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O Festival Contrafluxo é um evento musical que ocorrerá em Belo Horizonte, ao longo de quatro dias, em espaços culturais alternativos como a Casa Outono, Aquilombar e A Gruta, com o encerramento no Teatro Unimed BH. O festival celebra a música autoral e independente, promovendo o intercâmbio cultural. Com ingressos a preços populares, o evento contará com apresentações de músicos renomados como Vitor Ramil, Sérgio Pererê, Jards Macalé, Iaiá Drummond, Katia de França, Adriana Araújo, Anelis Assumpção, Mamutte, Karina Buhr e Cliver Honorato. O objetivo do festival é valorizar a diversidade musical, resistir ao padrão imposto pela indústria cultural e fortalecer a cena musical independente da cidade. O evento também promove inclusão e acessibilidade, garantindo que todos os públicos possam participar, por meio de medidas como acessibilidade física nos locais, intérpretes de Libras, audiodescrição e ingressos acessíveis.
Festival Contrafluco é um festival diversificado de musicalidades que tem como seu principal objetivo destacar artistas da cena musical independente de Belo Horizonte, oferendo uma plataforma de visibilidade e conexão com amplo público, fortalecendo a rede desses artistas e impulcionar a cadeia produtiva e cultural na cidade.
A ideia do Festival Contrafluxo surge a partir da observação crítica sobre o cenário musical contemporâneo e da necessidade de criar um evento que desse espaço a artistas e sonoridades que não seguem o fluxo das grandes indústrias culturais. Belo Horizonte, com sua cena musical rica e diversa, é o lugar ideal para sediar esse festival, que busca não apenas promover os artistas da cidade, mas também gerar um intercâmbio cultural com outras regiões do país, celebrando a música autoral e independente. O Festival será realizado em locais já reconhecidos por seu apoio à música independente e autoral, como Casa Outono, Aquilombar e A Gruta. Esses espaços têm sido fundamentais para manter viva a resistência criativa na cidade, acolhendo artistas que fogem do circuito comercial e proporcionando encontros musicais inovadores. Serão quatro dias de programação musical em Belo Horizonte, onde cada local receberá duas apresentações por noite, promovendo encontros entre artistas da cena independente da cidade e músicos de outras regiões do Brasil. Essa integração de estilos e origens criará um ambiente de experimentação e descoberta, proporcionando ao público novas experiências auditivas e valorizando a diversidade artística da música autoral. O festival terá como atrações Vitor Ramil (RS) + Sérgio Pererê, Jards Macalé (RJ) + Iaiá Drummond (BH), Katia de França (PB) + Adriana Araújo (BH), Anelis Assumpção (SP) + Mamutte (BH), para o encerramento, Karina Buhr (PE) + Cliver Honorato (BH) no Teatro Unimed BH. Como parte de sua estratégia de ocupação e resistência cultural, o festival realizará os shows de abertura e encerramento no prestigiado Teatro do Centro Cultural Unimed BH Minas. Ao ocupar esse espaço, o festival propõe um diálogo entre diferentes públicos e reforça a ideia de que a música independente autoral também pertence a esses palcos, ampliando o acesso e promovendo encontros que, na prática, raramente acontecem nesses ambientes. O projeto é importante porque propõe uma resistência ao padrão imposto pela indústria musical contemporânea, que frequentemente prioriza tendências comerciais e padronizações estéticas, negligenciando a diversidade artística presente em nosso país. O Festival Contrafluxo apresentará ao público artistas que trilham caminhos alternativos e representam a riqueza da música brasileira. A ideia principal das apresentações duplas por noite é contribuir com o fortalecimento da cena musical de Belo Horizonte, promovendo artistas, fomentando a música autoral local e proporcionando visibilidade tanto para os músicos quanto para os espaços culturais da cidade. Como estratégia conectaremos diferentes gêneros musicais e públicos, desempenhando um papel social fundamental ao formar novas audiências e sensibilizar o público para a riqueza e diversidade da música independente. Para garantir a democratização do acesso ao festival, os ingressos serão oferecidos a preços populares, com o valor de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada).
Os festivais musicais sempre desempenharam um papel central no Brasil, tanto na descoberta de novos talentos quanto na consolidação de movimentos culturais. Desde os anos 60, quando festivais como os da TV Record revelaram nomes icônicos da MPB, até os grandes eventos contemporâneos, esses encontros serviram como plataformas para expressões artísticas inovadoras e transformadoras. No entanto, com o passar dos anos, muitos festivais foram absorvidos pelas engrenagens da indústria cultural, focando cada vez mais em tendências de mercado e no consumo massificado, resultando em uma homogeneização estética. Hoje, muitos desses eventos estão alinhados aos interesses das grandes corporações, o que tem limitado a pluralidade artística e reduzido o espaço para artistas independentes. O Festival Contrafluxo surge como uma resposta a esse cenário, buscando resgatar a essência dos festivais como espaços de resistência cultural e promoção da diversidade artística. A proposta é realizar quatro dias de programação musical em Belo Horizonte, reunindo artistas independentes locais e de outras regiões do Brasil, criando encontros que desafiem as lógicas comerciais dominantes. Nosso objetivo é proporcionar ao público novas experiências de escuta, valorizando a música autoral e incentivando a interação entre diferentes gêneros musicais. Ao promover essas conexões, o festival não só fortalece o cenário da música independente, mas também cria oportunidades para que novos talentos locais sejam descobertos e que tenham maior visibilidade. Acreditamos que Belo Horizonte é o lugar ideal para sediar o festival. A cidade abriga um rica cena cultural e musical, marcada por uma efervescente produção independente, mas que ainda enfrenta dificuldades para se expandir e consolidar. O Festival Contrafluxo pretende ampliar essa cena, promovendo encontros com músicos de outras partes do país e criando oportunidades de troca e aprendizado mútuo. O festival ocupará espaços culturais emblemáticos da cidade, como Casa Outono, Aquilombar, A Gruta e o Teatro do Centro Cultural Unimed BH Minas, reforçando seu compromisso com a ocupação cultural e com a descentralização da produção artística. Importante também ressaltar o impacto cultural que o Festival pode gerar na cidade e na carreira dos artistas envolvidos. Além de fortalecer a música autoral, o festival tem o potencial de formar novas audiências, sensibilizando o público para a diversidade da música brasileira. O projeto se destaca pela sua abordagem, ao promover encontros entre artistas que resistem às lógicas de mercado e trilhando caminhos alternativos, incentivando a experimentação artística e oferecendo ao público uma alternativa aos eventos musicais de grande porte, geralmente alinhados às tendências comerciais. A execução do projeto é favorecida pelo sólido histórico dos artistas envolvidos e pela experiência da equipe de produção na realização de eventos independentes. Espera-se, como resultado, a criação de uma rede colaborativa entre músicos de diversas regiões do Brasil, que terão a oportunidade de se conectar e compartilhar o palco, fortalecendo o intercâmbio artístico. Por último, e não menos importante, a realização deste projeto impulsionará a economia criativa da cidade, movimentando toda a cadeia cultural local. A execução do festival demanda a contratação de diversos profissionais e serviços, gerando oportunidades de trabalho para técnicos de som, operadores de luz, roadies, motoristas para o transporte dos artistas, além de serviços de alimentação e hospedagem para receber os músicos que vêm de outras regiões.Além disso, o festival contará com a participação de assessores de imprensa, mídias sociais, gráficas para produção de material promocional, e outros prestadores de serviços essenciais. Dessa forma, o evento não apenas fortalece a cena musical independente, mas também gera impacto econômico ao beneficiar uma ampla rede de agentes culturais e empreendedores autônomos, criando um ciclo de fomento à cultura e à economia local.
O público-alvo do Festival Contrafluxo é composto, em sua maioria, por pessoas de 25 a 45 anos, com alguns jovens entre 18 e 24 e um público mais maduro de 45 a 60 anos ou mais, todos interessados em música autoral e independente. Esse público valoriza sonoridades que fogem do mainstream e tem uma forte apreciação pela diversidade cultural e artística. São pessoas que buscam novas experiências musicais e têm interesse em descobrir artistas locais e de outras regiões do Brasil. São indivíduos engajados com a cultura, com uma visão crítica sobre o cenário musical contemporâneo. Além disso, são frequentadores de espaços culturais alternativos, como a Casa Outono, Aquilombar e A Gruta, e costumam participar de eventos fora do circuito comercial. Para atingir o público pretendido pelo Festival Contrafluxo, serão utilizadas várias estratégias complementares. A parceria com espaços culturais pretendidos como a Casa Outono, Aquilombar e A Gruta será fundamental, aproveitando a base de público já existente nesses locais. Além disso, o festival terá uma forte promoção digital segmentada, utilizando anúncios pagos em plataformas como Instagram, Facebook e Google Ads, focados em pessoas interessadas em música independente e cultura alternativa em Belo Horizonte. O festival buscará visibilidade em mídias especializadas, como jornais, revistas, blogs e podcasts focados em música independente e cultura alternativa. A divulgação em rádios locais, como a Rádio Inconfidência, com spots de rádio contendo trechos das músicas dos artistas participantes, também ajudará a atingir um público que já tem afinidade com a proposta do festival. Uma das estratégias centrais será garantir que os ingressos sejam acessíveis, com preços populares de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada), reforçando a ideia de democratização do acesso à cultura. Dessa forma, o festival conseguirá se conectar com o seu público-alvo, promovendo a música autoral e independente em um contexto de resistência e valorização da diversidade artística.
* Realização de 4 dias de festival, com 10 shows ao todo em espaços culturais da cidade, envolvendo a participação de 10 artistas, sendo 5 de Belo Horizonte e 5 de outras regiões do Brasil. * Promoção de encontros musicais, garantindo que em todas as noites os artistas locais se apresentem ao lado de músicos de outras regiões, fortalecendo a troca cultural e o intercâmbio artístico. * Formação de novas audiências, com a expectativa média de 1800 pessoas participando do festival. - 2 Shows noTeatro do Centro Cultural Unimed BH Minas: Capacidade 612 Pessoas- 1 Show na Casa Outono: Capacidade 100 pessoas- 1 Show na A Gruta: Capacidade 60 pessoas- 1 Show no Aquilombar: Capacidade 450 pessoas * Contratação de profissionais locais, incluindo técnicos de som, roadies, motoristas, equipe de produção, assessoria de imprensa, entre outros, fomentando a economia local e a cadeia produtiva cultural. * Divulgação e promoção dos artistas da cena independente de Belo Horizonte, com ações de comunicação, assessoria... que garantam visibilidade aos músicos locais em redes sociais, veículos de mídia e materiais gráficos do festival.
Para garantir a acessibilidade no Festival Contrafluxo e promover uma experiência inclusiva para todos os públicos, serão implementadas várias medidas. Primeiramente, os espaços do festival, terão acessibilidade física adequada. A equipe de produção será treinada para oferecer um atendimento inclusivo, com orientações sobre como auxiliar pessoas com diferentes tipos de deficiência. Por fim, serão fornecidas informações sobre transporte acessível, incluindo opções de estacionamento e a proximidade de transporte público adaptado. Essas medidas visam tornar o Festival Contrafluxo um evento acessível e inclusivo, reforçando o compromisso com a democratização do acesso à cultura e promovendo a diversidade em todas as suas formas.
Para atingir o público pretendido pelo Festival Contrafluxo, serão utilizadas várias estratégias complementares. A parceria com espaços culturais pretendidos como a Casa Outono, Aquilombar e A Gruta será fundamental, aproveitando a base de público já existente nesses locais. Além disso, o festival terá uma forte promoção digital segmentada, utilizando anúncios pagos em plataformas como Instagram, Facebook e Google Ads, focados em pessoas interessadas em música independente e cultura alternativa em Belo Horizonte. O festival buscará visibilidade em mídias especializadas, como jornais, revistas, blogs e podcasts focados em música independente e cultura alternativa. A divulgação em rádios locais, como a Rádio Inconfidência, com spots de rádio contendo trechos das músicas dos artistas participantes, também ajudará a atingir um público que já tem afinidade com a proposta do festival. Uma das estratégias centrais será garantir que os ingressos sejam acessíveis, com preços populares de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada), reforçando a ideia de democratização do acesso à cultura. Dessa forma, o festival conseguirá se conectar com o seu público-alvo, promovendo a música autoral e independente em um contexto de resistência e valorização da diversidade artística.
Cliver Honorato da Silva - Coordenador Geral, Artista Jacson Dias Junior - Produtor Débora Lopes Cançado Brandão - Produção Executiva
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email salic@cultura.gov.br.