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O projeto "Capital Regional" busca celebrar e popularizar a música gaúcha por meio de um festival em Porto Alegre, que contará com quatro shows de artistas renomados na Urb Stage, um espaço com capacidade para mais de 1300 pessoas. O evento visa atrair um público diversificado, democratizando o acesso à cultura com ingressos acessíveis e distribuição gratuita. Além dos shows, serão oferecidas oficinas de gaita ponto em escolas públicas, promovendo a preservação das tradições e a formação de novos talentos. Alinhado ao programa Retomada Cultural da Lei Rouanet, o "Capital Regional" é uma iniciativa que contribui para a revitalização cultural e econômica do Rio Grande do Sul após as enchentes.
Objetivo Geral: Realizar a primeira edição do evento Capital Regional Objetivos Específicos - realizar 04 shows de música regional/nativista/folclorica gaúcha - realizar 02 oficinas de gaita ponto
O projeto "Capital Regional" tem como objetivo celebrar e popularizar a música regional gaúcha por meio de um grande festival não competitivo, que reunirá 04 shows de artistas renomados em uma única noite, em Porto Alegre. A escolha da Urb Stage para sua realização se justifica pela sua infraestrutura de excelência, que já inclui aspectos como sonorização e iluminação de alta qualidade, e é capaz de receber até mais de 1300 pessoas. Esse ambiente propício garantirá uma experiência memorável tanto para os artistas quanto para o público, valorizando as apresentações e permitindo uma interação mais próxima entre eles. Além disso, a escolha deste local também é estratégica, pois a URB se localiza no Quarto Distrito, bairro porto-alegrense que vem se destacando pela grande quantidade de bares e locais de festas que possui, tornando-se um polo cultural e um símbolo da noite da cidade. Este evento inovador se destina a ampliar o alcance da música gaúcha, inserindo-a em um contexto urbano e contemporâneo, além de atrair um público diversificado que normalmente não frequenta eventos tradicionais. O projeto se inspira em grandes festivais de sucesso no Brasil, como Rock in Rio e Tardezinha, que conquistaram a popularidade por sua abordagem inclusiva e contemporânea _ em outros ritmos apreciados pelos brasileiros. Ao reunir artistas de destaque e proporcionar um ambiente de celebração musical, o projeto visa estabelecer um espaço permanente para a música gaúcha no cenário cultural atual. A proposta é reafirmar a relevância e a diversidade da música regional, criando uma plataforma que una tradição e modernidade. Dessa forma, o "Capital Regional" não se limita a ser um evento de entretenimento; ele se configura como um agente de transformação cultural, promovendo o orgulho e a identidade gaúcha em um contexto acessível e inovador. Os shows ainda não estão definidos, serão após a fase de aprovação e captação do projeto de acordo com as agendas disponíveis, e de uma curadoria da equipe, que vai observar aquilo que tem sido apreciado pelo público da música regional. Ainda assim, neste momento, nomes como Shana Muller, Mano Lima, Leonel Gomez são cogitados, além da grande revelação da música regional atual, o Grupo Carqueja, com sua característica forte da fronteira do Estado com o Uruguai. Para democratizar o acesso à cultura, os ingressos serão vendidos a valores acessíveis, em conformidade com as diretrizes da Normativa vigente. Haverá ainda, também de acordo com a normativa, a distribuição gratuita de parte dos ingresos, permitindo que pessoas de diferentes classes sociais possam participar desse evento. Essa estratégia não apenas amplia o público, mas também incentiva a formação de novos apreciadores da música regional gaúcha. Como contrapartida social, ofereceremos oficinas de gaita ponto em escolas públicas, conduzidas pelo renomado instrumentista Ricardo Comassetto. Essas oficinas têm o intuito de promover o aprendizado musical e despertar o interesse pela cultura gaúcha nas novas gerações, contribuindo para a preservação das tradições e a formação de novos talentos, criando um legado que se estende além do evento em si. Acreditamos que este projeto se apresenta como uma contribuição significativa para o cenário cultural do Rio Grande do Sul, especialmente ao concorrer no programa Retomada Cultural da Lei Rouanet, que foi criado em resposta aos desafios enfrentados pelo estado após as enchentes. Em um momento de necessidade de recuperação e revitalização cultural, iniciativas que buscam revalorizar a música regional são essenciais para fortalecer a identidade cultural local e promover a diversidade artística. Além do que, vale lembrar, Porto Alegre foi uma das cidades mais atingidas, e o Quarto Distrito, um dos bairros mais afetados da cidade. Este projeto tem o potencial de atuar como um catalisador para a recuperação econômica do setor cultural ao promover um evento que não apenas celebra a música gaúcha, mas também fomenta a interação social e a inclusão cultural. O acesso facilitado aos shows, através de ingressos a preços acessíveis e da distribuição gratuita, permitirá que um público mais amplo participe, incluindo aqueles que tradicionalmente têm dificuldade de acesso a eventos culturais. Isso é especialmente relevante em um contexto de reconstrução, onde a população busca retomar atividades de lazer e convivência social. A proposta de estabelecer um festival que sirva como vitrine para a música regional, semelhante a eventos de grande sucesso em outras vertentes musicais, é uma estratégia inteligente para reposicionar a música gaúcha no cenário cultural contemporâneo. Ao fazer isso, o evento não apenas atrai atenção para artistas locais, mas também busca construir uma comunidade em torno da música, promovendo um sentimento de pertencimento e orgulho regional. Esta seria a primeira edição de um evento com grande potencial de crescimento e ampliação em próximas oportunidades. Dessa forma, o "Capital Regional" não apenas se alinha com os objetivos do programa Retomada Cultural da Lei Rouanet, mas também se configura como uma iniciativa transformadora que contribui para a revitalização cultural e econômica do Rio Grande do Sul. Por meio deste projeto, esperamos não apenas recuperar, mas também expandir a presença da música regional na vida cultural do estado, fazendo dela uma parte vibrante e acessível da experiência urbana contemporânea. Este projeto se enquadra no art. 1º da Lei 8313 nos incisos: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também atende o art. 3º em: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
No quesito de acessibilidade arquitetônica, o local de realização possui todas as medidas necessárias para o acesso ao público, como rampas, banheiros adaptados, etc. No quesito de acessibilidade de conteúdo, haverá tradução em libras para todos os shows. Para pessoas com deficiência intelectual, a linguagem tanto da comunicação tanto da apresentação no evento será simples e objetiva. Cores com contraste e fontes básicas serão preferenciais para facilitar a comunicação e ajudar a compreender o conteúdo nos materiais de divulgação. Materiais como vídeos teasers também serão utilizados e são facilitadores à compreensão também. Haverá ainda uma acessoria especializada em audiodescrição para atender os invisuais. Lembramos que não há parte cênica em nenhum dos shows, o que facilita o acompanhamento do público invisual ou com visão parcial. Ações de contrapartida social: As oficinas serão levadas diretamente às escolas públicas, o que assegura a acessibilidade arquitetônica, uma vez que as mesmas já devem ter-se adaptado à estas condições para receber seus alunos. As oficinas contarão também com a tradução em libras e a assessoria em audiodescrição.
O plano de distribuição do projeto já obedece as medidas previstas no art. 27 da Instrução normativa: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Sobre o art. 30 da IN nº 11/2024, será adotada no projeto: V - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; - através das oficinas de gaita ponto, esclarecidas no campo "Descrição das atividades".
PRODUÇÃO ADMINISTRATIVA E EXECUTIVA - CONFRARIA DA PRODUÇÃO (proponente) Currículo do proponente anexado nos documentos pertinentes. Rubrica de produção executiva listada nos itens da planilha orçamentária, e produção administrativa será remunerado através do item custos administrativos do projeto. ARTISTAS REGIONAIS – à definir Assim que decididos, serão informados ao Minc através de readequação de ficha tecnica, trazendo seus currículos e demais informações necessárias. RICARDO COMASSETTO - OFICINEIRO Músico, instrumentista e arranjador, natural de São Luiz Gonzaga. Começou sua carreira profissional aos 17 anos de idade. É participante ativo de festivais e já obteve premiações na maioria deles. Já atuou nos países do prata, oportunidades em que, nos anos de 2009, 2010 e 2015 e participou do maior evento de chamamé da Argentina. No ano de 2014, foi indicado ao Prêmio Açorianos de Música, na categoria instrumentista. Em agosto de 2017, lança seu primeiro disco, chamado “Genuíno”. Por seu destacado ano em 2017, entre festivais e seu primeiro trabalho solo, conquista o prêmio de “Melhor Gaiteiro/Instrumentista” de 2017, através de votação popular promovida pelo Repórter Farroupilha Giovane Grizotti pelo Portal G1.
PROJETO ARQUIVADO.