas locais e de grupos musicais formados na região metropolitana. No texto aprovado pelos parlamentares, os promotores do Rock na Praça são ainda reconhecidos como agentes da cultura popular. Na justificativa ao projeto, Leo ressalta que o festival contribuiu com a identidade cultural municipal. “É, de fato, um patrimônio imaterial da cultura de Esteio, em que a presente proposta dá forma positivada ao que pode ser constatado na realidade social e cultural da cidade”, afirmou.

Especificação técnica

Cada show terá uma hora de duração, intérprete de libras e a faixa etária é livre. Cada evento terá duração de nove horas ao total. Flor Et. R$8.000 Canto Cego R$10.000 Machete Bomb R$12.000 Bella e o Olmo da Bruxa R$6.000 Meu Funeral R$8.000 Black Pantera R$35.000 Superguidis R$13.000 Graforreia Xilarmonica R$17.000 Cachorro Grande R$37.100 Boogarins R$22.000 Total: R$168.100O tempo de palco de cada apresentaçãos será de 1 hora.

Acessibilidade

O evento conta com intérprete de libras para todas as apresentações. As praças que servirão de palco para o evento possuem rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização tátil, vagas preferenciais, amplo espaço nas entradas e saídas para manobra de cadeira de rodas e demais medidas de acessibilidade arquitetônica. O evento também contará com banheiros químicos para PCDs. O projeto prevê contratação de receptivos para o público PCD, garantindo assistência e acessibilidade atitudinal. PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: As praças que servirão de palco para o evento possuem rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização tátil, vagas preferenciais, amplo espaço nas entradas e saídas para manobra de cadeira de rodas e demais medidas de acessibilidade arquitetônica. Existe na planilha orçamentário verba destinada para receptivos que acompanharão exclusivamente pessoas com mobilidade reduzida. Item da planilha orçamentária: informar qual é o item inserido na planilha orçamentária referente às medidas que serão adotadas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Existem sinalizações para pessoas com baixa visão e receptivos exclusivamente para acompanhar deficientes visuais durante o evento. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O evento conta com intérprete de libras para todas as apresentações, existe intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não possui.

Democratização do acesso

O evento tem transmissão ao vivo pelo canal Music Box Brasil, tem entrada franca em espaço público e também será postado no canal do youtube. IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;

Ficha técnica

Ricardo Varela, 41 anos, é produtor cultural desde 2001 e atua no projeto como assistente de produção. É idealizador e produtor do evento Rock na Praça há 21 anos. O evento se consolidou com um dos principais eventos de rua do RS, inclusive tendo obtido o título de Patrimônio cultural imaterial da cidade de Esteio (lei municipal Nº8.147). Além disso, Varela já produziu inúmeros outros eventos na região metropolitana de Porto Alegre: Balaiada Festival, Trilhapalooza, Mês do Rock, Noites Balaiada e o Esteio Beer Fest. De 2003 a 2005 foi Presidente da Associação Esteiense de Rock. De 2005 a 2007 foi diretor da rádio Esteio FM. Em 2010, atuou como coordenador do projeto ProJovem Trabalhador em Esteio. De 2018 até 2022 foi sócio proprietário do Trilha Hub Cultural em Sapucaia do Sul. De 2020 a 2022, atuou como diretor cultural da Escola Mocidade Independente do Jardim Planalto. Também atuou como integrante da comissão Aldir Blanc nas cidades de Esteio e Sapucaia, participando ativamente da elaboração dos editais, análise dos projetos e avaliação das prestações de contas. Varela também foi um dos 150 gaúchos contemplados com o Prêmio trajetórias culturais Mestra Sirley Amaro. Atualmente, Varela é integrante do Conselho de Cultura de Esteio, Presidente da Rede Esteio Cultural e diretor social do Clube Aliança. Além de continuar produzindo o evento Rock na Praça, Varela também está envolvido no projeto de pesquisa e documentação intitulado “Histórias da Música de Esteio” Wender Zanon, 34 anos, atua no projeto como curador e produtor. Seu trabalho é focado no registro e resgate de histórias da região metropolitana de Porto Alegre. Atua na área cultural desde 2007. Começou sua carreira trabalhando no Coletivo de Bandas Independentes Locais (B.I.L), sediado em Canoas. Com o coletivo, organizou diversos shows incluindo a produção do palco alternativo do Fórum Social Mundial realizado em Canoas, workshops, bate-papos e duas edições do Festival Canoense de Videoclipe. Desde então, está envolvido na comunicação e na produção de diversos trabalhos de artistas autorais da região metropolitana de Porto Alegre Atualmente, está em produção de seu terceiro filme da trilogia de Canoas “Um Filme de BR”, contemplado pelo edital municipal da Lei Paulo Gustavo, e com previsão de lançamento para 2025. Para o próximo ano também está organizando uma coletânea e livro apresentando um mapeamento de DJs que integram o circuito da música eletrônica da capital e região metropolitana. O trabalho intitulado “Marginália Metropolitana”, desenvolvido em parceria com o artista Marcelulose, foi financiado pelo edital estadual da Lei Paulo Gustavo. Também está prestes a lançar sua segunda história em quadrinho, “Diários Metropolitanos” é uma antologia de novos artistas gráficos da região metropolitana. O material apresenta cinco histórias em cinco cidades diferentes e será lançado pela Editora Hipotética. Entre seus trabalhos de destaque estão os filmes: “Ensaios sobre uma cidade” lançado em 2024; “This is Canoas, not POA!”, documentário lançado em 2021 abordando 40 anos da cena musical da cidade; o gibi “Gosto Estranho” lançado em 2023; Produção e assessoria de duas edições da feira gráfica Faça-Você-Mesmx; Comunicação do Festival de Teatro Popular em Canoas (FESTIA), realizado pelo Grupo TIA; Coordenação da mostra itinerante do Festival de Cinema Fantástico de Porto Alegre (FANTASPOA). Wender também integra a equipe do Festival Rock na Praça, Patrimônio cultural imaterial da cidade de Esteio, através da lei municipal Nº 8.147, o mesmo festival também é integrante da Abrafin - Associação Brasileira de Festivais Independentes e faz parte do calendário oficial de eventos do estado do RS. Ainda na área da música, Wender é fundador do selo Parada 12, selo dedicado ao rap com sede no bairro Olaria em Canoas. Tendo realizado recentemente a produção executiva de duas coletâneas destinadas ao mapeamento de novos MCs da região metropolitana e dois álbuns do grupo Subterrâneo 12. Como produtor executivo já assinou trabalhos dos artistas Negroide MC, Paulo Vitor, Cor do Invisível, Transmissão Beta, Fúlsia, Dio, Projeto Vá, DJ Abu_Ewls, Marcelulose, Psycho Decadence, Subterrâneo 12, Os Torto e Gustavo Herscovitz. Além dos próprios trabalhos musicais autorais que está e esteve envolvidos: Paquetá, Conflito, Mal dos Trópicos, Assombroso Mundo da Natureza, Maskara, Vida Torta e Change Your Life. Luiz Paulo Zanovello Soares atua no projeto como produtor geral. Jovem e negro, também conhecido como "Cisco", nascido em 2000 em Porto Alegre. Iniciou como roadie em 2016 atuando com bandas e festivais locais, em especial como roadie para a banda Cor do Invisível, em 2019 assumiu os baixos da banda e segue até o presente dia. Em 2019, fez parte do projeto “RPG Lido nas Escolas”, onde foi monitor e instrutor de gamificação através de RPG de Mesa. Ao ano de 2020 começou a atuar somente em julho com a Coletânea Bandas Antifascistas do Arquivo Punk Rock do Sul. Lançou a “Coletânea Certificado de Sobrevivência” que buscava auxiliar bandas independentes durante a pandemia. No mesmo ano, começa a apresentar programas, como o “Banda Indica Banda” e o novíssimo “Folhetim de Banda”. O programa fica como um especial, retornando sempre quando houver necessidade ou novas coletâneas. O Folhetim de Banda vem com uma proposta diferente, nele seria abordado as últimas notícias do mês da cena independente.Em 2022, fundou o Coletivo Timbaúva, junto da escritora Irka Barrios e do produtor cultural Wender Zanon. Com o início do projeto, os mesmos são contemplados no Microcrédito Cultural de Canoas de 2023. Eles se organizam para executar o projeto enquanto pensam em mais edições e ações para o ano de 2024. Ainda em 2023 participa das gravações do documentário "Ensaios sobre uma cidade", que fala justamente sobre a cidade de Canoas, dirigido por Wender Zanon, com previsão de lançamento para 2024. Cleiderson Rodrigo Dias Moran atua no projeto como técnico de som. Também é responsável pela locação de boa parte dos equipamentos de áudio e luz do evento através da sua empresa. Rodrigo é também um dos criadores do Rock na Praça. Presta seus serviços para diversos eventos na região metropolitana de Porto Alegre. Também possui uma carreira como músico, guitarrista, baixista e compositor. Atualmente é baixista da banda Inimigo Eu!. Guilherme Leal trabalha desde 2009 como designer gráfico, atuando inicialmente na área de jogos eletrônicos, realizando texturização e artes em geral. Atualmente trabalha como designer gráfico em uma empresa, realizando a parte de mídias digitais e comunicação visual em geral, elaborando folders, revistas, fachadas e placas em geral. Desde 2015, tem atuado no setor cultural com foco mais voltado a criação de logos e capas de álbuns, singles e EP’s de bandas da região metropolitana. Realiza também trabalhos de edição de vídeos e motion design

Providência

PROJETO ARQUIVADO.