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PRONAC 2415310ArquivadoMecenato

Café Fon Fon Palco Musical

LUIZ FERNANDO KRUTER SANTOS
Solicitado
R$ 196,8 mil
Aprovado
R$ 196,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-11-01
Término
2025-10-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto Café Fon Fon Palco Musical - Edição 12 anos _ 12 Meses de Programação consiste na realização de 32 shows, com vistas a gerar trabalho, visibilidade e renda para 49 músicos que foram duramente prejudicados pelas enchentes que atingiram o RS, em especial a cidade de Porto Alegre, além de difundir, valorizar e salvaguardar a produção da música instrumental do Estado. Busca-se, ainda, fomentar a programação de um espaço cultural de resistência na Capital gaúcha, de propriedade de dois músicos, o qual foi diretamente atingido na pandemia do Covid-19 (foram 923 dias de interrupção dos shows) e durante a enchente (40 dias sem atividade e renda) e a formação de platéia, com medidas de acessibilidade e democratização. Desenvolvido em turno diurno e noturno ecom transmissão ao vivo busca oferecer acesso à fruição e à produção dos bens culturaiscom vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade produtos culturais com acessibilidade.

Sinopse

Oficina - Roteiro básico Entrada franca, Senhas para acesso a atividade a partir de uma semana antes da realização da atividade, no local e pela plataforma Sympla, 50 vagas por dia. Duração: 2 horas e meia Oficineiros: A educadora musical e pianista Elisabeth Krieger e o músico Luiz Fernando Kruter Santos farão a oficina, com o uso de músicas prontas e sons dos instrumentos, e a condução da reflexão dos resultados. Para compreender como a apreciação musical pode ser desenvolvida, é essencial identificar os elementos a contemplar nos processos de escuta e quais são as formas de trabalhá-los. Primeiramente, deve-se observar que seres humanos apresentam reações diferentes em suas relações com a música. Pesquisas demonstram que os comportamentos de crianças na escuta musical são muito individuais, variando conforme a persistência de cada uma na concentração exigida para a atividade. A apreciação, é, de longe, a prática mais realizada entre músicos e estudantes, se comparada à execução vocal e instrumental e mesmo a composição. Mesmo os “não músicos” costumam dedicar muito do seu tempo à escuta de música o ecletismo nos repertórios selecionados e oferecidos para as aulas e a diversidade de compositores que compõem a possibilidade de escolhas musicais mais amplas possibilitarão riqueza musical aos cotidianos dos nossos alunos. uma infinidade de músicas que cantávamos quando crianças ou que usamos em nossas listas de música e ouvimos. Também pensamos em música instrumental quando falamos sobre músicas? A música instrumental é de difícil audição? Existe uma maneira de torná-la mais fácil para o ouvinte? Atividade 1 Como eu ouço quais tipos de música Minha lista de músicas Material necessário Folhas nº 1 para escrever o nome das músicas, descrever o pq se ouve, o que levou a ouvir as músicas Atividade 2 Outras músicas que posso ouvir Ouvir as músicas instrumentais selecionadas dos artistas participantes Material necessário Folhas nº 2 para escrever o nome das músicas, desenhar quem ouviria estas musicas e/ou descrever sensações, sentimentos que são evocados pelas músicas, Verso Folhas nº 2 para escrever o nome das músicas que pode ouvir- verificar se ouve alguma modificação Roda de conversa, troca de experiências e finalização Guia Prático de Apreciação Musical Como fazer uma apreciação musical? Diferenciar instrumentos ao ouví-los e perceber o caráter expressivo de cada um. Notar repetições, variações e assim por diante. Escutar é usar o ouvido como instrumento para um propósito maior A apreciação musical é uma atividade tão simples e relaxante quanto fundamental na educação da escuta. E é algo que pode ser feito em casa ou no carro, ao escutar música, é algo natural. O papel da apreciação musical é trazer a escuta para um plano mais consciente. Podemos usar o recurso de sentimentos, sensações, que são traduzidas em palavras ou representações gráficas (desenhos, por exemplo) para representar o som. Aulas de apreciação musical são comuns desde a educação infantil até cursos de pós-graduação em música e existe uma linha clara que une todos estes níveis de apreciação musical, que é: Aprender a não apenas ouvir, mas escutar música. Ouvir ou escutar, qual é a diferença? OUVIR remete ao ouvido. A palavra é auto explicativa, e diz respeito a uma relação mais fisiológica com o som. Remete à mera vibração sonora que chega aos ouvidos. ESCUTAR é trazer o som para um plano mais significativo. É onde acontece a emoção, a capacidade de memorizar e também a compreensão. Diferenciar instrumentos e perceber o som de cada um. Notar repetições, variações na mesma música, obra e assim por diante. Escutar é usar o ouvido como instrumento. Escutar de fato requer uma boa atenção. Uma reflexão: Se você pensar bem a ESCUTA é uma das principais coisas a se desenvolver quando se pretende criar seres humanos sensíveis. A sua percepção do mundo também é desenvolvida através dos sons. Sabe aquelas pessoas que fazem “ouvido de mercador” para o que está ouvindo? Isso tem a ver com o papel da escuta e sua conscientização. A escuta mútua entre as pessoas, é uma forma de deixar a possibilidade de comunicação sempre latente e viva. Com a música e os instrumentos não é diferente. Como fazer uma apreciação musical? A apreciação musical pode ocorrer em qualquer lugar. Em casa, no carro, no acampamento, ouvindo os sons da natureza, ouvindo os sons da cidade, comparando os sons dos carros com os ônibus, enfim… As possibilidades são realmente infinitas. Ouvir música com atenção está ao alcance de todos, mas nem todo mundo experimentou o poder que isso tem. Ir a um show ou concerto tem uma magia insubstituível, mas podemos criar um ambiente que imite esta experiência, em casa. Escolha uma música e não troque de música neste dia...ouça algumas vezes e: · Use desenhos O desenho pode ser útil em qualquer faixa etária, inclusive para os adultos. Com as crianças de até 7 anos funciona muito bem se você pedir que elas desenhem o som. É próprio desta faixa etária gostar de desenhar. Além de ajudá-las a se concentrarem mais, fará que de fato elas se libertem para ouvir o som e se expressarem sob sua influência · Faça perguntas Fazer perguntas deixa todo mundo à vontade. É bom ter referência e respostas possíveis, além de exercitar a capacidade de verbalizar e isto também é um papel importante da apreciação. Algumas perguntas que você pode lançar: v Essa música é rápida ou lenta? v Tem momentos diferentes? O que você identifica? v Tristes/alegres/estimulantes/melancólicos? v Você sabe reconhecer o som da bateria? v Isso é um violino ou uma flauta? v Este som se parece com algum bicho? v Qual é o instrumento de som mais agudo? (ou “fino”). v Qual é o instrumento de som mais grave? (ou “grosso”) · Estimule a movimentação corporal A dança é também muito útil entender o som e pode ser usada de forma bastante livre, buscando respeitar a expressividade de cada um. Mesmo em momentos mais calmos, a meia luz, é possível usar os movimentos dos braços, das mãos de forma a representar o som. · Encontre a maneira que funciona para vocês Não é preciso encarar esta atividade como uma aula. Basta focar a atenção em ter um momento agradável. Busque aquilo que se adapte melhor na sua experiencia de apreciação, isso faz parte da construção de sua percepção e da relação entre você e a música. Após a audição: compartilhamento coletivo dos desenhos e descrições obtidos por todos e reflexão coletiva a ser construída a pattir dos trabalhos gráficos e comentários;

Objetivos

Objetivos Gerais: Seguindo o Decreto nº 10.7555/21, Art. 2º Na execução do PRONAC, nos incisos I, II, V, VII, - ao: Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Realizar 32 shows, com vistas a valorizar artistas e gerar trabalho e renda para 49 músicos, Promover a difusão da produção musical do gênero instrumental, divulgando e valorizando esta expressão da cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; Promover ações de educação e formação de platéia com seis oficinas de Apreciação Musical, com o intuito de incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais ; Gerar e fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade produtos culturais com acessibilidade; E sobre o Inciso VII -Desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura ao: 1) fomentar a programação de um espaço cultural e promover sua sustentabilidade; 2) contratar serviços técnicos para viabilizar as apresentações, as transmissões, as oficinas; 3) disponibilizar o guia de apreciação musical (impresso, digital e com áudio descrição); OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar transmissão simultânea de 32 apresentações musicais, como medida de democratização de acesso; audiodescrição como ação educativa e medida de acessibilidade; - Realizar 6 oficinas de Apreciação Musical, entrada franca, com 50 vagas cada, como ação educativa e formação de plateia; - Gerar 51 postos de trabalho diretos, além 120 empregos indiretos, por meio de empresas fornecedoras, envolvendo homens, mulheres, LGTBTQIAP+ PCD’s e pessoas negras, de forma a movimentar a economia da cultura; - Atualizar cardápio em braille como medida de acessibilidade; - Promover uma ação de sensibilização em audiodescrição envolvendo artistas, equipe técnica e funcionários para o correto trato e atendimento aPCD's visuais; - Oferecer legendagem descritiva de conteúdos selecionados das atividades nas redes sociais e no canal do Youtube do Café Fon Fon; - Desenvolver ações acessibilidade, de forma a promover a cidadania cultural e a diversidade de produtos culturais acessíveis; - Divulgar as ações na mídia tradicional e nas mídias sociais por meio de serviço de assessoria de imprensa e ações de marketing digital; - Produzir um banner impresso e 34 cartazes das apresentações (duas unidades com toda a programação e duas unidades de cada show).

Justificativa

O projeto justifica-se, por salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver dos 49 músicos residentes em Porto Alegre, atingidos pela enchente de maio. Valoriza-se os músicos locais e a produção instrumental regional, a música brasileira, mostrando autores consagrados, composições autorais, que revelam um cuidado na escolha de seus repertórios e proporcionam o contato com uma produção musical pouco difundida nos meios de comunicação de massa, além de contemplar diferentes gerações da música instrumental. Ressaltamos ainda, que o bem cultural gerado poderá ser compartilhado com toda a sociedade, por meio de apresentações gratuitas em dois horários diferentes (diurno e noturno) e sua difusão nas plataformas digitais, em tempo real, facilitando o acesso à cultura. Ainda se justifica a aprovação deste projeto pela disponibilização gratuita e acessível do Guia de Apreciação Musical, destinado ao público em geral, com a finalidade de ampliar a percepção musical e a realização de 6 oficinas de formação de plateia, como contrapartida de educação, contribuindo para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Há cerca de 12 anos, a cena cultural de Porto Alegre se transformou com a chegada do Café Fon Fon, um espaço multicultural destinado à promoção, à valorização, à divulgação e à fruição da música. Até a abertura do espaço, a Capital gaúcha carecia de palcos com infraestrutura mínima para que os músicos profissionais pudessem exercer sua profissão, bem como para o público, que tinha escassa oferta da produção musical gaúcha. Localizado na Rua Vieira de Castro, nº 22, confluência entre os bairros Bom Fim e Farroupilha, o Café Fon Fon surgiu como uma alternativa para os amantes da boa música, especialmente criado para aqueles que gostam de ouvir jazz, bossa nova, música instrumental, música brasileira e latino-americana. A iniciativa é do casal de músicos e compositores Luizinho Santos e Bethy Krieger, ambos com uma carreira já consagrada no Rio Grande do Sul e fora deste. Ele, como saxofonista, ela, como pianista e compositora. Os dois, que em sua vida musical, tocaram e colaboraram para diversos espaços com música, resolveram dar sua contribuição ao cenário de opções, oferecendo um local para a música com uma novidade: equipamentos de primeira linha à disposição dos músicos e, mais recentemente, a possibilidade de transmissão dos shows, ao vivo, por meio de streaming, tecnologia que amplia globalmente o alcance de difusão dos bens culturais apresentados. Essa nova possibilidade de alcance de público é, também, fruto da pandemia, e foi uma das soluções encontradas para as mais diversas áreas do conhecimento humano e para a música, em especial, criando conexões entre os músicos e o público específico. O casal fez mais de 120 lives para manutenção do espaço neste período, além de abrir agenda também para outros músicos e intérpretes. A primeira edição do projeto Palco Musical agendou a imprensa e o público. Alguns dados numéricos demonstram esse resultado. Em termos de valoração de mídia, foram computados 888cm/coluna obtidos em mídia espontânea nos principais veículos de comunicação do Estado. Outro dado interessante foi o número de acessos aos e-mails: ao todo, foram 55.367 mil envios, com um índice médio de leitura dos informes de 8%. Motivado por estas bem-sucedidas experiências é que o Café Fon Fon se lança a um novo desafio: continuar esta iniciativa, com a terceira edição do projeto Palco Musical, agora com uma proposta para diferentes formações, são Solos, Duos, Trios, Quartetos, Quinteto e Octeto. O local conta com 50 lugares, mas é claro que a possibilidade de transmissão por streaming a cada show, aumenta exponencialmente o público atingido pela iniciativa. As diversas lives realizadas na pandemia tiveram muitas visualizações (foram 923 dias sem atividades no local, sem geração de renda) e inclusive criaram um público "on line" e uma nova forma de acessar os shows, demonstrando que mesmo à distância é possível gerar produtos de qualidade e levar a música instrumental para mais pessoas. Neste link, realizado pelo edital da Lei Aldir Blanc (LAB POA 1), o Duo de Luizinho Santos e Bethy Krieger obtiveram 1.200 visualizações. https://www.facebook.com/cafefonfonportoalegre/videos/285323459611925 Assim, por qualificar, fortalecer e gerar subsistência para um espaço cultural de programação continuada; por valorizar e gerar trabalho e renda para músicos e possibilitar visibilidade as suas obras; por contribuir para a formação de plateia, por estimular a economia da cultura por meio da geração de ativos culturais; por garantir a inclusão de público com necessidade especial e por proporcionar a acessibilidade e democratização de acesso à cultura brasileira, e disseminar conteúdos de apreciação musical justifica-se a aprovação do projeto Café Fon Fon Palco Musical _ Edição 12 anos _ 12 Meses de programação.

Estratégia de execução

Estratégia de Comunicação A divulgação das ações que integram o presente projeto tem como objetivo criar uma campanha integrada que valorize a música instrumental, alcance públicos diversos e promova a acessibilidade. A divulgação será feita em várias plataformas com foco em eventos locais, acessibilidade, inclusão social, além de destacar o impacto cultural e econômico. A estratégia estará amparada nas seguintes ferramentas: 1.Assessoria de Imprensa Um dos principais esforços de comunicação estará centrado na Assessoria de Imprensa, que será responsável por divulgar as ações que integram a proposta, mantendo uma comunicação direta e constante com os diversos veículos de imprensa de Porto Alegre, Região Metropolitana e das principais cidades do Interior do Estado, incluindo-se rádio, jornal, televisão, meios digitais e mídias sociais, além do direcionamento das informações às agências de notícias, possibilitando que a divulgação ultrapasse fronteiras. É objetivo da A.I. desenvolver um press kit digital completo (incluindo release, fotos dos artistas e vídeos promocionais) para enviar a veículos de comunicação especializados em cultura e música instrumental. Também irá enviar convites para a Imprensa (jornalistas e influenciadores locais e nacionais) para os shows e oficinas, incentivando a cobertura. Também irá estabelecer parcerias com rádios locais, canais de TV, jornais e revistas para divulgação. 2. Redes Sociais e Marketing Digital As principais plataformas a serem utilizadas serão o Facebook, Instagram, YouTube e Twitter; Conteúdos semanais: Teasers dos shows: Vídeos curtos e audiovisuais dos artistas, ensaios e bastidores. Depoimentos e entrevistas: Publicar vídeos curtos com artistas e técnicos envolvidos, abordando a relevância do projeto. Audiodescrição: Oferecer audiodescrição nos vídeos para garantir acessibilidade. Legendagem descritiva: Todos os vídeos promocionais no YouTube e redes sociais terão legendas descritivas. Campanhas pagas: Investir em anúncios pagos no Instagram e Facebook segmentados por público-alvo interessado em cultura, música instrumental, acessibilidade e diversidade. 3. Transmissões ao Vivo YouTube e Facebook: Transmitir ao vivo os 32 shows com audiodescrição. Parcerias de transmissão: Tentar parcerias com plataformas ou portais culturais para ampliar o alcance das transmissões. 5. Ações de Acessibilidade Conteúdos Inclusivos: Oferecer audiodescrição e legendagem descritiva nas transmissões e materiais audiovisuais. Criar posts educativos sobre acessibilidade cultural, sensibilizando o público sobre o tema. 6. Mídia Impressa Banner e cartazes: Produzir um banner impresso do projeto e cartazes dos shows para distribuição em pontos estratégicos como teatros, cafés, centros culturais e universidades. Flyers: Distribuir flyers em eventos culturais, bibliotecas e centros culturaois. 7. Influenciadores Digitais Identificar influenciadores locais de Porto Alegre e região metropolitana que possam ajudar a amplificar a divulgação, especialmente em temas como cultura, acessibilidade e diversidade. 8. EmailMarketing Newsletters: Enviar newsletters quinzenais para uma base de contatos da área cultural e música instrumental, anunciando os shows e eventos paralelos como as oficinas e transmissões ao vivo. 9. Parcerias com Plataformas de Streaming Spotify/Deezer: Criar playlists colaborativas com faixas dos artistas participantes, promovendo o projeto junto ao público que consome música digital. Esse plano garante uma abordagem holística e inclusiva, alcançando o público-alvo em múltiplas frentes, enquanto promove a acessibilidade e a inclusão social.

Especificação técnica

Oficina de audição comentada Entrada franca, Senhas para acesso a atividade a partir de uma semana antes da realização da atividade, no local e pela plataforma Sympla, 50 vagas por dia Duração: 2 horas e meia Oficineiros: A educadora musical e pianista Elisabeth Krieger e o músico Luiz Fernando Kruter Santos farão a oficina, com o uso de músicas prontas e sons dos instrumentos, e a condução da reflexão dos resultados. NECESSIDADES/ PÚBLICO ALVO: CAFÉ Fon Fon Sala/auditório para realização e EQUIPAMENTO DE SOM e instrumentos como piano, flauta, saxofone e clarinete. Faixa etária de 14 anos em diante OBJETIVOS GERAIS · Oferecer aos participantes da oficina uma série de obras musicais dos participantes da programação, · Além destes objetivos propõe a participação do público através de expressão e reconhecimento de elementos estéticos nas obras que constam no programa; · Propiciar a reflexão através da apreciação musical e experimentação de diferenças culturais possibilitando que possam ampliar sua vivência musical. · Refinar a percepção através dos sentidos e alargar a imaginação através da música, com utilização de instrumentos como flauta, saxofone, clarinete, chocalho e piano, apresentando-os aos participantes, e assim potencializando assim a cognição de seu meio ambiente. · Desenvolver a capacidade lúdica e criadora e a noção de pertencimento à sociedade, · Proporcionar atividade que permita acessar nosso patrimônio cultural através da música. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: · Contribuir para a formação e qualificação de plateias, · Contribuir para a ampliação da vivência estética do público, JUSTIFICATIVA: Na educação a integração das áreas de conhecimento está possibilitando a construção de experiências e vivências que resultam em uma formação mais completa para a vida futura da criança, do jovem e do adulto. É praticamente inexistente o contato que a grande maioria do público tem com a música não comercializada e industrializada, dentro e fora da escola, ou seja, o repertório que se ouve esta, em geral, limitado às músicas da mídia, muito pouco conhece-se de cantigas populares, música clássica e instrumental, então, ne ouviram falar. Ao propor a reflexão sobre quem ouve cada tipo de música, pretende-se instigar e a curiosidade e estimular a audição de cada participante. Repertório formatado para provocar e discutir as ideias pré-concebidas sobre quem ouve cada tipo de música, como se veste, onde vive, o que faz... Procedimentos Didáticos no seguinte formato : Durante a audição de músicas selecionadas: apresentam-se as músicas e cada um desenha ou descreve o que imagina sobre cada; Sobre os instrumentos, uma breve apresentação de cada, com exemplos sonoros de cada um, demonstrando seus atributos e particularidades Exemplo da apresentação: Família de instrumentos MADEIRAS Esta família de instrumentos tem este nome por que muitos destes instrumentos eram originalmente feitos de madeira. Atualmente eles podem ser feitos de plástico, prata, ouro e até platina. Ouça as madeiras na música apresentada nos seguintes instrumentos (serão tocados flauta, flauta picolo, clarinete e saxofone) Esta família tem aqui alguns de seus componentes: · Flauta- pequena e linda, é feita de prata (geralmente) para ver e ouvir · Clarinete e saxofones- eles podem ser usados tanto para tocar jazz, música erudita e música popular também A Flauta Algumas vezes a flauta é feita de prata, as vezes de ouro maciço! Para tocar o músico segura o corpo da flauta com as duas mãos e sopra através de um pequeno furo. Os buracos podem ser abertos e fechados quando se apertam (e fecham) as diferentes chaves de metal que estão no corpo da flauta. A flauta pode fazer sons como um pássaro, penetrantes e agudos. O flautista pode tocar mais que uma flauta Flautim ou Picollo: É igual a flauta só que bem menor, soa bem agudo. Ouça o instrumento em ação Escala, efeitos especiais Dedilhado Glissando PERCUSSÃO O que é um instrumento de percussão? Em termos simples pode ser algo que você bate que não é seu irmão ou irmã! É o grupo de instrumentos conhecido popularmente como cozinha. Alguns possuem som determinado (notas definidas) e outros não som indeterminado (uso de instrumento como chocalho) Percussão Piano/teclado Som determinado Inclui instrumento como xilofone, marimba, carrilhão, piano, sinos e muitos mais... Piano Antes mesmo de ser usado como um instrumento solo, o piano era originalmente usado na orquestra para adicionar força em partes consideradas “suaves”. Desde 1900 ele adquiriu a possibilidade de executar passagens de solos muitas vezes. Extensão do instrumento Ouça todas as notas do piano Escalas, acordes, efeitos especiais Dedilhado Glissando Nota com pedal Ouça o instrumento em ação Após a audição: compartilhamento coletivo dos desenhos e descrições obtidos por todos e reflexão com os resultados dos trabalhos e comentários;

Acessibilidade

Acessibilidade Comunicacional O projeto será desenvolvido com Comunicação simples, para que todos os canais de comunicação, redes sociais e materiais impressos, sejam acessíveis e cumpram as diretrizes de acessibilidade digital. O cardápio será atualizado no sistema Braille como medida de acessibilidade para pessoas cegas e com baixa visão. Será disponibilizado um Guia Digital para Apreciação Musical, voltado ao público em geral, com versão impressa, digital e em áudio, como medida de acessibilidade para PCD’s visuais. Se utilizará IA para descrição dos vídeos disponibilizados para divulgação e linguagem simples; Acessibilidade Arquitetônica: O espaço conta com rotas acessíveis, com espaço de manobra para cadeiras de rodas; piso tátil; rampas; banheiros femininos e masculinos adaptados para PCD’s; assentos para pessoas obesas e Iluminação adequada; reserva de assentos para Acessibilidade Atitudinal: Haverá atividade de mentoria para capacitação da equipes atuante nos projeto cultural, contratação de profissionais com deficiência e profissionais especializados em acessibilidade cultural; formação e sensibilização de agentes culturais, público e todos os envolvidos na cadeia produtiva cultural e contratação de profissional que dará mentoria a respeito do tratamento adequado a portadores de sindromes (autismo, sindrome de down), deficientes físicos, A Equipe de atendimento do local disponibilizará em todas as atividades do projeto uma pessoa treinada para auxiliar participantes com deficiência em suas necessidades específicas durante o evento. Acessibilidade Econômica O Acesso Gratuito as atividades, as oficinas e transmissões que disponibilizadas gratuitamente no canal do YouTube /redes sociais/ assegurando que qualquer pessoa, independentemente de sua situação econômica, terá acesso igualitário ao conteúdo.

Democratização do acesso

Democratização de acesso - As 32 apresentações e as seis oficinas terão entrada franca e o acesso será feito mediante a entrega de senhas (acesso digital e/ou no local), sempre uma semana antes das atividades. As senhas serão facultadas para pessoas acima de 14 anos. Dos 50 lugares será reservada uma cota de 30% das senhas para pessoas idosas e para pessoas com necessidades especiais. ´ - Será feita a transmissão das apresentações, ao vivo, por streaming, disponibilizadas em plataformas digitais, no Facebook, Instagram e no Canal do Café Fon Fon no Youtube, para acesso gratuito. - O Guia Digital para Apreciação Musical, voltado ao público em geral, com versão impressa, digital e em áudio será disponibilizado gratuitamente.

Ficha técnica

Sobre o local Café fon fon desenvolveu duas edições do projeto Palco Musical e tem sido considerado um local fecundo e importante para a música na cidade de Porto Alegre, no estado do RS e no Brasil, recebendo artistas importantes (no âmbito nacional e internacional) consagrados e abrindo espaço para a boa música do tempo presente e para o intercâmbio. Esta iniciativa vem reforçar esta ideia e ainda divulgar o trabalho destes duos que vão alcançar ainda mais reconhecimento com estes shows, seja através do público presente, seja por meio das transmissões de cada show, ao vivo, acessíveis a todos que tenham acesso à Internet, atendendo as medidas de acessibilidade. A casa é dotada de um piano Yamaha - a alegria dos pianistas -; uma bateria Ludwig, inclusive com pratos, baquetas e “vassouras” (a felicidade dos bateristas, diante do fato de não precisarem montar e desmontar seus instrumentos, é visível); uma mesa amplificada de seis canais com duas caixas e dois retornos (equipamento disponível para usar com voz, violão ou guitarra), dois microfones para voz, Shure SM 58, dois pedestais para microfone e um cubo de baixo e um de guitarra, caixas de retorno. Todavia, o que mais impacta aos artistas que ali se apresentam é a forma como sua arte é recebida pelo público. No Café Fon Fon, um local com uma acústica privilegiada, durante as apresentações, o silêncio é absoluto, não é necessário pedir, a plateia faz questão de colaborar. Isto resulta em uma fruição de qualidade, completa e sensível para o público e gera um ambiente de respeito e valorização para com os artistas e sua arte. Com a conquista do Prêmio Funarte de Programação Continuada para a Música Popular 2015, concedido pelo Ministério da Cultura, foi possível realizar melhoramentos, como a construção de um palco; aquisição de mobiliário (mesas e cadeiras ergonômicas) e de equipamento de iluminação; construção de rampa de acesso externa e interna para cadeirantes e pessoas com pouca mobilidade e elaboração de cardápio em braille para PCD's visuais. O prêmio proporcionou a realização de uma programação diferenciada que trouxe nomes de expressão da cena nacional e local, como o pianista Leandro Braga, o violonista Rogério Caetano, o saxofonista/flautista Eduardo Neve e Fernando Corona entre outros. A troca de experiências proporcionada pelos cursos e shows oferecidos durante a realização do referido projeto ensejou a realização da segunda edição, realizada ao longo de 2017, que trouxe mais nomes de brilho exemplar, como a carioca Bia Sion, os argentinos Verónica Condomí e Matias Betti, os violonistas Mauro Albert e Dario Napolli (Itália) e a paraibana Socorro Lira, entre outros, com noites de casa lotada, provando que Porto Alegre possui público afeito a propostas ousadas, que desafiem o comodismo e a falta de criatividade. https://cafefonfon.blogspot.com/2023/08/blog-post_17.html Vale, aqui, destacar, a importante repercussão que os projetos especiais obtiveram, tanto de público, como de crítica, testemunhado pela grande visibilidade obtida nos meios de comunicação. Em 26/03/20, Luizinho Santos e Bethy Krieger, em razão da pandemia, iniciaram o #livefromfonfon, uma série de lives de casa para campanha de manutenção do local, proporcionando música de qualidade e contato com os seguidores do Facebook (12.000) e Instagram (4.000). Foram mais de 100 edições de música, conversas com convidados especiais (Gustavo de Medeiros, Cida Moreira, Arthur de Faria, Bia Sion, Denise Silveira, Lui carlos Lacerda), interações ao vivo que proporcionaram momentos únicos de arte e convivência digital Nestes doze anos, são mais de mil shows realizados nestes 12 anos: já passaram no palco artistas de todas as gerações e estilos da cena local (Nelson Coelho de Castro, Raul Ellwanger, Mario Falcão, Arthur de Faria, Glau Barros, Pedro Borguetti, Marcelo Delacroix, Antonio Villeroy, Demétrio Xavier, nacional (Trio Corrente, Cristóvão Bastos, Rogério Caetano, Debora Gurgel, Chico Batera) e internacional (Phill Fest e Tim Ries/EUA, Mafalda Minossi/IT,Trio In Uno/FR, Simon Purcel/ING, Luico Lupano (ESP) Pepi Taveira e Verônica Condomí/ARG). Artistas shows O violão solo de Andrea Perrone LGBT ,violonista e compositora, é dona de um violão de personalidade, percussivo e rico em harmonias. Autodidata, transita com facilidade por várias vertentes com seu violão plural e popular, com uso de afinações alternativas, criando coloridos e texturas ao seu violão solo. Desde 2011 vem conquistando diversos prêmios como compositora e instrumentista, lançou discos e coletâneas, realizou turnês, tanto no Brasil como no exterior. O concertista de violão Thiago Colombo*, que ainda muito jovem, foi premiado em concursos no Brasil, Argentina, Portugal e Espanha. Em 2003 lançou seu primeiro CD solo, intitulado Sonata, que recebeu três prêmios Açorianos de música. Em 2006 lançou o CD Reminiscências e em 2009 o Treze graus. Induo de Luizinho Santos (sax e flauta) e Bethy Krieger (piano) está junto, nos palcos e na vida, há 35 anos e demonstra perfeito entrosamento musical, o que gera imediata empatia com o público. Durante a pandemia, fizeram mais de 120 lives com música e informações sobre os compositores, suas obras e gêneros, reafirmando sua conexão com o público e a preocupação com a formação de plateia. Em meio à pandemia, o trabalho do Duo obteve reconhecimento nacional ao ser selecionado para o projeto do Itaú Cultural Arte como Respiro. Edilson Avila* e Luiz Mauro Filho O Duo Fechado pra Balanço é um show apresentado por dois músicos muito atuantes no cenário gaúcho seja na cena instrumental ou ao lado de grandes nomes da mpg. O show instrumental transita pelos diversos estilos musicais através da execução e arranjos; Gilberto Oliveira e Dionisio Souza (cordas: violão e baixo) (negros) nasce da cumplicidade de uma convivência musical de muito tempo: Gilberto foi professor de Dionísio, em Rio Grande, cidade natal de ambos. Os multi-instrumentistas tocam juntos há muito tempo e nesta proposta de duo irão apresentar suas músicas autorais (ambos são compositores) além de clássicos da música brasileira., Neuro Junior e Lucas Fê(2), Ayres Potthoff e Daniel Wolf*, os trios de Paulo Dorfman, Edu Saffi e Kiko Freitas todos expoentes de primeiro nível em seus respectivos instrumentos possuem uma longa carreira a serviço da música instrumental brasileira de qualidade.O trio equilibra o balanço brasileiro, leitura harmônica moderna e improvisação e o Grupo Toca- formado por Mari Brito (piano), Ezequiel de Paula (contrabaixo) e Vinicius Reis (viola) (negros) O Grupo Toca traz um diálogo entre instrumentos (a viola e o contrabaixo) que no cenário orquestral normalmente estão exercendo a função de acompanhamento, e nesse projeto assumem o papel de solistas, junto ao piano. Os grupos Pedro Tagliani Quarteto com ele na guitarra, Lucas Esvael -baixo, Michel Dorfman -piano e Marquinhos Fê (Antonio Marcos da Silva)-bateria percorre pelas cordas dos violões e guitarras suas composições e arranjos para clássicos de sua obra e mostra toda a técnica e sentimento de artistas de alta performance do grupo em apresentação ao vivo, InQuarteto com Luizinho Santos (saxofones e flauta), Bethy Krieger (piano), Rafael Figueiredo* (contrabaixo) e Ricardo Arenhaldt (bateria). AS atrações dos shows continuam em outra aba (com os currículos e links de vídeo)- descrição de atividades Os músicos que tem seu nome com o asterisco (*) do lado terão participação voluntária, pois são funcionários publicos e por respeito aos tranbalhos e solidariedade aos colegas aceitaram participar sem receber cachê. Silvia Mara Abreu Assessoria de Imprensa Graduada Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Unisinos. Pós-graduada em Administração e Organização de Eventos pelo Centro Universitário Senac SP. Trabalha como assessora de imprensa e produtora para grupos de teatro, música, dança, audiovisual, literatura, galerias de arte, instituições culturais e sociais.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.