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O projeto "Re.Existência - Cultura, Inovação e Sustentabilidade" propõe uma programação multidisciplinar com foco na valorização artística, inovação tecnológica e conscientização ambiental. O eixo CULTURA será explorado por meio de apresentações musicais, exposição coletiva, oficinas de dança, escrita criativa, pandeiro, etc. A INOVAÇÃO será integrada nas atividades formativas através das oficinas como produção musical, fotografia, audiovisual, discotecagem e iluminação cênica, utilizando ferramentas tecnológicas e de software livre. O eixo SUSTENTABILIDADE permeia o projeto, com diálogos reflexivos sobre a emergência climática, conduções guiadas e exibição de filmes socioambientais.
Exibição de Documentários com temática Socioambiental Serão exibidos os seguintes documentários: Cordão Verde O documentário Cordão Verde, uma coprodução brasileira e holandesa de Hopi Chapman investiga a importância da produção de alimentos orgânicos nas cidades de Porto Alegre e Amsterdã. São mostrados o trabalho de produtores, feiras, lojas, escolas, especialistas da área e consumidores em ambos os países. O documentário O Cordão Verde aborda as zonas verdes nas cidades de Porto Alegre e Amsterdam, desenvolvidos por iniciativas de produção local, agroecológica e familiar. A presença do cordão verde desempenha um importante papel na promoção e preservação do meio ambiente, especialmente no contexto da pandemia, que reforça a necessária adesão a estilos de vida mais ecológicos e sustentáveis. Série Culturando: Episódio 1: UM LUGAR PARA VOLTAR Desejos e incertezas de cinco jovens que fazem parte do grupo de teatro Galegos & Frangalhos, na região metropolitana de Porto Alegre. Letras, dança, artes visuais, teatro, cada um estuda a área que mais interessa. Juntos eles desenvolvem suas peças e ministram oficinas para jovens e crianças. Além de superarem seus fantasmas interiores, eles lutam para difundir sua arte e transmitir a mesma paixão para outros futuros artistas. Episódio 2: PLANTAR, COLHER E COMER Jovens agricultores trocam experiências sobre agroecologia. Além de cuidar da terra, cozinhar e estudar, eles administram a rede que cuida do manejo sem agrotóxicos, da comercialização em feiras, até a criação dos rótulos. Mais do que uma atividade para ganhar dinheiro, eles vivem um estilo de vida em harmonia com a natureza. Episódio 3: SOBRE RODAS NUMA ILHA Cinco jovens de Florianópolis descobriram sua ligação com a bicicleta a ponto de mudar suas vidas. Seja fazendo do esporte seu meio de vida com serviços de entregas, seja produzindo acessórios ou consertando e ensinando outros consertar. A cultura de andar pela cidade com mais liberdade é um ideal comum a todos. Episódio 04 - ISSO ME FAZ PENSAR A realidade de jovens da periferia de Porto Alegre que vivem a cultura hip hop, enquanto enfrentam cotidianamente situações de preconceito, escassez e violência. Do raro protagonismo feminino em um ambiente dominado pelos homens, às dificuldades em manter o trabalho com a música, a dança ou o grafitti. Batalhas de slam, feiras livres, oficinas em escolas, marchas e shows acabam sendo para estes batalhadores um ato de resistência. Episódio 5: EU ME SINTO INFINITO. Na periferia de Curitiba, um grupo de jovens está formando uma produtora para realizar seus próprios filmes e os filmes dos amigos: poetas, músicos, skatistas e dançarinos. Além da faculdade, o grupo já trabalha com registros audiovisuais enquanto busca alternativas para promover a cultura local. Diálogos Reflexivos Serão organizados três encontros ao longo do período da exposição. Os currículos resumidos dos debatedores dos encontros estão descritos em documento próprio anexado nesta plataforma. Encontro 1: A Enchente de 24 Este primeiro encontro será uma mesa redonda com os autores do livro A Enchente de 24: A História da Maior Tragédia Climática de Porto Alegre. Rodrigo Lopes, Marcelo Gonzatto e André Malinoski discutirão a tragédia climática de 2024 e seus impactos sobre a cidade, conectando a literatura à memória coletiva e às questões ambientais. Rodrigo Lopes, mestre em Comunicação, é reconhecido por sua especialização em jornalismo ambiental. Marcelo Gonzatto e André Malinoski são jornalistas experientes que colaboraram na obra, apresentando uma visão crítica e informativa sobre os eventos. Encontro 2: Memória e Identidade Julia Dantas e Carol Bensimon, autoras contemporâneas de Porto Alegre, participarão de um diálogo sobre suas obras literárias e como a literatura pode explorar crises e resiliência. Julia trará reflexões baseadas em seu Diário da Enchente, em que narra suas experiências pessoais durante a tragédia climática. Carol Bensimon, premiada autora de O Clube dos Jardineiros da Fumaça (ganhador do prêmio Jabuti 2018), discutirá temas como identidade e memória, recorrentes em suas obras. O encontro será mediado pela coordenadora do projeto, Mariele Giovanas, que incentivará um debate sobre a importância da literatura na reconstrução emocional e social pós-catástrofe. Encontro 3: Conhecimento Livre e Ancestralidade Este terceiro encontro será uma troca de saberes entre Sady Jacques, da Associação do Software Livre (ASL), e Paulo Romeo Deodoro, do Instituto Sociocultural Afrosul Odomodê. Eles abordarão como a ancestralidade e a cultura afro-brasileira podem dialogar com as inovações tecnológicas e o conhecimento livre. Temas como inteligência artificial, acessibilidade, saúde mental e sustentabilidade também serão discutidos. Percursos Guiados Percurso Fotográfico na Cidade Baixa - Condução do fotógrafo Eduardo Seidl e da guia de turismo Mariele GiovanasUma caminhada de 3 horas guiada, focada na documentação fotográfica de espaços históricos e culturais da Cidade Baixa. Durante o percurso, os participantes irão registrar imagens que refletem o contexto social e histórico do bairro, contribuindo para a memória visual da região. Roteiro Histórico-Cultural na Cidade Baixa - Condução da guia de turismo Mariele GiovanasRoteiro de 3 horas de imersão no patrimônio histórico e cultural do bairro, com cinco paradas em marcos na história da cidade, icomo a Praça Açorianos e o Solar Lopo Gonçalves. O trajeto oferece uma imersão na história local e na vida cultural, proporcionando aos participantes a oportunidade de conhecer e valorizar o segundo bairro mais antigo de Porto Alegre. Trilha Ecológica no Morro da Ponta Grossa - Condução da guia de turismo Juliana Peixoto e do historiador Vagner EiflerA trilha ao redor do Morro da Ponta Grossa oferece uma experiência única de contato com a natureza e história local. Com paradas para contemplação, fotos e curiosidades, os participantes também aprenderão sobre a Antiga Estação Transmissora da Rádio Farroupilha e o Projeto Cultural Histórias da Ponta Grossa. Exposição Coletiva "Do Caos à Alma" A exposição "Do Caos à Alma" convidará a comunidade artística a expor suas visões e provocar a reflexão do público sobre os eventos climáticos extremos de 2024, um marco na história recente do Rio Grande do Sul, e sobre a urgência de desenvolver uma consciência ambiental que se traduza em ações práticas. Através de diferentes linguagens artísticas — fotografia, pintura, escultura e vídeo — a exposição traça um percurso entre a destruição provocada pelas enchentes e a resiliência humana. Com a curadoria do artista Paulinho Chimendes, obras expostas deverão refletir o impacto devastador da tragédia climática, enquanto lançam um olhar poético sobre a relação entre a humanidade e a natureza. Essa reflexão é não apenas uma resposta ao desastre de 2024, mas também um chamado urgente à ação, destacando como a arte pode funcionar como um catalisador para mudanças sociais e ambientais.
Objetivo Geral O objetivo principal do projeto é proporcionar uma programação multidisciplinar que promova a qualificação técnica e artística de profissionais da cultura e da comunidade interessada, desenvolvendo a conscientização socioambiental e resgatando a vivência e memória da população com o tradicional bairro Cidade baixa, atingido pela enchente de maio de 2024. Ao ressignificar o mês de maio, o projeto transforma esse período em um marco cultural para Porto Alegre, conectando artistas, comunidade, inovação e sustentabilidade. Objetivos Específicos 1. Apresentações musicais Realização de 10 apresentações musicais distribuídas ao longo de 5 dias de evento, em uma curadoria de artistas locais que representam diferentes gêneros e estilos, sensibilizando o público para questões relacionadas à sustentabilidade, inclusão e inovação. As apresentações têm o propósito de fortalecer a conexão entre artistas e comunidade, utilizando o potencial da arte para estimular reflexões sobre a preservação ambiental e o impacto das mudanças climáticas. O evento também serve como uma plataforma para novas vozes artísticas na cena local, ampliando sua circulação, oportunizando intercâmbio cultural e reforçando o papel da música como ferramenta de transformação social. 2. Exibição de documentários com temática socioambiental Realização de no mínimo 4 exibições de documentários com temáticas ligadas à sustentabilidade, cultura local e questões ambientais. Utilizando a narrativa cinematográfica como ferramenta, o público será convidado a refletir sobre o impacto humano, local e global, no meio ambiente e o papel da inovação tecnológica em sua preservação. As sessões serão abertas ao público, legendadas, e sempre que possível, seguidas de debates para fomentar a troca de ideias. Poderão ser realizadas sessões extras para escolas e outras entidades afins. 3. Exposição coletiva de artes visuais Realização de Exposição Coletiva "Do Caos à Alma", apresentando diferentes linguagens artísticas, como fotografia, artes plásticas e literárias. Além de artistas convidados, o Espaço Cultural 512 realizará uma chamada aberta para inscrições de interessados em expor obras que tenham relação direta com as enchentes de maio de 2024 ou com temas de sustentabilidade ambiental. A exposição terá a curadoria do artista visual Paulo Chimendes garantindo que as obras reflitam os objetivos do projeto: promover a diversidade artística e cultural, oferecendo um espaço de expressão para artistas locais e regionais, ao mesmo tempo em que sensibiliza o público para temas relacionados ao meio ambiente. A exposição contará com audiodescrição para as obras. 4. Diálogos reflexivos Realização de no mínimo 3 encontros pautando temas como ancestralidade, conhecimento livre, inovação tecnológica, saúde mental, sustentabilidade e literatura. Os Diálogos Reflexivos serão encontros entre jornalistas, escritores e especialistas de diversas áreas, que em diálogo com o público, compartilharão suas experiências e perspectivas sobre Maio de 2024. Ocorrerá transmissão ao vivo via internet com legendas em tempo real, garantindo o acesso de pessoas surdas. As novas tecnologias desempenham um papel central na promoção da inclusão social, tornando o conhecimento mais acessível e democratizado. Dessa forma, os Diálogos Reflexivos não apenas exploram questões relevantes, mas também praticam o que pregam, integrando inovação tecnológica para criar um espaço verdadeiramente inclusivo. 5. Percursos Guiados com foco em rota de Patrimônios histórico-culturais Inspirado em projetos como o Museu do Percurso do Negro em Porto Alegre, com o intuito de resgatar as marcas e o patrimônio (material e imaterial) da cultura de matriz africana na cidade, foram desenvolvidas três atividades imersivas: um Percurso Fotográfico na Cidade Baixa para documentar o bairro, um Roteiro Histórico-Cultural pelos principais marcos da região e uma Trilha Ecológica no Morro da Ponta Grossa que combina natureza e história local, considerando as diretrizes da Educação Patrimonial, presentes na Portaria Iphan nº 137, de 28 de abril de 2017. Percurso Fotográfico na Cidade Baixa - Grupo de 20 pessoasUma caminhada de 3 horas focada na documentação fotográfica de espaços históricos e equipamentos culturais da Cidade Baixa, como o Museu de Porto Alegre, Convento das Carmelitas, Solar Lopo Gonçalves, etc. Durante o percurso, os participantes irão registrar imagens que refletem o contexto social e histórico do bairro, contribuindo para a memória visual da região. Roteiro Histórico-Cultural na Cidade Baixa - Grupo de 20 pessoasRoteiro de 3 horas, com cinco paradas em marcos históricos e culturais do bairro (Largo dos Açorianos, Travessa dos Venezianos, Rua da Margem, etc), oferecendo uma imersão na história local e proporcionando aos participantes a oportunidade de explorar o segundo bairro mais antigo de Porto Alegre, atingido pela enchente de maio de 2024 em sua totalidade. Trilha Ecológica no Morro da Ponta Grossa - Grupo de 20 pessoasTrilha de 4 horas pelo Morro da Ponta Grossa em zona rural de Porto Alegre, proporcionando experiência de contato com a natureza, contemplação e história local. Através do Projeto Cultural Histórias da Ponta Grossa os participantes aprenderão sobre a Antiga Estação Transmissora da Rádio Farroupilha entre outros resgates da memória do bairro e da cidade. 6.Oficinas de Formação Oferta de 150 vagas em 9 oficinas técnicas e artísticas voltadas para capacitação e qualificação de profissionais e população interessada nas áreas de: Escrita Criativa, Fotografia, Pandeiro, Dança Afro-Gaúcha, Produção Audiovisual, Iluminação Cênica, Sonorização Avançada, Workshow de Guitarra e Grafite. 7. Residência Artística Oferta de 30 vagas em duas propostas de Residência Artística para formação técnica intensiva nas áreas de produção musical, discotecagem, engenharia de som, iluminação, gestão de palco, captação de imagem, edição e direção de vídeo. Durante o período de residência, os participantes integrarão a equipe técnica dos eventos, aplicando os conhecimentos adquiridos e fortalecendo suas habilidades e oportunidades de inserção no mercado cultural, além de criar um produto final, documentando todo o projeto.
O projeto Re.Existência _ Cultura, Inovação e Sustentabilidade é um evento multidisciplinar e multilíngue que visa conectar a cultura, a inovação tecnológica e a sustentabilidade por meio de uma série de atividades culturais e formativas. O objetivo é promover uma reflexão sobre os desafios contemporâneos da sociedade, ao mesmo tempo em que se cria uma plataforma inclusiva e acessível, especialmente para grupos sub-representados. O Espaço Cultural 512 foi diretamente atingido pelas enchentes de maio de 2024, tendo seu espaço físico invadido pelas águas. Isso acarretou em diversos prejuízos e no cancelamento de todas as atividades, durante meses. A Lei Rouanet é essencial para o financiamento do projeto Re.Existência, uma vez que viabiliza a captação de recursos privados por meio de incentivos fiscais. Esses recursos são indispensáveis para o custeio das atividades planejadas, como a realização de oficinas, residências artísticas e diálogos reflexivos, além da contratação de profissionais capacitados e a manutenção de uma estrutura técnica adequada para a execução do evento. Sem esse aporte, fica inviável proporcionar o acesso gratuito e democrático às atividades, especialmente para comunidades tradicionalmente marginalizadas. O projeto, portanto, se enquadra em diversas disposições do Art. 1º da Lei 8.313/91, bem como alcança os objetivos previstos no Art. 3º da referida norma. Enquadramento no Art. 1º da Lei 8.313/91 Inciso I _ Facilitar o acesso aos direitos culturaisO projeto propõe uma programação acessível ao público, incluindo apresentações musicais, exposição audiovisual, encontros literários, etc., com entrada gratuita. Isso amplia o acesso de pessoas de diferentes origens sociais e econômicas às atividades culturais, democratizando o exercício dos direitos culturais. Inciso II _ Regionalização e promoção da cultura localO projeto valoriza a produção artística local de Porto Alegre, ao mesmo tempo em que cria conexões com redes internacionais. Através da valorização dos artistas regionais, ele promove a cultura local e conecta a comunidade com tendências globais, fomentando a regionalização e o desenvolvimento cultural sustentável. Inciso III _ Apoiar e divulgar as manifestações culturaisRe.Existência apoia diversas expressões culturais e artísticas, como música, fotografia, cinema, grafite e outras. O evento fomenta um espaço de diálogo entre as artes tradicionais e contemporâneas, proporcionando maior visibilidade para criadores e suas obras. Inciso IV _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileiraO projeto traz as expressões afro-brasileiras e indígenas e seu papel protagonista na discussão socioambiental e na formação do arcabouço artístico brasileiro, integrando essas tradições ao contexto moderno de inovação e sustentabilidade. Através das oficinas, diálogos e atividades artísticas, as expressões culturais dos diferentes grupos formadores da nação são valorizadas e preservadas. Inciso VII _ Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povosAo promover um evento multilíngue e multicultural, o projeto estimula o intercâmbio cultural e o respeito pela diversidade de valores e tradições de outros povos, conectando as práticas locais a um discurso global. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; O projeto fomenta a produção artística local, com a realização de exposições, exibição cinematogrática e apresentações musicais. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; O projeto contribui para a preservação do patrimônio histórico, cultural e artístico da cidade e do país, na medida em que desenvolve a educação patrimônial nas conduções histórico-culturais, em que pauta a ancestralidade e os saberes dos povos originários na discussão ambiental, que ministra atividades formativas em expressões culturais brasileiras, como dança afro-gaúcha, grafite e pandeiro. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; O projeto garante o acesso gratuito e com preços populares a TODAS as atividades culturais, estimulando o conhecimento dos bens e valores culturais, especialmente entre comunidades de baixa renda. Isso atende ao inciso IV(a) do Art. 3º, que apoia a distribuição pública de ingressos para eventos culturais.
Resultados Esperados: - Engajamento comunitário: Através das atividades artísticas, culturais e formativas, espera-se promover um engajamento mais profundo da comunidade com as questões socioambientais, utilizando a arte como ferramenta de conscientização. - Formação técnica e artística: As oficinas fornecerão formação prática e técnica para 150 participantes, desenvolvendo novas habilidades que podem ser aplicadas no contexto artístico, no mercado de produção cultural e na vida cotidiana. - Conscientização ambiental: O projeto visa sensibilizar a população sobre a importância da preservação ambiental, utilizando a arte, as oficinas e a trilha de ecoturismo para criar conexões entre o público e o meio ambiente. - Ressignificação do mês de maio: Espera-se transformar o mês de maio em um período de reflexão e ação, tornando-o um momento culturalmente significativo para Porto Alegre, ao invés de ser lembrado apenas pela tragédia climática.
APRESENTAÇÕES MUSICAIS Todas as apresentações musicais ocorrerão no palco do Espaço Cultural 512 que tem capacidade de público de 436 pessoas conforme o PPCI 17090/1. O palco tem 19 m2 nas dimensões de 5.6m largura x 3.4m de profundidade x 0.5m de altura e contará com equipamentos de som e luz conforme a necessidade das bandas. Foi realizado orçamento para os elementos principais da aparelhagem seguindo as especificações abaixo: Elementos principais: Painel Led P3 indoor -7680hzGabinetes 960x960mm12 gabinetes - Montagem 6x2 Mesa de som: Behringer X32 P.As: Leacs VIP 1000 (1000 W rms @ 4 OHMS)Sub Woofer Sub Vip 500, (500 W rms) Caixas de som: 7 x MRS X12 - Utilizadas como monitores de retorno para os músicos,Cubo de instrumento: Meteoro BX 200 - Um amplificador para guitarra ou baixo, comum em setups de bandas.Bateria: Yamaha YD Series. Bumbo, 1 tom, surdo, 3 pedestais de prato, máquina de chimbau, estante de caixa e banco. Microfones e D.Is 8 Shure Sm58;2 Shure GLX-D;2 Kit bateria Samson;8 Behringer Ultra D.I 100 (Direct box)12 pedestais grandes1 pedestal pequeno Luzes: DMX Master II CA-1612w;Canhão Led (x 6);6x Moving Head Outros itens poderão ser incluídos, conforme a necessidade das bandas. MOSTRA AUDIOVISUAL Cordão Verde, documentário sobre a produção orgânica em Amsterdam e Porto Alegre. Foi selecionado no Film Food Festival em São Paulo, 2022 e no Festival VerdeCine (2024). Série Culturando - série de 5 episódios documentários de 26min cada. Culturando é uma coprodução da Modus Produtora com a Flow filmes e pH7 Filmes. Realizada através da Chamada Pública PRODAV 12/2015, TVs Públicas, FSA/BRDE/ANCINE com a EBC-TV Brasil. A exibição destas obras ocorrerá sempre de forma gratuita ao público em painel Led de 6m x 2m, disponível durante 45 dias de 2025 no Espaço Cultural 512. Poderão ser realizadas sessões extras para escolas e outras entidades afins DIÁLOGOS REFLEXIVOS Encontros de 1h30, realizados logo após a exibição dos documentários, com escritores e especialistas, sobre os temas já expostos. Será realizado a transmissão via internet através do canal Espaço Cultural 512 gratuitamente no youtube. Para todas as atividades que serão transmitidas através da internet serão utilizados os seguintes equipamentos: Cameras Panasonic LUMIX BS1H (Lente Panasonic 24-105mm) e Sony alfa7iii (lente 28-50mm) Monitor e gravador Atomos Ninja V+ 8k e Ilha de edição 4k. Exposição Coletiva "Do Caos à Alma" O Espaço Cultural 512 irá disponibilizar 8 (oito) quadros nas dimensões 80cm x 60cm, 2 (dois) quadros nas dimensões 120cm x 80cm e poderá também aceitar obras em suportes diversos que serão alocados nos painéis de estrutura "malha POP" já disponivel no local nas dimensões de: 1 painel de 10m x 1,40m e 2 paineis de 2m x 1,4m no salão principal, 1 painel de 5.5m x 2m no salão vermelho. e outros suportes menores em outras duas paredes de 2m x 2.15m, no Hall de entrada conforme as fotos do anexo da proposta Expográfica.
*ACESSIBILIDADE FÍSICA 1. Rampas de acesso: O espaço já conta com rampas para permitir a locomoção de pessoas cadeirantes e com mobilidade reduzida. 2. Lugares reservados: Serão reservados lugares preferenciais a frente do palco ou em local que garanta a visibilidade para os participantes com necessidades especiais e seus acompanhantes. 3. Banheiros acessíveis: O espaço conta com banheiros para adequados para pessoas cadeirantes e com mobilidade reduzida, com portas largas e barras de apoio, garantindo o conforto e segurança dos usuários. 4. Apoio técnico: Haverá profissionais disponíveis para prestar auxílio na locomoção ou necessidades específicas. **ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO. 5. LIBRAS: Profissionais capacitados como intérpretes de LIBRAS. 6. Audiodescrição: Será oferecida audiodescrição das obras para pessoas com deficiência visual. 7. Legenda descritiva: As apresentações audiovisuais já contam com legendas em português. Também utilizaremos ferramentas de inteligência artificial para geração de legendas em tempo real. 8. Acessibilidade para PcD intelectuais: monitores treinados. 9. Transmissão em tempo real via web e upload do conteúdo no youtube. PRODUTOS Apresentações musicais: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Itens 1. 2. 3. e 4. (O Espaço Cultural 512 já está equipado para a acessibilidade física) Item da planilha orçamentária: Item 37. (Para Apoio técnico) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: 4. Apoio técnico. Item da planilha orçamentária: item 37. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: 7. Legenda descritiva: Item da planilha orçamentária: item 37. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: 8.Monitores Treinados Item da planilha orçamentária: item 37. (Para Apoio técnico). Exibição audiovisual: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Itens 1. 2. 3. e 4. (O Espaço Cultural 512 já está equipado para a acessibilidade física) Item da planilha orçamentária: Item 37. (Para Apoio técnico) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Não previsto Item da planilha orçamentária: não previsto ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: 7. Legenda descritiva: Item da planilha orçamentária: As obras já são legendadas e com descrição. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: 4. Apoio técnico e 8.Monitores Treinados Item da planilha orçamentária: item 13. Exposição de Artes Visuais: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Itens 1. 2. 3. e 4. (O Espaço Cultural 512 já está equipado para a acessibilidade física) Item da planilha orçamentária: Item 37. (Para Apoio técnico) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: 6.Audiodescrição Item da planilha orçamentária: item 16. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Qr-codes direcionando para materiais explicativos das obras desenvolvidos pelo curador. Item da planilha orçamentária: item 17. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: 4. Apoio técnico e 8.Monitores Treinados Item da planilha orçamentária: item 37. Diálogos Reflexivos: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Itens 1. 2. 3. e 4. (O Espaço Cultural 512 já está equipado para a acessibilidade física) Item da planilha orçamentária: Item 37. (Para Apoio técnico) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Mediação verbal detalhada. Professores e facilitadores devem descrever com clareza tudo o que está sendo apresentado visualmente, como materiais, formatos, ações e posicionamento. Uso de linguagem objetiva e instruções passo a passo. Item da planilha orçamentária: item 37. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: 5.Libras Item da planilha orçamentária: item 2. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: 4. Apoio técnico e 8.Monitores Treinados 9. Transmissão e Upload no Youtube. Item da planilha orçamentária: item 5. item 37. Percursos guiados: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Transporte e Apoio Técnico. Transporte em ônibus equipado com acessibilidade de cadeirantes conforme a necessidade identificada nas inscrições. Item da planilha orçamentária: Item 6. Item 37. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: 8.Monitores Treinados Item da planilha orçamentária: Item 8 e item 37. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: 5.Libras Item da planilha orçamentária: item 7. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: 4. Apoio técnico e 8.Monitores Treinados, caso necessário conforme as inscrições. Item da planilha orçamentária: item 8 e item 37. Oficinas: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Itens 1. 2. 3. e 4. (O Espaço Cultural 512 já está equipado para a acessibilidade física) Item da planilha orçamentária: Item 27. (Para Apoio técnico) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: 8. Monitores treinados caso necessário conforme as inscrições Item da planilha orçamentária: item 27. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: 5.Libras 7.Legendas Descritivas Item da planilha orçamentária: item 23. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: 4. Apoio técnico e 8.Monitores treinados, caso necessário conforme as inscrições. Item da planilha orçamentária: item 27. Residências Artísticas: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Itens 1. 2. 3. e 4. (O Espaço Cultural 512 já está equipado para a acessibilidade física) Item da planilha orçamentária: Item 37. (Para Apoio técnico) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Mediação verbal detalhada. Professores e facilitadores devem descrever com clareza tudo o que está sendo apresentado visualmente, como materiais, formatos, ações e posicionamento. Uso de linguagem objetiva e instruções passo a passo. 8. Monitores treinados caso necessário conforme as inscrições Item da planilha orçamentária: item 37. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: 7. Legendas descritivas Item da planilha orçamentária: item 37 ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: 4. Apoio técnico e 8.Monitores treinados, caso necessário conforme as inscrições. Item da planilha orçamentária: item 37. Com essas medidas, o Re.Existência garante que seu evento seja verdadeiramente inclusivo, oferecendo acessibilidade tanto física quanto de conteúdo para todos os participantes.
O projeto Re.Existência foi desenhado para promover a democratização da cultura, garantindo amplo acesso às atividades e conteúdos oferecidos. Visando alcançar diferentes públicos e ampliar o impacto social e cultural da proposta, adota a gratuidade e o preço popular para todas as propostas, reservando ainda vagas para públicos minoritários, conforme descrito abaixo. Produto 1. Apresentações musicais: comercialização de 70% dos ingressos a preço popular de 30 reais para todos os shows, e distribuição gratuita de 30% de ingressos afirmativos (comunidade negra, indígena e lgbtqia+) por ordem de retirada. Produto 2. Exibição audiovisual: todas as exibições de filmes curta-metragem terão entrada franca. Produto 3. Exposição de Artes Visuais: acesso gratuito ou pago conforme a programação das outras propostas realizadas no Espaço (shows, exibição audiovisual e Diálogos). Produto 4. Diálogos Reflexivos: todos os encontros com autores e especialistas terão entrada franca. Produto 5. Percursos guiados: as conduções fotográfica, histórico-cultural e ecológica terão 70% das inscrições ao preço popular de 30 reais, e distribuição gratuita de 30% de inscrições afirmativas (comunidade negra, indígena e lgbtqia+) por ordem de retirada. Produto 6. Oficinas: todas as propostas das oficinas terão 70% das inscrições ao preço popular de 30 reais, e distribuição gratuita de 30% de inscrições afirmativas (comunidade negra, indígena e lgbtqia+) por ordem de retirada. Produto 7. Residências Artísticas: 100% de vagas gratuitas em ambas as proposas, com seleção exclusiva de mulheres e pessoas dissidentes de gênero na residência de produção musical. Outras Medidas de Ampliação de Acesso: Transmissão pela Internet: Parte das atividades será transmitida ao vivo pela internet, incluindo diálogos reflexivos, debates e apresentações artísticas. As transmissões serão realizadas por meio de plataformas gratuitas, garantindo que qualquer pessoa com acesso à internet possa acompanhar e participar do evento, garantindo que as barreiras econômicas, geográficas e sociais sejam minimizadas, promovendo inclusão e participação ativa de públicos diversos. Produtos Culturais: os produtos das oficinas, quando houver, serão disponibilizados em plataformas digitais de acesso aberto, permitindo que o conteúdo seja acessado por qualquer pessoa de forma gratuita. Os artistas serão estimulados a produzirem e licenciarem suas obras em copyleft e creative commons, licenças mais permissivas para utilização até mesmo comercial. Materiais Educativos: Guias de oficinas e materiais de apoio pedagógico serão distribuídos em formato digital, gratuitos, permitindo que escolas e instituições culturais os utilizem em contextos educacionais.
Guilherme Carlin, graduado em Comunicação Social pela UFRGS, é produtor cultural com uma trajetória de 18 anos na cena cultural de Porto Alegre. É sócio-fundador do Espaço Cultural 512, um ponto de referência da cidade na produção de eventos artísticos e culturais e que será cedido sem custos para a execução deste projeto. Ao longo de sua carreira, se especializou em gestão de eventos, especialmente voltados às bandas independentes, promovendo o acesso a diversas formas de arte e música. Seu trabalho neste projeto será como Diretor Geral, coordenando as equipes e dirigindo as ações para que alcancem o objetivo geral do projeto. Mariele Giovanas, coordenadora pedagógica do projeto, é licenciada em Ciências Sociais pela UFRGS, especialista em História e Cultura Africana e Afro-brasileira, e especialista em Supervisão e Orientação Pedagógica, educadora na rede pública há 13 anos, com experiência em assessoria pedagógica há 4 anos. Possui formação técnica em Música e atuou por quase 10 anos como cantora em diversos projetos da cena local e regional. É formada como guia de turismo credenciada pelo Cadastur. Possui formação em Dança flamenca, tendo participado de diversos espetáculos em Porto Alegre, e em Escrita Criativa, tendo publicado 2 contos em coletâneas pela editora Metamorfose. Shana Sudbrack, Jornalista de formação e Mestre em Comunicação Social, trabalha com comunicação na área da cultura há mais de 15 anos. Tendo passado por empresas como Jornal Zero Hora e Noize, atualmente presta serviço de comunicação e marketing Digital para clientes ligados à música como produtora Lado Inverso, banda Nenhum de Nós e loja Back in Black. Como produtora cultural, atua junto com a Produtora Outros 500 e o Espaço Cultural 512 em Porto Alegre, produzindo eventos de música ao vivo, fomentando a cena autoral local e também trazendo artistas de diferentes lugares do Brasil para se apresentar em Porto Alegre. Eduardo Faria, graduado em produção multimídia e pós-graduado em criações digitais, com formação em design, vídeo, fotografia e UX/UI. Contato com bases de programação, marketing, áudio e animação. Experiência de longa data com direção de arte, tendo trabalhado em todos os níveis do design, estagiando, como pleno e sênior. Atualmente, diretor de arte, especializando em gestão da experiência do cliente e sócio fundador da ALL BLACK Group, agência digital que une design com estratégia, agindo como um hub de profissionais especializados em diversas áreas da comunicação prontos para atender as necessidades de marketing para empresas. Paulo Cezar da Silva Chimendes é artista plástico e será o responsável pela curadoria da exposição coletiva "Do Caos a Alma". Aos 12 anos, iniciou-se no desenho com Paulo Peres no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre. Foi integrante da Oficina 11 – Atelier de Litografia e Gravura em Metal e fez diversas exposições individuais e coletivas. Foi homenageado em 2004 pelo Núcleo de Gravuras do Rio Grande do Sul (do qual é sócio fundador). Com quatro anos de estudo, Chimendes pôs mãos à obra e criou a sua cidade, uma cidade imaginária. Durante cinco anos, desenhou constantemente, aprimorando formas, traçados e técnicas e experimentando os tipos de materiais que poderia usar no seu trabalho. Nesse meio tempo, fazia desenhos pequenos, depois, passou para os grandes, nos quais trabalha dias seguidos sem parar. Trabalhando os desenhos em preto e branco, busca tocar as pessoas não por meio da cor, mas pela desordem que as cidades causam. Suas criações vão às cavernas, passam pela Idade Média e vem até hoje com os novos modos de vida urbana. Instigado por cidades grandes e por aglomerações, Paulo Chimendes fez a exposição “Cidade Imaginária”. Kevin Brezolin, responsável pela Residência Artística proposta pela We Make Noise, tem 33 anos e atua em diversos meios artísticos como músico, produtor musical, diretor e iluminador cênico. É formado em Direção Teatral na UFRGS. Seu trabalho de direção “Como sobreviver ao fim do mundo”, ganhou o Prêmio Açorianos de Teatro na categoria Direção Revelação em 2014. Entre 2017 e 2023, iluminou mais de 400 shows nacionais e internacionais de artistas como: Trabalhas Espacias Manuais, Perotá Chingo, Shame, Men I Trust, Lee Ranaldo, Onda Vaga, Metá Metá, Bem Gil & Moreno Veloso, Letrux, Juçara Marçal, Kiko Dinucci, Luedi Luna, Duda Beat, Larissa 13 Edital LPG 2023 Luz , Tuyo, Terno Rei e muitos outres. É iluminador da banda Jovem Dionísio e um dos iluminadores residente no bar Agulha. Já produziu musicalmente artistas como Zanzar, Agnes Maria, Jalile, Pretana, Amanda Gabana, Wesley Villagrán, Hierofantes de Marte, entre outres. É integrante das bandas Zanzar, Jalile e Dolores Donada, além de ter dois projetos musicais solo: Dazluz e kbyte worktextra É gestor e idealizador do selo musical independente Tal & Tal Records, com foco na música feita em casa, trabalhando junto a artistas como: Thays Prado, Jalile, Felipe Quadros, Amanda Gabana, Zanzar, Heloisa Marshall, Duo Chipa entre outres. O selo é responsável pela realização das coletâneas Mapa Astral, feitas entre 2020 e 2021, quatro álbuns com músicas gravadas em casa por mais de 60 artistas de diferentes partes do Brasil. Atualmente, junto do espaço Casa Surdina, o selo realiza o projeto WMN POA. Augusto do Santos, é o responsável pelo projeto Cine Kafuné, um cineclube focado na democratização do acesso a produções audiovisuais independentes e culturais. Com atuação destacada em Porto Alegre, o Cine Kafuné promove exibições de filmes que abordam temas sociais, culturais e ambientais, frequentemente ligados à realidade local e nacional. O projeto busca dar visibilidade a produções que, muitas vezes, não encontram espaço nas grandes mídias, enfatizando a importância da cultura popular e do audiovisual como ferramentas de transformação social. Além de exibições, o Cine Kafuné também realiza atividades formativas, oferecendo oficinas e residências artísticas que capacitam jovens e adultos na produção audiovisual, com foco na inclusão e no uso da arte como veículo de educação e engajamento comunitário. Os currículos resumidos dos demais ministrantes responsáveis pelos percursos guiados, oficinas e residências estão descritos em documento próprio anexado neste plataforma.
PROJETO ARQUIVADO.