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PRONAC 2415357Arquivado - não atendimento à diligência técnicaMecenato

(RE)CRIAR: VOZES FEMININAS DO RS

ARIANE DEBERTOLIS DA MOTTA 01209496011
Solicitado
R$ 199,7 mil
Aprovado
R$ 199,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-01-06
Término
2025-12-31
Locais de realização (5)
Canoas Rio Grande do SulCaxias do Sul Rio Grande do SulCharqueadas Rio Grande do SulEsteio Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto (re)criar: Vozes femininas do RS, idealizado pela artista Ariane Motta, tem como objetivo integrar música, educação e empoderamento feminino, valorizando a cultura das mulheres no Rio Grande do Sul. O projeto oferece dez oficinas gratuitas e virtuais, destinadas a mulheres artistas do estado. As oficinas abordarão temáticas artísticas e empreendedoras como: gestão de carreira, composição, produção musical, entre outras, sempre com foco no protagonismo feminino.O projeto culminará com apresentações das participantes em cinco cidades afetadas pelas enchentes de maio de 2024, em locais de significativa importância social como CRAS e instituições de acolhimento. A iniciativa busca não apenas valorizar o talento feminino, mas também promover a inclusão cultural e criar um espaço de acolhimento e troca de experiências, destacando a diversidade e as vozes frequentemente marginalizadas na cultura do estado.

Sinopse

O projeto busca proporcionar às mulheres artistas do estado do Rio Grande do Sul a oportunidade de desenvolver suas habilidades e expressar suas vozes de maneira autêntica e impactante. Tem como objetivo promover uma etapa de formação para mulheres artistas residentes no Estado, seguida de apresentações artísticas em cinco cidades afetadas pelas enchentes de maio de 2024. Serão oferecidas dez oficinas, abrangendo temas essenciais de áreas artísticas e empreendedoras como: consciência corporal, gestão da carreira, direção de arte, figurino, produção artística, direitos autorais, composição, identidade visual, negociação e venda de apresentações, além de produção musical. A expectativa de público total nas oficinas é de até 200 pessoas. Nas apresentações artísticas contaremos com dez mulheres que participaram das oficinas. A expectativa de público total nas cinco apresentações é de 300 pessoas. A iniciativa busca não apenas aprimorar as habilidades e a visibilidade das artistas, mas também fomentar um ambiente de apoio e fortalecimento da comunidade cultural gaúcha. O acesso ao projeto será gratuito, garantindo que essa formação e as apresentações sejam inclusivas e acessíveis. Com foco na inclusão e na diversidade, o projeto pretende fortalecer a rede de apoio entre mulheres artistas e destacar vozes frequentemente marginalizadas na arte gaúcha. O público alvo é de mulheres, artistas, maiores de 18 anos. Estrutura do Projeto: Etapa de Formação: Entre agosto e novembro de 2025, serão realizadas dez oficinas gratuitas. Cada oficina terá duração média de 2 horas e abordará temas essenciais para a carreira das artistas. São eles: 1) consciência e expressão corporal2) gestão da carreira3) registro de obra e direitos autorais4) criação de conteúdo para mídias sociais5) tecnologias de áudio6) gravação musical em casa7) escrita criativa8) composição9) negociação e venda de apresentações10) produção musical As oficinas, com 20 vagas cada, serão realizadas virtualmente em data e horário a combinar, direcionadas a mulheres artistas residentes no Rio Grande do Sul, com idade maior de 18 anos. Etapa de Apresentações: As apresentações artísticas acontecerão em cinco cidades afetadas pelas enchentes de maio de 2024, sendo elas: Canoas, Caxias do Sul, Charqueadas, Esteio e Porto Alegre. Essas cidades foram escolhidas após pesquisas e análise de dados referentes à enchente, onde constam na lista das cidades mais afetadas de alguma maneira (território mais afetado por enxurradas, deslizamentos e/ou alagamentos ou maior número de mortes). As apresentações reunirão dez artistas, selecionadas durante a formação, que se apresentarão em duplas, em cada uma das cinco cidades. As apresentações serão destinadas às pessoas atendidas nos CRAS (Centro de Referência de Assistência Social), em instituições de acolhimento de idosos (ILPIS), escolas, hospitais e/ou abrigos, que terão acesso gratuito ao evento. A estimativa de público total nas cinco cidades é de 300 pessoas. Além disso, em todas as apresentações será oferecido um lanche gratuito aos participantes dos eventos. Cada um das artistas selecionadas para as apresentações receberá um kit promocional do Projeto que consiste em uma ecobag + uma camiseta + um squeeze + uma caneta + um caderno de anotações. Todos os materiais do kit serão personalizados com a arte do projeto e os logotipos dos patrocinadores. A seleção das 10 mulheres artistas para as apresentações será feita por curadoria, cujos recursos de contratação estão previstos neste projeto.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Promover o empoderamento e a valorização das mulheres artistas do Rio Grande do Sul por meio de formação gratuita nos campos das artes e do empreendedorismo para até 200 mulheres, capacitando-as para atuarem no ecossistema cultural e culminando em cinco apresentações artísticas em cinco cidades atingidas pela enchente de 2024, em locais de importância social, com o intuito de celebrar a diversidade cultural feminina, fomentar a inclusão social e criar um espaço de acolhimento e troca de experiências. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. **Oferecer Capacitação**: Realizar 10 oficinas artísticas que abordem temas, tais como: Consciência e Expressão corporal, Gestão de Carreira, Registro de Obra e Direitos Autorais, Criação de Conteúdo para Mídias Sociais, Tecnologias de Áudio, Gravação Musical em Casa, Escrita Criativa, Composição, Negociação e Venda de Apresentações e Produção Musical. 2. **Fomentar a Criação Artística**: Incentivar a criação de novas obras e expressões artísticas entre as participantes, promovendo o desenvolvimento de suas identidades criativas. 3. **Promover a Rede de Apoio**: Estabelecer uma rede de apoio entre mulheres artistas, facilitando a troca de experiências, conhecimentos e colaborações futuras. 4. **Realizar Apresentações Artísticas**: Organizar apresentações em cinco cidades afetadas pelas enchentes de maio de 2024, promovendo a visibilidade de dez artistas participantes das oficinas e a inclusão cultural. 5. **Conscientizar sobre a Diversidade Cultural**: Aumentar a conscientização sobre a riqueza e a diversidade das vozes femininas na cultura gaúcha, contribuindo para a mudança de percepções sociais. 6. **Avaliar Impacto Social**: Realizar um acompanhamento das participantes e avaliar o impacto do projeto em suas trajetórias artísticas e pessoais.

Justificativa

Diversos estudos e pesquisas revelam uma discrepância significativa na representação feminina nas artes. De acordo com dados da pesquisa do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD) de 2020, as composições femininas registradas representam apenas 30% e as produções realizadas por mulheres são de apenas 20%. No cenário global, a plataforma Spotify também evidencia essa desigualdade: as mulheres constituem apenas 12,3% dos compositores e 2,1% dos produtores, além de serem responsáveis por 10,4% das indicações ao Grammy nos últimos sete anos. O mercado das artes visuais não fica atrás, com uma representação feminina girando em torno de 30% nas principais instituições e eventos de arte do Brasil. No Metropolitan Museum de Nova Iorque, apenas 5% das artistas na seção de arte moderna são mulheres. Na literatura brasileira, mais de 70% dos livros publicados entre 1965 e 2014 foram escritos por homens, conforme estudo da Universidade de Brasília. Esses números evidenciam que a arte, como reflexo da sociedade patriarcal, continua a lutar contra desigualdades profundas. A realidade no Rio Grande do Sul segue essa tendência histórica, com a cultura popular local frequentemente exaltando figuras masculinas e relegando as mulheres a papéis secundários. Diante desse cenário, o (re)criar surge como um projeto vital para a mudança. O projeto incluirá 10 oficinas e 5 apresentações artísticas para mulheres. O objetivo é valorizar o talento e o poder de mudança das artistas na sociedade, incentivando mulheres para executarem funções no ecossistema da cultura promovendo novos caminhos artísticos. Com o trabalho de Ariane Motta, uma artista que tem se destacado por seu compromisso com a inclusão e valorização das mulheres na música, o projeto pretende ser um catalisador para a transformação cultural e social. Entendemos, entretanto, que este processo é de grandes desafios e resistências e, que precisamos de incentivos e espaços que fomentem a desconstrução dos preconceitos enraizados na nossa cultura. É desta forma que a proponente do projeto - Ariane Motta - vem atuando no cenário musical, trazendo na prática a importância de construirmos pontes para mulheres no campo artístico e cultural, gerando inclusão, empregabilidade e independência. É desta forma também que o projeto (re)criar se propõe a contribuir para valorização da cultura popular e da arte feminina do Rio Grande do Sul, para que todas as vozes femininas possam ser ouvidas e apreciadas. Promovendo espaços de trabalho, divulgação da arte e promoção da cultura para mulheres de diversas regiões, mulheres negras, LGBTI+, jovens, adultas e maduras, o projeto ainda proporciona o contato artístico-cultural para pessoas atendidas nos CRAS (Centro de Referência de Assistência Social), em instituições de acolhimento de idosos (ILPIS), escolas, hospitais e/ou abrigos que desejam desfrutar das apresentações de forma gratuita, garantindo que a arte feminina chegue a públicos diversos, promovendo a integração e o acesso cultural. O projeto atende aos seguintes incisos do Art 1 da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Justificativa: o projeto oferece formação artística gratuita e evento gratuito, com livre acesso. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Justificativa: o projeto fomenta as carreiras de mulheres artistas do Rio Grande do Sul que também trazem suas músicas autorais e ainda contrata mulheres para a produção, comunicação, prestação de contas e outros setores, locais. Quanto aos objetivos do artigo 3º da mesma Lei temos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Especificação técnica

PRODUTO - FORMAÇÃO: OFICINAS: consciência e expressão corporal: Ministrada por Silvia Duarte, tendo a duração média de 2 horasgestão de carreira: Ministrada por Clarissa Ferreira, tendo a duração média de 4 horasregistro de obras e direitos autorais: Ministrada por Charlise Bandeira, tendo a duração média de 2 horascriação de conteúdo para mídias sociais: Ministrada por Cássia Marcielli, tendo a duração de 2 horastecnologias de áudio: Ministrada por Dy Ferranddis, tendo a duração média de 2 horasgravação musical em casa: Ministrada por Dy Ferranddis, tendo a duração média de 2 horasescrita criativa: Ministrada por Nathy Desperta, tendo a duração média de 2 horascomposição: Ministrada por Jalile, tendo a duração média de 2 horasnegociação e venda de apresentações: Ministrada por Naíra Debértolis, tendo a duração média de 2 horasprodução musical: Ministrada por Kauanny Klein, tendo a duração média de 2 horas PRODUTO - APRESENTAÇÃO ARTÍSTICA: Cada evento consistirá em realizar uma apresentação artística com duração média de 2 horas e composta por 2 artistas. Os eventos ocorrerão nas seguintes cidades: Canoas/RSCaxias do Sul/RScharqueadas/RSEsteio/RSPorto Alegre/RS

Acessibilidade

Para garantir que nossos eventos sejam acessíveis e inclusivos para todos, implementaremos as seguintes medidas: Apresentações Artísticas:Intérprete de LIBRAS: Um intérprete de Língua Brasileira de Sinais estará disponível durante todas as apresentações artísticas do projeto, facilitando a comunicação para pessoas surdas e com deficiência auditiva.Acessibilidade Física: As instalações dos eventos serão adaptadas para permitir o acesso fácil e seguro de pessoas com mobilidade reduzida e idosos. Oficinas:Intérprete de LIBRAS: Um intérprete de Língua Brasileira de Sinais estará disponível para garantir que pessoas surdas e com deficiência auditiva possam seguir o conteúdo das oficinas.Audiodescrição: As oficinas contarão com audiodescrição para as pessoas que solicitarem o serviço no ato da inscrição gratuita. Esse método se faz necessário para a correta mensuração de equipamentos e audiodescritoras. Redes sociais: Os registros audiovisuais publicados nas redes sociais serão acompanhados de legendas e textos simplificados, janela de LIBRAS, e hashtag #pracegoler, visando a acessibilidade para pessoas com deficiência visual.

Democratização do acesso

A democratização de acesso no projeto (re)criar: Vozes femininas do RS envolve várias estratégias que garantem que todas as mulheres, independentemente de sua origem socioeconômica, possam participar e se beneficiar da iniciativa. Aqui estão algumas abordagens: Oficinas Gratuitas: As oficinas artísticas serão oferecidas sem custo, permitindo que mulheres de diferentes contextos financeiros tenham acesso à formação. Diversidade de Locais: As atividades serão realizadas em diferentes cidades do Rio Grande do Sul, incluindo áreas mais vulneráveis e afetadas por enchentes, garantindo que o projeto alcance comunidades que frequentemente têm menos acesso à cultura. Inclusão de Vozes Femininas Marginalizadas: O projeto prioriza a participação de mulheres que representam vozes frequentemente marginalizadas, como aquelas de minorias étnicas, sociais e culturais. Espaços de Acolhimento: As apresentações ocorrerão em locais de importância social, como CRAS e instituições de acolhimento, promovendo um ambiente acessível e acolhedor para todos os públicos. Promoção da Participação Ativa: As participantes terão a oportunidade de se envolver ativamente em todas as etapas do projeto, desde as oficinas até as apresentações, promovendo um sentido de pertencimento e empoderamento. Alimentação gratuita: Oferecer alimentação gratuita pode criar um ambiente mais acolhedor e comunitário, incentivando o convívio e a troca entre os participantes, fortalecendo laços sociais e contribuindo para o bem-estar físico e mental. Essas ações visam garantir que todas as mulheres possam ter voz, acesso e oportunidades no campo artístico, contribuindo para uma cultura mais inclusiva e diversa.

Ficha técnica

A proponente fará a Coordenação Geral do Projeto. Será responsável pelo planejamento, execução e avaliação de atividades culturais, definindo objetivos e cronogramas. Fará a liderança da equipe, promovendo reuniões regulares para alinhar metas e progressos. Desenvolverá a programação cultural, selecionando eventos e artistas, e cria estratégias de comunicação para promover o projeto nas redes sociais e outros meios. Fará a gerência do orçamento, assegurando o uso eficiente dos recursos e a elaboração de relatórios financeiros. Além disso, realizará o monitoramento e a avaliação das atividades, coletando dados para medir o impacto do projeto. Cuidará da logística dos eventos, organizando infraestrutura e segurança. Ao final, fará a elaboração relatórios conclusivos, documentando resultados e aprendizados. COORDENADORA GERAL: ARIANE MOTTA Ariane Motta, mulher lésbica, participou das bandas As Gurias, Só Gurias e As Bahgualadas com as quais rodou o Brasil e o mundo e atualmente faz parte da banda Gurias Gaúchas e Feminejas. Formada em Teoria Musical na PUC, Ariane também recebeu o diploma de Honra ao Mérito da OMB. Participou de eventos internacionais, como a Fiesta Nacional Del Chamamé (Corrientes/Argentina) e do Festival do RS em Paris/França, e tem um compromisso com projetos voluntários e culturais. Além de sua formação em Design Gráfico e Administração, que a auxilia na gestão de projetos culturais, ela se dedica a produção musical, a trabalhos voluntários para crianças carentes e deficientes visuais e ao do projeto Fábrica de Gaiteiros, de Renato Borghetti, como musicista de apoio. COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO: VICTÓRIA CHAVES Victória Chaves é graduada e mestre em Serviço Social pela PUCRS e especialista em Direitos Humanos. Como Gerente de Projetos, ela tem ampla experiência na elaboração e execução de projetos sociais, colaborando com entidades públicas e privadas, OSCs, associações e conselhos municipais através de parcerias e editais. Tem atuação no Centro de Referência em Direitos Humanos da UFRGS (CRDH), onde se dedica ao atendimento do público LGBTI+ e à formação de equipes na temática de Gênero e Sexualidade. Possui qualificações em MROSC, elaboração de projetos e acesso a fundos públicos, sendo certificada pelo ENAP em Gerenciamento de Projetos e pela Fundação Barrichello em captação de recursos e estratégias para gestores. OFICINEIRA DE CONSCIÊNCIA CORPORAL: SILVIA DUARTE Formada pelo Teatro Escola de Porto Alegre (TEPA), a artista integrou o Grupo Caixa-Preta em montagens como "Hamlet Sincrético" e "Antígona BR", premiada pela Funarte. Atuou em séries como "A Família Brasil" e na novela "Parada 90", além de participar de curtas como "O Entregador" e longas como "Despedida". Também se destacou em musicais, incluindo "Estandarte do Samba" e "As Vozes de Dandara". Recentemente, esteve em espetáculos como "Preta Poesia Feminina" e "NA Trilha das Andarilhas". Atualmente, é acadêmica em Licenciatura em Teatro na UFRGS. OFICINEIRA DE GESTÃO DE CARREIRA: CLARISSA FERREIRA Clarissa é violinista, etnomusicóloga e compositora do Rio Grande do Sul, com doutorado em Etnomusicologia. Em 2022, lançou o livro "Gauchismo Líquido" e o podcast homônimo, e é professora de música popular na UFPEL, focando no empoderamento feminino. Criou a performance "Poesia Xucra" e dirigiu o espetáculo "Corpo | Espaço", indicado ao Prêmio Açorianos. Seus singles, como "Satélites", venceram prêmios, consolidando sua posição como referência na música sulina e na valorização das compositoras. OFICINEIRA DE REGISTRO DE OBRA E DIREITOS AUTORAIS: CHARLISE BANDEIRA Charlise Bandeira é uma flautista e pedagoga gaúcha de Rio Grande, RS, que começou na Banda Marcial Lemos Júnior e, em 2008, integrou a Big Band da FURG. Desde 2013, tem trabalhado na inserção da flauta na música nativista, sendo premiada como Instrumentista do Ano em 2018 e ganhando a Calhandra de Prata em 2019. Em 2020, recebeu o Troféu Açorianos pelo álbum "Beira de Mar, Beira de Rio". Atualmente, estuda flauta na UFPEL e é avaliadora de música do MTG. OFICINEIRA DE CRIAÇÃO DE CONTEÚDO PARA MÍDIAS SOCIAIS: FABIANE FLORES Profissional com mais de 15 anos de experiência em comunicação digital, atuando como videomaker, jornalista, locutora e repórter. Especialista em desenvolvimento de conteúdos audiovisuais que engajam e informam. Habilidade em roteirização, captação e edição de vídeos, além de forte experiência em mídia digital e gestão de redes sociais. Conhecimento em técnicas de storytelling e marketing digital para maximizar o impacto das campanhas. Também trabalhei como modelo comercial, contribuindo para diversas produções publicitárias. OFICINEIRA DE TECNOLOGIAS DE ÁUDIO: DY FERRANDDIS Dy Ferranddis é uma baixista, professora e pesquisadora, graduada em Música e mestranda em Etnomusicologia pela UFRGS. Ela toca baixo acústico e elétrico, criando grooves marcantes e recentemente gravou para artistas como Ana Matielo e Clarissa Ferreira. Com experiência em diversos gêneros musicais, combina seus estudos e vivências em sua arte. Além de ser freelancer, ensina contrabaixo, violão, teoria e produção musical. OFICINEIRA DE GRAVAÇÃO MUSICAL EM CASA: DY FERRANDDIS Dy Ferranddis é uma baixista, professora e pesquisadora, graduada em Música e mestranda em Etnomusicologia pela UFRGS. Ela toca baixo acústico e elétrico, criando grooves marcantes e recentemente gravou para artistas como Ana Matielo e Clarissa Ferreira. Com experiência em diversos gêneros musicais, combina seus estudos e vivências em sua arte. Além de ser freelancer, ensina contrabaixo, violão, teoria e produção musical. OFICINEIRA DE ESCRITA CRIATIVA: NATHY DESPERTA Nathy MC Poeta Desperta é uma destacada voz da poesia falada em Porto Alegre, conhecida por suas vitórias em slams da região. Seu livro "Recomece" (2023) é uma coletânea de 80 páginas que reflete experiências em tempos de "caos e rupturas", abordando autoconhecimento e resiliência. Ela usa a literatura como ferramenta de autocura, buscando novos significados para a vida e a ideia de recomeçar. Descrevendo o livro como uma expressão intuitiva de suas vivências, Nathy apresenta uma abordagem sensível e autêntica que ressoa com o público, transformando sua arte em um meio de conexão e empoderamento. OFICINEIRA DE COMPOSIÇÃO: JALILE Jalile é uma cantora e compositora que mistura ritmos brasileiros, como brega e funk, com pop e indie, refletindo inclusão, diversidade e autenticidade em suas letras e performances. Em 2021, venceu o Isolamento Music Lab com a canção "Demorei pra assumir". Nos últimos dois anos, se apresentou em projetos renomados de Porto Alegre, como Noite dos Museus e Sofar Sounds, e abriu shows para artistas como Ana Gabriela e Tagore. Sua arte é marcada pela abordagem inovadora e pela celebração da multiplicidade. OFICINEIRA DE NEGOCIAÇÃO E VENDA DE APRESENTAÇÃO: NAÍRA DEBÉRTOLIS Nascida em Londrina (PR), Naíra Debértolis se destacou em Porto Alegre como cantora e compositora, começando a compor aos 9 anos. Integrante da banda gauchesca Só Gurias e da dupla Donna Duo, ela teve um papel marcante na banda Mulamba, que se apresentou no Lollapalooza 2023. Atualmente, é sócia da Lita Records, uma produtora LGBT em São Paulo, que promove diversidade na música. Sua carreira multifacetada a torna uma artista inovadora e influente no cenário cultural brasileiro. OFICINEIRA DE PRODUÇÃO MUSICAL: KAUANNY KLEIN Compositora, instrumentista e mezzo-soprano, a artista pesquisa aprendizagem musical autorregulada e atua em ópera e concertos de canto lírico. Formada em Canto pela UPF e mestre em Música pela UFBA, realiza a Turnê "Canciones de Sudamérica" com o violonista Javier Buján. Tem experiência como professora em instituições como a UPF e o Conservatório de Música y Bellas Artes do Sul do Chile. Atualmente, integra a Companhia de Ópera do Rio Grande do Sul.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.