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Fazer uma circulação do show instrumental com o grupo Solista Qué Base Afro Jazz pelas cidades de Brasília e Recife, com duas apresentações em cada cidade. O grupo é formado por vibrafone, contrabaixo (elétrico e acústico), cornet, trompete, flugel horn e percussão: (congas, surdos, caixa, repique e efeitos). Cada show tem duração de 70 minutos. Serão 4 apresentações no total. No repertório, as músicas instrumentais autorais trazem em suas narrativas o diálogo entre diferentes linguagens musicais, tendo o jazz e vertentes da música de matriz africana como base. As músicas serão entrelaçadas por breves narrativas feitas pelos músicos a respeito dessa fusão das raízes rítmicas africanas, o jazz, a música brasileira e curiosidades sobre suas trajetóriasprofissionais.
PRODUTO PRINCIPAL – Show de música instrumental O Solista Qué Base é um grupo de Afro Jazz que nasceu nas ladeiras do Pelourinho, Centro Histórico de Salvador (BA) no ano de 2003. Instrumentistas negros com formações musicais diversas, eruditos e populares, que se uniram para trilhar um caminho fundamentado na pesquisa e na experimentação de diferentes vertentes da música percussiva da África, unindo linguagens e fazendo a música instrumental brasileira que retrata o Brasil: uma miscigenação de raças e culturas, levantando questões que envolvem o processo social do país, refletidas na vida cultural e artística brasileira. Questões tão importantes para a base de qualquer solista – cidadão do mundo. No repertório, as músicas instrumentais autorais trazem em suas narrativas o diálogo entre diferentes linguagens musicais, tendo o jazz e vertentes da música de matriz africana como bases. As músicas serão entrelaçadas por breves narrativas feitas pelos músicos a respeito dessa fusão das raízes rítmicas africanas, o jazz, a música brasileira e curiosidades sobre suas trajetórias profissionais. As apresentações podem acontecer tanto em espaços cênicos tradicionais como teatros e auditórios, como em espaços não convencionais como: saguões, centros de convivência, pátios abertos ou fechados e espaços urbanos como praças e parques. Classificação Indicativa: Livre CONTRAPARTIDA SOCIAL - Workshop Percussivo O projeto irá realizar como contrapartida social dois workshop percussivos, um em cada cidade onde acontecerão os shows, o Workhop DNA Samba Reggae, coordenado e ministrado por Anderson do Samba O workshop "DNA Samba Reggae - diálogo, negritude e ancestralidade" é uma vivência percussiva presencial ministrada por Anderson do Samba para estudantes de Escolas Públicas e tem o intuito de preservar a memória dos mestres e ritmos variados da música afro-baiana, difundida por Batatinha e Riachão em Salvador nos anos 50 e 60, sendo ressignificada nos anos 70 e 80 por Neguinho do Samba, para as novas gerações. O objetivo é difundir e resgatar esses ritmos legitimando-os como gênero musical e patrimônio imaterial da cultura afro baiana. A atividade será voltada para alunos de 07 a 12 anos de idade.
Objetivo Geral: O grupo acredita na música como elo para conectar povos e difundir nossas origens. Retratar a nossa musicalidade, uma miscigenação de raças e culturas, levantando temáticas que envolvem o processo social do país, refletidas na vida cultural e artística brasileira, questões tão importantes para a base de qualquer "solista-cidadão" do mundo. Objetivos específicos: - Realizar 4 apresentações de música instrumental com o grupo Solista Qué Base Afro Jazz formado por vibrafone, contrabaixo (elétrico e acústico), cornet, trompete, flugel horn e percussão (congas, surdos, caixa, repique e efeitos percussivos) O show tem duração de 70 minutos. Serão 2 shows em Brasília e 2 shows em Recife. - Transmitir conhecimentos sobre as raízes rítmicas africanas, o jazz, a música brasileira, sobre compositores dentro desse universo e de suas próprias trajetórias profissionais, através de breves narrativas que serão feitas entre as músicas. - Trazer inovação da rítmica afro-brasileira, resgatando a origem e promovendo a expansão de possibilidades sonoras, através da miscigenação de ritmos presentes em suas composições. - Revelar para diferentes regiões do Brasil e do mundo, uma nova imagem da cultura musical sincrética e plural de Salvador, da sua força e da sua criatividade. - Promover o reconhecimento de instrumentistas negros dentro do universo da música instrumental, em busca da equidade e da representatividade, acreditando que seja fundamental que o público veja afrodescendentes ocupando espaços que já lhe foram negados anteriormente. - Reafirmar as origens e ancestralidade brasileira, suas narrativas, símbolos e o pensamento decolonial, despertando a sensação de pertencimento e reconhecimento no público. - Fortalecer a arte no seu significado mais profundo: o de pluralizar e transformar por um viés que há muito, foi marginalizado, mas que agora está retomando seu espaço, sua história e sua identidade.
Esse trabalho segue com a busca de perpetuar ações de vanguarda dentro da cultura negra, uma realidade já existente na cultura produzida por Salvador, que sempre protagonizou, uma narrativa sobre essa temática através de suas grandes personalidades como Jorge Amado, Castro Alves, Gregório de Mattos, bem como iniciativas contemporâneas como a Orquestra Afro sinfônica, Orkestra Rumpillez, entre tantas outras manifestações que trazem essa abordagem. Uma cidade onde as raízes afro-brasileiras, que habitam os corpos e as almas, transbordam em forma de arte. Essa proposta vem fortalecer e dar continuidade a esse diálogo, imergindo de uma cultura e de um lugar de fala já existente na cidade de Salvador, mas que também se faz presente em diversas regiões do Brasil. A trajetória do Solista Qué Base mostra, que seu trabalho desperta um forte caráter de pertencimento no público, seja pelo viés da representatividade racial, seja pelo gosto musical. As composições exploram a pluralidade artística brasileira, levando para o público produções que quebram as barreiras ilusórias que separam as diferentes linguagens musicais, valorizando e enaltecendo a diversidade cultural brasileira, em busca de uma arte sem fronteiras, atraindo assim um perfil de público diversificado e amplo. Obter a aprovação na Lei Rouanet, para que o projeto possa receber apoios financeiros de Instituições que patrocinam projetos culturais via Lei de Incentivo, é de grande importância principalmente para que trabalhos de artistas com alcances regionais possam acessar outros espaços, ampliando os horizontes profissionais do grupo e de seus integrantes, proporcionando uma real democratização e valorização da produção cultural brasileira. A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.
Este projeto está inscrito no Edital de Seleção CAIXA Cultural – Programação 2025, aguardando o resultado.
PRODUTO PRINCIPAL É um show de música instrumental com 5 artistas no palco. As músicas do repertório são autorais do grupo. Entre as músicas, os instrumentistas contam curiosidades sobre a trajetória do grupo e das composições. CONTRAPARTIDA SOCIAL Workshop Percussivo DNA Samba Reggae que será realizado para estudantes da rede pública de ensino, entre 07 de 12 anos de idade. Os workshops serão realizados nas próprias escolas, em horário letivo, a fim de facilitar o acesso dos alunos. DESLOCAMENTOS Os beneficiários das passagens/hospedagens/diárias/viagens (nome e/ou função no projeto): Esses deslocamentos e diárias de hospedagem e alimentação serão necessários para a realização do projeto, uma vez que o grupo é sediado em Salvador e a proposta prevê uma circulação do grupo em recife e Brasília. Serão 4 artistas do grupo, uma artista convidada, uma produtora executiva, um rodie e um técnico de som. Os demais profissionais envolvidos na realização do projeto, serão contratados na localidade, como técnicos de luz, palco, assessoria de imprensa e registros fotográficos. Relação das pessoas que precisarão de passagens/hospedagens/diárias: Anderson Luis Silva Souza, Gilberto Gil da Silva Santiago, Ângelo Roberto da Silva Santiago, Graham Brentley Haynes, Monica Nazare R. Millet, Renata Campos Elias, Lauro Richard Meyer e Josenilson Souza dos Santos Deslocamentos para realização dos shows em Recife: Trecho de ida : Salvador / Recife = 8 Trecho de volta: Recife / Salvador = 8 Deslocamentos para realização dos shows em Brasília: Trecho de ida : Salvador / Brasilia = 8 Trecho de volta: Brasilia / Salvador = 8 Total de 32 trechos aéreos.
PRODUTO PRINCIPAL: APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: os locais onde serão realizados os shows possuem acesso a deficientes físicos e/ou cadeirantes. Assentos para idosos. Os espaços já são adaptados para proporcionar a acessibilidade física para pessoas com necessidades especiais e pessoas com mobilidade reduzida. DEFICIENTES AUDITIVOS: como o show é instrumental, teremos a tradução em LIBRAS das partes faladas, momentos em que os instrumentistas conversam com o público, falando sobre curiosidades das músicas, do grupo e das composições que acontecem durante o show. DEFICIENTES VISUAIS: Contaremos também com equipamentos para possibilitar a audiodescrição durante o espetáculo. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: É comum autistas terem transtorno sensorial. O indivíduo pode ser muito sensível ou muito intolerante aos sons, iluminação e outros estímulos. Assim, iremos oferecer fones abafadores de ruídos para esse público. Muitos preferem já saber antes o que vão encontrar do lado de dentro do evento. Teremos uma pessoa na entrada da sala de espetáculo que irá explicar o que será apresentado. Acreditamos que com esses dois cuidados, as pessoas com autismo irão se sentir mais a vontade. CONTRAPARTIDA SOCIAL – Workshop Percussivo - DNA Samba Reggae ACESSIBILIDADE FÍSICA: os locais onde serão realizados o workshops possuem acesso a deficientes físicos e/ou cadeirantes. Assentos para idosos. Os espaços já são adaptados para proporcionar a acessibilidade física para pessoas com necessidades especiais e pessoas com mobilidade reduzida. DEFICIENTES AUDITIVOS: como o show é instrumental, teremos a tradução em LIBRAS das partes faladas, momentos em que os instrumentistas conversam com o público, falando sobre curiosidades das músicas, do grupo e das composições que acontecem durante o show.
Atende ao Artigo 21 da IN no 02/2019 do Ministério da Cidadania, inciso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Em cada sessão, 10% dos ingressos serão distribuídos gratuitamente. Teremos a realização de um workshop de percussão gratuito em cada uma das cidades onde acontecerão os shows, para estudantes da rede pública de ensino. Faremos contato com instituições e organizações que organizam saídas culturais com grupos de pessoas com deficiência indicando que o projeto terá ações de acessibilidade.
Com Arte Produções Artísticas – proponente e produção geral A Com Arte Produções atua com diversos profissionais na produção de eventos culturais nos segmentos de música, dança, teatro e artes visuais. Além de possuir diversas ações que estabelecem uma estreita relação entre empresas, instituições e o público. Atuante também no planejamento estrutural de empreendimentos culturais, bem como a elaboração de projetos através de Leis de Incentivo Fiscal, agenciamento de artistas, coordenação de Festivais e produção de eventos culturais, corporativos e de formação de público. Investimos na pluralidade das manifestações artísticas, buscando a diversidade cultural, uma das principais características de nosso país, através de projetos que não são apenas bons em sua concepção artística, mas importantes para a sociedade e coerente com os recursos a eles destinados. Acreditamos na arte como um poderoso instrumento modificador, capaz de abrir novos horizontes e novas perspectivas de vida. Entre seus parceiros estão instiutições como: SESI, SESC, FDE, CIEE, IPAC/BA, CCPI/BA, Sorriso do Bem e E-Fórum Artes e Ideias, produzindo eventos que contam com a participação de nomes como: Guilherme Arantes, Luciana Mello, Tarcísio Filho, Rodrigo Lombardi, Gloria Menezes, Yara Jamra,Barbara Paz entre outros. Trabalha com vários grupos e profissionais renomados no meio artístico musical como: Gilberto Gil, Arnaldo Antunes, Cortejo Afro, Solista Qué Base, Núcleo de Ópera da Bahia, Aldo Brizzi, Aleh Ferreira, Toquinho, Maria Gadú, Paula Lima, Ellen Oléria, Daniela Mercury, Chico Cesar, Bem Gil, Mãeana, Carlos Rennó, Aloisio Menezes, Fabiana Cozza, Pedrinho Mendonça e Luizinho 7 Cordas. No segmento da dança, trabalha com grupos, como: SOLOS – coletivo de dança contemporânea, Paradoxo Cia de Dança Contemporânea, Monica Aduni, Verônica Santos, Miriam Dascal, Núcleo Pedro Costa e Núcleo Iêê. Nas artes plásticas trabalha com nomes como: Alberto Pitta, Lilian Morais, Roney George e Gustavo Moreno. No exterior, atuou como produtora associada à Interssuoni (Itália) na turnê europeia de Prelúdio em 2017, com Gilberto Gil, Núcleo de Ópera da Bahia, Cortejo Afro e Nova Ópera de Lisboa passando por 5 países: Inglaterra, Finlândia, Suiça, Portugal e Itália, com a Radio France, em dezembro de 2022, na estreia de Amor Azul uma ópera de Gilberto Gil e Aldo Brizzi com participação de Gilberto Gil, Bem Gil, cantores e percussionistas do Núcleo de Ópera da Bahia, Philharmonique de Radio France e Choeur de Radio France, em Paris e com a Lirica Tamagno (Itália) na Ópera Jelin de Aldo Brizzi no Circuito Lírico Piemontese. Produtora parceira em Amor Azul, ópera canção de Gilberto Gil e Aldo Brizzi na Sala São Paulo com o Coro e Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, cantores e percussionistas do Núcleo de Ópera da Bahia, Gilberto Gil e Bem Gil, em agosto de 2024 e na Concha Acústica do Teatro Castro Alves em Salvador/BA com Coro e Orquestra do NEOJIBA (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia), cantores e percussionistas do Núcleo de Ópera da Bahia, Gilberto Gil e Bem Gil, em novembro de 2024. Anderson do Samba – idealizador do projeto, direção musical e instrumentista: percussão Filho do criador do samba‐reggae, Mestre Neguinho do Samba que nasceu e cresceu no Centro Histórico de Salvador. Vivenciou o surgimento, a criação e a difusão do samba‐reggae como gênero musical, que referencia grandes ícones da música baiana. Sua carreira tem como base o legado de conhecimentos deixados por seu pai que representa a continuação de um trabalho inovador e com potencialidades já materializadas, a exemplo do Olodum e da Banda Didá. Músico, pesquisador e produtor musical, Anderson já participou de festivais realizados no Brasil e em diversos países da Europa, tais como Montreux Jazz-Suíça (2017 e 2018), Cultura Brasileira “Dia de Brasil” em Barcelona/Espanha (2018 e 2019) Artes Negras em Dakar-Senegal (2010)Lavagem Madeleine em Paris/França (2017 e 2018), Fórum Social Mundial em Bombay na Índia (2004), Tributo a Neguinho do Samba em Bueno Aires/Argentina (2019), Musiques Nomades em Grenoble/França (2019) entre outros. Ao longo de sua carreira, colaborou com vários artistas nacionais e internacionais renomados, como Olodum, Timbalada, B.Negão, Mariela Santiago,Aloísio Menezes,Cheick Tediane,Hindi Zahra,Gilberto Gil,Tony Allen, Angelique Kidjo, Aldo Brizzi, Núcleo de Opera da Bahia, Roy Paci, Dolcenera, Pepeu Gomes, Mike Ellis, Bira Reis, Graham Haynes, Toninho Horta,Hermeto Pascoal, Ramiro Musotto, Naná Vasconcelos, Moraes Moreira, Elen Oléria, Jaques Morelenbaum, entre outros. Ângelo Santiago - instrumentista: contrabaixo Nasceu em uma família de músicos, teve desde criança, um contato muito intenso com diversas linguagens musicais, mesmo antes de se iniciar na profissão. Dos 15 aos 17 anos frequentou aulas particulares de contrabaixo elétrico com alguns professores, onde pode dar início ao estudo formal da música. Em dezembro de 2006 graduou–se na EMUS (Escola de Música da UFBA). Atualmente integra a Orquestra Afro Sinfônica, é professor de contrabaixo do Núcleo Moderno de Música e no CEEP Música (Centro Estadual de Educação Profissional em Música). Dentre as suas principais atuações profissionais estão: Grupo de Mario Ulhoa (espetáculo Pulsação,ICBA); Lula Nascimento Jazz Quarteto (Festival de Música Instrumental), Orquestra Sinfônica do festival Eleazar de Carvalho,Orquestra Sinfônica de Brasília; Banda Sinfônica do Festival de Brasília; Orquestra Musicâmera da EMUS; Banda Sinfônica da EMUS; Mariella Santiago (Festival Brasilnoar-Barcelona, Festival de Lençois, Projeto Música no Porto, Projeto Circulador Cultural, Feira das Artes, Premio Brasken de Música e Premio Brasken de Teatro, Projeto Virtopera - Alemanha);Grupo Som das Américas(Pelourinho dia e noite),Grupo Petercantropus (temporada Aeroclube ),Stella Campus (Teatro Gregorio de Mattos). Gilberto Santiago - instrumentista: vibrafone Músico, educador e gestor baiano. Bacharel em Comunicação Social pela UNIFACS, bacharel e mestrando em educação musical pela UFBA, por três vezes foi contemplado com o Troféu Caymmi nas seguintes categorias: Melhor instrumentista (percussão) em 2000, Categoria Especial com o Grupo Thris (três violoncelos e percussão) 2001, e em 2004 com o Grupo de Percussão da UFBA. Em 2016 foi premiado com a Bolsa Funarte para artistas e produtores negros, para produção de um cd e songbook com suas composições e histórias da sua trajetória composicional. Membro efetivo da Orquestra Sinfônica da Bahia há 20 anos e músico da Escola de Dança da UFBA há 8 anos, tem atuado como compositor de trilhas para dança, e programas de tv, desenvolve atividade constante como camerista convidado do Grupo de Percussão da UFBA, maestro e compositor do mesmo, com obras gravadas no 1º e 2º cds do grupo. A sua obra “Abertura Percussiva”, foi executada pelo Grupo de Percussão da UFBA em mais de 74 cidades brasileiras, através do Projeto Sonora Brasil do SESC, e também na Europa e nos EUA. Tem atuado junto aos seu irmãos e parceiros musicais, o contrabaixista Ângelo Santiago e a cantora Mariella Santiago. Juntos gravaram 2 cds e um DVD, da obra de Mariella. É membro fundador das Orquestras Afrosinfônica e Sinfônica Popular brasileira de Camaçari. Foi o Coordenador Pedagógico do Projeto de Musicalização Infanto-Juvenil, através do ensino orquestral, da SEDUC-CAM, através da Cidade do Saber. Atualmente é o diretor de música e gestão da Casa da Ponte e do Núcleo Moderno de Música, escola criada há 10 anos em parceria com o maestro Ubiratan Marques, além de desenvolver o projeto DuOrigem com Ângelo Santiago. Graham Haynes - instrumentista: cornet, trompete e flugel horn Trompetista e compositor norte-americano. Filho do baterista de jazz Roy Haynes. Graham é conhecido por seu trabalho musical, fundindo jazz com elementos do hip hop e música eletrônica. Com aspirações de levar o jazz para além de suas fronteiras tradicionais, a primeira incursão de Graham Haynes na música eletrônica veio em 1979, quando conheceu o saxofonista Steve Coleman. Juntos, eles formaram uma banda chamada Five Elements, que lançou um influente grupo de improvisadores chamado M-Base Collective. Ao longo dos anos, Haynes manteve-se ocupado com vários projetos multimídia aclamados pela crítica, compôs partituras para os filmes Flag Wars e The Promise, e deu palestras na Universidade de Nova York, enquanto recebia duas indicações para o prestigioso Prêmio Alpert para as Artes. Colaborou com artistas como Roy Haynes, Cassandra Wilson, Vernon Reid, Meshell Ndegeocello, The Roots, David Murray, George Adams, Ed Blackwell, Bill Laswell, Steve Williamsone Bill Dixon. Há 10 anos reside em Salvador, cidade escolhida por Haynes para dar prosseguimento aos seus trabalhos de composição. Renata Campos – produção executiva Articuladora, facilitadora e produtora cultural na área de produção de eventos culturais nos segmentos de música, dança, teatro e artes visuais. Sócia-diretora da Com Arte Produções onde atua como produtora e assessora de diversos projetos culturais. Entre seus parceiros estão instituições como: SESI, SESC, FDE, CIEE e E-Fórum Artes e Ideias. Produtora do Núcleo de Ópera da Bahia e da Secretaria Municipal de Cultural de Jundiaí (interior de São Paulo), responsável pela produção dos Corpos Artísticos ligados à Prefeitura da cidade de Jundiaí: Orquestra Municipal, Cia Jovem de Dança, Cia de Teatro e Coro Municipal. Trabalha com vários grupos e profissionais renomados no meio artístico musical como: Gilberto Gil, Arnaldo Antunes, Cortejo Afro, Solista Qué Base, Núcleo de Ópera da Bahia, Aldo Brizzi, Aleh Ferreira, Toquinho, Maria Gadú, Paula Lima, Ellen Oléria, Daniela Mercury, Chico Cesar, Bem Gil, Mãeana, Carlos Rennó, Aloisio Menezes, e Luizinho 7 Cordas. No segmento da dança, trabalha com grupos, como: SOLOS – coletivo de dança contemporânea, Paradoxo Cia de Dança Contemporânea, Monica Aduni, Verônica Santos, Miriam Dascal, Alex Soares, Marcelo Pessoa, Núcleo Pedro Costa e Núcleo Iêê. Nas artes plásticas trabalha com nomes como: Alberto Pitta, Lilian Morais, Roney George e Gustavo Moreno. Realizou trabalhos como produtora associada à Interssuoni (Itália) na turnê europeia de Prelúdio em 2017, com Gilberto Gil, Núcleo de Ópera da Bahia, Cortejo Afro e Nova Ópera de Lisboa passando por 5 países, com Radio France, em dezembro de2022, na estreia de Amor Azul uma ópera de Gilberto Gil e Aldo Brizzi com participação de Gilberto Gil, Bem Gil, cantores e percussionistas do Núcleo de Ópera da Bahia, Philharmonique de Radio France e Choeur de RadioFrance, em Paris e com a Lirica Tamagno (Itália) na produção da Ópera Jelin de Aldo Brizzi no Circuito LíricoPiemontese. Equipe de produção de Amor Azul, ópera canção de Gilberto Gil e Aldo Brizzi na Sala São Paulo com o Coro e Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, cantores e percussionistas do Núcleo de Ópera da Bahia, Gilberto Gil e Bem Gil, em agosto de 2024 e na Concha Acústica do Teatro Castro Alves em Salvador/BA com Coro e Orquestra do NEOJIBA (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia), cantores e percussionistas do Núcleo de Ópera da Bahia, Gilberto Gil e Bem Gil, em novembro de 2024.
PROJETO ARQUIVADO.