Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2415182Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

CANTOS PELO PLANETA - 5ª Edição

FERNANDA RIBEIRO DE ALMEIDA
Solicitado
R$ 498,8 mil
Aprovado
R$ 498,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-03-01
Término
2025-09-01
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

"Cantos Pelo Planeta" é um festival que nasce do desejo de ser um espaço no qual artistas, pesquisadores e articuladores culturais, lideranças de comunidades tradicionais e público em geral comprometidos com a caminhada global pelo desenvolvimento sustentável possam pensar coletivamente no futuro do planeta através da Arte. Na sua 5ª edição e com o tema "Mudanças Climáticas e Povos da Floresta", o objetivo do festival é promover a conscientização e estimular diálogos através da música, oferecendo uma programação musical diversificada, além de Práticas Integrativas e Complementares de Saúde. O festival acontecerá em 2 (dois) dias seguidos e contará com uma programação comprometida com a temática durante 8h diárias no Parque Américo Renné, região central de Belo Horizonte.

Sinopse

Todos os show’s do festival serão de classificação livre. Como a programação ainda não está concluída, não há as sinopses das apresentações.

Objetivos

O projeto "Cantos Pelo Planeta" nasce do desejo de ser um festival no qual artistas, pesquisadores e lideranças de comunidades tradicionais e público em geral comprometidos com a caminhada global pelo desenvolvimento sustentável possam se encontrar, partilhar experiências e pensar coletivamente no futuro do planeta através da Música. Com o objetivo principal de promover a conscientização e estimular diálogos acerca de uma forma de se relacionar com o Planeta que seja cada vez mais respeitosa, responsável e sustentável através da arte e da saúde, a 5ª Edição de Cantos pelo Planeta que traz a temática "Mudanças Climáticas e Povos da Floresta" busca, em 2 (dois) dias de evento, ter o maior alcance de público e o maior impacto sociocultural e ambiental de todas as edições anteriores, mas assim como nos anos passados, o desejo segue sendo o de proporcionar um grande encontro cultural em prol do Planeta. O Festival acontecerá em 2 (dois) dias seguidos e contará com uma programação diversificada e comprometida com a temática durante 8h diárias. Visando a democratização do acesso, o evento acontecerá no Parque Américo Renné, região central de Belo Horizonte, e estruturalmente contará com dois espaços principais: o palco Floresta, palco principal e o circuito de tendas onde serão oferecidas Práticas Integrativas e Complementares de Saúde (PICS) e onde haverá uma exposição de arte e artesanato indígena e outras populações tradicionais. Como objetivos específicos, elencamos: a) Proporcionar a cidade de Belo Horizonte um evento cultural no qual artistas, ativistas, articuladores e comunidades tradicionais e sagradas possam se encontrar para dialogar acerca das urgências ambientais e climáticas de hoje e do futuro, e de como a Arte pode ser uma área de conhecimento aliada nessa busca pela transformação do olhar, do pensamento e da ação de cada um no mundo; b) Possibilitar espaços no qual artistas renomados e emergentes da música, tanto de Minas Gerais quanto de outros cantos do Brasil, e que tenham comprometimento com a temática, possam compartilhar seus trabalhos. c) Oferecer espaço de encontro e atividades educativas, além de práticas integrativas, como acupuntura, massagens terapêuticas, reiki, entre outros, de forma gratuita para o público. d) Destacar as culturas tradicionais e sagradas através de líderes de comunidades indígenas, ciganas e negras, por meio da expressão de seus cantos e danças, e por meio de rodas de conversa durante a programação do Festival; e) Construir estratégias de posicionamento de marketing e grande divulgação do Festival na internet através de vídeos, textos e materiais gráficos durante toda a pré-produção, produção e pós-produção do evento, além de disponibilização do material audiovisual de finalização do projeto nas plataformas digitais (YouTube e redes sociais), com acesso público e ilimitado. Todas as estratégias possuem objetivo de beneficiar um público digital de 20.000 pessoas durante os meses de projeto, e de 2.000 pessoas presencialmente durante o evento. f) Gravar um álbum digital com artistas participantes da 5ª edição do Festival como produto cultural que será veiculado em plataformas de streaming como: Youtube, Spotify e Deezer. g) Gerar uma média de 100 empregos diretos e indiretos de profissionais da economia criativa, contribuindo para a sustentabilidade econômica da cadeia artística; h) Garantir acessibilidade da pré a pós produção, tanto na contratação de equipe de consultoria em acessibilidade, nas peças gráficas do projeto, no treinamento de acessibilidade atitudinal a toda equipe, em todas as atividades propostas no dia do Festival, quanto nos materiais audiovisuais finais do projeto; i) Proporcionar atividade cultural totalmente gratuita, visando a formação continuada de novos públicos e de artistas. j) Ser um evento referência no circuito artístico de Belo Horizonte, e futuramente, em cada canto do Brasil. Um festival referência de consciência ambiental através da arte, da educação e de ações de saúde e bem-estar social.

Justificativa

Não é novidade para ninguém que a temperatura média global teve um aumento de +1,1 graus Celsius, o que vem ocasionando eventos climáticos cada vez mais extremos, como o caso recente do Rio Grande do Sul, como a seca neste ano do rio Tapajós no Oeste do Pará e as chuvas intensas em Minas Gerais em 2020. Portanto, não é à toa que a Organização das Nações Unidas propôs um Pacto Global para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável como uma Agenda para 2030, de modo a criar estratégias para minimizar danos e articular ações sustentáveis para o futuro do Planeta. Sendo assim, o Festival Cantos pelo Planeta busca estar em consonância com a caminhada global pelo desenvolvimento sustentável, proporcionando um espaço no qual artistas, ativistas, pesquisadores e lideranças de comunidades tradicionais e público em geral possam se encontrar, partilhar experiências e pensar coletivamente no futuro através da Arte. Portanto, e por compreendermos a Arte como um instrumento de aproximação e educação, propomos uma programação no qual a reflexão sobre o cuidado com o planeta é o norte que guia toda a experiência do público. Através da música e do trabalho de artistas e lideranças comprometidos com a temática, propomos ao público momentos de sensibilização que o façam olhar para si e se reconhecer enquanto um corpo que também é natureza, e que portanto, é parte corresponsável pelo caminhar do mundo em torno do equilíbrio do planeta. Com a temática voltada para as "Mudanças Climáticas e os Povos da Floresta", a 5ª edição do festival Cantos pelo Planeta convidará lideranças indígenas, ciganas e de comunidades quilombolas, como ponto chave para mediação de rodas de conversa e atividades artístico-educativas. Estas rodas de conversa serão fomentadas por temáticas que envolvem: natureza, práticas sustentáveis, justiça climática e povos tradicionais, e como a arte, e mais especificamente a música, pode ser uma forma de comunicação aliada na construção de reflexões críticas sobre a realidade do planeta hoje e os frutos destas práticas no amanhã. Visto também a proximidade da COP30, a já chamada "COP das Florestas" que será realizada no Brasil, em Belém do Pará, também compreendemos a importância deste projeto como um festival que busca ser um multiplicador cultural no sentido de fortalecer as discussões acerca dos desequilíbrios climáticos e humanos frente às urgências do Planeta, e propor ações de reflexão e conscientização sobre o tema. Como nos diz Krenak (2018), estamos em um momento inadiável para estas discussões, e precisamos entender coletivamente formas de adiar o fim do mundo, e assim não deixar o céu cair (Kopenawa, 2010) junto a nossa capacidade de sonhar com um mundo mais justo, onde a proteção das nossas matas, florestas, povos e culturas seja o norte mais importante.

Estratégia de execução

SUSTENTABILIDADE Como ação de sustentabilidade, propomos a compensação/neutralização da emissão de carbono, devido a quantidade de material a ser utilizado na impressão de cartazes, com a realização de plantio de 15 mudas de maior porte em parceria com a organização da sociedade civil Arboriza BH, além da doação de 100 mudas de pequeno porte para o público durante o evento. Como forma de reduzir a quantidade de lixo com os impressos, e tendo como base os princípios de responsabilidade ambiental, social e econômica, os folders de programação e os crachás de equipe e artistas serão produzidos em papel semente, ou seja, o público poderá levar o folder de programação e plantar em casa, assim como todos que tiverem crachás. Além disso, todos os resíduos orgânicos oriundos dos food-trucks de alimentação, serão destinados ao Massala, empreendimento que transforma o desperdício de alimento em adubos e fertilizantes. Os materiais recicláveis serão destinados a cooperativas e associações de catadores e trabalhadores com materiais recicláveis integrantes do Fórum Municipal Lixo e Cidadania de Belo Horizonte.

Especificação técnica

- Festival Cantos pelo Planeta: Festival musical intercultural com programação durante 8h seguidas em dois dias de evento. - Álbum musical “Cantos pelo Planeta”: Álbum em formato digital contendo 8 faixas musicais, com composições dos artistas locais participantes do Festival.

Acessibilidade

As medidas de acessibilidades propostas pelo projeto vão desde o processo de pré-produção até a pós-produção. Na pré-produção, como ação de acessibilidade atitudinal, haverá a contratação de equipe de consultores em acessibilidade para a melhor formatação da experiência do público PCD, tanto no ambiente virtual quanto no ambiente físico. Além disso, antes dos dias do festival, haverá um treinamento com a equipe de consultores no sentido de orientar toda a equipe do projeto sobre acessibilidade atitudinal. Como medida de acessibilidade comunicacional, durante o festival haverá uma equipe de intérpretes de libras distribuídos entre: palco, circuito de tendas e portaria. Na portaria, os intérpretes ficarão à disposição do público surdo para acompanhar, dar orientações e tirar dúvidas. No circuito de tendas, os intérpretes auxiliarão durante as atividades oferecidas. No palco, haverá a interpretação ao vivo. Como acessibilidade física, o festival contará com banheiros acessíveis. O material audiovisual final do projeto contará com libras, audiodescrição e legenda.

Democratização do acesso

Como proposta de democratização do acesso, o projeto realizará toda sua programação no Parque Municipal Américo Renné de forma gratuita, região central de Belo Horizonte, fazendo assim com que todo e qualquer público tenha acesso ao evento. Além disso, materiais audiovisuais serão compartilhados durante todo o evento, para que o público das redes sociais possam acompanhar o projeto e ao final do projeto, será disponibilizado, por tempo indeterminado, na página do Youtube do projeto, um vídeo sobre o evento, que contará com Libras, audiodescrição e legenda. Também serão oferecidas, durante os dois dias de evento, práticas integrativas e complementares de saúde, como acupuntura, massagem, reiki, entre outras, de forma gratuita ao público.

Ficha técnica

Coordenação Geral: Fernanda Ribeiro Coordenação Artística: Liliane Alves Coordenação de produção: Bianca Sanches (Nortear Produções) Produção Executiva: Fabianne Elyse (Nortear Produções) Assistência de Produção: Mercuria Conecta Direção de Comunicação: Mercúria Conecta Administração e Gestão: Almeida Dohrn Consultoria Ltda Fernanda Ribeiro Artista Multifacetada faz de suas composições um amálgama poética entre arte, direitos humanos e desenvolvimento pessoal. Lançou 3 discos autorais e 1 livro de poemas. Recebeu menção honrosa da Academia Paulista de Letras e ganhou o Festival Marchinha de Minas. Além disso, Fernanda Ribeiro, como sócia-fundadora da Almeida Dohnr Consultoria Ltda, auxiliou na organização e facilitação de diversos eventos presenciais e on-line pelo mundo, incluindo International Food Policy Research Institute – IFPRI; International Lifestrock Research Institute – ILRI e Pan American Development Foundation – PADF. Com atuação na produção de conhecimento que promove e beneficia as culturas tradicionais pelo mundo, Fernanda apoiou clientes renomados internacionalmente como a Rights and Resources Initiative em Washington DC, que organiza diversos fóruns e encontros entre seus associados para promoção dos direitos de comunidades tradicionais em todo o globo. Como produtora e artista, Fernanda realizou quase 100 Rodas de Cantos e Cura de 2017 até o presente momento, e produziu quatro edições do Festival “Cantos Pelo Planeta” em 2019. Liliane Alves Atuante em diversas áreas artísticas e nas Terapias Holísticas, Liliane Alves é Mestre em Teoria da Literatura, Cantora, Atriz, Diretora de Teatro, Cantoterapeuta e Facilitadora de Danças Circulares. Bianca Sanches Bianca Sanches é multiartista, professora e pesquisadora da Dança e Produtora Cultural. Licenciada em Dança pela Escola de Belas Artes da UFMG, Idealizadora e Diretora Executiva da NORTEAR - Produtora Sociocultural, Criadora da Nortear-ateliê de experimentações têxteis, Integrante e produtora do Núcleo Escola Comum do Espaço Luiz Estrela, Bailarina e produtora colaboradora da cia franco-brasileira de dança contemporânea, Cia Ananda, e co-idealizadora, co-produtora e performer do coletivo indisciplinar. Sua experiência caminha entre realizações de eventos culturais, artisticos e sociais, além de participações em congressos, mostras e festivais como a Jacob Pillow Dance Festival (2017), o I Congresso Contemporâneo de Dança de Salão em São Paulo (2017), a mostra Mover Concreto: Mulheres e Videodança (2020), entre outros. Filha do encontro entre o rio amazonas e o rio tapajós, a artista amapaense vem construindo sua carreira nas terras montanhosas de Minas Gerais há 10 anos. Durante esta caminhada, atuou como bailarina-criadora na Mimulus Cia de Dança e no Grupo Experimental de Dança - GED do Corpo Cidadão, espaços nos quais teve grande experiência artística e profissional, desde as atuações em palcos quanto nos bastidores. H´á alguns anos atua enquanto artista e produtora independente, nutrindo sua curiosidade pelo atravessamento entre linguagens artísticas e seus modos de fazer, dividindo palcos e produções com artistas da Música, do Teatro, do Circo e das Artes visuais. Além disso, atua como produtora executiva em eventos culturais, sociais e coorporativos, como preparadora corporal e professora autônoma de danças nos circuitos artísticos de Belo Horizonte. Fabianne Elyse Fabi Elyse é Atriz, professora de teatro, apresentadora, cantora e produtora cultural. Em 2020 formou-se pelo CCP- Artes Cênicas, mas desde 2007 vem construindo sua trajetória enquanto atriz atuante na cena, nos palcos, nas ruas e nas telas. No mundo da música participa do Bloco Maria Baderna como cantora e na equipe de produção. É produtora executiva e sócia da Nortear Produções e atuou como assistente de produção no 1° Arraial da Baderna em 2022, como Apresentadora no projeto Feira Andorinhas 2024, produtora na EFE Artes no Vídeo documentário - Velhos Tempos de Jaboticatubas 2021 atuando também na direção de arte e roteiro, assistente de produção em Venusiana- Residência Artística para Mulheridades, na Galeria Radiológica, e no Festival Acessa BH 2024. Mercuria Conecta A Mercuria surgiu em 2021 enquanto uma plataforma que unia a produção executiva e a comunicação com foco em mídias sociais. Depois de um tempo em suspenso, retorna agora com nova direção: executar a produção cultural em suas mais diversas facetas. A Mercuria Conecta é uma produtora cultural com foco em artistas independentes de diversas linguagens, desenvolvendo projetos autorais e em parceria.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.