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PRONAC 2415448ArquivadoMecenato

Museu de Percurso das Enchentes RS - MUPE RS

SABIA CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 199,8 mil
Aprovado
R$ 199,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
DocumentDigitaliz d Acervo;Pesquis;Sist d Informaç
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-03-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O MUPE é um projeto desenvolvido por pesquisadores, agentes culturais e comunitários, em decorrência das inundações de maio de 2024. Propõe a criação de um Museu de Percurso com banco de dados que realizará a difusão de informações urbanas, históricas e territoriais das enchentes. Na perspectiva do dever de memória, o MUPE cumpre a missão ética de rememorar a tragédia coletiva e promover o acolhimento da comunidade atingida, relatando o período de exceção e a retomada do cotidiano. Serão desenvolvidas ações de valorização das comunidades atingidas através do exercício da coleta de relatos e mapeamento de locais atingidos, relacionando dados científicos e afetivos sobre 3 regiões de Porto Alegre. Além da coleta de dados, serão realizadas atividades formativas sobre reconstituição de memórias familiares perdidas em decorrência das enchentes e oficinas voltadas à valorização dos saberes comunitários em prol da geração de renda nas comunidades.

Sinopse

Documentação do Museu: produção dos documentos de criação e manutenção do Museu de Percurso das Enchentes - RS (MUPE), tais como ata de criação e Plano Museológico, e sua devida submissão junto ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). Site e repositório Tainacan: manutenção do site já ativo em domínio UFRGS (https://ufrgs.br/museudasenchentes) e inserção de metadados da plataforma, plugin de código aberto para WordPress, voltado para criação de repositórios digitais, relaização de captação audiovisual e fotográfica. Realização dos percursos: pesquisa de novos trajetos, descentralizados, visando a realização de duas caminhadas com o público no decorrer do ano. Oficinas: Previamente descritas em objetivos específicos, possuem como intuito a recuperação e criação de novas memórias familiáres, bem como a valorização de saberes e fazeres comunitários, unindo patrimônio e geração de renda.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar formações e constituir um banco de dados com informações urbanas, históricas e territoriais referentes às enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul, servindo de alerta para vulnerabilidades regionais em relação às cheias e colaborando para a prevenção ativa de novas tragédias climáticas, cumprindo, assim, a missão ética de dever de memória em relação a esses eventos. Os roteiros e coleções serão criados através da coleta de dados com participação ativa de comunidades atingidas. Objetivos específicos: Instaurar o Museu de Percurso das Enchentes - RS através da realização de melhorias em site (https://www.ufrgs.br/museudasenchentes/), agregando recursos digitais de acessibilidade e através da implementação de repositório digital com mapa interativo e duas coleções, sendo: Coleção Percursos, que mapeará pontos atingidos em três bairros de Porto Alegre, na Zona Sul, Norte e Centro Histórico, cada ponto deverá ser determinado através de coleta de dados junto à comunidades atingidas, havendo descrição com informações sobre ele, como altura da água no ponto, função social/comunitária do local, dados históricos e científicos, se já foi atingido em outros eventos climáticos semelhantes e um áudio com relato de um integrante da comunidade, servindo como recurso de acolhimento dos sentimentos dos atingidos, promovendo o exercício da empatia e elemento disparador da memória coletiva. Serão realizadas fotografias de cada ponto e captação de áudio em alta qualidade. Esta coleção possibilitará que a população conheça, se solidarize e se conscientize sobre como acontecem desastres climáticos e como danos podem ser minimizados através da ação coletiva. Coleção Memórias Coletivas, que será viabilizada através da criação de formulário em que a população de todo estado do Rio Grande do Sul poderá compartilhar um ponto atingido, registrando informações, relatos pessoais e enviar registros visuais sobre o ponto selecionado, assim, será criada uma rede de escuta indireta que valorizará a narrativa comunitária. Além dos recursos digitais, o Museu realizará 4 atividades formativas, sendo três dessas atividades fundamentais para valorização de saberes e fazeres comunitários: Oficina 1 - Recuperando Memórias Familiares: Oficina a ser ministradas por museólogos e antropologos fim de incentivar que familias que perderam para as águas da enchente de 2024 seus álbuns de família e documentos, a fim de colaborar com a recuperação, preservação e criação de novas memórias. Oficinas 2, 3 e 4 - Fazendo Sou: Para realização das oficinas "Fazendo Sou" serão selecionadas como ministrantes pessoas que dominam saberes e fazeres manuais simbólicos para sua comunidade, que foram atingidos pela enchente de 2024 e que tiveram suas atividades de sustento interrompidas durante o ano de 2024. Os ministrantes receberão chachê e materiais para realização da oficina a ser ministrada em um local fora da comunidade, visando à circulação da informação e divulgação de seu trabalho, possibilitando que seu público alvo seja ampliado e que a geração de renda comunitaria seja expandida. Oficina Acessibilidades MUPE: Formação exclusiva para agentes culturais envolvidos no projeto visando a preparação da equipe MUPE para acolhimento do público que necessite de recursos de acessibilidade física e atitudinal.

Justificativa

Em maio de 2024, o Rio Grande do Sul foi atingido por chuvas intensas, que afetaram quase a totalidade de seus municípios, causando cheias históricas em sua bacia hidrográfica. As águas inundaram campos e cidades, levando a centenas de mortes e milhares de pessoas desalojadas. O evento climático extremo provocou a devastação ambiental e urbana de diversas regiões, que não estavam preparadas para o volume de precipitações, embora não fosse a primeira vez que o Estado era atingido por uma trágica enchente. Não há recorrência precisa para o registro de cheias, mas elas não são incomuns no Rio Grande do Sul, e podem ser mais ou menos graves a depender de uma série de fatores climáticos. Geralmente, altos volumes de chuvas são registrados em anos de El Niño, fenômeno em que o Oceano Pacífico fica mais quente que a média histórica. Foi o caso em 1940 e 1941, com o agravamento das cheias tanto na primavera quanto no outono, quando rios e lagos atingiram cotas históricas. O fenômeno se repetiu agora, em 2023 e 2024, ocasionando novas e ainda mais severas enchentes em maio. As enchentes de maio de 2024 estão hoje na memória dos gaúchos, e assim devem permanecer de forma ressignificada. Porém, a experiência mostra que, com o passar das gerações, essa lembrança se dilui, os riscos passam a ser ignorados e tragédias evitáveis se repetem. Apenas ao lembrar do passado é possível colaborar para a prevenção de novos desastres, especialmente no caso de eventos climáticos extremos sem uma periodicidade definida. O apagamento das enchentes da década de 1940 nas cidades gaúchas levou a uma falta de cuidado com os sistemas de proteção contra cheias por todo o Rio Grande do Sul, sejam barreiras naturais, como no caso da ocupação de encostas, ou construídas para este fim, como a omissão de manutenção e readequação de diques e comportas. Para que se cumpra a missão ética de dever de memória, é necessário que haja mecanismos de rememoração, marcos que confrontam a sociedade e seus governantes com um sentimento incômodo, como o trauma coletivo compartilhado pelos gaúchos, mais uma vez, nas enchentes de 2024. Nesse contexto se inscreve a proposta do Museu de Percurso das Enchentes - RS (MUPE), inicialmente concebido como um dos eixos de atuação do Projeto de Extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul "Greenart em Ação pelo Patrimônio Cultural de Porto Alegre", coordenado pelos docentes Henri Schrekker (Instituto de Química) e Jeniffer Cuty (Museologia). Entendemos que é necessário grafar nas cidades a memória da dor e a lembrança de suas vulnerabilidades, bem como da necessidade de cuidados permanentes para evitar novas tragédias climáticas. O MUPE surge, assim, na perspectiva de antimonumento, tanto virtual, ao delimitar em mapa interativo pontos afetados por inundações e colecionar relatos de pessoas atingidas, quanto físico, ao propor percursos guiados pelas áreas que sofreram com as inundações. A estratégia de marcação desses pontos pela Plataforma Tainacan colocará o projeto em interoperabilidade com acervos de outros países, bem como promoverá o exercício da memória coletiva e do acolhimento das comunidades atingidas, valorizando a narrativa daqueles que sofreram com o desastre climático. O MUPE ainda realizará oficinas visando a reconstrução de memórias familiares, valorização de saberes e fazeres e ações em prol da geração de renda para pessoas atingidas, o projeto contará com Plano Museológico desenvolvido por museóloga, a fim de orientar a continuidade de sua atuação no restante do Rio Grande do Sul, o que reitera a inovação do projeto. Diante do exposto, o presente projeto cumpre os incisos I e II do Art. 1º da Lei 8313/91 e contribui para a valorização do patrimônio cultural e histórico de Porto Alegre, promovendo a difusão e conscientização sobre as mudanças climáticas e seus impactos na cultura e na memória coletiva.

Estratégia de execução

A proposta de criação do MUPE foi concebida no quadro do Projeto de Extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul “Greenart em Ação pelo Patrimônio Cultural de Porto Alegre”, coordenado pelos docentes Henri Schrekker (Instituto de Química) e Jeniffer Cuty (Museologia). Além deste eixo, o projeto de extensão propõe também a sistematização de dados sobre as instituições atingidas pelas enchentes e a recuperação de bens culturais por meio de tecnologias desenvolvidas pelo projeto internacional Greenart. Além da constituição do MUPE como instituição museológica, da instauração do banco de dados e da realização de percursos guiados nos termos propostos por este projeto -, a proposta prevê também a sinalização futura, com marcos e obras de arte, dos pontos de maior elevação das águas das enchentes.

Especificação técnica

Documentação do Museu: produção e submissão a serem realizadas pela empresa Sabiá Cultural LTDA. Site: Manutenção de frontend em repositório digital a ser realizado por designer e atualização de conteúdo a ser produzido por jornalistas componentes da equipe de pesquisadores. Repositório Tainacan: identificação e inserção de metadados do Museu, a serem realizadas pela empresa Sabiá Cultural LTDA. Realização dos percursos: levantamento de novos trajetos a ser realizado pelos pesquisadores identificados na Ficha Técnica deste projeto, bem como execução das caminhadas.

Acessibilidade

Cabe identificar e valorizar a diversidade de público que busca informações sobre o museu e a cidade e a sua relação com tragédias climáticas. A acessibilidade neste projeto tem como foco a acessibilidade informacional para o público não habituado a lidar com a linguagem científica sobre questões ambientais tenha acesso, através do Museu de Percurso das Enchentes, a conteúdo com linguagem acessível para se organizar diante da iminência de novos desastres naturais. O projeto também contemplará demandas físicas, selecionando espaços de oficinas adequados para todos os tipos de público, sensoriais e de neurodivergências através de recursos atitudinais. O site do MUPE deverá conter recursos de acessibilidade, especialmente, transcrição de áudios, adequação de textos para reprodução de informações em dispositivos com transposição de texto para áudio e recursos de ampliação e adequação de fontes para pessoas com baixa visão. No contexto urbano, as visitas mediadas devem contar com medição em Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).

Democratização do acesso

O acesso à informação e à cultura é parte integrante dos direitos humanos e deve constituir-se como plataforma de sustentação das políticas públicas. Ao proporcionar formas de manter informações de qualidade disponíveis à população e meios de acesso e fruição à memória, ainda que traumática, gratuitamente, permite-se a formação da cidadania ativa, fornecendo dados para que a população repense sua relação com a natureza e cobre seus governantes para políticas de manutenção de sistemas de proteção contra cheias, sejam naturais ou construídas para este fim.O Museu de Percurso das Enchentes - RS (MUPE) já conta com site com informações sobre o projeto, e será constantemente atualizado, permitindo a inclusão de novos trajetos e relatos sobre o enfrentamento do período de exceção e a retomada do cotidiano após as inundações. Recursos de acessibilidade, especialmente, audiodescrição, devem ser considerados para ampliar o acesso às informações.Além de caminhadas guiadas, os percursos propostos serão indicados em mapa interativo, a fim de possibilitar a realização dos trajetos de forma autônoma. A definição de marcos de meómória em pontos que sofreram com maiores cotas de inundações, gravará nas cidades a memória da tragédia, permitindo a lembrança ativa, independentemente de serem contemplados de forma atrelada ao projeto.Prevemos a realização de oficinas nas dependências da Escola de Administração da UFRGS, unidade que foi atingida pela inundação. Ainda faremos contato com associação de moradores de bairros gravemente atingidos pela tragédia, que historicamente sofrem com alagamentos. Grupos de moradores antigos, bem como comerciantes, jovens e estudantes da rede pública serão convidados a compor grupos para a realização de percursos orientados. A UFRGS poderá ser parceira no oferecimento de ônibus para o traslado desses grupos. Todas as atividades serão oferecidas gratuitamente e o acesso aos percursos de forma digital e com recursos de acessibilidade deveram possibilitar o acesso à informação de maneira facilitada e promover o exercicio cultural de forma autonoma, favorecendo a disseminação da informação e fruição irrestrita do conteúdo produzido, não somente pela população gaúcha, uma vez que haverá a possibilidade de visitar os pontos digitalente através do recurso de streetview.

Ficha técnica

Coordenação Geral Prof. Dr. Henri Schrekker (Instituto de Química da UFRGS) VOLUNTÁRIO Lattes em: http://lattes.cnpq.br/7077726886548870 Professor Titular, no Instituto de Química da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. É Professor Pesquisador Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 2. Atua no desenvolvimento de materiais para a conservação do Patrimônio Cultural, incluindo participações ativas nos Projetos NANORESTART (Nanomateriais para Restauração de Obras de Arte, 2015-2018), APACHE (Conservação preventiva de Obras de Arte, 2019-2022) e GREENART (Iniciativa Verde em Restauração de Arte, 2023-atual), todos fomentados pela União Europeia. Coordenação Técnica Profa. Dra. Jeniffer Cuty (Museologia da UFRGS) VOLUNTÁRIO Lattes em: http://lattes.cnpq.br/1400095263501947 Professora associada da UFRGS, lotada no Departamento de Ciências da Informação, atuando junto ao Curso de Museologia. Arquiteta e urbanista, mestra e doutora em Planejamento Urbano e Regional pela UFRGS. Especialista em Direitos Humanos pela PUC-RS. Líder do grupo de pesquisa GADH - Gestão de Acervos e Direitos Humanos, CNPq. É membro da Associação Nacional de Pesquisa em Tecnologia e Ciência do Patrimônio (ANTECIPA). Pesquisa e Organização de Oficinas Dra. Daiana Schröpel Lattes em: http://lattes.cnpq.br/1158498769027742 Artista visual e pesquisadora. Doutora e mestra em Poéticas Visuais (PPGAV-UFRGS), e graduanda em Museologia (UFRGS). Desenvolve produção poética em multimeios. Atua como gestora de acervo artístico e documental. É pesquisadora junto ao grupo GADH - Gestão de Acervos e Direitos Humanos (CNPq), projeto Gestão Inovadora de Acervos da UFRGS, e ao grupo Veículos da Arte (CNPq). Direção, Comunicação e Pesquisa, Agente Comunitário Jornalista Letícia Turcato Heinzelmann Lattes em: http://lattes.cnpq.br/0335196185807862 Graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), tem experiências em redação e assessoria de imprensa. Graduanda em Museologia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), é bolsista de extensão no projeto ‘Gestão de Riscos: salvamento do acervo da cidade de Muçum/RS’ e integra o grupo de pesquisa Gestão de Acervos e Direitos Humanos (GADH). Comunicação, Pesquisa e Agente Comunitário Me. Lucas George Wendt Lattes em: http://lattes.cnpq.br/0351526393576096 Mestre em Ciência da Informação pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação - PPGCIN da Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS (2024). Mestrando em Museologia e Patrimônio pelo Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio - PPGMusPa da UFRGS. Especialista em Comunicação Institucional pela Faculdade de Desenvolvimento do Rio Grande do Sul - Fadergs (2021). Bacharel em Biblioteconomia pela Universidade de Caxias do Sul - UCS (2021). Bacharel em Jornalismo pela Universidade do Vale do Taquari - Univates (2017). Acadêmico de Arquivologia no Centro Universitário Leonardo da Vinci (Uniasselvi). Produção Cultural e Agente Comunitário Jornalista Marcelo Aguiar Coelho de Souza - VOLUNTÁRIO Lattes em: http://lattes.cnpq.br/7716693202358432 Graduado em comunicação social com habilitação em jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), possui especialização em Gestão Cultural: cultura, desenvolvimento e mercado. Tem experiência em produção cultural, Leis de Incentivo à Cultura e comunicação institucional. Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da UFRGS. Produtor Cultural do Setor de Patrimônio Histórico da UFRGS. Museóloga - Implementação de Repositório Digital e Documentação MuseológicaBárbara Hoch Museóloga (COREM 0279-I) formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Técnica em Eventos com ênfase em produção cultural com formação pelo Instituto Federal do Rio Grande do Sul, e pesquisadora nos âmbitos da Memória do Teatro, Sociomuseologia e Conservação Preventiva de acervos Culturais. Participou de projeto coletivo como curadora, responsável pelo projeto expográfico, montagem e desmontagem da exposição 50 Anos De Stonewall - 28 Anos Do Nuances no Memorial do Rio Grande do Sul – Porto Alegre. Curadora da Exposição Virtual, “Nascer: A Luz do Parto”, com fotografias de Mirella Rabaioli, que trabalha com fotografia documental de partos domiciliares. Coordenadora do Projeto Novas Impressões – produzir gravuras para adquirir e qualificar lugares e memórias, realizado pela Associação dos Amigos do Centro de Desenvolvimento Expressão, aprovado através do Edital SEDAC nº 10/2020 Edital de Concurso Aquisição de Bens e Materiais. Responsável pelo levantamento e aquisição de bens para o projeto Estruturação e Qualificação dos Espaços de Memória e Criação da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, aprovado através do Edital SEDAC nº 10/2020 Edital de Concurso Aquisição de Bens e Materiais. Produtora responsável pelo projeto Teatro Memória em Cartaz, que realizou atividades formativas presenciais sobre conservação preventiva, Webinário Performances da Memória sobre museologia e conservação de bens culturais, Minidocumentário Ói Nóis entre Cartazes e Memórias, criação de repositório digital, catalogação, higienização e acondicionamento de acervo de cartazes de espetáculos da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, projeto executado através do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº14.017/2020. Realizou a atividade de catalogação e organização de 1.843 obras de 928 artistas pertencentes ao acervo do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, para o projeto Contemporânea.RS, Edital SEDAC nº 09/2020 - Produções Culturais e Artística. Atualmente é coordenadora do Centro de Memória do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio Grande do Sul, coordenadora do Museu da Cena Ói Nóis Aqui 9 Edital LPG 2023 Traveiz, responsável técnica pela implementação de repositório digital para o Centro Histórico da Santa Casa de Misericórdia.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.