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PRONAC 2415376Arquivado - não atendimento à diligência técnicaMecenato

Semana Estadual do Hip Hop - Projeto Território Hip Hop RS 1

SOCIEDADE UNIAO DA VILA DOS EUCALIPTOS
Solicitado
R$ 198,0 mil
Aprovado
R$ 198,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-11-11
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

A Semana Estadual do Hip Hop - Projeto Território Hip Hop RS é uma iniciativa inovadora e colaborativa que visa fortalecer e promover a cultura Hip Hop no estado do Rio Grande do Sul. Reconhecida oficialmente por lei estadual, essa semana será realizada por um conjunto de 20 organizações e coletivos do movimento Hip Hop, abrangendo cidades como Porto Alegre, Esteio, Novo Hamburgo, Pelotas, Cachoeirinha, Viamão e Caxias do Sul. O Hip Hop, com suas diversas linguagens — incluindo o Rap, Breaking, Graffiti e o DJing — emerge como uma expressão cultural poderosa, especialmente em comunidades urbanas e periféricas. Este projeto não apenas celebra essa cultura, mas também se propõe a abrir um espaço de diálogo e reflexão sobre questões sociais que afetam essas comunidades, como desigualdade, racismo e discriminação cultural.

Sinopse

A Semana Estadual do Hip Hop - Projeto Território Hip Hop RS é uma celebração vibrante e transformadora da cultura Hip Hop no Rio Grande do Sul, reconhecida oficialmente por lei estadual. Realizada em colaboração com 20 coletivos e organizações, o projeto abrange diversas cidades, incluindo Porto Alegre, Esteio e Novo Hamburgo, e propõe uma programação diversificada que inclui shows de rap, batalhas de MCs, oficinas de arte, exposições de graffiti e debates sobre temas sociais relevantes. Com o objetivo de fortalecer a identidade cultural e promover a inclusão, a semana busca dar visibilidade a artistas locais, especialmente mulheres e grupos LGBTQIA+, enquanto aborda questões como desigualdade, racismo e a importância da resistência cultural. Em um momento de reconstrução após desastres naturais que afetaram várias comunidades, o Hip Hop se apresenta como uma ferramenta poderosa de empoderamento e transformação social. Através de cerca de 1600 ações planejadas, a Semana do Hip Hop não apenas promove a arte e a cultura, mas também estimula o diálogo e a reflexão, criando um espaço de resistência e expressão para jovens e adultos. Este projeto se destaca como uma iniciativa vital para a inclusão social, o fortalecimento comunitário e a celebração da diversidade cultural no estado, tornando-se um marco na história do Hip Hop gaúcho.

Objetivos

Objetivo Geral Promover a Semana Estadual do Hip Hop - Projeto Território Hip Hop RS como um festival colaborativo e coletivo, reconhecido oficialmente por lei estadual, que visa fortalecer a cultura Hip Hop em 20 organizações e coletivos do Rio Grande do Sul, abrangendo 11 cidades. Objetivos Específicos Realização de um Circuito de Ações Culturais na modalidade de 30 (trinta) OFICINAS. com 20 coletivos e organizações, alcançando diversas 5 regiões do estado.

Justificativa

A Semana Estadual do Hip Hop - Projeto Território Hip Hop RS surge em um contexto de necessidade urgente de fortalecer a cultura Hip Hop no Rio Grande do Sul, especialmente em regiões periféricas e vulneráveis. Desde maio de 2024, o estado tem enfrentado um dos maiores desastres socioambientais de sua história, resultando em consequências devastadoras para comunidades já marginalizadas. Estúdios, ateliês e espaços de expressão cultural foram severamente afetados, interrompendo a rotina e os sonhos de muitos artistas e jovens. Neste cenário, o movimento Hip Hop se destaca como um agente de transformação social, buscando alternativas e promovendo iniciativas emergenciais para a reconstrução cultural. Com seus cinco elementos fundamentais — MC, DJ, Breaking, Graffiti e o Conhecimento — o Hip Hop tem se consolidado como uma voz potente para a população periférica, sendo uma ferramenta de luta por direitos, inclusão social e igualdade. O projeto tem como objetivo resgatar e revitalizar a cultura Hip Hop, promovendo ações que não apenas celebram essa forma de arte, mas também abrem espaço para o debate sobre temas cruciais como desigualdade, racismo e exclusão social. Ao descentralizar as atividades e levar ações a diferentes cidades, buscamos garantir que comunidades historicamente esquecidas tenham acesso a políticas culturais e oportunidades de expressão. A Semana do Hip Hop vai além de um festival; é um espaço de resistência e empoderamento, onde jovens e adultos podem se apropriar de suas narrativas e construir uma identidade coletiva. As oficinas, batalhas de rima e festivais são plataformas para a formação de lideranças locais e a promoção da cidadania ativa, contribuindo para a inclusão social e o fortalecimento da autoestima das comunidades. Além disso, o projeto se alinha aos princípios da Lei 8313/91, que visa garantir o acesso à cultura e a valorização das manifestações artísticas. Ao promover a cultura Hip Hop como um patrimônio imaterial, a Semana Estadual do Hip Hop reafirma a importância dessa expressão cultural na luta por justiça social e na construção de um futuro mais equitativo e solidário. Contribuição para a Lei de Incentivo à Cultura (Lei 8313/91). A Semana do Hip Hop- Projeto Território Hip Hop RS está alinhada com os princípios e objetivos da Lei 8313/91, atendendo a diversos incisos do Art. 1º, que orienta a política cultural brasileira: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A Semana do Hip Hop- Projeto Território Hip Hop RS também contempla objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91, tais como: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

O referente Projeto é formulado por um conjunto de 20 instituições coesas que desenvolvem atividades no Rio Grande do Sul. Movimento a Flor da Pele - Novo Hamburgo Becos Crew Poetas Vivos Instituto Reação Associação Hip Hop de Viamão Fluência Casa de Hip Hop Projeto Minha Missão(rapper DU) Vielas Espaço Cultural Galpão Cultural - Casa de Hip Hop em POA Projeto Re (Construir) Nação Hip Hop Brasil RS Projeto Noiz por Noiz Instituto Cohab Só Rap SUVE Conceito Arte Instituto Parrhesia Associação dos imigrantes do RS Quilombo de favela Pavilhão Eco Sustentável de Esportes Radicais Instituto Cultural Becos Vielas

Especificação técnica

Objetivo do Projeto Promover a cultura Hip Hop no Rio Grande do Sul, fortalecendo comunidades periféricas através de uOFICINA DE HIP HOP 5 Elementos culturais e educativas. Atividades Planejadas Oficinas: Duração: 300 dias, com programação semanal. Temas: Produção artística, formalização de artistas, inclusão social, etc. Shows e Festivais: Apresentações de artistas locais, MCs, DJs e dançarinos. Batalhas de rima e competições de breaking. Debates e Palestras: Temas sobre desigualdade, racismo e direitos humanos. Mostras de Graffiti: Exposições de artistas locais, promovendo o grafite como forma de expressão. Recursos Necessários Espaços: Escolas, praças, centros culturais, e outros locais adequados para realização de atividades. Equipamentos: Sistemas de som. Materiais para oficinas (papel, tintas, etc.). Equipamentos de gravação (câmeras, microfones). Impacto Esperado Aumento da visibilidade da cultura Hip Hop no estado. Fortalecimento da identidade cultural em comunidades periféricas. Inclusão social e promoção de direitos através da arte e da educação. Contatos e Informações Coordenação do Projeto: Sociedade União da vila dos Eucaliptos - SUVE E-mail para Dúvidas: ong.suve@gmail.com

Acessibilidade

Como ação de acessibilidade prevemos durante a programação a acessibilidade física, todos os espaços selecionados para as atividades do projeto, quanto as oficinas, quanto as apresentações e mostras culturais contarão com rampas de acesso e banheiros acessíveis para pessoas com deficiência física. O projeto terá interprete de libras durante as maiores atividades do, ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais onde serão realizados as apresentações, oficinas e shows gratuitos são adaptados e públicos para atender os Portadores de Necessidades Especiais (com deficiência ou com mobilidade reduzida), inclusive com locais exclusivos com visão privilegiada para os cadeirantes. A equipe de atendimento do projeto será devidamente treinada para atender ao público com necessidades especiais, caso necessário ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Para portadores de deficiência visual, caso necessário, também serão disponibilizados locais especiais, mais próximos a banda para que esses possam usufruir de forma mais adequada da frequência por meio de outros estímulos sensoriais. Será contratado um tradutor de libras para as apresentações e shows. A equipe de atendimento do projeto será devidamente treinada para atender ao público com necessidades especiais, caso necessário. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Para portadores de deficiência auditiva, caso necessário, também serão disponibilizados locais especiais, mais próximos aos artistas para que esses possam usufruir de forma mais adequada da frequência por meio de outros estímulos sensoriais. A equipe de atendimento do projeto será devidamente treinada para atender ao público com necessidades especiais, caso necessário. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: serão disponibilizados assistentes exclusivos para auxílio a pessoas com estas deficiências.

Democratização do acesso

Certificando-se de atender as medidas dispostas no Art. 29 da IN nº 1/2024: Todas as atividades realizadas pelo projeto serão realizadas em locais públicos, Escolas, Praças e Parques, de forma totalmente gratuita, com estimativa de público para 5.000 pessoas por mostra cultural, totalizando a previsão de 25.000 pessoas nas apresentações e shows realizadas pelas entidades envolvidas no projeto. Respeitando o plano de distribuição nos termos do art. 29 da IN 1/2024: Art. 30 da IN nº 1/2024: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e áudiodescrição; Algumas das atrações do festival serão disponibilizadas online gratuitamente. O projeto também tem a preocupação de não apenas ofertar espetáculos e oficinas de hip hop e seus 5 elementos com acessibilidades, mas também garantir o acesso aos que precisam. A divulgação é feita diretamente com as escolas da rede publica de ensino, grupos e universidades além das redes sociais e outros canais de divulgação em veículos tradicionais, mídias livres, alternativas e comunitárias. Seguindo o Artigo 28 da IN 1/2023, o projeto adotará a seguinte medida de Ampliação de Acesso: VI - Oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural.

Ficha técnica

A “SUVE” Sociedade União Vila dos Eucaliptos é uma Instituição sem lucrativos, fundada 25 de setembro de 1990 e atua nas áreas da Educação, Cultura, Artes, Lazer, Meio Ambiente, Esportes e Ações Sociais e comunitárias. Durante esses mais de 34 anos de atividades vem atuando nas melhorias de infra-estrutura da comunidade do Bairro Mario Quintana e arredores, e ofertando outras possibilidades através de ações sociais comunitárias culturais e educacionais, em defesa dos direitos humanos,da educação infantil, acesso a artes e cultura, informação, comunicação, mídias alternativas, esporte e proteção ao meio ambiente. Assim temos a visão de Promover a pratica social para que as ́ pessoas encontrem sua dignidade humana com respeito, através das ações sociais, culturais, educativas, informativas, esportivas, comunicativas e proteção ao meio ambiente. Esta instituição se esforça para prestar um atendimento de qualidade voltado para as crianças, adolescentes, adultos e idosos com ou sem deficiência em sua totalidade: social, cultural e educativo, pois acreditam que, interferindo positivamente na vida destes indivíduos, naturalmente atingirá também suas famílias e a comunidade de modo geral. Por isso somos focados em nossa missão que éarticular, organizar, promover e fomentar a educação, cultura, esporte e lazer nas periferias da cidade de Porto Alegre, Região Metropolitana e Interior do Estado. Nossa instituição tem sua sede no Bairro Mario Quintana região nordeste de Porto Alegre onde boa parte da população vive na linha ou abaixo da linha da pobreza. Atualmente ocupamos a triste marca do mapa dos bairros mais violentos da cidade e também o bairro com o menor IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) da capital gaúcha. Ao longo das ações desenvolvidas na comunidade conseguimos obter grandes resultados podendo se destacar: Criação da Escola de Educação Infantil “Espaço do Saber” que atende 110 crianças de 01 á 6 anos em turno integral; Somos reconhecidos como um “Ponto de Cultura de A a Z” que trabalha e desenvolve diversas oficinas, workshops, cursos e palestras em diversos eixos da cultura; Somos a instituição que desenvolve as atividades anuais da semana do Bairro Mario Quintana (de 14 a 22 de dezembro); Idealizadora e realizadora do Baile de Debutantes comunitário e suas 10 edições; Organização de torneio esportivos de futebol feminino, skate, basquete e outros; Confecciona trimestralmente o Jornal comunitário do Bairro; Formação e a profissionalização de jovens da comunidade na área da cultura, que já participaram de eventos nacionais e internacionais; formação de Coletivos que atuam no Hip Hop e seus 5 elementos (DJ, Mc, Breaking, Graffite e Conhecimento); Formação de coletivos de Danças Populares e Tradicionais; Realizamos ações em outras localidades da cidade, principalmente nas periferias da capital, região metropolitana e interior do Estado, podendo ser destacadas “Feira de Hip Hop de Porto Alegre”; Rap Na Usina; A Batalha do Mercado; Rap na Rua; Mostra de danças SUVE Maktub; Dia Internacional da Mulher Latino America e Caribenha; Oficina nas Escolas; dentre outros. A SUVE também é ganhadora do 1° Prêmio da Diversidade Cultural do Estado do Rio Grande do Sul (2013), na Categoria “Culturas Populares”; Prêmio Cultura Hip Hop (2014) – FUNARTE; Premio Nacional Teixeirinha (2019) Culturas Populares. Ilson Renato Gomes - DPresidente da Instituição Brasileiro, Negro, 61 anos, Aprendiz de Griô, produtor cultural, idealizador e precursor da cultural Black Music na cidade de Porto Alegre, Educador Social e agente comunitário, Conselheiro Municipal de cultura nos anos de 2010,2011,2013,2015,2017,2020. Presidente da instituição Sociedade União da Vila dos Eucaliptos – SUVE, mandato de 2021 á 2026, Diretor da Escola de Educação Infantil e Cultural Espaço do Saber. Ativista pela cultura popular desde 1980 principalmente a cultura Hip Hop. Participante ativo do Fórum permanente do Hip Hop Gaúcho, Fórum de manifestações populares da região nordeste. Participante ativo do Grupo de Estudo e Pesquisa Idéia de Cultura “GEPIC” e do coletivo de mídia Livre Mídia Di Vila. Diretor do Ponto de Cultura de A a Z, mandato de 2012 á 2017. Mario Marques - Diretor de Projeto Brasileiro, 33 anos, Negro, disco-jóquei, Produtor cultural, Analista de Sistemas (Unniritter), Arquivista (UFRGS), Técnico em Sonorização e iluminação profissional. Pesquisador de Novas tecnologias para soluções de eventos e mostras culturais; Pesquisador de cruzamento de informações e diagnósticos de arquivos do terceiro setor, Mestrando em Ciência da Informação. Coordenador do Ponto de Cultura (Cultura de A a Z). Responsável pelas atividades, eventos, mostras culturais da SUVE (Sociedade União da Vila dos Eucaliptos), instituição que desenvolve cultura e assistência social no bairro de menor IDH (Índice de Desenvolvimento Humano da Cidade de Porto Alegre há 33 anos. Diretor da Rádio Tv web (Arte TV); Idealizador e Vice presidente do coletivo Plural de comunicação independente e plural Mídia DI Vila; Coordenador do Grupo de Estudo e Pesquisa Ideia de Cultura (G.E.P.I.C). Idealizador do projeto de pesquisa e mapeamento cultural do Bairro Mario Quintana, oficineiro de informática, Disco-Joquey e sonorização no Ponto de Cultura de A a Z, participante do comitê estadual do fórum social mundial Porto Alegre, participante ativo do Fórum permanente de Manifestações Populares da Região Nordeste de Porto Alegre, Fórum Permanente do Hip Hop Gaúcho, Fórum Permanente do Funk Gaúcho, Ativista cultural vinculado a Sociedade União da Vila dos Eucaliptos – SUVE, Participante do Grupo Teatral “Atuarte” Grupo com 10 anos de atividades; Dj do grupo Musical “Alvo X”. Destaque de atividades: Realização de performances como DJ na semana Municipal de Hip Hop Porto Alegre nos anos de 2013, 2014; Atividade como Dj no Fórum Social Temático 2014 em Porto Alegre tenda da juventude e Palco principal, Oficineiro pela Descentralização de Cultura de Porto Alegre junto a ONG SUVE no projeto Inclusão cultural “Cultura de A a Z” nos anos de 2012 á 2014, Participação nas atividades do Instituto Parrhesia na modalidade de direitos Humanos e Mídias Alternativas, e também, palestras, seminários e workshop. Participante da SEIL 2013 – Feira Profissional de teste e soluções para eventos culturais e artísticos em Paris/França pelo edital intercâmbio e difusão cultural 2012/; Participação na semana da cultura no Centro cultural de Honk Kong - China no ano de 2014 representando o Grupo de Estudo e Pesquisa Ideia de Cultura “G.E.P.I.C”; Participante da 5 ª Guangzhou Internacional de Teatro & Cinema Tecnologia Estrutura Fair 2014 em Guangzhou/China. Realização de pesquisas acadêmicas no curso de análise e desenvolvimento de sistema (FADERGS) Pesquisa de Novas tecnologias para soluções de eventos e mostras culturais; Curso de Arquivologia (UFRGS) Pesquisa de cruzamento de informações e diagnósticos de arquivos e acervos culturais de instituições do terceiro Setor. Mestrando em Ciência da Informação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Rayssa Fontoura dos Santos - Diretora de Arte e administração Brasileira Negra, 30 anos licenciada em Dança (UFRGS), Bailarina, atriz, Professora e educadora social. Bailarina no grupo “Tchê UFRGS” por 06 anos, participante de festivaisn em âmbito local, estadual,federal e internacional. Idealizadora do Coletivo de Comunicação livre e Independente “Mídia Di Vila”, Coordenadora do Grupo de Estudo e Pesquisa Idéia de Cultura “GEPIC; Oficineira peçaDescentralização de Cultura de Porto Alegre de 2017 a 2019, Educadora Social no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos de Porto Alegre, Professora de Artesna Escola Espaço do Saber, Oficineira na SUVE projeto de danças; Oficineira em Artes no Ponto deCultura de A a Z por 05 anos, Estudante de Artes Cênicas e roteirista.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.