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Itiberê Zwarg, renomado compositor, educador, baixista, integrante há 48 anos do grupo de Hermeto Pascoal, diante da catástrofe climática ocorrida em maio de 24, disponibilizou-se a ministrar o seu curso de formação para músicos no Estado do Rio Grande do Sul, com o objetivo de fomentar a atividade cultural no estado, proporcionando uma oportunidade de trabalho e qualificação. Através da difusão do conceito da "Música Universal", criado por Hermeto Pascoal, o projeto Sementeira do Som replicará no Rio Grande do Sul a construção de uma "Itiberê Orquestra Família", como já foi realizado no Japão, França, e outros países, e em outras localidades do Brasil. Em uma imersão musical, com duração de 15 dias, Itiberêirá preparar o grupo para executaro material especialmente composto e orquestrado para os músicos que frequentarão a oficina. O projeto resulta em uma apresentação no teatro da Reitoria da UFRGS que será registrada e disponibilizada em uma plataforma virtual.
10 composições inéditas de Itiberê Zwarg serão a base do material a ser estudado com o grupo de alunos selecionados. 10 arranjos serão especialmente criados para o grupo instrumental que ser formará com base na seleção dos interessados. O acompanhamento online, realizado por Mariana Zwarg e Ajurinã Zwarg, além de auxiliar os alunos a prepararem suas partes nos arranjos orquestrais, aborda técnicas de leitura, memorização, precisão rítmica, interpretação e afinação. A oficina, em certa medida, já inicia neste estágio, levando em consideração as limitações impostas por transmissão do som dos instrumentos via internet. O encontro no Centro Cultural da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em um prédio histórico, restaurado recentemente, coloca a Sementeira do Som em um local digno, de Arte, com ótima estrutura arquitetônica, conforto térmico e luminotécnico, proporcionando aos ministrantes e frequentadores da oficina um condição próxima à ideal para realizar um excelente trabalho musical e de troca de saberes. O concerto de encerramento do projeto será no teatro Salão de Atos da Reitoria da UFRGS. Local consagrado para a cultura porto-alegrense, conta com um palco com área para receber uma orquestra sinfônica, com boa acústica e excelentes instalações de camarim e para o público que se fizer presente. Tem capacidade para receber 1172 pessoas. A sonorização ficará sob os cuidados do proponente e coordenador deste projeto, Pedrinho Figueiredo. Com larga experiência em amplificação e gravação de orquestra, já realizou diversos concertos e gravações de DVDs e CDs neste teatro. Utilizará um sistema de sonorização adequado e garantirá o resultado sonoro do projeto para a posterior disponibilização na internet. A direção da captura de imagem ficará sob os cuidados de Juliano Ambrosini. Experiente diretor, com grande atuação em musicais de grande porte e em documentários, tem a sensibilidade e agilidade que o ambiente musical recheado de improvisos requer. A edição do material será realizada nas semanas posteriores ao concerto e o material será disponibilizado nos canais de internet da UFRGS, de Itiberê Zwarg, do Pedrinho Figueiredo e, posteriormente, deverá entrar na programação da UFRGS TV.
A presente proposta tem como objetivo geral proporcionar a qualificação de músicos residentes no Estado do Rio Grande do Sul e, simultaneamente, criar uma oportunidade de trabalho. O projeto ainda se ocupa da difusão da música instrumental brasileira, através de obras inéditas de Itiberê Zwarg, que também produz arranjos de alta qualidade e adequados ao nível técnico dos alunos. O conceito de base para o desenvolvimento de todo o trabalho é o da Música Universal, criado por Hermeto Pascoal. Objetivos específicosA edição do projeto Sementeira do Som _ Itiberê Orquestra Família do Rio Grande do Sul selecionará 29 músicos que participarão ativamente das oficinas e serão os intérpretes dos arranjos elaborados exclusivamente para o grupo. O processo de composição inicia nos primeiros dias do projeto e, após a definição da formação instrumental do grupo de alunos, Itiberê dará andamento à criação dos arranjos. Os alunos receberão por internet as partituras individuais, que serão editadas por Mariana Zwarg. Tem início o acompanhamento online para esclarecer dúvidas e auxiliar os alunos na preparação do material. Mariana Zwarg e Ajurinã Zwarg são os responsáveis por este trabalho, que envolverá técnicas de estudo, memorização e cuidados específicos com a interpretação do que foi criado. Um período de 15 dias de oficinas será organizado, sob coordenação de Itiberê Zwarg, auxiliado por Mariana e Ajurinã. Este será o ponto central da formação dos músicos que participarão do projeto. Nestes encontros, alunos dos cursos de música de Licenciatura, Bacharelado, Música Popular e Pós-Graduação, na área da Música, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e de outras universidades, e alunos de cursos técnicos de Música, como o Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS), serão convidados a participar como ouvintes. obs: Não há impedimento para que alunos concorram às vagas para tocar na Itiberê Orquestra Família. Estes convites estabelecem a garantia da democratização do acesso ao conteúdo que será compartilhado nos encontros. Itiberê Zwarg e equipe conduzem os ensaios de forma muito dinâmica e orgânica, utilizando técnicas variadas para a fixação das frases e desenvolvimento de precisão rítmica e ouvido ativo em relação ao que está sendo executado por toda a orquestra. Estas características tornam a vivência interessante também para profissionais com posição de liderança em sala de aula e orquestras. O material de divulgação, e os convites direcionados às instituições que trabalham com ensino musical ou que mantêm grupos orquestrais, dará ênfase a este aspecto de grande valor para a formação também de educadores, regentes, compositores e arranjadores. O compartilhamento das técnicas citadas acima forma um grupo de ferramentas importantes para o fazer musical. Este será um legado significativo da Sementeira do Som na formação das pessoas que frequentarem as oficinas. Como resultado do trabalho desenvolvido, será produzido um espetáculo gratuito no Salão de Atos da Reitoria da UFRGS. obs: consta no material anexo a Carta de Anuência da Diretora do Departamento de Difusão Cultura e do Centro Cultural da Universidade Federal do Rio Grande do Sul declarando ciência sobre a realização das oficinas nas instalações por ela administrada, assim como consta a declaração do Diretor do Salão de Atos da Reitoria da Universidade, declarando ciência da realização do espetáculo e registro audiovisual nas instalações do teatro. Áudio e imagens do espetáculo serão captados para posterior edição e disponibilização na internet, podendo entrar também na programação da UFRGS TV. O espetáculo contará com tradução para Libras e o material audiovisual será legendado. Escolas de música, projetos sociais que utilizam o ensino musical como ferramenta de inserção social, além dos cursos universitários e técnicos já citados, serão contatados para que os alunos também possam participar gratuitamente como ouvintes e assistir ao concerto de encerramento. Por fim, Sementeira do Som _ Itiberê Orquestra Família do RS ainda traz entre os seus objetivos dar destaque e divulgar a brasilidade da escrita de Itiberê, como compositor e arranjador, explorando e mesclando sonoridades regionais, e aproximar todo esse conteúdo recolhido em mais de 50 anos de música da realidade acadêmica e das instituições de ensino da música, mostrando a potência criativa da música brasileira.
Promover a edição do projeto Sementeira do Som, criando uma Itiberê Orquestra Família do Rio Grande do Sul, partiu de uma atitude generosa e atenciosa de Itiberê Zwarg. Nos primeiros dias de maio de 24, acompanhando as notícias da catástrofe climática que se abateu sobre o estado, Itiberê entrou em contato com o proponente deste projeto, Pedrinho Figueiredo, e se disponibilizou para montar uma edição do seu projeto educacional no RS, promovendo postos de trabalho e estimulando os músicos gaúchos a produzir, criar, fazer música. Contribuindo assim com o processo de restauração econômico e emocional das pessoas no estado. Acreditamos que, através do projeto, poderemos trazer contribuições relevantes quanto à formação profissional de jovens músicos e entusiastas da música instrumental, oriundos de diversas camadas da sociedade brasileira. O projeto fortalece o intercâmbio cultural entre as gerações musicais e fomenta a cadeia da produção musical, estimulando o talento de músicos participantes das oficinas e desenvolvendo um ambiente de troca de experiências entre músicos profissionais, estudantes, entusiastas e músicos iniciantes, qualificando e dando novo significado ao desenvolvimento da produção musical em suas vidas. Itiberê é conhecido no Brasil por ser o grande professor da Música Universal, conceito criado por Hermeto Pascoal, com quem trabalha há 47 anos. Escreveu um livro que detalha e traz exemplos desta forma de abordar a música, e foi professor de alguns dos principais talentos da geração mais jovem da música instrumental brasileira. Democratizou as principais lições musicais e a metodologia resultante dos ensaios do Hermeto Pascoal & Grupo e, com base em seus muitos anos de experiência, forjou sua própria linguagem musical e métodos de ensino inovadores. Com essa origem, na mais profunda e profusa raiz da música instrumental brasileira, dos ensaios, concertos e da convivência com o Bruxo, o Campeão Hermeto Pascoal, e tendo sistematizado uma fórmula de sucesso para compartilhar esse conhecimento, Itiberê Zwarg, com a Sementeira do Som, atende e extrapola o que está contido na Lei 8313/91, no art. 1º, nos incisos IX, que estabelece que os projetos culturais devem "priorizar o produto cultural originário do País"; "II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. A obra de Itiberê e do Hermeto circula o mundo, influenciando muitos músicos, e é referência da música instrumental internacional, mantendo o seu compromisso na divulgação e valorização da cultura e produção nacional. Carregado de simbolismo, o desejo de realizar a oficina da Sementeira do Som e criar a Itiberê Orquestra Família do RS, pretende mostrar aos participantes das oficinas, o quão longe a música instrumental brasileira chegou, o quanto temos a oferecer em criatividade, profundidade, originalidade, e desta forma, enaltecer a Música que cada um dos participantes traz consigo e auxiliá-los a colocar essa convicção nas suas interpretações, nos seus improvisos, composições e arranjos. Contempla-se novamente a Lei 8313/91, no Art 1°, agora no inciso V que traz "V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira". Os frequentadores das oficinas conhecerão novas técnicas, terão ao seu dispor novas ferramentas para que possam difundir a cultura local para o mundo, através da nova música que irão produzir. Desde 1999, quando Itiberê Zwarg deu vida ao projeto "Sementeira do Som" com sua "Oficina da Música Universal", o objetivo é compartilhar uma metodologia oral de transmissão musical que estimula a escuta ativa, a intuição, a improvisação e a memorização. Esta abordagem oferece liberdade de interpretação, incentiva a criatividade e torna-se uma verdadeira ferramenta de desenvolvimento para músicos emergentes e desperta novos horizontes para os profissionais da música. Esta metodologia, que busca traduzir o que está anotado na partitura para uma execução mais orgânica é a forma inclusiva que a oficina da Música Universal tem, permitindo que pessoas portadoras de baixa visão, ou privadas desse sentido, possam participar das aulas. Após 25 anos de atividade realizando edições da Oficina da Música Universal, Itiberê acumulou vasta experiência em atuação e ensino. Com a primeira Itiberê Orquestra Família, formada no Rio de Janeiro em 1999, gravou o álbum duplo de estreia, em 2000, e posteriormente lançou mais dois. Em 2019, Itiberê organizou a "Itiberê Orquestra Família do Japão", a partir de um workshop dedicado a músicos japoneses que resultou na gravação de um CD ao vivo em Shizuoka, lançado internacionalmente sob o selo "Scubidu Records" e que foi reconhecido, nos Estados Unidos, como o melhor projeto brasileiro dos últimos dez anos, A jornada do Universal Music Workshop se estendeu a vários locais, incluindo Nova York, Bogotá, Santa Fé, Tucuman e Punta Ballena, além de Paris (CNSM de Paris e EDIM). No Brasil, a Oficina da Música Universal tem desempenhado importante papel realizando projetos nos Sescs de Araraquara e Guarulhos, além de oficinas em Diamantina, Cuiabá, Florianópolis e Belo Horizonte, Ilha do Marajó, entre outros locais. Toda essa consagração da Sementeira do Som, levando a Música Universal a tantos lugares, sempre impregnada da cultura brasileira, com seus rimos, caminhos melódicos e harmônicos, cumpre um papel importante de preservação e divulgação da produção nacional. A realização da apresentação ao final dos encontros cumpre o que está previsto no Art 3º, inciso II - "c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore" e, para que se produza um legado com maior abrangência de público, haverá o registro audiovisual do concerto, atendendo assim o inciso VI do mesmo Art 3º - "VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro" e o Art. 1º - "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". Ainda, no mesmo sentido de ampliar a abrangência e possibilitar o acesso do maior número de pessoas, será feita uma busca ativa nos espaços onde possa haver um público de interesse, que provavelmente aproveitará muito desta convivência, mesmo na condição de ouvintes. A produção do projeto organizará a participação gratuita de estudantes de música de escolas especializadas, institutos, projetos sociais que trabalhem com o ensino de música e de cursos universitários, estimulando-os a conhecer a história das orquestras criadas pelo Itiberê e a comparecer nas oficinas e no concerto. Com esta ação, contempla-se o que está previsto no Art 3º da Lei 8313/91, inciso II "d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes", e no inciso IV - "estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos" Considerando as diversas edições da Itiberê Orquestra Família, com 20 anos do projeto embrionário, no Rio de Janeiro, e inúmeras replicações exitosas, a Sementeira do Som no Rio Grande do Sul será uma oportunidade para músicos em vários níveis de relação com a Arte de interpretar, compor, arranjar e ensinar. "A MÚSICA UNIVERSAL é a integração de todos os temas, estilos e tendências musicais, sem preconceitos, para tocar pessoas ao redor do mundo através da sensação e do coração!" (Itiberê Zwarg)
Dando continuidade aos currículos dos colabodores importantes para o projeto. Mariana Zwarg Responsável pela revisão e edição das partituras e por fornecimento deste material aos participantes. Item orçamentário: Copista – Partituras (10 x R$450,00 valor total R$ 4.500,00) Assistente do Maestro – iniciando a preparação dos alunos de forma online, antes do primeiro encontro presencial Item orçamentário: Assistente do maestro (valor total R$2.700,00) Assistente do Diretor Artístico e Musical – Colaboradora na seleção dos participantes e atenderá os alunos individualmente e em naipe para otimizar a preparação dos temas. Item orçamentário: Assistente do diretor (4 x R$ 600,00 valor total R$2.400,00) Oficineiro - Auxilia os alunos a absorverem as técnicas aplicadas ao material produzido por Itiberê. Item orçamentário: Oficineiro (14 x R$200,00 valor total R$ 2.800,00) Flauta em C, em G e flautim no concerto Item orçamentário: Músicos / intérpretes (valor total R$ 950,00) Nascida numa família de músicos há 3 gerações, Mariana Zwarg iniciou seus estudos formais de flauta no ano 2000, aos 20 anos de idade, após trancar a faculdade de Psicologia nos últimos períodos. Mas sua formação como musicista iniciou-se muito antes, desde pequena, época em que acompanhou os ensaios diários do Grupo de Hermeto Pascoal, grupo que seu pai, Itiberê Zwarg, faz parte há 35 anos. Quando decidiu dedicar-se exclusivamente à música, Mariana Zwarg ingressou na Itiberê Orquestra Família, trabalho que participou por 10 anos e com o qual gravou 2Cds, “Calendário do Som” e “Contrastes”. Com Orquestra Família viajou pelo Brasil e América Latina, participando dos maiores e mais importantes festivais de música. Dentre as mais importantes apresentações desta época estão o Teatro Solis (Uruguai) , La Trastienda ( Argentina), Universidad del Litoral (Argentina), Sala São Paulo (SãoPaulo), Teatro Castro Alves ( Salvador), Museu da Pampulha ( Belo Horizonte), CCBB (Brasilia, SP e RJ), Teatro Municipal de Niterói ( Rio de Janeiro), entre outros. Ajurinã Zwarg – Produtor Musical do projeto. Item orçamentário: Produtor Musical (5 x R$ 1.000,00 valor total R$ 5.000,00) Assistente do Diretor Artístico e Musical – Colaborador na seleção dos participantes e atenderá os alunos individualmente e em naipe para otimizar a preparação dos temas. Item orçamentário: Assistente do diretor (4 x R$ 600,00 valor total R$2.400,00) Baterista, percussionista e saxofonista Item orçamentário: Músicos / intérpretes (valor total R$ 950,00) Ajurinã Zwarg: Músico Instrumentista nasceu no Rio de Janeiro no dia 03/08/1983 no bairro de Bangu. Nesse bairro, viveu durante 17 anos, acompanhando por todo esse tempo a trajetória de seu Pai, Itiberê Zwarg, no grupo de Hermeto Pascoal. Depois de todos esses anos vivendo perto da música de Hermeto pascoal, Ajurinã iniciou seus estudos musicais aos 15 anos de idade tocando inicialmente bateria, e nos anos seguintes, percussão e sax soprano. Iniciou seus estudos, na Itiberê Orquestra Família em 1998. Com esse grupo gravou Dois cds duplos e um cd simples. (Pedra doEspia, Calendário do Som e Contrastes). Ajurinã Zwarg, tocou com grandes nomes da música como: Hamilton de Holanda, Elza Soares, Beth Carvalho, Aldir Blanc, Yamandú Costa, Arismar Espírito Santo, Harvey Wainapel, Daniela Spilman, Vitor Biglione, Nicolas Krassik e Carlos Malta e etc. Gravou os cds :(Mundo Verde Esperança) Hermeto Pascoal, (Pedra do Espia 2001, Calendário Do Som 2005 e Contrastes 2009) Itiberê Orquestra Família, (Amigos Brasileiros) Harvey Wainapel, (Para Começo de Conversa) Marcos Alves, (Herói) Edu Kneip, (Quem Vai Comprar Nosso Barulho) chicas e nos CD e DVD (Em tempos de Crise Nasceu a Canção) gravou no cd de Gabi Buarque, Miguel Martins e Roberta Nistra. No ano de 2010 começou a tocar no Hermeto Pascoal e Grupo, substituindo o Marcio Bahia quando estava ausente. No ano de 2014 se tornou o baterista oficial de Hermeto Pascoal.Com Hermeto Pascoal e Grupo, tocou em muitos países pelo mundo como França, Espanha, Alemanha, Holanda, Itália, Israel, Argentina, Uruguai e etc. Em 2023 participada turnê internacional do Grupo por treze cidades dos USA e Europa. Hoje, Ajurinã tem a sua carreira dedicada aos grupos de Hermeto Pascoal e Itiberê Orquestra Família, e a seus alunos no Rio de Janeiro. Juliano Ambrosini – diretor de vídeo Item orçamentário: Diretor Geral (valor total R$ 3.500,00) Editor Item orçamentário: Edição de imagem (valor total R$ 2.600,00) Juliano Ambrosini é diretor, montador, diretor de fotografia e documentarista brasileiro. Sua trajetória começou em 1996 como um dos pioneiros editores não-lineares do sul do Brasil. Com o tempo, expandiu suas habilidades, tornando-se um finalizador experiente. Em 2004, dirigiu sua primeira campanha publicitária nacional. A partir daí, concentrou-se na direção de comerciais para diversos clientes. Em 2006, ao lado do artista plástico Marcelo Gobato, fundou o Laboratório Experimental. Lá, co-dirigiu o documentário "Olhares da Cidade", despertando seu interesse pelo cinema documental. No mesmo ano, sua obra "Circuito" foi parte da exposição "Vídeos Bastardos", exibida em países da América do Sul e Europa. Em 2010, fundou a Ziriguidum Imagem Digital, produtora que revolucionou a comunicação de endomarketing no Rio Grande do Sul, colaborando com agências e marcas notáveis. Em 2013, explorou as artes ao integrar o grupo de teatro Mosaico Cultural como diretor audiovisual, além de fundar a Bumbá Produtora de Conteúdo, voltada à criação artística e projetos culturais no Rio Grande do Sul. Destaque para o filme "Retirantes" (2013), co-dirigido com Maíra Coelho, premiado nacional e internacionalmente. Em 2023, lançou seu projeto mais ambicioso, o documentário "Só Juntos", que conta histórias inspiradoras de líderes sociais brasileiros. A carreira de Juliano Ambrosini reflete sua busca em explorar horizontes e contar histórias humanas por meio da arte e da direção.
Explicando a criação da Itiberê Orquestra Família no RS. A construção de uma nova Itibere Orquestra Família começa na escolha dos músicos. O objetivo é constituir uma orquestra com a seguinte formação: BateriaPerc. 1 e Perc. 2Baixo elétrico e Acústico (mesmo músico)TecladoAcordeonGuitarraViolãoTubaTrombone BaixoTrombones 1, 2 e 3 Trompetes 1, 2 e 3Sax barítonoSax tenor 1 e 2Sax alto 1 e 2Flauta 1, 2 e 3Flauta 4 e flautim (mesmo músico)Violino 1 e 2ViolaVioloncelo Após a definição dos participantes e tendo conhecimento da instrumentação disponível, Itiberê compõe as 10 peças que constituem um repertorio inédito, com orquestrações que cuidam as condições técnicas dos participantes. O processo de seleção será organizado através de vídeos enviados à organização. Em caso de problemas técnicos, será organizado um encontro virtual com os alunos que tiveram seus arquivos prejudicados por falta de condições técnicas ou problemas outros. A ideia é dar oportunidade a todos e construir uma experiência positiva. A cada término de composição, Itiberê passa a partitura para Mariana Zwarg que faz a editoração das partituras individuais e organiza a partitura de maestro (grade). O material individual é enviado para os músicos e nesse momento inicia um primeiro contato para o estudo do repertorio e resolução de dúvidas.A Música Universal começa a acontecer. A previsão é que esta fase online dure em torno de 30 dias. É um bom tempo, que permite que os alunos absorvam as novas informações e se desenvolvam nos seus instrumentos. Já começa a transformação.Nos encontros presenciais, já com o material estudado sob a supervisão de Mariana, Ajurinã e Itiberê, os alunos estarão prontos para vivenciar processos criativos coletivos, improvisações. A escrita muitas vezes densa produzida por Itiberê precisa ser assimilada e requer muita atenção para que a música mantenha a sua leveza e positividade. Para que a atenção não fique restrita ao ato de ler a partitura, exercícios de memorização e dinâmicas coletivas são elaboradas por Itiberê, estimulando a autoconfiança dos alunos e indo em direção ao melhor resultado musical.As dinâmicas com grandes grupos são o destaque das oficinas da Sementeira do Som. Itiberê consegue criar um ambiente amigável, onde todos têm vontade de tocar, vencendo seus bloqueios técnicos e emocionais. Nas oficinas, serão admitidos estudantes de diversos níveis de conhecimento, pois a ideia é que a Música Universal chegue para o maior número possível de pessoas. Algumas vezes é possível até executar trechos com a colaboração de todos. Neste bom clima de construção do repertório, irá se aproximar o dia do concerto de encerramento.O teatro do Salão de Atos da Reitoria da UFRGS possui um palco de grandes dimensões e uma boa acústica. Será um momento da música encontrar o espaço para o qual foi criada - um grande palco com uma grande plateia.Os cuidados técnicos serão tomados para que os alunos menos experientes não se constranjam com a presença dos microfones e para que todos consigam manter o foco na música que produzirão. Tudo estará organizado para fazer o registro audiovisual que, posteriormente, será mixado e disponibilizado nas redes. Uma característica interessante na condução dos ensaios, do ponto de vista da didática e da inclusão, é a administração das diferentes condições técnicas. A seleção busca encontrar músicos que se identifiquem com o gênero da música instrumental brasileira, demonstrem capacidade suficiente de leitura, ritmo e afinação, mas admite os mais diversos estágios de desenvoltura no instrumento. Itiberê envolve os alunos em arranjos criativos, inclusivos, respeitando as condições técnicas individuais, o que torna o aprendizado prazeroso e efetivo. Esta abordagem estimula também a interação entre os alunos pois sempre resulta em auxílio dos mais adiantados com os que apresentam algumas dificuldades e todos se sobressaem na medida de suas habilidades. O maior testemunho da eficiência do método de Itiberê Zwarg, baseado na Música Universal, está na grande quantidade de instrumentistas que estão em posição de destaque, tendo iniciado na música ou passado grande parte de sua formação na Itiberê Orquestra Família do Rio de Janeiro – o projeto originário. Podemos citar Carol Panesi - violinista, cantora, compositora, arranjadora, pianista e trompetista. Carol também é uma educadora que difunde a Música Universal e tem ministrado aulas em diversos festivais no Brasil, Uruguai e alguns países da Europa. Ajurinã Zwarg, filho de Itiberê, baterista, saxofonista, percussionista, produtor, é integrante do grupo do Hermeto Pascoal há uma década e participa de oficinas de formação por todo o mundo. Mariana Zwarg, sua irmã, flautista, compositora, arranjadora, tem uma carreira internacional como solista e como educadora, também divulgando a Música Universal em oficinas na Europa, Brasil e América Latina.
O projeto prevê o cumprimento das Medidas de Acessibilidade, conforme INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024 - DOU - Imprensa Nacional Art. 27. As propostas culturais apresentadas ao mecanismo Incentivo a Projetos Culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível para cada linguagem artística de seus produtos, sendo devidamente justificados e fundamentados, nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, de modo a contemplar: I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais em espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; e II - no aspecto comunicacional de conteúdo, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto. § 1º Os custos com as ações de acessibilidade devem estar previstos no orçamento analítico do projeto, mesmo que oriundos de recursos próprios, caso seja executado de forma voluntária e incorporado aos serviços dos profissionais contratados, deverá ser indicado e justificado pelo proponente comprovando a qualificação profissional do mesmo. § 2º O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto deverá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade. Art. 28. O proponente deverá oferecer medidas alternativas devidamente motivadas, para análise a fim de compensar eventual especificidade do projeto às medidas de acessibilidade previstas na legislação pertinente. Para as pessoas com deficiência, serão criados produtos específicos como: Produto: Apresentações musicais Acessibilidade Física: os eventos serão realizados em locais acessíveis, com rampas, banheiros e equipe treinada para auxiliar. Item da planilha orçamentária: não se aplica Acessibilidade PcD Visuais: será realizada a áudio descrição do concerto e na oficina Item da planilha orçamentária: não se aplica Acessibilidade para PcD Auditivos: o concerto contará com intérprete de Libras. Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras (R$ 450,00) Produto: Audiovisual 50 minutos editado. Acessibilidade PcD Visuais: será realizada a áudio descrição do concerto. Item da planilha orçamentária: não se aplica Acessibilidade PcD Visuais: será realizada a áudio descrição do material audiovisual. Item da planilha orçamentária: não se aplica Entre os assuntos abordados por Itiberê na oficina, está a memória. Estratégias e técnicas para memorizar os arranjos.Também há uma ênfase no conteúdo passado oralmente, para que o exercício da escuta seja pleno e conectado com o instrumento. Com estas características, entendemos que a oficina Sementeira do Som consegue acolher as de pessoas com baixa visão ou com impossibilidade de enxergar. A comunicação se dá também por exemplos tocados, o que permite a participação de quem não pode ou não sabe ler parituras.É Música Universal.
A Sementeira do Som – Itiberê Orquestra Família do RS promoverá uma interação com espaços de ensino de música - escolas, universidade e projetos sociais que utilizam a música como forma de inserção social - e os frequentadores destes locais poderão, de acordo com a faixa etária, participar das oficinas, do ensaio aberto e assistir ao espetáculo. Participarão das oficinas na condição de alunos ouvintes. Haverá duas modalidades: aluno intérprete e aluno ouvinte, descrito acima. O aluno intérprete será selecionado entre os inscritos para participar na condição de integrante da Orquestra e receberá uma ajuda de custo para comparecer às oficinas e um cachê no dia da apresentação. O registro audiovisual do espetáculo apresentado será editado, com duração de 50 minutos de duração, e será disponibilizado na internet. A Lei 8313/91, no Art. 29, traz o seguinte: “O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites:” OBS: não haverá cobrança de taxas ou ingressos. Os ingressos para o espetáculo serão gratuitos. Não haverá cobrança de taxa para as oficinas.
Pedrinho Figueiredo - Proponente do projeto Coordenador Geral Item orçamentário: inserido nos custos administrativos Técnico de som do concerto Item orçamentário: Técnico de som (R$ 1.200,00) Técnico de Mixagem do registro audiovisual Voluntário Oficineiro Voluntário Pedrinho Figueiredo é flautista, saxofonista, compositor, arranjador, produtor musical e Licenciado em Música. Participou de aproximadamente mil músicas em mais de 400 discos em vinil, cds e dvds, e atuou como técnico de gravação ou produtor musical, em cerca de 250 discos e dvds. Integra o grupo de Renato Borghetti há 34 anos, com quem se apresentou em mais de 40 países, além de desenvolver seu trabalho como solista e compositor. Elaborou cerca de 800 arranjos orquestrais para intérpretes regionais e nacionais. Entre eles estão: Ivan Lins, MPB 4, Zé Caradípia, Lenine, Luiz Carlos Borges e Vítor Ramil. Em 2018 criou o projeto Toque Show, promovendo encontros com compositores, entrevistando-os e tocando com eles. Toque Show teve 18 encontros, em Porto Alegre e no interior, circulando por diversos espaços culturais, consagrando-se com a ocupação do Foyer do Theatro São Pedro, na última série. O projeto foi muito bem recebido pela imprensa, com páginas inteiras de jornais, programas de televisão em horário nobre e interesse de rádios e sites de cultura. No início de 2023, o flautista criou o projeto Bossa Nova no RS, solando arranjos seus escritos para a Orquestra da UCS, e circulou em 10 cidades do interior do RS, além de apresentar o projeto na Sala de concerto da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e na abertura do Festival Internacional de Música do SESC/RS. Em agosto de 2023, lançou o CD “Jogo de Peteca”, em duo com o pianista e compositor Paulo Dorfman. Integrante do Coletivo Músicos Online, editou e mixou o áudio de vários projetos que tinham Itiberê Zwarg como arranjador, compositor e diretor musical. Entre eles, editou e mixou o audiovisual e cd da Itiberê Orquestra Família da França. Será o responsável pelo áudio do espetáculo e do registro audiovisual. Atuará também como oficineiro voluntário, auxiliando nos ensaios de naipe. Rosane Furtado - produção executiva Item orçamentário: Produtor executivo - (6 x R$ 2.000,00 valor total R$12.000,00) É produtora cultural e executiva e atua desde 2017 nos grandes espetáculos da Orquestra Villa-Lobos. Produção Espetáculo: 2023 – AFRIKA – ORQUESTRA VILLA-LOBOS, auditório Araújo Vianna – Financiamento FAC PROCULTURA–RS. Direção de Produção documentário Cantata Sete Povos – Episódio 1 e 2 - Documentário sobre a obra musical do compositor Raul Ellwanger, criador da “Cantata Sete Povos”. Produção show Comemorativo dos 30 Anos da Orquestra Villa-Lobos, Theatro São Pedro – Porto Alegre; Espetáculo de Encerramento Sarau do Solar – Theatro São Pedro – Orquestra Villa-Lobos; Teatro Bourbon Country– Espetáculo Bituca – Orquestra Villa-Lobos; Produção no Edital de Concurso Aquisição de Bens e Materiais- Lei Aldir Blanc para a OVL; Produção OVL – realizada no auditório Araújo Vianna – Dezembro 2019 – Espetáculo AFRIKA; Produção OVL realizada no auditório Araújo Vianna – Dezembro 2018 – Espetáculo PAZ & AMOR; Produção OVL realizada no auditório Araújo Vianna – Dezembro 2017 – Espetáculo FAZ ESCURO MAS EU CANTO. Emily Borghetti - Criação de identidade visual e arte do material gráfico e virtual Item orçamentário: inserido nos custos de divulgação É arquiteta, com especialização em Arquitetura e Cenografia. Atua junto a instituições culturais em projetos de arquitetura de interiores, design gráfico, design interpretativo, cenografia e museografia. Criou projetos de Identidade Visual, Capas de Discos, Catálogos e Livros, Cartazes, Material Web de Divulgação e Papelaria, para diferentes projetos culturais. É a autora do projeto arquitetônico da Fábrica de Gaiteiros, na Barra do Ribeiro, e da exposição itinerante A Fantástica Fábrica de Gaiteiros Roberta Amaral -Assessoria de Imprensa Item orçamentário - inserido nos custos de divulgação Formada em Jornalismo pela PUC-RS, em 2001, trabalha há 27 anos com assessoria de imprensa. Estagiou no Palácio do Governo Estadual, em 1995, e posteriormente foi assessora do deputado estadual Alexandre Postal, acompanhando-o em 2004 na Secretaria de Estado dos Transportes. Esteve na Agência de Notícias, TV e rádio da ALERGS de 2007 a 2009. Após esse período, atuou como repórter da Rádio CBN, Revista Voto, Prefeitura de Porto Alegre, coordenadora de imprensa da Secretaria de Estado da Cultura e da Casa de Cultura Mario Quintana. Atualmente, coordena a imprensa/comunicação da Fundação Iberê Camargo. Na área da cultura, esteve na assessoria de imprensa para o projeto Sarau Voador – Literatura e Improvisos Transcriados (2018/19); Companhia de Solos & Bem Acompanhados (2018/19); espetáculo Revolução Farroupilha, uma História de Sangue e Metal (vencedor do edital da Câmara de Vereadores em 2018); curadoria e produção do projeto Jazz na Beira – Fazenda O Butiá (2018 a 2022); João Maldonado | Jazz; Lucida Desenvolvimento Cultural (dança); Eva Schul (dança), Eduardo Severino (dança), Caco Coelho (teatro); Espaço 373; Bell’Anima Produções Artísticas, Centro Cultural 25 de Julho, BARHO Produções no RS e Espetáculo FICCÕES/ Vera Holtz no RS. Itiberê Zwarg – Responsável pela composição de 10 músicas e orquestração para a formação instrumental selecionada. Item orçamentário: Compositor (R$13.000,00) Responsável pela coordenação da seleção dos instrumentistas que participarão da Itiberê Orquestra Família do RS e pela Direção Artística e Musical do projeto. Item orçamentário: Diretor Artístico e Musical (R$6.000,00) Regente Item orçamentário: Regente (R$5.200,00) Palestrante Item orçamentário: Palestrante (14 x R$400,00 valor total R$ 5.600,00) Compositor, arranjador, maestro, multi-instrumentista, nascido em São Paulo em 1950, foi apresentado à música pelo pai, Antônio Bruno Zwarg, também compositor e músico. Há quarenta e sete anos, Itiberê Zwarg faz parte do grupo de Hermeto Pascoal. Itiberê Zwarg é considerado um dos grandes arquitetos do renascimento da música instrumental brasileira. Um dos mais consagrados músicos icônicos do Brasil, Itiberê Zwarg tem contribuído para o repertório da música universal com inúmeras publicações de primeira importância. Ao longo de seus cinquenta anos de carreira, Itiberê realizou inúmeras turnês nacionais e internacionais ao lado de Hermeto Pascoal, e à frente de orquestras próprias participando dos principais festivais de música do Brasil e do exterior, promovendo intercâmbios culturais e difundindo a "música universal" em diversos países. Site: https://www.itiberezwarg.com/ No final dos anos 60 até início dos 70, participou dos trios "Xangô Três" e "Bossa Jazz Trio". Em 1977 começa um novo e grande ciclo de música ingressando no "Hermeto Pascoal & Grupo", onde se mantém até hoje. A partir de 1982 viajando com "Hermeto Pascoal & Grupo" em turnês anuais pela Europa, América e Japão, participa de workshops e oficinas na França, Alemanha, Suíça e Estados Unidos. Em 1999 cria o projeto “Sementeira do Som” que tem a finalidade de compartilhar e vivenciar a “Oficina da Música Universal” e o resultado destas Oficinas ao longo dosanos foi a criação de diversas Orquestras: "Itiberê Orquestra Família Rio, " nos Seminários de Música Pro-Arte. A Oficina da Música Universal e a criação de Orquestras já foram realizadas em Tóquio, Nova York, Conservatório Nacional Superior de Paris, Bogotá, Santa Fé (AR), Tucuman (AR), Punta Bellena (URU), em vários SESCs do estado de São Paulo, Diamantina, Cuiabá, Universidade de Florianópolis, UFMG, entre outras. Em 2023 a cidade contemplada foi Belo Horizonte, com a Banda Sinfônica Comunitária (BSCBH), e neste ano, realizou a oficina Oficina da Música Universal em Sore, na Ilha de Marajó, e no Festival de Jazz do Capão, no interior da Bahia.Segue na aba "Outras Informações".
PROJETO ARQUIVADO.