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O projeto prevê a criação de um álbum musical com obras inéditas, que inclui gravações em áudio, vídeos e o show de lançamento. Do coletivo participam grandes nomes da música paulista e mineira, como Ricardo Herz, Alexandre Andrés, Natalia Mitre, PC Guimarães e Vanille Goovaerts. Todos são referências nos seus instrumentos nacional e internacionalmente e os utilizam de maneira muito particular e brasileira. Os produtos serão 4: um álbum em áudio, vídeos que serão disponibilizados nas plataformas de streaming e no youtubes e show de lançamento. Como contrapartida, serão oferecidos workshops sobre música brasileira a alunos ou professores da rede pública de ensino ou em escolas ou universidades públicas e as partituras serão disponibilizadas gratuitamente na internet.
O projeto visa 1- Gravação em audio de repertório especialmente composto para o projeto 2- Gravação das apresentações com captação de som e imagem. 3- Distribuição por plataformas de áudio e vídeo 4- Publicação do score completo das obras/arranjos/orquestrações
Objetivo geral Registrar em áudio e vídeo repertório inédito da autoria de todos os participantes do coletivo; Difundir, democratizar e valorizar a produção de música instrumental, a partir da obra de Ricardo Herz , Alexandre Andrés, PC Guimarães, Natália Mitre e Vanille Goovaerts; Facilitar o acesso gratuito ou a preços populares ao público de diversas localidades brasileiras a concertos instrumentais. Colaborar para a formação artístico-cultural de membros de instituições públicas de ensino, a partir de oficinas de musicalização ministradas enquanto contrapartida social. Objetivo específico . Realização de dois concertos do coletivo , de entrada gratuita ou com ingressos a preços populares A princípio, as apresentações serão nas cidades de Belo Horizonte (MG); São Paulo (SP);. Realização de 2 oficinas de musicalização, focadas na música instrumental brasileira para membros de instituições públicas de ensino, sendo um encontro em cada localidade visitada pela itinerância. Cada encontro contempla 40 participantes, totalizando 80 beneficiários, sendo pelo menos 50% desses, membros da rede pública.
Incisos contemplados do Art 1 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;Explicação - o projeto se realiza em Entre Rios de Minas, Belo Horizonte e São Paulo, contratando técnicos, engenheiros de som, vídeo e músicos destes locais. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Explicação - Os instrumentistas utilizam os seus instrumentos de forma inovadoramente nacional. O violino é hoje o instrumento com maior número de alunos nas instituições de formação musical. A flauta, vibrafone e marimba, e guitarra também são ensinadas porém formação esta sempre voltada para a música europeia e não brasileira. Neste projeto, esses instrumentos aparecem num contexto que valoriza muito a cultura nacional. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;Explicação:o projeto é constituído de composições próprias dos artistas, sempre baseadas nos ritmos da música brasileira , propondo momentos de improvisação, swing e lirismo . Além do repertório multifacetado, o florescimento da criação também se dá pela disponibilização on line pelo site dos artistas das partituras. VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;Explicação : As composições fazem uso de influências de diversas culturas (música latino americana, improvisação do jazz, música do Maghreb, música africana, jazz Europeu, música clássica européia) sempre as misturando com a música brasileira. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Explicação: A música instrumental se comunica com diversas regiões do mundo. IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para tanto, serão alcançados os seguintes objetivos elencados pelo Art. 3º da referida norma: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; por meio de disponibilização de todas as partituras (contrapartida social); II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; por meio do produto principal (áudio e vídeo de "A Música de Câmera de Ricardo Herz"). Salientamos a necessidade de subsídio do mecanismo federal de incentivo a este projeto, tendo em vista que, sem este recurso, a execução não se viabilizaria. Reiteramos o caráter artístico-cultural das ações, que têm em seu escopo a democratização do acesso à música instrumental sob uma perspectiva reinventada, abraçando os ritmos brasileiros e que difundem a produção de músicos notáveis, de forma a contribuir para a popularização da música instrumental brasileira.
Acreditamos que a criação deste projeto ajudará a projetar uma imagem positiva do Brasil no exterior, pois os músicos integrantes do projeto tem uma carreira importante tanto no Brasil como fora do país, tendo se apresentado em todo país e realizado turnês na América Latina, Europa, Ásia e América do Norte. Gostaríamos de destacar que o país necessita de uma produção de música sofisticada inspirada na sua música popular, a música pode ser inspiradora tanto para o público como para os alunos de música e profissionais.
Produto 1: Produção das partituras e disponibilização em PDF para download em site na internet. A paginação ainda não está especificada pois a composição faz parte do projeto. Produto 2 : 2 shows de duração de aproximadamente 70 minutos. Produto 3 : Álbum de áudio com aproximadamente 60 minutos Produto 4 : Registro em vídeo do show com aproximadamente 70 minutos e pílulas de divulgação para internet. Contrapartida : Os sartistas ãoapresentarão em aula as técnicas de composição e arranjos empregadas bem como técnicas propostas de execução de música brasileira
Acessibilidade física: selecionaremos localidades que tenham, necessariamente, estrutura acessível para todos os públicos, em especial,idosos e pessoas com mobilidade reduzida. Assim, os locais de apresentação terão rampas e corrimões de acesso, banheiro PNE eassentos preferenciais. Havendo necessidade providenciaremos pequenos ajustes. Acessibilidade de conteúdo (beneficiários surdos): considerando se tratar de música instrumental, não se aplica o acompanhamento deintérprete de libras nas aulas/workshops. Disponibilizaremos interpretes de libras nas apresentações e assentos preferenciais para opúblico cego, próximos dos músicos. Rubrica na planilha orçamentária: Interprete de libras, na fase de produção.Acessibilidade de conteúdo (beneficiários cegos): será disponibilizada em braile uma sinopse do concerto (programação, repertório); noinício de cada concerto ; além disso, o público cego também terá disponíveis assentos preferenciais. Rubrica na planilha orçamentária: "Material em Braile", está em contrapartidas sociais
TODOS OS SHOWS SERÃO PREFERENCIALMENTE GRATUITOS OU A PREÇOS POPULARES. O público alvo para os shows deste projeto de música instrumental é muito amplo, indo desde os alunos de instrumentos dos diferentesprojetos sociais até o público oriundo das casas de concerto de música brasileira ou erudita. O projeto pretende oferecer ingressosgratuitos ou a preço acessível, não acima de R$50,00. Será separada uma cota de 10% dos ingressos para serem oferecidosespecificamente aos alunos dos projetos sociais, alunos de escolas de música e à população de baixa renda através deentidades assistenciais. Será feita uma ampla campanha pelas mídias sociais para convidar o público a prestigiar os shows, escutar o álbum e assistir aos vídeos. As partituras estão disponíveis para download gratuito no site do artista com ampla divulgação junto aos projetos sociais de formação musical. Segundo o Art. 42 da Lei n. 13.146/15, nas formas previstas no inciso V do Art. 3o da referida Lei:Para deficientes auditivos, será fornecido folder com as informações sobre o show (breve currículo, obra a serem executadas, créditos depatrocínio , logos e requerimentos do ministério da cultura). O mesmo material será fornecido, para deficientes visuais em forma delocução antes do espetáculo ou folder em braille. Além disso, atenderemos ao seguinte inciso previsto pelo artigo 21 da IN no 02 de 2019:III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos decaráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2o do art. 22;IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outrasmídias
Marina Herz - Herz Comércio e Produções Culturais Artísticas LTDA ME - produção executivaRicardo Herz - violino/rabeca , composição, arranjosAlexandre Andrés - flautas, composição, arranjos, engenheiro de somVanille Goovaerts - violino/rabeca, composição e arranjosNatália Mitre - percussão, composição, arranjosP C Guimarães - guitarra, composição e arranjos Lucca Mezzacappa - fotografo e videomaker Ricardo Steuer Herz : Herz reinventou o violino brasileiro. Sua técnica leva ao instrumento o resfolego da sanfona, o ronco da rabeca e as belas melodias do choro tradicional e modernos e o sentido de improvisação do jazz. Graduado em violino erudito pela USP, estudou na escola Fukuda, Berklee College of Music (EUA) Centre des Musiques Didier Lockwood (FR). De volta ao Brasil desde 2010, Herz tem participado de muitos projetos e colaborado com músicos e se apresentando como solista com orquestras de todo o país, como Yamandú Costa, Dominguinhos, Nelson Ayres, Proveta, Orquestra Jazz Sinfônica, Orquestra Sinfônica de João Pessoa, Orquestra Municipal de Jundiaí, Grupos de Referência do Projeto Guri, Orquestra Filarmônica de Violas, entre outros. Herz tem onze albúns lançados: 3 do Ricardo Herz Trio, 2 gravados solo, em duo com Yamandú Costa, Nelson Ayres, Antonio Loureiro, Samuca do Acordeon. Lançou Nova Música Brasileira para Cordas com a orquestra cubana Camerata Romeu. Ricardo ministrou diversos cursos em festivais e lançou o primeiro método online de violino popular brasileiro. Marina Gabriela Steuer Herz - produção executiva -Sócia administradora da Empresa HERZ COMERCIO E PRODUÇÕES CULTURAIS & ARTÍSTICAS atua como produtora cultural desde 1991. De 2004 a 2010 fez a produção de vários shows para divulgação e lançamento dos Cds Violino Popular Brasileiro (2004), Brasil em 3 por 4 (2007) e Ricardo Herz para Crianças (2009) de RICARDO HERZ. Em 2010 funda a empresa Herz Prods e presta serviços à Interarte como Assistente de produção na turnê no Estado de São Paulo das Orquestras Simon Bolívar da Venezuela, Sinfônica do Porto, Orquestra da Universidade de Tel Aviv – Escola de Música Buchman-Mehta em 2011,Prod. exec. da série de música de câmara no Teatro Cultura Artística Itaim nos anos 2011, 12 e 13, Prod. exec. de turnê latino-americana da Orquestra Filarmônica de Israel – Maestro Zubim Mehta - 2013. Turnê de 10 shows do Ricardo Herz Trio em capitais brasileiras patrocinada pelos Correios via Lei Rouanet. PRONAC 137901- 2015; Produção de shows do Ricardo Herz Trio convidando Toninho Ferragutti contemplados pelo edital Furnas Cultural via Edital – 2015; Prod. exec. do CD Novos Rumos de Ricardo Herz e Samuca do Acordeon- 2015; Produção executiva do CD Torcendo a Terra de Ricardo Herz Trio – 2016; DUO, Projeto Proac 223/2016 com o pianista Nelson Ayres no SESC Pompeia.Produção executiva do CD Yamandu Costa e Ricardo Herz . Produção Executiva Projeto Orquestra Filarmônica Jovem de Boston no Interior (Boston Philarmonic Youth Orchestra)2019 Pronac 184217. Alexandre Andrés é produtor musical, engenheiro de som, violonista, flautista, cantor e compositor. Com quatro álbuns autorais — Agualuz (2008), Macaxeira Fields (2012), Olhe Bem as Montanhas (2014) e o instrumental Macieiras (2017) —, também destaca-se por projetos colaborativos como Haru* (2017) e Rã (2019).Premiado com reconhecimentos como Natura Musical (2009), Música Minas (2010) e Melhor Disco de Música Brasileira no Japão (2013 e 2019), Andrés já trabalhou como engenheiro de som em discos de artistas renomados e produziu álbuns como Aldebaran (Artur Andrés Ensemble) e Interseção dos Mundos (Duo Foz).Como performer, apresentou-se ao lado de nomes como Egberto Gismonti, Hermeto Pascoal e Mônica Salmaso, com shows no Brasil e no Japão, consolidando sua relevância na música brasileira. Natália Mitre, natural de Belo Horizonte, é bacharel em música com habilitação em percussão pela UFMG e mestre em performance musical pela mesma instituição. Como baterista e percussionista, atua ativamente desde a cena de música popular à música de concerto da cidade. Recebeu em 2018 o prêmio de Melhor Instrumentista do Prêmio BDMG Instrumental e ganhou o prêmio principal da edição de 2021 com seu trabalho no Duo Foz. Natália Mitre como vibrafonista, integra o grupo de música instrumental brasileira Semreceita, com um disco lançado em 2017, o Duo Foz, que acaba de lançar seu primeiro disco "Interseção dos Mundos" e o Duo Mitre, com lançamento previsto para 2021. Atua também em outros projetos como: Davi Fonseca sexteto, Luísa Mitre quinteto, Artur Andrés Ensemble e Bendito Jazz (com Trio Mitre e Amaranto). Integrou o Grupo de Percussão da UFMG de 2011 a 2015, com o qual apresentou-se na conferência internacional de percussão PASIC 2014 em Indianápolis (EUA). É integrante e fundadora do sexteto de berimbaus Arcomusical Brasil, com o qual realizou concertos e oficinas na 1ª e 2ª Bow Music Conference (2016 e 2018), em Durban (África do Sul). PC Guimarães Paulo César Guimarães é bacharel em Música Popular com habilitação em guitarra e violão pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e estudou um semestre com Toninho Horta. Estudou na New School for Jazz and Contemporary Music (Nova York - 2013) e teve aulas com Gilad Hekselman, Julian Lage e Jonathan Kreisberg. Foi selecionado pelo concurso Jovem Instrumentista 2012 do BDMG Cultural. Foi bolsista de extensão pela Pró-Reitoria de Extensão da UFMG como guitarrista da Geraes Bigband no ano de 2012. Foi premiado “melhor arranjador” do BDMG Instrumental (2017) e finalista do prêmio como compositor em 2019. É arranjador e diretor musical de Octávio Cardozzo, com quem excursionou pelo Brasil, Portugal, Espanha, França e Itália, integra o quinteto Semreceita, acompanhou Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto e gravou com Dibigode, Graveola, Rafael Dutra entre outros. Integra o Duo Foz, com quem venceu o Prêmio BDMG Instrumental na categoria principal e também na de “Melhor Arranjo” da edição. Com o Duo Foz se apresentou com Alexandre Andrés, Daniel Santiago e Léa Freire, em Belo Horizonte (CCBB), Salvador (Museu de Arte da Bahia) e em São Paulo (Instrumental Sesc Brasil), dentre outros. PC Guimarães lançou em 2022 seu álbum intitulado "Quintal" pelo selo Grão Discos. Vanille Goovaerts – Violinista francesa formada em Jazz (Conservatório de Chambéry, França), se apaixona pela rabeca e o forró desde 2018. Faz duas viagens de pesquisa no Nordeste do Brasil e na região de São Paulo, encontrando os mestres (Mestre Luiz Paixão, Cláudio Rabeca, Aglaia Costa), luthiers, e participando das manifestações culturais. Radicada desde 2019 em SP, tem um duo (violino e rabeca) com o Ricardo Herz e um quarteto com percussão (Ronco do violino, forró de rabeca) e participa de vários projetos tanto na rabeca no Xaxado Novo, o Coletivo Forró das Minas, Chegaê, quanto no violino no Ensemble Choro Erudito, a formação feminina Octeta, entre outros. Apaixonada pelo forró, o que a leva a viajar pelo Nordeste desde 2018, começa a aprender a rabeca com o mestre Luiz Paixão e pesquisa a música brasileira com os músicos de Olinda. A expressão e o compartilhamento é o que Vanille procura na música. Esse tipo de encontro musical foi o que a levou à música brasileira. Lucca Mezzacappa Lucca Mezzacappa é fotógrafo, videógrafo e editor freelancer (MEI, desde 2021), formado em Arquitetura e Urbanismo pela UFMG (2019). Com experiência interdisciplinar, foi bolsista no Grupo de Pesquisa Indisciplinar (2015-2019) e participou de cursos e oficinas como o Workshop Filmmaker Profissional (AvMakers, 2021) e a Oficina de Fotografia Territórios Populares (EBA-UFMG, 2019). Atuou na produção de eventos culturais, como o Verão Arte Contemporânea (2017 e 2018), e seminários internacionais, consolidando sua atuação criativa no campo audiovisual e cultural.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.