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PRONAC 2415428Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Sopro do Sertão - Oficinas de Pífano do Mestre Zé do Pife nas Escolas de São José do Egito

Francisco Gonçalo da Silva
Solicitado
R$ 145,7 mil
Aprovado
R$ 145,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espiritualidade
Ano
24

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2025-06-01
Término

Resumo

O projeto "Sopro do Sertão: Oficinas de Pífano com Mestre Zé do Pife nas Escolas de São José do Egito" tem como objetivo oferecer oficinas gratuitas de pifano para alunos de escolas municipais de São José do Egito, de junho a novembro. Realizadas por Mestre Zé do Pife e equipe, as oficinas ensinarão a construção e a prática do pifano, promovendo a formação de grupos de tocadores em cada escola. Ao final, haverá apresentações para a comunidade local, incentivando a valorização e preservação dessa tradição cultural nordestina.

Sinopse

O projeto "Sopro do Sertão: Oficinas de Pífano com Mestre Zé do Pife nas Escolas de São José do Egito" visa promover a valorização e preservação da cultura popular de Pernambuco, especialmente a música tradicional do Pajeú, por meio da realização de oficinas de pifano nas escolas municipais de São José do Egito. O projeto, que ocorrerá entre os meses de junho e novembro, busca não só ensinar a arte de fabricar e tocar o pifano, mas também conectar as novas gerações com as tradições culturais da região, promovendo a inclusão social e o fortalecimento da identidade local. Produtos do Projeto: Oficinas de Pífano: As oficinas, ministradas por Mestre Zé do Pife (Francisco Gonçalo da Silva) e outros mestres da música tradicional do sertão, terão como foco a fabricação e a execução do pifano. Cada uma das 24 escolas receberá uma oficina dedicada, em que alunos terão a oportunidade de aprender a fazer e tocar o pifano, instrumento símbolo da cultura popular do Pajeú. Além disso, serão explorados outros instrumentos da tradição, como a zabumba e o triângulo, para que os participantes possam formar pequenas bandas de pifano.Apresentações de Bandas de Pífano: Ao final das oficinas, as escolas participantes organizarão apresentações públicas, nas quais os alunos mostrarão o que aprenderam durante o curso. Essas apresentações terão como objetivo não apenas celebrar o aprendizado, mas também proporcionar visibilidade para a música popular pernambucana e promover a participação ativa dos alunos nas expressões culturais de sua terra.Material Didático (Livros e Vídeos): Será produzido um material didático composto por livros e vídeos educativos que abordam a história e a técnica de construção e execução do pifano. Este material servirá como uma fonte de consulta para os alunos, professores e comunidade em geral, contribuindo para a preservação do saber tradicional e sua difusão.Exposição sobre o Pifano e Cultura Popular: Durante o projeto, será realizada uma exposição itinerante nas escolas e na comunidade local, abordando a história do pifano, a importância cultural desse instrumento no contexto do Pajeú e sua contribuição para a música tradicional de Pernambuco. A exposição também incluirá fotografias, documentos históricos e materiais de apoio, que ilustrarão o legado de Mestre Zé do Pife e de outros mestres da música popular.Seminário de Cultura Popular e Educação: Será promovido um seminário que reunirá especialistas em cultura popular, educação e inclusão, além de músicos e mestres da tradição, para discutir a importância da cultura local na formação educacional das novas gerações. O seminário visa gerar debates sobre como as artes tradicionais podem ser um vetor de inclusão e transformação social, fortalecendo as identidades culturais das comunidades.Classificação Indicativa Etária: As oficinas e apresentações terão a classificação indicativa etária de livre, com a recomendação de acompanhamento de um adulto para crianças menores de 12 anos, dada a natureza educacional e cultural do projeto, que visa a inclusão de todos os públicos, sem restrições.Esses produtos têm como objetivo principal não apenas o ensino da música tradicional, mas também a promoção da cultura local, a preservação de saberes ancestrais e o fomento à inclusão social através da música e da educação. A participação ativa da comunidade nas apresentações e a criação de materiais educativos garantirão a continuidade e o impacto do projeto, levando o conhecimento sobre a arte do pifano e a cultura pernambucana para um público cada vez maior.

Objetivos

Objetivo Geral: Promover a valorização e preservação da tradição do pifano entre jovens de São José do Egito, incentivando a continuidade dessa manifestação cultural nordestina nas escolas municipais e fortalecendo o patrimônio imaterial da região do Pajeú. Objetivos Específicos: Realizar 24 oficinas, uma em cada escola municipal de São José do Egito, com duração entre junho e novembro, alcançando um total de aproximadamente 200 alunos.Ensinar a construção e prática do pifano em cada oficina, garantindo que todos os participantes tenham a oportunidade de construir e aprender a tocar o instrumento.Formar até 24 grupos de tocadores de pifano, um em cada escola, que realizarão uma apresentação pública ao final do projeto, aberta à comunidade.Documentar e registrar todas as oficinas e apresentações, produzindo material audiovisual que servirá para divulgação e preservação da tradição cultural do pifano.Engajar a comunidade local nas apresentações de encerramento, incentivando o reconhecimento dos alunos e do Mestre Zé do Pife como promotores e preservadores dessa herança cultural nordestina.

Justificativa

A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é essencial para viabilizar o projeto "Sopro do Sertão: Oficinas de Pífano com Mestre Zé do Pife nas Escolas de São José do Egito", uma vez que o projeto visa preservar e promover o pifano, um importante patrimônio cultural imaterial do Nordeste brasileiro. O financiamento via Lei de Incentivo à Cultura permitirá que as oficinas sejam oferecidas gratuitamente, ampliando o acesso de jovens estudantes ao aprendizado dessa tradição musical e garantindo a sua continuidade e valorização. O projeto se enquadra nos incisos II e III do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, que estabelece como finalidades o apoio e a valorização de iniciativas culturais destinadas ao desenvolvimento das culturas populares e tradicionais, bem como a promoção da difusão cultural. Além disso, o projeto contribui diretamente para os objetivos do Art. 3º, especialmente: Inciso I: Proteger e valorizar o patrimônio cultural brasileiro ao promover a continuidade da tradição do pifano.Inciso II: Apoiar a pesquisa e a divulgação de manifestações culturais que constituem a herança do Brasil, oferecendo formação prática com um mestre popular.Inciso III: Democratizar o acesso aos bens e atividades culturais, garantindo que alunos de 24 escolas municipais tenham acesso a oficinas gratuitas de pifano.Inciso V: Promover a regionalização da produção cultural brasileira, com foco em uma manifestação característica do Nordeste e da região do Pajeú.Portanto, o incentivo cultural é fundamental para que o projeto atinja suas metas e contribua efetivamente para a valorização do pifano como patrimônio cultural de Pernambuco e para o fortalecimento da identidade cultural da região entre as novas gerações.

Estratégia de execução

Integração com a Comunidade e Ações Interculturais: Além das oficinas e apresentações nas escolas, o projeto promoverá ações que integram a cultura local e o saber popular. Por meio de parcerias com grupos culturais da cidade, como repentistas e grupos de música tradicional, haverá intercâmbio cultural que enriquecerá a experiência dos alunos e da comunidade, criando uma rede de fortalecimento cultural. Isso também inclui ações de formação continuada para os educadores, ampliando o alcance e a profundidade das oficinas de pifano no contexto educacional.Inovações Pedagógicas e Metodológicas: A metodologia utilizada nas oficinas será baseada no ensino tradicional, que integra prática e teoria, respeitando os saberes dos mestres locais. Cada aluno terá a oportunidade de aprender tanto a construir quanto a tocar o pifano, o que proporciona uma experiência imersiva no aprendizado musical e na valorização do patrimônio cultural. Além disso, a realização de ensaios abertos e apresentações dentro das escolas e da comunidade garante que o aprendizado seja socializado, reforçando a aprendizagem coletiva.Sustentabilidade e Impacto a Longo Prazo: Uma das principais preocupações do projeto é sua continuidade após o término da execução. Para garantir a sustentabilidade, a proposta prevê o fortalecimento das redes de ensino local, com o acompanhamento das atividades realizadas nas escolas. A experiência adquirida pelos alunos será documentada e sistematizada, criando um material didático para futuras turmas e gerando conteúdo para disseminação da cultura do pifano.Apoio e Envolvimento de Mestres Locais: O projeto contará com a participação ativa de Mestres da Cultura como parte fundamental na transmissão dos saberes do pifano. A presença de figuras de autoridade e respeito na cultura local como o próprio Mestre Zé do Pife, e outros músicos e artesãos tradicionais, acrescenta legitimidade e profundidade às atividades propostas. Isso também contribui para a valorização das práticas culturais autênticas e para o fortalecimento da memória coletiva do Pajeú.Capacidade de Atingir Públicos Diversos: Apesar do foco principal em alunos de escolas municipais, as apresentações abertas e as transmissões online ampliam o alcance do projeto para outros públicos, incluindo pais, educadores e a comunidade em geral. Isso cria uma oportunidade de fortalecer o vínculo entre escola e comunidade, além de garantir que a cultura local seja acessível a todos, independentemente de sua localização ou condição física.Monitoramento e Avaliação: O projeto será acompanhado por uma equipe pedagógica e cultural que se responsabilizará pela avaliação contínua das atividades. Serão utilizadas ferramentas como questionários de satisfação e entrevistas com participantes, educadores e organizadores para medir os impactos do projeto. A coleta de dados será feita ao longo de todas as fases do projeto, proporcionando um acompanhamento detalhado dos resultados e ajustes necessários para garantir a efetividade do processo.Parcerias e Colaborações: O projeto busca também firmar parcerias com outras instituições culturais e educacionais, tanto públicas quanto privadas, para ampliar o impacto das atividades. Além disso, a colaboração com a Secretaria de Educação e Cultura de São José do Egito assegura que o projeto esteja alinhado às políticas culturais e educacionais da cidade, promovendo uma integração eficaz e o apoio necessário para a execução das atividades.Relevância Social e Cultural: A proposta não só visa fortalecer as práticas culturais de São José do Egito e da região do Pajeú, mas também contribui diretamente para a formação de um futuro mais culturalmente consciente e engajado. Ao ensinar aos jovens a tradição do pifano e a música popular, o projeto coloca em destaque a importância da cultura como ferramenta de identidade e transformação social.

Especificação técnica

Oficinas de Pífano: Duração: Cada oficina terá uma carga horária de 4 horas, totalizando 96 horas de oficinas (4 horas por escola x 24 escolas).Material:Instrumentos: Pífanos, zabumbas e triângulos, além de ferramentas e materiais para a fabricação do pifano (madeira, serras, lixas, cola, etc.).Material Didático: Apostilas contendo a história do pifano, técnicas de construção, e partituras com músicas tradicionais. O material será impresso e disponibilizado digitalmente para os alunos e professores.Projeto Pedagógico:O foco pedagógico será em dois eixos principais:Teórico: História do pifano, contexto cultural do Pajeú e a importância da música tradicional para a identidade pernambucana.Prático: Ensino de técnicas de construção e execução do pifano, com prática de músicas tradicionais, incentivando a formação de pequenas bandas de pifano nas escolas. A metodologia será baseada na aprendizagem ativa, onde os alunos terão a oportunidade de construir e tocar os instrumentos, além de aprender na prática a musicalidade típica da região.Apresentações de Bandas de Pífano: Duração: As apresentações terão duração média de 30 a 45 minutos por escola. Serão realizadas ao final de cada ciclo de oficina, totalizando 24 apresentações (uma para cada escola).Material:Cenário: Elementos simples, como banners com a logo do projeto e informações sobre a história do pifano e da cultura local.Equipamento de Som: Sistema de som com amplificação para garantir a clareza e qualidade sonora nas apresentações.Projeto Pedagógico:As apresentações servirão como uma forma de avaliação prática do aprendizado dos alunos. Cada escola montará uma banda de pifano com os instrumentos aprendidos, e será incentivada a apresentar músicas tradicionais do Pajeú. A intenção é promover um espaço de valorização da música local e estimular a autoestima dos alunos por meio da realização de suas próprias apresentações.Material Didático (Livros e Vídeos): Duração: O material será entregue aos alunos ao longo das oficinas e também ficará disponível online durante o projeto.Material:Livros: Serão produzidos livros com 80 a 100 páginas, abordando a história do pifano, sua construção, e a musicalidade do Pajeú. O livro também contará com partituras e orientações práticas sobre a fabricação e o uso do pifano.Vídeos: Serão produzidos vídeos curtos (5-10 minutos) com demonstrações de como fabricar o pifano e de como tocar os principais ritmos tradicionais. Esses vídeos serão disponibilizados nas plataformas digitais e durante as oficinas.Projeto Pedagógico:O livro será utilizado para estudo individual e em grupo nas escolas, com ênfase na história e na técnica. Os vídeos servirão como suporte visual e didático, permitindo que os alunos e professores revisem os conteúdos aprendidos nas oficinas. A metodologia será focada na transmissão de conhecimento de forma prática e acessível.Exposição sobre o Pifano e Cultura Popular: Duração: A exposição será itinerante, percorrendo as 24 escolas e espaços culturais da comunidade durante os 6 meses do projeto, com uma duração média de 1 semana por local.Material:Exposição Visual: Será composta por painéis com fotografias históricas, documentos sobre a tradição do pifano, e instrumentos tradicionais expostos. Também haverá vídeos com depoimentos de mestres e músicos locais.Mobiliário: Banners e painéis modulares que poderão ser facilmente transportados e montados.Projeto Pedagógico:A exposição funcionará como uma aula viva de história e cultura, permitindo que os alunos e o público em geral possam se aprofundar na origem e nos aspectos culturais do pifano. O objetivo é criar uma imersão nos saberes locais e estimular o aprendizado prático e teórico por meio da observação e interação com os materiais expostos.Seminário de Cultura Popular e Educação: Duração: O seminário terá duração de 1 dia (aproximadamente 6 horas), com apresentações de palestrantes e mesas redondas.Material:Documentos: Será disponibilizado um kit de materiais com resumos das palestras, artigos sobre cultura popular e educação, e dados sobre o impacto das artes tradicionais na formação dos jovens.Equipamento de Áudio e Vídeo: Microfones, projetores, e telas para apresentações multimídia.Projeto Pedagógico:O seminário será uma oportunidade de reflexão sobre como a educação pode ser enriquecida por meio das manifestações culturais, com foco em práticas inclusivas e de valorização do patrimônio imaterial. Professores, mestres e especialistas trocarão experiências sobre como integrar a cultura popular ao currículo escolar, promovendo uma educação mais inclusiva e integrada à realidade local.Classificação Indicativa Etária: Duração: O projeto terá classificação etária livre, sendo adequado para todos os públicos.Material: Não haverá materiais específicos relacionados à classificação indicativa, já que o conteúdo é voltado para todas as idades, com ênfase na inclusão de crianças e jovens.Projeto Pedagógico:As atividades e materiais serão desenvolvidos para atender às necessidades de aprendizagem de diferentes faixas etárias, com a adaptação de conteúdos para crianças, jovens e adultos. A classificação indicativa busca garantir a acessibilidade e a adequação do conteúdo para diferentes públicos.

Acessibilidade

Acessibilidade Física:Para garantir a inclusão de todos os participantes, as oficinas serão realizadas em escolas municipais que possuam acessibilidade física adequada, com rampas de acesso, banheiros acessíveis e áreas de fácil circulação para pessoas com mobilidade reduzida. Caso seja necessário, serão feitas adaptações temporárias para melhorar o acesso nos espaços das atividades, assegurando um ambiente confortável e acessível para todos. Acessibilidade de Conteúdo:O projeto prevê facilitadores que possibilitam a compreensão plena do conteúdo das oficinas por pessoas com deficiência sensorial, como: Libras: Um intérprete de Libras estará disponível para alunos surdos, possibilitando o entendimento das instruções e explicações durante as oficinas.Material em Braille: Materiais didáticos sobre a tradição do pifano e a história do instrumento serão adaptados para o formato Braille para alunos com deficiência visual.Audiodescrição: As apresentações finais das oficinas contarão com audiodescrição para o público, garantindo que pessoas com deficiência visual possam compreender as performances e a experiência cultural.Legenda Descritiva: Nos registros audiovisuais produzidos, será incluída legenda descritiva, facilitando a compreensão para pessoas com deficiência auditiva e garantindo o alcance do conteúdo a um público mais amplo.Essas medidas visam assegurar que o projeto "Sopro do Sertão: Oficinas de Pífano com Mestre Zé do Pife" seja inclusivo e acessível para todos, promovendo um ambiente de aprendizado e apreciação cultural verdadeiramente integrador.

Democratização do acesso

A democratização de acesso é um dos pilares do projeto "Sopro do Sertão: Oficinas de Pífano com Mestre Zé do Pife nas Escolas de São José do Egito". O objetivo é garantir que o maior número possível de pessoas tenha acesso às atividades culturais e aos produtos gerados durante o processo, promovendo a inclusão social e a valorização da cultura popular. Distribuição e Comercialização dos Produtos: Apresentações Públicas: As apresentações finais das oficinas, realizadas nas escolas, serão abertas à comunidade, permitindo que os alunos mostrem o que aprenderam, além de oferecer uma vivência cultural para os moradores locais.Documentação Audiovisual: Todos os momentos das oficinas e as apresentações serão registradas em vídeo e fotos, e esses materiais serão disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais (como YouTube e redes sociais) para o público geral, garantindo acesso livre às produções e ampliando a divulgação do pifano como patrimônio cultural.Disseminação de Material Didático: O material educativo gerado durante o projeto, como apostilas e tutoriais sobre a construção e tocabilidade do pifano, será disponibilizado online e distribuído nas escolas participantes, para que o aprendizado continue além da oficina.Outras Medidas de Ampliação de Acesso: Ensaio Aberto: Serão realizados ensaios abertos nas escolas, onde a comunidade poderá acompanhar os ensaios dos grupos formados nas oficinas, criando um ambiente de troca cultural entre alunos, professores, e moradores.Oficinas Paralelas: Serão oferecidas oficinas de instrumentos complementares, como a zabumba e o triângulo, que acompanham o pifano na música tradicional do Pajeú, ampliando o alcance do projeto e permitindo que mais alunos se envolvam com a música popular regional.Transmissão pela Internet: As apresentações finais serão transmitidas ao vivo nas redes sociais e canais de vídeo, permitindo que não apenas a comunidade local, mas também o público de outras regiões, tenha acesso às atividades. A transmissão online será acompanhada de legendas e audiodescrição para garantir a acessibilidade a pessoas com deficiência auditiva e visual.Essas ações garantem que o projeto atinja um público mais amplo, democratizando o acesso à cultura popular e às práticas tradicionais de forma inclusiva e acessível, fortalecendo o impacto do projeto além das escolas participantes.

Ficha técnica

Ficha Técnica: Atividades do Dirigente ou da Instituição Proponente: A instituição proponente, em parceria com o dirigente do projeto, desempenhará um papel ativo tanto na coordenação geral quanto na execução de diversas atividades relacionadas ao projeto "Sopro do Sertão: Oficinas de Pífano com Mestre Zé do Pife nas Escolas de São José do Egito". As atividades realizadas pelo dirigente ou pela instituição incluem: Coordenação Geral do Projeto: O dirigente será responsável pela supervisão geral do andamento das oficinas, acompanhando todas as etapas de pré-produção, execução e pós-produção. Ele garantirá que as ações estejam de acordo com o planejamento e que os recursos financeiros e materiais sejam utilizados de forma eficiente.Gestão Administrativa e Financeira: A instituição proponente será responsável pela administração financeira do projeto, incluindo a gestão do orçamento, pagamento de fornecedores, controle de despesas e elaboração de relatórios financeiros necessários para a prestação de contas.Articulação com as Escolas e Comunidade: A instituição coordenará a logística com as 24 escolas participantes, garantindo que os cronogramas das oficinas sejam cumpridos e que os alunos estejam devidamente inscritos. Também será responsável pela comunicação com a comunidade local e outros parceiros envolvidos no projeto.Apoio na Capacitação dos Instrutores: Embora os facilitadores das oficinas sejam especialistas em pifano, a instituição proponente auxiliará na organização da formação dos instrutores, incluindo a capacitação em acessibilidade e inclusão, garantindo que todos os envolvidos no projeto estejam preparados para oferecer um ambiente inclusivo e acessível.Divulgação e Mobilização: A instituição será responsável pela criação de materiais promocionais (cartazes, folders, postagens nas redes sociais), campanhas de divulgação, e pelo engajamento da comunidade local, incentivando a participação ativa nas oficinas e nas apresentações. Currículo Resumido dos Principais Participantes: Mestre Zé do Pife (Francisco Gonçalo da Silva, Dirigente Cultural e Instrutor Principal): Francisco Gonçalo da Silva, mais conhecido como Mestre Zé do Pife, é um dos maiores representantes da música tradicional de Pernambuco, especialmente da cultura do Pajeú. Desde jovem, Mestre Zé do Pife se dedicou à fabricação e ao toque do pifano, instrumento que ele aprendeu com seu pai e que se tornou sua marca registrada. Ele é reconhecido como um grande mestre e divulgador da música do sertão pernambucano, tendo formado diversas gerações de tocadores de pifano. Com seu conhecimento profundo da música popular regional, ele será o instrutor principal nas oficinas, transmitindo sua sabedoria para os alunos das escolas de São José do Egito.Ciço do Pife (Cícero Sebastião da Silva Santos, Instrutor de Pífano): Ciço do Pife é músico e poeta, integrante da Banda de Pifanos de Riacho do Meio e natural de São José do Egito. Com uma longa trajetória na música popular, Ciço tem experiência tanto no campo da poesia quanto na execução de músicas tradicionais com o pifano e outros instrumentos típicos do Pajeú. Ele auxiliará nas oficinas de pifano, colaborando com o ensino da musicalidade, além de ser responsável por coordenar o aprendizado prático de construção e tocabilidade do pifano.Dié (Daniel Costa, Instrutor de Zabumba e Triângulo): Dié é zabumbeiro da Banda de Pifanos de Riacho do Meio e um talentoso músico da cena cultural do Pajeú. Natural de São José do Egito, Dié cresceu em um ambiente familiar de músicos e, além da zabumba, também domina outros instrumentos, como o triângulo. Ele contribuirá para as oficinas, principalmente na parte rítmica, ajudando os alunos a desenvolverem suas habilidades com o acompanhamento da zabumba e do triângulo, instrumentos fundamentais para a formação das bandas de pifano.Joel Ferreira Lima (Curador do Museu da Saudade, Consultor Cultural): Joel Ferreira Lima, conhecido como Joel do Museu da Saudade, é um curador e consultor cultural de destaque em São José do Egito. Ele tem um trabalho importante na preservação e divulgação da cultura popular de Pernambuco, com foco na valorização do patrimônio imaterial. Como especialista em história e cultura popular, Joel contribuirá para a parte educativa do projeto, oferecendo suporte na elaboração de conteúdo histórico-cultural, além de coordenar eventos culturais e atividades de divulgação do pifano e de sua história.Equipe de Produção e Apoio (Voluntários e Técnicos): A equipe de produção será composta por assistentes administrativos, tradutores de Libras, técnicos de áudio e vídeo para registro das oficinas e apresentações, além de profissionais de logística para garantir que o projeto seja executado de maneira organizada e eficiente. A equipe dará suporte durante as oficinas e nos eventos de encerramento, assegurando a inclusão e a acessibilidade para todos os participantes.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-11-30
Locais de realização (1)
São José do Egito Pernambuco