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PRONAC 2415555Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Bloco Afro Didá 2025

ASSOCIACAO EDUCATIVA E CULTURAL DIDA
Solicitado
R$ 619,0 mil
Aprovado
R$ 619,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Desfiles festivos de caráter musical e cênico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Desfiles festivos
Ano
24

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2025-01-01
Término
2025-06-30
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

Bloco Afro Didá apresenta para o carnaval 2025 com o tema "As Rainhas do Samba Reggae nos Mistérios da Roma Negra", reiterando seu movimento de empoderamento feminino e valorização da cultura afro-baiana. O desfile retrata a história de figuras emblemáticas como Mãe Aninha, Mãe Senhora e Mestre Didi, inspirando a comunidade afro-baiana a trilhar caminhos de superação através da fé e da criatividade.

Sinopse

SINOPSE DO ENREDO O desfile será estruturado em três grandes alas, com subdivisões internas. Cada ala terá um eixo específico de desdobramento do tema geral “Mistérios da Roma Negra”. A primeira ala, como é tradição na Didá, e na maioria dos blocos afro, vai reverenciar nossas matriarcas ancestrais, desta vez sintetizadas em Mãe Aninha e Mãe Senhora. Na segunda ala, faremos uma apresentação dos “Mistérios Dolorosos”, que são as carências materiais que oprimem grande parte da comunidade afrobaiana. Na terceira ala, exibiremos os “Mistérios Gozosos”, com exemplos dos caminhos de superação que o universo afrobaiano logrou, apesar de todas as dificuldades. PRIMEIRA ALA Com aproximadamente 150 integrantes, parte delas vestidas de baianas estilizadas -algumas em trajes tradicionais, outras em estilo afrofuturista-, esta ala terá como destaques duas atrizes negras, maduras, representando Mãe Aninha e Mãe Senhora, sentadas em seus tronos em um pequeno carro alegórico. Nesta ala se destacarão dois tipos de adereços: um grupo de réplicas aproximadas das esculturas de Mestre Didi, em palha, conchas e madeira leve; e outro grupo de placas-posters, de material plástico, com dizeres explicativos da vida e obra das duas yalorixás. O abre-alas de todo desfile, e que faz também a abertura desta ala, será uma grande faixa colorida, de dimensões de 10m X 1,5 m com a frase: MÃE ANINHA E MÃE SENHORA: AS MATRIARCAS DA ROMA NEGRA Espalhadas em meio às figurantes, seis dançarinas destaques, com roupas inspiradas em vestes de orixás, portarão, nas mãos, placas-posters, cada uma com os seguintes dizeres: “Elas livraram o candomblé da polícia” “Elas revitalizaram o culto” “ Elas deram força política aos orixás” “ Elas reeducaram a elite cultural branca” “ Mãe Senhora fez nascer Mestre Didi” “De onde estas rainhas tiraram tanta força?” Estas destaques, portadoras das placas-posters-estandartes esbanjarão passos de coreografia afro, circulando entre as baianas e fazendo, vez por outra, reverências às duas matriarcas, sentadas, em seus tronos. SEGUNDA ALA A segunda ala, com aproximadamente 250 integrantes, vestirá abadás multicoloridos, com estamparia inspirada em esculturas de Mestre Didi, com predomínio das peças que lembram serpentes africanas. Uma faixa de 6m X 1,5m terá a frase definidora do conteúdo da ala: OS MISTÉRIOS DOLOROSOS DA ROMA NEGRA As tramas coreográficas desta ala já terão um tom mais dramático, com gestos e danças grupais em torno das portadoras de posters-placas, reforçando a dramaticidade de suas frases: O racismo não morreu (“Sobraram chicotadas simbólicas”) A mulher preta é discriminada (Nos dizem: “Procure Seu Lugar”!) As chuvas desmancham nossas casas (“Choramos lágrimas de papelão”) Nossas escolas podem melhorar Salários justos para todas as mulheres Por um parto mais humanizado TERCEIRA ALA A terceira e última ala será o espaço de exaltação feérica das conquistas e realizações dos filhos da diáspora africana na Bahia. Ela vai exaltar personagens e criadores do mundo negro e mestiço e as grandes manifestações estéticas, políticas e criativas do universo afro-baiano, como também os seus anseios de futuro. Semelhante às aberturas das outras alas, uma grande faixa de 6m x 1,5 abrirá este segmento, com a frase: OS MISTÉRIOS GOZOSOS DA ROMA NEGRA Em seguida, em movimentos coreográficos alegres e grandiloquentes, seguirão cerca de 350 integrantes, incluindo figurantes, destaques e instrumentistas. Será o gran finale do desfile, com intensa vitalidade. No primeiro subgrupo (esta ala terá subdivisões mais nítidas que as demais), uma placa-posters-estandarte exaltará a coreografia do candomblé: A Roma Negra reza dançando No segundo subgrupo, com posters fotográfico de Carlinhos Brown, Gil, Caetano, João Gilberto, Bethânia, Gal, Luedji Luna, Jauperi e outros artistas negros e mestiços da cultura afro-baiana, terá destaque a faixa: A música da Roma Negra sacode o mundo No terceiro subgrupo, composto por um núcleo de mulheres capoeiristas, terá destaque a faixa: A Roma Negra tem a luta da paz No quarto subgrupo, que homenageará os grupos afros tradicionais, com destaques vestindo fantasias do Olodum, Ilê, Ghandi, Muzenza etc terá destaque a faixa: Os tambores da Roma Negra fazem a terra entrar em transe O quinto e penúltimo subgrupo, que fará a apoteose das liberdades, entrará triunfante, com placas-posters: Liberdade no amor Liberdade na política Liberdade de culto Liberdade de pensamento O sexto e último subgrupo, composto de crianças e adolescentes, fará o gran finale, com placas : Crescer sem Fome Crescer sem Medo Crescer sem Violência Encerrando o desfile, surgirá o grande pavilhão da Didá -o já tradicional super painel, com a foto de Neguinho Samba- e, depois dele, a faixa de encerramento: “SÓ COM LIBERDADE TEREMOS FUTURO” (Neguinho do Samba)

Objetivos

Objetivo geral Promover através do Desfile do Bloco Afro Didá, o empoderamento feminino e valorização da cultura afro-baiana no carnaval 2025 com música, dança e teatralidade, além de estimular a reflexão sobre a herança africana e seus desafios contemporâneos, fortalecer a identidade cultural e cidadania a 2 mil mulheres e crianças negras que compõem o Bloco. Objetivos Específicos BLOCO DIDÁ - Celebrar o Patrimônio imaterial: Percussão no solo _ Uma das mais tradicionais práticas do carnaval de Salvador, é a reunião de batucadas tradicionais nas quase extintas escolas de samba e blocos de índios.Manter a tradição da percussão no chão que desenvolve um repertório rítmico referendado por Neguinho do Samba (mentor e criador do projeto). - Gerar Trabalho e Renda beneficiando no mínimo 400 pessoas direta e indiretamente: São costureiras, artesãs, artistas, educadores, produtores, enfim um enorme universo de profissionais que tem suas habilidades valorizadas e remuneradas. Vale ressaltar que o percentual feminino nessa produção chega alcançar 80%.- Incluir o Sistema de Gratuidade e Cidadania de 2 mil mulheres e crianças: Reiteração das práticas comunitárias originais da festa carnavalesca que foram esmagadas e ridicularizadas por ações excludentes da indústria cultural.A caravana não vende as fantasias ou o direito de participação do bloco. que agrega pessoas, cruzando e valorizando suas histórias no carnaval de forma segura e humanística. - Valorizar a mulher enquanto gestora da família e agente social: Contando e fazendo histórias - A cada ano o projeto tem um tema que valoriza a mulher afro brasileira e africana, que conta suas histórias sob aspectos culturais e sociais. Sentem que são líderes, rainhas, deusas, guerreiras e mais uma vez modificam os valores preconceituosos impostos pela sociedade e reintegram sua autoestima. - Valorizar a Estética afro brasileira _ Além da rítmica, o bloco apresenta um conjunto de signo que vão desde o figurino, até penteados e adereços que preservam uma memória cultural. - Atender um total de 2 mil pessoas no projeto.

Justificativa

A força da tradição e o poder transformador da cultura: No Brasil, a riqueza cultural se manifesta em diversas formas, e a valorização dos seus fazedores de cultura é essencial para a preservação da nossa identidade e a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. A Banda Didá, com sua trajetória de quase três décadas dedicadas à música, à dança e ao empoderamento feminino, representa um exemplo inspirador de como a cultura pode ser uma ferramenta poderosa de transformação social. Didá: um legado de resistência e empoderamento: Desde 1995, a Banda Didá vem promovendo a divulgação e celebração do papel da mulher negra no carnaval de Salvador. Liderada por um corpo diretivo e artístico formado exclusivamente por mulheres negras, a Didá desafia estereótipos, quebra barreiras e empodera mulheres a ocuparem seus espaços na sociedade. O Bloco Afro Didá: um marco na cultura baiana: Com 25 anos de trajetória, o Bloco Afro Didá se destaca como uma importante iniciativa cultural em Salvador, Bahia. Ele transcende a festa carnavalesca, tornando-se um espaço de reafricanização, de celebração da cultura negra e de luta contra o machismo e a misoginia. Protagonizado por mulheres negras, o bloco assume um papel político na busca por igualdade de gênero, selecionando temas que fortalecem a consciência e o posicionamento social das mulheres, e criando um ambiente de acolhimento e inclusão para todos. Empoderando Mulheres, Transformando a Sociedade: A importância do Bloco Afro Didá reside em sua capacidade de: Dar visibilidade e protagonismo à mulher negra: Em um contexto de desigualdade social e racial, a Didá oferece um espaço de empoderamento e reconhecimento para as mulheres, quebrando estereótipos e inspirando novas gerações.Celebrar a cultura afro-brasileira: O bloco promove a riqueza e a diversidade da cultura afro-brasileira, valorizando a ancestralidade e fortalecendo a identidade cultural da comunidade negra.Combater a desigualdade social: Através de suas ações e projetos sociais, a Didá contribui para a inclusão social e o combate à desigualdade, criando oportunidades para jovens e mulheres em situação de vulnerabilidade.Fortalecer a cultura do carnaval de Salvador: O Bloco Afro Didá é um dos principais representantes da cultura carnavalesca de Salvador, contribuindo para a manutenção das tradições e para a atração de turistas.Em suma, o Bloco Afro Didá é uma iniciativa cultural de grande relevância para a sociedade brasileira, que promove a valorização da mulher negra, o combate à desigualdade social e o fortalecimento da cultura afro-brasileira. Seu impacto positivo se estende para além do carnaval, inspirando e transformando vidas em Salvador e no Brasil. O Bloco Afro Didá 2025 se alinha aos seguintes incisos do Art. 1º: Inciso I - Acesso à Cultura: O bloco facilita o acesso à cultura, especialmente para a população negra e de baixa renda, proporcionando a participação gratuita no carnaval e promovendo atividades culturais e educativas. Inciso II - Regionalização da Produção Cultural: O bloco valoriza a cultura local e regional, utilizando elementos da cultura afro-brasileira e baiana em suas músicas, danças e figurinos. Inciso III - Valorização das Manifestações Culturais: O bloco valoriza e difunde as manifestações culturais afro-brasileiras, como a música, a dança e a estética, contribuindo para a preservação e a promoção da cultura nacional. Inciso IV - Proteção das Expressões Culturais: O bloco protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, especialmente a cultura afro-brasileira, que é fundamental para a identidade nacional. Inciso V - Salvaguarda dos Modos de Criar: O bloco salvaguarda os modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, especialmente da comunidade afro-brasileira, mantendo vivas as tradições e os costumes. Inciso VI - Preservação do Patrimônio Cultural: O bloco contribui para a preservação do patrimônio cultural imaterial brasileiro, ao manter viva a tradição da percussão no chão e valorizar a estética afro-brasileira. Inciso VIII - Produção de Bens Culturais: O bloco estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, como a música e a dança, que formam e informam sobre a cultura afro-brasileira. Inciso IX - Priorização do Produto Cultural Nacional: O bloco prioriza o produto cultural originário do país, valorizando a cultura afro-brasileira e a produção artística local. O apoio ao Bloco Afro Didá, via Lei Rouanet, permitirá a continuidade e o fortalecimento do projeto, garantindo a sua permanência e o seu impacto positivo na comunidade, além de contribuir para a ampliação do acesso à cultura, a promoção da diversidade cultural e o desenvolvimento social da população. Para cumprir com essas finalidades, ele se enquadra, também, nos seguintes incisos do Art. 3°:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Estratégia de execução

Todo o bem patrimonial adquirido com o recurso deste projeto como instrumentos musicais serão abraçados pela própria instituição que realiza ação de inclusão social durante o ano inteiro na comunidade do Pelourinho há 25 anos. Os recursos direcionados a BANDA serão objeto de remuneração dos músicos da instituição.

Especificação técnica

As fantasias serão distribuídas da seguinte forma: 10% 200 unidades destinadas para distribuição GRATUITA promocional para patrocinadores; 10% 200 unidades destinados para distribuição GRATUITA promocional em ações de divulgação do projeto; 1.600 unidades destinados para distribuição GRATUITA promocional para idosos, mulheres mães, jovens das periferias de Salvador e Região Metropolitana de Salvador, Comunidades tradicionais de terreiros de Candomblé, Quilombolas, Associação de bairros, Organizações não Governamentais em defesa dos diretos das Mulheres e minorias, condicionadas ao recebimento com apresentação de documentos comprobatórios (RG e CPF) mediante assinatura de recibo e ou termo de recebimento atestando o recebimento da doação e suas quantidades atendendo ao art. 23 da Lei no 10.741, de 1º de 2003.

Acessibilidade

APRESENTAÇÕES MUSICAIS Acessibilidade física: Escolha de lugares que tenham condições de acessibilidade como é regulamentado.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não há. Acessibilidade para deficientes visuais: Material didático impresso em braile.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: "SINALIZAÇÃO EM BRAILLE” "MONITORES" Acessibilidade para deficientes auditivos: Para pessoas com deficiência auditiva teremos o intérprete de Libras.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: "INTÉRPRETE DE LIBRAS" "LEGENDAGEM DOS MATERIAIS DE DIVULGAÇÃO" Acessibilidade para pessoas com necessidades especiais: Monitores - responsável por auxiliar osparticipantescomalgum tipo de necessidade especial como de locomoção, déficit cognitivo e outras.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: “MONITORES” Para além dessas medidas serão realizados treinamentos com a equipe para orientar e ajustar o atendimento e atenção às pessoas com alguma deficiencia.

Democratização do acesso

O projeto atende o quesito a Democratização de Acesso, de acordo com o artigo 29 da INSTRUÇÃO NORMATIVAMINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024 pois o projeto será totalmente gratuito.Como medida complementar de ampliação do acesso, está prevista a adoção do seguinte inciso do artigo 30 da mesma instrução normativa:- V - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos,treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

Débora Regina de Souza: ADMINISTRAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA / COORDENAÇÃO. Coordenadora das oficinas de arte educação com a Escola Municipal João Lino – Salvador (1999-2003); Presidente da Associação Educativa e Cultural Didá (2009-2018) Coordenação geral dos cursos da Associação Educativa e Cultural Didá (2009-2018) Produtora de shows da Banda Didá (2009-2018) Coordenadora Geral nas ações do Bloco Afro Didá (2009-2018) Produtora do Show da banda Didá em Saragozza-Espanha (2009) Produtora de work shop internacional da Didá em El Salvador (2010) Ganhadora do Troféu UMOJA oferecido pelo Grupo Cultural Olodum em reconhecimento ao seu trabalho social na comunidade do Maciel Pelourinho (2016) Expositora na Roda de Conversa “O legado afro brasileiro”, Pelourinho – 2017. Ganhadora do Troféu Berimbau oferecido pela Câmara Municipal de Salvador em reconhecimento ao seu trabalho social com mulheres e crianças na comunidade do Maciel Pelourinho (2018) --------------------- Adriana Portela: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA. Dança Afro, Espaço X, ano de 1990 a 1994. Produtora e percussionista de shows da Banda Didá em Nova Yorque, Uruguai, Argentina, Orlando (1997,1998,1999, 2000) Professora de percussão na Associação Educativa e Cultural Didá (1994-2018) Baterista da Didá Banda Feminina (1999-2018) Produtora de eventos no Projeto Didá (2000-2018) Escritora no livro: Debates sociológicos, educacionais e identitários (Costa & Cloux), editora KAWO-KABIYESIE, ano 2016 Professora de Percussão na FUNDAC (2014-2018) --------------------- Viviam Caroline : RELAÇÕES COM O PODER PÚBLICO E PRIVADO. Formada em jornalismo pela UNIJORGE (2005) Pós-graduação em Produção Cultural (2007) Atua como Arte educadora em diversas instituições da cidade de Salvador (2000-2008) Coordenadora Pedagógica do Projeto Acerte o Passo, Baixio – BA (2004-2009) Produtora e percussionista de shows da Banda Didá em Nova Yorque, Uruguai, Argentina, Orlando (1997,1998,1999, 2000) Apresentadora do Programa Web “Tobossis-Virando a Mesa” (2009-2010) Palestrante Coordenadora Pedagógica da Creche e Escola Comunitária CMEIA (2001-2018) Diretora do Clube de Mães da Estrada das Barreiras e Adjacências (2001-2018) Coreografa do Grupo Taiga BSGI Bahia (1999-2016) Mestra em Cultura e Sociedade pela Universidade Federal da Bahia com a dissertação Quilombo de Tambores: neguinho do Samba e a criação do Samba-Reggae como uma Tradição negro baiana (2016) Educadora e Percussionista da Didá banda Feminina (1993-2018) Produtora de shows da Banda Didá Cantora no Grupo Águas de Sambas (2014-2018) Produtora da participação da Didá no show de encerramento da Copa do Mundo – Rio de janeiro (2014) Relações Públicas da Brasil Soka Gakkai Internacional (2015-2018) ------------------- Érica Amorim: RELACIONAMENTO COMUNITÁRIO – DISTRIBUIÇÃO DE FANTASIAS. Percussionista (1998-2018) Musicista no grupo Forró Filhas da Pauta (2011-2012) Professora de Percussão para crianças na Associação Educativa e Cultural Didá (2009-2018) Professora de Percussão para Mulheres na Associação Educativa e Cultural Didá (2009-2018) --------------------------- Andréa Paula de Souza: ADMINISTRAÇÃO INTERNA. Oficina de Canto livre com o Professor Jô Macedo (2006) Curso de Dança Afro na Associação Educativa e Cultural Didá (2008) Produtora de eventos na Didá Banda Feminina (2009-2018) Assistente de produção no show da Banda Didá realizado no Reveillon de Copacabana Coordenadora no Bloco Afro Didá (2009-2018) --------------------------- Vinicius da Silva Silva: COORDENAÇÃO MUSICAL. Produtor de eventos culturais Produtor e Músico da Banda Sagathiba – (2014-2018) Educador Musical na empresa Dó-Ré-Mi (2016-2018) Educador Social no grupo religioso Seichonoiê Estuda Publicidade e Propaganda na UNIFACS – Universidade de Salvador (2017-2021) --------------- Ivone Cruz: PRODUÇÃO CARNAVALESCA. Percussionista na Didá Banda Feminina (2000-2018) Atuou no espetáculo teatral a Didá conta Palmares e Zumbi (2001) Coordenadora do Projeto São João na Associação Educativa e Cultural Didá (2012-2018) Coordenadora de adereços no Bloco afro Didá (20012-2018) Instrutora na oficina de turbantes do Projeto Empoderamento Feminino – Associação Educativa e Cultural Didá (2016) Educadora Social na Associação Educativa e Cultural Didá (2016-2018)

Providência

PROJETO ARQUIVADO.