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PRONAC 2415123Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Orquestra de Corpo e Som em Vento

ARTESANIA PRODUCAO EM ARTES, CULTURA E EDUCACAO LTDA
Solicitado
R$ 517,8 mil
Aprovado
R$ 517,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-05-01
Término
2025-11-30
Locais de realização (4)
Brasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto propõe a circulação do espetáculo Passagem, da Orquestra de Corpo e Som em Vento, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília no ano de 2025, com duas apresentações em cada local. Além dos shows, serão realizadas oficinas de música e dança em escolas públicas, estimulando a criatividade e a apreciação das artes, alinhando-se aos objetivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Sinopse

Música, dança, luz, figurino, cenário, performance teatral. PASSAGEM apresenta um formato raro na cena artística da cidade, que vai além de um show de música, um espetáculo de dança, ou uma performance teatral. É a Orquestra de Corpo e Som em Vento, que une diferentes manifestações artísticas em uma apresentação que transborda criatividade, sensibilidade e energia. O grupo é formado por 15 artistas, entre bailarinos e musicistas, e tem a proposta de apresentar uma obra artística híbrida, ao simbolizar em gesto o som de uma orquestra de sopros, criando uma música que ganha corpo e movimento - como uma dança que toca e uma música que dança. São canções autorais e performances originais, com direção geral e musical de Diogo Acosta e direção de movimento de Luana Bezerra, Karen Lino e Laura de Castro. A música tocada pela orquestra possui uma sonoridade própria e pouco explorada na MPB, por ser feita apenas por instrumentos de sopro, percussão e voz, sem nenhum instrumento harmônico. São arranjos sofisticados, para canções letradas e instrumentais. Uma estética inspirada em Letieres Leite e Moacir Santos, conjugando o universo de canções da nova MPB com o jazz brasileiro. As performances corporais se constroem a partir desse Som em Vento polifônico, com diferentes linguagens que transitam pela dança contemporânea, afro-brasileira, folclórica e urbana. A classificacão indicativa é livre.

Objetivos

Objetivo Geral: Promover a circulação do espetáculo "Passagem" da Orquestra de Corpo e Som em Vento,Ampliar o acesso à cultura Apoiar, estimular e valorizar produções autorais de artistas Promover a formação artística em comunidades de diferentes regiões do Brasil. Tal objetivo pauta-se nos preceitos contidos no Decreto Nº 5.761, Art 2º, Inciso I: valorizar a cultura nacional, considerando suas várias matrizes e formas de expressão; E Inciso V: incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Apoiar, estimular e valorizar produções autorais de artistas Objetivos Específicos: 1. Realizar 02 apresentações do espetáculo "Passagem" em cada uma das seguintes cidades brasileiras: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília. Totalizando 08 apresentações. 2. Convidar um músico local renomado como participação especial a fim de promover um intercâmbio com a cena cultural de cada uma das cidades selecionadas. 3. Proporcionar experiências culturais de qualidade ao público. 4. Ministrar em cada cidade uma oficina gratuita de música e dança, desenvolvendo habilidades artísticas e incentivando a expressão criativa entre os alunos. 5. Fortalecer o intercâmbio cultural: Criar laços entre a Orquestra e as comunidades locais, promovendo um diálogo cultural enriquecedor. 6. Incentivar a apreciação das artes 7. Aumentar a visibilidade da música e dança contemporânea, despertando o interesse e a participação do público nas atividades culturais. 8. Avaliar o impacto do projeto: Monitorar e avaliar os resultados das apresentações e oficinas, garantindo a eficácia e o alcance das ações propostas. 9. Realização de um mini doc registrando a circulação do projeto. O material será lançado gratuitamente nas redes sociais do projeto com legendagem a fim de garantir um maior alcance do material.10. Realização de um video-teaser para divulgar como se deu a participação da Orquestra em cada uma das cidades selecionadas 11. Desenvolver práticas de acessibilidade através da presença de um intérprete de Libras nas apresentações

Justificativa

O projeto "Passagem", da Orquestra de Corpo e Som em Vento, é de grande relevância cultural, destacando-se pela sua inovação e originalidade. A proposta é singular, pois não se limita à música, incorporando a dança como componente estrutural, simbolizando o som em gesto. Assim, cria-se uma experiência artística onde a música ganha corpo e movimento, superando a tradicional separação entre dança e música. Este projeto se enquadra nos incisos I e II do Art. 1º da referida lei, que visam apoiar a difusão cultural e a formação de público, ao levar o espetáculo a São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília. A circulação do espetáculo e as oficinas de música e dança em escolas públicas são fundamentais para a formação da identidade cultural, atendendo à demanda por experiências artísticas de qualidade em regiões com desigualdades de acesso. Além disso, o projeto promove o intercâmbio cultural, fortalecendo os laços entre a orquestra e as comunidades locais. Os objetivos do Art. 3º da lei serão plenamente alcançados: o projeto estimulará a produção e a difusão cultural (inciso I), promoverá a formação e a capacitação de novos públicos (inciso II) e contribuirá para a valorização da diversidade cultural (inciso III). Com uma proposta inovadora que integra música e dança, o projeto transcende rótulos, reunindo diferentes linguagens artísticas e celebrando a pluralidade. A execução do projeto envolve mais de 20 profissionais, incluindo artistas e técnicos, evidenciando a necessidade de patrocínio para sua realização. "Passagem" não apenas dialoga com diversas vozes culturais, mas também reafirma a importância da Lei de Incentivo à Cultura como um instrumento vital para o fortalecimento da arte e da inclusão social no Brasil. Deste modo, a Lei de Incentivo à Cultura se faz essencial para realização deste projeto, pois se apresenta como forma de se obter recursos para cobrir os gastos financeiros deste produto cultural que busca excelência, qualidade, envolve uma grande equipe, possui altos custos e busca alcançar um grande número de pessoas gratuitamente, difundindo a arte e a cultura brasileira. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91. São eles: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; já que o produto principal será disponibilizado gratuitamente na internet. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; uma vez que dança e música (bem como dançarinos e músicos também) terão ampla divulgação e visibilidade com o projeto. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; já que os artistas poderão exercer sua liberdade criativa e despontar novos modos de criar que se apoiam na fusão/diálogo de diferentes linguagens artísticas. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; uma vez que o projeto visa produzir videoclipes e músicas acrescidos de grande valor cultural e de conhecimento. IX - priorizar o produto cultural originário do País; pois os ritmos e linguagens usados musicalmente e no âmbito da dança serão próprios da cultura brasileira e os artistas envolvidos no projeto também. Para cumprimento de tais finalidades, o projeto se enquadra nos seguintes objetivos do Art. 3º da referida lei; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001). c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Especificação técnica

O espetáculo Passagem da Orquestra de Corpo e Som em Vento necessita de um espaço mínimo de palco de 48 metros quadrados, sendo 08 metros de largura e 06 metros de profundidade, além de uma altura mínima de 3,5 metros. As medidas ideais para execução do espetáculo seriam de 10 metros de largura e 05 metros de profundidade, com altura de 4,5 metros. Sendo um palco arena redondo, a metragem necessária é de um diâmetro mínimo de 8 metros e ideal de 09 metros. Os volumes cenográficos usados serão tecidos pendurados em duas varas cênicas. Cada tecido com dimensão aproximada de 3,5 metros de comprimento por 50cm de largura. Não será utilizado nenhum material sensível ou perigoso durante a realização do espetáculo. Serão utilizadas duas varas cenográficas, para pendurar os tecidos. O valor total da carga de cada vará será de no máximo 10kg. O rider de som ideal para realização do espetáculo é de um inputlist de 26 canais, sendo 10 microfones/canais para sopro, 6 microfones/canais para bateria, 7 microfones/canais para percussão e 3 microfones para voz. A monitoração ideal é de 05 vias de retorno. E o backline ideal é de corpo de bateria com ferragens. O rider de som mínimo para realização do espetáculo é de um inputlist de 16 canais, sendo 7 microfones/canais para sopro, 4 microfones/canais para bateria, 4 microfones/canais para percussão e 1 microfone/canal para voz. A monitoração mínima é de 02 vias de retorno. E o espetáculo é possível de ser realizado sem backline.

Acessibilidade

Nosso espetáculo é acessível a pessoas com deficiência visual e do espectro autista. a) Presença de intérprete de Libras em todas as apresentações; b) Presença de mediadora para acompanhamento de pessoas neuro divergentes; c) Produção de um quadro de previsibilidade sobre o espetáculo, a ser divulgado previamente, destinado a garantir maior conforto e segurança para pessoas neuro divergentes; d) Em colaboração com articuladores locais haverá um espaço acolhedor e seguro para o público neuro divergente, disponibilizando uma sala restrita silenciosa para que os espectadores possam se afastar do espetáculo caso sintam necessidade. e) Desenvolvimento de uma planta da sala de espetáculo com o objetivo de facilitar o deslocamento do público. f) Flexibilidade nos movimentos e interações: Permitiremos que o público autista se movimente livremente pela plateia ou se expresse de maneira mais espontânea durante o espetáculo, respeitando as características individuais de cada pessoa. g) Os espaços selecionados vão possuir acesso adaptado a necessidades de cadeirantes, idosos e pessoas com dificuldade de deslocamento. h) O mini doc que será produzido registrando a circulação do espetáculo contará com legendagem a fim de alcançar o público da comunidade surda ou de baixa audição.

Democratização do acesso

Estratégias de imprensa: Contratação de uma assessoria de imprensa especializada para acompanhar o projeto durante toda a sua duração, visando a obtenção de espaços na mídia e o fortalecimento da imagem do projeto. Produção de press releases de alta qualidade, trazendo fotos profissionais, vídeos e outros materiais de imprensa que poderão ser facilmente usados por jornalistas e veículos de mídia. Redes sociais e mídia online: Utilização das marcas do Ministério da Cultura em todas as peças de comunicação. Impulsionamento de posts nas redes sociais do projeto, garantindo maior alcance e engajamento. A criação de posts e stories nas redes sociais do projeto, com informações relevantes, teasers, vídeos e imagens exclusivas. Ações de acessibilidade e sustentabilidade: Realização de sessões com acessibilidade comunicacional. Bate-papos e oficina educativa relacionadas ao tema do projeto. Todas as sessões dos espetáculos serão gratuitas. Doação de banners (ou outros materiais utilizados) para entidades que trabalham com reaproveitamento. Impressões em material reciclado, certificado ou semente. Ações promocionais para clientes: Cessão de convites/inscrições e direitos de imagem para o Ministério da Cultura. Possibilidade de realização de ações promocionais durante o evento. Com este plano de comunicação, "Orquestra de Corpo e Som em Vento" terá ampla divulgação e engajamento, alcançando seu público-alvo e garantindo o sucesso das apresentações e atividades educativas propostas. A contratação de novos músicos e equipe de produção prioriza a contratação de mulheres e pessoas negras. Atualmente na equipe, as mulheres tem posição protagonista no desenvolvimento das ações. A escolha do repertório e das coreografias promove a diversidade cultural, religiosa e o congraçamento dos povos, trabalhando pela diminuição de preconceitos para com gêneros musicais identificados com a população periférica. A contratação de novos músicos e equipe de produção prioriza a contratação de mulheres, população negra ou indígena e pessoas trans.

Ficha técnica

Diogo Acosta - Direção Geral, Musical e músico do espetáculo Diogo Acosta é um artista que transita por muitas linguagens. Multi-instrumentista de sopros, compositor e arranjador, já fez turnês com Egberto Gismonti, dentro e fora do Brasil, tocou em grandes festivais do país, como MIMO, Back2Black e BMWJazzFestival e foi indicado ao Prêmio da Música Brasileira 2016 com o grupo Novíssimos. Tocou ao lado de Ivan Lins, Geraldo Azevedo e Luedji Luna e gravou em faixas com artistas consagrados, como Gilberto Gil e João Bosco, além de outros da nova geração da MPB, como Pietá, Bia Ferreira e Doralyce. Integrou o elenco da Unicirco Marcos Frota por 5 anos e é um dos fundadores do bloco Amigos da Onça. Idealizador do projeto Som em Vento, dirigiu, editou e roteirizou diversos clipes ao longo da carreira, que somam mais de 150 mil visualizações na internet. Em 2022 Diogo Acosta lançou PASSAGEM - o primeiro álbum do projeto Som em Vento - com Carlos Malta, Gabriel Grossi, Juliana Linhares, Eduardo Neves. Tereza Monnerat - Direção de Arte Formada em arquitetura pela FAU-UFRJ, com especialização em Retail Design & Branding pela PUC. Toma partido do seu olhar de projetista para atuar em diferentes frentes além da realização de projetos arquitetônicos. Como Diretora de Arte, assinou projetos de audiovisual para o selo Som em Vento, criando a cena estética para clipes de música e dança, além de assumir a produção de cenário e figurino. Com vasta experiência em cenografia e visual merchandising, trabalha há mais de 10 anos no mercado. Cenógrafa de grandes eventos Lixo Zero, como o ColaborAmerica, já trabalhou com grandes marcas como Natura, Grendene, Farm, Richards e C&A cuidando da cenografia de eventos, convenções e ações de marca. Foi responsável pela cenografia do Festival Musicar 2020 no CCBB RJ. Laura de Castro - Direção de movimento e Bailarina Indicada ao Grammy Latino com o disco AJO, da Foli Griô Orquestra, Laura é bailarina, atriz e musicista. Mineira, de Belo Horizonte, vive no Rio de Janeiro onde se formou, em Artes Cênicas, pela UNIRIO, onde hoje é mestranda. Tem uma pesquisa nas manifestações populares brasileiras que transborda para seus trabalhos musicais. Luana Bezerra - Direção de movimento e Bailarina É artista, facilitadora, pesquisadora do corpo e do movimento e elabora suas práticas a partir da linguagem da dança. Se dedica à construção de narrativas ligadas às questões de gênero, raça, classe, território, meio ambiente, decolonialidade e criações coletivas como modo de fabular sua própria existência. Karen Lino - Direção de movimento e Bailarina Karen Lino é bailarina, professora de dança, coreógrafa do bloco Amigos da Onça e uma das atuais organizadoras da Oficina de Dança do Movimento Onçatico. Karen transita pela dança clássica, moderna, ginástica rítmica desportiva,além de permear técnicas de danças negras, dança tradicional e popular brasileira. Já atuou nas comissões de frente do grupo especial Unidos da Vila Isabel (2012 e 2013), Viradouro 2022 e, Salgueiro 2023; além de integrar como bailarina e direção de movimento a Orquestra De Corpo e Som em Vento, projeto independente do artista saxofonista Diogo Acosta (Clipe “Caravana”, Clipe “Passagem” e Show “Passagem”). Boka Reis - percussionista Com grande currículo na música brasileira, Boka Reis já deixou sua marca percussiva em diversos trabalhos de grandes nomes da música mundial como Anitta, Margareth Menezes, Rick Martin, Carla Visi, Orkestra Rumpilezz, Hamilton de Hollanda, Larissa Luz, Mariene de Castro entre outros. Em 2016 foi um dos convidados do Percussive Arts Society International Convention (PASIC) representando ao lado de grandes músicos o PRD Mais. Denize Rodrigues - saxofonista Denize Rodrigues é saxofonista e flautista, Mestre em Práticas Interpretativas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e bacharel em saxofone (2010) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). No ano de 2014 e 2018 foi professora substituta de saxofone na UFRJ. Vicente Alexim - Clarinetista O clarinetista e compositor Vicente Alexim possui títulos de PhD em composição pela City University of New York, de mestre em clarineta pela Manhattan School of Music e de bacharel em clarineta pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Mencionado no The New York Times por sua interpretação elegante, Vicente é membro do grupo Contemporaneous, baseado em Nova Iorque. Vencedor do The Lililian Fuchs Chamber Music Competition, do Festival Tinta Fresca 2011 e do Robert Starer Composition Award 2015. Yuri Villar - saxofonista Yuri Villar é Saxofonista, compositor e arranjador carioca. Formou-se em sax pela UFRJ e integrou a Itiberê Orquestra Família de 2003 a 2010. Com a Orquestra, gravou dois cd's e viajou em turnês pela América latina. Simultaneamente, tocava na Big Band UFRJazz e tocava nas gafieiras da recém revitalizada Lapa(RJ). Karina Neves - flautista É formada em Licenciatura em Música/UFRJ e está concluindo o mestrado na área de Etnomusicologia da UFRJ. Em 2020, fez a direção musical do espetáculo “Lupita” do grupo Se apresenta em lugares como Circo Voador, Fundição Progresso, Rock The Mountain (Itaipava). Tocou ao lado de grandes músicos como Hermeto Pascoal, Egberto Gismonti, Leci Brandão, Glória Bonfim, Rita Beneditto, Letrux, entre outros. Felipe Larrosa Moura - Baterista Tocou com Bala Desejo, Dado Villa-Lobos, Thaís Macedo, Nova Lapa Jazz, Orquestra de Sopros Pro Arte, com quem gravou dois discos com a participação de João Bosco, Egberto Gismonti, Gilberto Gil, Carlos Malta, Marcelo Caldi, Nicolas Krassik e outros grandes músicos brasileiros.Atualmente integra a banda Dônica e além de ser instrumentista é engenheiro de som. Pablo Beato - Tubista Ingressou na Orquestra de Sopros na UFRJ participando de Festivais como Brasil X Alemanha e concertos para banda sinfônica. Trabalha como músico no Bloco Cordão da Bola Preta e como professor no Bloco Amigos da Onça, fundou junto a diretoria Bloco Me Enterra na Quarta a oficina de instrumentos de sopro e percussão atuando também como produtor musical Jefferson Souza - flautista Músico de São João do Meriti - Rio de Janeiro, multi-instrumentista, bacharel em flauta transversa pela Unirio. Preza em seus trabalhos a interdisciplinaridade, a transição entre estilos musicais e instrumentos. Já se apresentou ao lado de nomes como Egberto Gismonti, Turíbio Santos, Gilberto Gil, Ivan Lins, Zé Meneses. Paulo Velozo - Filmmaker Indicado ao Emmy três vezes pelo reality show internacional Survivor, é especializado em filmagens de pessoas em movimento, natureza, imagens aéreas de drone e subaquáticas. Trabalha há mais de cinco anos como cinegrafista da National Geografic, filmando diferentes paisagens ao redor do mundo. É formado em comunicação e publicidade pela PUC-Rj e já filmou dezenas de programas de TV, documentários e clipes da nova cena musical brasileira. Mariana Borgerth - direção de produção Formada em Comunicação Social pela UFRJ (2009), trabalha desde então como produtora executiva e na gestão de projetos ligados às artes cênicas, literatura e música. Em parceria com diferentes idealizadores, esteve envolvida no lançamento do livro Chama das Histórias: O Brasil contado por mulheres (literatura), Tibicuera Costura o Brasil (literatura), Galeria Mundo (exposição fotográfica que circulou pelo RJ), Pixinguinha para Crianças (música), Narrativas Indígenas (literatura), Festival Interativo de Música e Arquitetura (2021/22, dirigido por Pablo Castellar); Dia do Choro (2018 e 2017 Produção executiva e prestação de contas do projeto Dia do Choro, dirigido pelo Instituto Casa do Choro. Rio de Janeiro - RJ); Festival MUSICAR (2017 - Produção executiva da primeira e segunda edição do MUSICAR, realizado no CCBB, que reuniu mais de vinte atrações voltadas para o público infantil. Brasília - DF). Além de ter acompanhado a circulação de diversos artistas nacionais e internacionais.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.