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O "Projeto Espaço 373 - Circuito de Arte, Memória e Comunidade" visa (re)integrar a sociedade portoalegrense com a região do 4º Distrito da capital gaúcha, área severamente atingida pelas enchentes de maio de 2024. Através de 01 (um) Festival de Música - Palco 373 com artistas instrumentais regionais e nacionais, 02 (dois) Encontros Culturais na Rua Comendador Coruja contemplando feira de economia circular e caminhada patrimonial e 06 (seis) Palestras Orquestradas - Muito Além da Música explorando o Jazz, o Rock e a Música Erudita gaúcha e nacional como um conteúdo educativo que descomplica e traz curiosidades sobre autores desses segmentos musicais e os aproxima do público. Como ampliação de acesso e contrapartidas sociais o Projeto terá iniciativas como: entrada franca e ingressos a preços acessíveis, Oficinas gratuitas de Musicoterapia e Aspectos Sensoriais na Música para professores, público PCD, Ensaios Abertos para Escolas, e transporte para idosos e rede pública de ensino.
Não se aplica.
OBJETIVO GERAL Realizar um Circuito de programação com atividades de cultura e valorização do patrimônio material e imaterial da Rua Comendador Coruja, localizada no 4º Distrito da cidade de Porto Alegre, região que foi duramente atingida nas enchentes de maio de 2024. Para tanto, o Projeto Espaço 373 - Circuito de Arte, Memória e Comunidade promoverá 01 (um) Festival de Música com 04 (quatro) dias de duração e atrações de música instrumental regional e nacional para fortalecer os pontos de contato entre a cultura gaúcha e as mais diferentes expressões da arte brasileira (com 03 shows a cada dia, também promovendo jam´s entre os músicos), 02 (dois) Encontros Culturais na Rua Comendador Coruja tendo como foco caminhadas patrimoniais para apresentar a arquitetura e os personagens presentes em suas histórias e feira de economia circular e 06 (seis) Palestras Orquestradas explorando o Jazz, o Rock e a Música Erudita gaúcha e nacional como um conteúdo educativo que traz curiosidades sobre o universo e autores desses segmentos musicais e os aproxima do público. OBJETIVO ESPECÍFICOS Realizar 01 (um) o Festival de Música - Palco 373, de 04 (quatro) dias de programação, com 12 (doze) atrações selecionadas através de uma convocatória pública (feitas por divulgação na imprensa e meios digitais), de artistas/músicos locais e nacionais dos segmentos de música jazz, música popular brasileira e ritmos regionais gaúchos; Realizar 01 (uma) Convocatória para Seleção de artistas de música instrumental nos segmentos de música jazz, música popular brasileira e ritmos regionais gaúchos em território nacional, a divulgação será feita via assessoria de imprensa, redes sociais e e-mail marketing (bem como contato com parceiros institucionais: Festivais, Institutos de Música, Orquestas, Clubes de Choro, Secretarias de Cultura e outros); Selecionar através de 01 (uma) Banca de Avaliadores, composta por reconhecidos profissionais convidados (tendo critérios de diversidade de gênero e etnia, considerando participação mínima de 50% de mulheres na Banca), os artistas inscritos na Convocatória: foco ter como resultado 12 (doze) selecionados (09 RS - 06 da capital Porto Alegre e 03 do inerior - e 03 de outros estados brasileiros); Disponibilizar 01 (uma) van para transporte de público 60+, promovendo acesso às Sessões Vespertinas que serão ofertadas gratuitamente para instituições de cuidado ao idoso (notadamente em vulnerabilidade socioeconômica) como medida de Ampliação de Acesso do Festival de Música Palco 373; Disponibilizar 01 (um) ou mais ônibus para transporte de público escolar da cidade de Porto Alegre, promovendo acesso aos Ensaios Abertos que serão ofertados gratuitamente para a rede pública de ensino municipal e estadual como medida de Ampliação de Acesso do Festival de Música Palco 373; Ofertar gratuitamente 01 (uma) Oficina sobre Musicoterapia para professores da rede pública de ensino municipal e estadual da cidade de Porto Alegre como Contrapartida Social do Festival de Música Palco 373; Ofertar 01 (um) ou mais Ensaio Aberto para alunos e professores da rede pública de ensino municipal e estadual de Porto Alegre como Contrapartida Social do Festival de Música Palco 373; Realizar 02 (duas) edições de um evento gratuito sediado na Rua Comendador Coruja - bairro Floresta de Porto Alegre, 4º Distrito, com programação cultural e patrimonial para todos os públicos; Realizar 01 (uma) feira de economia circular através de parceria com produtores locais de Porto Alegre (exemplo: Brick de Desapegos, Feira Mosaico, outros conforme disponibilidade de calendário/agenda) para fortalecer os empreendedores criativos e estimular a criculação do público na região do 4º Distrito tornando-o atrativo como circuito sociocultural após as enchentes de maior 2024; Realizar 01 (uma) caminhada patrimonial, gratuita e para todos os públicos, sobre arquitetura e os personagens da história da Rua Comendador Coruja, como forma de valorizar a memória material e imaterial existente no 4º Distrito de Porto Alegre; Realizar 06 (seis) palestras orquestradas (acompanhamento musical ao vivo com bandas selecionadas de acordo com o tema debatido) para explorar um gênero, um autor e/ou uma obra nos segmentos do jazz, rock e música erudita - com destaque para suas relações na música regional gaúcha e brasileira; Ofertar 01 (uma) Oficina Sensorial sobre Música para público PCD como Contrapartida Social das Palestras Orquestradas Muito Além da Música; Ofertar 01 (uma) Oficina Sensorial sobre Música para público para professores da rede pública de ensino municipal e estadual da cidade de Porto Alegre como Contrapartida Social das Palestras Orquestradas Muito Além da Música; Disponibilizar 01 (um) ônibus para transporte de público PCD participar da Oficina Sensorial sobre Música como medida de Ampliação de Acesso das Palestras Orquestradas Muito Além da Música;
O "Projeto Espaço 373 - Circuito de Arte, Memória e Comunidade" é uma iniciativa que visa (re)integrar a sociedade portoalegrense com a região do 4º Distrito da capital gaúcha, uma área severamente atingida pelas enchentes de maio de 2024, por meio de uma programação dedicada a música, a educação patrimonial e resgate da memória (urbana, arquitetônica e símbolos imateriais) e ações educativas que visam aproximar o público em geral dos segmento como Jazz, MPB e Música Erudita fazendo conexões com as raízes regionais (gaúchas) e nacionais (diversidade dos ritmos e expressões culturais brasileiras). Uma série de iniciativas que terão entrada franca e ingressos com valores acessíveis (abaixo do Vale-Cultura); além de Contrapartidas Sociais e Medidas de Ampliação de Acesso focadas na inclusão do público escolar da rede pública (alunos e professores, PCD´s e pessoas 60+. Conhecido como Distrito Criativo, o 4º Distrito, atualmente reúne empreendedores criativos, culturais e de inovação que adotaram a região muito antes da gestão pública fornecer condições adequadas para sua completa urbanização e socialização. A característica mais imponente do 4º Distrito vem de sua localização geográfica: margeando a extensão do Lago Guaíba, desde a saída do Centro Histórico até as imediações da saída da capital gaúcha. E, justamente, por isso, essa área da cidade foi diretamente atingido pelas águas durante a enchentes de maio de 2024. Havendo repercussões que ainda estão sendo mapeadas. Negócios se extinguiram, pois não resistiram uma segunda onda de prejuízos após a Pandemia da Covid-19, outros avaliam se ainda permanecerão. Houve muita força de reação e colaboração. O Espaço 373 foi um dos primeiros locais a conseguir reabrir e retomar a programação regular, acolhendo artistas e profissionais que precisavam recuperar sua renda e fonte de trabalho; bem como realizando doações de parte da receita de bilheteria para o movimento RS Música Urgente (@rsmusica). O Espaço 373 integra o Distrito Criativo de Porto Alegre, que é uma rede territorial de empreendedores de Economia Criativa do 4º Distrito. Após as enchentes, o Espaço 373 fortaleceu o seu compromisso trazer valor para a região do 4º Distrito atuando através de seus valores: arte e valorização da memória. Sua intenção é liderar um movimento para criação de um ecossistema constituindo um corredor cultural e de economia criativa na Rua Comendador Coruja - bairro Floresta - 4º Distrito de Porto Alegre (RS). O "Projeto Espaço 373 - Circuito de Arte, Memória e Comunidade" é parte integrante e importante para a construção desse território que deseja chamar a atenção da opinião pública, da sociedade de Porto Alegre e, por consequência da Gestão Pública, para a importância da presença da arte e da cultura para uma cidade equilibrada em suas dimensões sociais, ambientais e econômicas. Na Rua Comendador Coruja habitam casa de espetáculo, bares e restaurantes, escolas de dança e circo, escola de marcenaria, o Colégio Estadual Floriano Peixoto e outros estabelecimentos. Para além do conjunto arquitetônico, em parte inventariado como Patrimônio do Município. Outro aspecto importante, há na Rua Comendador Coruja, uma predominância por empreendimentos liderados por mulheres. O que torna esse território especial se olharmos para Agenda 2030 e suas ODS de desenvolvimento sustentável. Nesse sentido, o "Projeto Espaço 373 - Circuito de Arte, Memória e Comunidade" alinha-se com a Agenda 2023 a partir das ODS 5, ODS 8 e ODS 11; podendo expandir sua contribuição a partir da realização/consolidação de parcerias do ecossistema da Economia Criativa, da Inovação e da Gestão Pública para atingir novas metas. Inaugurado em março de 2017, o Espaço 373 está sediado num casarão, construído em 1925, tido como Patrimônio Cultural do Município (fachada inventariada). Internamente, o local é totalmente preparado para programações culturais de naturezas diversas: música, dança, artes visuais, artes cênicas, circo e tantas outras manifestações artísticas. Com uma programação regular de música, o Espaço 373 é responsável por apoiar na formação de plateia e na difusão do trabalho de músicos regionais e nacionais; notadamente dos gêneros jazz, música popular brasileira e contemporânea. No palco também são realizados saraus, palestras, performances e outros formatos. O "Projeto Espaço 373 - Circuito de Arte, Memória e Comunidade" deseja promover uma programação cultural que reaproxime as pessoas dos espaços do 4º Distrito - tendo como atração a Rua Comendador Coruja que por vezes será cenário/sede e por outras o próprio personagem. Serão iniciativas artísticas e de patrimônio, que convidaram a sociedade de Porto Alegre a olhar novamente para a arquitetura dos seus prédios, entender suas histórias, seus detalhes, convidar as famílias e vizinhos a estarem novamente na Rua Comendador Coruja para participar de uma feira de economia circular, fortalecer o sentido de comunidade, criar vínculos, presenciar shows musicais que valorizam os talentos locais e nacionais, participar de palestras para conhecer mais sobre um gênero ou um autor de jazz, MPB ou música clássica de um jeito simples e descomplicado. Como durante as enchentes de maio de 2024, foi constatado em pesquisa que um dos setores e classe artística mais impactados foi o Setor da Música, uma das iniciativas é realizar o Festival de Música Palco 373 para dar continuidade e fôlego a reconstrução dessa cadeia produtiva. De acordo com o levantamento, feito com profissionais do Setor da Cultura, que perguntou "Como o teu trabalho foi afetado pelas enchentes de maio de 2024 no RS" ( uma iniciativa da Voz Cultural, Festipoa Literária, Instituto de Cultura da PUCRS e Matinal, com apoio do Comitê Liberart RS - Programa Nacional dos Comitês de Cultura -, Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia da AL-RS e Conselho Municipal de Cultura de Porto Alegre), 99, 2% tiveram suas atividades econômica prejudicadas pelas enchentes (interrupção de renda, cancelamento de eventos / viagens, perda de equipamentos / instrumentos, perda de moradia, cancelamento de escola / creches e outros) , sendo 21,4% dos profissionais pertencentes ao Setor da Música. Diante desse cenário, é importante investir em eventos no segmento da música, promover artistas em seus mais diferentes estilos e abrangência/impacto. O Festival de Música Palco 373 tem como premissa a valorização do artista regional e sua relação/conexão com as expressões artísticas de outros estados brasileiros; a fim de promover riqueza cultura de encontros entre os músicos instrumentais e também de formação de plateia. Como ação educativa o "Projeto Espaço 373 - Circuito de Arte, Memória e Comunidade" traz as Palestras Orquestradas Muito Além da Música, com o propósito de criar momentos descomplicados e de linguagem acessível sobre obras/autores de Jazz, MPB e Música Erudita; sempre acompanhados de música ao vivo para ilustrar as falas dos ministrantes. Ao final, proposta do Circuito é refazer o tecido social, curar e unir novamente as pessoas para que elas acreditem que a cidade e o 4º Distrito são possíveis. A arte, através da música, o patrimônio e as ações educativas, é conexão. Diante do exposto, é importante destacar que o Projeto possui aderência com os incisos III, VI, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8313/91; bem como atendimento aos objetivos I (letra C) e IV (letra a) do Art. 3º da referida lei. Em relação ao Programa Emergencial RS Lei Rouanet, o "Projeto Espaço 373 - Circuito de Arte, Memória e Comunidade" apresenta alinhamento e aderência aos seguintes critérios instituídos em ata pelo respectivo Comitê Gestor: Projetos transversais que utilizam várias linguagens artística, Ações culturais coletivas, que promovam maior empregabilidade e Ações que apresentem contrapartidas sociais e formativas. Para além de ocorrer em região/área/cidade em estado de calamidade pública pelo DECRETO Nº 57.603, DE 5 DE MAIO DE 2024, DOE/RS.
PROJETO ESPAÇO 373 - CIRCUITO DE ARTE, MEMÓRIA E COMUNIDADE Motivação: A presente proposta tem como objetivo promover a valorização do patrimônio material e imaterial da cidade de Porto Alegre, notadamente do 4º Distrito, resgatar e integrar através da cultura e arte nas ruas o olhar de cidadania e pertencimento da sociedade porto-alegrense numa das regiões mais atingidas pelas enchentes de maio de 2024. Em outro ponto, visa também fortalecer a cadeia produtiva da Economia Criativa e da Cultura desenvolvendo uma programação interdisciplinar que reúne artistas, profissionais e técnicos dos segmentos de patrimônio histórico, artes cênicas, música, dança e gastronomia. De acordo com pesquisa realizada pelo Voz Cultural, FestiPoa Literária, Instituto de Cultura da PUCRS, jornal Matinal com apoio do Comitê Libertat RS - Programa Nacional dos Comitês de Cultura, Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia da ALRS e Conselho Municipal de Cultura de Porto Alegre, com 1.844 profissionais da Economia Criativa, identificou que 99,2% tiveram suas atividades diretamente prejudicadas com as enchentes de maio de 2024. Do universo de entrevistados, 91,5% atua de forma profissional na área da cultura e 81,2% tem a arte como sua única fonte de renda. O segmento musical foi identificado como um dos mais impactados com a interrupção das atividades e programações dos espaços culturais. O fomento em um projeto cultural também fortalece economias adjacentes, e, nesse sentido, desejamos contribuir para que a Economia Criativa e da Cultural volte a contribuir com a perspectiva de que a cada R$ 1,00 investido em cultura haja um retorno de até R$ 1,59 para a economia (fonte: FGV, 2019). Em 2020, 5,6% da população ocupada no Brasil estava no setor cultural. Esse percentual representava 4,8 milhões de pessoas. Em 2023, o Observatório Itaú Cultural (OIC) lançou uma pesquisa que indicava que no Brasil a Economia Criativa representava 3,11% do PIB do país, sendo responsável por R$ 230 bilhões. No RS, a participação no PIB regional é de 1,77%, equivalente a R$ 8,3 bilhões dos R$ R$ 473 bilhões produzidos em 2020 (ano de referência). Em território nacional são 2,85 milhões de profissionais especializados atuando na Economia Criativa. No RS, são 283. 969 mil trabalhadores e 9 mil empresas. Ainda que haja graus variáveis entre formalidade e informalidade, conforme os segmentos da Economia Criativa, 65,97% dos profissionais realizam contribuição previdenciária. Entre 2010 a 2019, de acordo com estudo do OIC, a participação das empresas criativas no total de empresas do Brasil no período de 2010 a 2019 se manteve em torno de 4%. Essas empresas desenvolvem atividades econômicas identificadas por 18 códigos Cnae[2] e foram agrupadas em dez setores: arquitetura; artes cênicas e artes visuais; atividades artesanais; cinema, música, fotografia, rádio e TV; design; editorial; moda; museu e patrimônio; publicidade e serviços empresariais; e tecnologia da informação. Em sua maioria, são micro (84,2%) e pequenas empresas (13,2%). E apenas 0,91% constituem-se de grandes empresas. O setor de Economia Criativa e Turismo, no Brasil, ainda vem buscando recuperação após o impacto da Pandemia Covid-19. Tanto que o Governo Federal lançou, no primeiro semestre desse ano a Lei Perse 1026/24 - prevê medidas de incentivos para a Retomada do Setor de Eventos. Dessa forma, as enchentes de maio de 2024 foram altamente impactante, pois trouxeram novamente a interrupção das atividades (perda imediata da renda para os profissionais da Economia Criativa e da Cultura), porém desta vez atingindo as infraestruturas dos espaços culturais: museus, teatros, restaurantes, lojas, casa de espetáculos e outros. Além disso, muitos profissionais também foram atingidos em suas vidas pessoais, com moradias inundadas, perda de instrumentos, equipamentos, etc. De acordo com o levantamento, feito com profissionais do Setor da Cultura, que perguntou “Como o teu trabalho foi afetado pelas enchentes de maio de 2024 no RS” ( uma iniciativa da Voz Cultural, Festipoa Literária, Instituto de Cultura da PUCRS e Matinal, com apoio do Comitê Liberart RS - Programa Nacional dos Comitês de Cultura -, Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia da AL-RS e Conselho Municipal de Cultura de Porto Alegre), 99, 2% tiveram suas atividades econômica prejudicadas pelas enchentes (interrupção de renda, cancelamento de eventos / viagens, perda de equipamentos / instrumentos, perda de moradia, cancelamento de escola / creches e outros) , sendo 21,4% dos profissionais pertencentes ao Setor da Música. Portanto, é essencial empenhar esforços para refazer o tecido das cadeias produtivas, estimular o consumo dos bens culturais, fortalecer o ecossistema da Economia Criativa e da Cultura de forma transversal se comunicando com o turismo e patrimônio material e imaterial para que a sociedade valorize como parte de sua identidade; e sinta-se engajada a participar desse processo de recuperação. Personagem Histórico da Rua Comendador Coruja Theodor Alexander Josef Wiederspahn, mais conhecido como Theo Wiederspahn (19 de fevereiro de 1878 a 12 de novembro de 1952) foi um arquiteto, engenheiro e construtor alemão naturalizado brasileiro. Filho de um carpinteiro e construtor, em sua juventude na Alemanha recebeu instrução qualificada em construção, arquitetura e decoração, começou sua vida profissional aos 14 anos como aprendiz de Phillip Mauhs, trabalhou na empresa de Josef Strecke e depois passou a auxiliar o pai, mas a convivência com ele era difícil, levando-o a procurar emprego em um escritório de arquitetura. Na Alemanha produziu dezenas de obras de variado caráter, revelando gosto tanto pelo experimentalismo de vanguarda como por estilos históricos, e no estado do RS, onde se fixou em 1908, desenvolveu a parte principal da sua carreira. Depois de um período de obscuridade, sobrepujado pela escola modernista, cuja avassaladora influência levou à derrubada de dezenas de suas obras ecléticas, voltou a ser apreciado, e hoje, pela quantidade, qualidade, variedade e novidade de seus projetos e soluções construtivas, sua posição como um dos principais expoentes da história da arquitetura do Rio Grande do Sul está solidamente consagrada. Muitas das suas obras sobreviventes foram tombadas ou inventariadas. Algumas Obras de Destaque: Delegacia Fiscal da Receita FederalEscola de Medicina (atual Faculdade de Medicina da UFGRS)Correios e Telégrafos (atual Memorial do RS)Previdência do SulCervejaria Bopp / Continental / Brahma (atual Shopping Total)Hotel MajesticClube ThurnerbundSociedade Ginástica (SOGIPA)Banco Nacional do Comércio (Cruz Alta)Banco da Província (Cruz Alta) Além de vários escritórios, armazéns e depósitos na Rua Voluntários da Pátria, onde se concentrava o distrito industrial da capital, os palacetes de Rudolf Ahrons e Carlos Daudt, e projetos residenciais.
PROJETO ESPAÇO 373 - CIRCUITO DE ARTE, MEMÓRIA E COMUNIDADE Festival de Música Palco 373 Duração: 04 dias de programação Datas: a definir conforme planejamento elaborado com equipes de curadoria, produção e comunicação Horário: 19h, 20h e 21h (sujeito a alteração conforme planejamento de produção) Local: Espaço 373 - Rua Comendador Coruja - bairro Floresta / 4º Distrito POA Capacidade: 100 pessoas sentadas e 200 em pé Impacto de atendimento projetado: entre 400 a 800 pessoas presencialmente Artistas: 12 ao total (06 de Porto Alegre, 03 do interior RS e 03 de outros estados brasileiros) O valores de comercialização dos ingressos serão: Inteiro - R$ 20,00 Meia - R$ 10,00 A comercialização se dará por meio da página oficial do Espaço 373 na Plataforma Sympla: Espaço 373 - Produtor - Eventos e Conteúdos na Sympla Classificação: 12 anos Encontros Culturais da Comendador Coruja Duração: 01 dia de programação / cada Encontro Datas: a definir conforme planejamento elaborado com equipes de curadoria, produção e comunicação Horário: 11h às 20h (sujeito a alteração conforme planejamento de produção) Local: Rua Comendador Coruja - bairro Floresta / 4º Distrito POA Capacidade: cálculo aproximado até 1.000/ Encontro (pode ser ajustado conforme PPCI de Evento) Programação: 01 Feira de Economia Circular das 11h às 19h 01 Caminhada Patrimonial às 15h Entrada Franca sujeito a lotação do espaço / capacidade das atividades. Classificação: Livre para todos os públicos Palestras Orquestradas Muito Além da Música Duração: 06 dias de programação Datas: a definir conforme planejamento elaborado com equipes de curadoria, produção e comunicação Horário: 20h (sujeito a alteração conforme planejamento de produção) Local: Rua Comendador Coruja - bairro Floresta / 4º Distrito POA Capacidade: 100 pessoas sentadas e 200 em pé Artistas: 06 palestrantes e 06 atrações musicais O valores de comercialização dos ingressos serão: Inteiro - R$ 20,00 Meia - R$ 10,00 A comercialização se dará por meio da página oficial do Espaço 373 na Plataforma Sympla: Espaço 373 - Produtor - Eventos e Conteúdos na Sympla Classificação: Livre para todos os públicos CONTRAPARTIDAS SOCIAIS DO PROJETO Festival de Música Palco 373 - Oficina sobre Musicoterapia Duração: 02 turnos Datas: a definir conforme planejamento elaborado com equipes de curadoria, produção e comunicação Horário: 09h-12h ou 14h-17h (sujeito a alteração conforme planejamento de produção) Local: Espaço 373 - Rua Comendador Coruja - bairro Floresta / 4º Distrito POA Capacidade: 80 pessoas sentadas, layout de Palestra com projeção e palco disponível para uso de isntrumentos Ingressos: entrada franca, mediante confirmação de presença antecipada (por e-mail da produção do Festival ou via Plataforma Sympla) Festival de Música Palco 373 - Ensaios AbertosDuração: 02 turnos Datas: a definir conforme planejamento elaborado com equipes de curadoria, produção e comunicação Horário: 09h-11h ou 14h-16h (sujeito a alteração conforme planejamento de produção) Local: Espaço 373 - Rua Comendador Coruja - bairro Floresta / 4º Distrito POA Capacidade: até 100 pessoas sentadas Ingressos: entrada franca, mediante confirmação de presença antecipada (por e-mail da produção do Festival ou via Plataforma Sympla) Festival de Música Palco 373 - Sessões Vespertinas Duração: 01 turno Datas: a definir conforme planejamento elaborado com equipes de curadoria, produção e comunicação Horário: 14h-16h (sujeito a alteração conforme planejamento de produção) Local: Espaço 373 - Rua Comendador Coruja - bairro Floresta / 4º Distrito POA Capacidade: até 100 pessoas sentadas Ingressos: entrada franca, mediante confirmação de presença antecipada (por e-mail da produção do Festival ou via Plataforma Sympla) Palestras Orquestradas Muito Além da Música - Oficina Sensorial sobre Música Duração: 02 turnos Datas: a definir conforme planejamento elaborado com equipes de curadoria, produção e comunicação Horário: 09h-12h ou 14h-17h (sujeito a alteração conforme planejamento de produção) Local: Espaço 373 - Rua Comendador Coruja - bairro Floresta / 4º Distrito POA Capacidade: 80 pessoas sentadas, layout de Palestra com projeção e palco disponível para uso de instrumentos Ingressos: entrada franca, mediante confirmação de presença antecipada (por e-mail da produção do Festival ou via Plataforma Sympla)
Acessibilidade Física: O Espaço 373 rampa de acesso para cadeirantes, piso nivelado para pessoas com baixa mobilidade e/ou idosos, assentos para pessoas obesas (gestantes e/ou com filhos de colo), bem como banheiro adaptado PCD, assim definidos em legislação específica e de acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto no 6.949, de 25 de agosto de 2009. Acessibilidade Conteúdo: Haverá intérprete de libras para atendimento o público PCD nas caminhadas patrimoniais e também das palestras orquestradas. No Festival de Música, por se tratar de execuções instrumentais, o Proponente disponibilizará um treinamento junto a equipe de produção/atendimento ao público com foco nas boas práticas e na eliminação de atitudes capacitistas em relação às pessoas PCD´s. O intérprete de libras, assim como equipe de atendimento treinada, estará disponível na Oficina Sensorial sobre Música destinada ao público PCD. No que diz respeito a comunicação e divulgação da programação será feito uso de linguagem simples e acessível, bem como legendagem descritiva de fotos e em vídeos. DECLARAÇÃO: Em respeito ao disposto no artigo Art. 25. da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 1, DE 10 DE ABRIL DE 2023” o proponente se compromete a atender, no que couber ao disposto: As propostas culturais apresentadas ao mecanismo Incentivo a Projetos Culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018.
PRODUTO PRINCIPAL - FESTIVAL DE MÚSICA PALCO 373 Comercialização Em atendimento ao inciso II do Art. 29 da IN 11 / 2024, a programação de shows do Festival terá cobrança de ingresso para fins de custeio operacional do espaço/local, pagamento de ECAD e outras licenças vinculadas a realização dos espetáculos. Para fins de atendimento a legislação vigente, o estoque de ingresso a ser comercializados atenderá a Lei da Mei-Entrada que garante: I - meia-entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1o da Lei no 12.933, de 2013; e II - meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme o art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003. III - meia-entrada para acesso a eventos artístico-culturais a estudantes, jovens de baixa renda portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com deficiência, em todos os ingressos comercializados, conforme o do Decreto no 8.537, de 5 de outubro de 2015. O valores de comercialização dos ingressos serão: Inteiro - R$ 20,00 Meia - R$ 10,00 A comercialização se dará por meio da página oficial do Espaço 373 na Plataforma Sympla: Espaço 373 - Produtor - Eventos e Conteúdos na Sympla Ampliação de Acesso: Conforme previsto no Art. 30. da IN 11/24, o Festival promoverá as seguintes medidas de ampliação de acesso: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Disponibilizar 01 (uma) van para transporte de público 60+, promovendo acesso às Sessões Vespertinas que serão ofertadas gratuitamente para instituições de cuidado ao idoso (notadamente em vulnerabilidade socioeconômica); Disponibilizar 01 (um) ou mais ônibus para transporte de público escolar da cidade de Porto Alegre, promovendo acesso aos Ensaios Abertos que serão ofertados gratuitamente para a rede pública de ensino municipal e estadual; Contrapartida Social: Ofertar gratuitamente 01 (uma) Oficina sobre Musicoterapia para professores da rede pública de ensino municipal e estadual da cidade de Porto Alegre. Ofertar 01 (um) ou mais Ensaio Aberto para alunos e professores da rede pública de ensino municipal e estadual de Porto Alegre; PRODUTO SECUNDÁRIO - ENCONTROS CULTURAIS DA COMENDADOR CORUJA Para esse produto cultural todas as atividades previstas em programação serão ofertadas gratuitamente para todos os públicos. PRODUTO SECUNDÁRIO - PALESTRAS ORQUESTRADAS MUITO ALÉM DA MÚSICA Em atendimento ao inciso II do Art. 29 da IN 11 / 2024, a programação de shows do Festival terá cobrança de ingresso para fins de custeio operacional do espaço/local, pagamento de ECAD e outras licenças vinculadas a realização dos espetáculos. Para fins de atendimento a legislação vigente, o estoque de ingresso a ser comercializados atenderá a Lei da Mei-Entrada que garante: I - meia-entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1o da Lei no 12.933, de 2013; e II - meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme o art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003. III - meia-entrada para acesso a eventos artístico-culturais a estudantes, jovens de baixa renda portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com deficiência, em todos os ingressos comercializados, conforme o do Decreto no 8.537, de 5 de outubro de 2015. O valores de comercialização dos ingressos serão: Inteiro - R$ 20,00 Meia - R$ 10,00 A comercialização se dará por meio da página oficial do Espaço 373 na Plataforma Sympla: Espaço 373 - Produtor - Eventos e Conteúdos na Sympla Ampliação de Acesso: Conforme previsto no Art. 30. da IN 11/24, o Festival promoverá as seguintes medidas de ampliação de acesso: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes; Disponibilizar 01 (um) ônibus para transporte de público PCD participar da Oficina Sensorial sobre Música; Contrapartida Social: Ofertar 01 (uma) Oficina Sensorial sobre Música para público PCD; Ofertar 01 (uma) Oficina Sensorial sobre Música para público para professores da rede pública de ensino municipal e estadual da cidade de Porto Alegre;
SILVANA DINIS BEDUSCHI (Espaço 373) / PROPONENTE - Realizará a Supervisão Geral do projeto, que incluirá as seguintes atividades: ATIVIDADES GERAIS O Proponente será responsável pela Coordenação Geral do projeto, o que inclui as seguintes atividades específicas: Acompanhar todas as atividades para validar a sua realização junto aos times de produção e comunicação do Projeto. Como todos os contatos e acertos sobre as ações foram realizados previamente pelo Proponente, todas as medidas para a realização das mesmas devem passar pela validação do Proponente. Da mesma forma, os ajustes ou pequenas alterações de conteúdo, local, condições, etc., serão avaliados e decididos pelo Proponente, em acordo com os envolvidos diretamente e com os times de produção e comunicação do Projeto. O Proponente sempre que possível estará presente na realização de todas as atividades para assegurar a sua realização conforme o planejado. O Proponente será o responsável, juntamente com os times de produção, do estabelecimento do cronograma anual do Projeto e sua correta aplicação, decidindo por eventuais alterações, em função de imprevistos; O Proponente também coordenará o trabalho de divulgação anterior à realização das atividades , bem como o posterior, onde se divulgará o seu resultado final. SILVANA DINIZ BEDUSCHI - formada em Comunicação, com habilitação em Publicidade e Propaganda na PUCRS, mestrado em marketing pela ESPM. Empresária, CEO da Comunic e Imaginasó Eventos, atua na área de produção, marketing e design de eventos culturais e corporativos, há mais de 30 anos. Responsável pelo planejamento, criação de marca e cenários, programação visual para empresas tais como: - PLENARIUM CONGRESSOS, OFFICE MARKETING, SENAC/SESC, ANDREA BRUM EVENTOS, CAPACITÁ, DUPLO M, AJURIS, ABRASF, ABRH, FIERGS, LOCA WEB, HOSPITAL DE CLÍNICAS, SPECIALITA EVENTOS, UNIMED, FIERGS, entre outros. Com a experiência acumulada no setor de eventos por mais de 30 anos, inaugurou em março de 2017 o Espaço 373, localizado na rua Comendador Coruja 373 no Distrito Criativo de Porto Alegre, conhecido pela criatividade e empreendedorismo cultural, o casarão construído em 1925 é tido como Patrimônio Cultural do Município. Já foram realizadas mais de 800 apresentações artísticas. ANA ADAMS DE ALMEIDA / COORDENAÇÃO GERAL - Profissional com mais de 20 anos de experiência em gestão e produção de projetos culturais, economia criativa e responsabilidade social. Graduada em Comunicação Social – Jornalismo e especializada em Gestão de Projetos e Empreendimentos Criativos (MinC, Senac e UFRGS) e ESG (FIPE). Atuou como consultora executiva (projetos e marketing cultural) para empresas do RS, RJ, SP e MG, dentre elas destacam-se Vivo, Claro, Cinemateca Brasileira, Santander Cultural (Farol Santander), RBSTV, Casa de Cinema de Porto Alegre, Zeppelin Filmes (Zepp Filmes), Otto desenhos Animados, TGD Filmes, Cápsula Filmes e outros. Foi executiva responsável pela gestão, relacionamento de programação e projetos, mobilização de recursos e design de sustentabilidade do Instituto Ling e CHC Santa Casa de Porto Alegre. Coordenou o projeto e time de Hospitalidade e Concierge do South Summit Brazil 2024. No audiovisual, participou da produção dos longas-metragens “O Cárcere e a Rua” (Liliana Sulzbah, 2004), “O Continente de Erico” (Liliana Sulzbach, 2005), DVD 20 Anos de Tangos e Tragédias (Zeppelin Filmes, 2005); além de curtas e atendimento de publicidade internacional pela Zeppelin Filmes (Zepp Filmes). Como produtora, realizou os filmes “Um Breve Assalto” (Zeca Brito e Iuli Gerbase, 2009), “Caderno Vermelho” (2009) e “Lá Longe” (Juliano Carpegiani, 2011). Como produtora executiva atuou no curta-metragem “Peixe Vermelho” (Andreia Vigo, 2009) pelo qual recebeu prêmio de Melhor Produção Executiva na Mostra Gaúcha Assembléia Legislativa RS - Festival de Gramado de 2010. Foi colaboradora no livro "Tudo que você queria saber sobre comercialização de filmes nacionais, mas não tinha a quem perguntar" (Marta Machado, Fumproarte, 2010).
PROJETO ARQUIVADO.