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PRONAC 2415265ArquivadoMecenato

Decolonizando a música coral brasileira: 6 músicas e clipes corais sobre a diáspora africana

ASSOCIACAO VOCASAPIENS DE FOMENTO MUSICAL
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Canto Coral
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Canoas
Início
2024-12-10
Término
2025-12-31
Locais de realização (2)
Canoas Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

Produção de 6 músicas corais no estilo acappella. Produção de 6 clipes musicais corais no estilo grupo vocal popular. Distribuição gratuita das 6 músicas produzidas através de plataforma gratuita de conteúdo musical _ Souncloud. Distribuição gratuita dos 6 clipes produzidos para o público em geral através de plataforma gratuita de conteúdo digital _ Youtube. Divulgação e social media por redes sociais (Instagram, Facebook, Tik Tok).

Sinopse

Produção e Entrega de 6 músicas em formato de Canto Coral de temática afro-brasileira Produção e Entrega de 6 clipes em formato de Canto Coral de temática afro-brasileira As músicas serão totalmente a cappella (somente vozes), sem acompanhamento instrumental. Serão interpretadas músicas de diversos níveis de dificuldade, formação de naipes, gêneros e propostas. Os locais de filmagem serão locais públicos com monumentos e símbolos de referência afro-brasileira. Classificação etária: livre para todas as idades. Idioma: português LOCAIS DE GRAVAÇÃO CANOAS Quilombo Chácara das Rosas (Mal. Rondon, Canoas - RS - https://maps.app.goo.gl/1yrn4iCfdg8XViWk7) Relevância para o projeto: Comunidade de 24 famílias descendentes de Manoel Barbosa, negro que lutou na Guerra do Paraguai, e que residem no quilombo Chácara das Rosas, no bairro Marechal Rondon. Na localidade ocorrem aulas de bordado, além de oficinas de hip hop, capoeira e escola de samba própria. Com a exposição de quadros, artesanato e alimentos, eles apresentaram elementos da cultura negra de matriz africana. PORTO ALEGRE Escultura Mãe Oxum (Av. Guaíba, na orla de Ipanema, Porto Alegre – RS - https://maps.app.goo.gl/hVDkS9sdhdozL51J8) Relevância para o projeto: Escultura localizada no bairro Ipanema e que representa Oxum, orixá das águas doces e da força dos rios. Foi elaborada pelo artista Gilberto Silveira, porto-alegrense e morador do bairro. A ideia do monumento partiu da AFROBRAS (Federação da Religião Afro-Brasileira) que, para angariar fundos, realizou uma campanha na cidade e expôs, no Mercado Público, a maquete do projeto. O monumento foi inaugurado no dia 08 de dezembro de 1999, justamente no dia em que se festeja a orixá que, no Rio Grande do Sul, é sincretizada com Nossa Senhora da Conceição. A escultura de Mãe Oxum, na orla de Ipanema, demarca o legado e a presença negra na cidade de Porto Alegre e evidencia, também, um importante espaço de devoção religiosa. Assim como o Museu de Percurso do Negro, que perpassa espaços, memórias e objetos artísticos ao longo de um caminho repleto de histórias, a colocação de uma estátua de Oxum na orla de Ipanema demarca a relevância da comunidade negra na cidade através de seu legado religioso. Segundo estudos levados a cabo pelo antropólogo Pedro Ari Oro, o RS, ao contrário do que se pode pensar, é o estado que mais centros de religião de matriz africana possui. Nesse sentido, observarmos as festas de Oxum à beira do Guaíba e aos pés da estátua de Gilberto Silveira, assinalam não apenas fragmentos da história da cidade mas, também, a sobrevivência – e resistência – de elementos culturais vindos de além mar e que hoje fazem parte do amplo leque cultural da cidade. Largo Zumbi dos Palmares (José do Patrocínio e João Alfredo, esquina com Avenida Loureiro da Silva, Porto Alegre - RS - https://maps.app.goo.gl/nFpgKRYTqAfrpQkr9) Relevância para o projeto: Também conhecido como largo da Epatur, o espaço entre as avenidas José do Patrocínio e João Alfredo, junto à Avenida Loureiro da Silva, chama-se oficialmente Largo Zumbi dos Palmares, em homenagem ao líder quilombola que se tornou um ícone brasileiro na luta contra a escravidão no final do século 17. Esse logradouro era coberto por um matagal no século 19, e servia de esconderijo para escravzados fugitivos. Nos anos 1970, abrigava reuniões e rodas de capoeira de movimentos de resistência de afrodescendentes nos anos 1970 — até hoje é palco de manifestações. Mercado Público de Porto Alegre – Bará (Largo Jorn. Glênio Péres, 1 - Centro Histórico, Porto Alegre - https://maps.app.goo.gl/2aG5vfgjBsC3VUiW6) Relevância para o projeto: Construído por escravizados, o Mercado Público é um lugar sagrado para o povo negro em Porto Alegre, especialmente na encruzilhada dos quatro corredores centrais. Ali, sob o mosaico de pedras e bronze, religiosos de matriz africana acreditam que está o Bará, orixá que tem o poder de abrir caminhos. Ele foi parar ali após ser assentado, ou seja, fixado em algum objeto por meio de rituais. Uma das versões sobre a origem diz que o Príncipe Custódio, vindo da África, fez esse assentamento no Mercado e em lugares como o Palácio Piratini, na Igreja das Dores e no antigo Patíbulo da Rua dos Andradas. O Tambor / Largo da Forca (Praça Brigadeiro Sampaio, entre a Avenida João Goulart e a Rua dos Andradas, Porto Alegre – RS - https://maps.app.goo.gl/UTU8LqrMELiqht2g7) Relevância para o projeto: No lugar onde hoje fica a Praça Brigadeiro Sampaio, entre a Avenida João Goulart e a Rua dos Andradas, no Centro Histórico, existia o chamado “Largo da Forca” no início da colonização da Capital. Era lá onde os senhores penalizavam os escravizados acusados de roubo, com chibatadas ou mesmo com a morte. No local, fica hoje o monumento O Tambor, inaugurado em 2010. Ele foi criado a partir dos debates entre artistas e griôs (guardiões da memória), na cor amarela em homenagem ao orixá Oxum. Igreja do Rosário (Rua Vigário José Inácio, no Centro Histórico, Porto Alegre – RS - https://maps.app.goo.gl/qcjK1nf2CGZLB4aXA) Relevância para o projeto: O templo original da Igreja do Rosário, na Rua Vigário José Inácio, no Centro Histórico, foi erguido entre 1817 e 1827 pela Irmandade de Nossa Senhora do Rosário, constituída de negros livres e escravizados. Essa irmandade nasceu em 1786, um século antes da abolição, e, além de trabalhar para melhorar as condições materiais e intelectuais dos seus membros, distribuía cartas de alforria entre eles. O prédio foi demolido na década de 1950 e substituído pelo atual. Escultura Negrinho do Formigueiro, Palácio Piratini (Praça Mal. Deodoro, s/n - Centro Histórico, Porto Alegre – RS - https://maps.app.goo.gl/zKQrGT4tYa3WMb196) Relevância para o projeto: Após sofrer, uma vez mais, os maus tratos do estancieiro que era seu dono, o Negrinho do Pastoreio acaba morrendo. E, para não gastar com enterro, o corpo do menino é por ele jogado na boca de um formigueiro, para que os insetos devorassem seu corpo. Passagem simbólica de uma das lendas mais conhecidas do folclore gaúcho, esta cena foi, também, a mais reproduzida por Vasco Prado. Afora a que se encontra no Palácio Piratini, podemos encontrá-la no Edifício Negrinho do Pastoreio (antiga sede da Caixa Econômica Estadual e Tudo Fácil) e nas cidades de Caxias do Sul e São Francisco de Paula. A cidade de Alegrete também possui uma escultura do Negrinho do Pastoreio, de autoria de Vasco Prado. Porém, diferente das demais, a da cidade da fronteira apresenta outra passagem da lenda, precisamente o momento que o menino cavalga, após sua morte, aos céus.

Objetivos

Objetivo Geral Repensar o conceito e repertório identitário de música coral brasileira, que ainda carrega práticas e concepções eurocêntricas. O canto coral, especificamente no Rio Grande do Sul, originou-se principalmente do movimento cultural proveniente das imigrações europeias _ substancialmente a alemã e italiana, trazendo um movimento musical que foi muito importante para a cultura do país, porém baseado em referenciais estéticos próprios, além de temáticas locais e regionais importadas. Busca-se com este projeto promover a reflexão do espaço e do lugar da música coral brasileira _ especialmente a negra, que ainda precisa de mais ações de promoções de valorização e igualdade frente a outros repertórios tradicionais. Para além da questão conceitual, este projeto celebra 6 belas músicas relacionadas à temática afro sob diferentes prismas e formas de resistência, superação das desigualdades e celebração da cultura afrobrasileira. Objetivos específicos Produção de 6 músicas do gênero coro acappella _ sem instrumentos. Produção de 6 videoclipes, com diferentes temáticas afro-brasileiras: Clipe 1: Judas Mercator Pessimus. Música Erudita: Padre José Maurício de Nunes Garcia (Raça: negra). Período Colonial Brasileiro. Temática: Religiosa e Superação Clipe 2: Berimbau. Temática: Instrumento e manifestação cultural afro-brasileira _ capoeira. Clipe 3: Banzo Marucatu. Temática: Diáspora, Escravização e Resistência Clipe 4: Mas Que Nada. Temática: Religiosidade e Celebração Afro-brasileira Clipe 5: Estrela é Lua Nova. Temática: Religiosidade e Contra-Hegemonia Clipe 6: Negro Rei. Temática: Religiosidade e Resistência Distribuição das músicas em canal digital do grupo VocaSapiens, na plataforma SoundCloud. Distribuição dos clipes em canal digital do grupo VocaSapiens, na plataforma YouTube. Comunicação e Divulgação em redes sociais: Instagram, Facebook e Tik Tok.

Justificativa

INTRODUÇÃO E CONTEXTUALIZAÇÃO A música coral é uma forma de arte rica e diversa que pode ser apreciada por pessoas de todas as idades e origens. O canto coral é um poderoso agente promotor social, sendo eminentemente constituído de cantores amadores, movimentando enorme número de praticantes por todo o país e mundo e repercutindo sobre familiares, amigos e público em geral. Além disso, essa atividade possui grande potencial educativo e representatividade social, considerando que as cantoras e os cantores eles mesmos são artistas locais, que movimentam o cenário artístico e cultural local. No entanto, a cultura brasileira e sua música, apesar da rica diversidade e iniciativas, ainda são influenciadas pelo pensamento colonial europeu. Como consequência emergente, conceitos sobre capital cultural, baixa e alta cultura induziram um sentimento de complexo de inferioridade que perdura até hoje em vários países, inclusive no Brasil. O pensamento colonial é construído considerando a cultura da Europa _ ou os países do hemisfério norte como o centro epistemológico do mundo. De acordo com Restrepo e Rojas e Leffa, "A colonialidade subalterniza certos grupos de seres humanos garantindo sua dominação, exploração e ignorando seus conhecimentos e experiências". Muito embora o Brasil seja um país politicamente independente desde 1822, muitos valores eurocêntricos foram incutidos na forma de pensar, viver, conhecer, sentir e existir. Nesse sentido, Gayatri Spivak, destaca que a decolonização não é um evento pontual, mas sim um processo contínuo e complexo, que requer um questionamento constante das estruturas de poder e conhecimento herdados do colonialismo. Justifica-se, portanto, que é necessário constantemente refletir e questionar o fazer musical brasileiro dentro da perspectiva de identidade e poder. Com efeito, a estrutura musical do canto coral carrega ainda vários referenciais colonialistas. Tanto é que por muito tempo o repertório coral mais valorizado era o dos "grandes mestres" europeus de séculos passados, principalmente do período histórico do Renascimento, Barroco, Clássico e Romântico, e seus compositores como Palestrina, Bach, Mozart, Beethoven, e outros. Tal repertório era considerado o mais alto nível e que deveria ser ensinado e celebrado, tanto na escola como em salas de concerto brasileiros. Tanto é que importantes compositores brasileiros como Antônio Carlos Gomes, José Maurício Nunes Garcia e Heitor Villa Lobos tiveram que seguir tal hegemonia para reconhecimento de sua arte. Sob a perspectiva da mídia a situação não é menos delicada. A Indústria Cultural, segundo Theodor Adorno, trouxe importante democratização de informações e cultura, porém também criou problemas ainda maiores com a massificação da cultura, transformando obras de arte em produtos comercializáveis, padronizáveis, reproduzíveis e produzíveis em larga escala. E descartáveis. Uma das adversidades mais nefastas talvez tenha sido a crescente alienação para bens culturais locais e regionais, enquanto que a mídia de cultura de massa forma um inconsciente coletivo de artistas consagrados que seguem propósitos muito mais mercadológicos que do fomento à cultura, à crítica e à educação. Além disso, o surgimento das redes sociais e mídias digitais traz o mesmo paradoxo. Nunca foi tão fácil produzir cultura e disponibilizá-la nas redes mundiais. Contudo, a propagação fora de sua bolha social fica sujeita aos algoritmos das plataformas. Considerando tal panorama complexo, ainda que incompleto, fica bastante claro o status quo hegemônico em que as culturas identitárias correm sério risco de ficarem à margem do conhecimento da população, por estarem à margem do padrão estabelecido pela mídia mainstream. AMPARO LEGAL Este projeto contempla Art 1º da LEI 8313/91 nos seguintes termos: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Este projeto também contempla os seguintes termos do Art 3º da LEI 8313/91: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; FINANCIAMENTO Justifica-se a solicitação desta Lei de Incentivo à Cultura pelo fato da carência sistêmica de parceiros que financiem propostas culturais sólidas, contínuas e de maior vulto. A música coral situa-se no âmbito da cultura que não atrai muitos investidores, já que o seu principal retorno é o desenvolvimento educativo, musical, pessoal, coletivo, buscando ampliação de horizontes culturais e críticos e do aprimoramento da sensibilidade e percepção humana. Todas essas proposições são bastante diferente dos grandes shows espetáculos midiáticos, ou trechos musicais superficiais e acríticos viralizados em mídias digitais. RELEVÂNCIA DA PROPOSTA Atualmente existe pouca produção de clipes corais acappella que contemplem a temática afro-brasileira com bom investimento, de forma a promover maior impacto artístico e cultural. Além disso, a maioria das iniciativas com produção audiovisual concentra-se em exibições pontuais de conteúdo somente musical ou vídeos de apresentações ao vivo, que deixam muito a desejar considerando as possibilidades de abarcar os espaços, monumentos, histórias, lendas, espiritualidade riqueza e beleza da cultura afro-brasileira em uma produção com bom investimento, estrutura, planejamento e qualidade musical. Uma produção audiovisual bem elaborada e com investimento digno tem muito mais condições de abarcar a história e riqueza da cultura afro-brasileira com impacto positivo no escopo do canto coral e da música.

Estratégia de execução

OUTRAS INFORMAÇÕES Estúdio de Áudio Gravação Digital individual com cada cantor Microfone: MXL v67i com diafragma duplo Programa de Edição de Áudio: Cubase Pro Especificações de áudio de projeto: Formato WAV, 48KHz, 32bits Produção de Vídeo Filmagem em formato RAW, 4K Câmeras: 1 Câmera a6500 Sony 1 Câmera A7III Sony 6 Lentes Sony Equipamento para iluminação e chroma key Estabilizador de imagem Gimbal para imagens em movimento. Drone para tomadas aéreas Programa de Edição de Áudio: Adobe Premiere Especificações de vídeo de projeto: 4K, Áudio 48KHz ENTREGA Entrega dos áudios: SoundCloud: https://soundcloud.com/vocasapiens Entrega dos clipes: Youtube: https://www.youtube.com/@vocasapiens Redes sociais: Facebook: https://www.facebook.com/vocasapiens/ Instagram: https://www.instagram.com/vocasapiens/ Tik Tok: https://www.tiktok.com/@vocasapiens

Especificação técnica

Quantidade de músicas: 6 (seis) Quantida de clipes: 6 (seis) Tempo estimado: 4 minutos (algumas um pouco mais curtas, outra mais longas) Formação de naipes: tradicional coral (SCTB – sopranos, contraltos, tenores e baixos). SET LIST Clipe 1: Judas Mercator Pessimus Autor: Padre José Maurício de Nunes Garcia (Raça: negra). Temática: Religiosa / Superação Natureza: música coral erudita acappella original do Período Colonial brasileiro. Formação de naipe coral: SSCCTTBB Referência: https://www.youtube.com/watch?v=ZJ_CC6eztMI Relevância para o projeto: Considerado por muitos como um dos maiores compositores das Américas no período colonial, o padre carioca José Maurício Nunes Garcia (1767-1830), sofreu as injustiças e perversidades do tempo em que viveu. Neto de escravizados, a decisão de abraçar a vida sacerdotal foi mais uma necessidade do que vocação. Além do seu “defeito de cor” (era assim descrita a condição dos negros e mulatos de então), José Mauricio não tinha posses. Desta forma, o seminário foi o caminho encontrado para continuar os estudos. Os problemas de Padre José Maurício Nunes Garcia se acentuaram com a partida de Dom João VI em 1821 e com o vazio que este fato produziu na cena musical carioca. Dom Pedro I, apesar de amante da música e simpático ao padre, não pôde manter a pensão do compositor que anteriormente já tinha sido afastado do cargo de mestre-de-capela. Letra original: Iudas mercator pessimus osculo petiit Dominum ille ut agnus innocens non negavit Iudae osculum. Denariorum numero Christum Iudaeis tradidit. Melius illi erat si natus non fuisset. Tradução Judas, péssimo mercador Ele pediu ao Senhor com um beijo ele como um cordeiro inocente Não negou um beijo a Judas. pelo número de denários Ele entregou Cristo aos judeus. Teria sido melhor para ele se ele não tivesse nascido. Clipe 2: Berimbau Autores: Baden Powell e Vinícius de Moraes Temática: Instrumento e manifestação cultural afro-brasileira – capoeira. Natureza: Música popular brasileira. Arranjo coral acappella: Arlindo Teixeira. Formação de naipe coral: SCTB Referência: https://www.youtube.com/watch?v=6djMOndK6zY Relevância para o projeto: Um dos aspectos mais notáveis de "Berimbau" é a forma como ela combina elementos da tradição oral afro-brasileira com a Música Popular Brasileira (MPB). O berimbau, instrumento emblemático da capoeira, é utilizado como um elemento central da composição, conferindo-lhe uma sonoridade única e marcante. A letra de Vinicius de Moraes, por sua vez, evoca a rica simbologia da cultura afro-brasileira, explorando temas como a luta, o amor, a natureza e a espiritualidade. Letra: Quem é homem de bem, não trai O amor que lhe quer seu bem Quem diz muito que vai, não vai E assim como não vai, não vem Quem de dentro de si não sai Vai morrer sem amar ninguém O dinheiro de quem não dá É o trabalho de quem não tem Capoeira que é bom, não cai E se um dia ele cai, cai bem! Capoeira me mandou Dizer que já chegou Chegou para lutar Berimbau me confirmou Vai ter briga de amor Tristeza, camará Clipe 3: Banzo Maracatu Autor: Dimas Sedicias Temática: Escravização - Diáspora e Resistência Natureza: música coral acappella original. Formação de naipe coral: SCCTB Referência: https://www.youtube.com/watch?v=f6xECNNXK08 Relevância para o projeto: O banzo maracatu encontra suas raízes nas manifestações culturais trazidas pelos escravizados africanos para o Brasil. Através da música, da dança e dos rituais, esses povos encontravam formas de resistência e expressão, preservando sua identidade e transmitindo sua história de geração em geração. O banzo, um estado melancólico e nostálgico, e o maracatu, uma exuberante manifestação cultural, se entrelaçam nesse contexto, dando origem a uma sonoridade que carrega consigo a força da ancestralidade e a luta por liberdade. Letra: Foi de Luanda que me trouxeram pra cá, vim moer cana para sinhô branco e sinhá. Bange no lombo, meu banzo cantei, fiz lundu, no meu lamento cantei o maracatu. Nego sofreu na senzala, nego apanhou. Nego fugiu, foi pro mato e Quilombo formou. Nego chegou de Luanda algemado pelas forças do cativeiro, nego banto chamava-se Angola, Benguela Cassange, Angico e Congo. Nego fugiu da senzala, fugiu da opressão do senhor de engenho, nego sofreu negro apanhou foi pro Mato e Quilombo formou. Nos Palmares lutou bravamente obedecendo ao chefe zumbi, Ganga Zumba Zumbi Com o batuque e o seu lundu, Nego traduz a lamento de raça, que chora cantando, que sofre dançando, dançando o bailado do maracatu. Clipe 4: Mas Que Nada Autor: Jorge Bem Jor Temática: Religiosidade e Celebração Afro-brasileira Natureza: música popular: Arranjo coral acappella: Tiago Hoerlle. Formação de naipe coral: SCTB Referência: https://www.youtube.com/watch?v=hg0XftC43Zo Relevância para o projeto: Esta música foi um marco na história da música brasileira, com uma inovadora mistura de ritmos, como o samba, o maracatu e elementos do jazz. Essa mescla de influências africanas e brasileiras a torna um hino da cultura afro-brasileira, sendo uma referência para muitos compositores e arranjadores. "Mas Que Nada" abriu portas para a carreira de Jorge Ben Jor e quebrou paradigmas no cenário musical da época. E popularizou a brasileira no exterior: A versão de "Mas Que Nada" gravada por Sérgio Mendes, falecido recentemente, e Brasil '66 alcançou sucesso internacional, repercutindo para o reconhecimento da riqueza e diversidade da música afro-brasileira. Letra: Ô ária raiô! Obá! Obá! Obá! Mas que nada Sai da minha frente, eu quero passar Pois o samba está animado O que eu quero é sambar Esse samba Que é misto de maracatu É samba de preto velho Samba de preto tu Mas que nada Um samba como este tão legal Você não vai querer Que eu chegue no final Clipe 5: Estrela é Lua Nova Autor: Folclore brasileiro / Heitor Villa Lobos Temática: Religiosidade e Contra-Hegemonia Natureza: melodia folclórica brasileira. Arranjo a cappella: Heitor Villa-Lobos. Período do Modernismo brasileiro. Formação de naipe coral: SSCCTBB Referência: https://www.youtube.com/watch?v=thCI8Ew7RjA Relevância para o projeto: Villa-Lobos foi um importante compositor que rompeu com o status quo colonialista e eurocêntrico, questionando a forma hegemônica da música erudita em detrimento da cultura popular. A presença de ritmos sincopados, melodias expressivas e instrumentos de percussão nas obras de Villa-Lobos é um reflexo da riqueza da música popular e folclórica brasileira. Letra: Estrela do céu é lua nova cravejada de ouro ma kumbêbê, Óia ma kumbêbê, Óia ma kumbaribá, Clipe 6: Negro Rei Autor: Marcelo Barbosa / Bozzo Barreti / Nil Bernardes Temática: Religiosidade e Resistência Natureza: melodia folclórica brasileira. Arranjo a cappella: Tiago Hoerlle. Música popular. Formação de naipe coral: SSCCTTBB Referência: https://www.youtube.com/watch?v=ADVt3FFpSSI Relevância para o projeto: A música "Negro Rei", da banda Cidade Negra, é um hino que transcende as fronteiras musicais e se torna um símbolo da luta e da resistência do povo negro no Brasil. A canção, com sua letra poderosa e ritmo contagiante, exerce relevância significativa para a música afro-brasileira através da celebração da ancestralidade, exaltando as raízes africanas e a força da cultura negra, convidando o ouvinte a se conectar com sua história e identidade. Letra: Ayê mãe África Seus filhos vieram de longe Só pra sofrerAyê mãe África Todo guerreiro No seu terreiro Sabe sua lei E vai coroar negro rei [x3] Mãe África Prende a tristeza meu erê Sei que essa dor te faz sofrer Mas guarda esse choro Isso é um tesouro Ó filhos de rei O sol que queima a face Aquece o desejo mais que otin O sal escorre no corpo E a dor da chibata é só cicatriz Quem é que sabe como será o seu amanhã Qualquer remanso é o descanso pro amor de Nanã Esquece a dor axogun Faz uma prece a Olorun Na força de Ogun

Acessibilidade

Todos os clipes terão legendas com contraste de cores e fontes legíveis. A abertura e o fechamento dos clipes contará com audiodescrição e tradução em LIBRAS. O estúdio de gravação do material contará com acessibilidade para portadores de deficiências. Outra forma de acessibilidade será a atitudinal, que contará com a participação de idosos e portador de deficiência na equipe.

Democratização do acesso

Considerando que o objeto da proposta serão produções musicais disponibilizadas publicamente e gratuitamente em plataformas digitais aberta ao público, a abrangência do projeto não está circunscrita a datas ou localidades, tornando-se uma excelente opção para a disponibilização permanente e democrática dos conteúdos produzidos. O público alvo é abrangente, umas vez que o movimento coral possui certo ecletismo. O movimento coral transita por vários gêneros musicais, desde o repertório tradicional – erudito e sacro, como músicas populares, regionais e folclóricas. O público alvo principal é o de adulto a idosos, de várias condições econômicas e sociais, ainda que isso possa variar bastante. Existem várias formas de agrupamentos corais por faixas etárias e propostas diversas, tais como coro infantil, infanto-juvenil, adulto e idosos. Há também coros femininos, masculinos e mistos.O propósito de cada atividade coral também varia, desde iniciativas de corais empresarias, como atividade promotora da qualidade de vida dos colaboradores, até coros religiosos, sinfônicos, universitários ou de livre iniciativa da sociedade civil. O grupo fará um ensaio aberto a cada 2 meses em espaços públicos da cidade de Canoas sem restrição de entrada, divulgado com antecedência nas redes sociais. Neste projeto são contemplados os seguintes itens de ampliação de acesso do Art 28 da IN 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.

Ficha técnica

PROPONENTE - VOCASAPIENS Gerência Administrativa do Projeto Parte administrativa - contato com assessoria contábil, estabelecimento e acompanhamento de projeto e prazos, comunicação com patrocinadores e MinC, articulação entre produção musical e artística e assessoria de comunicação, definição e acompanhamento de cronograma de execução atualizado e tomadas de decisão para manter o projeto dentro do previsto. Prestação de contas financeiro e relatório final. VOCASAPIENS Grupo Artístico Principal O VocaSapiens foi criado em julho de 2010, com a intenção de fomentar a cultura na comunidade. Este talentoso grupo tem por objetivo, através da arte do canto coral, a construção de valores de consciência, ética, moral e sociais do ser humano. Desde as suas primeiras apresentações, o grupo atraiu a atenção do público pelo seu estilo diferenciado, espontâneo e popular, sublimado pelo colorido próprio dos arranjos exclusivos e emoldurado pela qualidade técnica. Em seu repertório, que vai desde o erudito, com músicas de elevado nível de dificuldade técnica, como motetos de Anton Bruckner e José Maurício Nunes Garcia, também constam músicas sacras, tradicionalistas e populares, arrancando aplausos do público com grandes sucessos de grandes nomes da música popular, como Roberto Carlos, Raul Seixas, Djavan, Toquinho, Chico Buarque, Caetano Veloso, além de sucessos dos Beatles, Queen, Abba, entre outros. Em 2013, o grupo foi convidado especial para prestar homenagem ao maestro Baldo Hoerlle, fundador emérito do grupo, no XX Festival Internacional de Coros de Criciúma, realizado em Criciúma, Santa Catarina. Também participou no ano de 2013 como convidado do evento Canoas Jazz. Em junho de 2014 o grupo realizou um show de 50 minutos no evento FIFA FAN FEST Porto Alegre – evento com mais de 20 mil espectadores, ao lado dos maiores nomes da música popular nacional. Em setembro do mesmo ano participou de homenagem especial da RBSTV com a música “Eu Sou do Sul”, com parceria de Elton Saldanha e outros grupos-revelação. O grupo também ampliou se foco de atuação, com foco na ressignificação do canto vocal coletivo, bem como o estabelecimento de novas linguagens e interação com público com apresentações no estilo FLASHMOB, derrubando barreiras e paradigmas no conceito de apresentação ao público, tendo já realizado três apresentações de sucesso para públicos heterogêneos, tais como Colégio Sinodal da Paz, em Novo Hamburgo (24/11/2014), SOGIPA (06/05/2015) e Parque Getúlio Vargas (27/06/2015), em Canoas. No âmbito de editais e projetos culturais, foi selecionado no edital SEDAC 03/2015 #juntospelacultura, no qual gravou dois clipes em diferentes cidades do RS, com a prestação de contas aprovada e com grande repercussão nas redes sociais e especializadas da música vocal e coral. Em outubro de 2015 foi escolhido pela FECORS (Federação de Coros do RS) como um dos mais talentosos grupos de todo o RS para representar seu estado no Festival Internacional de Coros/2015, no qual teve também a participação do grupo dinamarquês Vocal Line, internacionalmente conhecido, considerado um dos melhores coros populares do mundo da atualidade. Já no ano de 2018, realizou projeto FLASHMOB em praças e parques públicos da cidade de Canoas, Edital 432/2015, tendo concluído com pleno êxito e sucesso a proposta. Em 2020, mesmo diante da grave situação mundial de pandemia e isolamento social realizou um clipe de grande repercussão, lançado na rede social Facebook, da Música Hey Jude / Let It Be, com mais de 140 mil visualizações. Seguindo uma linha mais didática para o canto coral e vocal, o projeto VocalnaNuvem distribuiu 23 clipes didáticos de 3 músicas, lançados nas mídias e redes socais, oferecendo suporte virtual à formação e continuidade de coros e grupos musicais, por meio do edital Fac Digital 2020. Este projeto foi muito elogiado pela iniciativa e pela alta qualidade, considerado, pelos próprios arranjadores, como a melhor versão já gravada dos seus arranjos. No mesmo ano, foi contemplado no Edital 235 da Prefeitura de Canoas, quando gravou 4 clipes populares – Céu, Sol, Sul (Leonardo), Gitä, (Raul Seixas), Help (Beatles) e D.L.G. (Fito Paez). No ano de 2022 lançou mais 3 clipes com diferentes temáticas: Já Vem Perto o Natal, no estilo coral tradicional e Chegou o Natal, no estilo contemporâneo com banda de Rock, ambos direcionados às festividades natalinas, enquanto De Janeiro a Janeiro, de Nando Reis seguiu o viés popular. MAESTRO BALDO HOERLLE Direção Musical e Artística O maestro Baldo Hoerlle marcou o canto coral hamburguense e gaúcho de maneira indelével o cenário coral do RS durante sua carreira musical, nas décadas de 70, 80, 90 e 2000. Ao longo de mais de 40 anos de exitosa e memorável atuação, o maestro Baldo foi um dos grandes expoentes de talento e alta qualidade, lançando novas propostas e sonoridades para o canto coral. Nessa época, o maestro Baldo tornou-se conhecido pelos seus arranjos vocais de qualidade inigualável e de seus coros de alta performance, tendo obtido prêmios nacionais e internacionais. Em sua discografia constam uma Fita K7, dois LPs, dois Compactos e dois CDs. SOLLAR ESTÚDIO Estúdio de Gravação O Sollar Estúdio, fundado no ano de 2007, é o resultado da visão conjunta dos sócios Leandro Nunes e Wagner Guadagnin. Ambos cursaram Instituto Gaúcho de Áudio Profissional (IGAP), e vários cursos de aperfeiçoamento e atualização. Possuindo vasta experiência como músicos, estes talentosos empreendedores já contribuíram para a criação de inúmeras obras musicais em colaboração com diversos artistas. As instalações do estúdio são cuidadosamente projetadas, proporcionando acesso conveniente, amplo espaço e um estacionamento seguro com capacidade para até sete veículos. Além disso, o estúdio está equipado com tecnologia de ponta, incluindo Wi-Fi, salas climatizadas e tratamento acústico personalizado. Oferecemos uma variedade de serviços, que abrangem gravações canal a canal, pré-produções, arranjos, composições, produção de clipes, inserção de ISRC em músicas autorais e distribuição em plataformas digitais de streaming de áudio. O estúdio é composto por duas salas, uma de rastreamento e outra de controle, ambas meticulosamente projetadas para garantir um tratamento acústico de excelência. Nosso ambiente foi criado com o propósito de receber bandas, produtores e artistas em um ambiente acolhedor e profissional, onde a expertise de nossa equipe garante a qualidade e responsabilidade na execução e entrega dos serviços que oferecemos. Trabalhamos em colaboração com diversos produtores musicais e temos uma extensa lista de trabalhos realizados, abrangendo uma ampla diversidade de estilos musicais. ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO Nó Cultural - Canal de Comunicação Cultural Possuímos pacotes de produção e inserção no instagram @rolezinho.rs com uma linguagem mais despojada, com possibilidade de collab. Somos uma agência digital focada em cultura. Surgimos do desejo de facilitar a comunicação cultural no Rio Grande do Sul, auxiliando o desenvolvimento da economia criativa. ASSESSORIA CONTÁBIL Corretta Assessoria Contábil Atua como parceira de nossos clientes, orientando, com informações precisas e atualizadas, compreendendo a demanda diária das atividades e falta de tempo do empreendedor moderno, mostrando resultados atualizados para tomada de decisões. Atendemos grandes, médias e pequenas empresas, de todos os tipos de tributação e seguimentos, inclusive cultural. Temos Certificação Digital, sempre pensando na comodidade de nossos clientes. Certificado A1, Tokens e Cartões para Pessoas Físicas e Jurídicas. Também dispomos do atendimento voltado para a Pessoa física, Declarações de IR e Regularização de Obra-Cero. Experiência em Acompanhamento de projetos culturais.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.