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O presente projeto propõe a gravação do ÁLBUM Kylombaldeya, da banda instrumental Iconili, com produção musical de Thiago Braga e convidados de grande renome da música internacional, como Djonga, Seun Kuti e Chico César. Além das produções sonoras será realizado o registro em VÍDEO das músicas durante as gravações no estúdio. O álbum será disponibilizado nas plataformas de música e vídeo e, como CONTRAPARTIDA SOCIAL, será realizada uma palestra sobre o conceito que norteia o álbum com exibições das gravações audiovisuais.
A experiência sonora criada por Kylombaldeya propõe uma visita aos momentos fundacionais do Brasil, através da perspectiva dos povos que foram derrotados nas guerras de colonização, mas cuja resistência persiste. A narrativa se costura à medida cria paisagens sonoras que remetem a imagens e momentos icônicos da história brasileira (como a chegada das caravelas portuguesas, o grito de independência e a abolição da escravatura) sob um novo olhar que privilegia e coloca na centralidade a visão dos povos tradicionais e marginalizados.
1. OBJETIVO GERAL A partir da gravação e lançamento do ÁLBUM Kylomaldeya, da banda instrumental belorizontina Iconili, com registros em VÍDEO do processo criativo e uma palestra realizada como CONTRAPARTIDA SOCIAL, o projeto busca privilegiar e colocar na centralidade a visão dos povos tradicionais e marginalizados durante o processo de colonização brasileira, e cuja resistência ainda persiste. Acredita-se que através deste gesto o presente projeto contribuirá com os objetivos sociais de: apoiar, valorizar e difundir manifestações culturais, e seus respectivos criadores pertencentes a grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; de preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; de desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; e de estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; 2. OBJETIVOS ESPECÍFICOSGravação de 1 ÁLBUM musical da banda Iconili, composto por 5 músicas autorais instrumentais;Gravação e publicação de 1 VÍDEO de registro do processo de gravação do álbum que irá compor a sua transmissão no Youtube; Realização de 1 PALESTRA como CONTRAPARTIDA SOCIAL para 300 pessoas, com temática que gira em torno do conceito trabalhado no álbum; Fortalecimento da atuação de músicos independentes de Belo Horizonte, integrantes da banda e convidados, como forma de difundir a cultura local para dentro e fora da cidade, valorizando a diversidade cultural e a produção simbólica local, considerando as especificidades da cidade e de seu povo; Fomento à profissionalização dos músicos integrantes da banda e convidados através da vivência profissional com músicos de carreira consolidada e notoriedade internacional, da vivência no mercado musical, que inclui a gestão dos direitos autorais, conexos, e as estratégias de divulgação das músicas nas plataformas de streaming, proporcionando o desenvolvimento artístico‐cultural da cena musical da cidade;Valorização e divulgação do patrimônio imaterial da cidade;Promoção da educação patrimonial por meio de uma atividade educativa que provoca a identificação e a valorização de bens culturais locais por meio de estímulos afetivos, o sentimento de pertencimento, a formação de identidade e memória cultural;Privilegiar e colocar na centralidade a visão dos povos tradicionais e marginalizados, destacando a riqueza das tradições afrobrasileiras e indígenas e contribuindo para um entendimento mais profundo e respeitoso das diversas culturas que compõe o Brasil;Estímulo à uma produção musical híbrida, que valoriza as diferentes sonoridades de diferentes gêneros e nichos culturais por meio da música instrumental;Lançamento e divulgação dos produtos culturais nas linguagens artístico‐culturais sonora e audiovisual, utilizando suportes e plataformas digitais com medidas adicionais para garantir a acessibilidade universal;Ocupação de um espaço cultural público com uma atividade de arte-educação para 300 pessoas; Contratação de 20 profissionais, sendo xx músicos, 1 assessora de imprensa, 1 designer, 1 gestora de redes sociais, 1 diretor audiovisual, 1 gestora administrativa e financeira, 1 contador, 1 advogado, 1 audiodescritor, 1 técnico de gravação, mixagem e masterização, 1 ilustrador, 1 produtor e 3 palestrantes (contrapartida). Obs: O coordenador do projeto, o diretor musical e oficineiro, e o arranjador e produtor musical estão inclusos entre os músicos. Metas: Gravação, mixagem e masterização de 05 músicas;Registro audiovisual das gravações;Lançamento e distribuição do álbum nas plataformas digitais Spotify e Youtube, com audiodescrição das faixas e tradução em libras dos momentos de fala no vídeo;Realização, como contrapartida cultural, de 1 plaestra sobre o conceito trabalhado no álbum, com exibições dos vídeos gerados no projeto, para 300 estudantes e professores de escolas e universidades públicas; Metas de público para palestras e ouvintes do álbum: Ao menos 50% de pessoas negras e/ou indígenas;Ao menos 50% de mulheres;Ao menos 1 integrante de cada regional de Belo Horizonte;Presença/visualizações de pessoas LGBTQIA+ e pessoas com deficiência; Comprovações: Fotografias, vídeos, links dos produtos disponibilizados na internet (álbum sonoro e vídeos), certificados aos participantes da palestra, prints dos comentários no Youtube, prints das listas de novos inscritos nos canais do Youtube e Spotify, relatórios de comunicação, fotos da execução do plano de mobilização. =====================================
O termo Kylombaldeya, que remete a uma junção linguística das palavras "Kilombo" e "Aldeya" foi escolhido como nome e conceito norteador do disco por simbolizar o encontro dos povos, a resistência e a celebração frente às adversidades, e por encapsular uma visão não-hegemônica da História do Brasil. Propõe uma experiência cultural que visita momentos fundacionais do Brasil através da perspectiva dos povos negros e indígenas, que foram derrotados nas guerras de colonização mas cuja resistência persiste. A narrativa se costura à medida em que cria paisagens sonoras que remetem a imagens e momentos icônicos da história brasileira (como a chegada das caravelas portuguesas, o grito de independência e a abolição da escravatura), sob um novo olhar que privilegia e coloca na centralidade a visão dos povos tradicionais e marginalizados.De acordo com dados do IBGE, mais de 56% da população brasileira se identifica como preta ou parda. No entanto, não se nota uma proporção nem ao menos semelhante em espaços de poder que ainda são majoritariamente ocupados por brancos, sinalizando desproporcionais desafios socioeconômicos e de representação cultural. Ao promover um diálogo antirracista através da música e da arte visual, o projeto pretende destacar a riqueza das tradições afrobrasileiras e indígenas contribuindo para um entendimento mais profundo e respeitoso das diversas culturas que compõe o Brasil.A banda Iconili é um grupo instrumental que nasceu em Belo Horizonte em 2006, e alcançou notoriedade nacional. Seu som instrumental traz uma mistura peculiar de timbres que geram uma atmosfera de transe. Sopros, guitarras, teclado, baixo, bateria e percussão promovem cruzamentos rítmicos e culturais, evocando o jazz, afrobeat, ritmos brasileiros, latinos e tradicionais. O Brasil, o novo, o velho, o visual e o musical.O álbum Kylombaldeya é intensificado pelas poderosas colaborações de artistas renomados como Seun Kuti, Djonga, Chico César, Douglas Din, Coral, Augusta Barna, Nath Rodrigues, Djalma Ramalho, Brisa Flow, Josi Lopes e Rapha Sales. A proposta é costurar as sonoridades com narrações literárias de lideranças, mestres e pesquisadores negros, quilombolas e indígenas. Essa fusão cria uma obra que reúne narrativas historicamente marginalizadas e silenciadas, celebra a resiliência e resistência dos povos tradicionalmente excluídos, enquanto homenageia as raízes culturais e históricas de Iconili e do Brasil. Kylombaldeya amplia o espaço para vozes contemporâneas, ecoando as lutas que atravessam séculos e apontando para um futuro onde a história é contada por aqueles que sempre resistiram.A banda Iconili propõe, então, uma produção de conhecimento a partir do entendimento de que "fazer música" é "pensar música", no sentido em que criação ou construção também significa reflexão: tanto para criar é necessário refletir, quanto a própria reflexão é, por si, uma ação criativa. As formas tradicionais de transmissão do conhecimento e da História do Brasil - teóricas e letradas _ reproduzem uma análise e consensos artísticos brancos do contexto colonial, que acabam sendo impostos como consensos universais. Já uma pesquisa artística elaborada e transmitida por pessoas pretas e indígenas, letradas racialmente expressa ações em defesa dos movimentos sociais antirracistas. Portanto, a importância da realização do projeto e a relevância simbólica de sua execução por meio de mecanismos institucionais públicos se dão devido à sua abordagem alinhada com as emergentes estratégias de combate ao racismo e de valorização dos saberes artísticos afro-indígenas que compõe a cultura brasileira.No campo da música, tais movimentos se posicionaram como vivências capazes de se inserir nas condições de produção exigidas pela indústria fonográfica e, ao mesmo tempo, extrapolar e subverter os padrões, criando uma estética que se conforma pelos diálogos entre os múltiplos saberes.Com o álbum Kylombaldeya, pretende-se registrar, distribuir e circular um trabalho de pesquisa e composição musical de saberes transversais que contribuem para fortalecer a geração de novos músicos de Belo Horizonte, e que se destaca pela diversidade das linguagens rítmicas de matrizes afrobrasileiras e indígenas, prezando por apresentar uma matéria musical genuinamente brasileira. Pretende-se com o projeto formar público, apresentar o que de melhor tem-se produzido na cena musical belorizontina, além de movimentar a cadeia produtiva da música no território onde a banda atua. O presente projeto é aqui proposto por artistas autorais que buscam viabilizar a profissionalização de seu trabalho e o empreendimento de sua carreira de forma independente. Novas formas de produzir trazem a diversificação no mercado da música, e desenvolvem uma Cadeia Produtiva da Música empreendedora e inovadora, capaz de se consolidar no mercado e até competir com as grandes gravadoras. A popularização da vivência musical experimental recria as culturas ao entorno da música, pois amplia o acesso a gêneros, sub-gêneros, e às manifestações de culturas tradicionais para pessoas de qualquer cidade, estado e país. Por isso o projeto busca recursos para gravar, lançar e circular trabalhos autorais de músicos belorizontinos com recursos de acessibilidade que contribuem para o acesso universal, e que contém sonoridades distintas, ampliando as experiências musicais do público e aprimorando o registro cultural das obras enquanto patrimônio imaterial brasileiro. Com as músicas gravadas em alta qualidade, os artistas têm a oportunidade de apresentar o seu trabalho não apenas ao público, mas também a produtores de festivais, de filmes, novelas, editais de fomento no setor, a empresários no ramo da música, e assim ampliar e diversificar os caminhos para a profissionalização de seu trabalho. A profissionalização transforma a cultura popular em um setor relevante para o crescimento da economia local. Entre 2019 e 2021 o mercado fonográfico brasileiro cresceu 24,5% com o consumo de músicas digitais, enquanto o crescimento médio mundial foi de apenas 7% (IFPI-Federação Internacional da Indústria Fonográfica). Assim, este projeto não apenas enriquece o cenário cultural do Brasil, mas atua como um agente de mudança social, fortalecendo a identidade nacional e promovendo a igualdade racial para contar a história do passado desenhando novos futuros possíveis. A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto irá alcançar os seguintes objetivos do Art. 3° da da Lei 8313/9: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)
PLANO DE DIVULGAÇÃO: Gerenciamento de Comunicação Online e Redes Sociais: Criação da página do projeto no Instagram e no Youtube, produção de conteúdo para as redes sociais, publicação e gerenciamento da circulação do vídeo no Youtube, monitoramento das redes sociais, impulsionamento estratégico de publicações, publicação de Teasers de divulgação. - Design: Será contratado um ilustrador para a criação da Capa do disco e Identidade Visual, e um designer para aplicar a identidade às peças gráficas impressas e digitais. - Peças Gráficas Físicas: 200 Cartazes A3, Cor, Couchê 180g - Assessoria de Imprensa: . 1 release sobre o projeto geral, para ser divulgado para cadernos de cultura de portais, jornais, tvs e rádios . Spot: Gravação de 1 áudio de 30 segundos para rádios com informações do release geral - Produção de teasers: . Os teasers serão produzidos pela produtora responsável pela produção do vídeo, e os valores de produção já estão inclusos no valor do serviço de edição de vídeos do produto. - Plano de Mobilização Social: Serão distribuídos cartazes com um QR code que dá acesso aos produtos, além de apresentações orais em escolas públicas, centros culturais, escolas e projetos sociais com foco em pessoas LGBTQIA+ e pessoas com deficiência, projetos sociais e escolas de música de todas as regionais de Belo HorizonteTambém serão realizadas parcerias com professores de escolas públicas municipais e instituições culturais de todas as regionais de BH para a divulgação do álbum aos alunos como um produto cultural e educativo, e para alcançar o público da contrapartida.
ÁLBUM Álbum sonoro de 20 minutos, composto por 5 músicas de 4 minutos em média cada uma, intercaladas por textos narrados por mestres indígenas e quilombolas. Gênero: Música Instrumental em interação com a Poesia e a Literatura
ÁLBUMAcessibilidade física: Não se aplica Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica Acessibilidade para deficientes visuais: Inclusão de faixa sonora introdutória com a descrição do projeto e ficha técnica. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: não se aplica Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não se aplica VÍDEOAcessibilidade física: Não se aplica Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica Acessibilidade para deficientes visuais: Inclusão de faixa sonora introdutória com a descrição do projeto, ficha técnica e texto institucional; Audiodescrição das cenas; Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: Não se aplica Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica CONTRAPARTIDA SOCIAL - PALESTRAAcessibilidade física: O Centro Cultural da UFMG, é totalmente preparada para a recepção e circulação de pessoas com alguma dificuldade de locomoção ou deficiência física nos diferentes espaços, conta com banheiros acessíveis, corrimãos e sinalização adequada; reserva de espaços demarcados próximos ao professor para pessoas com alguma dificuldade de locomoção ou deficiência; Monitores de acessibilidade para auxiliar pessoas com alguma dificuldade de locomoção ou deficiência física. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores de Acessibilidade Acessibilidade para deficientes visuais: Monitores de acessibilidade para auxiliar pessoas com deficiência visual Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores de Acessibilidade Acessibilidade para deficientes auditivos: Tradução simultânea em Libras do workshop incluindo a tradução das canções durante as apresentações musicais Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Tradução em Libras
Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Nome completo: Rafael Cardoso Nunes Função no projeto: Coordenador do Projeto Currículo resumido: Instrumentista, pesquisador, sonoplasta, electronic jockey, produtor e arte-educador com uma carreira internacional. Sua trajetória é marcada pela imersão em instrumentos étnicos e pela fusão entre música tradicional e tecnologia, além de um forte compromisso com a música instrumental autoral negra em Belo Horizonte. Já trabalhou e dividiu palco com artistas renomados como Oghene Kologbo, BNegão, Russo Passapusso, Da Lua, Dimelo, Mamour Bá, entre outros. Também é destaque no campo da arte-educação, desenvolvendo projetos sociais e culturais em instituições como o Sistema Socioeducativo, o Circuito Guimarães Rosa e outros. Nome completo: Bruno Magno Cotta Carvalho Função no projeto: Gestor Administrativo Financeiro Currículo resumido: Atuou como produtor executivo em seis edições do FICC- Festival Internacional de Cerveja e Cultura, de 2019 a 2022. Elaborou e coordenou o projeto Festival Black Na Live 2020. Em 2021, liderou a coordenação regional do concurso Comida diButeco em Belém/PA, foi responsável pelo time de operações do Campeonato Mundial de Vôlei Masculino em Betim-MG. Sua experiência abrange eventos de grande porte, como o Festival Planeta Brasil em 2019 e 2022, o Summertimes Festival 2023, Bike Fest 2021 e 2022, e o Meca Inhotim 2023, onde fez parte da equipe de operações e logística artística. Além disso, é um dos idealizadores do 'Circuito Lagoinha', uma plataforma em prol do desenvolvimento econômico do bairro da Lagoinha em Belo Horizonte. Nome completo: Caio Otta Aguiar Função no projeto: Coordenador de Produção Currículo resumido: Gestor e produtor cultural com 17 anos de atuação nas áreas culturais. Sócio-diretor da Comum Cultural, empresa especializada em gestão e produção cultural, e Coordenador de Projetos Incentivados na APPA - Arte e Cultura. Foi Analista de Projetos Sênior no Instituto Inhotim (2022/2023), Coordenador de Comunicação e Projetos do Grupo Atrás do Pano (2014/2022), companhia teatral e centro cultural e Coordenador de Comunicação do Galpão Cine Horto (2012/2014). Responsável pela Coordenação de Comunicação do I Encontro Latinoamericano de Teatro de Grupo (2016) e do 13º e 14º Festival de Cenas Curtas do Galpão Cine Horto (2012/2013). Cofundador da Polvilho Edições, núcleo editorial do qual fez parte entre 2012 e 2015. Autor dos livros de poesia "Gnesis", "Camarão que Dorme" e "Comprovação de Curriculum". Foi co-realizador e curador de feiras e exposições de publicações e artes gráficas em Belo Horizonte/MG e expositor em dezenas de eventos no Brasil e América Latina. Nome completo: Thiago Simões Braga Função no projeto: Produtor Musical Currículo resumido: Conhecido como Rapaz do Dread, é um músico multi-instrumentista, produtor e engenheiro de mixagem. Com mais de 25 anos na música, colaborou com renomados artistas como Elza Soares, Djonga, Pato Fu, Kid Abelha, entre outros. Com o rapper Djonga, seu maior parceiro musical, atuou como co-produtor musical nos álbuns "Ladrão", "Histórias da Minha Área" e “NU”, co-produzindo hits como "Leal"; "Penumbra"; "Procuro Alguém"; "Hat Trick"; "Solto" e "Dá pra ser?". Como engenheiro de mixagem trabalhou no show de Elza Soares para o “IMuNe Experience” em 2020 e como baixista no disco “Pelo Sabor do Gesto” de Zélia Duncan, indicado ao Grammy Latino em 2009. Em 2011 participou da turnê do álbum "Música de Brinquedo" da banda Pato Fu que ganhou o Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Infantil. Em 2023, ganhou o Prêmio Multishow de Música Brasileira na categoria “Hip Hop do Ano” com a musica “Penumbra” ao lado de Djonga e Sarah Guedes. Em 2024, iniciou o seu projeto autoral chamado Dread Session, lançando os singles “Antes das Seis” com Yunk Vino e “Daqui Pra Frente’’ com Chris MC e “Gostosin” com o MC Braz. Nome completo: João Gabriel Cunha Machala Função no projeto: Arranjador Currículo resumido: Trombonista, arranjador e compositor. Em 2012 teve passagem pela Alemanha, onde realizou concertos com a Jazz Orchester Friedrichshain-Kreuzberg. Em 2013 recebeu menção honrosa no concurso Jovens Talentos do Jazz do Savassi Festival e foi vencedor do prêmio Jovem Instrumentista do BDMG. Se apresentou com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Orquestra Ouro Preto e com a extinta Big Band do Palácio das Artes durante quase 10 anos. Em 2017 lançou seu primeiro trabalho solo “Desencontro”. Em maio de 2018, foi vencedor do “XVIII Prêmio BDMG Instrumental”, realizou show solo com o trombonista Raul de Souza e gravou o programa Sesc Instrumental Brasil, em São Paulo. Atuando ao lado de Horta, Machala é ministrante da oficina de trombone no curso musical MMAM (Movimento Musical Além das Montanhas). Em 2021, foi segundo colocado no concurso nacional do Bar do Museu do Clube da Esquina, sendo premiado pela composição e letra de uma de suas canções. Ao longo da carreira, gravou mais de 80 álbuns produzidos em Minas Gerais e teve a oportunidade de tocar com nomes consagrados como Edu Lobo, Marcos Valle, Toninho Horta, Raul de Souza, Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Orquestra Ouro Preto, entre outros. Nome completo: Flavia Pestana Nascimento Função no projeto: Produtora Executiva Currículo resumido: Produtora de Eventos com duas décadas de atuação no mercado de eventos, já teve o privilégio de liderar a produção de eventos corporativos, sociais e culturais, sempre com foco em inovação, eficiência e satisfação do cliente. Sua trajetória é marcada por um compromisso com a excelência, trabalhando lado a lado com clientes e parceiros para entregar projetos que superem expectativas. Além disso, é uma especialista na área de sucesso do cliente, focada em growth, retenção, negociação e gestão de crise, aliados à inteligência de dados, tendências de mercado e novas tecnologias.
PROJETO ARQUIVADO.