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Produto principal: produção de filme, gênero documental sobre o Blues e sua influência na MPB, média metragem com duração de 70', formato de edição e finalização digitais em editores Mac, colorização matte, e pós-produção em equipamentos After Effect e Fire. Produto secundário: Palestras a serem realizadas pelo Proponente, sobre o tema do produto principal.
AUDIOVISUAL - VÍDEO MÉDIA METRAGEM Documentário musical que contará com depoimentos e canções de artistas ‘bluesman’ brasileiros, gravados em um estúdio musical: o que foi aquele momento icônico para os artistas, amantes devotos do blues no Brasil, quais as influências, e que possíveis e quais os legados deixados para as novas gerações de músicos. Nasi (Irmandade do Blues), Luiz Carlini (Tutti Frutti), André Christovam Band, Nuno Mindelis, Dino Linardi (Golpe de Estado), Frejat (Barão Vermelho), e Edgard Radesca (Casa de shows Bourbon Street) falarão de suas inspirações, lembranças da época, e a sinergia que o gênero criou com a música brasileira. Por que falar de blues? Porque o blues tem mais a ver com o Brasil do que podemos imaginar. Classificação etária: LIVRE
OBJETIVOS GERAIS * Apresentar a influência do Blues na Música Popular Brasileira, da Jovem Guarda ao Pop Rock da geração 80 com a chegada da MTV, o maior canal de música, ao Brasil. * Valorizar a versatilidade do artista / músico ou cantor brasileiro, não somente se adaptando a um ritmo vindo de outro país, mas integrando-o à nossa cultura musical através de composições feitas aqui no Brasil. * Apresentar depoimentos e composições que construiram a história da interferência do Blues na música brasileira. OBJETIVOS ESPECÍFICOS VIDEO DOCUMENTÁRIO - Pesquisa, produção, finalização de audiovisual - vídeo - em média metragem, sobre a influência do Blues na música brasileira. - Apresentação de forma gratuita nas Redes Sociais
A divisão física, consequência da Segunda Guerra Mundial, provocou ao seu final movimentos de "ajustes" ao redor do Mundo, predominando Europa - aqui leia-se URSS - e América - aqui leia-se Estados Unidos - como os protagonistas desse "rescaldo", e da "reconstrução" econômica em seus Continentes. Acompanharam esses movimentos ações surgidas da euforia e da liberdade obtidas pelos países tidos como vencedores, e que ao longo do tempo cresceram em dimensão e em sua forma de expressão. A música, por exemplo, que até então seguia o padrão orquestrado, cadencidado, com uma forma particular e romântica dos tempos em que a Humanidade ainda descobria inventos e inovações que pudessem melhorar sua qualidade de vida. No Brasil do pós Primeira Guerra surgiram artistas e composições que se destacaram através da renovação do nosso principal ritmo, e foi pelo samba, pela marchinha, e mesmo pela tida música caipira é que vivemos este período chamado de "época de ouro" da música popular brasileira. Mas, foi mesmo a partir do final da Segunda Grande Guerra que a criação dos povos americanos deu vazão a manifestações musicais de vários tipos, ritmos, formas de interpretar e de executar, enfim uma verdadeira revolução. Nos Estados Unidos um ritmo chamado de Rock'n Roll enebriava os jovens, que se atiravam nas rádios e estúdios atrás de ídolos como Bill Halley, Chubby Checker, e tantos outros. Em alguns Estados norte americanos, o jazz e o blues imperavam com a negritude americana encantando toda a população do país, com seus acordes bem particulares e ritmos diferenciados também. Enfim, toda uma evolução cultural e musical permitida pela liberdade de expressão, e pela verdadeira euforia nacionalista que tomou conta dos Estados Unidos. Na Europa, surgiram os Beatles que até os dias de hoje exercem influência em todo o mundo, incluindo bandas e intérpretes. No Brasil não foi diferente. Após um período de música importada criamos nossa identidade musical, e no final da década de 50 surge o gênero Bossa Nova, autenticamente brasileiro mas que dialogava com o Jazz e com o Blues. A década de 1970 aumentou a percepção da juventude sobre o gênero que era tocado no Brasil por conta das versões nacionais de sucessos internacionais. Mas foi Rita Lee e Paulo Coelho, no antológico LP ‘Fruto Proibido’, que fizeram do blues um sucesso, um hit radiofônico improvável. A canção blues ‘Cartão Postal’ passou a ser executada nas rádios, e cantada por jovens de maneira uníssona nos shows da banda ‘Tutti Frutti.’ Mas, ainda assim o gênero estava restrito a público distinto. A partir da década de 1980, o gênero musical até então confinado nos guetos de iniciados e adoradores foi redescoberto sendo executado em rádios, programas de TV e casas noturnas populares, fora de seu circuito sacro musical. O Blues ganhou visibilidade, um sotaque brasileiro, e ocupou seu espaço nessa nova cena musical jogando luz em artistas relevantes até então desconhecidos do grande público, que se encarregaram de manter o blues vivo e ativo. A mudança de comportamento e os novos hábitos da juventude criaram um ambiente propício para a chegada da MTV ao Brasil, o maior canal de música e videoclipes do mundo. Novas bandas de pop rock, punk e new wave nacionais mudaram o rumo da indústria da música no país, e possibilitaram o renascimento de outros gêneros musicais, como o blues, que chegou ao Brasil a partir dos anos 1960 com o movimento musical da Jovem Guarda, liderado por Roberto Carlos. Pois é a esta parte da riqueza musical brasileira que o projeto se propõe. A de poder mostrar com evidências, através de depoimentos dos que viveram essa influência, seja executando, seja interpretando, que a música brasileira também compreende o rock, e que através do blues vem contribuindo com nossa cultura musical e comportamental. Um documento para sempre. A presença do Ministério da Cultura no projeto é importante e necessária para validar seu escopo essencialmente cultural que contempla. Essa validação resultará em visibilidade, confiabilidade, e qualidade para a proposta de sua execução, o que certamente despertará maior interesse naqueles que buscam patrocinar projetos de boa música e, principalmente, que interfiram no pensamento e no conhecimento da sociedade, além de, claro, beneficiá-la (a sociedade). Esta proposta atende: * Inciso III do Art. 1º da Lei 8131/91: "...apoiar, valorizar e difundir o conjunto de manifestações culturais e seus respectivos criadores"; * Inciso V do Art. 1º da Lei 8131/91: "...salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira"; * Letra "a" do Inciso II do Art. 3º da Lei 8131/91: "produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico, bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural."
O produto cultural, após executado e sua prestação de contas enviada, poderá ser comercializado / distribuído em emissoras de TV - abertas ou fechadas - a critério e por interesse do proponente. A peresente proposta está sendo reapresentada nos mesmos moldes, e composta de acordo com a anterior - PRONAC 233172 - aprovada, porém arquivada em dezembro de 2023 pelo motivo "E16 - Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação".
1. Equipamentos e Estúdio A Blipvertz usará equipamentos de última geração para a captação dos depoimentos e das canções que serão executadas em estúdio de áudio e gravação. · Gravaremos nos Studios Mafra, considerado o melhor estúdio da cidade de São Paulo, e usado por vários artistas consagrados como Roberto Frejat, Zeca Baleiro, e Céu. · Gravaremos as canções em mesa de 16 e 32 canais com mixer e compressores de última geração o que manterá o elevado nível da produção. · Os depoimentos também serão gravados no mesmo ambiente para não perdermos o clima intimista e a relação dos técnicos com os músicos e convidados. · Mixagem final em mesa de 64 canais Sony. 2. A Fotografia e o filmaker A parte estética e a fotografia ficarão a cargo do renomado fotógrafo e filmaker Marcelo Barbusci, atualmente nomeado embaixador da Fujifilm na América latina. Com vasta experiencia no mercado publicitário e cinematográfico, Marcelo será também o responsável pela pós-produção das gravações, o que garantirá continuidade e um alto padrão estético e de qualidade ao produto. 3. Câmeras e Lentes · Câmeras Canon C200 (2) · Câmeras Canon C70 (2) · Lentes Canon 24-70mm · Lentes Canon 16-35 mm · Sigma Art 18-35 mm (resolução de cinema) · Travelling e steadycam para movimentos 4. Edição e Pós-produção. Usaremos editores Mac, colorização matte, e pós-produção em equipamentos After Effect e Fire. Acabamento cinematográfico e textura de películas. Outras Informações O produto cultural, após executado e sua prestação de contas enviada, poderá ser comercializado / distribuído em emissoras de TV - abertas ou fechadas - a critério e por interesse do proponente.
AUDIOVISUAL - DOCUMENTÁRIO * Audiodescrição * Legendagem descritiva * Locais dotados de espaços físicos para mobilidade e acomodação de PNE * Tradução simultânea em LIBRAS, para o audiovisual e para as palestras do proponente OFICINA / PALESTRAS * Locais dotados de infrasestrutura para mobilidade de portadores de necessidades especiais. * Intérprete em LIBRAS
AUDIOVISUAL - DOCUMENTÁRIO * Distribuição na Rede Social, acesso gratuíto, via Youtube em Canal próprio. Alínea IV do Artigo 28, da IN n.º1 de abril.2023 - "Disponibilizar na Internet registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal." CONTRAPARTIDA SOCIAL * Palestras abertas em salas de aula de Escolas de Música da Capital de São Paulo A abrangência do projeto é uma estimativa, dada sua distribuição. Assim, estimamos em um número superior a 100.000 (cem mil) pessoas, considerando as ações de veiculação, show e palestras. PLANO DE DISTRIBUIÇÃO Por se tratar de um produto audiovisual / filme, e por o mesmo se inserido na Rede Social via Youtube, a distribuição entre os beneficiários de baixa renda será potencializada. Para o patrocinador, será realizada uma apresentação exclusiva em suas dependências. Após a conclusão da execução do projeto, e envio da prestação de contas, o proponente poderá comercializar o produto cultural com emissoras de televisão. Para as palestras da Contrapartida Social, serão convidados preferencialmente alunos de música, estes de baixa renda, obedecendo o percentual de 10% sobre a capacidade de público de cada palestra; o mesmo será aplicado ao patrocinador, sendo oferecido a ele o mesmo percentual de presença para cada palestra.
ROGÉRIO BRANDÃO - Produtor Executivo Jornalista, e jornalista pós graduado em Jornalismo Literário, MBA em Cinema, TV Digital e novas mídias. Foi Diretor Executivo da Direct TV, Diretor Artístico da TV Cultura de São Paulo, Diretor de Produção e Co Produção Internacional da EBC TV Brasil, no Rio de Janeiro. Criador de séries musicais como "Sete Vezes Bossa Nova", vencedor do Grand Prix do Festival de Cinema e TV de Nova Iorque de 2005. Foi Diretor de Shows Musicais, e do mega evento Rock in Rio em 2001. Atualmente, desenvolve um projeto sobre o Blues e sua influência na música brasileira a partir da década de 1980 com a chegada da MTV, o maior canal de música do mundo. Rogério Brandão é vencedor de dois prêmios "Emmy" na categoria Melhor Programação Juvenil, pela TV Cultura em 1999 e 2000. Como Proponente, será o responsável pela administração financeira do projeto, e de sua prestação de contas. CACÁ PRATES - Produtor Jornalista e Produtor Cultural, foi responsável pelo lançamento e gestão das bandas Ultraje a Rigor, 14 Bis, Inocentes, Plebe Rude, e artistas como Lô Borges, Beto Guedes. Tavinho Moura, Toninho Horta, entre outros. Produziu uma das maiores turnês de Cartola pelo Brasil e o lançamento de seu último disco. Com prestígio internacional, foi responsável por trazer bandas para shows no Brasil, e artistas consagrados como Grand Funk Railroad, Ramones, Venon, Exumer, e Sepultura. NASI - Vocalista Um dos fundadores do IRA! Banda da periferia de São Paulo que fez grande sucesso. Participou da gravação de 18 LPs da Banda, cantando vários de seus sucessos. Apaixonado pelo blues, atualmente é o lider e vocalista da banda "Irmandade do Blues", além de apresentar um programa na Rádio Kiss FM de São Paulo/SP, onde fala dos clássicos do blues, e suas influências na música brasileira. NUNO MINDELIS - Guitarrista Artista luso-brasileiro, nasceu em Angola e é considerado um dos maiores guitarristas do Brasil. De carreira pródiga, tem reconhecimento no exterior. onde consolidou seu nome. Viveu no Canadá, e também por esse motivo passou a se apresentar em Festivais pela América, tendo sido eleito em 1998 um ícone do blues, pela Revista americana "Guitar Player". Em plena pandemia, em 2020 lançou 11 discos de sucesso, e no projeto falará sobre sua ligação com o blues, e com a cultura brasileira, principalmente a influência musical. ANDRÉ CHRISTOVAM - Guitarrista Paulistano, reconhecido como um dos mais influentes instrumentistas do blues. Estudou em Los Angeles, no Guitar Institut of Technology, onde apurou técnicas e conviveu com futuros grandes músicos também. De volta ao Brasil, participou de bandas como Kid Vinil, Rita Lee e Roberto Carvalho, e Raul Seixas. Cheio de ideias, transformou o aprendizado no exterior em um trabalho de relevância para a música, e o rock, brasileiros. LUIZ SÉRGIO CARLINI - Guitarrista Nascido na Capital de São Paulo, bairro da Pompéia reduto do rock'n roll do Estado, tem sido figura obrigatória quando se trata de blues e música brasileira. Foi um dos fundadores do grupo "Tutti Frutti", que acompanhou Rita Lee no antológico "Fruto Proibido", um dos discos de rock brasileiro com maior influência advinda do blues, emplacando outros grandes sucessos como "Ovelha Negra", "Esse tal de Roc'n Roll", e outros. DINO LINARDI - Vocalista e Guitarrista Nascido em Belo Horizonte / MG, mas foi em São Paulo que se tornou músico e vocalista. Cresceu ouvindo ícones do rock paulista, criou uma banda a qual fez sucesso com a releitura do clássico "Muteamantes". Realizou shows no SESC, no Bourbon Street, Aramaçã em Santo André, tornando-se finalmente guitarrista da banda "Celso Blue Boys", também referenciada neste projeto. EDGAR RADESCA - Produtor Musical Sócio da mais antiga casa de blues do Brasil, já trouxe para shows B,B, King, Nina Simone, e outras atrações internacionais. Testemunha ocular da ascenção do blues no Brasil, e sua interferência em nosso rock, Radesca é um dos nomes mais importantes neste documentário. BRUNO ASCARI - Roteirista Formado em Publicidade e Propaganda, escreve sobre música e em especial o blues desde os 15 anos de idade. Aprofundou-se nessa pesquisa musical, e criou o próprio canal no Youtube. Foi colaborador da Revista Rolling Stones, é colaborador da Revista Poeira Zine, além de escrever roteiros para a publicidade, principalmente quando a criação se refere à música e ao comportamento.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.