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Realizar desfiles do Bloco Cultural de Carnaval Tamborada pelas três cidades mais atingidas pela enchente de maio de 2024 na zona sul do RS: São Lourenço do Sul, Pelotas e Rio Grande. Incluir nos desfiles, participantes das comunidades das três cidades, através de encontros abertos e aquisição de instrumentos. Todas as atividades serão gratuitas.
NÃO SE APLICA
Objetivo Geral Realizar desfiles do Bloco Cultural de Carnaval Tamborada, apresentando conteúdo autoral e instrumentos artesanais, envolvendo pessoas de diferentes idades, gêneros e etnias. Objetivo Específico Realizar 03 desfiles do Bloco Cultural de Carnaval Tamborada, com 02h de duração cada e contemplando as comunidades de 03 cidades diferentes; Promover 03 encontros abertos, com 04h de duração cada, contemplando até 40 pessoas de cada cidade, com 20% de vagas para pessoas com necessidades especiais, que irão desfilar com o Bloco. Totalizando 12h de encontros e 120 pessoas contempladas. Adquirir 24 instrumentos musicais, sendo 22 artesanais e 02 industriais.
O Bloco Cultural de Carnaval Tamborada é uma criação do artista gaúcho Kako Xavier, que completa 30 anos de carreira, dedicada a recuperar a história dos Tambores do RS. Mais que um Bloco de Carnaval, a Tamborada é um projeto inclusivo, sendo formado por pessoas das cidades de Pelotas e Rio Grande, de diferentes idades, gêneros e etnias, quebrando tabus como, por exemplo, que "mulheres não tocam tambores" O Bloco Tamborada quer se utilizar da Lei de Incentivo à Cultura por ser o caminho que melhor contempla o seu conteúdo. Nos últimos anos no RS, sabemos que o carnaval virou um grande mercado e que a competição por apoiadores e patrocinadores está ligada diretamente aos modismos, a repetição das músicas que "dão certo" no país, resultando em um carnaval onde o entretenimento fala mais alto e a cultura é deixada de lado. Neste ano de 2024, o Bloco Tamborada desfilou pela primeira vez no carnaval da Praia do Cassino, na cidade do Rio Grande, o maior da zona sul do RS. Foram 70 "tocadores e tocadoras" de tambores artesanais que conduziram um número de 300 integrantes, mostrando na avenida parte da nossa própria cultura, recebendo um olhar positivo e de aceitação da comunidade local por cantar a nossa história e recuperar os Tambores Gaúchos, desconhecidos da maioria do povo Brasileiro. O Tambor de Sopapo, Patrimônio Imaterial Pelotense, teve sua entrada no RS pelo Porto de Rio Grande. Um Tambor único, cônico, medindo 1 metro de altura, com 55 cm de diâmetro e 35 de boca, protagonista dos antigos carnavais da zona sul. Hoje, este Tambor é recuperado pelo Bloco Tamborada, que nos últimos 07 anos faz a sua reconstrução de forma artesanal, com investimento dos próprios integrantes. São mais de 50 Tambores de Sopapo construídos artesanalmente. O Tambor de Sopapo vai para a avenida nos desfiles do Bloco Tamborada representando a presença do povo negro gaúcho na feitura do charque - riqueza do nosso Estado. Junto ao Sopapo, o Bloco apresenta o Tambor Praieiro, instrumento criado pelo artista Kako Xavier em 2017, que destaca a família das caixas de congadas do Brasil. Baseado na manifestação do Maçambique, do litoral norte do RS, o Tambor Praieiro nasceu para exaltar as riquezas do Litoral Sul, é no ritmo deste tambor que o bloco canta a vida do lugar, temática banhada pelas águas da Lagoa dos Patos, um dos alvos da enchente de maio de 2024. Já são mais de 90 exemplares deste tambor construídos de forma artesanal. O Bloco Tamborada está em atividade durante o ano inteiro na Praia do Cassino, em Rio Grande, e na Praia do Laranjal, em Pelotas. Para melhor entendimento da criação do Bloco, o artista Kako Xavier, baseado nos seus 30 anos de carreira, definiu um jeito de tocar o samba batucado, uma cadência mais lenta que está na memória do artista, dos antigos carnavais da zona sul do RS. Para trazer novos participantes aos desfiles, propomos realizar também o produto secundário, definido como ENCONTROS ABERTOS (curso/oficina/capacitação-música), uma troca de saberes entre os principais integrantes da parte rítmica do Bloco com os novos e futuros participantes. Para isso, o projeto busca a aquisição de 24 instrumentos (22 artesanais e 02 industriais), para possibilitar que os participantes das comunidades locais tenham instrumentos e os utilizem nos desfiles, como integrantes do Bloco, e não simplesmente espectadores. Estes instrumentos terão uso permanente no Bloco. São 04 Sopapos, 08 Praieiros, 04 Caixas, 04 Agês e 02 Atabaques (artesanais) e 02 Agogôs (industriais, vendidos em casas de religião de Matriz Africana do RS). Para o próximo carnaval, em 2025, o Bloco se dedica a temática das águas, seus encantos, os pescadores, devoção à Iemanjá e a beleza do litoral sul do RS. Através da sua nova canção, o compositor convida o público a sonhar com uma melhor safra do Camarão, depois da trágica enchente que assolou nossas águas. Kako Xavier e o Bloco Tamborada destacam e lançam a canção CAMAREU, que traz a memória do antigo vendedor de camarão que circulava pelas ruelas dos nossos balneários vendendo seus produtos. O Bloco também vai apresentar as canções: LUGAR LEGAL, que mostra o nosso orgulho por sermos da zona sul do RS, AGORA SOMOS NÓS, que levanta a bandeira da irmandade, por estarmos juntos como um nó, ou melhor, vários nós. O SOM DA ALDEIA, é a canção que leva a comunidade para se banhar nas águas e se jogar nos braços de Iemanjá, hino do Bloco Tamborada, que trata nossas comunidades como nossas "Aldeias". O sucesso do Bloco no desfile de 2024: QUEM É VOCÊ, uma reflexão de como estamos lidando nos dias atuais com questões de relacionamento humano, propondo que seja na base do amor. Ainda o nosso tradicional grito de guerra: … SENTE SÓ, QUE LUXO, FAZER A FESTA COM O TAMBOR GAÚCHO … uma forma que o Bloco encontrou de mexer na auto estima do povo local, destacando a importância dos Tambores no Estado do RS. A Lagoa dos Patos, que recebeu tanta água nas enchentes, será o cenário dos desfiles. É na orla da Praia de São Lourenço do Sul que o Bloco Tamborada inicia a série dos desfiles, passando pela Praia do Laranjal, em Pelotas, finalizando na avenida da Praia do Cassino. Para isso, o Bloco Tamborada, com o incentivo da Lei de Incentivo à Cultura, quer recuperar a nossa auto estima, trazendo esperança e alegria através da nossa gente, contando e cantando a nossa história. Assim, aponta-se que o presente projeto se enquadra na Lei 8.313/91 Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, atinge a Lei 8.313/91 Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Embora o produto principal seja o desfile de carnaval, o projeto não está atrelado somente ao período dentro do calendário tradicional. No RS temos também a tradição dos carnavais fora de época, portanto, de acordo com a previsão da entrada do aporte, seguiremos o cronograma de pré-produção, produção/execução e pós-produção normalmente. Sobre a planilha: A sede do projeto é na cidade de Pelotas, por isso toda a pré-produção é realizada nesta cidade. A pré produção do produto "Encontros Abertos" (Curso/Oficina/Capacitação - Música), acontece simulteneamente a pré produção do produto "Desfile de Carnaval ou Festivos".
O projeto realiza 03 apresentações de música regional - DESFILE DO BLOCO CULTURAL DE CARNAVAL TAMBORADA, com duração de 2h cada, envolvendo 40 músicos, com cachê total de R$14.000,00 por apresentação. Nos ENCONTROS ABERTOS com as comunidades locais, o objetivo é apresentar a história dos Tambores Gaúchos, com a finalidade de inserir os participantes no desfile do Bloco. Promovendo momentos de interação prática com os instrumentos, seus sons e as músicas autorais do Bloco Tamborada, a atividade tem duração de 04h. Envolve 04 músicos do Bloco, que irão conduzir os principais instrumentos: Tambor de Sopapo, Tambor Praieiro e Caixa Praieira. A METODOLOGIA é dividida em 04 momentos: a História, o Cantar, o Dançar e o Tocar: A HISTÓRIA dos Tambores Gaúchos é apresentada aos participantes, através de fragmentos de saberes adquiridos ao longo da caminhada do artista Kako Xavier. Apresentando os Tambores de Sopapo, Tambor Praieiro e a Caixa Praieira, protagonistas nos desfiles do Bloco Tamborada O CANTAR, onde apresentamos nossa forma de vivenciar os cantos ancestrais em formato de quadrinhas, trazendo para os dias de hoje cantos que identificam nossa atual situação cotidiana. O DANÇAR, onde entendemos a importância da expressão corporal como desbloqueador de emoções ao cantar. O corpo em atividade coletiva, favorece o entendimento rítmico dos participantes na direção proposta pelo artista. O TOCAR, centrado em sentirmos o toque do tambor, destacamos o reconhecimento da importância da etnia negra na cultura gaúcha. É com o toque do tambor, na prática, que percebemos o crescimento do envolvimento na atividade, unindo a arte do canto, com a dança, contemplando a parte musical. Os instrumentos apresentados mostram a sua importância e o lugar que representam: O TAMBOR DE SOPAPO, Patrimônio Imaterial Pelotense, tambor das charqueadas de Pelotas, representa a força maior da ancestralidade dos nossos instrumentos. A CAIXA PRAIEIRA, instrumento artesanal que faz o papel da Malacacheta dos antigos carnavais da zona sul do RS. Instrumento em pele de cabrito e esteira de tarol. O TAMBOR PRAIEIRO, criado pelo artista Kako Xavier, é baseado no Maçambique (ritmo afrocatólico do litoral norte do RS). No encontro também é apresentada a forma de construção artesanal dos tambores. A atividade terá também a presença do videomaker e fotógrafo, para registros de divulgação. No produto AQUISIÇÃO DE INSTRUMENTOS, será contratado o trabalhos dos artesões na feitura dos seguintes instrumentos: Tambor de Sopapo, (na planilha "surdo") tambor feito com madeira de compensado, 05 aros de alumiínio (antigamente feitos em ferro), pele de gado, ferragens e mão de obra. Tambor Praieiro (na planilha "tambor de alfaia"), tambor feito em lata (zinco galvanizado), bordas de madeira, afinação em corda, peles de cabra e cabrito, esteira ancestral (pena de galinha) e mão de obra Caixa Praieira (na planilha "caixa percussão"), tambor feito em lata (zinco galvanizado), bordas de madeira, afinação em corda, peles de cabra e cabrito, esteira de tarol e mão de obra Agês (na planilha "chocalho"), Atabaques e Agogôs, instrumentos adquiridos em casas de religião de Matriz Africana.
Em nosso primeiro desfile na avenida, em 2024, tivemos a participação na bateria de um integrante deficiente visual e outro que faz uso de aparelhos auditivos. Para o carnaval 2025, teremos nos desfiles integrantes das escolas especiais, APAE (São Lourenço do Sul), CERENEPE (Pelotas) e APAE (Rio Grande). Para isso, teremos as seguintes medidas de acessibilidade: Produto DESFILE DE CARNAVAL - Acessibilidade Física: O trajeto dos desfiles é em rua pública e plana, o que facilita o acesso. Na concentração, serão reservadas vagas especiais para os veículos particulares dos integrantes com deficiências e para o transporte de circulação interna. Teremos uma equipe de monitores formada por 04 pessoas (rubrica nº 41 em Pelotas, nº 64 em Rio Grande e nº 87 em São Lourenço) para acompanhar as pessoas com necessidades especiais. Acessibilidade de Conteúdo: Na abertura de cada desfile, o artista Kako Xavier fará a auto descrição sobre o Bloco, suas alas e características artísticas e culturais. Teremos tradução em libras no vídeo convite, nas ações de divulgação do projeto. Produto ENCONTROS ABERTOS (CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO - MÚSICA) Acessibilidade Física: Será dado preferência a espaços que possuam acessibilidade arquitetônica. Está previsto recurso para aluguel de banheiro para cadeirante (rubrica nº 95 em Pelotas, nº 104 em Rio Grande e 113 em São Lourenço do Sul) e rampa móvel (rubrica “marcenaria” nº 99 em Pelotas, nº 108 em Rio Grande e nº 117 em São Lourenço do Sul), caso algum dos locais não possua. Teremos o aluguel de Van, com circulação interna, para os deficientes e monitores que participarão dos desfiles. Estes serão definidos nos Encontros Abertos (rubrica aluguel de vans nº 94 em Pelotas, nº 103 em Rio Grande e nº112 em São Lourenço do Sul) Acessibilidade de Conteúdo: Temos um monitor de acessibilidade (rubrica nº 100 em Pelotas, nª 109 em Rio Grande e nº 118 em São Lourenço do Sul). Para possíveis presenças de deficientes visuais, faremos, de forma tátil, um momento de “experiência sensorial”, para os participantes vivenciarem os tambores. Teremos, ao início dos encontros, a auto descrição dos oficineiros e do local da atividade, assim como dos instrumentos. Produto AQUISIÇÃO DE INSTRUMENTOS - Acessibilidade Física e de Conteúdo: Esta ação é interna no projeto, portanto, não há medidas de acessibilidades. Porém, para o uso destes instrumentos adquiridos, sim, conforme já citadas anteriormente.
Todas as ações do projeto são gratuitas e abertas à comunidade. Como medida de “ampliação de acesso” será adotada no projeto, conforme artigo 28 da IN nº 01/2023: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; neste projeto, serão realizados 04 ensaios abertos e gratuitos, 02 na cidade de Pelotas e 02 na cidade do Rio Grande.
Kako Xavier - Produtor Artístico e Coordenador Geral Kako Xavier é um artista gaúcho, dedica sua carreira para propor um novo olhar sobre a Etnia Negra Brasileira. Com ações mais positivas e menos estigmatizadas, vem contribuindo na recuperação da história dos tambores e fortalecendo a visibilidade da presença negra na cultura do Rio Grande do Sul. Em 2024 comemora 30 anos de carreira e tem circulado com os shows NOVEMBRO O ANO INTEIRO, BLOCO TAMBORADA, MAÇAMBIQUEIROS e VIVA O TAMBOR. O artista se orgulha de conquistas como inserir os ritmos negros na cultura regional do RS, a criação do Tambor Praieiro, da Praia do Laranjal, identificando a presença negra no litoral sul, indo na direção do litoral norte do RS, com os Quiqumbís e Maçambiques. Suas ações o levaram a receber a medalha Honra ao Mérito "Mestre Batista", assim, teve presença marcante quando Pelotas se auto declarou "A cidade do Tambor de Sopapo", levando seu show Tamborada para a Virada Cultural, recebendo das mãos da Prefeita de Pelotas, o decreto de reconhecimento do Tambor de Sopapo, tombado em 2021 como Patrimônio Imaterial da Cidade de Pelotas/RS. Com seu trabalho de pesquisa, se apresentou com o grupo Alabê Ôni, por todos os Estados da Federação, nos anos de 2013 e 2014, no projeto Sonora Brasil/SESC DN. O artista acredita que o caminho para o futuro deste conteúdo é o ambiente da educação, assim realiza oficinas com as escolas da rede pública do RS. O conteúdo do show “Novembro o Ano Inteiro” também é apresentado em forma de oficina sobre os Tambores do RS, direcionada para espaços educativos e culturais. Já foi apresentada para alunos de mais de 20 escolas e formação de professores em São José do Norte, Pelotas, Piratini, São Leopoldo, Santo Antônio da Patrulha e outras. Kako Xavier vem contando a história do seu lugar, apresentando a recuperação de símbolos de grande expressão, os tambores, sendo através do som destes instrumentos que reconta a história, com olhar poético, substituindo o olhar de um povo que ainda tem como característica principal ter sido escravizado. Kako Xavier é um artista inquieto e também produtor cultural. Idealizou os projetos: Minha Praia, A Casa do Tambor, Tamborada, Tamboradinha, Rio Grande Negro do Sul, F I L - Festival Instrumental Laranjal, África no Sul, A Turma do Tamborito e durante a pandemia o elogiado Salve Arte Festival. Mari Neuwald - Produtora Executiva Realizou a curadoria e produção das 14 edições da Feira das Estações e a produção executiva e de campo do projeto "Outro Olhar", da Joner Produções. Atuou como produtora local no projeto Risolamento Social – Circo Itinerante, da Teatro VagaMundo. Produz a atriz Lara Bittencourt na Partícula, realizando projetos na Funarte, Feira do Livro FURG e Verão Cultural de Rio Grande. Atua no Espaço de Arte A Casa do Tambor e com o artista Kako Xavier. Realizou a produção executiva e captação de imagens do Salve Arte Festival e do projeto A Turma do Tamborito, do Música A Mil/SESC/RS, também como direção de produção. Realizou a produção executiva da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre - OSPA, no Ondas de Natal de Rio Grande. Realizou a produção executiva do projeto O Baile da Tamborada, e Projeta Mulheres - projeções nas cidades, pela Sedac/RS, em 2023. Em 2024, executou o desfile do Bloco Cultural de Carnaval Tamborada, o espetáculo Partícula em Cena, na Festimar, idealizou e executou o projeto Mostra Papareia em Cena, no Teatro Municipal de Rio Grande e realizou a produção de palco do RS Música Urgente, em Porto Alegre. Bira Lopes - Diretor Artístico Artista plástico, ator, bailarino, diretor teatral, roteirista, carnavalesco, decorador e estilista. Atua como cabeleireiro e maquiador artístico a 47 anos. Atuou como carnavalesco da Escola de Samba Império Serrano do Rio Grande nos anos 90. Foi idealizador e executor das Paradas de Natal no Praça Shopping, concebendo o roteiro, figurinos e direção de arte nos anos de 2018, 2019, 2020 e a decoração Natalina do mesmo shopping. Responsável pela concepção, execução e direção geral dos Desfiles Luzes de Natal, incluindo criação de maquiagens e figurinos, realizados no Balneário Cassino nos anos de 2021, 2022 e 2023. Gabriel Soares - Diretor Musical Graduado em Música pela UFPel (Universidade Federal de Pelotas), produtor musical e baterista em diversos trabalhos da zona sul do RS. Atua com Kako Xavier a 02 anos, no show Viva o Tambor é responsável pelas programações, percussão e vocal. No Bloco Tamborada faz a Direção Musical, conectando a banda base com as alas dos tambores. Margarida Rache - Cenografia Graduada em Educação Artística/ habilitação Artes Plásticas pela FURG, cria cenários, figurinos e acessórios para teatro e dança. Dentre os trabalhos que assinou estão “CUCO - A Linguagem dos Bebês no Teatro” (Cia Caixa do Elefante, prêmio Tibiquera pelo cenário); “Corsários Inversos” (Cia Mosaico Cultural); “Brasil Pequeno” (GeniferGerhardt); “Pandorga” (TVE/RS); “Das Flor” e “Lombay” ( Coletivo Das Flor); “Porto Alegre no livro das crianças perdidas" (de Claudio Levitanprêmio Tibiquera de figurino); “A Dança do Tempo” (Grupo UTA); “Plug, um desvio imaginativo” (Coletivo Errática- prêmio Tbiiquera de cenario); “Ecopoética - ILHA” (Pulperia Cultural). Direção de arte do Doc-ficção “Sobre Marias e Terezas”(Coletivo Das Flor); “A Revolta dos Perus”( Grupo TIA). Figurino de “Paisagem Marinha” (direção de Regius Brandão). Wanderley de Freitas Jahnecke - Contador CRC/RS 54.545
PROJETO ARQUIVADO.