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Parrhesia em Movimento 2025 : Festival pela Diversidade, Inclusão e Empoderamento da Música e da Cultura Hip Hop

INSTITUTO PARRHESIA ERGA OMNES
Solicitado
R$ 198,1 mil
Aprovado
R$ 198,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-12-16
Término

Resumo

Festival artístico e cultural da rede de artistas do Parrhesia em Movimento, com apresentações de música, circo, poesia, teatro. Oficinas, palestras rodas de conversas com um foco especial no hip hop e na participação e protagonismo de artistas periféricos e PCDs.

Sinopse

O Festival "Parrhesia em Movimento 2025" completa uma década de celebração da diversidade musical e inclusão social, com um foco especial na cultura hip hop e na participação de artistas com deficiência (PCD). Em 2024, o festival deu um passo audacioso e se expandiu para cidades dentro e fora do Rio Grande do Sul e na edição 2025 queremos abarcar três cidades do RS que foram atingidas pelas enchentes, reafirmando seu papel como um espaço de encontro e transformação cultural e ainda fortalecer a rede já existente Nascido da luta por direitos e visibilidade, o "Parrhesia em Movimento" é mais do que um evento musical; é um movimento que busca empoderar vozes muitas vezes silenciadas. Com uma programação recheada de apresentações musicais, debates sobre cultura, direitos humanos e inclusão social, oficinas de escrita criativa, exibições de filmes e intervenções artísticas, o festival promete não apenas entreter, mas também inspirar mudanças sociais. Com objetivos claros, o festival visa fortalecer a cadeia produtiva da música nessas cidades afetadas, ampliar a formação de público e promover a inclusão social. Ele garante acessibilidade total para pessoas com deficiência, utilizando tecnologias assistivas e promovendo a inclusão linguística. Além disso, busca valorizar a rica produção musical gaúcha e periférica. O público-alvo inclui artistas, amantes da música, comunidades periféricas e profissionais do setor musical. O festival é um convite à participação ativa de todos, especialmente dos jovens que vivem nas periferias. Através de ações educativas e de sensibilização, esperamos democratizar o acesso à cultura e fomentar novas tendências artísticas. Neste 12º aniversário, o Festival "Parrhesia em Movimento" reafirma seu compromisso com práticas sustentáveis e com a valorização da cultura hip hop como um importante movimento cultural e social para que juntos possamos celebrar a arte, a música e as vozes que fazem nossas comunidades pulsarem!

Objetivos

Objetivos Gerais: Fortalecer a cadeia produtiva da música: Criar e ampliar oportunidades para artistas e profissionais da música, com ênfase naqueles que atuam nas periferias, promovendo um ecossistema musical mais inclusivo e sustentável. Ampliar o acesso à cultura: Democratizar o acesso à cultura por meio da promoção da diversidade musical, incentivando a criação de novas tendências e perspectivas, especialmente para artistas PCD e o público em geral. Empoderar a cultura hip hop: Celebrar a história e diversidade do hip hop, proporcionando uma plataforma para novos talentos e fortalecendo a cena musical local através de eventos e iniciativas de valorização. Visibilizar artistas PCD: Promover a inclusão de artistas com deficiência na produção cultural, quebrando barreiras sociais Promover a diversidade cultural: Valorizar a produção musical gaúcha, especialmente no hip hop, ao incentivar a diversidade de gêneros e linguagens artísticas, garantindo que múltiplas vozes sejam ouvidas. Fomentar a inclusão social: Assegurar acessibilidade plena e participação ativa de pessoas com deficiência em todas as atividades do festival, utilizando tecnologias assistivas e promovendo práticas inclusivas em comunicação. Fortalecer a cadeia produtiva da música: Estimular a criação de novas oportunidades de trabalho e renda para artistas e profissionais da música por meio de capacitações, rodas de conversa e apoio ao empreendedorismo cultural. Ampliar a formação de público: Incentivar a participação de diferentes públicos, especialmente jovens e comunidades periféricas, através de ações educativas, oficinas e palestras sobre a importância da diversidade cultural. Valorizar a produção musical gaúcha: Aumentar a visibilidade dos artistas gaúchos em outras cidades, promovendo intercâmbios culturais que fortaleçam a identidade cultural do estado. Objetivos Específicos: Realizar apresentações musicais de artistas locais do hip hop. Promover 1 roda de conversa sobre o encarceramento da juventude negra e periférica e 1 roda de conversa sobre diretos e inclusão de PCDs. Apresentar 3 performances circenses e 3 poesias para entretenimento do público. Incluir crianças com 1 oficina de bolha de sabão. Estimular a criatividade com 1 oficina de escrita criativa. Exibir 1 documentário com debate posteriormente.

Justificativa

Originado em um contexto de luta por direitos e busca por visibilidade, o Parrhesia em Movimento se estabeleceu como um espaço vibrante de encontro, celebração e transformação social. O Festival "Parrhesia em Movimento" transcende a definição de um simples evento musical; é um verdadeiro movimento que promove a diversidade, a inclusão e o empoderamento da cultura hip-hop. Ao celebrar a música, a arte e a cultura, o festival desempenha um papel fundamental na construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Ele não apenas proporciona um palco para artistas emergentes e consagrados, mas também cria um ambiente onde vozes marginalizadas encontram espaço para serem ouvidas, contribuindo para uma rica tapeçaria cultural que reflete as diversas experiências da nossa sociedade. Por meio de suas atividades, o festival incentiva a troca cultural, fomenta o respeito à pluralidade e inspira ações que buscam transformar realidades. O Parrhesia em Movimento é, portanto, uma celebração da resistência, da criatividade e do poder transformador da arte. Contribuição para a Lei de Incentivo à Cultura (Lei 8313/91) no Art. 1°, nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Estratégia de execução

O projeto se enquadra no artigo 18 Lei 8313/91, conforme incisos I e II da Súmula 32 da CNIC, pois trata-se de músical regional que forma a identidade cultural de comunidades, especialmente periféricas, reconhecida pela Lei 15881/22 RS. E é Patrimônio Cultural Imaterial, Leis 498/21 SP e 9794/22 RJ.

Especificação técnica

Objetivamos promover a cultura e a arte, com ênfase no rap e hip hop, garantindo acessibilidade e inclusão de artistas e participantes PCD. Shows Musicais- Apresentações de 5 artistas locais com foco em rap e hip hop.- Destaque para a participação de artistas PCD, promovendo a diversidade na cena musical. Oficinas- Realização de 2 oficinas por região, uma para crianças e outra para adultos. Rodas de Conversa- Realização de 2 rodas de conversa em cada região sobre direitos e inclusão de PCDs e encarceramento da juventude negra e periférica. Intervenções Urbanas- Performances participativas ao longo do evento, estimulando a interação com o público. Cine-Debate- Projeções de filmes e/ou documentários seguidas por debates sobre suas temáticas.- Objetivando enriquecer a experiência cultural dos participantes.

Acessibilidade

Produto Apresentação Músical: Acessibilidade para deficientes auditivos: Interpretação em Libras (Língua Brasileira de Sinais). Acessibilidade para deficientes visuais: Transmitir e disponibilzar uma live nas redes sociais com audiodescrição. Acessibilidade para pessoas com limitações intelectuais: Sinalização clara e visível em letras grandes, indicando as áreas do evento, banheiros e saídas e monitores para auxilio. Acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida: Local público acessível com rampas, banheiros adaptados e lugares na primiera fileira. Produto Oficinas e Palestras: Acessibilidade para deficientes auditivos: Interpretação em Libras (Língua Brasileira de Sinais). Acessibilidade para deficientes visuais: Transmitir e disponibilzar uma live nas redes sociais com audiodescrição. Acessibilidade para pessoas com limitações intelectuais: Sinalização clara e visível em letras grandes, indicando as áreas do evento, banheiros e saídas e monitores para auxilio. Acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida: Local público acessível com rampas, banheiros adaptados e lugares na primiera fileira. Produto Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade para deficientes auditivos: Interpretação em Libras (Língua Brasileira de Sinais). Acessibilidade para deficientes visuais: Transmitir e disponibilzar uma live nas redes sociais com audiodescrição. Acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida: Local público acessível com rampas, banheiros adaptados e lugares na primiera fileira. Acessibilidade para pessoas com limitações intelectuais: Sinalização clara e visível em letras grandes, indicando as áreas do evento, banheiros e saídas e monitores para auxilio.

Democratização do acesso

Com o compromisso de atender às diretrizes estabelecidas nas instruções normativas, todas as atividades do festival ocorrerão em espaços públicos, garantindo entrada gratuita e acessível a todos. A escolha dos locais foi cuidadosamente planejada para assegurar acessibilidade geográfica. Cada espaço está situado em áreas de fácil acesso nas comunidades, próximo a transporte público e com infraestrutura adequada para acolher diferentes públicos, assegurando que ninguém fique de fora. A programação cultural é rica e diversificada, abrangendo múltiplos interesses e faixas etárias. Utilizando o Hip Hop como uma poderosa forma de expressão, o festival incluirá uma variedade de estilos e formas artísticas que refletem a pluralidade cultural da nossa sociedade. As oficinas e rodas de conversa serão gratuitas e projetadas para incentivar a participação ativa da comunidade, incluindo crianças. Essas atividades promoverão a troca de experiências e conhecimentos, bem como a inclusão de pessoas com deficiência (PCDs), além de oferecer espaços educativos que destacam a importância da arte na música e na linguagem de expressão como agentes transformadores sociais. O objetivo é sensibilizar o público para questões sociais relevantes e fomentar um ambiente inclusivo. Buscaremos parcerias com organizações locais, visando alcançar públicos distintos. Envolveremos líderes comunitários na divulgação do evento e na construção da programação, garantindo que as necessidades locais sejam atendidas. Faremos um convite especial à vizinhança dos locais escolhidos, assegurando que todos se sintam parte do festival. Incentivaremos a participação dos jovens, promovendo um ambiente onde todos possam se expressar e compartilhar suas vivências. Para maximizar nosso alcance, utilizaremos uma variedade de canais de comunicação, incluindo redes sociais, rádio comunitária e flyers informativos, garantindo que a mensagem chegue a diferentes públicos de maneira eficaz. Após o evento, realizaremos uma avaliação abrangente para entender os pontos fortes da iniciativa e identificar oportunidades de melhoria para futuras edições, sempre com o objetivo de tornar o festival um espaço cada vez mais inclusivo e acolhedor.

Ficha técnica

Equipe principal: Coordenaçãoo Geral do Projeto/ Curador: Proponente - Orlando Vitor Noal Neto Fundador do Instituto Parrhesia e articulador de redes da Parrhesia Rádio Web, artista PCD, DJ, performer de fogo, estudante de direito, educador e produtor cultural. Egresso do Sistema Prisional, Sinistro, como é conhecido, fundou a Parresia em 2011. Em 2014, articulou a Parresia Rádio Web. E em 2015, criou o Parresia em movimento com o Fórum Social Mundial. Integrou o Fórum Social Mundial em âmbito nacional e internacional, participando ativamente nos anos de 2015, 2016, 2017, 2018, 2019 e 2021 na edição online. Ainda produziu a festa de Les Vives para o quarto festival de artistas de rua e foi auxiliar de produção do evento. Ativista em prol da cultura, igualdade e direitos humanos, realizou a advocacia internacional pelo IDDH Joenville Santa Catarina. Em 2023, recebeu três premiações: a Bolsa Funarte de Mobilidade Artística pelo projeto "Cumbia, na rua, bailando sem fronteiras"- Projeto IN BAZION - Festival de Artes Latinas y Migrantes, Multilinguagens/LPG no segmento Circo em Porto Alegre/RS, e Prêmio Diversidade Cultural no Edital Cultura Viva Sérgio Mamberti em 2º lugar na categoria Agente PCD da Região Sul. Orlando Vitor também foi o responsável pela elaboração do projeto Festival da Ousadia 2024, que se encontra em fase de execução. Atualmente, a Parrhesia segue em movimento e na reconstrução do espaço atingido pelas enchentes de maio. Produtor cultural: Marcos Renê Simões Marcos Renê, mais conhecido como Chikuta, é pai, Rapper PCD, escritor, egresso do sistema prisional, coletor de lixo e produtor local. Iniciou sua tragetória nos anos 90 como ofineiro do produtor e comunicador social Dj Piá em uma unidade da Febem. Desde 1995 é ativista na cultura hip hop e em 97 integrou o grupo Consciência Negra o qual participou do 1º Fórum Social Mundial em 2001 na cidade de Porto Alegre. Jovem, negro e sem oportunidade, entrou na criminalidade e cumpriu mais de 15 anos de pena. Ao receber a condicional uniu-se ao Instituto Parrhesia, rede que atua junto ao Fórum Social Mundial e ABONG, expandindo seu trabalho para além da cidade de Pelotas/RS e atuando em parceria com imigrantes nas produções da Cumbia na Rua. Em 2017, se apresentou ao lado do Rapper Moysés Martins (ex Facção Central e A286) pela primeira vez no Fórum Social das Resistências e de 2017 a 2020 foi uma das atrações destaque nas edições subsequentes do Fórum. Em 2021 foi agraciado no Edital Ações Culturais das Comunidades, realizado pela Cufa, e em 2023 recebeu o Prêmio Diversidade Cultural no Edital Cultura Viva Sérgio Mamberti em 1º lugar na categoria Agente PCD da Região Sul. Gravou eps intitulados “Por trás das grades” e “Lili cantou”, em parceria com artistas locais e regionais, um feat intitulado “Mais um preso, mais um caso” também em parceria com artistas egressos do sistema prisional e segue rimando em carreira solo e em parceria com outros artistas. Marcos já atuou em diversos eventos culturais, tais como: Dunas Rap na Calçada, Movimento 111, Cumbia na Rua Bailando Sin Fronteras, Associação de Hip Hop de Pelotas, Natal Solidário e realizou a co-produção do espetáculo final do Festival de Artistas de Rua de 2021. Hoje atua como colaborador, suporte técnico e produtor musical do Studio 111 e do CDD Dunas, ambos em Pelotas/RS, fomentando parcerias, fortalecendo ações culturais e oportunizando visibilidade aos novos talentos das comunidades. Também, é Conselheiro do Instituto Parrhesia em Porto Alegre/RS e segue fazendo rap de mensagem para mostrar às novas gerações que o crime não compensa e que através de educação e promoção dos direitos humanos podemos revolucionar a sociedade e viver a vida com a família em liberdade. Audiovisual: Buena Onda - Taísa Carolina Alves Pereira Taísa Carolina, responsável pela Buena Onda - Estúdio Criativo, é grauduada em Artes Visuais pela UFSM e fotografa. Através de suas lentes, captura a essência dos movimentos urbanos e diferents tipos de culturas. Por suas habilidades em documentar e produzir conteúdos se destacou em projetos contemplados pela Lei Aldir Blanc nº 14.017/2020, Lei Paulo Gustavo nº 195/2022 e FUNART. Além disso, contribuiu com sua visão única na cobertura fotográfica de eventos renomados, tais como os festivais Morrostock, Saravá, Rap In Cena, Acid Rock e Festival da Ousadia. Sua colaboração também se estende ao fortalecimento de laços com ocupações urbanas, movimentos sociais e iniciativas coletivas de arte e cultura. Coordenadora Administrativa do Projeto: Mariane Manduré Marivilhosa, como é chamada artisticamente, é artista circense, bacharela em Direito, defensora dos direitos humanos e produtora cultural. Como malabarista de rua, realiza performances artísticas com bambolê, swing poi, perna de pau e pirofagia, atua no carnaval de rua, em protestos, passeatas, eventos, e Festivais, destaques no 4º Festival de Artistas de Rua em 2021, e Festival da Ousadia 2024. Como bacharela, recebeu pelo seu trabalho de conclusão de curso o prêmio Boas Práticas em Direitos Humanos pela AJURIS. Ativista em prol dos direitos humanos, parceira do Instituto Parrhesia e do coletivo La Clandestina, já concluiu 2 Advocacys promovidos pelo Instituto de Defesa e Direitos Humanos de Joinvile/SC. Bem como participou da realização de diversos eventos, tais como: Cumbia na Rua Bailando Sin Fronteras, Feira Autonominas, Feira do Brincar, Rodas de conversa sobre direito de família, direitos das mulheres e proteção da comunidade LGBTQIAP+.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-12-31
Locais de realização (4)
Pelotas Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do SulCabo Frio Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo