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O projeto tem como proposta a realização de oficinas musicais sendo: oficina de Violão em grupo, com 3 horas de aula semanais, para adultos entre 18 e 62 anos, e oficina de Ukulelê e musicalização,com 3 horas de aula semanais, para crianças e jovens entre 1 e 17 anos, oriundos de instituições assistenciais estabelecidas na cidade de Cravinhos. O projeto visa ainda, a realização de apresentações pedagógicas como forma de difundir o trabalho realizado e alcançar novos públicos para as artes.
1) Cada apresentação musical terá entre 40 a 60 minutos de duração e classificação indicativa livre.
Objetivo geral: O projeto NO TOM DA PAZ tem como principal objetivo oferecer oficinas culturais como forma de promover a inclusão social, aprimorar a pratica de educação musical, proporcionando aos atendidos o resgate a convivência harmônica, colaborativa, incentivo a expressão de sentimentos, emoções, melhorando a autoestima, socialização, ampliando o conteúdo cultural. Possibilitando também o crescimento pessoal dos seus integrantes através da musicalização uma vez em que os participantes fazem parte da população em vulnerabilidade social. Objetivos específicos: A) PRODUTO CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO: - Oferecer gratuitamente um curso de violão para uma turma, duas vezes por semana, com 3 horas de aula semanais (1h30 cada aula), com total de 15 vagas, para jovens e adultos entre 18 e 62 anos; - Oferecer gratuitamente um curso de Ukulelê e musicalização para uma turma, duas vezes por semana, com 3 horas de aula semanais (1h30 cada aula), com total de 15 vagas, para crianças e jovens entre 1 e 17 anos; B) PRODUTO APRESENTAÇÃO MUSICAL: - Realizar duas apresentações arti´stico-pedago´gicas em Cravinhos, com entrada gratuita.
A música é uma arte democrática e universal, capaz de agradar pessoas diferentes e causar os melhores sentimentos. Através da música são expressos sentimentos que refinam a comunicação, a sensibilidade e melhoram a auto estima. O fazer musical amparado na pratica, no contato direto com o instrumento, potencializa a construção de habilidades exigidas pela música, como coordenação motora, lateralidade, atenção, disciplina, concentração, cooperação e integração com o grupo. O projeto tem como seu publico alvo crianças a adultos oriundos de instituições assistenciais estabelecidas na cidade de Cravinhos que se encontram em situação de vulnerabilidade socioeconômica e cultural. Estima-se impactar usuários e participantes indiretos através do conteúdo das oficinas realizadas por eles. Exemplo: família, colegas, vizinhos, entre outros. O projeto acontecerá em duas Instituições assistenciais de Cravinhos: Casa Mãe São Francisco de Assis, fundada em 2000 (local que já recebe o projeto); e Casa de acolhimento ONG Sara, criada em 2020 (local que já recebe o projeto). Este projeto soma-se a outras iniciativas que buscam contribuir com o cumprimento dos incisos I e VIII, do artigo 1o. da Lei 8.313/91. Ja´ no artigo 3o., desta mesma lei, este projeto se compromete com: c) instalaça~o e manutença~o de cursos de cara´ter cultural ou arti´stico, destinados à formaça~o, especializaça~o e aperfeiçoamento de pessoal da a´rea da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; e a) distribuiça~o gratuita e pu´blica de ingressos para espeta´culos culturais e arti´sticos.
Produto Curso/oficina/capacitação: Produção independente - Declaro que o projeto cultural é uma produção independente pois eu, Renata Tiepolo de Souza Vetrano, não detenho a posse ou propriedade de espaços onde os cursos oferecidos neste projeto possam acontecer. O projeto acontecerá nas entidades citadas de Cravinhos de forma gratuita, atendendo a comunidade.
Oficina de violão em grupo Período: Manhã, 2 aulas por semana de 1h30min cada. Faixa etária: 18 a 62 anos Duração: 6 meses Local de realização: Casa Mãe São Francisco de Assis, fundada em 2000 (local que já recebe o projeto)Total de Alunos atendidos nesta oficina : 15 PROPOSTA PEDAGOGICA OFICINA DE VIOLÃO A música, nesse contexto, chega para trazer um alento, promover sentimentos de alegria e bem-estar, se valendo do instrumento para provocar interesse pela música reacendendo a vontade de viver e pertencer à uma comunidade. Nessa oficina os alunos irão desenvolver habilidades como coordenação motora, percepção rítmica e melódica, memória, concentração, disciplina, estimulando o cérebro a pensar, e acima de tudo reconstruindo sua capacidade de acreditar que são capazes de aprender e construir novas habilidades. Nas aulas o professor irá acompanhar o grupo percebendo suas necessidades, habilidades e limitações adequando suas ações para que o grupo se desenvolva, mantenha o interesse e a motivação pelo processo. Serão propostas músicas da cultura raiz e que despertem interesse do grupo. Nesse processo que exige tempo, repetição, desenvolve-se a perseverança, a sublimação de suas limitações e dificuldades. Tocar, ouvir o resultado de sua sonoridade e como ela contribui no resultado sonoro do grupo, ajuda aspectos como socialização, promoção da autoestima, melhora nos relacionamentos e no sentimento de pertença à uma comunidade. Oportunizar o prazer de conhecer e tocar o violão, desejo esse relatado pelos atendidos à coordenadora da casa, promovendo momentos de integração e bem-estar ajudando na reconstrução da autoestima de cada um e do ser cidadão, valendo-se da certeza de que quando tocamos um instrumento, também somos tocados por ele. Essa é a certeza que permeia e justifica essa oficina. Oficina de musicalização e ukulelê Instituição a ser atendida: Casa de acolhimento ONG Sara, criada em 2020 (local que já recebe o projeto)Período: Manhã, duas aulas semanais de 1h30min cada Faixa etária: 1 a 17 anos Duração: 6 meses Local de realização: Na própria instituição Total de alunos atendidos nesta oficina : 15 Essa oficina visa levar música, através de aulas de musicalização e ukulelê aos envolvidos. A atividade musical proposta visa contribuir para o desenvolvimento de habilidades como coordenação motora, percepção rítmica e melódica, atenção, concentração, melhorando aspectos de cognição, considerando que a música é também um poderoso recurso alfabetizador. As aulas de musicalização alcançam desde os bebês até crianças menores e são amparadas na metodologia de Elvira Drummond. Ela propõe jogos sonoros que estimulam prontidão rítmica, movimento coordenado, escuta ativa, entre outros. Para isso utiliza materiais do cotidiano como colheres, copos, bexigas e também pequenos instrumentos de percussão que poderão ser construídos pelo grupo, como chocalhos feito de potes e grãos para percepção de grave e agudo, claves de rumba feitas com cabo de vassoura para acompanhar a pulsação, entre outras muitas possibilidades. As atividades são lúdicas, as crianças brincando aprendem. O fazer musical constrói habilidades específicas, inerentes à música, mas alcança ganhos maiores quando através de jogos, brincadeiras e desafios, provocam na criança o desenvolvimento de habilidades que ampliam suas capacidades ajudando a superar dificuldades, desenvolvendo disciplina, atenção, resiliência e alegria. Para os adolescentes em diante propõe-se o contato com o Ukulelê, instrumento muito apreciado. Através desse pequeno instrumento de cordas pretende-se tornar a vivência musical mais acessível e efetiva, posto que é um instrumento com menos dificuldades técnicas. Dessa maneira serão apresentadas canções com as quais os participantes se identifiquem, buscando assim envolvimento e motivação para o processo de aprendizagem ao mesmo tempo que desenvolvem a criatividade, experimentam sentimentos de liberdade e alegria. A música provoca grande sensibilização nas pessoas em todas as fases de suas vidas, atuando como fonte de alegria e realização. É uma importante ferramenta para construção de qualidades como autonomia, melhora da autoestima, motivação, sentimento de pertencimento à um grupo e possibilidade de atuação em uma comunidade como sujeito que decide e protagoniza.
Acessibilidade Produto Curso/Oficina/ Capacitação: 1) ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimões, banheiros adaptados; 2) ACESSIBILIDADE DOS CONTEÚDOS para PcD VISUAIS, AUDITIVOS E INTELECTUAIS: caso haja procura, as vagas estão disponíveis para pessoas portadoras de deficiências. Os professores deverão propor outros processos de ensino-aprendizagem justamente para poder atender esses alunos, ou seja, 2.1) dar atenção mais individualizada a eles; 2.2) proporcionar um tempo maior para praticar determinada técnica; 2.3) criar uma boa dinâmica na sala, informando das peculiaridades dos mesmos, 2.4) propiciar situações lúdicas para que todos compartilhem das atividades, e 2.5) adotar partituras em braile ou em tamanho maior do que o convencional quando for o caso. Haverá presença de monitor para auxiliar os professores caso haja necessidade (na planilha orçamentária rubrica monitor cadastrada). Produto Apresentação Musical: 1) ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimões, banheiros adaptados, lugares demarcados, guia tátil direcional; 2) ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: monitores treinados para auxiliarem este público (na planilha orçamentária rubrica monitor cadastrada); 3) ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: intérprete de libras (na planilha orçamentária rubrica de intérprete de libras cadastrada); 4) ACESSIBILIDADE para PcD INTELECTUAIS: monitores treinados para auxiliarem este público (na planilha orçamentária rubrica monitor cadastrada).
Produto Curso/Oficina/Capacitação: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; realização de ação cultural voltada a público jovem e adulto, em situação de vulnerabilidade social. Produto Apresentação Musical: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais da apresentação, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. (Resguardando a identidade dos usuários, já que se trata de público assistido).
Renata Tiepolo de Souza Vetrano: proponente, coordenadora geral - É formada no curso de Licenciatura Plena em Educação Musical e graduada em Piano com Licenciatura Plena, ambos pela UNAERP. É formada pelo Conservatório Musical Heitor Villa Lobos (1986) e possui magistério pelo Colégio Otoniel Motta (1987). É diretora pedagógica e fundadora da Escola Som e Arte em Cravinhos (Desde 1992). É Delegada da Ordem dos Músicos do Brasil (1998 a 2001). Atuou como Professora de Música em Luis Antônio (2000 a 2016), pela Prefeitura Municipal, e em Instituições como Creche das Irmãs Franciscanas de Cravinhos (2004 a 2007) e Casa da Criança de Cravinhos (2006 a 2016). Foi Regente do Coro e Orquestra do projeto Guri (2006 e 2007). Possui cursos de extensão e participações em eventos e simpósios como: Didática do Piano - Prof José Antônio Bezzan – 1987; Técnica de Interpretação Pianística - Prof Marco Antonio Almeida – 1988; I e II Semana de Comunicação e Artes - 1989 e 1990; Festival de Música de Londrina – 1989; Improvisação para instrumento - Prof Haroldo Garcia – 1989; Harmonia e Improvisação - Prof José Carlos Prandini – 1989; I Simpósio Internacional de Musicoterapia e Efeitos do Som – 1989; XIII, XIV, XV Semana Guiomar Novaes – Bolsista; II Concurso Estímulo de Piano - Refresco Ipiranga - Aluna Classificada em 2º Lugar; Orientação Pedagógica Para Prof de Musicalização Infantil – 1992; Divertimentos do Corpo e Voz - Prof Thelma Chan – 2001; Musicalização - Prof Gilda Montans, 2001; Musicalização Pirralhada - Prof Thelma Chan – 2002; III Simpósio de Música Cantábile - Missão do Regente e Musicalização Infantil – 2002; V Oficina Cultural Michelim - Musicalização e Coral – 2003; Canções para o Coro Juvenil - Prof Thelma Chan – 2003; VI Oficina Cultural Michelim - Musicalização e Bandinha Rítmica – 2003; IV E V Semana de Música UNAERP - 2010 e 2011; I Encontro Internacional de Educadores em Música USP – 2011; Pedagogia Curativa: Antroposofia - 2014 a 2016; Fiato Al Brasile - Itália: 2016 e Brasil: 2017, 2018 e 2019. Rafael Marangoni - É graduado em Música no Departamento de Música da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto, da USP, com habilitação em Instrumento (Violão Erudito). Está cursando Educação Artística - Licenciatura e Habilitação em Música pela mesma Instituição. É professor de violão do projeto No Tom da Paz, de Cravinhos. Foi professor de artes da Rede Estadual de Ribeirão Preto. Atuou como bolsista no Projeto USP Música Criança (2016 a 2019). Atuou como arte-educador na ONG Transformar (2011 a 2013). Victor Hugo Moretti - É multi-instrumentista, compositor, arranjador Brasileiro, iniciou sua trajetória na música em 97. Se apresentou e/ou gravou com a "Buneco de Argila" seu primeiro Grupo Musical no ano de 2000, fazendo Covers de Red Hot Chili Peppers, Faith No More, Dave Matthews Band, Stone Templo Pilots, Pearl Jam e Música Própria, tocou em grandes casas de Shows da região do interior Paulista. Com Grillo Vergueiro (Tributo a Raul Seixas) Participou de renomados Festivais abrindo Shows de Artistas como Tom Zé no Festival de Música Brasileira de Ilha Solteira em 2004. Nesse tempo estudou Piano Clássico na Escola Keyboard que mais tarde se tornou MC Arte Musical aonde foi professor de contrabaixo. Entre 2006 e 2008, Iniciou Curso de Áudio e Produção Musical. No Ano de 2014 Participou da Gravação do LP como Arranjador e Contra Baixista, LP “Costa Pro Destino” da Banda Rueros Pendejos, Participando de festivais de Música Autoral “Na Banguela” e gravação de Video Clipe no Final de 2016. Fez aulas de Harmonia, Improvisação, técnicas, com renomados Musicistas como Rafael Amarante, Jackson Silva, Morazza, João Maggione, Flávio Anchieta. Lecionou para alunos hoje formados pelo maior Conservatório de música da América Latina (Conservatório de Tatuí), Unicamp e UNAERP. Em 2017 Gravou DVD Em Londrina - PR com a Pearl Jam Cover Ribeirão. Foi convidado em 2019 para fazer parte da Banda Vinil Verde, Banda que já se apresentou em muitos festivais, inclusive no consagrado Festival João Rock. Também como Baixista na Banda Pearl Jam Cover Ribeirão desde 2004, tocou nas melhores casas de Shows do Brasil e Exterior, sendo 8 capitais, Bolshoi Goiânia - GO, Jack Music hall Campo Grande - MS, Claymore Highway Bar Curitiba - PR, Toinha Brasil Show Brasília - DF, UnderGround Black Pub Belo Horizonte - MG, The Wall Café São Paulo - SP, Espaço Acústica na Festa "Pessoas do Século Passado" Rio De Janeiro - RJ, no exterior tocou na Kilkenny Irish Pub Ciudad Del Este - AP Paraguay. Hoje se dedica ao curso de Licenciatura em Artes com Habilitação em Música na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade De São Paulo - USP. Também é Bolsista do Projeto de Música para Pacientes no Hospital Das Clínicas (HC) uma parceira entre o Departamento de Música junto a Faculdade de Medicina FMRP-USP projeto coordenado pela Profª Drª Fátima Curvisier Chefe do Departamento de Música. Marcela Borges Moreira: coordenadora administrativa - É jornalista e mestranda do Programa de Pós Graduação em Estudos Culturais na Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP (EACH/USP). Atua como gestora de projetos artísticos e na área de comunicação voltada às artes. Atualmente está atuando no projeto musical No Tom da Paz, de Cravinhos-SP, no projeto Música de Concerto e na USP Filarmônica, em Ribeirão Preto-SP. Atuou como Diretora de Atividades Culturais na Secretaria da Cultura e Turismo de Ribeirão Preto, tendo como principais atribuições a estruturação de políticas de fomento cultural, a partir de legislações federais e municipais, como a Lei Paulo Gustavo e a Política Nacional Aldir Blanc, e o Sistema Municipal de Cultura de Ribeirão Preto. Atuou ainda como assessora de imprensa por mais de dez anos e, no setor cultural, com projetos como USP Música Criança, USP Filarmônica, Festival Música Nova “Gilberto Mendes”, entre outros. Atuou como assistente de produção, assessora de imprensa e social media da Alma – Academia Livre de Música e Artes, conveniada do DM-FFCLRP-USP. Atuou também como assessora de imprensa e gestora de projetos na Secretaria Municipal da Cultura de Ribeirão Preto, de 2013 a 2016, com importante participação no desenvolvimento e manutenção do projeto Agentes de Leitura, e no acompanhamento das obras, nas licitações, no conselho gestor, na elaboração de agenda cultural e na prestação de contas do CEU das Artes de Ribeirão Preto. Ainda na Secretaria da Cultura, colaborou para a elaboração do Plano Municipal de Cultura (2013), Sistema Municipal de Cultura e Sistema Municipal de Patrimônio Cultural de Ribeirão Preto. Atuou ainda como assistente de produção do projeto “Theatro Pedro II – um Homem e tHeatro com agá maiúsculo”, com publicação de livro infanto-juvenil sobre o Theatro Pedro II de Ribeirão Preto.
PROJETO ENVIADO PARA ARQUIVAMENTO.