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A circulação do show LaVaca de Clarissa Ferreira promove uma experiência que une música e pesquisa sobre a cultura gaúcha contemporânea. O projeto "Circulação LaVaca" prevê 5 shows em 5 cidades afetadas pelas enchentes de maio de 2024: Porto Alegre, Pelotas, Rio Grande, Santa Maria e Caxias do Sul. Também prevê 5 palestras sobre as pesquisas de Clarissa Ferreira, abordando as questo~es discutidas em seu livro "Gauchismo Li´quido: reflexões contemporâneas sobre a cultura do RS" (Editora Coragem). O show apresentará as músicas autorais, que abordam temas como a relação com a natureza e a história das mulheres gaúchas na cultura sul-americana. A turnê conta com traduça~o em Libras, descriço~es de imagens e entrada franca,sendo enfatizada a equidade de gênero e a diversidade da equipe. O trabalho musical e de pesquisa "LaVaca" oferece uma abordagem multifacetada que estimula a reflexa~o sobre a cultura gau´cha, com enfoque na importância do meio ambiente e das vozes das mulheres.
SINOPSE DO SHOW LAVACA LaVaca é um novo signo. É um símbolo de que natureza-cultura são conceitos cujas fronteiras são fraturadas. Era tudo mato. O gado foi trazido para este continente. A pampa não existia. LaVaca apresenta músicas da cantautora, violinista e pesquisadora Clarissa Ferreira cantando temas como a degradação do bioma pampa e um olhar para as fêmeas que nela habitam. Participam do disco artistas como Vitor Ramil, a cantautora uruguaia Ana Prada, Rhaissa Bittar, Nina Wirtti e Loma Pereira. O repertório inclui composições de Clarissa e poemas musicados por ela de Angélica Freitas, Su Paz, Maria Gabriela Saldanha e Mario Quintana. Sua música estabelece diálogos através do território latino-americano popular e tradicional, apresentando músicas com linguagens vivas e diversas, uma mistura de ritmos brasileiros, argentinos e uruguaios, como o candombe, a milonga, o samba e a chacarera. A sonoridade é definida como realismo regionalista, música pós-gaúcha ou música gaúcha feminista. Duração: 90 minutos | Classificação indicativa: 10 anos PALESTRA: GAUCHISMO LÍQUIDO Nesta atividade Clarissa Ferreira, autora do livro Gauchismo Líquido: reflexões contemporâneas do Rio Grande do Sul (Editora Coragem) lançado em 2022, desenvolve temas relacionados à construção da identidade gaúcha com o objetivo de fomentar o debate e a discussão sobre suas constituições e institucionalizações até seus desdobramentos e compreensões na atualidade. A partir da exposição de suas pesquisas acadêmicas de mestrado e doutorado em Etnomusicologia realizadas há mais de dez anos, que investigam as representações de identidade a partir da música e literatura regional, serão levantadas questões como: o negligenciamento do indígena, do negro e da mulher nas representações do Rio Grande do Sul; o papel da arte e da cultura na formação das identidades e comportamentos sociais; a mídia e as políticas culturais nas formações das identidades regionais; e o papel da cultura na atualidade. A atividade irá se desenvolver por cerca de uma hora, divididas em exposição de ideias e abertura para o debate através das perguntas do público presente e leituras do livro. No encerramento será realizado um pocket show com a musicista Clarissa onde apresentará suas criações autorais inspiradas no tema, que trazem reflexões sobre a cultura regional e representações ressignificadas sobre o feminino na tradição gaúcha. Duração: 75 minutos | Público alvo: estudantes a partir dos 16 anos; estudantes; interessados (as) em cultura do Rio Grande do Sul e comunidade em geral.
OBJETIVO GERAL: Levar o show musical LaVaca para territórios atingidos pelas enchentes no Rio Grande do Sul, promovendo o trabalho de artistas locais e sua divulgação para outros públicos. Objetiva-se impacto cultural e social, promoça~o da equidade de gênero e diversidade, uma experiência de dia´logo e conscientizaça~o, acessibilidade e inclusa~o, qualidade arti´stica, ampliaça~o do conhecimento regional e celebraça~o da diversidade de linguagens musicais locais. O projeto visa deixar uma marca duradoura na cultura do Rio Grande do Sul e ale´m, provocando reflexo~es e inspirando mudanças positivas na sociedade. O show é composto por um grupo de 13 profissionais da cultura que realizarão cinco apresentações distribuídas em 5 meses. Também como contrapartida social e educativa serão realizadas 5 palestras. Todas as atividades do projeto serão gratuitas e abertas ao público. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Realizar 5 shows em 5 cidades: Porto Alegre, Pelotas, Rio Grande, Santa Maria e Caxias do Sul/ RS Realizar 5 palestras nas 5 cidades: Porto Alegre, Pelotas, Rio Grande, Santa Maria e Caxias do Sul/ RS - Difusão: Apresentar a produção musical da compositora e etnomusicóloga Clarissa Ferreira. - Valorização de produção local: fomentar a atuação de profissionais da cadeia produtiva da música do RS que foi afetada diretamente pelas enchentes de maio de 2024. - Ampliaça~o do Conhecimento Regional: O reperto´rio do show e os temas trazidos nas palestras abrangem temas sociais regionais, como a relaça~o com a natureza e a valorização da arte local, temas que ajudarão a ampliar o conhecimento e apreço pela cultura gau´cha contemporânea, e seu sentimento de pertencimento. - Democratizar o acesso: promover cultura e educação por meio da arte por meio de eventos gratuitos. Promover acessibilidade através da inclusa~o de traduça~o em Libras, descriça~o de imagens, ingressos sociais e outras medidas inclusivas garantira~o que o projeto seja acessi´vel a todas as pessoas. - Dia´logo e Conscientizaça~o: A circulação pretende estimular o dia´logo sobre questo~es culturais e sociais no Rio Grande do Sul. Espera-se que o projeto gere discusso~es significativas e conscientizaça~o sobre as causas sociais e o bioma pampa nesse momento tão importante de reconstrução que o estado enfrenta. - Promoça~o da Equidade de Gênero e Diversidade: Ao abordar temas como a história das mulheres gau´chas, a turnê busca promover a equidade de gênero e dar voz a identidades dissidentes. Ale´m disso, a equipe diversa e a inclusa~o de artistas dissidentes gaúchos reforçam o compromisso com a diversidade sexual e e´tnico-racial.
A Circulação LaVaca de Clarissa Ferreira nasce de uma motivação profunda, fundamentada em sua vivência como musicista natural de Bagé/ RS e de suas pesquisas na área da Etnomusicologia que evidenciam a importância de valorizar o trabalho de mulheres na música e na cultura gaúcha. A partir de sua experiência como musicista atuante nos espaços do tradicionalismo e da música nativista por mais de uma década, Clarissa começou a perceber a lacuna na representação das vozes femininas e na construção de narrativas que incluíssem suas vivências e perspectivas. Durante suas performances, ela observou como a cultura gaúcha é frequentemente narrada a partir de uma perspectiva masculina, o que resulta em um apagamento das contribuições e experiências das mulheres. Essa constatação impulsionou Clarissa a refletir sobre a necessidade urgente de repensar as narrativas culturais, promovendo um espaço para que as mulheres possam contar suas histórias e expressar suas vivências de forma autêntica. A pesquisa etnomusicológica realizada por Clarissa a levou a investigar não apenas a música, mas também as tradições e práticas culturais que cercam a vida das mulheres gaúchas. Com isso, surgiram reflexões sobre questões de gênero, diversidade e a necessidade de empoderamento feminino, que se tornaram centrais na proposta da circulação "LaVaca". Clarissa deseja utilizar a música e as palestras como ferramentas para estimular uma discussão mais ampla sobre a representação feminina na cultura, desafiando estereótipos e promovendo a valorização das experiências vividas por essas artistas. Assim, o projeto busca não apenas resgatar a cultura gaúcha, mas também criar um espaço inclusivo e reflexivo, onde as narrativas femininas possam florescer. A turnê "LaVaca" é, portanto, uma resposta a essa necessidade de transformação, que visa empoderar as mulheres da música gaúcha e dar voz a suas histórias, promovendo um diálogo rico e necessário sobre a identidade cultural do Rio Grande do Sul. O projeto "LaVaca" se alinha aos seguintes incisos do Art. 1º da referida lei: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. A turnê busca resgatar e valorizar a cultura gaúcha, apresentando uma visão contemporânea e autêntica do Rio Grande do Sul, rompendo com estereótipos. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. A turnê evidenciará a produção musical contemporânea de mulheres gaúchas, promovendo a diversidade e representatividade no cenário cultural. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. O projeto abordará questões de gênero e diversidade, promovendo um espaço de reflexão sobre a igualdade e o empoderamento feminino, essenciais para a construção de uma sociedade mais inclusiva. VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. As palestras e músicas abordarão a importância da preservação do bioma pampa e o conhecimento da arte do Rio Grande do Sul, integrando a sensibilização ambiental à valorização das tradições culturais locais. Os objetivos estabelecidos no Art. 3º da Lei 8.313/91 que serão atendidos pelo projeto "LaVaca" incluem: - Promover o acesso à cultura e à formação de plateia. Por meio de palestras e apresentações musicais, o projeto visa conscientizar o público sobre a importância da valorização das culturas populares e do respeito à diversidade cultural. - Incentivar a formação de novos públicos para as manifestações culturais. A proposta da turnê inclui a aproximação do público ao "Rio Grande do Sul real", enriquecendo a experiência cultural e gerando um espaço de diálogo e reflexão sobre a identidade gaúcha. - Fomentar a preservação das expressões culturais locais e a conscientização sobre questões sociais. A integração entre música e pesquisa, através do livro "Gauchismo Líquido", proporcionará uma visão crítica e aprofundada sobre a cultura gaúcha, estimulando o debate sobre temas relevantes como gênero, diversidade e meio ambiente.
Show com 13 profissionais: 7 músicos e 5 técnicos Duração: 90 minutos | Classificação indicativa: 10 anos Apresentação de 15 músicas ______________ Palestra Duração: 75 minutos | Público alvo: estudantes a partir dos 16 anos; estudantes; interessados (as) em cultura do Rio Grande do Sul e comunidade em geral. Projeto Pedagógico: Aborda a construção e institucionalização da identidade gaúcha, discutindo o papel de grupos historicamente negligenciados (indígenas, negros e mulheres).Fomenta o debate sobre a arte e a cultura na formação de identidades e comportamentos sociais, além da influência da mídia e políticas culturais.Inclui interação com o público, com espaço para perguntas e discussões, seguido por um pocket show onde Clarissa apresenta suas criações autorais.
Acessibilidade FísicaLocais Acessíveis: Todos os espaços selecionados para os shows e palestras serão auditados quanto à acessibilidade. Serão escolhidos locais que cumpram as normas de acessibilidade, incluindo entradas e saídas adequadas para pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade de ConteúdoInterpretação em Libras: Todos os shows e palestras contarão com intérpretes de Libras, assegurando que as pessoas surdas possam participar plenamente dos conteúdos apresentados.Legendas Descritivas: As gravações dos shows serão legendadas de forma descritiva, facilitando a compreensão dos conteúdos para pessoas surdas e com deficiência auditiva. Todos os eventos serão gratuitos. Essa abordagem garantirá que todos os participantes, independentemente de suas condições físicas ou sensoriais, possam desfrutar plenamente dos eventos programados nas cinco cidades do Rio Grande do Sul.
Democratização de AcessoEventos Gratuitos: Os shows e palestras serão totalmente gratuitos, garantindo que não haja barreiras financeiras para a participação do público. Essa gratuidade é fundamental para democratizar o acesso à cultura.Reservas Online: A distribuição de ingressos será realizada por meio de uma plataforma online, permitindo que os interessados reservem seus ingressos de forma simples e rápida. Também haverá um número limitado de ingressos disponíveis na bilheteira do local.Parcerias Locais: Colaboraremos com instituições culturais e educacionais nas cinco cidades para promover os eventos e garantir que as informações cheguem a diversos públicos. Medidas de Ampliação de AcessoPalestras: Serão oferecidas palestras gratuitas relacionadas ao conteúdo das palestras e shows. Essas oficinas visam capacitar os participantes, promovendo a troca de conhecimentos e experiências.Gravação e Divulgação: Os shows e palestras serão gravados e posteriormente divulgados em plataformas digitais, permitindo que pessoas que não puderam comparecer presencialmente tenham acesso ao conteúdo. Isso garantirá a inclusão de públicos de diversas regiões.Campanhas de Acessibilidade: Faremos campanhas de divulgação específicas para grupos sub-representados, incluindo pessoas com deficiência, comunidades periféricas e jovens, buscando garantir que todos tenham acesso à programação. Essas ações visam criar um ambiente inclusivo e acessível, promovendo a democratização do acesso à cultura e ao conhecimento nas cinco cidades do Rio Grande do Sul.
Clarissa Ferreira, voz, violão e violino Ana Matielo, violão e voz Miriã Farias, violino Gabriela Vilanova, viola Luyra Dutra, violoncelo Tamiris Duarte, contrabaixo elétrico e voz Lucas Ramos, percussão Sonorização: Olimpio Machado Iluminação: Isabel Ramil Preparação cênica: Kalisy Cabeda Produção: Atílio Alencar e Rafa Costa Clarissa Ferreira voz, violino e violão Violinista, etnomusicóloga, pesquisadora e compositora do Rio Grande do Sul. Bacharela em violino (UFPEL), mestra (UFRGS) e doutora (UNIRIO) em etnomusicologia, pós-graduanda em arteterapia e estudante de licenciatura em história. Possui diversos singles lançados, e está lançando seu primeiro álbum autoral, que se chama LaVaca. Publicou, em 2022, seu primeiro livro, Gauchismo Líquido: reflexões contemporâneas sobre a cultura do Rio Grande do Sul, pela Editora Coragem, que foi obra vencedora do Prêmio Reflexo Literário 2022 como Melhor Livro de Crônicas. Professora da graduação em música popular da Universidade Federal de Pelotas. Alia seu trabalho musical autoral com pesquisa abordando questões que repensam o regionalismo gaúcho nos espaços sociais e na geografia local. Ao longo de sua carreira, Clarissa dividiu o palco com renomados artistas brasileiros, incluindo Lia de Itamaracá e Danilo Caymmi. Seus trabalhos foram apresentados em festivais como o La Serena Festival de la Canción, no Uruguai (2020/2024), Festival Pira Rural (2023) e Festival Acid Rock (2024). Recentemente, ela fez o show de abertura para a cantora baiana Illy em Porto Alegre. Compôs trilha sonora exclusiva para o filme 30 povos do Canal Curta!. Dirige o espetáculo Líricas Sulinas, já apresentado no projeto Sonora Brasil e Palco Giratório/ SESC. Faz parte da dupla Ana Clara e Clarissa ao lado da cantautora Ana Matielo. Ana Matielo voz e violão Compositora, cantora, violonista, graduada em Música Popular e mestranda em Etnomusicologia (UFRGS). Em 2021 lançou seu primeiro EP autoral, Clara, disponível nas plataformas de streaming. Atualmente desenvolve o espetáculo “Rama: o silêncio pede milonga” de canções autorais pampeanas, criadas a partir de pesquisa artística feminista e do estudo da música gauchesca, acompanhada de Dy Ferranddis e Clarissa Ferreira. Tamiris Duarte contrabaixo Baixista, compositora, produtora cultural, professora e mestra em Performance Musical pela Unicamp. Bacharela em Música Popular pela UFRGS, foi baixista e arranjadora do Coletivo de Música Popular do I.A. Integra o grupo de pesquisadoras e musicistas Três Marias e trabalha em diversas frentes ao lado de Tião Carvalho, mestre da cultura popular brasileira com conhecimentos sobre brincadeiras e festividades populares. Lucas Ramos bombo leguero e bateria Músico de Santo Antônio da Patrulha, onde teve suas primeiras experiências musicais no festival Moenda da Canção, inicialmente como público e após acompanhando compositores locais na mostra competitiva e participando de shows. Mestre de bateria, trabalhou em escolas de samba em sua cidade natal e em Porto Alegre. Teve participação na oficina de choro do Santander durante o ano de 2017. Miriã Farias violino Formada pela UFRGS Bacharela em Violino, transita entre o erudito e o popular nos grupos que integra, tais como: a banda de câmara Tum Toin Foin, dirigida pelo compositor Arthur de Faria; Gabriel Romano e Grupo e ainda o trio da cantora Luana Pacheco, juntamente com o pianista Luciano Leães. Contribuiu em gravações para artistas da cena musical porto-alegrense nos discos de: Luana Pacheco, Charles Arce, Pata de Elefante, entre outros. Gabi Vilanova viola Nasceu em Porto Alegre e começou os estudo de música ainda criança. É Mestre em viola pelo PROMUS/UFRJ, e bacharel em música pela UFRGS. Atua como violista na OSPA e tem um trabalho de música popular e improvisação. Participou da Camerata Pampeana vencedora do Natura Musical e Prêmio açorianos. Foi membro do trio Chá de bugre e atualmente é membro da Sucinta Orquestra, coletivo Nimba e Flamenco Negro. Luyra Dutra violoncelo Violoncelista, cantora e atriz mineira é bacharela em Violoncelo pela Universidade Federal de Minas Gerais. Em 2017 atuou como violoncelista da orquestra de trilha sonora de games e filmes, MULTIPLAYER em Belo Horizonte. Seguiu em turnê pela França com uma versão POCKET do grupo, à convite da Universidade de Sorbonne em Paris.. É violoncelista na Camerata Presto São Leopoldo e Orquestra de Câmara da UNISC. Olimpio Machado técnico de som Produtor e técnico de som, trabalha há 9 anos no mercado da música nacional, tendo trabalhado em festivais como: Lollapalloza (2019), Bananada (2019), Rock in Rio (2022), Avante (2023), MECA (2023) entre outros, na direção técnica e operação de projetos como: Farol Live (2022-2023), Unimúsica (2022-2023), mixado e pós produzindo também o projeto Ialode (2021-2022), ganhador do premio de Melhor Filme Gaúcho no Festival Santa Cruz de Cinema. Kalisy Cabeda direção cênica É Mestre em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo. É Bacharel em Teatro pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2010). É professora habilitada pelo método DanceAbility (método de improvisação de movimento que integra pessoas com e sem deficiência). Isabel Ramil iluminação Artista multimídia, com graduação e mestrado em Artes Visuais PELA UFRGS. Como Artista Visual dedica-se principalmente ao vídeo e à fotografia. Trabalha também com Edição de vídeos, Cenografia, Iluminação e criação de vídeos para teatro e shows musicais. No meio musical/teatral, destacam-se seu trabalho na concepção visual do espetáculo “Avenida Angélica” em que criou vídeos, cenário e o desenho de luz para show em que Vitor Ramil canta poemas de Angélica Freitas Atílio Alencar produtor Mestre em História (UFSM), produtor cultural e redator, com mais d e vinte anos de experiência no setor cultural. Natural de Cachoeira do Sul (RS), está radicado em Santa Maria (RS) desde o ano 2000. Atua nas áreas da música, teatro, circo, literatura e audiovisual. Elaborou projetos aprovados nos editais: LIC RS FAC RS, Oi Futuro, Prêmio Funarte d e Festivais de Música Política Nacional Aldir Blanc Lei Paulo Gustavo.
PROJETO ARQUIVADO.