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PRONAC 2415164Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festival Internacional de Violão

CARPEX EMPREENDIMENTOS E PROMOCOES LTDA
Solicitado
R$ 542,9 mil
Aprovado
R$ 542,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Concertos sinfônicos
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-06-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Realização do Festival Internacional de Violão com 20 concertos no Rio de Janeiro levando ao público a cultura do violão instrumental e a sua importância no cenário cultural mundial, além de proporcionar aos violonistas e aos estudantes de violão o acesso a novas técnicas que facilitem e enriqueçam a sua execução. Conhecer usos e funções do violão produzindo em diferentes épocas e por sociedades distintas, apreciando e adotando atitudes de respeito diante da variedade de manifestações do violão do Brasil e no mundo, criando oportunidades para novos talentos ressaltando os vínculos entre o violão popular e o erudito, oferecendo ao público programas de qualidade com acesso gratuito, integrados a espaços culturais de excelência em cidades brasileiras.

Sinopse

O projeto constará de concertos e, eventualmente, master classes organizadas com os violonistas estrangeiros visando intercambio com os brasileiros e, especialmente, estudantes de violao.

Objetivos

Objetico Geral: Realizar o Festival Internacional de Violão e assim, complementando iniciativas identicas de Música no Museu com os Festivais de Harpas (RioHarpFestival) e de Sopros (RioWindsFestival) e, assim, resgatar o violão como um dos instrumentos musicais importantes dando-lhe um tratamento à altura de sua repercussao na música e, em especial, na musica brasileira. Esta realização de um festival internacional reunindo os grandes nomes do violão brasileiro e outras atrações internacionais une-se a outros eventos realizados pelo proponente entre eles o RioHarpFestival e o RioWindsFestival ja citados anteriormente. Objetivo especifico: Realização de 20 concertos de violão no Rio de Janeiro levando ao público a cultura do violão instrumental e a sua importância no cenário cultural mundial, além de proporcionar aos violonistas e aos estudantes de violão o acesso a novas técnicas que facilitem e enriqueçam a sua execução. Conhecer usos e funções do violão produzindo em diferentes épocas e por sociedades distintas, apreciando e adotando atitudes de respeito diante da variedade de manifestações do violão do Brasil e no mundo, criando oportunidades para novos talentos ressaltando os vínculos entre o violão popular e o erudito, oferecendo ao público programas de qualidade a custo zero, integrados a espaços culturais de excelência em cidades brasileiras.

Justificativa

A cultura brasileira tem na Lei de Incentivos um dos seus maiores pilares. E os criterios de seleção do Ministerio da Cultura fazem com que possamos submeter programas importantes como o Festival Internacional de Violão que se insere em Música no Museu- Patrimonio Cultural Imaterial do Rio de Janeiro- que há 27 anos inisterruptos realiza concertos gratuitos no Rio de Janeiro e em outras cidades brasileiras e na sua vertente internacional realizou e vem realizando concertos em cidades de páises de todos os continentes. Dividido em concertos relacionados às estações do ano (Verão,Outono, Inverno, Primavera) e em dezembro Natal. E a cada mes privilegia um tema ou um naipe. Entre estes, cordas, sopros, pianos, voz, percussao e ai enquadram-se harpas (realizando um festival já na sua 20.a versão) e sopros (RioWindsFestival na sua 15a. versão) e agora o Festival Internacional de Violão. O violão, por ser um instrumento muito usado na música popular brasileira e pelo povo, passou a ter uma má fama, sendo considerado por muitos como um instrumento de boêmios, presente entre seresteiros, chorões, tornando-se um símbolo de malandragem, carregando consigo este estigma por muitos anos. Por esta discriminação, os primeiros que tentaram desmistificar esse ranço pejorativo e discriminatório do violão, divulgando-o como um instrumento sério foram considerados verdadeiros heróis. A música brasileira para violão tem por base a obra de Villa-Lobos, que foi um importante compositor e violonista brasileiro. O filósofo Sócrates costumava perguntar a diversos artistas e profissionais do mundo grego o que, de fato, cada um deles fazia. Essa pergunta - genuinamente grega - pela essência de algo, pelo seu "que", ainda ressoa em nossa cultura ocidental como uma inquietação legítima, mesmo tendo passado já mais de dois mil anos. Muitas vezes, o diálogo socrático levava o especialista em uma determinada área a admitir que, na verdade, não conseguia responder com clareza a essa questão fundamental sobre a própria atividade que exercia com grande destaque. Da mesma forma, se questionarmos músicos profissionais acerca da essência do violão erudito e do violão popular, talvez acabemos sem uma resposta satisfatória. No nosso caso, a pergunta pelo "que" é também o questionar a "diferença" entre duas identidades. O que é violão erudito? O que é violão popular? Qual é a diferença entre o violão erudito e o violão popular? Na verdade a resposta a estas perguntas é simples, não existe diferença, existe sim é falta de preciosismo em interpretar uma música com boa técnica e sentimento. Podemos dizer que Villa Lobos é erudito e que o Garoto (Aníbal Sardinha) é popular? De forma alguma podemos afirmar algo desta natureza, pois os dois são gênios e contribuíram para enriquecer o cenário mundial do violão. O objetivo deste festival é exatamente acabar de uma vez por todas com certos preconceitos que ainda existem nesta discussão. Como já resgistrado anteriormente, o Festival insere-se no projeto Música no Museu-Patrimonio Cultural Imaterial do Rio de Janeiro- divido em temporadas vinculadas às estações do ano. Assim realiza, de janeiro a dezembro de cada ano, Concertos de Verao, Outono, Inverno, Primavera e em dezembro Natal. E a cada mês mês privilegia um tema (vinculado à música preferencialmemte) ou a um naipe. Assim tem os meses de piano, de cordas, de percussão,de voz e dedica julho às harpas (quando faz um festival internacional- RioHarpFestival- já na sua 20ª. Versão) e novembro aos sopros- RioWindsFestival na sua 15a. Daí porque um Festival Internacional de Violão vem complementar esta sequencia de festivais ligados a instrumentos musicais. E claro, serão realizados concertos com grandes nomes nacionais e internacionais beneficiando o público com programas de grande qualidade. Tal foco certamente receberá um tratamento especial da midia por se tratar de um evento de repercussão na música clássica bem diferenciado de iniciativas similares por se tratar não sòmente de apresentações musicais de violonistas mas sim de um trabalho que envolve, a par dos concertos,um tratamento acadêmico e que, certamente, será do interesse dos violonistas brasileiros. Este engajamento será perseguido em todas as fases do evento . Justificativa: Pelos motivos acima, o festival, paralelamente aos concertos abertos ao grande público apreciador do instrumento, espera trazer grandes nomes do violão do cenário nacional e internacional, tornando possível a todos os estudantes de violão conhecer e atualizar-se nas melhores técnicas existentes hoje no mundo.Ouvir bons violonistas é essencial para ser bom violonista. Contudo, quando dizemos ouvir, queremos dizer ouvir com atenção em cada um dos elementos da música aplicada ao violão. Para isso se faz necessário conhecer e estudar os grandes nomes deste instrumento. Cada estilo musical possui seus próprios ícones, músicos que servem de referência no que concerne a tal estilo. com técnica e musicalidade extremamente apuradas. No caso do violão, a lista é grande , e conhecer esses nomes, escutar suas obras e ver seus estilos únicos de tocar é de grande importância para o amadurecimento musical de qualquer estudante. Este é o grande diferencial do evento. Perfil do público: Os concertos terão entrada gratuita, assim, todas as camadas da população serão atingidas com grande predominância de estudantes do ensino médio, universitários, além de profissionais de atividades diversas e aposentados, publico que já participa do Musica no Museu. Expectativa de até 200 pessoas por apresentação limitada à capacidade dos espaços e a cada concerto poderá ser convidada uma turma de alunos das escolas e/ou comunidades e, que, posteriormente, visitará as instalações e exposições dos museus. e locais. Quantidade estimada do público do evento: 3.000 Histórico. Este festival pretende dar ao violão o seu devido reconhecimento, como um instrumento nobre que conseguiu unir o erudito e o popular com maestria seguindo-se iniciativas anteriores como o RioHarpFestival (na vigésima versão) e o Festival Internacional de Sopros (na décima-quinta versão)realizados no âmbito do Música no Museu sucesso de critica, mídia e público que aumenta ano a ano já registrados anteriormente.

Estratégia de execução

O Festival Internacional de Violão insere-se em Música no Museu cujas informações seguem abaixo: MÚSICA NO MUSEU -Patrimônio Cultural Imaterial do Estado e da Cidade do Rio de Janeiro-. Iniciado em 1997, tornou-se a maior Série de música clássica do Brasil, reconhecida pelo RankBrasil, versão brasileira do Guinness Book. Seus números são expressivos chegando a fazer mais de 500 concertos por ano, de norte a sul do Brasil, ocupando cerca de 2.500 músicos / ano, além de uma vertente internacional, desde 2006 em cidades da Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, França, Grécia, Itália, Portugal, Republica Tcheca, (Europa), Argentina, Canadá, Chile, EUA (inclusive no Carnegie Hall em Nova Iorque), (Américas), Marrocos (África), Índia, Vietnã (Ásia), Austrália, (Oceania ) além do Libano (Oriente Médio) levando músicos e a música brasileira para o exterior. A Tap publicou ampla matéria em sua revista de bordo e que foi distribuída em todos os seus voos. Nestes 27 anos de atividades já registra um público superior 1.000.000 pessoas e uma mídia espontânea de registros em todos os veículos do Brasil, rádios, TVs, jornais, revistas, internet e até do exterior, com destaques pa ra publicações no New York Times, Le Monde de la Musiques, Pariscope, L´Officiel entre outras. Também a excelência do projeto, que já entregou inúmeros prêmios e honrarias nacionais (Ordem do Mérito Cultural, Golfinho de Ouro, Ordem do Mérito Carioca, Embaixador do Rio, Urbanidades do IAB, Mérito do Trabalho etc etc) e internacionais (Cultura Viva da Unesco , Excelência em Cultura-Lisboa, Prémios Latino-americanos de Qualidade, Buenos Aires, Cultura Viva, Madrid e foi tema de Mestrado na Universidade de Berlim.Recebeu em 2023 os titulos de Patrimonio Cultural Imaterial do Estado do Rio de Janeiro e Patrimonio Cultural Imaterial da Cidade do Rio de Janeiro. Paralelamente e no seu âmbito, realiza um Festival Internacional de Harpas-RioHarpFestival, já na sua 20ª. versão e que colocou o Brasil no circuito mundial da harpa assim como o XIV RioWindsFestival com os instrumentos de sopros. Também renova o panorama da música clássica no Bras il através do Concurso Jovens Músicos-Música no Museu, já na décima versão e que recebe a cada ano uma bolsa de U$ 105 mil da James Madison University-uma escola Steinway- para o vencedor. Também criou a Orquestra Jovem Musica no Museu e que já começa a ter vida própria. Ao completar 15 anos em 2012, realizou uma programação especial que incluindo os melhores concertos da Série com destaque para a apresentação do pianista Nelson Freire em Tiradentes São João del Rei-MG. Em 2013, além da Série normal de concertos, foi feito o lançamento do livro ¨Música no Museu- 15 anos depois¨além da exposição das pinturas das capas dos seus programas (cada mês feito por um artista plástico brasileiro) e doadas para a Academia Brasileira de Filosofia e que ora faz parte do seu acervo. Em dezembro de 2023 lançou no Rio de Janeiro e em março 2024 em Lisboa, o livro ¨Música no Museu 25 anos: uma vida¨ Outro grande diferencial da Série é a absorção de iniciativas sociais junto a Comunidades dando espaços para apresentações de suas orquestras em seus espaços e sempre com o maior sucesso. Mesmo com a pandemia manteve o projeto ativo e realizou quatro grandes eventos: Musica no Museu on line in concert- (distribuído em todo o Brasil e aos paises de língua portuguesa), XV RioHarpFestival-virtual e SPHarpFestival-virtual (agosto / setembro 2020) e o XI RioWindsFe stival (novembro 2020) e, em 2021, graças à Lei Aldir Blanc, o XVI RioHarpFestival-versão latino-americana e ¨Os Imortais da Música Brasileira e os Gênios Internacionais¨. Já Música no Museu Internacional concertos em cidades de Portugal e Espanha (janeiro / fevereiro 2020) e participante das comemorações dos 730 anos da Universidade de Coimbra (setembro 2020) complementando os dos 725 anos em 2015. Musica no Museu no Google tem milhões de registros e o seu site www.musicanomuseu.com.br , na sua versão nova, em 18 meses já tem mais de 690.000 acessos. E em 2020 criou a Rádio Música no Museu-web (www.radiomusicanomuseu.com) divulgando os seus concertos. Sergio da Costa e Silva Diretor CARPEX EMPREENDIMENTOS E PROMOÇÕES Praça Pio X, 55 sala 202 Centro-Rio de Janeiro BRASIL Tels: 00 55 21 2233-6711 -00 55 21 99988-9332.

Especificação técnica

2 banners de 1,70m x 1 m ou imagem do evento a ser projetado em telão nos espaços dos concertos onde houver disponibilidade. 2.000 programas do evento em papel couche 100g 4/4.

Acessibilidade

Como os eventos serão realizados em Museus, Centros Culturais, Bibliotecas e, eventualmente em Igrejas todos tem acesso para portadores de necessidades especiais e idosos, que também serão acompanhadas por nossa equipe de produção. E assim, tendo fácil acesso ao público. Atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz "proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei nº 10 741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto 3 298, de 20 de dezembro de 1999. Os locais das apresentações serão escolhidos entre aqueles que possuam rampas e/ou adotam outras medidas para facilitar o acesso de pessoas com deficiencia. Também serão utilizadas LIBRAS quando de transmissões na midia social e assim atendendo as Acessibilidades Fisica e de Conteúdo.

Democratização do acesso

Democratização de Acesso: Todos os concertos são gratuitos sem qualqier distinção de idade, sexo, religião ou qualquer outro aspecto. Assim dá-se democratização de acesso em toda a sua programação. Trata-se da continuidade de uma ação desenvolvida no âmbito do projeto Musica no Museu que nos seus 27 anos de atividades ininterruptas já registrou um público de 1.000.000 espectadores e que se amplia mês a mês.O Festival de Violões, apesar de ser uma iniciativa autônoma, insere-se no projeto como um dos naipes de suas divisões mensais que privilegia temas ou naipes nas suas divisões vinculadas às estações do ano: Concertos de Verão, Outono, Inverno, Primavera e se encerra com os Grandes Concertos de Natal. Nesta sequencia, com a consolidação do projeto Música no Museu como uma Série de música clássica já inserida no contexto da cultura brasileira, com um evento especifico que exalte instrumentos- como as harpas e os instrumentos de sopros- e que já obteve repercussão internacional, com evidentes ganhos na sua densidade.Assim, como a entrada nos eventos é gratuita, todas as camadas da população podem usufruir dos seus concertos mas ressaltando-se a grande predominância de pessoas da terceira idade ao lado de estudantes do ensino médio, universitários, além de profissionais de atividades diversas e aposentados. Tendo em média a expectativa de 120 /200 pessoas por apresentação quando a cada concerto será convidada, preferencialmente, uma turma de alunos das escolas e, que, posteriormente, visitará as exposições dos museus, centros culturais e também as proprias instalações que ressaltam aspectos arquitetonicos e históricos. Os locais estão sujeitos a sua lotação e observados rigorosamente os aspectos de segurança como, aliás, tem sido nos eventos de Música no Museu.

Ficha técnica

Coordenação Geral: Sergio da Costa e Silva- Advogado, Administrador de Empresas, criador e diretor de Música no Museu que há 27 anos realiza concertos gratuitos em cidades brasileriros e na sua versão internacional vem realizando concertos em cidades de países de todos os continentes. Equipe Administrativa Coordemação Sonia Quinane- Advogada, Professora, aposentada do IRB, Secretaria-Executiva Vera Lucia Couto- professora- secretaria Adminstrativa. Coordenação da Produção Manuel Luis da Silva- Produção- ex produtor do pianista Arthus Moreira Lima e que desenvolveu o projeto ¨Um piano pelas estradas¨em todo o Brasil. Produção Mara Conceição Borges.- participante da série Musica no Museu e do Festival Internacional de Harpas. Equipe Artistica Violonista Adriana Balleste- de excelente curriculum com atividades no Brasil e no exterior. Violonista Mara Lúcia- de excelente curiculum com atividades no Brasil e no exterior. Pianista Maria Helena Andrade- concertista com apresentações no Brasil e no exterior, ex professora da Proarte. Mirian Grosman- pianista, Professora aposentada da Escola de Música da UFRJ, ex Coordenadora dos seus cursos de pos-graduação. Harold Emert- oboista- ex oboista da OSB, concertista em varias salas de concertos do Brasil e do exterior, Violonistas brasileiros a serem convidados (*) Fabio Zanon Turibio Santos Maria Haro Thais Nascimento Marco Lima Mario da Silva Max Ricio Maria do Ceu Marcus Llerena Marco Pereira Camerata de Violoes da AV-Rio Fabio Adour Cyro Delvizo (*) todos de excelentes curriculos e que já se apresentaram e se apresentam na série Musica no Museu. Os violonistas estrangeiros, pre-selecionados pela Curadoria, só serão relacionados e convidados após o recebimento de patrocinio.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.