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PRONAC 2415234Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Mulher Forrozeira - pesquisa e publicação

CIRANDEIRA CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 400,4 mil
Aprovado
R$ 400,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Petrópolis
Início
2025-02-03
Término
2025-12-03
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto "Mulher Forrozeira" tem como objetivo geral celebrar e reconhecer a contribuição das mulheres no Forró, por meio da realização de pesquisa e respectiva publicação que documentará a trajetória, composições e desafios enfrentados por essas artistas. A iniciativa visa gerar um acervo a partir de dados primários e secundários (com entrevistas, registros, referenciais), fortalecendo a memória cultural e o protagonismo feminino no gênero. A proposta busca também promover a formação de uma rede de mulheres forrozeiras e fomentar a participação feminina em todas as etapas da produção do Forró, além de atender a diretrizes da Lei nº 8.313/1991 para garantir o livre acesso e preservação das tradições culturais brasileiras.

Objetivos

OBJETIVOS Produto Cultural: PESQUISA O Objetivo Geral:O projeto visa celebrar a diversidade cultural e gerar reconhecimento e homenagem às Mulheres Forrozeiras, a começar pela 1a sanfoneira dos 8 Baixos, Chiquinha Gonzaga e às demais artistas do Forró que dão prosseguimento ao protagonismo feminino na cultura do Forro, por meio da realização de uma Pesquisa sobre a trajetória, inspirações, desafios, superações e, principalmente, Composições Musicais produzidas por essas artistas ainda invisibilizadas. A proposta de realizar esse mapeamento de acervo surgiu da necessidade de fortalecer as mulheres enquanto artistas do Forró, tendo como propósito: Registro e Memória - Criar um acervo digital que documenta a história das mulheres forrozeiras no Brasil, incluindo entrevistas, performances e registros fotográficos.- Estimular a pesquisa formal e não-formal sobre a participação das mulheres no Forró.- Contribuir para a salvaguarda e preservação das tradições culturais do Forró, destacando a importância do protagonismo das mulheres na história desse gênero. Reconhecimento e Visibilidade- Reconhecer a importância das Mulheres Forrozeiras que atuaram antes de nós, promover e dar visibilidade às mulheres forrozeiras da atualidade e destacar a importância do protagonismo das Mulheres no cenário do Forro, garantindo assim que novas gerações de mulheres forrozeiras possam atuar e contribuir com a música e o Forró.- Praticar a colaboração intergeracional, por meio da união entre gerações de artistas para fortalecimento mútuo e crescimento profissional.- Criar um espaço de destaque para as mulheres forrozeiras, registrando suas contribuições na música, dança, produção e gestão cultural no circuito do Forró.- Estimular a mídia a cobrir e promover eventos protagonizados por mulheres no Forró. Capacitação e Empoderamento:- Oferecer oficinas voltadas para mulheres e meninas.- Promover palestras que abordam temas como igualdade de gênero, empoderamento feminino e desafios específicos enfrentados por mulheres no cenário do forró. Fomento a cadeia produtiva do Forro:- Realizar debates sobre a presença das mulheres nas diferentes etapas da produção do forró, desde a composição até a gestão de eventos.- Formação de equipe tecnica e de producao com mulheres profissionais do Forro e da musica. Promoção da Roda das Mulheres Forrozeiras:- Reunir a diversidade em circuito de Rodas as Mulheres Forrozeiras e incentivar a criação e o fortalecimento de uma Rede de Mulheres Forrozeiras do Brasil.- Incentivar a formação de bandas de mulheres, promovendo a diversidade em grupos musicais O projeto cultural irá atender, também, aos seguintes incisos previstos no art. 1º e no art. 3º da Lei nº 8.313, de 1991:- contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;- promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;- apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;- proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;- salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;- preservar os bens imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;- estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;- priorizar o produto cultural originário do País.- fomento à produção cultural e artística, mediante: produção de discos, vídeos, filmes e outras formas de reprodução fonovideográfica de caráter cultural; edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;- estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;- apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: contratação de serviços para elaboração de projetos culturais. Objetivo específico: PRODUTO PRINCIPAL: PESQUISAPesquisa voltada a construir um acervo digital que documente a história de mulheres forrozeiras no Brasil, incluindo entrevistas, performances e registros fotográficos, por meio de pesquisa não-formal sobre a participação das mulheres no Forró. Mínimo 100 laudas.A pesquisa visa reconhecer a necessidade de considerar e respeitar a diversidade cultural brasileira produzida a partir das mulheres-artistas. A pesquisa empreendida busca não apenas abordar as questões fundamentais da composição musical, mas também incorporar as nuances culturais que permeiam as diferentes realidades artístico-profissionais de cada mulher identificada a partir curadoria desenvolvida ao longo da execução do projeto.A proposta de desenvolver um e-book e audiolivro resultante da pesquisa reflete um esforço em criar material artístico e difusão que não apenas leve em consideração a diversidade cultural, mas que também seja acessível e relevante para diferentes públicos em todo o Brasil.A realização de uma Roda de Conversa e apresentação dos resultados e produtos da Pesquisa buscará ampliar o alcance do projeto ao criar um espaço para debates que podem abordar as especificidades culturais relacionadas às mulheres-artistas.Ao se comprometer com a promoção de atividades de pesquisa e debates, o projeto reconhece a necessidade de considerar diferentes perspectivas culturais em que as mulheres-artistas estão inseridas e poder refletir suas as dificuldades e potencialidades vivenciados nesse segmento do Forró.A proposta de realizar estudos empíricos, por meio de visitas pessoais e diretas a cada artista, sempre que possível, serão necessárias para capturar imagens, inclusive audiovisuais, para gerar um acervo também imagético considerem sobre as diversas realidades culturais do contexto do Forró. O projeto demonstra um compromisso profundo com o fortalecimento do Forró, ancorado em uma abordagem culturalmente sensível que reconhece e valoriza a diversidade gênero, a partir das artistas.Material de Comprovação para Prestação de Contas, Produto Pesquisa: Material resultante da pesquisa, imagens fotográficas. PRODUTO: LIVROE-BOOK, livro em formato digital, mínimo 100 laudas, nominado "Mulheres Forrozeiras" cuja obra é resultante do trabalho de pesquisa, produto principal do projeto. O conteúdo apresentará uma(s) composição representativa da obra e carreira de artistas compositoras, enquanto mulheres forrozeiras representantes da cultura popular brasileira, tais como: Chiquinha Gonzaga, Hermelinda, Carmélia Alves, Anastácia, Rita de Cássia - (todas in memoriam), Marinês, Florrozeiras, Neidinha Rocha, Rosemere do Acordeom, Ceiça Moreno e as jovens Marimelo, Thays Sodré, Negadeza e outras mais.O livro será construído por textos sobre cada uma das artistas, com depoimentos colhidos pela curadoria do projeto, e entrevistas com as próprias artistas e fotografias.Material de Comprovação para Prestação de Contas, Produto Livro: link E-Book; termo de doação do conteúdo e-book para beneficiários, imagem fotográfica.AUDIOLIVRO, transcrição em áudio de um material de pesquisa formato e-book, mínimo de 4horas, também nominado "Mulheres Forrozeiras".Material de Comprovação para Prestação de Contas, Produto Livro: link Audiolivro; imagem fotográfica. PRODUTO: ENCONTRO / PALESTRA - contrapartida social:Realizar uma Roda de conversa e debates sobre a importância da participação feminina em toda a cadeia produtiva do Forró, encerrando com Show musical no formato de Roda das "Mulheres Forrozeiras". Palestra-show, acesso gratuito, com 03h de duração. Total de beneficiários: até 500 pessoas, de todas as classes sociais. Material de Comprovação para Prestação de Contas ENCONTRO / PALESTRA: Termos de recebimento do projeto, material de divulgação-convite e material fotográfico.

Justificativa

JUSTIFICATIVA Nas últimas décadas houve notáveis avanços nos direitos para as mulheres, fruto de muita luta e mobilização do movimento feminista. No entanto, ainda há muito o que se avançar para superar as desigualdades entre homens e mulheres. Representando a maioria da população brasileira (51,8%), as mulheres ainda enfrentam a sub-representação política, desigualdade salarial, falta de políticas públicas especificas, além das violências de gênero e machismo estrutural. No cenário do Forro, as desigualdades estruturais de gênero também atravessam as relações de produção cultural. Apesar das mulheres representarem a maioria da população brasileira, não foram encontrados dados concretos que expressam o percentual e a representatividade das mulheres na cadeia produtiva do Forró. Esta invisibilidade possui um caráter histórico, a exemplo das pioneiras, como Chiquinha Gonzaga, a primeira tocadora de sanfona de 8 baixos de que se tem registro e a Rainha Anastácia, que compôs diversas músicas que ficaram amplamente conhecidas nas gravações de seu parceiro de carreira e de vida, Dominguinhos; tendo, entretanto,seu nome desconhecido por grande parte do público. As mulheres musicistas e produtoras no mercado cultural do Forró seguem não sendo priorizadas nos espaços desse segmento, enfrentando desigualdade na remuneração, sobretudo se comparado aos cachês que os músicos recebem, além de sofrerem assédio em razão do machismo estrutural, dado que o ambiente do Forró ainda é muito masculinizado. Buscando transformar esta realidade, as mulheres forrozeiras atuam para construir o seu protagonismo. É notório como este movimento vem crescendo em diversas regiões do país, no nordeste e no sudeste, com a emergência de diversos projetos de Forró exclusivos de mulheres: Forró Mulher no RJ; Forro de Dama em SP; Festival Maria Forrozeira em SP; Forro de Catarina RJ; Forro Maravilhas RJ; Forró das Fulô"(DF), Mana Flor SP; Regional Pitada RJ; Cantos da Fulo RJ, Xamego Delas RJ; Tocaia RJ; As Januária PB; Cabra e Femea ; Flor de Imbuia RJ; Flor de Caroa RJ; Fulo da Samauma - Petrópolis; entre outros. Entretanto, trabalhos como levantamentos de dados, pesquisas de caráter quantitativo e qualitativo, além de projetos de capacitação, precisam ser realizados para a fundamentação de políticas públicas e de apoio para que este movimento consiga realizar a transformação necessária. Na dimensão socioeconômica, as mulheres profissionais do Forró são, em sua maioria, trabalhadoras informais sem direitos trabalhistas e previdenciários garantidos. Condicionadas a vulnerabilidades socioeconômica de trabalhadoras informais. Os marcadores sociais das mulheres no Forró são: mulheres, mulheres negras, mães, mulheres da classe trabalhadora, mulheres periféricas, mulheres LGBTQI+, mulheres de raiz e ancestralidade nordestina.Entendemos a importância e a relevância de valorizarmos a diversidade destas mulheres nas suas múltiplas instâncias, bem como construir uma política afirmativa do lugar e protagonismo das mulheres no Forró. Além disso, questões ligadas à Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) tornaram-se centrais em qualquer ambiente nos dias de hoje, independentemente de setores profissionais, tradições culturais e camadas sociais. E por mais que a luta das mulheres por "um lugar ao sol" seja vista por muitos como anterior àquela dos povos originários, dos jovens, das pessoas pretas, da comunidade LGBTQIAP+, entre outras, ela não é menos urgente. Ainda há muito o que ser conquistado, muito o que ser escrito e contado. É notável que, em todo o mundo, meninas e mulheres estejam fazendo enormes contribuições para as Artes e Cultura: conduzindo pesquisas, buscando soluções, criando estratégias de campanha, fazendo curadoria de exposições de arte, elaborando políticas, compondo obras literárias, investindo em ações coletivas, se candidatando a cargos legislativos e muito, muito mais. Diante de tudo isso, idealizamos e propomos esta publicação para ressaltar o papel e a relevância das mulheres e a criação feminina no âmbito do Forró, dando voz a profissionais que têm se destacado ao dedicarem-se ao fortalecimento desse segmento musical. E por acreditar que precisamos de um olhar diverso sobre as referências musicais, a partir da pesquisa a curadoria a ser realizada nesse projeto, apresentará "Mulheres Forrozeiras" que atuam em campos diferentes e possuem formações e habilidades distintas: a pluralidade de composições criadas. Artigo 1º da Lei 8313/91, aos incisos:VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória presentes. Alcançando os objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. Portanto, este projeto de pesquisa e produção de livro (formatos e-book + audiolivro) quer ser uma celebração da Música feita por mulheres. Vai-se mostrar, através da multiplicação dos pontos de vista e de diferentes composições, a importância das mulheres no panorama das Música Popular brasileira.Em tempos de efemeridade de redes sociais, parece ser necessário fixar a produção das Artes no país em um produto que possa refletir a produção de artistas mulheres.O Brasil é um país de dimensões continentais e a arte de cada canto do país precisa ser contada, principalmente a arte de artistas mulheres. Também na área da Cultura as mulheres são "opacizadas" _ reflexo de um país que ainda sofre da desigualdade de gênero em todas as áreas. Assim, pesquisaremos artistas compositoras de diferentes regiões do país e também uma equipe técnica majoritária de mulheres para realizar este projeto.

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL: PESQUISAA proposta de realizar estudos empíricos, por meio de visitas pessoais e diretas a cada artista, sempre que possível, serão necessárias para capturar imagens, inclusive audiovisuais, para gerar um acervo também imagético considerem sobre as diversas realidades culturais do contexto do Forró. O projeto demonstra um compromisso profundo com o fortalecimento do Forró, ancorado em uma abordagem culturalmente sensível que reconhece e valoriza a diversidade gênero, a partir das artistas.Material de Comprovação para Prestação de Contas, Produto Pesquisa: Material resultante da pesquisa, imagens fotográficas. PRODUTO: LIVRO (2 formatos - e-book e audiolivro) E-BOOK, livro em formato digital, mínimo 100 laudas, nominado “Mulheres Forrozeiras” cuja obra é resultante do trabalho de pesquisa, produto principal do projeto. O conteúdo apresentará uma(s) composição representativa da obra e carreira de artistas compositoras, enquanto mulheres forrozeiras representantes da cultura popular brasileira, tais como: Chiquinha Gonzaga, Hermelinda, Carmélia Alves, Anastácia, Rita de Cássia - (todas in memoriam), Marinês, Florrozeiras, Neidinha Rocha, Rosemere do Acordeom, Ceiça Moreno e as jovens Marimelo, Thays Sodré, Negadeza e outras mais. O livro será construído por textos sobre cada uma das artistas, com depoimentos colhidos pela curadoria do projeto, e entrevistas com as próprias artistas e fotografias.Material de Comprovação para Prestação de Contas, Produto Livro: link E-Book; termo de doação do conteúdo e-book para beneficiários, imagem fotográfica. AUDIOLIVRO, transcrição em áudio de um material de pesquisa formato e-book, mínimo de 4horas, também nominado “Mulheres Forrozeiras”.Material de Comprovação para Prestação de Contas, Produto Livro: link Audiolivro; imagem fotográfica. PRODUTO: ENCONTRO / PALESTRA - contrapartida social:Realizar uma Roda de conversa e debates sobre a importância da participação feminina em toda a cadeia produtiva do Forró, encerrando com Show musical no formato de Roda das “Mulheres Forrozeiras”. Palestra-show, acesso gratuito, com 03h de duração. Total de beneficiários: até 500 pessoas, de todas as classes sociais.Material de Comprovação para Prestação de Contas ENCONTRO / PALESTRA: Termos de recebimento do projeto, material de divulgação-convite e material fotográfico.

Acessibilidade

1) LIVRO (e-book e audiolivro): Acessibilidade de Conteúdo: A publicação do audiolivro - contendo o conteúdo da pesquisa em formato de narração e interpretação das composições musicais - é um produto de acessibilidade, uma vez que proporciona o acesso da obra a todos, em especial aos portadores de deficiência visual. Público alvo da Acessibilidade de Conteúdo:Deficientes visuais. Por se tratar de audiolivro. Deficientes auditivos. O e-book em formato PDF acessível, contendo o conteúdo da pesquisa em formato texto. Para as demais deficiencias não há qualquer restrição quanto ao impacto,pois deficientes cognitivos podem usufuir do projeto, bem como deficientes motores.Acessibilidade de Física: não aplicável. 2) Contrapartida Social: Acessibilidade de Conteúdo e Acessibilidade de Física: O espaçocultural onde será realizada a contrapartida social será equipado com acessibilidade de locomoção como, por exemplo, rampas e/ou banheiros acessíveis, bem como será reservado espaço para portadores de deficiência como forma de garantir que o acesso seja facilitado. Público alvo da Acessibilidade de Conteúdo: Deficientes auditivos.Durante a roda de conversa contaremos com interprete de libras, de modo a garantir que deficientesauditivos sejam contemplados e possam acessar ao projeto. Público alvo da Acessibilidade Física: Cadeirantes. Quanto às demais deficiencias todas estão contempladas no plano deacessibilidade pois não ha dificuldade para que sejam impactados, cada um a seu modo.

Democratização do acesso

A distribuição se darão da seguinte forma: o produto oriundo do projeto será distribuídogratuitamente através da internet via serviços de streaming de forma que todas as pessoaspossam acessar. A democratização do acesso está presente no fato de que o resultado do presente projeto, ouseja o audiolivro será disponibilizado gratuitamente para todas e todos através deplataformas de streamming, de modo que todos, sem qualquer tipo de distinção que tiveremacesso a intrnet possam ser alcançados pelo resultado do projeto.

Ficha técnica

Nome: Mirele Cristine Guedes MaravilhasCPF: 075929797-56Direção artística, pesquisadora e artista (narração audiolivro, interpretação das canções e percussão show musical)Como produtora cultural, é a responsável jurídica pela empresa Cirandeira Cultural.Desde 2012, a partir do “Núcleo de Pesquisa e Expressão da Sanfona e dos 8 Baixos do Brasil”, se dedica à criação e pesquisa artística sobre cultura popular.Ao longo desse tempo, destaca-se:“Arte de Brincantes”. Idealizadora e diretora do coletivo durante os Circuito Sesc de Escolas, Sesc-Territorialidades e Carnaval Sesc, entre outros eventos “Orquestra Sanfônica de Petrópolis”. coordenou a residência artística “Tem Sanfona no Choro”, no Sesc-Rio. Em 2019, produziu a OSP no Festival SESC de Inverno“Bloco Fole & Folia”. diretora artística do bloco de música nordestina, que já se apresentou no Natal Sesc - Parque de Exposições de Itaipava (2021) e no “Verão na Praça” com Fole & Folia e a Sanfônica de Petrópolis (2023)“Roda da Mulher Forrozeira”. Idealizadora e artivista no movimento que transcende os limites da música e une musicistas representantes de diversos grupos e estilos para celebrar a força, a diversidade e o talento das mulheres no universo do Forró. Mais do que um simples encontro musical, a roda é um espaço de celebração, resistência e empoderamento feminino. Nome: Maria Luísa de Mello Tonácio Nome artístico: Maria Luisa TonácioCPF: 152393097-79Função: Direção musical, c e instrumentista (violão)2005Inicia seus estudos musicais através do piano, estudando através de aulas de particulares.2008Pausa seus estudos no piano e começa a se dedicar ao violão com aulas particulares.2009Inicia o curso básico da Escola de Música Villa-Lobos.2011Conclui o curso básico na Escola de Música Villa-Lobos Participou como violonista na exposição Ponto em movimento de Renato Velasco em 15 julho de 2011 realizada na UERJ na galeria Candido PortinariRealiza concertos com o Clarinetista Adilson Alves, o Duo Música Nova. Projeto que aposta em formação de repertório para clarineta e violão e execução de compositores da atualidade.2012 Inicia a graduação no bacharelado em música/violão na UFRJ.Realiza concertos com o Violonista Felipe Rodrigues, o Duo Velasco. Projeto de música de câmara que propõe interpretar obras de variados estilos e períodos sob a ótica da tradicional formação de dois violões.2019Fundadora e musicista do Grupo Jardim de Todos. Grupo que interpreta canções da MPB e autorais para o público infantil. A proposta é criar um ambiente lúdico para as crianças e abordar temas como o livre brincar e a preservação da natureza através da música.Integrante e uma das fundadoras do Coletivo Marinês Unidas. Um Coletivo de mulheres do forró carioca que começou seus trabalhos em 2019 e tem como foco o resgate e valorização do repertório da Rainha do Xaxado, Marinês, além de destacar mulheres musicistas na cena carioca.Em 2022 a musicista inicia o projeto “Regional Pitaya” junto à Potyra Castro (Voz e triângulo), Marcela Coelho (Sanfona) e Diane Terra (Zabumba). O grupo nasce com o intuito de trazer a presença da música regional e suas linguagens, trazendo em seu repertório um verdadeiro suco de brasilidades partindo do Forró e passeando por outros ritmos como choro, samba, maracatu, coco e xaxado.Dentro de um mercado majoritariamente masculino, a banda surge com o comprometimento de lutar por uma maior equidade de gênero e da vontade de que mulheres ocupem mais espaços no mercado musical de forró do sudeste. Nome: Maria Souto de Carvalho Nome artístico: Maria SoutoCPF: 099262577-71Função: arranjadora, curadoria e instrumentista (sopros e pífanos)Compositora, arranjadora, soprista, professora e pesquisadora. Em 2022/23 realizou o projeto “Elas no Choro”, com apoio do Fomento a Cultura Carioca, uma pesquisa-ação sobre a atuação de mulheres no choro no Rio de Janeiro, que resultou em um inventário sobre mulheres no Choro, oficina, roda e um podcast com uma série de entrevistas com choronas da cidade. Professora de flauta transversa da Escola Portátil de Música e Casa do Choro/RJ desde 2009. Idealizou e realizou em 2023 a travessia poética musical "Risco Encanto", trabalho autoral, com canções, músicas instrumentais e poesias, apresentado no Festival Poética dos Sentidos no SESC/RJ. Em 2022 realizou como coordenadora e musicista o projeto Choro no Coreto, no Rio de Janeiro e em Nova Friburgo, com o regional Choro de Juçara. Idealizou e realizou o curta musical infantil "Pedro e o Choro" (2021). Integrante do Quarteto de Choro, com o qual realizou o projeto Choro no Parque, no Parque das Ruínas em Santa Teresa/RJ (2012 a 2019). Integrou a Coletiva ARTivista Primavera das Mulheres (2016/2018). Integrou como musicista, arranjadora e produtora a Camerata Brasilis, com a qual lançou dois CDs - “Camerata Brasilis” (2009), com patrocínio da Petrobrás Cultural, e “Suíte Popular” com Teca Calazans (2016). Foi coordenadora do Ponto de Cultura e dos Núcleos de Formação Musical itinerantes da Escola Portátil de Música/Casa do Choro (2009 a 2014). Nome: Milena Sá da FonteNome artístico: Milena SáCPF: 136.508.137-00Função: registro videográfico e instrumentista (percussões)Cineasta, Compositora, Cantora, Percussionista e Vj.Graduada em Cinema pela UFF -2010. Pernambucana, reside no Rio e mantém uma longa carreira dedicada ao cinema e música. Produziu, dirigiu e fotografou o documentário musical “Nas Rodas do Choro”, prêmio TV Brasil na Mostra Internacional de Filme Etnográfico 2009, distribuído pela Biscoito Fino. Em 2010 dirigiu junto com a antropóloga Clarisse Kubrusly o documentário “Dona Joventina” contemplado no Etnodoc. Em 2021 dirigiu, fotografou, produziu e montou o curta metragem Wiranã, premiado pela LAB PE , Lei Aldir Blanc e indicado a melhor fotografia do MICINE. Nome: Thamires Alves FerreiraNome artístico: CPF: 141767867-44Função: consultoria em acessibilidade (intérprete de libras)Intérprete de libras de diversas áreas se destacando como intérprete artística Começou sua trajetória há 12 anos através de um namoro com uma pessoa surda que ensinou e a fez imergir a na comunidade surda hoje o mesmo veio se tornar marido .Com múltiplas experiências no começo atuando em salas de aulas do estado do Rio de Janeiro e atravessando contexto de palestra .Com a necessidade que os seus amigos surdos tinham pois não entendia letra nem teatros nem piadas se especializou na área artística . Participando de várias lives durante a pandemia e consequentemente festivais como Lollapalooza e mita provares sound e a festa mais importante do Brasil o carnaval sendo intérprete de libras de todos os sambas enredos por dois anos consecutivos .Interpretou show de vários cantores e estilos músicas Trabalhou em propaganda eleitoralInterpretou peças de teatro em que viaja com o elenco .Trabalhou no GNT como intérprete de libras Apesar da comunidade surda a ensinar e ela com muito esforço adaptar . Foi para uff e diversos cursos atrás de conhecimento técnicoEstudou com referências E foi aprovada na prova do cais que habilita o intérprete a exercer sua profissão .O maior desejo é promover o acesso a arte.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.