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Toque Show Instrumental terá a participação de artistas que atuam em diversos estilos da música instrumental produzida no Rio Grande do Sul e dará continuidade ao exitoso projeto de entrevista, com o qual Pedrinho Figueiredo circulou ao longo de 2018 e 2019. Serão 10 espetáculos musicais, com um momento de bate-papo com os participantes, no Grezz, casa de espetáculo fortemente atingida pela enchente e que está conseguindo retomar suas atividades reapresentando a sua ótima estrutura de palco, som, luz, vídeo, acessibilidade e equipe. O projeto homenageará o grande expoente da música instrumental brasileira, Renato Borghetti, e também produzirá um material audiovisual, com trechos selecionados das entrevistas e das apresentações musicais, disponibilizando uma web série com 10 episódios de 25 minutos.
O projeto Toque Show instrumental promoverá um espetáculo a cada semana, durante 10 semanas consecutivas. Os alunos de escolas e faculdade de música, assim como os alunos de projetos sociais que utilizam o ensino musical, terão acesso gratuito e poderão endereçar perguntas ao artista convidado através do entrevistador. A classificação indicativa de faixa etária será livre, respeitando a limitação imposta por lei que determina que em locais onde exista a comercialização de bebidas alcoólicas a permanência de menores só será possível com acompanhamento dos pais ou responsáveis. No turno da tarde do dia do espetáculo, haverá ensaio aberto ao público estudantil, com mediação do entrevistador. Cada apresentação musical será precedida de uma entrevista com o grupo de artistas participante, abordando curiosidades da história profissional e alguns aspectos interessantes sobre as composições que serão interpretadas. O objetivo é informar sobre questões musicais destacadas pelos artistas e criar um ambiente conectado com o repertório.Os 10 espetáculos convidados a participar do Toque Show Instrumental terão formações variadas. Duos, trios, quartetos e quintetos compõem o panorama do projeto, produzindo uma grande diversidade de sonoridades.
Toque Show Instrumental tem por objetivo geral divulgar o criativo movimento de artistas do RS que se dedicam ao gênero da música instrumental, nos mais diversos estilos, com excelente condição técnica, promovendo uma mostra e gerando trabalho para os artistas convidados, para os profissionais das mais diversas áreas envolvidos na realização do projeto e para a casa de espetáculo que servirá de sede ao projeto. Com um caráter gregário, democrático e visando estabelecer um legado, Toque Show Instrumental prima por uma distribuição ampla da verba solicitada. Os 10 encontros envolverão 32 artistas, 6 técnicos, equipe de divulgação, produção, recepção, intérprete de Libras, equipe de vídeo, artista gráfico, além da equipe da casa de espetáculo Grezz, que é qualificada para administrar o espaço, com capacidade para 350 pessoas, e treinada em questões de acessibilidade no tratamento direcionado às pessoas e na utilização dos recursos disponíveis no ambiente, Conectando diversas áreas do fazer musical, o projeto busca fazer uma aproximação com novos apreciadores, com pessoas que já se interessam por este tipo de música e que poderão conhecer mais sobre a história dos artistas, com estudantes de música, e deixar um registro audiovisual acessível e de boa qualidade. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Escolas de música, projetos sociais que utilizam a formação musical e cursos universitários da área serão contatados para divulgar a possibilidade que se abre aos alunos de conhecerem a história profissional de artistas experientes e talentosos, além de serem convidados gratuitamente para assistir aos espetáculos.Aos estudantes de música das instituições contatadas, será aberta a possibilidade de acompanharem o ensaio aberto, que acontecerá no turno da tarde.Esta ação busca oportunizar aos alunos que não poderão comparecer aos espetáculos e entrevistas que acontecerão em horário noturno. Os espetáculos, assim como as entrevistas que os antecederão, serão filmados com múltiplas câmeras e gravados em sistema de áudio multicanal. Este material será cuidadosamente editado posteriormente resultando em 10 episódios de, aproximadamente, 25 minutos, com um importante conteúdo sobre o movimento da música instrumental no RS. A PARCERIA ESTABELECIDA COM O GREZZ TEM POR OBJETIVO AUXILIAR NA SUA RECUPERAÇÃO PÓS ENCHENTE. Toque Show Instrumental pretende também divulgar a estrutura, com excelente condição para espetáculos, disponibilizada pelo Grezz, com o intento de dar suporte à aposta feita pelos proprietários que, mesmo após terem sua cozinha profissional, equipamentos de som e mobiliario destruídos, retornam à cena porto-alegrense sem medir esforços, tendo a música como principal atividade do estabelecimento.
O Rio Grande do Sul, historicamente, tem uma enorme participação na música instrumental produzida no País. Desde Otávio Dutra, que compôs um grande número de choros no início do século passado, passando por Dante Santoro, exímio flautista e diretor da Rádio Nacional (RJ) durante décadas, e Radamés Gnatalli, que além de compor peças orquestrais, compôs choros e dedicou concertos para todos os instrumentos que compõem a orquestra, contemplando ainda concertos para instrumentos que não eram corriqueiros no universo da música erudita, como o concerto para acordeom e tumbadouras com orquestra de cordas, bandolim solo e orquestra de cordas, e a famosa Suíte Retratos, para bandolim solo, grupo regional de choro e orquestra de cordas. Esta verve da música instrumental permaneceu pulsante no estado e nomes como Plauto Cruz (flauta), Luiz Carlos Borges (acordeom), Yamandu Costa (violão) e Kiko Freitas (bateria) continuaram a levar as influências fronteiriças, que se misturam à cultura local, para se mesclarem com os sons e ritmos oriundos de outras regiões do Brasil. E para dar destaque e divulgar a produção que acontece nos dias de hoje é que este projeto pretende utilizar diversas formas de contato com diferentes públicos e criar um material que valorize essa produção. Assim, pretende-se atender os objetivos contidos na Lei 8313/91, Art. 1º, nos incisos abaixo: "II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional". E atingi-se também os objetivos da mesma norma, Art 3º, inciso II, "c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore". E desta efervescência musical, com raízes profundas no folclore rio-grandense, destaca-se o trabalho do acordeonista Renato Borghetti, que será homenageado pelo projeto, fazendo a abertura da temporada e participando da primeira entrevista no Grezz. Com essa homenagem, faz-se referência aos incisos: "V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro." E para que essa salvaguarda e a preservação dos bens materiais e imateriais encontrem pessoas que dediquem um olhar para essas importantes ações, o projeto organizará a participação gratuita de estudantes de música de escolas especializadas, projetos sociais que trabalhem com o ensino de música e de cursos universitários, estimulando-os a conhecer a história dos artistas participantes e a presenciarem o encantamento da excelente música que eles fazem. Com esta ação, contempla-se o que está previsto no Art 3º da Lei 8313/91, inciso II "d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes", e no inciso IV - "estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos". Renato Borghetti conta com uma trajetória de apresentações por mais de 40 países e uma discografia com 38 lançamentos, incluindo vinis, fitas K7, CDs e DVDs. Abre a nominata de artistas participantes do Toque Show Instrumental que traz também outros músicos com destacadas carreiras, compositores e compositoras que circulam internacionalmente e têm suas obras executadas em diversas partes do mundo. E pretendendo oferecer uma visão abrangente da produção de música instrumental no RS, o projeto convida artistas atuantes no universo da música erudita, como Catarina Domenici, pianista, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, compositora, que se apresentará com uma formação de trio e interpretará suas composições que já estiveram em palcos na Inglaterra, Itália e muitos outros países. Vindo de outra área, mais próxima do pop, Frank Solari, virtuose da guitarra, desenvolveu uma carreira como solista de música instrumental em um gênero não muito comum no Sul, o fusion, com uma grande influência do jazz-rock. Ao longo do seu desenvolvimento musical, aproximou-se da música brasileira e o resultado sonoro é exuberante. Ainda podemos citar outras duas pianistas, Dionara Schneider, que se apresentará com o seu filho, o gaitista Bernardo Zubaran, inspirado improvisador, jovem, que vem se destacando na cena musical, e Dúnia Elias, compositora de destaque, educadora e importante nome na cena rio-grandense, que utiliza ritmos e elementos folclóricos do Sul, dando uma roupagem erudita com tratamento de música de câmara à suas composições . Ainda, valorizando esse aspecto da música regional, terá o grupo Quartchêto, que traz a sonoridade do acordeom dialogando com o trombone orquestral, violão rasgueado, com técnicas percutidas típicas da tríplice fronteira, e uma bateria preparada; e o Instrumental Picumã, também com acordeom e violão, e agregando o contrabaixo, bateria e flauta. Estes são alguns dos nomes convidados e assim o projeto Toque Show pretende mostrar alguns músicos jovens, outros experientes, jazzistas, alguns eruditos, outros com fortes influências folclóricas, e muitas outras "cores", se é possível chamar assim, que integram a palheta da música instrumental do Rio Grande do Sul. Toda esta potência e qualidade da música instrumental produzida no Rio Grande do Sul precisa ser reunida e organizada para que se possa divulgar as composições e as interpretações deste talentoso grupo de artistas e estabelecer uma cena que poderá beneficiar o grande número de instrumentistas que habitam o estado. E assim, referimo-nos ao inciso "IX - priorizar o produto cultural originário do País". Com o objetivo de remunerar dignamente todos os profissionais envolvidos neste projeto, limitou-se a 10 trabalhos, mas, assim como esta edição do Toque Show tem este caráter instrumental e dá continuidade aos 16 encontros produzidos nas 3 edições anteriores, com compositores e compositoras de canções, espera-se que o material resultante deste projeto possa dar impulso para que outros eventos da mesma natureza sejam organizados e que mais material seja produzido envolvendo outros nomes da música instrumental do RS. E para que essa iniciativa seja potente e instigadora, haverá a produção audiovisual, com trechos do espetáculo e das entrevistas, que pretende "VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro" e posteriormente, democratizar o acesso através da disponibilização em plataformas da internet e assim, contemplar o "Art. 1º, I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". Cabe ainda ressaltar que, em consonância com o previsto na IN 14/2024, do MinC, que "Estabelece medidas emergenciais para projetos culturais financiados por meio do mecanismo de incentivo do Programa Nacional de Apoio à Cultura - PRONAC, em decorrência do estado de calamidade pública declarado por meio do Decreto nº57.596, de 1º de maio de 2024, do Governo do estado do rio Grande do Sul.", o projeto Toque Show Instrumental será sediado na casa de espetáculo Grezz com a intenção de minimizar os prejuízos sofridos, em virtude do forte impacto sofrido em suas instalações, e também por suas características estruturais e de projeto arquitetônico, com acessibilidade e boas condições para a realização de atividades musicais, equipamentos de som, luz e audiovisual e equipe habituada à realização de eventos de arte.
Entendendo ser de suma importância demonstrar a consistência da carreira artística dos participantes da programação do Toque Show Instrumental, encontram-se abaixo os breves currículos dos sete artistas que completam os dez espetáculos que serão apresentados no projeto. Instrumental Picumã -Quinteto que apresentará um dos espetáculos do projeto Item orçamentário: Músico instrumentista - 5 cachês (valor total R$8.250,00) Criado em 2013 por cinco músicos atuantes no cenário musical do RS, o grupo surgiu com a proposta de compartilhar ideias e experiências musicais. Formado por Paulinho Goulart (acordeon), Matheus Alves (violão), Texo Cabral (flauta), Miguel Tejera (contrabaixo) e Bruno Coelho (percussão), os músicos trazem na bagagem a atuação junto à renomados artistas em estúdios e palcos que vão além das fronteiras do Rio Grande do Sul e do Brasil. Lançado em 2017, o primeiro álbum do grupo recebeu quatro indicações ao Prêmio Açorianos de Música de 2018, consagrando-se como Melhor Disco Instrumental, além de garantir o prêmio de Revelação do Ano. Já em 2021, o grupo lançou o álbum “Vinda Boa” Picumã+Arismar, com a participação do multi-instrumentista Arismar, do Espírito Santo. Buscando dar visibilidade para a música instrumental feita no Rio Grande do Sul e promover encontros e trocas musicais, entre 2019 e 2020, o quinteto também realizou o projeto #4QuartaAumentada, que recebeu mais de 150 instrumentistas brasileiros. Frank Solari - Solista do espetáculo Frank Solari Trio Item orçamentário: Músico instrumentista - 3 cachês (valor total R$4.950,00) Guitarrista, compositor, intérprete, produtor e arranjador, misturando o ritmo, a harmonia, a melodia e consolidando técnica e a elegância na arte musical, Frank Solari estará à frente do seu trio interpretando melodias virtuosísticas intercaladas com notas longas que trazem um timbre com enorme personalidade. Os 6 CDs lançados e as dezenas de participações como convidado em outras gravações são registros que confirmam esse talento. Frank tem grande experiência nos mais diversos estilos da música instrumental. Esteve no palco com Billy Cobham, baterista gigante do jazz, com Stanley Jordan, guitarrista com uma técnica revolucionária, com Renato Borghetti, Yamandu Costa, Baby do Brasil, Pepeu Gomes, Roberto Frejat e outros grandes nomes da música brasileira e internacional. Catarina Domenici - Solista do espetáculo Catarina Domenici Trio Item orçamentário: Músico instrumentista - 3 cachês (valor total R$4.950,00) Pianista, compositora, pesquisadora e educadora, Catarina Domenici possui uma formação sólida e multifacetada, cuja trajetória é marcada pelo livre trânsito entre diferentes gêneros, estilos e linguagens musicais. É professora titular do Departamento de Música e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atuou como docente nas seguintes instituições - Eastman School of Music, University at Buffalo (SUNY-Buffalo), ESMAR/MUSIKEON (Espanha), Nazareth College, Finger Lakes Community College, Eastman Community Music School, Conservatório de Tatuí – e festivais – Rebecca Penneys International Piano Festival (South Florida University, 2023), 1º Festival de Verão de Campos do Jordão (2022), Festival Internacional SESC de Pelotas (2018, 2017), Civebra (2014), Festival de Ouro Preto e Mariana (2013), Festival Internacional de Pianistas de Tatuí (2011), Chautauqua Summer Festival (2006-2009). Possui Bacharelado em Piano pela UNESP, Mestrado e Doutorado pela Eastman School of Music, onde também recebeu o Performer’s Certificate e o Prêmio Lizzie Teege Mason de melhor pianista, e realizou estágio de pós-doutorado na University at Buffalo. Recebeu bolsa de estudos do CNPq e da Chautauqua Institution. Paulo Dorfman - Solista do espetáculo Paulo Dorfman Trio Item orçamentário: Músico instrumentista - 3 cachês (valor total R$4.950,00) Considerado um dos maiores músicos do Rio Grande do Sul e responsável pela formação de diversas gerações de instrumentistas, apresenta uma seleção de composições autorais, além de clássicos do jazz e bossa nova. Ao seu lado estão Edu Saffi, músico talentoso e referência na cidade, cuja habilidade no contrabaixo é amplamente reconhecida, e Kiko Freitas, eleito o melhor baterista na categoria WORLD no Readers Pool da revista norte-americana Modern Drummer em 2019. Juntos, eles prometem um diálogo musical afinado, onde a música reluz com as improvisações que destacam o brilho singular de cada um. Dionara Schneider e Bernardo Zubaran - Duo que apresentará o espetáculo Transmutação Item orçamentário: Músico instrumentista - 2 cachês (valor total R$3.300,00) Bernardo Zubaran é um talentoso músico especializado em harmônica cromática e baixo, apresenta-se em "Transmutação", um show intimista ao lado de sua mãe, a pianista Dionara Schneider. Formado em música pela UFRGS, Bernardo começou como autodidata em vários instrumentos, crescendo em um ambiente musical que o envolveu desde a infância. Sua trajetória musical teve início em espaços icônicos como o Clube de Jazz Take Five. Ao longo dos anos, ele continuou a cativar o público em locais renomados, como o Café Concerto Majestic, Bar Odeon, Espaço Cultural 512, Café Fon Fon, Foyer Nobre do Theatro São Pedro, e em participações em espetáculo nos teatros de Porto Alegre. Dionara Schneider, sua mãe e parceira de palco, iniciou sua carreira com um foco especial em música brasileira, ampliando posteriormente seu repertório com trilhas sonoras de filmes, ritmos latino-americanos, rock, jazz e música erudita. Juntos, Bernardo e Dionara combinam suas influências diversificadas para criar uma fusão única de estilos. Marcelo - Solista, apresenta o espetáculo Phira Item orçamentário: Músico instrumentista - 4 cachês (valor total R$6.600,00) Marcelo Corsetti apresenta "Phira", uma fusão de jazz e música gaúcha, que destaca sua habilidade em criar uma experiência intimista e inovadora para o público. Com uma carreira de 35 anos e 15 discos lançados, Corsetti explora novas sonoridades ao combinar influências de Pat Metheny e Renato Borghetti, além de Diana Krall e Bebeto Alves. O repertório inclui composições autorais como "Tapajós", "Kaynakani", "Na viola do Teteco", "Florinha" e "Um sol na casa de tia Beth e tio Juca". A banda é formada por Dani Vargas na bateria, Cristiano Ludwig no saxofone, Mateus Albornoz no contrabaixo e Marcelo Corsetti na guitarra. Este espetáculo é um encontro dinâmico entre o jazz contemporâneo e as raízes da música regional, oferecendo ao público uma experiência musical rica em texturas e emoção. Quartchêto - Quarteto que apresenta um dos espetáculos do projeto. Item orçamentário: Músico instrumentista - 4 cachês (valor total R$6.600,00) Quartchêto é um grupo instrumental formado por artistas dedicados ao fomento da música brasileira feita no Sul do Brasil. Tem como missão compartilhar a arte com os amantes da música instrumental, despertar a curiosidade de novos ouvintes e atrair novos entusiastas para essa forma musical que mexe com a alma e estimula a imaginação. Apresenta um show com composições com ritmos muito conhecidos e ouvidos no Sul do Brasil, Argentina e Uruguai, com influências do choro, do jazz, da música de concerto, do samba e de outros gêneros que se somam em uma linguagem artística de infinitas possibilidades. Hilton Vaccari no violão, Júlio Rizzo no trombone, Ricardo Arenhaldt na percussão e Gabriel Romano no acordeom, compõem uma junção incomum de instrumentos que reverberam uma sonoridade agradavelmente peculiar. Um time de artistas comprometidos em oferecer um show inovador, bem humorado, descontraído e performático. Vinte e dois anos de carreira, solidez profissional, vasta experiência e pluralidade assinam a performance do Quartchêto.
O projeto Toque Show Instrumental apresenta exclusivamente música instrumental, tal qual está referido no nome, e agrega à experiência do espetáculo um momento de bate-papo com os artistas, abordando aspectos interessante de suas trajetórias profissionais e fazendo uma intermediação com a plateia, com o objetivo de preparar o ambiente para as emoções contidas no repertório musical que será apresentado a cada noite. A entrevista terá duração aproximada de 30 minutos e haverá um segundo momento, antes da apresentação do BIS, quando o entrevistador fará algumas perguntas elaboradas pelo público presente e recolhidas durante o espetáculo. Serão 10 espetáculos e cada um terá duração entre 60 e 70 minutos. Os eventos, na sua totalidade, terão duração aproximada de 100 minutos, podendo chegar a 2 horas. Todas as entrevistas e todos os espetáculos serão filmados na íntegra e este material será a base da web série que ficará disponível, com livre acesso, na internet, após a etapa de edição. Cada episódio terá 25 minutos e contará com canal de áudio descrição. Todas as pessoas que aparecerem no material audiovisual deverão assinar um termo declarando estar de acordo com o uso de sua imagem ou fazer uma declaração para a câmera com este mesmo teor. Os espetáculos, que ocorrerão na modalidade presencial, na casa de espetáculo Grezz, contarão com intérprete de Libras.
O projeto prevê o cumprimento das Medidas de Acessibilidade, conforme INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024 - DOU - Imprensa Nacional Art. 27. As propostas culturais apresentadas ao mecanismo Incentivo a Projetos Culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível para cada linguagem artística de seus produtos, sendo devidamente justificados e fundamentados, nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, doart. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, de modo a contemplar: I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais em espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; e II - no aspecto comunicacional de conteúdo, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto. § 1º Os custos com as ações de acessibilidade devem estar previstos no orçamento analítico do projeto, mesmo que oriundos de recursos próprios, caso seja executado de forma voluntária e incorporado aos serviços dos profissionais contratados, deverá ser indicado e justificado pelo proponente,comprovando a qualificação profissional do mesmo. § 2º O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto deverá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade. Art. 28. O proponente deverá oferecer medidas alternativas devidamente motivadas, para análise a fim de compensar eventual especificidade do projeto às medidas de acessibilidade previstas na legislação pertinente. Seção II Para as pessoas com deficiência, serão criados produtos específicos como PRODUTO: Apresentação/Gravação de Música Instrumental Acessibilidade Física: Os eventos serão realizados no Espaço Multicultural Grezz, em Porto Alegre, que conta com infraestrutura acessível, incluindo rampas, banheiros adaptados e uma equipe treinada para auxiliar pessoas com deficiência de mobilidade. O espaço conta com uma empresa especializada que presta assessoria, realizando o treinamento da equipe de recepção e dos garçons para oferecer um atendimento adequado a pessoas com deficiência física, visual, auditiva, bem como àquelas que apresentem espectros, síndromes ou condições que gerem limitações. Os custos desse atendimento já estão incluídos no valor da locação do espaço, que é de R$ 3.000,00 por espetáculo. Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Visual: Em cada evento, o mestre de cerimônias realizará a narração dos elementos visuais do local, como cenários, vestimentas dos músicos e ações, permitindo que pessoas com deficiência visual ou baixa visão compreendam melhor o ambiente em que se encontram. O valor desse serviço já está incluído no cachê do mestre de cerimônias, conforme indicado na planilha, no valor de R$ 678,00 por evento. Acessibilidade para PcD Auditivos: Para o projeto Toque Show Instrumental, os eventos contarão com um intérprete de Libras para a tradução das falas e das entrevistas com os artistas. Na planilha orçamentária, está previsto o valor de R$ 350,00 por apresentação para esse serviço. Para atender à acessibilidade de pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, como complementação ao atendimento já previsto para pessoas com deficiência auditiva, visual e física, serão disponibilizados fones de ouvido (abafadores) para auxiliar aqueles com hipersensibilidade auditiva. Esses produtos poderão ser adquiridos pelo proponente. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL Produto: Web série - 10 episódios com trechos musicais e das entrevistas Acessibilidade Física: Os eventos serão realizados no Espaço Multicultural Grezz, em Porto Alegre, que conta com infraestrutura acessível, incluindo rampas, banheiros adaptados e uma equipe treinada para auxiliar pessoas com deficiência de mobilidade. O espaço conta com uma empresa especializada que presta assessoria, realizando o treinamento da equipe de recepção e dos garçons para oferecer um atendimento adequado a pessoas com deficiência física, visual, auditiva, bem como àquelas que apresentem espectros, síndromes ou condições que gerem limitações. Os custos desse atendimento já estão incluídos no valor da locação do espaço, que é de R$ 3.000,00 por espetáculo. Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Visual: a cada episódio, será realizada uma narração dos elementos visuais que aparecem no vídeo, como cenários, vestimentas dos músicos e ações, permitindo que pessoas com deficiência visual ou baixa visão compreendam melhor o ambiente em que se encontram. O valor desse serviço já está incluído no cachê do narrador de audiodescrição, conforme indicado na planilha, no valor de R$ 310,00 por evento. Acessibilidade para PcD Auditivos: Para o projeto Toque Show Instrumental, os eventos contarão com um intérprete de Libras para a tradução das falas e das entrevistas com os artistas. O profissional tradutor de LIBRAS será gravado e inserido durante a edição de montagem da web série O custo de edição está dentro do acordo de produção da realização da contrapartida ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. Item da planilha orçamentária: informar qual é o item inserido na planilha orçamentária referente às medidas que serão adotadas. Não haverá despesas adicionais para esse produto, pois as acessibilidades estarão incluídas durante a realização dos eventos e serão incorporadas nos vídeos entregues como contrapartida.
Toque Show instrumental promoverá uma interação com espaços de ensino de música - escolas, universidade e projetos sociais que utilizam a música como forma de inserção social - e os frequentadores destes locais poderão, de acordo com a faixa etária, participar do ensaio aberto, assistir a entrevista com os convidados do dia e assistir o espetáculo. 50% da capacidade do espaço para o público está reservado para ser distribuído gratuitamente. O produto Web série, com 10 episódios de 25 minutos, com trechos de entrevistas e músicas de cada um dos espetáculos apresentados, será disponibilizado na internet. Das Medidas de Democratização de Acesso Art. 29. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3%(três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta.
Karine Rossi - proponente e responsável pela coordenação geral e gestão do projeto. Item orçamentário: inserido nos custos administrativos Atuou como produtora executiva em diversos projetos de Pedrinho Figueiredo. No lançamento do cd Primeira Impressão e na 1ª e 2ª edição do projeto Toque Show, com encontros com Hique Gomez, Nelson Coelho de Castro, Antonio Villeroy, Leandro Maia e outros convidados. Este projeto de entrevistas é o que dá origem a esta versão focada na música instrumental. Foi a proponente do projeto do cd Jogo de Peteca, realizado com verba do edital do Fumproarte, da Prefeitura de Porto Alegre, com obras do pianista Paulo Dorfman gravadas pelo compositor em duo com Pedrinho Figueiredo. Rosane Furtado - produção executiva Item orçamentário: Produtor executivo - 5 meses (valor total R$12.000,00) É produtora cultural e executiva e atua desde 2017 nos grandes espetáculos da Orquestra Villa-Lobos. Produção Espetáculo: 2023 – AFRIKA – ORQUESTRA VILLA-LOBOS, auditório Araújo Vianna – Financiamento FAC PROCULTURA–RS. Direção de Produção documentário Cantata Sete Povos – Episódio 1 e 2 - Documentário sobre a obra musical do compositor Raul Ellwanger, criador da “Cantata Sete Povos”. Produção show Comemorativo dos 30 Anos da Orquestra Villa-Lobos, Theatro São Pedro – Porto Alegre; Espetáculo de Encerramento Sarau do Solar – Theatro São Pedro – Orquestra Villa-Lobos; Teatro Bourbon Country– Espetáculo Bituca – Orquestra Villa-Lobos; Produção no Edital de Concurso Aquisição de Bens e Materiais- Lei Aldir Blanc para a OVL; Produção OVL – realizada no auditório Araújo Vianna – Dezembro 2019 – Espetáculo AFRIKA; Produção OVL realizada no auditório Araújo Vianna – Dezembro 2018 – Espetáculo PAZ & AMOR; Produção OVL realizada no auditório Araújo Vianna – Dezembro 2017 – Espetáculo FAZ ESCURO MAS EU CANTO. Pedrinho Figueiredo - Entrevistador do projeto e solista do espetáculo Pedrinho Figueiredo Quarteto Item orçamentário: Mestre de Cerimônia - 10 eventos (valor total R$6.780,00) Músico instrumentista - 4 cachês (valor total R$6.600,00) É flautista, saxofonista, compositor, arranjador, produtor musical e Licenciado em Música. Participou de aproximadamente mil músicas em mais de 400 discos em vinil, cds e dvds, e atuou como técnico de gravação ou produtor musical, em cerca de 250 discos e dvds. Integra o grupo de Renato Borghetti há 34 anos, com quem se apresentou em mais de 40 países, além de desenvolver seu trabalho como solista e compositor. Elaborou cerca de 800 arranjos orquestrais para intérpretes regionais e nacionais. Entre eles estão: Ivan Lins, MPB 4, Zé Caradípia, Lenine, Luiz Carlos Borges e Vítor Ramil. Em 2018 criou o projeto Toque Show, promovendo encontros com compositores, entrevistando-os e tocando com eles. Toque Show teve 18 encontros, em Porto Alegre e no interior, circulando por diversos espaços culturais, consagrando-se com a ocupação do Foyer do Theatro São Pedro, na última série. O projeto foi muito bem recebido pela imprensa, com páginas inteiras de jornais, programas de televisão em horário nobre e interesse de rádios e sites de cultura. No início de 2023, o flautista criou o projeto Bossa Nova no RS, solando arranjos seus escritos para a Orquestra da UCS, e circulou em 10 cidades do interior do RS, além de apresentar o projeto na Sala de concerto da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e na abertura do Festival Internacional de Música do SESC/RS. Em agosto de 2023, lançou o CD “Jogo de Peteca”, em duo com o pianista e compositor Paulo Dorfman. Realizará as entrevistas do Toque Show Instrumental e apresentará um espetáculo acompanhado por Antonio Flores, violão, Luiz Mauro Filho, piano, e Bruno Coelho, percussão. Emily Borghetti - Criação de identidade visual e arte do material gráfico e virtual Item orçamentário: inserido nos custos de divulgação É arquiteta, com especialização em Arquitetura e Cenografia. Atua junto a instituições culturais em projetos de arquitetura de interiores, design gráfico, design interpretativo, cenografia e museografia. Criou projetos de Identidade Visual, Capas de Discos, Catálogos e Livros, Cartazes, Material Web de Divulgação e Papelaria, para diferentes projetos culturais. É a autora do projeto arquitetônico da Fábrica de Gaiteiros, na Barra do Ribeiro, e da exposição itinerante A Fantástica Fábrica de Gaiteiros Roberta Amaral -Assessoria de Imprensa Item orçamentário - inserido nos custos de divulgação Formada em Jornalismo pela PUC-RS, em 2001, trabalha há 27 anos com assessoria de imprensa. Estagiou no Palácio do Governo Estadual, em 1995, e posteriormente foi assessora do deputado estadual Alexandre Postal, acompanhando-o em 2004 na Secretaria de Estado dos Transportes. Esteve na Agência de Notícias, TV e rádio da ALERGS de 2007 a 2009. Após esse período, atuou como repórter da Rádio CBN, Revista Voto, Prefeitura de Porto Alegre, coordenadora de imprensa da Secretaria de Estado da Cultura e da Casa de Cultura Mario Quintana. Atualmente, coordena a imprensa/comunicação da Fundação Iberê Camargo. Na área da cultura, esteve na assessoria de imprensa para o projeto Sarau Voador – Literatura e Improvisos Transcriados (2018/19); Companhia de Solos & Bem Acompanhados (2018/19); espetáculo Revolução Farroupilha, uma História de Sangue e Metal (vencedor do edital da Câmara de Vereadores em 2018); curadoria e produção do projeto Jazz na Beira – Fazenda O Butiá (2018 a 2022); João Maldonado | Jazz; Lucida Desenvolvimento Cultural (dança); Eva Schul (dança), Eduardo Severino (dança), Caco Coelho (teatro); Espaço 373; Bell’Anima Produções Artísticas, Centro Cultural 25 de Julho, BARHO Produções no RS e Espetáculo FICCÕES/ Vera Holtz no RS. Renato Borghetti - Músico homenageado do projeto e solista do espetáculo Renato Borghetti Quarteto. Item orçamentário: Músico convidado (R$16.000,00) No seu primeiro álbum, gravado em 1984, ganhou o primeiro disco de ouro da história da música instrumental brasileira. Com um estilo único e a sua gaita ponto, tem realizado diferentes leituras de obras da música do Rio Grande do Sul, agregando influências de outros estilos brasileiros e internacionais. Renato mescla folclore e modernidade em suas composições, tendo um estilo inconfundível. Além da agenda exterior, o músico cumpre extensa programação em território nacional, levando a música gaúcha aos mais diversos cantos de nosso Brasil. Tem 26 discos gravados e dezenas de participações em gravações. Idealizado por Borghetti, em 2010 nasceu a Fábrica de Gaiteiros, um projeto de resgate cultural do Instituto Renato Borghetti de Cultura e Música, voltado à educação musical através da gaita para crianças e jovens de 7 a 15 anos. O projeto já possui 18 unidades de ensino até o momento (no RS, SC e Uruguai). Dunia Elias -Solista do espetáculo Dúnia Elias Quarteto Item orçamentário: Músico instrumentista - 4 cachês (valor total R$6.600,00) É conhecida pelo público gaúcho como uma artista original, que se expressa como pianista, compositora e atriz-pianista, tendo sido várias vezes premiada em festivais, no Rio Grande do Sul e fora dele. Sua música retrata a identidade sonora do sul do Brasil, no pedaço de mundo contido entre Brasil, Argentina e Uruguai – a vasta região do Pampa, onde as fronteiras geográficas se confundem e se diluem. Música com tempero jazzístico. Suas composições refletem essas influências que permeiam seu universo sonoro: “Choro Pampeano” (Prêmio Plauto Cruz no Festival de Choro de Porto Alegre 2005), “Antonio Abdallah” (milonga e dança árabe), “Candombe no Bomfim” (2º lugar no 13º Festival de Música de Porto Alegre), “O Choro do Bugio” (Melhor Música Instrumental no XI Musicanto).Três dos instrumentistas mais versáteis do RS a acompanham, formando uma parceria de longa data: Artur Elias na flauta, Giovani Berti na percussão e Miguel Tejera no contrabaixo. Demais currículos da programação artística na aba "Outras Informações"
PROJETO ARQUIVADO.