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Realização de média metragem de gênero documental. A obra registra o processo de criação, produção e montagem de uma exposição fotográfica realizada a partir de um curso de fotografia ofertado para crianças negras. Nessa atividade, elas não somente aprendem a arte de fotografar, mas também a história do continente africano, bem como são convidadas a refletir sobre estereótipos e o racismo estrutural que também afeta a autopercepção estética sobre si mesmo. Inclui ainda a realização do curso e da exposição retratada no produto principal.
Luzes da Resistência propõe uma exposição fotográfica, resultado de palestras de letramento racial e curso de fotografia voltado para crianças negras. Toda documentação do processo de criação, produção e montagem dessa exposição transforma-se em documentário, capturando as emocionantes experiências e histórias de vida de nossos participantes, bem como seus aprendizados ao longo dessa trajetória de (re)conhecimento. Classificação indicativa: Livre (de acordo com Guia Prático – 2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ)
Gerais: - Promover representatividade negra, estimulando sua valorização; - Combater a discriminação, o preconceito e a exclusão racial, contribuindo com a construção de uma sociedademais justa e inclusiva; - Utilizar o audiovisual e a fotografia como instrumentos de transformação social. Específicos: - PRODUTO A: Produzir 01(uma) obra audiovisual de média metragem (30 minutos), em vídeo de alta definição (4K) que aborda o racismo estrutural por meio da arte de fotografar, gerando reflexões sobre como esse precoceito/discriminação afeta a vida das pessoas desde a infância, incluindo suas percepções estéticas sobre si e sobre o mundo; - PRODUTO B: Realizar (01) curso básico de fotografia e letramento racial, presencial e gratuito, para 60 (sessenta) crianças negras, totalizando uma carga horária de 08 (oito) horas; - PRODUTO C: Realizar 01(uma) exposição fotográfica gratuita pelo período de 30 (trinta) dias; reunindo uma coleção de, aproximadamente, 20 (vinte) fotografias de pessoas negras feitas pelas crianças participantes do curso; visando atingir uma média de 700 (setecentos) espectadores(as).
Essa proposta é sobre beleza e força. Mais precisamente sobre o significativo efeito de se perceber belo e forte. É, também, um olhar sobre como o histórico apagamento de estéticas negras internaliza nos sujeitos uma inferioridade deletéria. Combater os efeitos dessa realidade passa principalmente por um processo de reeducação para a diversidade. Processo este que parte do binômio educação e conscientização. Ao ter o olhar educado para a diversidade, as pessoas alcançam o nível de conscientização necessário para afirmar sua autoestima e compreender-se como sujeitos ativos de suas histórias. A relação que estabelecemos com o mundo vem das construções de pertencimento desenvolvidas a partir do que vemos e consumimos. Se somos atraídos por aquilo que nos identificamos, importa muito que nos identifiquemos em espaços de relevância, destaque e poder. Portanto, esse movimento se fortalece, contribuindo com o combate ao racismo estrutural, quando temos representatividade de pessoas negras nos diferentes contextos sociais. E isso inclui o universo do audiovisual/artes visuais e a possibilidade de sermos esteticamente admirados na cultura em que estamos inseridos. Além da enorme relevância de todos os temas trabalhados, o projeto também se justifica por promover a democratização e desenvolvimento do audiovisual em um estado nordestino, região brasileira que ainda está a margem das grandes produções culturais nesse segmento. De tal modo, visamos realizar um filme de alta qualidade técnica e artística, dispondo de um conteúdo e produção genuinamente maranhenses, difundindo e valorizando o contexto local. Para garantia desses itens, têm-se: uma equipe rigorosamente selecionada pela proponente; a inclusão dos itens de acessibilidade para pessoas com deficiências; a construção de um roteiro divertido e completamente adaptado ao público-alvo e planos de distribuição e de mídia/comunicação elaborados cuidadosamente para assegurar ampla visibilidade. No mais, no que se refere ao Art. 1º da Lei 8.313/91 o projeto visa: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dosdireitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursoshumanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismoda cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores deconhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Quanto ao Art. 3º da Lei 8.313/91, para cumprimento das finalidades expressas no artigo 1º desta Lei 8.313/91, oprojeto viabilizará: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento depessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. (PRODUTO B) II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervocinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural (PRODUTO A - PRINCIPAL);c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore (PRODUTO C).
No Maranhão, segundo o IBGE, pessoas negras são maioria, representando cerca de 74% da população. Além disso, dados específicos apontam que o Maranhão é o 5º estado com o maior contingente proporcional de pessoas que se declararam da cor preta, representando 10,9% da população. Essa representatividade é significativa e reflete a diversidade étnica e cultural local.
PRODUTO A - PRINCIPAL: Área do conhecimento: Audiovisual Enquadramento: Produção de obra cinematográfica (art. 18, § 3º, alínea f da Lei Nº 8.313, de 23/12/1991) Gênero: Documentário Duração: 30 minutos (média metragem) Formato: Digital 4K Distribuição principal: gratuita pela internet (Youtube) Público-alvo: jovens e adultos de todos os níveis educacionais e classes sociais. PRODUTO B: Curso de Fotografia Área do conhecimento: Arte visuais Enquadramento: capacitação e treinamento de pessoal que visem a formação e o fomento em artes visuais (art. 18, § 3º, alínea d) Carga Horária: 8h Modalidade: presencial Acesso: gratuito Público-alvo: crianças de 10 a 12 anos de idade. PRODUTO C: Exposição fotográfica Área do conhecimento: Artes Visuais Tipo: Exposição fotográfica Enquadramento na Lei Rouanet: art. 18, § 3º, alínea d Acesso do público: Gratuito Público-alvo: Pessoas de todas as idades, classes sociais e níveis educacionais.
Quanto ao produto principal (PRODUTO A): produção de um filme a ser exibido no meio virtual, cabe mencionar a acessibilidade de conteúdo. A obra contará com legenda descritiva, audiodescrição e tradução em LIBRAS. Itens na planilha orçamentária:- Legenda Descritiva;- Narrador de audiodescrição; - Intérprete de LIBRAS. Quanto ao Produto B: curso de fotografia e letramento racial Acessibilidade Física: realização do curso em local que dispõe de rampas de acesso, corrimãos, assentos reservados para pessoas obesas e PCDs; e banheiros adaptados (sem custos para o projeto); Acessibilidade de Conteúdo para PcD Visuais: pessoas cegas poderão entrar com cão-guias. Os professores serão orientados aoferecer corretamente informações visuais de si e dos materiais usados (sem custos para o projeto); Acessibilidade de Conteúdo para PcD Auditivos: contratação de intérpretes de LIBRAS. Itens na planilha orçamentária:- Intérprete de LIBRAS. Quanto ao Produto C: exposição fotográfica Acessibilidade Física: Realização da exposição em local que dispõe de rampas de acesso, banheiros adaptados, corrimãos e assentos reservados para pessoas idosas, obesas e PCDs (sem custos para o projeto); Acessibilidade para PcD Visuais: Pessoas cegas poderão entrar com cão-guia e todas as fotografias terão suporte de audiodescrição. O nome das obras estará exposto em tamanho, formato e espaçamento legíveis para pessoas de baixa visão ou com outras dificuldades de leitura, bem como terá o texto transcrito em braile. Item da planilha Orçamentária: Audiodescrição; Materiais e equipamentos para montagem. Acessibilidade para PcD Auditivo: Um tradutor de LIBRAS ficará disponível para oferecer informações sobre a exposição. Item da planilha Orçamentária: Intérprete de LIBRAS.
O filme será exibido em canal no Youtube de forma gratuita e permanente. De tal modo, o documentário ficará disponível para qualquer pessoa com internet no Brasil ou no mundo. O curso tem como público crianças. Quanto às fotografias da exposição, após o período presencial, ficarão disponíveis de forma permanente e gratuita na internet por meio da construção de um vídeo-arte cuidadosamente preparado. Além disso, o evento será anunciado e divulgado em redes sociais oficiais da exposição, assim como serão convidadas a imprensa privada e pública para realizar a cobertura das atividades. Sendo assim, no que se refere às medidas de ampliação de acesso descritas no Art. 30 da Instrução Normativa MINC Nº 11 DE 30/01/2024, o Projeto prevê: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com LIBRAS e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.
Nome: Christian Dellon / SIC – Sistema Integrado de Comunicação LTDA Função no Projeto: Produtor Executivo - gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira. Currículo Resumido: Formado em economia e pós-graduado em marketing e administração pela FGV, acumulou experiência profissional ao longo dos últimos 23 anos na gestão de canais de TV aberta. Atuou na TV Mirante – afiliada Globo Maranhão -, TV Difusora – afiliada SBT Maranhão – e presidiu por 4 anos o SBT Nordeste. Dentre suas atribuições nos canais, coordenava equipe de análise e desenvolvimento de conteúdo para os mesmos. Há dez anos, fundou a SIC – Sistema Integrado de Comunicação (Idé Productions), empresa especializada no desenvolvimento e produção de conteúdo audiovisual. Há cinco anos, tem se dedicado exclusivamente a esta empresa. Na Ide Productions (SIC), como produtor executivo, coordena um time de 16 colaboradores no desenvolvimento e produção de conteúdo para 12 canais – exibidoras e programadoras – espalhados por vários estados do Brasil. Mais recentemente, produziu as séries “Insurgentes” para o History Channel; Maranhão de Ritmos para a Globo Play e TV Mirante; “Piauí: Jornada pelo tesouro das américas” para o Travel Box; “Sertão Criativo” para o Fashion; “Roots” para o Music Box, dentre outras obras. Nome: Frederico Machado Função no Projeto: Diretor do documentário Currículo Resumido: Cinéfilo, crítico de cinema, cineasta, roteirista, produtor, fotógrafo e diretor. Em 1999, fundou a produtora LumeFilmes, uma das empresas mais importantes na produção de filmes autorais no Brasil. Criou o Lume International Film Festival e é proprietário de um sala de cinema no Maranhão, sua terra natal. Como cineasta, ganhou mais de 100 prêmios internacionais com seus filmes e participou de festivais de cinema, como Huesca, Cartagena, Dresden, San Diego, São Paulo, Durban, Valencia, entre outros. Dirigiu os curtasmetragens Vela ao Crucificado (2009), Infernos (2006), e Litania da Velha (1997). O Exercício do Caos (2013) foi seuprimeiro longa metragem, sendo reconhecido como um dos melhores filmes contemporâneos brasileiros pela crítica. Em 2015, realizou seu segundo longa-metragem, O Signo das Tetas, segunda parte da Trilogia Dantesca. O longa foi muito bem recebido pela crítica especializada e é o único filme brasileiro na lista dos 10 melhores do biênio, sem ordem de preferência, pelo crítico italiano Leonardo Persia, junto com Quentin Tarantino, Miguel Gomes, M. Night Shyamalan, Jia Zhang-Ke, Pedro Almodóvar, László Nemes, Federico Lodoli, Carlo Gabriele Tribbioli e Abbas Fahdel. Nome: Mariana TrindadeFunção no Projeto: RoteiristaCurrículo Resumido: Pós-graduada em Roteiro pela UCLA (Universidade da Califórnia em Los Angeles) e graduada em Jornalismo pela UFBA. Iniciou sua carreira em 2017 como coordenadora do núcleo de roteiro da Têm Dendê Produções, onde gerenciou administrativa e criativamente – uma extensa carteira de projetos, desenvolveu projetos para submissão em Editais e roteirizou episódios de séries como "Nordeste+", "Criativos.BR – Moda e Identidade" e "Beleza Brasileira", exibidas no SBT Nordeste. Como roteirista freelancer escreveu, entre outros projetos, a série documental "Heranças do Maranhão" e prestou consultoria de roteiro às séries "Piauí: Jornada pelo Tesouro da América" e "Vida com Lore", reality show exibido na plataforma de streaming (extinta) Lore InPlay. Seu curta-metragem de ficção "As Caixas" foi vencedor do PRÊMIO CONCEIÇÃO SENNA DE AUDIOVISUAL (2021) para produção, e o roteiro foi vendido para adaptação de um longa-metragem. Atualmente, Mariana trabalha na sala de roteiro da série "Impuros" da Star+/Disney.
PROJETO ARQUIVADO.