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O Festival "Forró de Ponto a Ponto" pretende ser um espaço de valorização do Forró enquanto um conjunto de referências culturais difundidas e valorizadas, tanto na música quanto na dança e nos festejos populares realizados em todo o território nacional. O festival será realizado anualmente na cidade de Diamantina, Minas Gerais e pretende oferecer diversas modalidades de atividades artístico-culturais, possibilitando às pessoas o conhecimento e a vivência dos diversos gêneros musicais, tipos de dança, saberes e fazeres, além de expressões lúdicas que tomam como base as referências culturais do Forró. Objetiva contribuir para a compreensão, vivência e valorização dos diversos elementos que integram esse bem cultural tornado Patrimônio Cultural do Brasil em 2021.
O Festival “Forró de Ponto a Ponto” é uma ação cultural que pretende ser realizado anualmente em Diamantina, Minas Gerais, viabilizando em cada edição um conjunto diversificado de atividades formando uma programação que possa dar uma noção geral das expressões constitutivas desse supergênero musical, imbuído de grande riqueza cultural, multiplicidade de elementos, e vasta incidência territorial. Objetiva contribuir para a compreensão, vivência e valorização dos diversos elementos que integram esse bem cultural tornado Patrimônio Cultural do Brasil em 2021. Assim, as seguintes atividades serão oferecidas nesta primeira edição: MESA DE PALESTRAS/DEBATE: “As matrizes tradicionais do Forró como Patrimônio Cultural Brasileiro”. Esta mesa de debates será realizada no primeiro dia do festival logo após a abertura e contará com a presença de autoridades e profissionais convidados e que se envolveram no processo de elaboração do dossiê de registro para a salvaguarda deste bem cultural. OFICINAS: as oficinas serão viabilizadas durante 04 dias com cerca de 3 horas de duração por dia, totalizando 12 horas cada uma. Será realizada uma mostra de resultados das oficinas. As oficinas irão viabilizar vivências/aprendizagens por meio da abordagem de conteúdo nas áreas de música, dança e artes visuais. Oficina 1- Música: “percussão e ritmos do forró” com a tônica voltada para o uso da zabumba, triângulo e pandeiro; além do oficineiro de percussão, será viabilizada a presença de um sanfoneiro para a mostra e introdução de cada um dos ritmos a serem exercitados. Oficina 2 - Dança: além de gênero musical amplamente estudado e reconhecido, o forró é uma forma de expressão que agrega dança. Para tanto, a oficina irá recorrer aos gêneros musicais das matrizes tradicionais do forró, como o baião, o xote, o arrasta-pé, o xaxado e outros estilos musicais identificados com seus modos de dança. Oficina 3 - Xilogravura: no conjunto de referências também relacionadas ao Forró podemos identificar ofícios e modos de fazer, formas de expressão plástica e lúdica. Entre estas temos a xilogravura que por meio dos seus artistas expressou ao longo dos tempos imagens sobre as letras das músicas de forró, ilustrou folhetos de literatura de cordel, assim como capas dos discos de forró e outros suportes de expressão. Assim, nesta edição será destacada a técnica de xilogravura para vivência e aprendizagem aos interessados. MOSTRA DE DOCUMENTÁRIOS: irá apresentar uma série de vídeos sobre os mais diversos temas de abrangência e ancoragem do Forró. Será realizada durante 03 dias do festival. APRESENTAÇÕES MUSICAIS: Durante 02 dias o palco do festival apresentará dois artistas/grupos musicais em cada noite, totalizando 04 apresentações. Os artistas/grupos convidados serão selecionados tendo como critério a trajetória de trabalho vinculada ao Forró e a adequação ao conceito do festival, a disponibilidade de agenda na data prevista, e adequação do cachê ao que foi planejado. EXPOSIÇÃO DE GRAVURAS: mostra de gravuras em diferentes técnicas tais como xilogravuras, litografias, serigrafia e metal produzidas por acadêmicos de escolas de Belas Artes (UFMG e Escola Guignard), além de agregar produções de um Design Ilustrador convidado. PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO: será organizado um espaço com barracas para a oferta de uma alimentação própria vinculada à culinária típica dos festejos juninos da região. Além das barracas serão colocadas mesas e cadeiras. As barracas serão cedidas para associações culturais e ou assistenciais e funcionarão durante dois dias do festival. POD CAST MANIA DE FORRÓ: O Podcast ‘Mania de Forró’ será realizado em 2 episódios, apresentados pelo músico cantor e compositor Saldanha Rolim, que compartilha conhecimentos e experiências sobre o Forró.
GERAL: Realizar na cidade de Diamantina em praça pública o 1º Festival, " Forró de Ponto a Ponto" constituído por uma programação inspirada na trajetória, na diversidade e especificidades dessa manifestação cultural, oferecendo uma grade de atividades diversificadas de shows musicais, oficinas, exposições, palestras e mostra de documentários, contribuindo para a compreensão, vivência e valorização desse bem cultural tornado Patrimônio Cultural do Brasil em 2021. ESPECÍFICOS: - Realizar 04 dias de intensa programação inspirada na trajetória, na diversidade e especificidades das referências culturais do Forró por meio da contratação de músicos, oficineiros, artistas, palestrantes, e outros profissionais, além de toda a logística necessária para a realização de uma mostra de documentários, uma exposição de gravuras,uma feira de comidas típicas, etc. - Realizar oficina de percussão e ritmos do forró com duração de 12 horas, voltada principalmente para professores, estudantes de música, integrantes de bandas de música e demais interessados na aprendizagem do uso e manuseio dos seguintes instrumentos musicais Zabumba, Pandeiro, Triângulo tomando como referência alguns gêneros musicais tais como: baião, xote, xaxado, rojão, xamego, balanço, miudinho, forró-samba e quadrilha/arrasta-pé. - Realizar 01 oficina de ritmos e danças do gênero forró com duração de 12 horas, voltada principalmente para professores, dançarinos e demais interessados. Realizar 01 oficina de xilogravura com duração de 12 horas voltada principalmente para professores de arte, artistas plásticos, jovens e demais interessados. - Realizar 01 mesa de palestras sobre as Matrizes Tradicionais do Forró, Patrimônio Cultural Brasileiro. - Realizar um Podcast com dois episódios sobre o conjunto de ritmos e gêneros musicais que integram o Forró, bem como, destacando os grandes músicos brasileiros responsáveis pela valorização e difusão desse supergênero musical brasileiro, com a participação de convidados. - Contratar artista plástico e designer ilustrador para criação da identidade visual do projeto, bem como, criar gravuras inspiradas em letras de músicas dos diversos gêneros musicais que integram o Forró e ainda organizar uma exposição de gravuras. - Organizar uma praça de alimentação com a culinária típica dos festejos juninos da região. - Contratar serviço de planejamento, comunicação e marketing do projeto para a criação e implantação das estratégias de marketing digital para as redes sociais do projeto e demais estratégias . - Viabilizar um espaço de valorização, troca e intercâmbio sobre esta importante expressão da cultura brasileira e do seu conjunto de referências culturais que evocam significados simbólicos e afetivos para uma grande parcela do povo brasileiro.
Este projeto pretende realizar na cidade de Diamantina o 1º Festival, " Forró de Ponto a Ponto" constituído por uma programação inspirada na trajetória, na diversidade e especificidades dessa manifestação cultural, oferecendo uma grade de atividades diversificadas de shows musicais, oficinas, mostra de documentários, exposição de arte, palestra, contribuindo para a compreensão, vivência e valorização desse bem cultural registrado como Patrimônio Cultural do Brasil em 2021. O Festival "Forró de Ponto a Ponto" pretende ser um espaço de valorização do Forró e do conjunto de referências culturais presentes nesta modalidade de expressão, tão difundida e valorizada, tanto na música quanto na dança e nos festejos populares realizados em todo o território nacional. Por meio da oferta das diversas modalidades de atividades artístico-culturais, o que se pretende é possibilitar às pessoas o conhecimento e a vivência dos diversos gêneros musicais, tipos de dança, saberes e fazeres, e expressões lúdicas que tomam como base de referência essa criação genuína do povo brasileiro. Produzir um festival se adequa à própria polissemia da palavra forró, pois, esta modalidade de ação cultural se caracteriza por se constituir em uma série de eventos artísticos diferentes, que acontecem em período definido e locais determinados, e que possibilita realizar a mostra da produção de um ou mais segmentos artísticos. Festival enquanto ação cultural é um conceito amplo, e por isto mesmo, possibilita a adequação e flexibilidade requerida por este projeto, uma vez que se pretende, seja realizado anualmente. A cada edição será oferecida uma grade diversificada de atividades formando uma programação que possa dar uma noção geral das expressões abrigadas pela palavra Forró, palavra esta imbuída conceitualmente de uma grande riqueza de fenômenos culturais, multiplicidade de elementos, e de abrangente incidência territorial. Como Patrimônio Imaterial o forró agrega práticas culturais que vão desde a forma de comunicar, vestir, festejar, alimentar, tocar, dançar e de se relacionar a partir de um conjunto de saberes e fazeres culturais, e é este tipo de conteúdo que o festival tomará como objeto de mostra e vivências. O festival partirá sempre de uma modelagem abrangente, primeiro destacando o leque de referências culturais evocadas por este bem. Segundo, ressaltando a conotação abrangente do supergênero musical. Ressalte-se que a Instrução Técnica do processo de Registro das Matrizes Tradicionais do Forró como Patrimônio Cultural Brasileiro destaca esta manifestação cultural como expressão multimodal, cujo núcleo é a performance social de um leque de tipos de música e dança. Além disso, podemos também encontrar um conjunto de elementos incluindo celebrações, ludicidade, saberes e objetos (MTUR/IPHAN, pag. 12, 2021), cujos elementos apresentam forte ancoragem cultural e se encontram difundidos por todo o território nacional, em ambientes de ampla participação e de contatos físicos e culturais. Ou seja, o Forró é "cara" do povo brasileiro! Tem raízes históricas na região nordeste do Brasil, mas se difundiu por todo o território, se tornando parte importante da identidade nacional. São diversas as conotações que foram sendo construídas ao longo da história dessa expressão cultural brasileira. Originalmente a palavra foi registrada já no início do século XX, e se remetia a festa popular com música e dança. Posteriormente assumiu o sentido de um tipo de música cantada ou instrumental para ouvir e dançar, assim como também, passou a designar um tipo de evento com música ao vivo e dança. Segundo os pesquisadores, Forró significa ainda um tipo de estabelecimento em que estes eventos acontecem, ou um repertório de músicas e gêneros musicais ouvidos nestes estabelecimentos e ainda um conjunto de danças associadas a esse repertório, (MTUR/IPHAN, p.13, 2021). Com tantas conotações construídas ao longo dos tempos, entre elas, se encontra a ideia de forró como um gênero musical especifico, e a outra conotação como um gênero abrangente. Este projeto, conforme já citado em trecho acima, irá destacar principalmente o Forró enquanto um supergênero musical, ou seja, o seu entendimento como um gênero abrangente. É na sua concepção abrangente que se encontram presentes vários gêneros musicais tais como baião, xote, xaxado, rojão, xamego, balanço, miudinho, forró-samba e quadrilha/arrasta-pé. Destaca-se também que integrada a esta concepção, há também o conjunto de danças que se encontram implicadas ao conjunto de gêneros musicais que integram o forró. Não poderia ser diferente, pois, na história do forró, desde o seu início a dança sempre esteve associada. Assim, não é possível falar de forró sem também destacar a dança, ou melhor as danças que se dançam nos ambientes cujo repertório oferece um conjunto de músicas de dança, inspirando assim ao festival a organização de uma oferta de atividades vinculadas a dança. Portanto, uma linha de atividades desse festival irá viabilizar shows e performances que apresentarão os diferentes gêneros musicais já citados acima, bem como, oferecer palestras, mostra de vídeos, podcast, oficinas de aprendizagem (música, dança e artes visuais) e ambientes em que a música-dança, encontrará o seu território físico e simbólico para as experimentações e exercícios da corporalização dos diversos gêneros e ritmos musicais em um grande salão de dança, ou simplesmente forró. O festival pretende ainda que o espaço dançante, ocorra também integrado ao espaço de shows e que aconteça em praça pública, ambientada como um festejo popular típico, decorado, e que ofereça também espaços com uma culinária também típica da região. Sendo a proposta de se realizar em praça pública o festival mantendo a oferta de suas atividades de forma gratuita, o patrocínio se torna necessário ao custeio das atividades previstas. Além disto, esta proposta atende à Lei nº 14.568, de 4 de maio de 2023, que alterou a Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991 para incluir a música regional e estimular a participação de artistas locais e regionais em projetos culturais. Segundo a "Súmula nº 32 de 28/03/2024 do Conselho Nacional de Políticas Culturais, ..." Para os efeitos do do art. 18, § 3º, alínea "c", da Lei nº 8.313, de 1991, entende-se por música regional: I - os gêneros musicais associados a bens de natureza imaterial registrados como Patrimônio Cultural, nas esferas federal, estadual, distrital ou municipal; II - as manifestações musicais produzidas, que reflitam as tradições, os modos de vida, as múltiplas realidades e as características de determinada região, de uma comunidade ou por ela recebida e interpretada, resultando na criação de produtos culturais, respeitando as características daquela região e sua tradição." Esta proposta vem também ao encontro da finalidade do Programa Nacional de Apoio à Cultura pois se enquadra diretamente em alguns de seus incisos, quais sejam: I- "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II- "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III- apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores." Assim, conforme exposto acima, este projeto se enquadra aos princípios e objetivos dos marcos legais de fomento à cultura e atende perfeitamente ao pleito do financiamento da Lei Rouanet. Por fim, o 1º Festival, "Forró de Ponto a Ponto" pretende ser um espaço de valorização dessa importante expressão da cultura brasileira e do seu conjunto de referências culturais que evocam significados simbólicos e afetivos para uma grande parcela do povo brasileiro, se constituindo portanto, enquanto parte também importante da identidade nacional.
O custeio do deslocamento aéreo do palestrante convidado é para o seguinte trecho: Campina Grande/ Belo Horionte/Campinha Grande. Para a função de monitores visando a Acessibilidade Atitudinal em apoio ao PcD o que se pretende é buscar parceria com a Universidade Federal dos Vales do Jequirnhonha e Mucuri para viabilizar estagiários no cumprimento de horas de extensão.
MESA DE PALESTRAS cujo tema proposto é: As Matrizes Tradicionais do Forró como Patrimônio Cultural Brasileiro.” Tal mesa pretende contar com a presença de pelo menos um dos especialistas que trabalharam na elaboração do dossiê de registro do bem cultural em questão, além de técnicos do IPHAN. O especialista almejado é o Prof. Dr. Carlos Sandroni, responsável pela coordenação técnica do registro do bem. Para cor a mesa de palestras serão convidados dois técnicos do IPHAN, órgão este responsável pela Política de Patrimônio Cultural Imaterial, sendo 01 técnico do IPHAN Brasília, 01 técnico da Superintendência IPHAN-Minas. O projeto irá custear as despesas e pró-labore do Professor Dr.Carlos Sandroni. O custeio advindo da participação dos dois técnicos da citada instituição, o que se espera, é que sejam arcadas por meio da própria instituições de origem. A mesa de palestras será realizada no Teatro Municipal Santa Izabel, na sala destinada às apresentações denominada Sala Laport e tem uma previsão de 3 horas de duração. A previsão de público é para 130 pessoas, capacidade esta de lotação total do espaço. Quanto aos aspectos da Acessibilidade Arquitetônica o edifício possui rampa para acesso ao ambiente interno, e sanitários para PcD e na plateia há espaço para posicionamento do cadeirante. Será disponibilizado um monitor para apoio a PcD e também um profissional Intérprete de Libras para as palestras (R$192,00 Hora). O teatro possui sonorização e iluminação na Sala Laport, bem como técnico operador do sistema. OFICINAS: as oficinas serão viabilizadas durante 04 dias com cerca de 3 horas de duração por dia, totalizando 12 horas cada uma. Será realizada uma mostra de resultados das oficinas. Estas irão viabilizar vivências/aprendizagens por meio de conteúdos tematizados em música, dança e artes visuais. Oficina 1- Música: “percussão e ritmos do forró.” Esta oficina irá abordar os gêneros musicais do Forró com a tônica voltada para o uso da zabumba, triângulo e pandeiro. A oficina de música pretende destacar que quando se fala de forró, antes de tudo está se destacando o conjunto de gêneros musicais que abrange o baião, xote, coco, xaxado, arrasta-pé e assim por diante. A oficina Irá demonstrar ao aluno que para cada gênero musical deste existem diversos padrões rítmicos. Estes padrões rítmicos serão demonstrados aos alunos, tanto por meio da audição e mostra de vídeos sobre os respectivos gêneros musicais, quanto também da demonstração ao vivo com a performance percussiva dos oficineiros. Durante a oficina serão destacados os instrumentos musicais zabumba, pandeiro e triângulo e as nuances que cada instrumento deste oferece para a constituição dos diferentes padrões sonoros. O aluno terá a oportunidade de definir quais dos instrumentos ele irá manusear sob a orientação de um dos oficineiros. Assim, a turma será dividida em 03 subgrupos para que cada um tenha a oportunidade de exercitar as nuances e batidas rítmicas que cada instrumento/ritmo possibilita. A oficina será ministrada por 03 oficineiros, sendo todos eles professores de música do Conservatório Estadual de Música Lobo de Mesquita sediado na cidade de Diamantina. O valor da hora/oficina está prevista em R$120,00, totalizando o valor de R$1.440,00 para cada um dos profissionais envolvidos. A oficina será realizada durante 04 dias, com 3 horas diárias de duração, totalizado 12 horas de formação para cada aluno. Os alunos serão motivados a participarem da mesa das palestras de abertura, prevista para 03 horas de duração. Assim, estas horas serão incorporadas no certificado dos alunos que se fizerem presentes. Serão destinadas 20 vagas para a oficina que almeja o público-alvo constituído por músicos, professores, e outros interessados de forma geral. Cada aluno deverá ter o seu instrumento de preferência, embora a oficina deverá manter à disposição pelo menos 03 exemplares de cada instrumento (zabumba, pandeiro, triângulo). A oficina será realizada na Escola Municipal de Arte e Música Maestro Francisco Nunes, local este que possui diferentes espaços para as atividades de formação. Quanto aos aspectos da Acessibilidade Arquitetônica o edifício possui rampa para acesso ao ambiente interno, sanitários para PcD, e elevador para mobilidade de um andar ao outro. Será disponibilizado um monitor para apoio a PcD e também um profissional Intérprete de Libras para as aulas expositivas, (R$192,00 Hora). Será utilizado um projetor Datashow para a projetar/viabilizar a audição de cada padrão rítmico a ser tratado pelos oficineiros. Oficina 2 - Dança: “danças rítmicas do Forró”: Além de gênero musical amplamente estudado e reconhecido, o forró é uma forma de expressão que agrega dança. Para tanto, a oficina irá recorrer aos gêneros musicais das matrizes tradicionais do forró, como o baião, o xote, o arrasta-pé, o xaxado e outros estilos musicais identificados com seus modos de dança. Ao final dessa oficina será realizada uma mostra dos casais dançarinos. A oficina de dança pretende destacar que quando se fala de forró, antes de tudo está se destacando como uma expressão que também agrega a dança. Não há como falar do forró sem falar da música como um território para a dança e enquanto um espaço físico e simbólico. Será ressaltado sobre a existência deste espaço como prática espontânea e intuitiva que envolve percepção sensorial e rítmica. É necessário ainda ressaltar sobre as danças de forró apropriadas ao longo dos anos pelas escolas de danças de salão. Assim, será desenvolvido um trabalho auditivo desenvolvendo a compreensão das nuances e singularidades rítmicas dos estilos de forró enquanto um conjunto de gêneros musicais que abrange o baião, o xote, o côco, o xaxado, o arrasta-pé e assim por diante. Após a audição dos diferentes gêneros musicais serão desenvolvidas técnicas corporais que visam criar um pouco mais de consciência nas movimentações, bem como demonstrar os diferentes passos, os tipos, as diversas técnicas e possibilidades da dança-forró associada aos diferentes gêneros musicais. A oficina será ministrada pelo Grupo Xotear coletivo este que já se dedica à pesquisa e à prática da dança-forró na cidade. O valor da oficina está prevista para um cachê de R$4.000,00 para o coletivo. A oficina será realizada durante 04 dias, com 3 horas diárias de duração, totalizado 12 horas de formação. Os alunos serão motivados a participarem da mesa das palestras de abertura, prevista para 03 horas de duração. Assim, estas horas serão incorporadas no certificado dos alunos que se fizerem presentes. Serão destinadas 50 vagas para a oficina que almeja o público-alvo constituído por professores, dançarinos e outros interessados de forma geral na dança-forró. A oficina será realizada no Centro Cultural David Ribeiro-Mercado Velho, local este central e que possui um amplo espaço para realização da oficina de dança. Será disponibilizado um monitor para apoio a PcD e também um profissional Intérprete de Libras para as aulas expositivas, (R$192,00 Hora). Oficina 3 - Xilogravura: no conjunto de referências também relacionadas ao Forró podemos identificar ofícios e modos de fazer, formas de expressão plástica e lúdica. Entre estas temos a xilogravura que por meio dos seus artistas expressou ao longo dos tempos imagens sobre as letras das músicas de forró, ilustrou folhetos de literatura de cordel, assim como capas dos discos de forró e outros suportes de expressão. Assim, nesta edição será destacada a técnica de xilogravura para vivência e aprendizagem aos interessados. A oficina terá como foco principal, o resgate e valorização da cultura de Diamantina, por meio do levantamento dos contos e lendas locais e a valorização da gravura como forma de expressão artística. Serão possibilitados conteúdos relativos à história da gravura, noção geral de procedimentos e técnicas de impressão e materiais. A oficina irá priorizar a xilogravura, técnica específica de Gravura em que se trabalha com a reprodução de imagens a partir da matriz de madeira. Serão apresentados os procedimentos da gravura, história e a técnica de impressão e materiais, propiciando o conhecimento da linguagem aos alunos. A Literatura de Cordel será destacada cuja interação com a xilogravura viabilizou uma forma própria de se comunicar. Os alunos serão motivados a desenharem cenas dos contos ou lendas selecionadas, para depois, com a utilização de ferramentas, fazerem as suas matrizes para posterior impressão. No decorrer da oficina os participantes produzirão três matrizes e farão impressões destas. Irão produzir uma matriz de uma só cor, utilizando o contraste de claro e escuro, outra matriz colorida e mais uma matriz de sua livre escolha. A oficina será ministrada pela artista plástica Gracíola Rodrigues, diamantinense, e que tem ateliê montado na própria cidade. Além da oficineira, será mantido também um monitor que já atua no museu para apoio técnico ao manuseio dos equipamentos do próprio museu. A oficina será realizada durante 04 dias, com 3 horas diárias de duração, totalizado 12 horas de formação. Os alunos serão motivados a participarem da mesa das palestras de abertura, prevista para 03 horas de duração. Assim, estas horas serão incorporadas no certificado dos alunos que se fizerem presentes. Está previsto o pagamento da oficineira no valor de R$120,00 h/a totalizando R$1.440,00 Serão destinadas 15 vagas para a oficina que almeja o público-alvo infanto-juvenil, professores de arte educação e artistas audiovisuais. A oficina será realizada em parceria com o Museu Tipografia Pão de Santo Antônio, se realizando no mesmo local de funcionamento do museu, local este que possui prensas e rolos de entintamento e que podem ser utilizados na oficina, pois a ação educativa é um dos objetivos do museu. Além disso, no local existem matrizes expostas em seu acervo, bem como outros utensílios que foram utilizadas pela antiga topografia da cidade. Assim, o próprio material expositivo do museu, será utilizado como material de referência didática da oficina. Quanto a acessibilidade arquitetônica o acesso ao ambiente interno do museu se dá por meio de uma rampa com guarda corpo e o sanitário já foi feito adequado a PcD. Será disponibilizado um monitor para apoio a PcD e também um profissional Intérprete de Libras para as aulas expositivas, calculado em torno de 05 horas de conteúdo expositivo. (R$192,00 Hora). Os alunos deverão levar o seu kit de goivas e madeiras a serem utilizadas. A organização da oficina irá oferecer os papéis, tintas gráficas e outros materiais necessários à impressão. MOSTRA DE DOCUMENTÁRIOS: irá apresentar uma série de vídeos sobre os mais diversos temas de abrangência e ancoragem do Forró. Será realizada durante 03 dias do festival. A mostra terá uma duração de 03 dias com projeções programadas para duas horas diárias. Os vídeos a serem veiculados serão conseguidos por meio de parcerias a serem estabelecidas com instituições de memória com acervos relacionados ao tema de interesse do projeto. Assim, serão projetados vídeos sobre os grandes xilogravuristas como o Mestre Noza e Abrão Batista, os artesãos do couro como Seu Expedito Seleiro e Zé do Mestre (que vestiram Gonzaga em suas apresentações), as músicas-narrativas de Luiz Gonzaga, cantores repentistas como Zé Limeira e Pinto Monteiro, a versatilidade e inovação de Jackson do Pandeiro e outros vinculados ao Forró. A mostra de documentários será realizada no Teatro Municipal Santa Izabel que já possui logística de projeção e sonorização para tal. Quanto aos aspectos da Acessibilidade Arquitetônica o edifício possui rampa para acesso ao ambiente interno, e sanitários para PcD. Será disponibilizado um monitor para apoio a PcD APRESENTAÇÕES MUSICAIS: Durante 02 dias o palco do festival apresentará dois artistas/grupos musicais em cada noite, totalizando 04 apresentações. Os artistas/grupos convidados serão selecionados tendo como critério a trajetória de trabalho vinculada ao Forró e a adequação ao conceito do festival, a disponibilidade de agenda na data prevista, e adequação do cachê ao que foi planejado. As apresentações serão realizadas em praça pública e cada show musical será contratado para uma duração de 2h cada um. Estão previstos o pagamento de 3 cachês no valor de R$10.000,00 cada um, incluindo o transporte, hospedagem e alimentação por conta do contratado. Está previsto ainda o pagamento de mais um cachê no valor de R$20.000,00. Incluindo transporte, hospedagem e alimentação por conta do contratado. Será contratado um Mestre de Cerimônias que realizará a locução de palco. A praça será decorada e contará também com uma oferta gastronômica em barracas montadas para tal. Visando dar conforto ao público para a oferta gastronômica serão montadas mesas e cadeiras. Serão montadas rampas de acesso e com piso tátil para PcD, bem como sanitários adaptados e sinalizados. Serão contratados 02 profissionais Intérprete de Libras que permanecerão durante todas as apresentações, bem como dois monitores para apoiar PcD. Serão reservadas vagas para estacionamento de veículos de PcD EXPOSIÇÃO DE GRAVURAS: mostra de gravuras em diferentes técnicas tais como xilogravuras, litografias, serigrafia e metal. produzidas por acadêmicos de escolas de Belas Artes (UFMG e Escola Guignard), além de agregar produções de um Design Ilustrador convidado. A exposição de gravuras será organizada por um Design Ilustrador convidado e ex-aluno da Escola Guignard. As gravuras da exposição serão selecionadas a partir de acervo produzido por discentes de escolas de Belas Artes (UFMG e Escola Guignard) e ainda gravuras do próprio organizador/curador. A exposição acontecerá na Galeria de Arte do Teatro Municipal Santa Izabel a partir da abertura do festival e terá uma duração de pelo menos 15 dias para que se tenha tempo de receber turmas de alunos das escolas da cidade. Estas serão mobilizadas para a visitação. A exposição irá incorporar o resultado de produção dos alunos da oficina de xilogravura realizada durante o festival. Será disponibilizado um monitor para intermediação da visitação à exposição. Quanto aos aspectos da Acessibilidade Arquitetônica o edifício possui rampa para acesso ao ambiente interno, e sanitários para PcD. PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO: será organizado um espaço com barracas para a oferta de uma alimentação própria vinculada à culinária típica dos festejos juninos da região. Além das barracas serão colocadas mesas e cadeiras. As barracas serão cedidas para associações culturais e ou assistenciais e funcionarão durante dois dias do festival. POD CAST MANIA DE FORRÓ: O Podcast ‘Mania de Forró’ será realizado em 2 episódios, apresentados pelo músico cantor e compositor Saldanha Rolim, que compartilha conhecimentos e experiências sobre o Forró. O podcast contará também com o radialista Marcone Viana da Difusora Acayaca - rádio 98 FM, responsável por organizar uma mostra musical dos diversos momentos históricos do Forró brasileiro. Cada episódio será realizado com o tempo e duração entre 30 a 40 minutos. O Pod cast será veicula na rádio parceira, nas redes sociais do projeto e depois em canal do Youtube do artista Saldanha Rolim
No item “Detalhamento do Produto” foram listadas as estratégias de Acessibilidade previstas para cada uma das atividades que serão realizadas no festival, mas abaixo se encontram indicadas de forma geral. O projeto será realizado em espaços de amplo acesso dando prioridade a locais públicos de uso coletivo com características arquitetônicas de fácil acessibilidade e mobilidade. No caso de uso de ambientes fechados para a realização das oficinas, exposição e mostra de documentários serão priorizados o uso dos edifícios da Escola de Arte e Música Maestro Francisco Nunes e o Cine Teatro Santa Izabel, bem como o Museu Tipografia Pão de Santo Antônio que possuem acessos de entrada aos ambientes internos sem tópicos elevados, o que facilita a locomoção dos Portadores de Necessidades Especiais – PNE. Além disto, as três edificações possuem rampas para acesso aos ambientes internos e sanitários para uso de pessoas Portadoras de Necessidades Especiais. No caso do acesso a praça pública em que serão realizados os shows e organizada a praça de alimentação serão feitas instalações de duas rampas com guarda-corpo/corrimãos e piso tátil visando facilitar o acesso a cadeirantes, deficientes visuais, pessoas idosas e outros com alguma dificuldade diferenciada, sendo que a produção do projeto irá cuidar em garantir espaços (cadeiras) reservados para aqueles que necessitem de uma atenção diferenciada, bem como a reserva de vagas de estacionamento. Também será contratado o serviço de profissionais Intérpretes de Libras para acessibilidade ao conteúdo das apresentações musicais, oficinas e palestras. A acessibilidade atitudinal será viabilizada por meio da contratação de monitores bolsistas sensibilizados e capacitados para o atendimento ao público Portador de Necessidades Especiais.
Não há produtos de comercialização gerado pelo festival. O acesso é amplo e irrestrito, pois as atividades estão previstas para locais públicos. Visando ampliar o acesso à proposta e sua difusão, serão produzidos vídeos sobre o festival e que serão inseridos nas redes socais do projeto, em plataforma de youtube do artista Saldanha Rolim. Os vídeos produzidos serão legendados. Além do mais o Pod Cast Mania de Forró também é uma estratégia para ampliar e democratizar o conteúdo do projeto. Todas as atividades são de acesso gratuito e as vagas serão destinadas prioritariamente a professores, artistas, estudantes, jovens e outros interessados.
O proponente deste projeto é o cantor e compositor Saldanha Rolim, o mesmo irá fazer a coordenação geral do Festival, bem como a direção artística. Além dessas duas funções o artista Saldanha Rolim será um dos artistas do festival, sendo remunerado pelo show executado e também pela direção artística. Ele também irá coordenar o Pod Cast Mania de Forró, sendo nesta atividade o exercício da função sem remuneração. Tem papel importante também o gestor e produtor cultural do projeto, funções estas executadas pela Márcia Betânia que tem larga experiência na área de coordenação de projetos e execução de eventos. Outros profissionais necessários e que foram listados no projeto serão selecionados por meio de análise de currículo no mercado cultural mineiro e da cidade de Diamantina, e desde que atendam ao perfil e conceito do projeto em questão. Alguns dos possíveis profissionais já são conhecidos pelo Diretor Artístico do festival, entretanto, não cabe aqui neste momento que sejam citados, uma vez que não houve ainda uma conversa prévia sobre a possível prestação do serviço. CURRÍCULO DO DIRETOR ARTÍSTICO, MÚSICO, CANTOR E COMPOSITOR SALDANHA ROLIM O cantor e compositor Saldanha Rolim é cearense de Parambu, criado em São Luiz do Maranhão, mas radicado em Minas Gerais há mais de 30 anos. Saldanha Rolim sempre vivenciou as diversas manifestações culturais de seu povo, expressas através do cantar do dia-a-dia e da diversidade de ritmos e pela a influência dos mestres do cancioneiro popular brasileiro, entre eles Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro. Em 1980 Saldanha Rolim seguiu para São Paulo, levando na bagagem esta mistura de sons. Começou a se destacar com seus shows vibrantes, fazendo circuitos universitários e se apresentando em programas de TV. Em pouco tempo, ele criou um estilo próprio ao dar um sotaque novo à rítmica nordestina. O cantor e compositor Saldanha Rolim já levou a sua música por diversas cidades brasileiras e mais de 120 cidades mineiras, participando de vários eventos artístico-culturais. Em 1999 fez uma turnê na Itália ao lado da Família Alcântara, importante grupo afro mineiro da cidade de Itabira, representando o Brasil em nove importantes festivais de verão, passando por reconhecidas cidades tais como Gênova, Milão, Turim, Nápoles, etc., conquistando assim espaços importantes para sua música. Em 2001 Saldanha se apresentou em Toronto – Canadá. Já em 2007, se apresentou em Portugal, na cidade de Serpa com o show Brasil – Usina da Alegria. Em 2008 voltou a Portugal, com o espetáculo Saldanha Rolim e os Tambores de Cantaria, nas cidades de Serpa e Caminha. Já realizou várias turnês levando sua música a várias capitais tais como Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Vitória e São Paulo, assim como pequenas cidades em regiões mais carentes tais como o Vale do Jequitinhonha e Mucuri. Tem vários discos lançados e já participou de vários programas importantes da TV Brasileira tais como: Som Brasil; Arrumação; Jô Soares; Sr.Brasil e especiais da TV Minas. CURRÍCULO DA GESTORA E PRODUTORA CULTURAL MÁRCIA BETÂNIA Formação profissional: Gestora Cultural com especialização em Planejamento e Gestão Cultural pela PUC-MG. Mestre em Ciências Humanas pela UFVJM. Licenciada em História pela FAFIDIA/UEMG. Formada em Educação Artística pelo Conservatório de Música Lobo de Mesquita onde atuou como Professora de Produção Cultural e Empreendedorismo. Experiência Profissional nos últimos anos: Consultora do Programa Crie Políticas Públicas pelo SEBRAE/SP-Empresa Ame Cultura desde março de 2024. Secretária Municipal de Cultura, Turismo e Patrimônio de Diamantina de 2017 a 2023 com várias políticas, programas e projetos implantados. Secretária Municipal de Cultura, Turismo e Patrimônio do município de Diamantina, de 2009 a 2012. Diretora de projetos do Instituto Bateia. Concepção e Coordenação de vários projetos: Encontro dos Tamborzeiros do Rosário do Vale do Jequitinhonha, Projeto Quenda, Encontro de Comunidades Afrodescendentes de Diamantina. Etc. Consultoria à Associação Micro Regional do Alto Jequitinhonha – AMAGE para mobilização, capacitação de 16 municípios para realização de suas conferências de cultura e conferência micro regional de cultura/ 2013. Educadora Patrimonial no projeto de implantação do Museu Tipografia Pão de Santo Antônio de 2013 a 2014. UFMG e Associação Pão de Santo Antônio- Diamantina. Docente e Assessora de Ação Cultural até o ano de 2008, na Fundação Educacional do Vale do Jequitinhonha-Fevale/ Universidade do Estado de Minas Gerais –UEMG. Criação e Implantação de vários projetos na Fevale, tais como: -Criação da Assessoria de Ação Cultural.-Implantação do Ponto de Cultura Nas trilhas da cidadania.-Circuito Cultural a Fevale do Vale.-Circuito Cultural a Fevale na cidade.-Fórum Multicultural do Vale do Jequitinhonha.-Cinema no Banquinho.
PROJETO ARQUIVADO.