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A aclamada Orquestra Popular de Paraty (OPP) propõe uma homenagem ao poeta paratiense Zé Kléber, através da gravação de um álbum de 10 faixas e a programação de circulação de 5 apresentações artísticas gratuitas realizadas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraty-RJ, uma delas com gravação de vídeo ao vivo, seguidas de bate-papo sobre o seu processo de arranjo, aprendizado musical e influencias. José Kléber, ator proeminente do renascimento artístico da cidade a partir dos anos 60, alta figura da boemia, autor de dois livros de poesias e inúmeras canções que ficaram no patrimônio deste território, trouxe artistas renomados para a região e teve uma importante atuação política e social. Neste projeto, a contribuição dos músicos mais experientes da cidade, o rebuscado cenário de palco, a exposição das telas do paratiense Rhandal Oliveira e a sólida equipe de mídia encarregada da divulgação na imprensa e nas redes completam essa homenagem, programada para acontecer em 2025.
SINOPSE DO ÁLBUM E DO SHOW O show didático e o álbum “Zé Kléber” da ORQUESTRA POPULAR DE PARATY expõem a obra do poeta. Músicas consagradas do poeta paratiense como “Agora é Vida” e “Pescadores”, “Angélico”, “Sete Arcanjos” e o poema musicado “Canoa dos Doze”, entre outras, ganham vida com os arranjos de Matias Capovilla, Edu Moreno ou Jerôme Charlemán. A música “Caso de Polícia” expõe a influência jazzística e a recriação de ambiente na escolha estilística. Demonstrando a ligação íntima do poeta Zé Kléber com a tradição regional, o álbum também inclui duas músicas emendadas, “Tudo Isso é Paraty” e “Ciranda”, uma tradicional ciranda paratiense. No caso do show, em alguns momentos didáticos, os integrantes mostram de que maneira o trabalho de arranjo musical permite enriquecer músicas tradicionais e populares, e como a própria música popular brasileira é resultado desse trabalho. Também insere breves explanações sobre outros aspectos do arranjo: orquestração, tessituras, timbre, conceito de andamento. 1º PRODUTO: REALIZAÇÃO DO ÁLBUM “ZÉ KLÉBER” A Orquestra Popular de Paraty prevê a criação de um álbum com 10 faixas inéditas. O repertório a ser utilizado pela banda abrange músicas autorais e releituras do José Kléber, poesias cantadas de muita qualidade e sensibilidade que passeiam por diversos ritmos, estilos e memórias. A orquestra homenageia nesse álbum o maior artista de Paraty, ator proeminente do renascimento artístico da cidade a partir dos anos 60. Alta figura da boemia, autor de dois livros de poesias e inúmeras canções que ficaram no patrimônio deste território, José Kléber trouxe artistas renomados para a região e teve uma importante atuação política a favor dos pobres. Nesta homenagem, os músicos apresentam-se de forma simples e individual, os ritmos brasileiros estão presentes sob formas estilizadas, desde baião, samba e ciranda de Paraty, em arranjos renovados. A OPP apresenta uma formação com naipe de sopros, composto por alguns dos mais experientes músicos radicados em Paraty, entre eles a multi-instrumentista Carol d’Ávila (integrante do Itibere Zwarg grupo), Eduardo Moreno ou Jerome Charlemán (vencedor do Prêmio Rádio MEC 100 Anos). A OPP tem a particularidade de possuir 3 arranjadores, o que permite explorar essas possibilidades. - Divulgação do álbum: O projeto investe enfim em uma experiente equipe que, desde a realização das artes até o contato mídia, visa tirar o maior proveito do trabalho e sua difusão nas plataformas, com uma campanha de lançamentos de quatro das faixas do álbum, com um lançamento a cada 75 dias. 2º PRODUTO: CIRCULAÇÃO DE SHOWS E DIVULGAÇÃO Neste projeto inclui a realização de cinco apresentações: duas na cidade de São Paulo, duas no Rio de Janeiro e uma na Casa da Cultura de Paraty (RJ), equipamento de ótima qualidade e conhecido da banda, com o objetivo de ampliar o público do grupo. Essas apresentações se realizarão em espaços de qualidade sem cobrança de entrada, cada uma em um espaço diferente, e cujo agendamento será marcada após a eventual aprovação deste projeto; entre os espaços possíveis em São Paulo constam o Teatro Décio de Almeida Prado (Itaim), . Teatro Paulo Eiró (Santo Amaro), o Centro Cultural São Paulo (Vergueiro), o Teatro Cacilda Becker (Lapa), entre outros; no Rio de Janeiro, o teatro Aramando Gonzaga onde já realizamos apresentação, o Teatro Dulcina (Centro) e Teatro Café Pequeno (Leblon), entre outros. O show JOSÉ KLÉBER apresenta músicas deste autor, de uma forma bem humorada e didática. Após uma parte introdutiva, com a exibição de trechos de um documentário sobre Zé Kléber (realizado por Nena Gama), o show apresenta de forma didática e envolvente essas peças, pontuadas de declamações de poesias e explicações didáticas sobre as obras, suas gêneses, o processo de arranjo, comparações com obras originais, sensibilizando assim o maior público possível para a riqueza desse repertorio e para a importância do trabalho dos músicos brasileiros. Explorando essa diversidade de experiências e estilos musicais, o show apresenta também uma faceta plástica através do cenário assinado por Pati Faedo e as telas do paratiense Rhandal Oliveira. Também realizaremos uma a gravação vídeo em uma das apresentações, o que permitirá sua divulgação nas redes, a critério do patrocinador. - Divulgação dos shows: Tal como para a divulgação do álbum, a equipe trabalhará da mesma maneira na divulgação dos shows. O projeto investe enfim em uma experiente equipe que, desde a realização das artes até o contato mídia, visa tirar o maior proveito do trabalho, oferecendo um registro duradouro com realização de um vídeo com mixagem sonora, com uso e divulgação. 3º PRODUTO: VIDEO DA APRESENTAÇÃO AO VIVO Os vídeos realizados aovivo serão editados, mixados e masterizados, constituindo um produto acabado de ótima qualidade, para exploração nas redes sociais. Eles serão disponibilizados de forma gratuita com as devidas menções de apoio. - Divulgação do vídeo nas redes: A assessoria de imprensa, de identidade visual e gestão das redes sociais permitirão alavancar a divulgação dos espetáculos, assim como dos vídeos junto as redes. A equipe de mídia contratada permitirá uma ampla divulgação e acesso remoto e permanente do espetáculo.
Objetivo Geral · Permitir a divulgação de obras originais oriundas do território da cidade de Paraty, Rio de Janeiro; · Criação e difusão de repertório, através da obra de um poeta, José Kléber, reconhecido por sua qualidade embora ainda pouco divulgado fora da região de Paraty; · Estimular e incentivar criações originais que representem a cultura local brasileira; · Incentivar e promover a exposição das práticas culturais e legado criado no território da cidade de Paraty; · Reforçar o prestigio de Paraty chamando atenção para seu patrimônio cultural, que motivou o título de Patrimônio Mundial da UNESCO e os eventos de alcance internacional (FLIP, Bourbon Jazz Festival, etc.), e promover a inserção da cidade de Paraty no mapa cultural nacional enquanto pólo de produção musical, convidando em vir presenciar as manifestações culturais e musicais da região. · Através de uma obra transdisciplinar, realizar conexões entre diferentes linguagens artísticas e culturais; · Atender e contribuir para acesso à cultura brasileira para público global _ a diversidade de origem geográfica de alguns integrantes da Orquestra representa uma ponte com outras culturas; todos os integrantes do grupo, com sua diversidade interna de experiênciass e vivência pelo país afora, conseguem compreender, atender o público global e projetar sua obra. Objetivos Específicos · Realizar um registro fonográfico de qualidade de uma obra original, conhecida e representativa de seu território; · Realizar circulação e itinerância musical através de apresentações artísticas com olhar especial para acessibilidade de pessoas com deficiência; · Permitir a divulgação da obra em presencial, escolhendo as duas metrópoles relevantes, São Paulo e Rio com duas apresentações em cada cidade, acompanhadas de suas campanhas de divulgação na mídia, assim como uma apresentação na cidade de origem, Paraty; · Produzir um registro vídeo do show, suporte privilegiado para exploração e difusão da obra nas redes sociais; · Oferecer para o mundo via as plataformas virtuais esse registro. As ações de divulgação via as redes sociais já desenvolvidas de alguns integrantes (@edumoreno2024, @jeromecsax) e a gestão das redes permitirão alavancar essa difusão. O público estimado a ser alcançado pelo projeto através das apresentações artísticas é de cerca de 1000 mil pessoas presenciais e 100.000 pessoas online, e prevê a geração de impacto econômico e fomento da economia criativa através da contratação de profissionais no setor de criação artística, produção musical, produção cultural, profissionais do audiovisual, profissionais responsáveis pela construção cenográfica e demais agentes culturais que serão contratados para a realização do projeto.
A música popular instrumental brasileira tem cativado um público global atento às novidades nacionais. Por outro lado, músicos populares têm-se esforçados para adaptar obras tradicionais e aproximá-las do gosto contemporâneo, e salientar aspectos ainda pouco explorados, num esforço apreciado por um público consistente e exigente. Apesar dos esforços, no entanto, uma boa parte da juventude e do público ainda desconhece o próprio patrimônio cultural. Cresce assim a necessidade educacional de propiciar o contato com expressões artísticas e culturais, desenvolvendo novos olhares, diversificando e transformando os meios de interação com a realidade regional circundante. A OPP pretende prosseguir e ampliar seu trabalho pioneiro de apresentação, arranjos e gravações de músicas oriundas do seu território, fazendo jus ao nome Orquestra Popular, como tem feito com as do poeta Zé Kleber, Mestre Potinho, Luis Perequê, e a tradição da ciranda de Paraty. Ao dar mais visibilidade aos trabalhos originais de Paraty, essa nova produção dedicada exclusivamente ao poeta Zé Kléber contribuirá em inserir esse território no mapa cultural regional e nacional, dá-lo mais visibilidade e chamar interesse para a região da Costa Verde enquanto polo cultural criativo. Porém, o contexto dado pelo mercado cultural não tem dado conta de atender toda a demanda por propostas criativas originais, e a retomada de realização de editais públicos e privados pelo país tem sido altamente insuficiente para a responder a diversidade dessa demanda. Assim, a viabilização através de patrocinadores e mecanismos como a Lei Federal de Incentivo à Cultura se tornaram essenciais para que projetos tão importantes que representam a identidade nacional aconteçam e sejam incentivadas, apoiadas e ampliadas. As atividades do projeto que preveem gravação de álbum, circulação de shows e atividades expositivas sobre o processo artístico de criação e influência em suas composições são ações importantíssimas que estão de acordo com objetivos regionais, nacionais e globais para a manutenção de um mundo cada vez mais rico, diverso e sustentável. As particularidades do projeto ainda oferecem vários aspectos importantes: - A Orquestra apresenta a particularidade de oferecer em seu show uma explicação didática, permitida pela atividade docente da maioria dos integrantes, que transmite conhecimento tanto sobre a música da Costa Verde quanto sobre o processo de trabalho dos músicos no arranjo e na execução das obras. - Ao lado das obras tradicionais, também chamam interesse para a região os artistas recentes, pela sua qualidade individual e sua singularidade (como fizeram em devidas proporções Tom Jobim no Rio, Chico Science ou Antônio Nobrega em Pernambuco, etc.) e que precisam de mais visibilidade, como é o caso do Zé Kléber. - A originalidade da experiência integrada entre Música e Artes Plásticas pela cenografia responde ao apelo visual ao qual as gerações atuais são cada vez mais sensíveis, e ajuda a entender como as diferentes artes são uma respiração só, tal como o conhecimento. - Este projeto prevê também um equilíbrio entre divulgação do projeto em duas capitais e uma apresentação no território de Paraty, centro e periferia, para intensificar o seu impacto local. - A outra particularidade é a produção de material para divulgação online, pois o uso intensivo das redes sociais pela população em geral tornou as intervenções nas redes imprescindíveis. - A experiência do proponente em editais já aprovados e a qualidade da equipe técnica garantem um bom decorrer do projeto. Deste modo cresce um aspecto eminentemente educativo, que propicia o contato com expressões artísticas e culturais, desenvolvendo novos olhares com impacto relevante e necessário em prol da diversidade e da criatividade. Para concretizar isso, a equipe de divulgação encabeçada pela escritora e jornalista Jéssica Balbino assegura este impacto em prol da inclusão de pessoas em situação de vulnerabilidade.
- ÁLBUM: realização de álbum em formato virtual: fonogramas, arte virtual. Composto de 10 faixas, tem uma duração estimada de 65 minutos. - SHOWS: duração aproximada de 1 hora e 10 minutos. Dimensões mínimas Altura: 3m Largura: 6m Profundidade: 4m Dimensões ideais: Altura: 5m Largura: 10m Profundidade: 6m Adereços cenógraficos: 3 quadros (telas) com pedestais, uma rede de pesca, opcional: canoa quebrada (dimensões 100x40x30cm), velas. Riders mínimos: - 5 vias de retorno - 6 pedestais de microfone altos + 1 pedestais de microfone baixos para amplis+ pedestais para microfones de percussão e bateria - 1 amplificador de baixo de 100W RMS. Preferência por Hartke, Ampeg ou GK. - 1 amplificador de guitarra - 8 microfones SM57 (12 se nao ligar o instrumentos em linha) + 5 microfones SM58 01 console de mixagem com, ao menos 18 canais, 4 auxiliares e equalizadores semi paramétricos. Preferência por Mackie e Yamaha. - 1 bateria - VÍDEO: correspondente a duração do show, de 1 hora e 10 minutos, podendo sofrer alguns cortes. A captação do áudio, realizada em canais separadas no dia do show, permite a mixagem e masterização do áudio. O vídeo captado por três câmeras passa por uma edição vídeo. Do vídeo integral serão extraídos um número ainda para ser definido de trechos (longos e curtos) para divulgação nas redes sociais.
ACESSIBILIDADE FÍSICA Os shows contarão com as medidas de acessibilidade arquitetônica já disponíveis nos locais. Essas medidas contemplarão não somente pessoas com deficiência, mas também pessoas com necessidades específicas: pessoas idosas, mulheres grávidas, obesas, pessoas temporariamente incapacitadas (como por exemplo pessoas que usem muleta), etc. A consultora Mirian Rebeca (vide “ficha técnica”) assegurará a formação e preparação da equipe no aspecto da acessibilidade. Em relação ao público portador de deficiência intelectual, a preparação começará pela acessibilidade atitudinal: a fim de sensibilizar toda a equipe junto à temática da inclusão, acessibilidade, capacitismo e conscientizar quanto a esse universo novo e único, um profissional com vivências dentro desse universo, fará um encontro com todos os participantes e uma capacitação sobre quais posturas adotar diante de pessoas com essas especificidades. Esse encontro de formação tem duração de 3 horas. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO A especialista Mirian Rebeca também acompanhará as seguintes ações: - Audiodescrição: uma pessoa, a critério da equipe, será capacitada com uma formação de 2 horas para, no início de cada apresentação, áudio-descrever o local com suas saídas de emergência, suas dimensões e demais informações. Serão áudio-descritos também os componentes do grupo musical, com suas vestimentas, o palco, os instrumentos e toda informação necessária para a compreensão do contexto do espetáculo por pessoas com deficiência visual. A audiodescrição será feita para todas as pessoas presentes, através de microfone. Desta forma, além do recurso de acessibilidade, os eventos trarão também uma maior conscientização ao público e pessoas envolvidas sobre a existência da tecnologia assistiva audiodescrição e quanto à necessidade de inclusão e acessibilidade. Será feita anteriormente uma pesquisa sobre os locais determinados para os espetáculos a fim de obter maiores detalhes sobre as informações imagéticas do ambiente áudio-descrito. - Acessibilidade Comunicacional: toda mídia digital e registros digitais sobre o projeto executado serão áudio-descritos (em caso de informações imagéticas) e/ou áudio-descritos e legendados com legenda para surdos e ensurdecidos (em caso de audiovisual). Se tratando do aspecto de inclusão de minorias, a equipe foi cuidadosamente selecionada com base em critérios de representatividade (além do de competência): as 16 pessoas que compõe a equipe (entre eles 9 da equipe técnica) incluam 5 pessoas afrodescendentes, 7 mulheres e 3 pessoas pertencente ao grupo LGBT. Em relação ao espetáculo, como tem comprovado a popularidade da obra do poeta Zé Kléber,, o projeto atende um público diverso, sensível ao encontro de culturas e artistas realizado em nosso território, e atrai pessoas curiosas em relação a singular miscigenação entre Paraty, símbolo de identidade cultural e histórica, Brasil e mundo contemporâneo. Essa acessibilidade permite atinge um público popular de todas as idades, sem particular preparação artística, mas com sensibilidade e capacidade de apreciação: alunos, trabalhadores, aposentados, etc.
A escolha do local de apresentação dentro do território de Paraty e a gratuidade das apresentações seguem a exigência de chegar até o maior público possível, em local de frequentação importante e diversidade social, que junto com a estratégia de comunicação focada em população com vulnerabilidade social idealizada por Jéssica Balbino, assegura um forte impacto local. Com o deslocamento do show até duas capitais, o projeto atinge um público mais amplo, viajantes da cultura sensíveis a expressões culturais de qualidade e interessados em diversas linguagens artísticas e sua possível junção. Através do vídeo de contrapartida, o projeto potencializa e divulga nas redes um trabalho autoral que é testemunha do dinamismo cultural de Paraty, símbolo de identidade cultural e histórica (já evidenciados pelo título de Patrimônio Mundial da UNESCO por sua cultura). Neste movimento de difusão e democratização o projeto aproveitará da experiência do cineasta Thed Oliveira (que já colaborou com o proponente para os editais Cultura Presente nas Rede e Retomada Cultural 2) e da experiência dos integrantes nas redes social para tirar o maior proveito de um trabalho produzido com o melhor padrão de qualidade, alavancando a divulgação dos espetáculos, assim como dos vídeos, que serão disponibilizados de forma gratuita com as devidas menções de apoio. Desta forma será garantida uma difusão ainda mais universal e democrática do espetáculo. Neste movimento de difusão e democratização, o projeto se aproveitará da qualidade da equipe de divulgação liderada pela jornalista Jéssica Balbino e da experiência e do alcance dos integrantes nas redes social para tirar o maior proveito dos registros. As obras já possuem a devida autorização. Enfim, os arranjos da Orquestra Popular de Paraty das obras do Zé Kléber, pela diversidade rítmica e beleza das melodias, respiram diversidade e criatividade e bebem nas raízes da cultura do povo brasileiro. As várias influencias artísticas ali expostas permitem esse diálogo constante e convidam a um novo olhar de desenvolvimento humano sustentável baseado na cultura. Esse movimento estético e educativo ajuda a desenvolver novos olhares, em direção a um desenvolvimento humano sustentável baseado na cultura, tanto tradicional quanto inserida no mercado contemporâneo.
Neste projeto, Jerôme Charlemagne realizará as funções de saxofonista (gravação de álbum e execução dos shows), diretor musical do álbum e diretor executivo da turnê. É também responsável pela redação deste projeto. CURRICULO RESUMIDO DOS PRINCIPAIS INTEGRANTES Edu Moreno – Flauta, Direção artística Nascido em São Paulo, Edu Moreno começou na “Big Band” de Amilson Godoy, e tocou em vários grupos instrumentais, entre os quais o do trombonista Bocato (com quem gravou o Tributo a Pixinguinha“ em 1996) e o guitarrista Cássio Silva, a Orquestra “Nossa Filarmônica” de Zerró Santos, o Hajasax - quinteto de Saxofones do baterista Zé Eduardo Nazário, entre outros. Paralelamente, ministrou aulas de flauta e saxofone no Conservatório Santa Cecília de Santo André. Em 1996 se dedicou ao grupo Exaltasamba com quem tocou durante 6 anos numa maratona de 20 shows em média por mês, viajando pelo Brasil inteiro, pelos Estados Unidos e Argentina. Edu Moreno dirige atualmente o Quarteto de saxofones Quadrisax, trabalha como arranjador para vários grupos, entre eles o Farofa Brazil, alem de dirigir o próprio estúdio, onde realiza diversas gravações de alta qualidade, entre outros para a OSESP. Mantém residência também em Paraty (RJ) onde atua na cena local. Jérôme Charlemagne - Saxofones, arranjos e direção musical Residente no Brasil depois de França e Portugal (Tuna Academica de Coimbra, cantor JP Simões) Jerome estudou com a Naylor “Proveta”, L.M Wisnik e L.Leite e acompanhou Bocato, Karina Buhr e o quinteto Le Petit Comité de André Juarez, com 3 albuns e uma turnê na Europa. Residiu na China: projeto Terra Ignota (Exposição Universal), Micki Murphy (EUA) Anne Evenou (França), e Filó Machado (Brasil). Em 2011, mudou para Paraty onde auxilia o cantor Luis Perequê (turnês e 1 album), gravou e dirigiu o projeto “Suíte de Paraty“ de Rhandal Oliveira, foi professor de musica na Casa da Cultura (2015 – 2021), fundou a Orquestra Popular em Paraty com o trombonista Matias Capovilla (Chorando Sem Parar de São Carlos, Bourbon Jazz , Sesc). Em 2022, Jerome realizou os editais Cultura Presente nas Redes e Retomada Cultural2 da Secec Rio; em 2023 foi contemplado no Prêmio Funarj Musica ao Vivo com seu grupo Sextante, vencedor do Prêmio radio Mec 100 anos (Melhor Composição + Melhor Interprete). Rhandal Oliveira – violão e direção artística Formado em Tatuí, Rhandal Oliveira estudou baixo e arranjos com o prof. Kollreuter. Em São Paulo, Rhandal causando impressão como solista e pela sua sensibilidade, foi chamado para acompanhar grandes nomes da MPB: Elizeth Cardoso, Miúcha, Zezé Motta, Antônio Carlos e Jocafi, Tetê Espindola, Raul de Souza, Renato Teixeira, Paulo Moura, Adylson Godoy. Foi também produtor ou participante de vários álbuns. Paralelamente, compôs músicas para diversos artistas e tem 3 álbuns autorais: Circle of Life (Londres), O Mesmo Trem e Suíte de Paraty. Teve trabalhos de destaques na TV (rede Globo: novela Labirinto, especial com Miúcha (TV Cultura), Viola Minha Viola, Faustão, etc.). Recebeu vários prêmios como de Melhor Banda Instrumental na TV Cultura (1983). Em 2009 e 2010, apresentou-se no Bourbon Jazz Festival (Paraty). Trabalha com o cantor e poeta Luis Perequê e a Orquestra Popular de Paraty, e gravou seu álbum autoral Suite de Paraty, com qual realizou o edital Retomada Cultural 2 em 2022. Carol d’Avila – Flauta, voz Carol d’Ávila é integrante do Itibere Zwarg & Grupo desde 2007. Premiada em festivais de Música Instrumental, gravou inúmeros CDs, como "Deixo-me Acontecer" de Gabi Buarque, “Furiosa e Camerata” dirigida por Maurício Carrilho e Luciana Rabello. Em 2012 gravou “Identidade” de Itibere Zwarg e Grupo, com o qual fez turnê européia; e o DVD ao vivo “Na Tela da Imaginacão”, com que viajou o nordeste do Brasil e o Uruguai. Como arranjadora, trabalhou no musical “Onomatopéia Não é Palavrão” com Hermínio Belo de Carvalho; Viva o Zé Pereira, pela Orquestra Popular Céu na Terra, no CCBB, e escreveu para os albuns de Ronaldinho do Cavaquinho e Mestre Siqueira. Participou de inúmeros shows ao lado de músicos renomados: Hermeto Pascoal, Yamandu Costa, Paulo Sérgio Santos, Carlos Malta, Elza Soares e Nando Reis. Desde 2014, vem desenvolvendo um trabalho pedagógico em Paraty, em aulas de Pratica de Conjunto, Flauta, Repertorio Brasileiro e Canto Coral. Clécio Braga - Trombone Natural de Mauá, Clécio Braga atuou nas melhores casas noturnas de São Paulo (Saint Germain, Supremo Musical, Blen Blen, Avenida, Bourbon Street, etc.), com músicos como Lany Gordin ou Manito dos Incríveis, e as melhores bandas de baile da época (Banda Layout, Banda Phoenix). Atuou na TV como musico residente da TV Record e do SBT, acompanhando desse modo inúmeros artistas como Jair Rodrigues, Trio Mocotó, Simoninha, ou a Roberta Miranda com quem viajou em turnê. Em 2004, Clécio Julio Braga lançou seu disco, Soprando Brasil, dedicado ao choro, que apresentou em vários festivais pelo Brasil. Clécio Julio Braga segue acompanhando artistas de renome em vários estilos, e se tornou um conceituado musico de gravação, e compositor de trilhas sonoras para comerciais e documentários. Jadson Fernandes - Voz Paulista de São Roque, baterista e cantor Jadson fundou o Trio Mandacaru, se apresentando nas melhore casas de forró de São Paulo (Remelexo, Canto da Ema, Galeria Olido, etc.) Em Alto Paraíso (Goiás), fundou o projeto Viajarte com musica autoral, cancioneiro, cordel e poesia, que participou anualmente do Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros. Apresentou-se com artistas de renome como Lenine, o gaitista Gabriel Grossi, Jair de Oliveira, Filo Machado, sendo premiado em vários festivais. Em 2014, mudou-se para Paraty onde fundou seu grupo Seu Maia, e prossegue a atividade docente, como na Casa da Cultura de Paraty. Jessica Balbino – Assessora de Imprensa Jornalista, mestre em comunicação pela Unicamp, acumula trabalhos em diferentes plataformas e inspira toda nova geração de escritoras e jornalistas brasileiras e latino-americanas, especialmente direcionado para as mulheres, sobretudo periféricas, negras, indígenas e corpos dissidentes. É colunista do Estado de Minas e produtora de conteúdo para a Trip/TPM. Foi jurada do Prêmio Jabuti e do Prêmio Arte como Respiro do Itaú Cultural, e incluída no curso de Literatura Latino-Americana da Universidade de Berlim como bibliografia obrigatória. Jéssica Balbino faz curadoria de eventos culturais e literários para organizações como SESC, Itaú Cultural e festivais literários (MIA, Flipoços, FLIMA, FLIC, Ocupa OIA, FLIJ, eventos corporativos). Além disso, realiza mediações em importantes mesas de debate, como na Festa Literária de Paraty. Jéssica Balbino foi uma das 50 autoras do Circuito Sesc Arte da Palavra em 2023, e é tida como uma das principais mediadoras de conversas literárias do país. Brisa de Souza - Produtora Brisa de Souza é paratiense, cursou Ciências Sociais e é formada em Produção Cultural. Escritora, mediadora, produtora, consultora, fotógrafa e curadora, atua no circuito artístico desde 2012. Atua como produtora que, entre assistências, produções de campo e direções/coordenações já realizou “Sesc na FLIP”, “Encontro de Ceramistas de Paraty”, “Palco Giratório” (Sesc), “Festival Gastronômico de Paraty”, entre outros por edições seguidas; na área musical, foi responsável pelos grupos musicais “Nega Pisô”, “Mundiá Carimbó” e “Trio Borogodó”. Mirian Rebeca - Assessora em acessibilidade Idealizadora do projeto “Imagem na Mente Audiodescrição”, Mirian Rebeca promove desde 2015 inclusão e acessibilidade através das redes sociais com AD de imagens para PcDs Visuais. Criou campanhas sobre acessibilidade na web e capacitismo. Mirian Rebeca criou um formato único e acessível para livros infantis e executa AD em livros, audiovisuais, exposições (Casa da Cultura de Paraty), encontros, conferências, palestras, debates (FLIP), informações imagéticas da web, logomarcas, além de Legendagem LSE.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.