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O projeto prevê a montagem, ensaios e apresentações do espetáculo de teatro O Alienista por cidades brasileiras.
O projeto consiste na montagem e apresentação de O ALIENISTA, livre adaptação de Sady Bianchin da Obra Literária de Machado de Assis. A proposta evidencia em cena um dos autores mais importantes da Literatura Brasileira, trazendo elementos da tragédia grega clássica à história do Dr. Simão Bacamarte (o alienista), que se passa em Itaguaí, no interior do Rio de Janeiro, construindo uma transdisciplinaridade entre linguagens da arte, costurando o espetáculo com um amplo repertório da música popular brasileira, celebrando no palco o erudito (como “O Guarani”, de Carlos Gomes) e o popular(como “Ô Abre-alas”, de Chiquinha Gonzaga) da música brasileira dentro de um clássico da literatura nacional. A proposta de encenação também contempla a relação com a cultura tecnológica utilizando a projeção fílmica sobre cenário vivo com elementos que compõem o conjunto dos personagens. Além de utilizar elementos do erudito e do popular possibilitando a construção de novas identificações entre as linguagens do teatro, da música e do cinema, numa transdisciplinaridade que revitaliza a obra do autor na contemporaneidade. Como todo clássico a obra machadeana é atemporal, e tem dimensão internacional, sendo o autor brasileiro com maior projeção internacional, sendo citado por Woody Allen como um dos seus cinco autores favoritos, sendo lido por artistas e intelectuais renomados como Susan Sontag e Philip Roth, e segundo notícia na Folha de São Paulo,em 03 de junho de 2020, a nova tradução de Memórias Póstumas de Brás Cubas de Machado de Assis pelo selo Penguin Classics nos Estados Unidos esgotou em um dia. Compreender através da interpretação a obra machadeana é um processo indispensável para a educação e o ensino da identidade brasileira, cumprindo um importante papel sócio-educacional, por isso também queremos atingir o público de estudantes através do relevante trabalho do Setor educacional do Banco do Brasil-Programa CCBB Educativo.
Objetivo geral: Consiste na montagem e apresentação do espetáculo teatral O Alienista, que faz uma transposição para as artes cênicas do consagrado conto de Machado de Assis. A adaptação foi cuidadosamente elaborada pelo diretor teatral Sady Bianchin. Objetivos específicos: 1- Realizar 10 sessões do espetáculo no Rio de Janeiro/RJ;2- Realizar 02 sessões em Maricá/RJ;3- Realizar 02 sessões em Recife/PE;4- Realizar 02 sessões em Belém/PA;5- Distribuir ingressos gratuitos para diferentes públicos;6- Executar sessões com Libras em cada cidade;7- Realizar sessões com audiodescrição em cada cidade;8- Promover 01 bate-papo ao final da primeira sessão em cada cidade com intérprete de libras;9- Disponibilizar 02 ônibus para instituição que atende pessoas cegas ou com baixa visão, e pessoas surdas ou ensurdecidas.
Joaquim Maria Machado de Assis - jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo - nasceu no Rio de Janeiro, em 1839, onde morreu em 1908, aos 69 anos. Principal escritor da sua época, é o fundador da cadeira nº. 23 da Academia Brasileira de Letras. Ocupou por mais de dez anos a presidência da Academia, que passou a ser chamada também de Casa de Machado de Assis. Importância inegável deve-se a toda obra de Machado de Assis. Seus romances, contos e crônicas fazem um importante registro da sociedade brasileira do século XIX, demonstrando nossa brasilidade, além de contribuir para o desenvolvimento da cultura nacional. Entre os consagrados contos machadianos, destaca-se O Alienista. O espetáculo estimula o pensamento exercendo importante papel sócio-educacional, colocando ao alcance dos jovens estudantes a obra de Machado de Assis, incentivando o conhecimento e contribuindo para a formação de plateias, não somente meros espectadores, mas participantes de uma discussão dos processos artísticos. O Alienista revela ao público um dos mais importantes autores da cultura nacional. Não há autor mais familiar aos brasileiros, nem há autor mais conhecido internacionalmente que Machado de Assis, um dos cinco maiores autores do mundo citados por Woody Allen. Segundo notícia na Folha de São Paulo em 03 de junho de 2020, a nova tradução de Memórias Póstumas de Brás Cubas de Machado de Assis pelo selo Penguin Classics nos Estados Unidos esgotou em um dia. A adaptação é um mosaico de palavras, moldadas em metáforas onde os personagens transmitem o olhar machadiano cortante, num sentido trágico do existir no interior de Itaguaí, onde se passa a ação. Com a encenação do diretor Sady Bianchin, doutor em Teatro e Sociedade pela Universitá di Roma-La Sapienza, que trabalhou com diretores como Antunes Filho, Jerzy Grotowski e Dario Fo, o espetáculo traz elementos da tragédia grega clássica, construindo uma transdisciplinaridade entre linguagens da arte, costurando o espetáculo com um amplo repertório da música popular brasileira, celebrando no palco o erudito (como O Guarani, de Carlos Gomes) e o popular(como Ô Abre-alas, de Chiquinha Gonzaga) da música brasileira dentro de um clássico da literatura nacional. A arquitetura da encenação é esculpida no contexto existencial e social. A atmosfera envolve no palco: ciência e sociedade, razão e emoção, claro e escuro. Agora não é mais ser ou não ser, é ser não sendo louco nesta vida. A Casa Verde pode ser a metáfora da sociedade, O pensamento único é o fio condutor, que vem movido como expressão da sombra da sociedade. Sendo atemporal como característico dos grandes clássicos. Os ideais de conhecimento absoluto aparecem como pano de fundo que hoje descortina a nossa realidade. O individual versus o coletivo trava um duelo na geometria dos gestos, sempre com a preocupação de colocar os holofotes no Homem. Seus sonhos, suas dúvidas, seus conflitos necessários para o crescimento e a evolução no mundo. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91): II - fomento a produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos
O Alienista, texto de Machado de Assis, encontra-se em Domínio Público, e está disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action&co_obra=1939
Não se aplica.
PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Escolha prioritária de espaços que atendam às normas de acessibilidade física. Item orçamentário: Não se aplica. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO:Pessoa cega: - Descrição de imagens em postagens nas redes sociais do espetáculo, com o uso da hashtag #PraCegoVer, como forma de atender a deficientes visuais; Item orçamentário: Comunicação Pessoas cegas e surdas: - Em cada cidade, será realizada uma sessão com audiodescrição e intérprete de Libras. Dois profissionais especializados farão a tradução simultânea do espetáculo em Libras, enquanto a audiodescrição será disponibilizada para o público com deficiência visual. No mesmo dia, será oferecido transporte em ônibus, fruto de parceria com duas instituições voltadas ao atendimento de pessoas com deficiência auditiva e visual, garantindo o acesso facilitado às apresentações. Item orçamentário: Intérprete de libras - Audiodescrição - Transporte local (ônibus) Pessoas neurodiversas - Treinamento para equipe, ministrado por consultoria especializada contratada para dar uma oficina com 2 horas de duração para a equipe envolvida no projeto, com foco no atendimento a pessoas neurodiversas. Item orçamentário: Consultor de acessibilidade PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: - Escolha prioritária de espaços que atendam às normas de acessibilidade física. Item orçamentário: Não se aplica. Acessibilidade de conteúdo: Pessoas cegas - Descrição de imagens em postagens nas redes sociais do espetáculo, com o uso da hashtag #PraCegoVer, como forma de atender a deficientes visuais; Item orçamentário: Comunicação Pessoas surdas - Dois profissionais especializados farão a tradução simultânea do bate-papo em Libras. Item orçamentário: Intérprete de libras Pessoas neurodiversas - Treinamento para equipe, ministrado por consultoria especializada contratada para dar uma oficina com 2 horas de duração para a equipe envolvida no projeto, com foco no atendimento a pessoas neurodiversas. Item orçamentário: Consultor de acessibilidade
O projeto cumprirá o disposto no Art. 27º da IN Nº 1/2023, incluindo em seu plano de distribuição: - até 10% do total destinado à distribuição gratuita para fins promocionais por parte dos patrocinadores, sendo que, em caso de múltiplos patrocinadores, a distribuição será proporcional ao valor investido por cada um; - no mínimo 20% do montante será comercializado com preços que não excedam 3% do salário mínimo vigente à época da apresentação da proposta. Em consonância com o Art. 28º da IN Nº 1/2023, será adotada a seguinte medida para garantir maior acesso: - realizar atividades paralelas aos projetos, de forma gratuita, como ensaios abertos, estágios, cursos, capacitações, palestras, exposições, mostras e oficinas; Portanto, será oferecido ao público uma palestra formativa em formato de bate-papo, com a presença do diretor do espetáculo e artistas integrantes da peça
Sady Bianchin - Direção geral Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal Fluminense (1991), graduação em Comunicação Social - Faculdades Integradas Hélio Alonso - FACHA (1990) e mestrado em Ciências da Arte pela Universidade Federal Fluminense (2000) e é Doutor em Teatro e Sociedade - Aspectos da Cena pela Università di Roma- La Sapienza (2005). Um experiente diretor teatral e poeta, com reconhecimento dentro e fora do Brasil. Marcela Giannini - Assistente de direção geral Atriz, poeta, performer e produtora. Formada em Teatro pela CAL (Casa das Artes de Laranjeiras). Integrante do grupo de poesia e performance Madame Kaos. Realizou diversos espetáculos como atriz, como: Feliz Aniversário (Fundição Progresso, Teatro do Jockey, FITA, dir. de Paulo de Moraes, da Armazém Cia. de Teatro), Transgressões (dir. Sady Bianchin e roteiro de Ivan Cavalcanti Proença), That's all folks (dir. Hamilton Vaz Pereira), entre outras. Atuou, realizou produção executiva e foi assistente Marcela Giannini de direção nos espetáculos Memórias de Fogo (Dir. de Sady Bianchin, no CCBB-RJ e no CCJF e na FESO Pro Arte), Histórias do Mar-embaladas por canções de Dorival Caymmi (Dir. Sady Bianchin-Teatro da UFF, CCJF), Passaporte Poético (CCBB-RJ, CCJF e Festival de Inverno do Sesc-2019). Assistente de direção e Produtora executiva do RIO DE VERSOS (dir. geral e artística de Sady Bianchin) no Centro Cultural Banco do Brasil-CCBB-RJ em 2017. PAULO TRAJANO - ATOR É ator, formado pela Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) e pela Faculdade de Dança Angel Vianna (FAV), mestre em Teatro pela UniRio e pós-graduado em Estudos Avançados em Dança Contemporânea pela UFBA/FAV. Estudou mímica na Escola de Mímica Corporal Dramática de Paris, onde integrou a Companhia “Théâtre de L’ânge Fou”, atuando nos EUA, Alemanha, Holanda e França. Em seu repertório incluem-se espetáculos como Os possessos (1987), de Bia Lessa; As três irmãs (1998), de Enrique Diaz; L’Homme que voulait rester debout (1992, França), de Steven Wasson; Quase Verdade (2000), de Dudu Sandroni; Na solidão dos campos de algodão (2001), de Paulo José; Pedras nos bolsos (2012), de David Herman; Cauby! Cauby! Uma lembrança... (2018), de Diogo Vilela e Flávio Marinho; A verdade (2019), de Marcus Alvisi; e Pierrô do Méier (2023), de Elena Gaissionok. Dirigiu pela primeira vez o espetáculo Amar é o crime perfeito, de Thales Paradela, em 2018. Desde 1994, atua como professor na Faculdade e Escola Angel Vianna e no Instituto e Faculdade CAL de Artes Cênicas. IVAN CAVALCANTI PROENÇA - CONSULTORIA CAVALCANTI É doutor em Poética pela UFRJ, mestre em Literatura Brasileira pela mesma instituição, escritor, professor e pesquisador de cultura popular brasileira. No cinema, atuou como consultor em Tati, a garota e A estrela sobe, ambos de Bruno Barreto, e participou da adaptação do roteiro de Dona Flor e seus Dois Maridos, também de Barreto. No teatro, colaborou com Maria Pompeu em Esses jovens e seus caminhos maravilhosos e com o Grupo do diretor Luís Mendonça em peças de inspiração regionalista. Proença é autor de diversos livros ensaísticos, entre eles Eterno Jazz Tradicional: Oh! Play that thing..., O golpe militar e civil de 64: 40 anos depois, O poeta do eu, A ideologia do Cordel e Futebol e Palavra. No campo didático, coordenou a série Logoteca da Editora Imago e colaborou com a Editora Hachette. Em projetos editoriais, trabalhou como consultor e membro do conselho editorial de editoras como José Olympio e Civilização Brasileira. NÍVEA FASO - FIGURINISTA Figurinista, cenógrafa e diretora de arte, tem vasta experiência em cinema, teatro e televisão. Formada em Artes Cênicas pela UFRJ, é mestre e doutora em Arte Contemporânea pela UERJ. Atuou como professora em diversas instituições, incluindo a Faculdade Hélio Alonso (FACHA) e a Universidade Estácio de Sá (UNESA). Assinou figurinos de mais de 25 produções, tendo ganhado o Prêmio Shell em 2010 como assistente de figurino da peça A farsa da Boa Preguiça. Em 2010 e 2011, foi premiada pelo FETO em Melhor Ambientação Cênica e Melhor Figurino, respectivamente. TONICO PEREIRA - ATOR Ator de grande trajetória, trabalhou em espetáculos icônicos, como Papa Higirte, dirigido por Nelson Xavier; A ópera do malandro, por Luiz Antônio Martinez Corrêa; e O avarento, por Amir Haddad. Atuou em mais de 50 filmes e séries, incluindo Memórias do cárcere, de Nelson Pereira dos Santos; A Lira do delírio, de Walter Lima Júnior; Guerra de Canudos, de Sérgio Rezende; e Romance da empregada, de Bruno Barreto. Em 1996, sua atuação em O cego que gritava luz foi premiada no Festival de Cinema de Brasília e no SESC. MÁRVIO CIRIBELLI - MÚSICO Pianista de influência na Bossa Nova e no Samba-Jazz, é discípulo de Luiz Eça e Antônio Adolfo. Ciribelli tem composições lançadas internacionalmente e se apresentou em festivais como Montreux Jazz (Suíça), Java Jazz (Indonésia) e Jazz Plaza (Cuba). Em 2017, lançou os álbuns Vogue Samba Jazz e Focus and Friends featuring Marvio Ciribelli: Beyond The Horizon, com o grupo holandês de rock progressivo Focus. CAVI BORGES - AUDIOVISUAL É cineasta, produtor e ex-judoca, com mais de 150 filmes produzidos e 14 longas-metragens dirigidos. Sua filmografia inclui Cidade de Deus – 10 anos depois e Vida de balconista. Fundador da produtora Cavídeo, seus trabalhos foram exibidos em festivais como Cannes, Gramado e Festival do Rio. Como produtor, Borges colaborou com diretores como Luiz Rosemberg Filho e Sergio Ricardo, acumulando prêmios como Melhor Curta-Metragem no Festival do Rio 2007 por Sete Minutos e o Prêmio da Crítica no Festival de Gramado 2011 por Riscado.
PROJETO ARQUIVADO.