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PRONAC 2415130ArquivadoMecenato

Música e Solidariedade: Rock de Galpão & Orquestra Henrique Uebel

TIAGO JOSE FERRAZ DE CAMPOS LTDA
Solicitado
R$ 199,8 mil
Aprovado
R$ 199,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-02-10
Término
2025-12-31
Locais de realização (3)
Encantado Rio Grande do SulEstrela Rio Grande do SulMuçum Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto "Música e Solidariedade: Rock de Galpão & Orquestra Henrique Uebel" realiza uma turnê em três cidades do Rio Grande do Sul, unindo o renomado grupo Rock de Galpão e 40 jovens músicos da Orquestra Henrique Uebel em espetáculos gratuitos. O objetivo é proporcionar alívio e esperança às comunidades afetadas pelas enchentes, nutrindo a mente e a alma por meio da arte. As apresentações, junto com oficinas de ritmos e percussão, oferecem uma experiência enriquecedora e inclusiva. Além disso, o projeto busca apoiar técnicos e artistas que foram impactados pelas enchentes.

Objetivos

Objetivo Geral O objetivo geral do projeto "Música e Solidariedade: Rock de Galpão & Orquestra Henrique Uebel" é proporcionar alívio emocional, bem-estar e esperança às comunidades de Muçum, Encantado e Estrela, cidades fortemente impactadas pelas enchentes no Vale do Taquari. Por meio de espetáculos musicais gratuitos, que unem o rock regional, a música tradicionalista e gaúcha o projeto visa nutrir a mente e a alma da população, trazendo momentos de conforto e reconexão com a cultura. Além disso, busca promover o envolvimento das comunidades através de oficinas interativas, contribuindo para a reconstrução da autoestima e do sentido de pertencimento coletivo, em um contexto de superação e solidariedade. Objetivos Específicos 1. Realizar três espetáculos gratuitos _ Um em cada cidade: Muçum, Encantado e Estrela, contemplando um público estimado de 1.500 pessoas por apresentação, totalizando cerca de 4.500 pessoas impactadas diretamente pelos eventos. Mensurável por: Registros audiovisuais das apresentações. 2. Integrar 40 jovens músicos da Orquestra Henrique Uebel com o renomado grupo Rock de Galpão _ Criando um repertório colaborativo que misture rock regional e música tradicionalista gaúcha, oferecendo uma performance artística única e relevante culturalmente.Mensurável por: Gravações dos ensaios e vídeos dos espetáculos. 3. Oferecer 3 oficinas gratuitas de ritmos e percussão _ Uma em cada cidade, voltada para o público jovem e adulto, com capacidade para atender até 50 participantes por oficina, com o objetivo de transmitir conhecimento sobre a percepção musical e os instrumentos de percussão oriental e regional.Mensurável por: Registros fotográficos e vídeos das oficinas. 4. Apoiar técnicos e artistas locais _ Contribuir diretamente com a contratação de técnicos de som, iluminação e equipe de montagem das três cidades impactadas pelas enchentes, gerando renda e suporte para os profissionais que perderam equipamentos e oportunidades de trabalho devido à calamidade.Mensurável por: Contratos de prestação de serviço, comprovantes de pagamento e relatórios de execução. 5. Promover a interação entre diferentes formas de expressão artística _ Integrar as artes visuais nos espetáculos através da projeção de imagens que refletem a cultura gaúcha e o processo de reconstrução das cidades afetadas, valorizando a diversidade cultural da região.Mensurável por: vídeos teaser dos espetáculos. 6. Fortalecer a autoestima e a resiliência das comunidades atingidas _ Proporcionar momentos de descontração, entretenimento e reflexão, ajudando as comunidades a lidar com os impactos emocionais das enchentes por meio da arte.Mensurável por: avaliações pós-evento, feedback do público e relatos de líderes comunitários. 7. Registrar e documentar todas as atividades do projeto _ Produzir um relatório final que inclua vídeos, fotos e depoimentos dos participantes, tanto dos espetáculos quanto das oficinas, para ser apresentado na prestação de contas e como material de divulgação futura.Mensurável por: produção de um documento final e compilação de registros audiovisuais. Esses objetivos específicos garantem a implementação de ações concretas e verificáveis, com resultados mensuráveis que serão monitorados e apresentados na prestação de contas do projeto, contribuindo para o bem-estar das comunidades e a valorização cultural da região.

Justificativa

Justificativa O projeto "Música e Solidariedade: Rock de Galpão & Orquestra Henrique Uebel" apresenta-se como uma iniciativa cultural essencial para promover a reconstrução emocional e cultural das comunidades de Muçum, Encantado e Estrela, fortemente afetadas pelas enchentes no Vale do Taquari. O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei 8.313/91, é indispensável para o financiamento desta proposta, pois garante a democratização do acesso à cultura em um momento em que essas cidades precisam, mais do que nunca, de arte, esperança e solidariedade. O projeto se enquadra no Art. 1ºda Lei Rouanet, pois promove ações culturais destinadas à formação, estímulo e valorização da cultura regional. As apresentações artísticas gratuitas e as oficinas oferecidas visam não apenas o entretenimento, mas também a preservação das tradições culturais do Rio Grande do Sul, que são fundamentais para a identidade dessas comunidades, especialmente em tempos de crise e vulnerabilidade. Além disso, o projeto busca atender diretamente a objetivos previstos no Art. 3º da Lei Rouanet, tais como: 1. Estímulo à produção, distribuição e acesso aos bens culturais _ O projeto proporciona acesso gratuito a espetáculos musicais de alta qualidade, realizados por artistas regionais reconhecidos. Dessa forma, promove-se a inclusão social e a valorização da produção cultural local. 2. Proteção e valorização do patrimônio cultural brasileiro _ Ao integrar o Rock de Galpão e a Orquestra Henrique Uebel, o projeto preserva e divulga a música regional e tradicionalista gaúcha, que é parte integrante do patrimônio cultural imaterial do Brasil, além de proporcionar um diálogo entre diferentes manifestações artísticas. 3. Desenvolvimento da consciência cultural e artística _ As oficinas de percussão e ritmos, oferecidas às comunidades, permitem que os participantes desenvolvam uma percepção musical e rítmica, incentivando o protagonismo cultural e a formação de novos talentos. 4. Apoio à participação de artistas regionais e à circulação de produtos culturais _ O projeto valoriza e emprega artistas e técnicos locais que foram diretamente impactados pelas enchentes, gerando oportunidade de trabalho e reconhecimento. Além disso, ao realizar apresentações em três cidades diferentes, o projeto promove a circulação da produção cultural gaúcha. 5. Apoio a iniciativas que visem a inclusão social por meio da cultura _ O projeto tem um forte viés social, já que os eventos e oficinas são gratuitos e acessíveis, proporcionando momentos de reconexão com a arte para comunidades que passaram por perdas materiais e emocionais. A cultura, nesse contexto, torna-se um instrumento de cura e de fortalecimento da identidade coletiva. O financiamento por meio da Lei de Incentivo à Cultura é crucial, pois viabiliza a execução de um projeto que dificilmente seria realizado sem o aporte de recursos, principalmente em cidades que enfrentam uma recuperação econômica e social após uma tragédia natural. O apoio financeiro possibilitará a contratação de músicos, técnicos, materiais e a infraestrutura necessária para oferecer espetáculos e oficinas de alta qualidade. Portanto, a Lei Rouanet não apenas torna o projeto financeiramente viável, mas também garante que os objetivos culturais e sociais sejam plenamente alcançados, proporcionando um impacto positivo nas comunidades atingidas e fomentando a continuidade das tradições culturais do Rio Grande do Sul.

Estratégia de execução

Informações Complementares O projeto "Música e Solidariedade: Rock de Galpão & Orquestra Henrique Uebel" tem características únicas que vão além dos aspectos já mencionados nos campos anteriores, e que reforçam sua relevância social, cultural e comunitária. Esses aspectos complementares são essenciais para a plena compreensão e avaliação da proposta: 1. Interdisciplinaridade Artística: O projeto une diferentes manifestações artísticas em uma única proposta, mesclando a música regional gaúcha, o rock e a música tradicionalista com elementos visuais, percussão e dança. Essa integração artística não só oferece ao público uma experiência cultural rica e diversa, como também amplia o acesso e o entendimento de diferentes linguagens artísticas. É uma forma inovadora de valorizar a cultura local, ao mesmo tempo em que dialoga com influências contemporâneas e universais. 2. Valorização dos Jovens Músicos: A participação de 40 jovens músicos da Orquestra Henrique Uebel, um grupo com forte presença em Teutônia, demonstra o compromisso do projeto com a formação de novos talentos. Ao proporcionar a esses jovens a oportunidade de se apresentarem ao lado do renomado grupo Rock de Galpão, o projeto promove o desenvolvimento profissional e artístico dessa nova geração, incentivando a continuidade da tradição musical e a inovação no cenário cultural gaúcho. 3. Envolvimento Comunitário e Inclusão Social: O projeto se alinha diretamente com as necessidades das comunidades afetadas pelas enchentes, oferecendo não apenas entretenimento, mas também alívio emocional e uma forma de reconstrução social. Ao incluir a população local nas oficinas de percussão e ritmos, o projeto envolve ativamente os cidadãos, criando um senso de pertencimento e participação que vai além da simples apreciação artística. Além disso, a inclusão de profissionais técnicos e artistas locais diretamente impactados pelas enchentes reforça o compromisso social do projeto com a recuperação da economia criativa e o suporte a quem mais precisa. 4. Parcerias Estratégicas com as Prefeituras e Redes Públicas de Ensino: A colaboração direta com as prefeituras e escolas públicas de Muçum, Encantado e Estrela não apenas facilita a execução logística do projeto, como também garante uma divulgação eficiente e a mobilização das comunidades. As prefeituras e escolas atuarão como parceiras fundamentais para a distribuição de ingressos gratuitos, divulgação nas comunidades e facilitação da participação de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade. Isso assegura que o projeto atinja seu objetivo de democratização do acesso e envolvimento comunitário. 5. Contribuição à Recuperação Psicoemocional: Além dos benefícios culturais e artísticos, o projeto tem uma função importante na **recuperação emocional** das comunidades afetadas pelas enchentes. Ao proporcionar momentos de arte, música e interação social, o projeto ajuda a aliviar o trauma coletivo, oferecendo aos participantes a oportunidade de se reconectar com o que há de mais positivo em sua cultura e identidade. A arte, nesse contexto, se torna uma ferramenta poderosa de superação e reconstrução. 6. Sustentabilidade e Continuidade: Embora o projeto tenha um caráter pontual, sua proposta inclui a documentação detalhada das oficinas e apresentações, com vídeos e materiais didáticos que poderão ser utilizados como base para futuros projetos culturais nas comunidades envolvidas. Essa documentação servirá como um legado, permitindo que o aprendizado gerado possa ser replicado em outras iniciativas culturais e educacionais. 7. Potencial para Expansão e Repetição: O sucesso do projeto em Muçum, Encantado e Estrela pode abrir portas para que ele seja replicado em outras cidades do Vale do Taquari e do estado do Rio Grande do Sul, ampliando seu impacto social e cultural. O formato de espetáculos gratuitos, oficinas e parcerias com escolas e prefeituras pode facilmente ser expandido para outras regiões que enfrentam desafios semelhantes, transformando o "Música e Solidariedade" em um modelo de ação cultural solidária em tempos de crise. Essas informações complementares reforçam o caráter inclusivo, inovador e socialmente relevante do projeto, evidenciando seu impacto não apenas no presente, mas também no futuro cultural das cidades envolvidas.

Especificação técnica

A apresentação do Rock de Galpão acompanhada pela Orquestra HENRIQUE UEBEL - 40 MÚSICOS contará com a execução de 16 músicas e pelo menos 04 poesias. Dentre as 16 músicas, 10 músicas serão instrumentais, com destaque para 02 composições da dança folclorica tradicional gaúcha: o “pézinho”, que provoca um grande momento de discontração e interação com o público, uma vez que os MÚSICOS e a banda convidam alguns presentes para dançar junto, e uma “Tatu com Volta no Meio”, que ganhará uma releitura da dança tradicional do Manual de Paixão Cortes e Barbossa Lessa. As outras 06 serão cantadas, mesclando músicas tradicionais gaúchas com a nova fase mais autoral da banda. Sendo assim, o repertório do show é: INSTRUMENTAIS 1 - Milonga para as Missões ( Gilberto Monteiro ) 2- Kilômetro 11 ( Constante José Aguer/Mario del Transito Cocomarola) 3 - Pra ti Guria ( Gilberto Monteiro ) 4- Mercedita (Ramón Sixto Ríos) 5 - Barra do Ribeiro ( Guinha Ramirez/Renato Borghetti ) 6- Taquito Militar (Mariano Mores) 7 - Libertango (Piazolla ) 8- Noturno INTERVENÇÃO DANÇA TRADICIONAL + intrumentais 9 – Pézinho (folclore gaúcho) 10 – Tatu com Volta no Meio (folclore gaúcho) CANTADAS: 14. Vikinks do Jarau (Tulio Urach/Tiago Ferraz) 15. Vento Negro (José Fogaça) 16. De boina, alpargata e bombacha (Luiz Coronel/Rock de Galpão) 17. Pachamama Soul (Mário Pirata/Rock de Galpão) 18. Mensageiro do Vento (Cabo Deco/Rock de Galpão) 19. Sinfonia do Pampa (Luiz Coronel/Tiago Ferraz/Gustavo Viegas) Salientamos, portanto, que o repertório não é 100% instrumental, mas é em sua maioria, atendendo a normativa e os critérios para sua aprovação no art. 18º da Lei Rouanet, assim como foi aprovado, captado e executado sua primeira edição.

Acessibilidade

Acessibilidade Física e de Conteúdo O projeto "Música e Solidariedade: Rock de Galpão & Orquestra Henrique Uebel" tem um forte compromisso com a acessibilidade, garantindo que todas as suas atividades e ações culturais sejam inclusivas e acessíveis a pessoas com deficiência. A inclusão é um dos pilares fundamentais do projeto, com o objetivo de garantir que as apresentações e oficinas sejam vivenciadas plenamente por todos os públicos, independentemente de suas limitações físicas ou sensoriais. Acessibilidade Física Para garantir a acessibilidade física, serão adotadas medidas em todos os locais de realização dos espetáculos e oficinas nas cidades de Muçum, Encantado e Estrela. As ações incluem: 1. Rampas de acesso: Todos os locais dos eventos serão cuidadosamente selecionados ou adaptados para garantir a existência de rampas de acesso, tanto na entrada dos espaços quanto dentro das áreas internas, assegurando que pessoas com mobilidade reduzida ou cadeirantes possam se locomover com autonomia e segurança. 2. Banheiros acessíveis: Em todos os locais, haverá banheiros adaptados com barras de apoio e espaço adequado para o uso por pessoas em cadeiras de rodas ou com mobilidade reduzida. Além disso, será garantida a sinalização clara e próxima para facilitar o acesso aos banheiros. 3. Estacionamento reservado e transporte adaptado: Serão reservadas vagas de estacionamento próximas aos locais dos eventos para pessoas com deficiência, facilitando o acesso ao espaço. 4. Espaço reservado para cadeirantes: Durante as apresentações, haverá um espaço reservado para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, garantindo uma visão adequada do palco e o conforto necessário para que possam aproveitar plenamente o espetáculo. Esse espaço será posicionado em local estratégico, sem comprometer a experiência visual e auditiva dos participantes. Acessibilidade de Conteúdo Além da acessibilidade física, o projeto também investirá significativamente na acessibilidade de conteúdo, para garantir que as apresentações e oficinas sejam compreendidas e desfrutadas por pessoas com diferentes tipos de deficiência sensorial. As ações planejadas são: 1. Libras (Língua Brasileira de Sinais): Todos os espetáculos e oficinas contarão com intérpretes de Libras, que farão a tradução simultânea do conteúdo para pessoas com deficiência auditiva. Haverá um intérprete posicionado em local visível para o público, tanto durante as apresentações musicais quanto nas oficinas, garantindo que todas as informações sejam transmitidas de forma clara e acessível. 2. Visita sensorial**: Antes do início das apresentações, será oferecida uma visita sensorial para pessoas com deficiência visual. Nesta visita, os participantes poderão explorar os elementos principais do espetáculo através do toque e da audição, sentindo os instrumentos musicais, os figurinos, os cenários e outros itens que compõem a apresentação. Essa visita proporcionará uma experiência tátil e auditiva que ampliará a compreensão do espetáculo. 3. Capacitação da equipe: Todos os profissionais envolvidos no projeto, desde os músicos até a equipe técnica e organizadores, passarão por uma capacitação sobre acessibilidade. Essa formação garantirá que todos estejam preparados para atender de forma adequada e respeitosa as pessoas com deficiência, promovendo um ambiente inclusivo e acolhedor. A capacitação incluirá orientações sobre como interagir com pessoas com deficiência auditiva, visual e física, além de protocolos de atendimento que garantam a acessibilidade plena do projeto. Garantia de acessibilidade ao público em geral A preocupação com a acessibilidade no projeto "Música e Solidariedade: Rock de Galpão & Orquestra Henrique Uebel" reflete um compromisso com a inclusão de todos os públicos, independentemente de suas limitações. As medidas adotadas são fundamentais para garantir que pessoas com deficiência possam participar plenamente das atividades culturais oferecidas, desfrutando dos espetáculos e oficinas de forma igualitária. Além disso, a acessibilidade será uma prioridade desde o planejamento até a execução final do projeto. A escolha dos locais, a montagem dos espaços e a logística de todos os eventos serão organizadas levando em consideração as necessidades de acessibilidade física e de conteúdo, de modo a evitar qualquer barreira que impeça a participação plena. Dessa forma, o projeto reforça seu caráter inclusivo e democrático, alinhando-se aos princípios de igualdade de acesso à cultura e ao direito de todos participarem ativamente da vida cultural, conforme estabelecido pelas legislações de acessibilidade e pela própria Lei Rouanet. Com essas medidas, o projeto busca ser um exemplo de boas práticas em acessibilidade, demonstrando que a cultura pode e deve ser um espaço aberto para todos, respeitando as diversas necessidades e garantindo que a arte e a solidariedade cheguem a cada pessoa, sem exceções.

Democratização do acesso

Democratização de Acesso O projeto "Música e Solidariedade: Rock de Galpão & Orquestra Henrique Uebel" tem como princípio fundamental a democratização do acesso à cultura, oferecendo **acesso gratuito** a todos os seus eventos e atividades. A proposta visa garantir que as comunidades de Muçum, Encantado e Estrela, fortemente impactadas pelas enchentes, possam usufruir de espetáculos e oficinas culturais de alta qualidade, independentemente de sua situação financeira. Para isso, o projeto se estrutura em torno de parcerias com as prefeituras locais e redes públicas de ensino, facilitando a mobilização da população e ampliando o alcance da iniciativa. Distribuição e Acesso aos Produtos Culturais 1. Espetáculos Gratuitos: Todos os espetáculos do projeto serão oferecidos gratuitamente, sem a necessidade de ingressos pagos. A distribuição dos ingressos será realizada por meio de parcerias com as prefeituras das cidades participantes, que farão a divulgação nas redes públicas de ensino e demais órgãos municipais. Essa parceria permitirá que o público tenha fácil acesso às apresentações, sem barreiras financeiras. 2. Parcerias com as Escolas: As redes públicas de ensino desempenharão um papel fundamental na democratização do acesso ao projeto. Serão oferecidos ingressos diretamente às escolas, priorizando alunos e suas famílias, garantindo a participação de jovens e crianças em situação de vulnerabilidade, além de professores e funcionários da rede pública. 3. Ampla Divulgação: O projeto será amplamente divulgado através de parcerias com rádios, jornais locais e redes sociais das prefeituras, escolas e grupos culturais. A divulgação será reforçada nas comunidades mais afetadas pelas enchentes, garantindo que as informações cheguem a todos os segmentos da população. Medidas de Ampliação de Acesso Além dos espetáculos gratuitos, o projeto prevê uma série de medidas complementares para garantir que o maior número possível de pessoas tenha acesso à programação cultural: 1. Ensaio Aberto: Em cada cidade, será realizado um **ensaio aberto** ao público, antes dos espetáculos. Esse ensaio será uma oportunidade para que a comunidade tenha um primeiro contato com os artistas e o conteúdo da apresentação, em um formato mais informal. Os ensaios serão divulgados nas escolas e centros comunitários, convidando as pessoas a participarem de forma espontânea e interativa. 2. Oficinas Paralelas: O projeto incluirá **oficinas de ritmos e percussão**, realizadas em paralelo aos espetáculos, com o objetivo de ampliar o impacto educativo e cultural da iniciativa. Essas oficinas, também gratuitas, serão voltadas para jovens e adultos, com um foco especial em estudantes da rede pública de ensino. Serão oferecidas de forma acessível, com materiais e equipamentos disponibilizados pelo projeto, e cada oficina atenderá até 50 participantes. 3. Transmissão pela Internet: Para alcançar um público ainda maior, o projeto contará com a transmissão ao vivo dos espetáculos pela internet, por meio de plataformas de streaming e redes sociais. Essa iniciativa permitirá que pessoas que não possam comparecer fisicamente aos eventos ainda possam acompanhar as apresentações de forma remota. As transmissões serão divulgadas amplamente, inclusive nas redes públicas de ensino, possibilitando que escolas, alunos e famílias acompanhem as apresentações ao vivo ou assistam posteriormente. 4. Documentação e Conteúdo Online: O projeto também prevê a produção de conteúdo audiovisual, como vídeos curtos e fotos, que serão disponibilizados online após cada evento. Isso permitirá que o público revisite as apresentações e que pessoas de outras regiões possam conhecer o trabalho do Rock de Galpão e da Orquestra Henrique Uebel. Todo o material será acessível e gratuito. Impacto e Inclusão Essas medidas de democratização e ampliação de acesso garantem que o projeto não apenas atinja seu público diretamente nas cidades de Muçum, Encantado e Estrela, mas também envolva um público ainda maior, incluindo pessoas em outras regiões e que possuam limitações de deslocamento. Ao tornar a arte acessível, gratuita e inclusiva, o projeto contribui para a valorização da cultura local e para a superação emocional das comunidades afetadas pelas enchentes, criando momentos de alívio e reconexão através da arte.

Ficha técnica

GESTÃO ADMINISTRATIVA: VÁLVULA DE ESCAPE (proponente) Currículo anexado aos documentos de cadastro do proponente. ROCK DE GALPÃO O grupo gravou seu primeiro DVD em 2010, em Caxias do Sul, com a participação especial do cantor e compositor Neto Fagundes. Com um repertório composto por autores como Lupicínio Rodrigues, Jayme Caetano Braun, Mário Barbará, Nico e Bagre Fagundes, Vitor Ramil, Elton Saldanha, entre outros, o Rock de Galpão realizou mais de cem apresentações, levando a mistura de xote, rock, vanerão, reggae e balada por todo o Rio Grande do Sul. O projeto – batizado por Bagre Fagundes e abençoado por Paixão Côrtes, Luis Carlos Borges e Nico Fagundes – foi indicado ao Prêmio Açorianos de Música em 2010. O DVD Rock de Galpão Volume II: Missões é o registro do show que aconteceu no dia 21 de abril na cidade de Santo Ângelo, em frente à Catedral Angelopolitana, monumento histórico da cultura missioneira. A banda Estado das Coisas recebeu no palco grandes nomes da música regionalista como Elton Saldanha, Neto Fagundes e Mário Barbará, além do diretor do espetáculo Hique Gomez. O show contou também com as participações especiais de Diablo Jr. (boleadeiras e bomboleguero) e do percussionista pernambucano Reppolho. A Catedral foi o elemento principal no cenário, servindo de suporte para projeções que geraram um espetáculo de luzes e imagens, criadas por Claudio Ramirez e equipe. O DVD traz, ainda, um documentário que registra momentos de ensaio da banda em uma fazenda de Santo Antônio da Patrulha, a elaboração dos arranjos, a obra do artista plástico paulista Mai Bavoso (que cria telas inspiradas no projeto desde 2010), depoimentos de músicos que participam do Festival da Barranca (que ocorre há 43 anos na cidade de São Borja), a visita da banda às ruínas de São Miguel e a preparação para o show em Santo Ângelo. Prêmios Prêmio Açorianos de Música 2015: Melhor Intérprete Pop Tiago Ferraz e Melhor Disco Pop Rock de Galpão Volume II: Ao Vivo nas Missões Orquestra Henrique UEBEL - ORQUESTRA COM 40 MÚSICOS Lucas Eduardo Grave (Maestro e Diretor Artístico) – Músico, Professor e Educador Musical, possui Pós-Graduação em Música: Educação Musical, pela UERGS. Integrou diversas orquestras do Rio Grande do Sul. É maestro das Orquestras de Barão e Westfália, Henrique Uebel, de Teutônia, Grupo Instrumental de São Pedro Da Serra, Orquestra Jovem de Boa Vista do Sul e Conjunto Instrumental do Colégio Teutônia. Fundador do Festival de Música de Teutônia. Já realizou turnês pelo Brasil, América do Sul e Europa, com mais de 40 concertos em solo europeu. Marcelo Brentano - Projetos e Eventos Culturais atua nas áreas de teatro, educação e produção cultural. Suas linhas de trabalho estão relacionadas com criação de espetáculos, oficinas teatrais e produção de eventos. Marcelo Brentano é produtor - DRT 14814 – Artista, Ator, Diretor e Arte Educador. Formado pelo Curso de Graduação em Teatro: Licenciatura da UERGS. Já produziu diversos espetáculos culturais, com turnês pela Alemanha, Áustria e França. Jackson Zanuni - Cantor com deficiência visual, começou a cantar com 4 anos de idade e a tocar violão com 12 anos. Em 2014 participou do 2o Festival De Música da Univates, ficando em primeiro lugar na categoria Ensino Médio. Em 2021 participou do 2o Festival Popular Da Canção, ficando em segundo na categoria livre. Já se apresentou com artistas como: Rogério Magrão e Banda, Banda Brilha Som, Sandro Coelho, César Menotti e Fabiano e Hugo e Tiago. Shayanne Zorzin Franceschini - Violoncelista em diversos projetos musicais, incluindo a Orquestra da Câmara de Bento Gonçalves e a Ospa Jovem, Porto Alegre. Professora de violoncelo em várias instituições, como o Instituto Tarcísio Michelon e Colégio Teutônia. Ministrou aulas de violoncelo em projetos sociais para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. Desde 2020, estuda no Conservatório Pablo Komlós com o Prof. Rodrigo Alquati. Participou de masterclasses com músicos renomados como Antônio Meneses e Jennifer Morshes. Ana Carolina Bueno - Flautista gaúcha, Bacharel em Flauta Transversal pela UFRGS. Atua em grupos de música instrumental e em orquestras como a OSPA, Orquestra Sinfônica de Gramado e Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo. Já se apresentou com artistas como Ivan Lins e Yamandu Costa. Professora em festivais de música e idealizadora do projeto "Vida de Flautista", que destaca o protagonismo feminino na música. Recentemente, foi premiada com o “Prêmio Trajetórias Culturais - Mestra Griô Sirley Amaro”. Pedro Augusto Boettcher - Professor de Bateria e Percussão em várias cidades do RS, como Colinas, Barão, e Westfália. Coordenador de bandas marciais e baterista da Orquestra de Barão. Realizou 7 turnês internacionais e já se apresentou em 13 estados do Brasil. Atuou em projetos como o "Coro de Queixas de Teutônia", apresentado na 8ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul. Thailan Pereira - Formado no ensino médio pelo Colégio Teutônia, é estudante de música pela Universidade UNINTER. Atua como professor no Colégio Teutônia e nos municípios de São Pedro da Serra, Westfália, Boa Vista do Sul e Teutônia. Em 2020 participei da minha primeira turnê pela Europa com o Colégio Teutônia como aluno, onde passamos por países como França, Alemanha, Holanda, Áustria e Itália. Em 2023 participei da minha segunda turnê pela Europa novamente com o Colégio Teutônia, mas como professor de música. Passamos por países como Alemanha, Bélgica, República Tcheca e Inglaterra. Em ambas turnês realizamos diversos concertos pelos lugares que passamos e o repertório trazia um pouco da cultura brasileira e gaúcha como também músicas típicas das regiões em que passamos. Foram momentos de muito aprendizado, conhecimento, e trocas culturais com os europeus. Certamente são momentos únicos e especiais e que agregam muito a vida de um músico.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.