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O projeto "Rios da Sabedoria - uma jornada pela herança náutica do Sergipe" tem como objetivo reviver e valorizar a tradição da navegação fluvial por meio de cursos de formação que abrangem a cultura e a história náutica da região, enfatizando a relevância histórica e cultural dos rios que cruzam o estado de Sergipe, buscando integrar o turismo cultural e ecológico de maneira sustentável, com a revitalização da cultura náutica. O projeto se estabelece como um elo entre o passado e o futuro, incentivando o resgate das tradições fluviais e promovendo o desenvolvimento sustentável das comunidades sergipanas.
1 - Cursos de longa duração: 6 cursos náuticos de longa duração. 1.1 - Navegação Astronômica – Ensino das técnicas de navegação usando astros, ideal para navegadores que desejam aprimorar suas habilidades. Pré-requisito: Maiores de 15 anos 1.2 - Formação de Guias de Turismo Cultural e Ecológico Náutico – Capacitação para guias que conduzirão turistas por rotas fluviais, enfatizando a cultura local e a preservação ambiental. Pré-requisito: Maiores de 15 anos 1.3 - Arrais Amador – Capacitação para manobras de embarcações de pequeno porte, com foco em segurança e navegação. Pré-requisito: Ter no mínimo 18 anos; Apresentar documentos de identificação; Apresentar comprovante de residência; Apresentar CNH ou Possuir aptidão física e mental para a condução de embarcações, que deve ser atestada por um médico credenciado pela Marinha do Brasil. 1.4 - Mestre Amador – Formação para comandar embarcações maiores, abordando temas como navegação, regulamentação e segurança. Pré-requisito: Ter no mínimo 18 anos; Apresentar documentos de identificação; Apresentar comprovante de residência; Apresentar CNH ou Possuir aptidão física e mental para a condução de embarcações, que deve ser atestada por um médico credenciado pela Marinha do Brasil; Possuir a habilitação de arrais amador. 1.5 - Capitão Amador – Curso avançado para comandar embarcações de maior porte, com ênfase em habilidades de liderança e gestão de equipe. Pré-requisito: Ter no mínimo 18 anos; Apresentar documentos de identificação; Apresentar comprovante de residência; Apresentar CNH ou Possuir aptidão física e mental para a condução de embarcações, que deve ser atestada por um médico credenciado pela Marinha do Brasil; Possuir a habilitação de arrais amador. 1.6 - Introdução à História Fluvial de Sergipe – Abordagem sobre a importância histórica e cultural dos rios sergipanos e seu impacto nas comunidades locais. Pré-requisito: Maiores de 15 anos 2. - Oficinas de curta duração: 2 cursos náuticos de curta duração 2.1- Técnicas de Construção de Embarcações Tradicionais – Curso sobre as técnicas e materiais utilizados na construção de barcos de madeira, valorizando o patrimônio cultural. - Saber fazer dos tototó. Pré-requisito: Maiores de 15 anos 2.2 - Fotografia Náutica e Vida Ribeirinha – Curso que ensina técnicas de fotografia com foco na captura da vida ao longo dos rios, promovendo a cultura visual local. Pré-requisito: Maiores de 15 anos
Objetivo Geral:Reviver e valorizar a tradição da navegação em Sergipe por meio da oferta de cursos de formação na área de cultura e história náutica, promovendo o desenvolvimento social, econômico e sustentável das comunidades locais, enquanto integra a educação ambiental e o turismo cultural e ecológico. Objetivos Específicos: 1 - Cursos de longa duração: 6 cursos náuticos de longa duração. 1.1 - Navegação Astronômica _ Ensino das técnicas de navegação usando astros, ideal para navegadores que desejam aprimorar suas habilidades. 1.2 - Formação de Guias de Turismo Cultural e Ecológico Náutico _ Capacitação para guias que conduzirão turistas por rotas fluviais, enfatizando a cultura local e a preservação ambiental. 1.3 - Arrais Amador _ Capacitação para manobras de embarcações de pequeno porte, com foco em segurança e navegação. 1.4 - Mestre Amador _ Formação para comandar embarcações maiores, abordando temas como navegação, regulamentação e segurança. 1.5 - Capitão Amador _ Curso avançado para comandar embarcações de maior porte, com ênfase em habilidades de liderança e gestão de equipe. 1.6 - Introdução à História Fluvial de Sergipe _ Abordagem sobre a importância histórica e cultural dos rios sergipanos e seu impacto nas comunidades locais. 2. - Oficinas de curta duração: 2 cursos náuticos de curta duração 2.1- Técnicas de Construção de Embarcações Tradicionais _ Curso sobre as técnicas e materiais utilizados na construção de barcos de madeira, valorizando o patrimônio cultural. - Saber fazer dos tototó 2.2 - Fotografia Náutica e Vida Ribeirinha _ Curso que ensina técnicas de fotografia com foco na captura da vida ao longo dos rios, promovendo a cultura visual local. 3. - Capacitar os participantes em diversas técnicas de navegação, incluindo navegação astronômica e manobras em embarcações, garantindo segurança e eficácia nas atividades náuticas. 4. - Formar guias de turismo cultural e ecológico que conduzam visitantes por rotas fluviais, destacando a importância da cultura local e a necessidade de preservação ambiental. 5. - Promover a valorização do patrimônio cultural sergipano através da oferta de oficinas práticas de construção de embarcações tradicionais, como os tototós, fomentando habilidades manuais e conhecimento sobre as técnicas ancestrais. 6. - Fomentar a geração de emprego e renda nas comunidades através do desenvolvimento de habilidades técnicas e de turismo sustentável, contribuindo para o fortalecimento da economia local.
O Estado de Sergipe é atravessado por diversos cursos d’água, como os rios Vaza-Barris, Sergipe, Japaratuba, Poxim e o emblemático Rio São Francisco. Esses rios não apenas moldam o ecossistema e a paisagem do estado, mas também representam uma fonte vital de tradição e subsistência para as comunidades locais. O Rio São Francisco, em particular, destaca-se como um símbolo cultural e natural, marcando a identidade do povo sergipano e brasileiro de forma única e singular. As águas do estado sempre foram fontes de vida, sustento e cultura, formando uma rica e diversificada cultura náutica que abrange costumes e práticas que vão além da pesca, incluindo a construção artesanal de embarcações, festividades ribeirinhas, tradições religiosas e populares. Nos primeiros séculos após a colonização, os rios de Sergipe se tornaram as principais rotas de acesso e circulação, formando uma rede hidrográfica que liga o litoral ao sertão. Esses rios foram fundamentais para o escoamento da produção agrícola, especialmente de cana-de-açúcar, algodão e tabaco, além do transporte de gado e outros produtos agropecuários. Pequenas embarcações, inicialmente canoas indígenas e, posteriormente, saveiros, batelões e barcos a vapor, facilitaram o comércio e a circulação de mercadorias. Dentre eles, o Rio São Francisco, conhecido como "o Velho Chico", foi a mais importante via de transporte. Cobrindo uma vasta extensão do território brasileiro e banhando diversas cidades sergipanas, ele permitiu a conexão do estado com outros importantes centros comerciais do Nordeste, como a Bahia, Pernambuco e Alagoas. Ao longo de suas margens, surgiram cidades ribeirinhas significativas, como Propriá, Neópolis e Penedo, que se tornaram centros econômicos dinâmicos, apoiados pela intensa atividade fluvial e pelo comércio proporcionado pelo rio. O Rio Sergipe, embora menor e com limitações de profundidade, foi crucial para a economia local, especialmente para Aracaju e São Cristóvão. A cidade de Aracaju, fundada em 1855, foi estrategicamente planejada para facilitar o escoamento de produtos e a navegação pelo rio, consolidando-se como o principal ponto de ligação fluvial e comercial entre o interior e o litoral do estado. Embasado nessa tradição cultural e histórica de Sergipe, o projeto tem como objetivo reviver e valorizar a tradição da navegação em Sergipe por meio da oferta de cursos de formação na área de cultura e história náutica. Isso não apenas visa resgatar a cultura náutica da região, mas também promove o desenvolvimento social, econômico e sustentável das comunidades locais, integrando a educação ambiental e o turismo cultural e ecológico. Ao capacitar as comunidades, o projeto possibilita a preservação e valorização das práticas náuticas tradicionais e da construção artesanal de barcos de madeira, ofícios quase extintos, mas essenciais para a memória cultural de Sergipe. Essa abordagem não apenas protege o patrimônio cultural, mas também fortalece a economia local ao criar oportunidades de emprego e promover o turismo sustentável. Alinhado com o artigo 216 da Constituição Federal, que define o patrimônio cultural como os bens de natureza material e imaterial que representam a identidade dos diferentes grupos da sociedade brasileira, o projeto busca proteger e celebrar o legado cultural das comunidades sergipanas ligadas aos rios. A valorização das embarcações motorizadas conhecidas como tototós, feitas de madeira e com papel significativo nesse contexto, é um exemplo claro do impacto positivo que essa revitalização pode ter. Historicamente, essas embarcações foram o transporte e a principal fonte de sustento para pescadores, barqueiros, comerciantes e a população em geral. Em dezembro de 2011, a importância das tototós foi reconhecida oficialmente, sendo declaradas patrimônio cultural e imaterial de Sergipe pela Lei nº 7.320. Atualmente, as tototós realizam passeios náuticos entre Santana do São Francisco e Neópolis, proporcionando uma experiência que une natureza, cultura e história, ressaltando a relevância dos rios para a identidade da região. O projeto também promoverá a integração do turismo cultural e ecológico. Em alinhamento com a Lei nº 13.964/2019, que moderniza o incentivo ao turismo sustentável, o projeto fomenta a formação de mão de obra e a geração de empregos diretos e indiretos, apoiando o desenvolvimento econômico local e incentivando iniciativas culturais que visam o desenvolvimento social e econômico das comunidades, especialmente para a juventude das regiões ribeirinhas. O Estatuto da Juventude (Lei nº 12.852/2013) assegura o direito ao acesso à cultura para os jovens, e este projeto compromete-se a tornar as atividades acessíveis, valorizando as raízes culturais e inspirando futuras gerações. É importante destacar que a economia de Aracaju é predominantemente ancorada no setor terciário, com destaque para o turismo, que é uma atividade crucial, atraindo um grande volume de visitantes e gerando emprego e renda para a população. Nesse sentido, uma abordagem inovadora é a elaboração de roteiros dentro do segmento de Turismo de Base Comunitária, onde os canoeiros assumem o papel de protagonistas, gerando um impacto positivo na cadeia produtiva do turismo. Essa iniciativa pode servir como uma ferramenta de educação, conhecimento e preservação dos bens culturais e ambientais locais. Assim, o projeto se posiciona como um elo entre o passado e o futuro, promovendo o resgate das tradições das navegações fluviais e incentivando o desenvolvimento sustentável de Sergipe. Os pescadores artesanais e os artesãos locais mantêm vivas práticas centenárias de navegação, usando as mesmas técnicas e embarcações que seus antepassados, um saber popular transmitido de geração em geração. No entanto, essas tradições estão sob risco de desaparecimento devido à falta de incentivo cultural e ao pouco reconhecimento de sua importância. Portanto, esse projeto representa uma oportunidade de revitalizar e preservar a rica cultura náutica de Sergipe, garantindo que as tradições e saberes ribeirinhos sejam reconhecidos e valorizados pelas futuras gerações. Através do engajamento da comunidade, da promoção do turismo sustentável e da valorização das práticas tradicionais, o projeto contribuirá para o fortalecimento da identidade cultural sergipana e para o desenvolvimento econômico das comunidades, assegurando que a herança cultural ligada aos rios continue a fluir, assim como as águas que atravessam este estado.
1 - Cursos de longa duração: 6 cursos náuticos de longa duração. 1.1 - Navegação Astronômica:Ensino das técnicas de navegação usando astros, ideal para navegadores que desejam aprimorar suas habilidades.Carga Horária Total: 20 horas.Vagas: 2 turma de 20 pessoas.1.2 - Formação de Guias de Turismo Cultural e Ecológico Náutico – Capacitação para guias que conduzirão turistas por rotas fluviais, enfatizando a cultura local e a preservação ambiental.Carga Horária Total: 30 horas.Vagas: 2 turma de 20 pessoas. 1.3 - Arrais Amador – Capacitação para manobras de embarcações de pequeno porte, com foco em segurança e navegação.Carga Horária Total: 10 horas.Vagas: 4 turma de 15 pessoas. 1.4 - Mestre Amador – Formação para comandar embarcações maiores, abordando temas como navegação, regulamentação e segurança.Carga Horária Total: 40 horas.Vagas: 2 turma de 20 pessoas. 1.5 - Capitão Amador – Curso avançado para comandar embarcações de maior porte, com ênfase em habilidades de liderança e gestão de equipe.Carga Horária Total: 40 horas.Vagas: 2 turma de 20 pessoas. 1.6 - Introdução à História Fluvial de Sergipe – Abordagem sobre a importância histórica e cultural dos rios sergipanos e seu impacto nas comunidades locais.Carga Horária Total: 30 horas.Vagas: 2 turma de 20 pessoas. 2. - Oficinas de curta duração: 2 cursos náuticos de curta duração 2.1- Técnicas de Construção de Embarcações Tradicionais – Curso sobre as técnicas e materiais utilizados na construção de barcos de madeira, valorizando o patrimônio cultural. - Saber fazer dos tototóCarga Horária Total: 4 horas.Vagas: 2 turma de 20 pessoas. 2.2 - Fotografia Náutica e Vida Ribeirinha – Curso que ensina técnicas de fotografia com foco na captura da vida ao longo dos rios, promovendo a cultura visual local.Carga Horária Total: 4 horas.Vagas: 2 turma de 20 pessoas.
- ESPAÇOS ADAPTADOS COM RAMPAS E INSTALAÇÕES SANITÁRIAS - Serão devidamente equipados com rampas de acesso e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas, bem como locais apropriados para sua acomodação na plateia. - INTÉRPRETE DE LIBRAS - Todas as ações contam com intérpretes de Libras, para garantir a acessibilidade de pessoas com baixa audição ou surdas. - TODO MATERIAL EM VÍDEO DAS ATIVIDADES SERÁ ACOMPANHADO DE LEGENDA - Para que todo material audiovisual seja acessível para pessoas portadoras de deficiência auditiva os vídeos usados serão legendados. - ATENDIMENTO INCLUSIVO PARA DIVERSIDADE E INCLUSÃO PARA PESSOAS COM BAIXA AUDIÇÃO E SURDAS - Treinamento da equipe que trabalhará no projeto para o atendimento inclusivo de pessoas com baixa audição ou surdas. - ATENDIMENTO INCLUSIVO PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS - Treinamento da equipe que trabalhará no projeto para o atendimento inclusivo de pessoas com espectros, síndromes ou doenças que gerem limitação aos conteúdos.
O intuito do projeto é democratizar o acesso à cultura, reduzindo os baixos índices de visitação a centros culturais e estimulando a valorização do patrimônio histórico, cultural e ambiental. Todos cursos serão oferecidos gratuitamente, exigindo apenas inscrição prévia para garantir a participação, sujeito a limitação do espaço físico. Assim, estimulando a visitação e a valorização do patrimônio material e imaterial, o público-alvo: Pessoas que buscam capacitação técnica e profissional nas áreas de navegação, arqueologia subaquática e cultura marítima, incluindo pescadores, marinheiros e aspirantes a navegadores amadores e profissionais; Universitários e profissionais de história, arqueologia, biologia marinha, turismo, e outras áreas relacionadas ao estudo e preservação do patrimônio cultural e ambiental marinho; Professores, guias turísticos e instrutores que possam atuar como multiplicadores, disseminando os conhecimentos adquiridos para ampliar o impacto do projeto nas comunidades e escolas. Em consonância Art. 28, o projeto adotará medidas de ampliação de acesso: I - doar 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventosreferente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projeto;
Rafael Feijo - Coordenação de Projeto: Profissional com experiência no setor náutico, atuando em diversas funções que vão desde a capacitação profissional até a direção de eventos esportivos e culturais. Sócio-proprietário doMarpraVida, onde lidero projetos que promovem a educação e a cultura náutica. Com formação em Comércio Exterior e Gastronomia, atualmente cursando Educação Física e Medicina, busco integrar conhecimento técnico com práticas culturais para fomentar o desenvolvimento do setor. Capitão amador, técnico de vela I pela WORLD SAILING, instrutor de vela recreativa, monitor de navegação astronômica e meteorologia, professor dos cursos de arrais, mestre e capitão (ambos com 100% de aprovação). Bi campeão norte nordeste na classe hobie cat, Campeão Brasileiro Jovem na classe Hobie cat 4 lugar no WORLDCAT SYLT na classe hobie cat e 6 lugar na Copa Cummins. Realizou importantes travessias oceânicas: Portugal X Ibiza; Canárias X Cabo Verde; Portugal X Faro; Cabo Verde X Santa Lúcia; Menorca X Portugal; Mallorca X Sardenha. Etiennette Jannette Bosetto - Coordenação Cultural: Museóloga pela Universidade Federal da Bahia, Especialista em Arte e Patrimônio Cultural pela Faculdade São Bento e Fluente em quatro idiomas. Coordenou os setores Educativos do MAM BA e do Museu Udo Knoff. Atuou como museóloga no setor do acervo do MAM-BA e como responsável técnica em ações no interior da Bahia pelo IPAC. Participou de diversos projetos de ações educativas e culturais, em especial para a Caixa Cultural. Integrou a equipe de criação da Estação Ciência do SESI Bahia e do projeto museográfico do Museu do Mar Aleixo Belov. Dentro do Projeto é a responsável Técnica do Museu do Mar, coordenadora do Setor Educativo, e manutenção da exposição permanente e do acervo. Coordena a equipe de mediadores responsáveis pelo atendimento do público e atende múltiplas demandas (nacionais e internacionais) de pesquisadores, navegadores, artistas que desejam promover ações de divulgação e parcerias. Lucas Gabriel Santos Alves - Professor: Em 2020 - Instrutor pela CBVela e Instrutor do Iate Clube de Aracaju na colónia de férias ; Em 2021 - Instrutor da escolinha de vela Sinhocat, Sgundo lugar na primeira copa brasil de vela de praia e Campeão do BRASCAT jovem; Em 2022 - Segundo lugar na Copa Juventude e Terceiro lugar no BRASCAT jovem; Em 2023 - Segundo lugar no NORCAT e Instrutor da escolinha de vela sinhocat; Em 2024 - Segundo lugar na NORCAT jovem e 5 geral, primeiro lugar na regata Zeca Loteiras e Segundo lugar na copa brasil vela de praia jovem. Sávio Roz - Professor: Doutorando em História pelo Programa de Pós-graduação em História da Universidade Federal do Rio Grande do Sul(UFRGS), mestre pelo Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Salgado de Oliveira (UNIVERSO), Bacharel e Licenciado em História pela Universidade Católica do Salvador (Ucsal). Membro do Grupo de Trabalho de Estudos de Gênero – ANPUH-BA (GT-Gênero-ANPUH-BA). Membro do Laboratório de Estudos sobre a Transmissão e História Textual na Antiguidade e no Medievo (LETHAM). Membro da Red Internacional Multidisciplinar en Estudios de Género (RIMEG) das Universidad Nacional de Cuyo (Argentina), Universidade Federal de Bahia (UFBA) e Universidad de Sevilla (Sevilla, España). Membro do Grupo de Pesquisa em Mídias, Tecnologias e História (MITECHIS). Membro do GT de História do Crime, da Polícia, das Práticas de Justiça e suas Fontes (ANPUH-RS). Autor do livro Mulher Maravilha para Presidente! – História, Feminismos e Mitologia nas Histórias em Quadrinhos, lançado em 2019. Emanuel Henrique - Peofessor: Graduando de Oceanografia - UFBA, membro do Laboratório de Oceanografia Geológica - LOG/UFBA epesquisador de morfologia de dunas costeiras urbanas em Salvador. Tec em Agrimensura, oceanógrafo com mais de mil horas embarcados. Curso de navegação astronômica pela marinha do Brasil abordo do Navio Patrulha Oceânica Apa, Em 2024 foi professor de Navegação Astronomica na Fundação Aleixo Belov.
Recurso indeferido.