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PRONAC 2415370ArquivadoMecenato

FESTIVAL LITERÃ?RIO MUSICAL FRONTEIRA – Uma terra só

NOTAAZUL PRODUCOES MUSICAIS LTDA
Solicitado
R$ 201,2 mil
Aprovado
R$ 201,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 3,24

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Pelotas
Início
2024-12-16
Término
2026-06-30
Locais de realização (3)
Jaguarão Rio Grande do SulPelotas Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

Existe um lugar ao Sul do Brasil que é um local muito especial. Raro, peculiar. Um local da empatia e das trocas intensas culturais. Linguagem e Criação. Solidariedade e Paz. Poucas fronteiras são tão férteis em acolhimento como a fronteira Doble Chapa.UMA TERRA SÓ- Chamou-a assim o escritor Aldyr Garcia Schlee,nascido em Jaguarão e permanente transeunte-habitante de Rio Branco. Ali na fronteira, sem linhas divisórias, sem preconceitos e sem obstáculos.NUMA TERRA SÓse produz literatura, arte, poesia e música de altíssima qualidade. Foi nesse escopo, generoso e sem limites criativos que brotou e cresceu esse projeto: FESTIVAL LITERÁRIO MUSICAL FRONTEIRA _ Uma terra só Em três sedes, Porto Alegre, Pelotas e Jaguarão, três dias de feira do livro, Palestras e Conversas com Autoras e Autores, exposição de fotos e gravuras e três noites de shows em cada sede. Criado, coordenado e dirigido por Martim César, agregando criadores extraordinários com suas variadas expressões artísticas.

Sinopse

A Feira do Livro de Fronteira contará com obras dos seguintes autores e autoras, que também participarão das conversas com escritores, palestras sobre linguagem de fronteira e traduções, além de sessões de autógrafos: Martim César, Mariana Ianelli, Luiz Carlos Vaz, João Félix Soares Neto, Cleonice Bourscheid, Paulo Rosa, Carmen Busatto, Fábio Amaro, José Gabriel Ceballos, Cátia Goulart. Escritor Homenageado: Aldyr Garcia Schlee. Patrono da Feira do Livro: Ignácio de Loyola Brandão (Escritor membro da Academia Brasileira de Letras) Acompanha uma Exposição FRONTEIRA Sur - com mostra de fotografias e apresentação-homenagem ao artista gravador em xilogravuras, com gravuras e matrizes originais de LEANDRO BARRIOS, gravador uruguaio (Jaguarão/Río Branco). Fotografias de ELIS VASCONCELLOS, LUIZ CARLOS VAZ e ALEXANDRE (Alischa). Shows de Música com Duo COPLA ALTA (Uruguai), Laura Correa/Igo Santos (ela uruguaia), Adriana Sperandir, Maurício Barcellos/Martim César, Maria Conceição, Oscar dos Reis, Marcello Caminha, Marco Aurélio Vasconcellos e Nilton Jr da Silveira, todos consagrados intérpretes. Oficinas oferecidas:§ O violão gaúcho e ritmos da fronteira uruguaio-brasileira§ O acordeon na música do Cone Sul§ Oficina Poemarte – Aprendizagem poética por meio de um passeio pela obra de alguns dos mais importantes poetas ibero-americanos Debates e palestras:§ Charlas sobre o escritor fronteiriço Aldyr Garcia Schlee§ Músicas, poesias e charlas sobre cantautores de fronteira§ Produção cultural nos dois lados da fronteira Uruguai-Brasil

Objetivos

Objetivo Geral Levar a um público mais amplo a literatura que relata a interação da população Doble Chapa, ocupante desse território fronteiriço unido por uma linha imaginária. Objetivos Específicos 1. Buscar que as novas gerações conheçam a literatura de grandes escritores(as) da nossa região; 2. Propiciar ao público em geral, em forma de recitais, debates e oficinas realmente ligados à literatura, o contato direto com esses(as) escritores(as). Ofereceremos, em cada sede, 3 noites de recitais com 3 apresentações musicais em cada noite. Participarão dos recitais grandes nomes da música regional gaúcha e importantes representantes da música uruguaia. Da mesma forma, em cada sede teremos 2 debates/oficinas com a participação dos escritores convidados; 3. Proporcionar pequenas feiras do livro para preservação destes contatos. Prevemos a presença o total de 12 escritores, com sessões de autógrafos durante as feiras; 4. Aguçar no mundo do espetáculo a avidez pela literatura, unindo livros à música; 5. Formar público que aprecie a literatura e a música riograndense, uruguaia e sul-americana; 6. Levar conhecimento de alguns exemplos de produção cultural com arte regional; 7. Dar visibilidade a uma região singular distante dos centros decisórios, a fronteira Brasil/Uruguai; 8. Incentivar as novas gerações a seguirem formas de arte ligadas a suas próprias regiões. A realização das três noites de recitais contarão com um total entre dez e doze artistas em cada sede, três a quatro apresentações por noite, incluindo as participações especiais. Prevemos a presença de aproximadamente 200 expectadores a cada noite de recitais e uma circulação de 500 pessoas em cada dia de feira do livro, com livre circulação para apreciar as exposições de fotos e xilogravuras.

Justificativa

Embora, no correr dos anos e em diversas gestões, várias iniciativas tenham sido feitas para dar mais visibilidade e, principalmente, mais viabilidade econômica, cultural e social às regiões de fronteira, tais como encontros bilaterais, a carta de fronteira, o estatuto de cidadão fronteiriço, ou seja, pertencente a dois países, é notória a disparidade de atenção prática dada a essas regiões com relação a outras mais populosas e mais centrais. Sendo assim, a organização de um festival que promova integração e a atenção dos meios de comunicação, da população em geral e dos entes governamentais sobre esse território, seria um aporte fundamental no sentido de lançar luz sobre esse espaço territorial. Para tanto, utilizaríamos a obra de um de seus maiores escritores, o multipremiado Aldyr Garcia Schlee, conhecido por ter confeccionado a camisa canarinho da seleção brasileira, mas que, na verdade, foi muito mais que tão somente o desenhista dessa obra. Agraciado com os maiores prêmios nacionais de literatura de seu tempo, seus livros são um retrato real e profundo dessa região. Porém, mais que isso, a ideia é promover um festival bem mais que somente literário. Seria a ideia singular de uma mescla de literatura, música e imagens relacionadas, de uma forma ou de outras, a essa fronteira viva e, quase sempre, desconhecida dos demais públicos que não a habitam. Dessa forma, levaríamos a Porto Alegre um festival que unificaria essas três manifestações. Seria como se uníssemos uma feira do livro, um festival de música e uma exposição de arte, todos tendo como pano de fundo a fronteira brasileiro-uruguaia. Além da capital, cuja reverberação dessa ideia seria de fundamental importância, o festival também seria levado a Pelotas, centro regional e situado dentro do limite fronteiriço, e teria sua finalização em Jaguarão, fronteira com o Uruguai, linha que demarca o berço do grande escritor que serve de embasamento ao evento. Por tudo isso, entendemos que a realização de um festival como esse promove a regionalização da produção cultural brasileira, em suas diversas formas de arte, revelando e protegendo expressões artísticas muitas vezes invisibilizadas pelas distâncias dos centros decisórios, proporcionando um aporte no pluralismo necessário à nossa cultura nacional. Além disso, ao lidar com uma zona limítrofe do nosso território, o evento tem a capacidade de despertar uma consciência internacional sobre a cultura que se cria nessa região híbrida, chamando a atenção para seus patrimônios materiais (teatros, estações de trem, museus, casas históricas _ todos revelados na obra de Aldyr Garcia Schlee e em diversos poemas e canções), bem como sobre o patrimônio imaterial que emerge dessa mescla de livros, canções e imagens que apresentam uma região pouco frequentada e pouco conhecida do nosso imenso país. Com a dificuldade de conseguir aportes espontâneos para eventos educativos e culturais desse estilo, acreditamos que a lei Rouanet é justamente o instrumento necessário para viabilizar nossa iniciativa, canalizando os recursos do Pronac para o fomento da produção cultural nessa área de festivais, mais especificamente para este evento híbrido de literatura e música e exposição de fotografias. É também, ao nosso ver, a lei Rouanet o meio adequado para a preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico de uma região praticamente inviabilizada a que nos propomos difundir e trazer ao cenário nacional, para também fazer parte do nosso imenso e valioso mosaico cultural brasileiro. Para tanto haverá distribuição gratuita e pública de ingressos e o incentivo ao público em geral, principalmente aos jovens e crianças, para comparecimento e difusão das artes que fazemos em nossa região. Como disse a filósofa Marilena Chauí sobre esse tema "é preciso ampliar o nosso conceito de cultura". É preciso dar espaço aos que não têm espaço onde mostrar suas artes. E creio que é essa a lacuna que a lei Rouanet vem preencher e onde o FESTIVAL LITERÁRIO MUSICAL FRONTEIRA _ Uma terra só, encaixa-se perfeitamente, como um tijolo mais na construção do grande edifício da cultura nacional. Conforme descrito, e com base nas ações propostas, julgamos que atendemos os incisos II, IV, VI, VII e VIII do Art. 1º da Lei 8313/91 e incisos II, letras c) e e), III, letra d), IV, letra a) e V, letra a) do Art. 3º.

Especificação técnica

Oficina O violão gaúcho e ritmos da fronteira uruguaio-brasileira Aplicação: Marcello Caminha Duração: 120 minutos Critérios de seleção de participantesA oficina é livre para qualquer pessoa interessada. Não existem pré requisitos. A faixa etária recomendada é a partir de 8 anos. Plano de ensinoTrata-se de uma oficina de violão a partir de uma metodologia própria desenvolvida por Marcello Caminha a fim de transmitir as peculiaridades da aplicação dos ritmos no violão. Este projeto, que em mais de 12 anos já percorreu inúmeros municípios do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e outros Estados brasileiros, visa tanto para o aprimoramento técnico do violão, como para o despertar para o aprendizado musical e, acima de tudo, a ampliação do conhecimento sobre a cultura regional gaúcha através do violão. Será uma experiência musical onde os participantes passam a conhecer os valores musicais como ritmo, timbre, escalas, harmonia e melodia característicos da música gaúcha. Metodologia de execuçãoAtravés de exercícios sonoros emitidos pelo violão, o público é levado a conhecer a musicalidade presente no instrumento.Essa oficina tem como objetivo levar ao público conhecimentos básicos do violão na música nativista gaúcha. Esse instrumento tão presente no folclore regional do Rio Grande do Sul e todas as suas particularidades.Serão abordadas vertentes históricas através de timbres, ritmos e melodias, englobando abordagem que vai da teoria à pratica.Tantos os sons produzidos pelo instrumento, quanto os percussivos (batidas, rasqueados), são intercalados em exercícios numa sequência sonora crescente para sentir a sensação presente nas escalas musicais. Estratégia de aprendizado A descontração e o tom informal são os maiores trunfos para o aprendizado dos oficinandos.Toda a sequência de exercícios é preparatória para a execução final de uma canção coletiva com todos os presentes, num clima de coletividade. Conteúdo programáticoEsta vivência musical visa principalmente a ampliação da percepção musical de cada um.Assuntos abordados na oficina:1) Forma de tocar os ritmos musicais gaúchos no violão - demonstração prática de dedilhados e batidas usados na execução rítmica no violão.2) Análise dos movimentos necessários à mão direita para a boa execução rítmica.3) classificação geral dos ritmos, de acordo com seu histórico e características básicas.4) utilização do violão na música Nativista do RS5) conhecimento da anatomia do violão, postura correta para tocar6) tipo de cordas utilizadas7) como cuidar das unhas ################################################################## Oficina Poemarte Aplicação: Poeta e escritor Martim Cesar Duração: 120 minutos O público-alvo: População em geral A oficina poemarte é uma busca de aproximar a poesia do cotidiano das pessoas. Nela, são utilizadas referências da poesia brasileira, latino-americana e universal para (in)definir esse ramo literário. Mário Quintana, Pablo Neruda, Manoel de Barros, Fernando Pessoa, García Lorca, Florbela Espanca, Mário Benedetti, Vinícius de Moraes e outros estão presentes em citações e poemas recitados. Como bem disse Manoel de Barros, a poesia é uma maneira de "desver" o mundo, ou seja, vê-lo de outra forma, descobrir o colorido que existe à nossa volta. Além da conversa com a plateia, serão utilizadas passagens de filmes e livros, bem como um recital de poemas próprios e dos autores citados, além da participação especial de um músico onde se explica um pouco do que é a composição musical, isto é, a confecção de uma música com base em uma letra/poesia. Como encerramento um resumo poético do Quixote de Cervantes, fazendo alusão a essa obra literária universal que é, acima de tudo, uma poesia inigualável da luta entre a razão e a utopia, essência de cada ser humano. ################################################################## Projeto Pedagógico Oficina Acordeóm nos ritmos do cone sul Ministrante: Oscar dos Reis Duração: 90 minutos Critérios de seleção de participantes: Livre para qualquer público. A faixa etária recomendada é a partir de 7 anos. Plano de ensino Trata-se de uma oficina de acordeom a partir de uma metodologia própria desenvolvida por Oscar dos Reis durante seus vários anos de aulas ministradas sobre o referido instrumento. Nela, busca-se repassar e transmitir nuances e métodos de aprendizado e fixação de diversos ritmos do sul do continente aplicados ao acordeom. Com uma longa experiência de aulas na Europa, com mestres do instrumento e, também, com o aprendizado prático acompanhando ícones da música gaúcha e platina, Oscar dos Reis trata de repassar sua experiência musical e suas técnicas de execução aos participantes. Durante as oficinas, os inscritos têm a possibilidade de conhecer ritmos, timbres, escalas, harmonias e melodias característicos das músicas que identificam o folclore da nossa região do planeta. Metodologia de execução Por meio de exercícios sonoros e práticos com o acordeom, o público é apresentado à musicalidade presente no instrumento. A oficina tem como objetivo levar ao público conhecimentos básicos do acordeom na música do Cone Sul, especificamente Rio Grande do Sul, Uruguai e Argentina, associando com a influência da imigração europeia e seus aportes. Serão abordadas vertentes históricas através de timbres, ritmos e melodias, englobando abordagem teórica e prática. Soma-se à sonoridade natural emanada do instrumento, outras sonoridades percussivas (rasqueados e batidas), com exercícios se intercalando em uma sequência sonora crescente para sentir a sensação presente nas escalas musicais. Estratégia de aprendizado Essa oficina prima pelo aprendizado com certa informalidade, mas sempre com a necessária seriedade em relação ao gosto pela execução correta do instrumento, com técnicas e conselhos que facilitam o aprendizado do oficinando. No final, busca-se a execução final de uma canção coletiva com todos os presentes, em um clima de coletividade e de concepção da importância do instrumento no convívio social, bem como em seu uso profissional para aqueles que desejam seguir essa carreira. Conteúdo programático Assuntos que serão abordados na oficina: 1) Utilização das mãos direita e esquerda no instrumento; 2) História e classificação dos diversos ritmos regionais; 3) Demonstração prática da execução dos ritmos platinos e gaúchos; 4) Conhecimento das formas adequadas de executar acordeom. Oscar dos Reis – Biografia musical Iniciou seus estudos de música com o maestro Antonio Carlos Cunha. Posteriormente buscou aperfeiçoamento na academia Gnéssins em Moscou (Russia), onde frequentou as classes dos professores Wiatcheslav Semionov e Friedrich Lips. Estudou na Itália, com o professor ucraniano Wladmir Zubitsky. Participou de seminários com os professores Jeseph Macerollo e Mogens Elegard. Realizou o curso de atualização pedagógica no Centro Internacional de Estudos do Acordeon,em Hondarribia (Espanha). Considerado um dos melhores acordeonistas do mundo, o que se comprova pela espetacular técnica, virtuosismo e extenso currículo, passou a atuar também como professor do instrumento, difundindo sua técnica para formar novos instrumentistas. Já tocou com diversas orquestras de renome, participando de festivais – como o de Corrientes, na Argentina, voltado ao chamamé, e o de Punta del Este, no Uruguai, direcionado ao jazz. Na sua discografia consta o Libertango, de 1999 (dedicado a obras de Astor Piazzolla), Suite Porteña, de 2002, e Eclético, de 2009. Dividiu o palco com nomes importantes da música regional gaúcha como Honeyde Bertussi, Os Serranos e Lúcio Yanel.

Acessibilidade

Todos os espaços elencados para a realização dos eventos já estão arquitetonicamente adequados para acolhimento de deficientes físicos (rampas e espaços na plateia) e cegos (sinalização em braile, piso e mapa tátil). Serão contratados(as) tradutores de LIBRAS para atuarem em oficinas, palestras e outros momentos em que haja comunicação verbal. Apresentadores, oficineiros, palestrantes e artistas serão orientados a praticarem a audiodescrição. Da mesma forma orientaremos apresentadores, oficineiros, palestrantes e artistas a evitarem preconceitos e capacitismo, tratando as pessoas com deficiência da mesma forma que as outras pessoas.

Democratização do acesso

Nas três noites de espetáculo, em cada sede, serão cobrados ingressos do público com valores populares: Inteira R$20,00, meia e solidária R$10,00 (mediante donativo de 1Kg de alimento não perecível). Essa arrecadação, após o desconto da contribuição ao ECAD, será destinada a entidades sociais, ainda a ser elencada, uma por sede do evento. A participação nos debates/charlas/oficinas serão abertas mediante inscrição através de formulário Web, ainda a ser desenvolvido. As oficinas terão limitação de 20 participantes ativos. A seleção será determinada pela ordem de inscrição e os demais inscritos, não selecionados para participação ativa, poderão participar como ouvintes. A feira do livro e a exposição de fotografias e gravuras serão realizadas durante o dia, preferencialmente, na mesma estrutura onde serão realizados os eventos musicais à noite (foyer ou hall de entrada do teatro/auditório), com livre circulação. Este público também poderá acessar a plateia onde os artistas programados estarão fazendo a passagem de som, como um ensaio aberto. A produção deverá orientar para que seja mantido o silêncio para que o trabalho dos técnicos não sofra interferência.

Ficha técnica

NotaAzul – Produções Musicais - proponente, produção executiva e gestão financeira Criada em 2011, com menos de um ano de atividade a produtora já havia realizado eventos utilizando-se de recursos próprios e de apoiadores locais. Em junho de 2013 realizou a primeira edição do Prêmio Brasil Sul de Música, com financiamento do ProCultura Pelotas RS. Em 13 anos de atuação da NotaAzul, foram publicados 12 CDs, 2 livros, 2 documentários, 4 videoclipes, além de uma peça teatral convertida em curta metragem (em razão da pandemia COVID-19). Todos os trabalhos são resultado de obras autorais, exceto um CD resultado de pesquisa musical sobre obras de autores pelotenses do século XIX (publicações em partituras). Haroldo Campos de Campos, titular da empresa NotaAzul, teve seus primeiros estudos em música em 1965, participou de bandas de baile de 1967 a 1972. Bancário da Caixa Econômica Federal desde 1973, aposentou-se em 2006, já bacharel em música e especialista em musicoterapia pela UFPel. Tecnólogo em produção fonográfica pela UCPel em 2010, criou a NotaAzul em 2011, dedicando-se à elaboração de projetos locais voltados à música autoral. Em 2012 propôs à comunidade cultural pelotense a criação de uma associação voltada a cobrar e/ou apoiar o poder público em relação ao Theatro Sete de Abril, então fechado já (?!?) há dois anos, sende eleito seu primeiro presidente (gestão 2012/2013), sendo reconduzido ao cargo para a gestão 2023/2025. A AMASETE - Associação Amigos do Theatro Sete de Abril é hoje uma realidade na cultura de Pelotas. Elisângela Vasconcellos Gomes - Coprodutora, cenógrafa e expositora Produtora do Recital de 50 anos de música de Marco Aurélio Vasconcellos – Teatro São Pedro – Porto Alegre – CD Além das Cercas de Pedra. Ganhadora do prêmio Açorianos de visual gráfico pelo CD Doze Cantos Ibéricos (2017). Produtora da Oficina de poesias Poemarte, ministrante: Martim César, realizada em cidades como Santa Cruz do Sul, Concórdia/SC, Herval do Sul, Santo Antônio da Patrulha, Rio Grande, Caxias do Sul, Camaquã, Porto Alegre, Ijuí e Pelotas. Produtora visual dos CDs Da mesma raiz, Náufragos Urbanos I e II, Além das cercas de pedra, Paisagem Interior, Caminhos de Si e Doze Cantos Ibéricos. Produtora dos lançamentos de CDs Náufragos Urbanos (Cartas de marear), Doze Cantos Ibéricos, Além das cercas de pedra, Caminhos de Si em Pelotas e Porto Alegre. Locais: Bibliotheca Pública Pelotense, Livraria Cultura (Poa) e Teatro do Sesc. Produtora dos lançamentos dos livros Sangradouro e Sobre amores e outras utopias – Jaguarão, Pelotas, Ijuí e Porto Alegre. Martim César Ramires Gonçalves - Autor, intérprete e oficineiro Autor de 7 livros de poesia e de contos. Vencedor por duas vezes do prêmio Rua dos Cataventos da Sociedade Mario Quintana de Poesia; Vencedor de diversos festivais de músicas do RS (Califórnia, Reponte, Moenda, Musicanto, entre outros) e de mais de 10 festivais nacionais, incluindo o Festival Nacional da Reforma Agrária. Possui várias premiações paralelas, incluindo melhor poesia, melhor letra e melhor tema social em diversos festivais gaúchos e nacionais. Indicado por diversas vezes ao prêmio Açorianos e vencedor em 2017. Apresenta semanalmente a série histórica Nossas Origens (sobre as raízes do povo que habita o Pampa), na rádio Sul.net e na rádio missioneira Unijuí FM. Coautor de 11 trabalhos discográficos “Caminhos de Si”; “Cantares del sur - Maria Conceição canta Martim César e Paulo Timm”; “Canções de a(r)mar e desa(r)mar (MPB)”; “Da mesma raiz” (indicado ao açorianos de 2010) “Já se vieram”; “Memorial de Campo”; “Paisagem interior”, (com três indicações no Açorianos 2015), “Náufragos Urbanos” (Indicado a melhor álbum de MPB do RS, pelo Açorianos 2015), “Caminhos de Si 2, o tempo”, “Canciones que nacen del camino” e “Doze Cantos Ibéricos e uma canção brasileira” (vencedor do Açorianos 2017 na categoria melhor álbum regional). Mais recentemente lançou o livro “Sangradouro (contos)” e o CD “Além das Cercas de Pedra”, com Marco Aurélio Vasconcellos e Marcello Caminha, além do atual CD “Náufragos Urbanos 2 – Relógios de areia”. Alfredo Aquino - Produção Cultural - Coordenação de conteúdos Artista plástico e escritor, editor de livros, proprietário da editora ARDOTEMPO, responsável pelas publicações da obra de Aldir Garcia Schlee. Simone Lersch - Assessoria de comunicação – Porto Alegre Formada em Comunicação Social pela PUCRS (2000), atua como assessora de comunicação há mais de vinte anos. Especializada na área cultural, divulgou diversos projetos e ações nos segmentos de Música, Literatura, Audiovisual, Artes Visuais, Artes Cênicas, Dança e Patrimônio. Foi Coordenadora de Comunicação da Sala de Cinema SindBancários (2008 a 2009) e da Associação de Cegos do Rio Grande do Sul - ACERGS (2011 a 2012). É assessora de imprensa da Ardotempo Edições, Editora Libretos e do Tablado Andaluz, ), além de clientes pontuais. Michele de Carvalho Ferreira - Assessoria de comunicação – Pelotas Durante 24 anos atuou como repórter do Jornal Diário Popular, o maior da Zona Sul do Estado. Ao longo da carreira, conquistou premiações nos principais concursos da imprensa gaúcha. Só da Associação Riograndense de Imprensa (ARI) foi finalista por 5 vezes e em duas delas levou o troféu para casa. Em 2013, ficou com o 2º lugar na categoria Reportagem Cultural, com a série Patrimônio gaúcho, sobre a lei que tornou o arroio Pelotas Patrimônio Cultural do Estado. Em 2017, 1º lugar na categoria Reportagem Geral, do Prêmio ARI, com a série Encarcerados, em um retrato do sistema carcerário da região. O trabalho, que fechava um ciclo de dez anos de acompanhamento e de denúncia de precariedades nos presídios de Pelotas, Rio Grande, Santa Vitória do Palmar, Jaguarão, Camaquã e Canguçu, também conquistou Menção Honrosa no Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo, que recebe matérias de todo o país. Durante as mais de duas décadas em que atuou como repórter, Michele Ferreira se envolveu na produção de conteúdo das mais diferentes editorias, como Cidades, Cultura, Esportes, Economia, Rural e Segurança. 1º lugar no Prêmio promovido pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), em 2018, com Cicatrizes do Bahamas, um balanço dos dez anos do desastre ecológico e as decisões judiciais que comprovaram que diagnósticos de câncer em trabalhadores do Porto de Rio Grande estavam associados à exposição de ácido sulfúrico. A série foi considerada a melhor do Sul do Brasil, na categoria Jornalismo Impresso. Já em 2012, Legado do Mar de Dentro, sobre o trabalho de artesãos da região, ficou com o 1º lugar nacional da 4ª edição do Prêmio de Jornalismo do Sebrae. Neste ano, depois de mais de duas décadas, Michele Ferreira decide investir em projetos do lado de fora da redação e assume nova trajetória como freelancer. Leonardo Nunes - Assessoria de comunicação – Jaguarão Produtor cultural de eventos como o festival binacional Canto do Jaguar e das mostras culturais La Mancha na cidade de Jaguarão. Marcello Caminha - Intérprete e oficineiro É violonista, compositor, arranjador e produtor, Marcello é conhecido por imprimir seu estilo marcante na sua música e nas músicas dos artistas com quem produz e atua, sendo um músico bastante requisitado em palcos e estúdios onde já atuou em gravações e produção de álbuns dos principais nomes da música gaúcha como instrumentista, arranjador e diretor musical. Músico e professor há mais de 20 anos, desenvolveu vários trabalhos didáticos, começou com uma videoaula em 2010, o livro 14 estudos para violão Gaúcho. O livro Songbook Imagens e lançou em 2018 o Curso On Line Manual do Violão Gaúcho, levando música e qualidade de vida para as pessoas, entre outras coisas, a esperança de aprender a tocar o violão. De lá pra cá já são mais de dois mil alunos fazendo o curso e aprendendo a tocar o instrumento. Marcello também desenvolve o projeto social Caminha no Bem, um projeto de acessibilidade social para crianças e idosos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.