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O projeto visa beneficiar 360 alunos de escolas públicas de Porto Alegre, priorizando escolas em zonas atingidas pela enchente. Através das aulas de ukulele, buscamos proporcionar uma experiência musical que irá estimular o desenvolvimento social, cultural e educacional dos alunos. A iniciativa também inclui a doação de 4 ukuleles por escola e a criação de vídeos tutoriais no Instagram para permitir que os alunos continuem seu aprendizado além das aulas.
*Estrutura do Projeto:*- *Duração:* 8 meses.- *Escolas Participantes:* 6 escolas públicas.- *Alunos Beneficiados:* 60 alunos por escola, totalizando 360.- *Aulas:* 4 aulas por mês (1 por semana nas 3 primeiras semanas). Na quarta semana, haverá uma aula/apresentação dos alunos no ginásio da escola para a comunidade.- *Doação de Instrumentos: 4 ukuleles doados para cada escola.
OBJETIVO GERAL -Realizar gratuitamente aulas de ukelele em escola públicas de Porto Alegre em zonas atingidas pela enchente; OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Selecionar 6 escolas que serão beneficiadas pelo projeto; - Selecionar 60 alunos por escola totalizando 360 estudantes; - Realizar 4 aulas por mês; - Realizar 1 aula/apresentação para a comunidade; - Realizar a postagem de 10 tutoriais de ukulele nas redes sociais do projeto, incentivando a prática contínua dos alunos; - Doar 4 ukuleles para cada escola totalizando a doação de 24 instrumentos; - Disponibilizar áudiodescrição nas aulas e aulas/apresentações ;
A música é, sem dúvida, um dos principais pilares da cultura universal, é um poderoso agente de transformação social, promovendo habilidades como disciplina, cooperação, autoestima e criatividade. Foi pensando na inclusão, educação e bem-estar social em áreas atingidas pela enchente e na possibilidade de atrair o gosto dos jovens para essa diversidade de sons e ritmos que o projeto foi concebido e estruturado. Muitas vezes, os jovens estudantes não adquirem novos gostos e pouco se interessam por outras culturas devido à falta de exposição. Nesse sentido,as atividades do projeto complementam a formação dos estudantes oferecendo oportunidades de desenvolvimento pessoal para crianças e jovens de comunidades vulneráveis. O projeto fundamenta-se nos incisos I, III, V, VII e VIII do art. 1 da Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitosculturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento,cultura e memória; e serão alcançados no Art. 3 os incisos II (c), IV (a), V (b) da Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991: Inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Inciso V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
OKULELE - Origem e História O ukulele tem sua origem no século XX, tendo como ancestrais o braguinha, o machete e o rajão, instrumentos levados pelos madeirenses, nomeadamente João Fernandes, quando emigraram para o Havaí para trabalhar no cultivo da cana-de-açúcar naquelas ilhas. No idioma havaiano, ʻukulele quer dizer, dentre as interpretações possíveis, “pulga saltitante”, por causa do movimento das mãos de quem toca o instrumento. Já na interpretação da rainha Liliʻuokalani, significa "presente que veio de muito longe", numa referência às origens do instrumento. Outra hipótese é que a palavra ʻukulele seja derivada de ʻūkēkē, um arco musical nativo do Havaí.[2][3][4] Além de ser utilizado na música tradicional havaiana, o ukulele foi bastante utilizado na música popular norte-americana. No pré-Segunda Guerra Mundial, foi utilizado por músicos de vaudeville como Roy Smeck e Cliff Edwards. Por ser portátil e relativamente barato, foi muito popular entre jovens músicos amadores durante a década de 1920, evidenciado pela impressão de diagramas de acorde para o instrumento nas partituras de música popular publicadas na época. No pós-guerra, Mario Maccaferri produziu em larga escala ukuleles de baixo custo feitos inteiramente de plástico. Muito da sua popularidade foi cultivada pelo apresentador de TV e cantor Arthur Godfrey. Tiny Tim também se tornou um ícone do ukulele ao se apresentar com “Tiptoe Through the Tulips”. O interesse no ukulele caiu até meados dos anos 90, quando sua popularidade voltou a crescer. O conjunto Ukulele Orchestra of Great Britain, formado no final dos anos 80, faz versões de músicas pop no ukulele. O músico havaiano Israel Kamakawiwo'ole também ajudou a popularizar o instrumento, especialmente com seu pot-pourri de "Over the Rainbow" e "What a Wonderful World". George Harrison era um grande apreciador do ukulele, especialmente da sua variedade banjolele, e o utilizou nas gravações de algumas faixas do seu último disco, Brainwashed. Paul McCartney, que utilizou o ukulele na música Ram On, e hoje em seus shows homenageia George Harrison com uma performance de "Something" no seu Gibson tamanho tenor. Um dos maiores virtuoses do ukulele foi o norte-americano John King (1953–2009), célebre por suas interpretações de obras de Johann Sebastian Bach (como a partita BWV 1006 completa) e pela aplicação da técnica de campanella. Destaca-se atualmente o ukulelista e compositor havaiano Jake Shimabukuro (nascido em Honolulu em 1976), que ficou famoso executando a composição de George Harrison intitulada "While My Guitar Gently Weeps". Shimabukuro publicou vários CDs, DVDs e livros, pelos quais recebeu numerosos prêmios.[10] A introdução do ukulele no âmbito acadêmico é recente. Em 2023, foi aberto na Itália o primeiro curso de graduação voltado exclusivamente para o instrumento, coordenado pelo ukulelista italiano Giovanni Albini. O ukulele tem alguma popularidade no Brasil hoje, sendo mais conhecido por causa da banda Beirut. Alguns músicos e conjuntos brasileiros o utilizaram nas composições, como a cantora Marisa Monte, no disco Universo ao Meu Redor, o cantor Tiago Iorc, na música “It's a Fluke” do cd Zeski, e a A Banda Mais Bonita da Cidade na música Oração, Clarice Falcão, Evandro Mesquita, Lulu Santos, Zeca Baleiro, Tato (Falamansa) e a atriz Carolina Dieckmann. O ukulele também esteve presente em quase todas as músicas da extinta banda TRI.
Projeto “Música nas Escolas - Aulas de Ukulele” adota uma metodologia ativa, com foco no aprendizado prático, colaborativo e lúdico. O ukulele foi escolhido por ser um instrumento de fácil manuseio e rápido progresso, possibilitando que os alunos obtenham resultados visíveis em um curto período de tempo, o que estimula o interesse e a dedicação. As aulas seguirão um modelo de ensino em três etapas: Introdução ao instrumento – Explicação sobre o ukulele, afinação, postura correta e primeiros acordes simples. Aprendizado progressivo – Introdução de músicas simples e exercícios rítmicos. O foco será no desenvolvimento da coordenação motora, percepção auditiva e senso de ritmo. A cada semana, novos acordes e variações rítmicas serão introduzidos, permitindo o avanço gradual no domínio do instrumento. Prática em conjunto – Ao final de cada aula, os alunos terão momentos de prática coletiva, incentivando a colaboração entre pares e a criação de uma apresentação musical. Essa fase ajuda a promover habilidades sociais e trabalho em equipe, além de fortalecer a confiança dos alunos em sua performance. O professor atuará como facilitador, proporcionando um ambiente de aprendizagem acolhedor e inclusivo, e adaptando o ritmo das aulas conforme o progresso do grupo. duração das aulas: 1h30min Aula/Apresentações - As aulas/apresentações ocorreram na própria escola com convidados, alunos, corpo docente e familiares. Os alunos do projeto vão apresentar o que aprenderam nas aulas. duração da apresentação - 1h Vídeos Tutoriais - Serão postados 10 vídeos tutoriais nas redes sociais do projeto para que o aluno seja incentivado a prática continua do instrumento. duração - 10min
ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA - As escolas serão selecionadas a partir das condições que oferecem para a questão de acessibilidade para PcD física ou com dificuldade de locomoção; ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO - Serão oferecidos serviços de áudiodescrição nas aulas nos casos das escolas acenarem com a necessidade de atender PcD visual e libras na aula/apresentação, caso tenha PcD auditivo no público.
- Todas as aulas e aulas/apresentações serão gratuitas em escolas públicas nas regiões atingidas pela enchente; - Serão doados 4 instrumentos para cada escola a fim de que os alunos prossigam com os estudos; - Serão postados nas redes sociais 10 vídeos tutoriais estimulando a prática continua dos alunos.
Coordenador Educativo - Allan Cesar Pfützenreuter/Guitarríssina Escola de Música Allan Cesar Pfützenreuter é formado em Licenciatura em Música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e mestre em Música pela mesma instituição. Artista, professor, empreendedor e apaixonado pela música, Allan fundou a Guitarríssima Escola de Música em 2009, convicto de que a educação musical pode transformar as pessoas e o mundo. Como gestor e líder estratégico, ele se dedica a perpetuar e expandir a marca Guitarríssima, que já atendeu mais de cinco mil alunos em quatro localidades, oferecendo aulas de 20 instrumentos, inclusive no domicílio dos alunos — um serviço pioneiro no Brasil. Com uma vasta experiência como violonista, guitarrista e cantor, Allan já se apresentou em shows por cidades como Praga (República Tcheca), Freiberger (Alemanha), Helsinki (Finlândia), Santiago (Chile), além de diversas regiões do Brasil. Além de sua atuação artística, ele coordenou importantes projetos sociais e educacionais, como o InterMúsica, voltado para crianças em situação de vulnerabilidade socioeconômica, e o FIBRA, um projeto de cooperação internacional entre Brasil e Finlândia, reafirmando seu compromisso com o impacto positivo da música na sociedade. Com uma abordagem pedagógica inovadora e uma visão empreendedora, Allan continua à frente da Guitarríssima sempre buscando novas formas de aproximar a música da vida dos alunos e das comunidades. Sua paixão pela música e pelo impacto social que ela pode gerar segue como uma motivação constante em sua trajetória. Produção Executiva- Claudia D´MuttiA produtora e gestora cultural, Claudia D´Mutti atua há mais de 30 anos no mercado cultural e é proprietária da empresa Mais Além Produções Artísticas. É formada em gestão de RH e pós graduada em Gestão Cultural. Foi diretora do Centro Cultural Usina do Gasômetro em Porto Alegre (1998-2001), diretora de Artes Cênicas da Funarte (MinC – 2007-2009), coordenadora administrativa e de logística do Porto Alegre em Cena (1994 a 2000), já produziu o show Roger Watters In the Flesch Tour no Estádio Olímpico (2002), a Bienal do Mercosul (2003/2004) as turnês da companhia teatral de Peter Brook no Brasil (2004), fez festivais de música na Argentina e Uruguai, gerente de produção do Natal Luz de Gramado (2016-2019), é proponente do Porto Verão Alegre desde 2010, proponente do Festival de Cinema de Gramado (2018), proponente também na Lei de Incentivo a Cultura do RS dos seguintes projetos: Natal a Bordo na cidade de São Lourenço do Sul (2021), Acústicos RS (2018/2017/2015). Festival de Outono de São Chico (2018), Mostra do Teatro Gaúcho (2016/2015/2014). Discografia do Pop Rock Gaúcho (2017/2015/2014) e Riso Grande do Sul (2015/2014/2013) entre outros. Levi Klitzke- arte educadorO professor Levi Klitzke traz toda sua expertise em música diretamente do Espírito SantoLevi leciona piano, teclado e Guitar Kids aqui na Guitarríssima. Além disso, também toca violão e ukelele.Deu início aos estudos na música com apenas 8 anos e atualmente é formado em Licenciatura em Música na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), além do Técnico em Piano Moderno pela Faculdade de Música do Espírito Santo (FAMES). Cursou também especializações em Educação Infantil e Anos Iniciais e Musicoterapia. Atende uma variedade ampla de perfis de alunos, se destacando com a faixa etária de 07 a 12 anos de idade. Guiherme Garvalho - arte educadorO professor Guilherme Garvalho leciona violão, guitarra, baixo e ukulele. Também canta, toca teclado, flauta doce, é regente de coral e ministra aulas de cavaquinho para níveis iniciantes e intermediário. Guilherme começou a estudar música com 8 anos e atualmente é formado em música no Centro Universitário Claretiano. Cursou também trompete, Análise Harmônica e Física & Música na Educação Social.Atende uma variedade ampla de perfis de alunos, se destacando com a faixa etária de 06 meses a 06 anos anos de idade. Dirceu - Coordenador PedagógicoLeciona guitarra e violão. Também toca baixo, bandolim e ukelele.Dirceu começou a estudar música com 15 anos e atualmente é formado em Licenciatura em Música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Cursou também ICT in Music Education Workshops (FIBRA) e Exposição Música, Ciência e Tecnologia (UFRGS). Leciona para variadas idades, mas se destaca com a faixa etária de 12 a 20 anos de idade.
PROJETO ARQUIVADO.