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O Over the Horizon Festival tem como principal objetivo celebrar a diversidade cultural de Belo Horizonte, promovendo a visibilidade de artistas locais e conectando-os com oportunidades internacionais. O festival pretende atrair grandes nomes da música pop e rock, além de abrir espaço para talentos mineiros em ascensão. Inspirado em eventos como Estéreo Picnic, Lollapalooza e Coachella, nosso foco é aliar entretenimento com sustentabilidade e conscientização. Com práticas como o uso de energia renovável e reciclagem, o evento será um exemplo de responsabilidade ambiental. O festival também promoverá debates sobre temas importantes, como igualdade de gênero, direitos LGBTQIA+, e agronegócio vegano e sustentável. Além disso, oferece um espaço seguro e inclusivo, onde performances artísticas divertem enquanto promovem reflexões e mudanças sociais positivas.
O Festival Over the Horizon é um evento musical inovador que celebra a diversidade cultural e a identidade artística de Belo Horizonte, unindo talentos locais e atrações internacionais em uma experiência única. Inspirado em festivais como Estéreo Picnic, Lollapalooza e Coachella, o festival oferece uma programação vibrante com gêneros como pop e rock, promovendo ao mesmo tempo a sustentabilidade e o debate de temas sociais relevantes. Além dos shows, o evento contará com uma feira exclusiva, onde empreendedores locais poderão vender seus produtos, fortalecendo a economia criativa e valorizando o comércio regional. O festival também inclui espaços para discussões sobre igualdade de gênero, direitos LGBTQIA+, economia sustentável e agronegócio vegano, garantindo um ambiente inclusivo e seguro para todos. Realizado na capital mineira, o Festival Over the Horizon é um convite para dançar, refletir e transformar.
Específicos 1) Produto FESTIVAL: realizar um dia de festival de música em Belo Horizonte, no mês de julho de 2025. O festival terá pelo menos 8 horas de apresentação musical e um público aproximado de 20 a 50 mil pessoas. 2) Produto HORIZON TALKS (CONTRAPARTIDA SOCIAL): workshop/palestra gratuita e pública a ser transmitida via internet. A transmissão contará com profissionais da Indústria Criativa a fim de inspirarem jovens a se ingressarem na área artística. Serão 5 dias de transmissão online com um tema diferente por dia, cada um com a participação de um profissional renomado da Indústria Criativa. As transmissões serão gratuitas via YouTube e Instagram, e o conteúdo ficará disponível para acesso ilimitado. Temas a serem palestrados em cada dia: 1. Indústria Criativa: Convidado compartilha uma visão geral do setor e seu impacto cultural e econômico. 2. Produção e Gestão Artística: Convidado aborda planejamento e logística para eventos culturais, incluindo a apresentação a leis de incentivo e suas especificidades. 3. Marketing e Branding para Artistas: Dicas práticas sobre desenvolvimento de marca pessoal e alcance de público. 4. Tecnologia e Inovação na Arte: Exploração de novas tecnologias e seu impacto na criação artística. 5. Sustentabilidade e Impacto Social na Cultura: Convidado discute a arte como ferramenta de mudança social. 3) Produto OVER THE MERCADIM (CONTRAPARTIDA SOCIAL) - produto cadastrado como "Exposição cultural/de artes": feira de empreendedorismo dentro do festival. Um espaço dedicado ao fortalecimento da economia criativa e à valorização dos empreendedores locais de Belo Horizonte. Inspirada no conceito de feiras urbanas contemporâneas, a Feira Over the Mercadim reúne uma seleção de 20 (vinte) empreendedores e artistas belo-horizontinos, oferecendo desde artesanatos e roupas até acessórios e produtos sustentáveis. Gerais 1) Investir no entretenimento, turismo e economia da cidade. Belo Horizonte possui quase o DOBRO de ingressos emitidos do que São Paulo, onde se concentra o grande polo de entretenimento do país. Os eventos culturais injetam mais de R$1,165 BILHÃO na economia da capital mineira. Dados da FGV e da Secretaria Estadual de Cultura e Turismo mostram que a cada R$1,00 investido em eventos, R$13,00 retornam para a sociedade. Mais informações sobre festivais em Belo Horizonte mostram o grande potencial cultural da cidade. 70 MIL pessoas de outros estados foram esperados para o Festival Planeta Brasil de 2022; já no Breve Festival, realizado pela produtora Box, 54% do público vieram de fora de Minas Gerais! Já o Sarará, gerou cerca de 3.000 empregos diretos e indiretos! Além da capacidade de público para eventos, os shows e festivais movimentam o turismo da cidade. De acordo com a gerência do Hotel Intercity BH Expo, a ocupação do local foi de 90% na semana do show do cantor Roberto Carlos, que aconteceu na sua vizinhança, no Expominas. Apenas em 2023 foram registrados R$147,98 milhões recolhidos somente em ISS relacionadas à atividades turísticas. Em 2022 este número era de R$83,74 milhões, um crescimento de 76,7%. Em alguns hostels em BH, a taxa anual de ocupação chega a 70%; sendo que 12% são de ESTRANGEIROS, que em 2022 representava apenas 7%. Apesar de dados tão interessantes e ricos, carece de festivais de grande porte que trazem atenção internacional para Belo Horizonte. Por isso chamamos o nosso festival de OVER THE HORIZON®, que em tradução livre significa "Além do Horizonte®", fazendo referência à nossa amada capital. Por isso, nosso objetivo é trazer grandes nomes internacionais para o festival, a fim de colocar Belo Horizonte no mapa do circuito cultural mundial. Com isso, não apenas iremos proporcionar um evento de alta qualidade para o público local, mas também atrair visitantes de outras partes do país e do mundo, impulsionando a economia local e promovendo a imagem de Belo Horizonte como um polo cultural vibrante e diversificado. Com esses esforços, queremos que o OVER THE HORIZON® possa se tornar um dos festivais mais importantes do país e da América Latina, atraindo a atenção de amantes da música e turistas de todo o mundo. 2) Desenvolvimento da cena empreendedora de Belo Horizonte. Além da atração de grandes nomes internacionais, o OVER THE HORIZON® também terá espaço para valorizar e fomentar o empreendedorismo local. Durante o festival, realizaremos a Over the Mercadim, uma feira com a participação de empreendedores de Belo Horizonte, que terão a oportunidade de divulgar suas marcas e vender seus produtos. Todos os empreendedores deverão seguir normas de sustentabilidade, visando a promoção de práticas responsáveis e engajadas com questões ambientais. Com essa iniciativa, queremos contribuir para o desenvolvimento da cena empreendedora de Belo Horizonte e mostrar o compromisso do festival com a promoção do crescimento econômico e da sustentabilidade na cidade. 3) Destinar 2% da arrecadação de bilheteria para fomentar plantios de árvores com organizações voluntárias de Belo Horizonte. Em 2023 e 2024, Belo Horizonte foi a capital brasileira que mais esquentou - os registros apontam um crescimento de 4,2º acima da média histórica. Por meio de parceria com projetos ambientais como SOS Mata do Jardim América; Bora plantar, BH!; Projeto Pomar BH e também da Secretaria de Meio Ambiente, iremos promover ações de plantio e revegetação por toda a cidade. As ações terão o aval da Secretaria para que sejam plantadas em locais corretos e com com a devida autorização para tal. Outro fator importante que nos leva a querer expandir a área verde de BH é que a região noroeste de Belo Horizonte é a menor área verde da cidade, com limites bem abaixo dos recomendados pela OMS; o que afeta diretamente na qualidade de vida da população e os impactos ambientais negativos que se dissipam mais facilmente. Assim, nos disponibilizamos a seguir de maneira reforçada a Agenda 2030 proposta pela ONU e também as pautas ESG, entregando um entretenimento único para nossa população da forma mais verde possível! Fontes: https://www.otempo.com.br/turismo/bh-e-quase-o-dobro-de-sao-paulo-em-numero-de-ingressos-emitidos-para-shows-1.2808049 https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2022/05/11/internas_economia,1365801/bh-ocupa-o-3-lugar-em-ranking-de-desenvolvimento-economico-do-pais.shtml https://www.otempo.com.br/economia/nao-e-so-festa-festivais-apresentam-bh-a-mais-estados-e-movimentam-economia-1.2737344 https://www.otempo.com.br/economia/cresce-numero-de-turistas-em-bh-e-pequenas-empresas-comemoram-boas-vendas-1.3370014 https://www.brasildefato.com.br/2024/04/20/apos-derrubar-7-326-arvores-em-um-ano-belo-horizonte-foi-a-capital-que-mais-esquentou-em-2024
O projeto do festival de música Over the Horizon tem como foco a expressão artística; a responsabilidade social e a preservação do meio ambiente. Ao criá-lo, nossa intenção foi conceber um evento que trouxesse alegria para a cidade e para sua população; que atraísse atenção internacional para o mercado de entretenimento em Belo Horizonte; que movimentasse o empreendedorismo independente de Belo Horizonte e por fim; que promovesse a proteção e valorização do meio ambiente. Dessa forma, o projeto se enquadra nos incisos II, III, V, VII, VIII e IX do Art. 1º, bem como no inciso II, IV e V do Art. 3º, ambos da Lei 8313/1991.
A equipe principal do projeto é formada por mulheres, pessoas LGBTQ+ e PCDs. Temos orgulho em destacar essa diversidade, pois acreditamos que ela é fundamental para enriquecer o setor cultural, que ainda carece de profissionais de grupos minoritários.
Não se aplica.
Acessibilidade Física: - Disponibilização de "ilhas de hidratação e resfriamento" com água gratuita, ventiladores e auxílio médico; - Contratação de apoiadores para a Esplanada e portaria a fim de auxiliar e orientar as pessoas com redução física, motora e visual; - Disposição de rampas nas entradas para facilitar a locomoção de PcDs físicos e pessoas com dificuldades de mobilidade; - Disposição de banheiros para pessoas com deficiência; - Espaço reservado para que pessoas com deficiências possam curtir o evento sem impedimentos. - Disponibilização, com recursos próprios, de equipamentos motorizados para locomoção, garantindo maior autonomia e liberdade de movimento para as pessoas com dificuldades de locomoção. Acessibilidade de Conteúdo: - Contratação de intérpretes de Libras para ficarem no palco, ou no telão de LED, e interpretarem as músicas dos artistas, permitindo que todas as pessoas possam desfrutar do momento deforma igualitária e inclusiva. - Dispor intérpretes em locais como a portaria e a Esplanada, para ajudar o público PcD a qualquer momento que precisarem.
Medidas do art. 30 que serão adotadas para que haja a democratização do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios,cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; IX - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela CNIC; X - oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em culturavoltadas para a pesquisa e a qualifi cação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis. Ingresso meia-entrada para portadores do ID Jovem. Ingresso meia-entrada com a doação de 1kg de alimento não-perecível ou doação de agasalho. Ingresso meia-entrada com a doação de uma muda de planta para hortas populares. Workshops gratuitos na área de economia criativa a serem realizados anteriormente ao evento, em formato virtual.
Raphael Carvalho - Produtor Executivo e Diretor Criativo Cineasta, fotógrafo, diretor e produtor criativo. Formado em Cinema e Audiovisual pelo Centro Universitário Una; Literatura Norueguesa pela Universidade de Oslo e Produção de Shows Internacionais pela On Stage Lab. É CEO e fundador da Mirrorball Creative Lab, agência criativa que atua nos diversos ramos da Economia Criativa. Seu portfólio conta uma vasta atuação em eventos como Copa America 2019, Blip ID São Paulo, Festival Sarará; Festival Villa Mix e shows como o da banda Nazareth onde atuou como produtor e tradutor/intérprete. Especificamente na fotografia, já clicou importantes nomes como Anitta, Luisa Sonza, IZA, Ivete Sangalo, Gabriel Froede, Duda Beat, Pabllo Vittar, Lagum e dentre muitos outros. Há mais de 12 anos, Raphael atua como voluntário na Casa de Auxílio e Fraternidade Olhos da Luz, uma instituição que distribui cestas básicas para famílias de baixa renda e oferece cursos profissionalizantes gratuitos aprovados pelo MEC. Além disso, a casa realiza atendimentos espirituais regulares em Sabará e Congonhas, e eventualmente em outros estados e países, onde Raphael também tem se voluntariado. Silvia Lima - Produtora Silvia Lima é formada em Cinema e Audiovisual pelo Centro Universitário Una e no curso de Produção para Cinema pelo Instituto de Cinema de São Paulo. Atualemnte segue sua carreira como Produtora Executiva e Diretora de Produção. Sócia da produtora Três Pontos, Silvia e sua equipe já alcançaram um marco significativo, com a aprovação em dois editais da Lei Paulo Gustavo logo no primeiro ano de atividade da produtora. Com experiência em direção de produção, produção executiva, produção de set, assistência de produção, edição/montagem e direção de arte, Silvia trabalhou em projetos como os curtas Vestígios da Carne e Zacarias; vídeos institucionais e publicitários; além de videoclipes de Pedro Gilbertt, Felipe Bedetti, Dann, Corrêa e Caio Sócrates. Também já estudou com grandes nomes como Rimena Procópio e Guilherme Fiuza. Atualmente, atua como produtora executiva e diretora de produção no projeto Antiquário, produtora do EP Real Demais Para o Hype e do curta Às Margens da História. Gabriela Barbosa - Diretora de logística Gabriela Barbosa, nome artístico Gabi Barbosa, tem 29 anos e é natural de Belo Horizonte. Produtora, roteirista, editora, é graduada em Cinema pelo Centro Universiário Una. Atuou em diferentes espaços de arte-educação. Dentre eles: o Cine Humberto Mauro do Palácio das Artes, Cine Theatro Brasil, Festival Interamericano de Cinema Universitário LUMIAR, Mostra Udigrudi Mundial de Animação, passando pela produção de Mostras e Festivais, inclusive o Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte. Atuou em diferentes funções em curtas-metragens em parceria com produtoras locais como Partisane Filmes, Cães Alugados, Caravelas. Atualmente, cursa o 5º período de Letras - Tecnologias de Edição no Cefet-MG, é produtora na Buffalo Digital, Produtora Cultural autônoma, Criadora de conteúdo, podcaster e está com um projeto aprovado na LMIC de Belo Horizonte. Ana Clara Moniz - Diretora de Acessibilidade Jornalista, roteirista, escritora, criadora de conteúdo, palestrante e consultora de acessibilidade e anticapacitismo. Formada em Jornalismo pela PUC Campinas; Roteiro Cinematográfico pela Academia internacional de Cinema (AIC) e Escola Britânica de Artes e Comunicação (EBAC); Criação de Conteúdo por YOUPIX. É CEO e fundadora da ACBM Produções, empresa que atua com trabalho publicitário e prestação de serviços como palestras, rodas de conversa e consultoria para grandes marcas. Seu portfólio conta com uma vasta atuação na luta anticapacitista, trabalhando com grandes marcas e nomes, como: Google, SBT, McDonalds, Sanofi, OBoticário, INFRAERO, TIM, Bradesco, L'Oréal, Amazon, entre outros. Em 2024, roteirizou e apresentou o curta documentário “Não vivi, escuto falar” sobre capacitismo e publicou um livro infantil com o nome ABPcD, pela Companhia das Letrinhas, sobre 26 pessoas com deficiência que fizeram história no mundo. Por ter uma deficiência desde que nasceu e atuar no mercado falando sobre deficiência há seis anos, seu trabalho já apareceu em diversos veículos de notícia, como: Globo, SBT, G1, Glamour, BBC, Uol, SporTV, entre outros. Durante o período de faculdade, Ana Clara foi diretora do setor social da Associação Acadêmica Atlética de Comunicação e Artes, no qual se envolveu mais de perto com causas sociais, sendo voluntária em lar de idosos, abrigos infantis e ONGs de animais. Aprimorou, também, suas habilidades em liderança afetiva e sua vontade em trabalhar para maior visibilidade aos direitos de pessoas com deficiência, área que atua até hoje. Luiza Rocha - Assistente de produção Luiza Rocha, 26 anos, é formada em Cinema e Audiovisual pelo Centro Universitário UNA. Já estudou na Escola Livre de Cinema de Belo Horizonte e também cursou 4 períodos de jornalismo na PUC. Atua nas mais diversas áreas do audiovisual, com foco na área artística, transitando pela direção de arte, assistência de direção, fotografia, edição de vídeo e roteiro. Já trabalhou em projetos como o curta “Reboot” (assistência de direção e direção de arte), produzido pela Escola Livre de Cinema de Belo Horizonte e o curta “SOM”, que já participou do Festival Lumiar, indicado em várias categorias pelo RIMA – Rio International Monthly Awards, sendo premiado por “Melhor Canção Original” e premiado como “Melhor Filme Universitário” pelo TIMFF em Tóquio. Trabalhou em clipes musicais de artistas locais em ascensão, como por exemplo Julzzz, Pedro Gilbertt e Davi Leão. Atuou como videomaker e editora de visualizers da cantora em ascensão Ana Laura Lopes, conhecida pelo seu single “Fantasma”. Já trabalhou como assistente de arte da diretora de arte mineira, Camila Buzelin, em conteúdos da rede de supermercados MartMinas e da marca de SuperCoffe, Caffeine Army. Atualmente mantém seu foco profissional entre as áreas de fotografia, vídeo e direção de arte.
PROJETO ARQUIVADO.