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Realização da segunda edição do Bambaê - Festival de Culturas Tradicionais. A proposta consiste em um dia de atividades na Praça Santos Dumont, na Gávea, Rio de Janeiro/RJ, no ano de 2025. Durante este dia, o Festival vai levar para o público quatro espetáculos, além da realização de quatro oficinas para professores de escolas públicas e particulares. O projeto também vai oferecer quatro oficinas no bairro da Maré para a comunidade escolar. O Festival Bambaê surge na intenção de fomentar um espaço para vivenciar os saberes tradicionais, valorizando as culturas populares para que várias gerações possam se inspirar nessas fontes contínuas de movimentos e conhecimentos.
Bambaê - Festival de Culturas Tradicionais na Gávea chega a sua segunda edição! Ao longo de um dia de programação serão realizadas quatro apresentações na Praça Santos Dumont (Rio de Janeiro/RJ), além da realização de oficinas para professores de escolas públicas e particulares. Uma ação gratuita, que levará apresentações e oficinas com grupos que têm em comum, raízes profundas com a cultura popular e suas pedagogias brincantes na educação. Um encontro com um Brasil de sons, cores, músicas, danças e ritos. Sendo assim, propõe-se decorar, montar barracas com comidas típicas e ocupar a praça Santos Dumont rememorando os festejos tradicionais, que ainda acontecem em muitos interiores deste país. O Festival Bambaê pretende a partir das oficinas proporcionar o encontro entre professores e mestres, oportunizando uma ação de formação e trocas com intuito de aproximar saberes e tradições de espaços públicos e instituições educacionais.
OBJETIVOS GERAIS Representar e valorizar as inúmeras culturas tradicionais existentes no Brasil; Fomentar a inclusão social e a diversidade cultural, valorizando diferentes expressões artísticas culturais; Enfatizar e reivindicar a valia dos saberes populares e sua importância enquanto princípio formador da cultura do nosso país. Revelar e reconhecer os saberes populares como fontes de conhecimento, contribuindo para a reflexão sobre a presença das africanias e seus valores na cultura brasileira; Dinamizar a presença de mestres/as em espaços culturais e instituições de ensino para que práticas e reflexões possam contribuir para o desenvolvimento de valores, como o respeito, a preservação da natureza e a necessidade de se trabalhar coletivamente, de uma forma mais generosa e menos competitiva. Valorizar a preservação do patrimônio cultural imaterial através de suas manifestações regionais; Fortalecer a cidadania através de repertórios culturais brasileiros; Democratizar o acesso à cultura em apresentações de fácil assimilação para diversas faixas etárias; Fomentar um espaço para vivenciar os saberes e sabores tradicionais, valorizando essas culturas populares. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar o Bambaê - Festival de Culturas Tradicionais ao longo de um dia com quatro apresentações artísticas na Praça Santos Dumont com quatro grupos de cultura popular que representem a diversidade cultural das regiões do Brasil. Fazer uma apresentação de abertura com um espetáculo de um grupo que seja voltado para o público infanto-juvenil. Realizar apresentações que convidem o público a uma interação mais participativa com os artistas. Realizar quatro oficinas brincantes no Centro de Movimento Deborah Colker com mestres/as para professores/as de escolas públicas e particulares. Realizar quatro oficinas brincantes no bairro da Maré para a comunidade escolar. Decorar, montar barracas com artesanato e comidas típicas e ocupar a praça Santos Dumont rememorando os festejos tradicionais, que ainda acontecem em muitos interiores deste país. Trazer a diversidade de culturas tradicionais de outros estados brasileiros que fazem a cultura no Rio de Janeiro para a zona sul no bairro da Gávea. Nutrir de ferramentas lúdicas através da música cantada, ou tocada e do corpo a partir das tradições brasileiras para que professores/as possam se inspirar nessas fontes de conhecimentos. Propiciar através de pedagogias brincantes, instrumentos para o trabalho futuro do professor-estudante em sala de aula.
Cada vez mais, nos tempos atuais, percebemos a importância da alegria que vem pelo encontro, da força que temos em momentos festivos, em que os "saberes e modos de fazer e ser" tradicionais nos fortalecem para termos uma vida mais saudável. O Brasil é um país de inúmeras tradições culturais singulares, surgidas a partir das confluências de diversas tradições afro-indígenas-ibéricas e valorizar essa diversidade cultural regional significa um grande e necessário desafio da atualidade. O mercado cultural é padronizado, são poucos os espaços cariocas, da zona sul, que expressam essa riqueza de diversidades de identidades brasileiras. É fundamental refletir sobre as possibilidades de como compartilhar esses conhecimentos e assumir a responsabilidade de criar formas para que esses saberes e tradições possam circular dentro de espaços públicos e instituições educacionais. Conhecer mais a diversidade cultural brasileira e difundi-los, também aos moradores de áreas urbanas - em sua maioria afastados desses espaços e cuidados - são justificativas que impulsionam este projeto. Os elementos dessa proposta são uma extensão do inciso presente no Art.1,I, II e III: fomentar os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira; valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais. O Brasil é um país de imensa riqueza cultural, com uma vasta gama de tradições e expressões regionais que representam sua identidade plural. Ao promover o livre acesso às fontes de cultura e o exercício pleno dos direitos culturais, estamos incentivando a preservação e o respeito por essas diversas manifestações. Estas, práticas de resistência que possuem um potencial artístico, representam espaços de pertencimentos e de sociabilidades onde saberes, histórias, cantigas e brincadeiras tradicionais são partilhados formando parte relevante do patrimônio imaterial do país. Bambaê surge do desejo de produzir, através de suas apresentações e oficinas brincantes, experiências/vivências únicas de presença: o corpo, a música, a brincadeira se conectam transformando-se em um vigor de estar presente. Nos convoca a ocupar a Praça Santos Dumont, a criar um espaço para compartilhar as culturas tradicionais, onde o tempo é diferenciado, estabelecendo outras relações com o ambiente e com as pessoas. A Praça Santos Dumont está localizada no bairro da Gávea, praça rodeada de escolas públicas e particulares como: Escola Municipal Manoel Cícero, Escola Municipal Júlio Castilho, Espaço Envolvimento, Escola Nova, Escola PH, entre outras. Estas escolas são parceiras, tanto das oficinas, quanto das apresentações, todas gratuitas, tendo muitos de seus professores e alunos já participado da primeira edição do Festival, que promete ter ainda um maior público na próxima edição. Essa iniciativa é também uma extensão dos valores contidos no artigo 3 que estimula à participação de artistas locais e regionais em projetos em parceria com instituições públicas de educação básica que visam o desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, além de contribuir para a preservação cultural, e promover um sentimento de pertencimento e orgulho das tradições regionais, ajudando a formar uma sociedade mais inclusiva e consciente da importância da diversidade. Nesta direção, o projeto também levará ao bairro da Maré oficinas brincantes, contribuindo para o fortalecimento da cidadania através dos ritos de brincar, cantar e dançar. O Festival Bambaê é uma festa que vem nos presentear com a força de nossos Brasis. Art. 1° I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
Bambaê tem duas linhas de condução: apresentações musicais e realização de oficinas para professores, educadores e comunidade escolar. O Festival vai acontecer em praça pública de grande circulação no Rio de Janeiro/RJ. O projeto pedagógico tem como proposta realizar quatro oficinas brincantes com mestres e mestras de diferentes culturas populares, todas oferecidas gratuitamente para professores de escolas públicas e particulares. Além de quatro oficinas brincantes no bairro da Maré. O objetivo das oficinas é fomentar o aprendizado sobre algumas das diversas culturas tradicionais brasileiras, tendo como base a música, a dança e as brincadeiras populares.
a) Presença de intérprete de Libras em todas as apresentações; b) Presença de mediadora para acompanhamento de pessoas neuro divergentes; c) Em colaboração com articuladores locais haverá um espaço acolhedor e seguro para o público neuro divergente, disponibilizando um local mais tranquilo para que os espectadores possam se afastar do espetáculo caso sintam necessidade. d) Flexibilidade nos movimentos e interações: Permitiremos que o público autista se movimente livremente pelo espaço ou se expresse de maneira mais espontânea durante os espetáculos, respeitando as características individuais de cada pessoa. g) O espaço selecionado possui acesso adaptado a necessidades de cadeirantes, idosos e pessoas com dificuldade de deslocamento. h) O mini doc que será produzido registrando a circulação do espetáculo contará com legendagem a fim de alcançar o público da comunidade surda ou de baixa audição.
Estratégias de imprensa: Contratação de uma assessoria de imprensa especializada para acompanhar o projeto durante toda a sua duração, visando a obtenção de espaços na mídia e o fortalecimento da imagem do projeto. Redes sociais e mídia online: Utilização das marcas do Ministério da Cultura em todas as peças de comunicação. Impulsionamento de posts nas redes sociais do projeto, garantindo maior alcance e engajamento. A criação de posts e stories nas redes sociais do projeto, com informações relevantes, teasers, vídeos e imagens exclusivas. Ações de acessibilidade e sustentabilidade: Realização de sessões com acessibilidade comunicacional. Bate-papos e oficina educativa relacionadas ao tema do projeto. Todas as sessões dos espetáculos serão gratuitas. Doação de banners (ou outros materiais utilizados) para entidades que trabalham com reaproveitamento. Impressões em material reciclado, certificado ou semente. Ações promocionais para clientes: Cessão de convites/inscrições e direitos de imagem para o Estado do Rio de Janeiro. Possibilidade de realização de ações promocionais durante o evento. Com este plano de comunicação o projeto terá ampla divulgação e engajamento, alcançando seu público-alvo e garantindo o sucesso das apresentações e atividades educativas propostas. A contratação de novos músicos e equipe de produção prioriza a contratação de mulheres e pessoas negras. Atualmente na equipe, as mulheres tem posição protagonista no desenvolvimento das ações. A escolha do repertório e das coreografias promove a diversidade cultural, religiosa e o congraçamento dos povos, trabalhando pela diminuição de preconceitos para com gêneros musicais identificados com a população periférica. A contratação de novos músicos e equipe de produção prioriza a contratação de mulheres, população negra ou indígena e pessoas trans.
Beth Marques é idealizadora e faz a direção do festival. Cantora e arte-educadora. Faz parte do grupo Africanias da UFRJ que estuda o legado cultural linguístico e musical africano no Brasil. Mestra em música pela UFRJ. Na Maré como educadora da ONG REDES, coordenou o grupo Marécatu, onde ensinava o maracatu de baque virado para crianças e adolescentes. Faz parte do grupo Quintal da Dona Guilhermina. É professora de música na Escola Parque há mais de 20 anos. Juliana Manhães é coordenadora pedagógica do Festival. Professora Adjunta do Departamento de Interpretação do curso Bacharelado em Atuação Cênica, da Escola de Teatro da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro/ UNIRIO Coordena o projeto de extensão Coletivo Matuba: Manifestações Tradicionais Brasileiras - Criação, pesquisas e vivências do ritual e suas Contemporaneidades. Tem experiência na área das artes, como teatro de rua, danças brasileiras da diáspora africana e de povos originários conectados com o ciclo festivo popular brasileiro. Itaercio Rocha é o cenógrafo e aderecista do Festival. Multi-artista maranhense, músico, compositor, pesquisador, bonequeiro, arte-educador, escritor e bordadeiro. Faz parte dos grupos Mundaréu e Dona Guilhermina. Atuou e dirigiu espetáculos junto ao grupo Mundaréu, em Curitiba de 1997 a 2014. Ministra oficinas e apresentações por todo o Brasil, difundindo a importância dos saberes tradicionais e populares. Foi mestre-oficineiro ministrando uma das oficinas da primeira edição. Fernanda Gomes - é produtora executiva do Festival. É arte-educadora, orientadora pedagógica, formadora de professores. Criadora de projetos pedagógicos em diferentes áreas, multiplicadora de ações e valores sobre diversidade. Formada em Pedagogia pela PUC-RJ e completando 25 anos na Escola Parque - Gávea. Grupos que se apresentarão no Festival: O Quintal da Dona Guilhermina é um espetáculo com bonecos, brincadeiras e músicas populares de várias regiões do Brasil, como: congados, sambas, cacuriás, bumba bois e afoxés. Um jardim cheio de bichos, brincadeiras e uma anfitriã muito animada e apaixonada pelo seu quintal, Dona Guilhermina. Ela é avó, benzedeira e folgazã. Mantenedora das memórias do brincar, seu quintal é um lugar de encontros, um terreiro no mundo e do mundo! Voltado para crianças de diferentes idades, o espetáculo musical traz mensagens sobre cuidados e carinhos com a mãe natureza e sua importância para o bem viver, a partir de nossas raízes e ancestralidades. Caxambu do Salgueiro é um coletivo repleto de histórias e ancestralidades. Grupo situado no Morro do Salgueiro, na cidade do Rio de Janeiro, se destina a fortalecer a cultura africana na região. Sua principal expressão é o jongo do Caxambu, que faz parte das famílias de umbigadas desse Brasil, uma tradição do sudeste brasileiro. BoiDaqui é um coletivo formado há mais de uma década por artistas-educadores-pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento. É uma referência quando se fala de música tradicional nordestina, tendo como seu principal representante o cavalo-marinho. Tem como objetivo valorizar a diversidade cultural brasileira articulando diversos setores da sociedade. Através da interação dialógica com mestres das tradições populares, busca proporcionar encontros facilitadores de mudança social em direção à justiça e à solidariedade. Aturiá é um grupo que tem como objetivo, estudar, difundir e fortalecer o Carimbó, pau e corda (de raiz) e estimular o protagonismo feminino neste fazer ancestral. O Carimbó é uma manifestação cultural e que tem sua gênese ligada aos povos originários do país, em especial do estado do Pará, região norte do Brasil.
PROJETO ARQUIVADO.