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Este projeto visa promover a participação da cena artística brasileira no Edinburgh Festival Fringe de 2025, na Escócia, fortalecendo a visibilidade internacional da arte e cultura do Brasil. A presença brasileira no festival constitui uma ação estratégica para ampliar o reconhecimento das expressões culturais nacionais, contribuindo para a internacionalização da produção artística brasileira. Além disso, a iniciativa fomenta a criação de redes e o intercâmbio entre artistas, profissionais e instituições culturais de diferentes partes do mundo, enriquecendo o diálogo e promovendo conexões culturais relevantes.
As sinopses das obras a serem apresentadas no Edinburgh Festival Fringe não podem ser fornecidas neste momento, pois serão definidas durante a fase de pré-produção, mediante um processo de curadoria. Esse processo garante que a seleção final seja alinhada aos critérios artísticos estabelecidos e ao contexto do festival. As cartas de anuência também serão apresentadas após a pré-produção do projeto, assegurando que todas as autorizações necessárias estejam em conformidade com as diretrizes do evento.
OBJETIVO GERAL: O objetivo do projeto é contribuir para a promoção e internacionalização da produção artística e cultural brasileira nas artes cênicas, com uma programação nacional no Edinburgh Festival Fringe em 2025, na Escócia. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Produto: Festival/Mostra Produto: Espetáculo de Artes Cênicas 1. Promover a programação artística brasileira na edição de 2025 do Edinburgh Festival Fringe, contribuindo para a promoção e internacionalização da arte e cultura do Brasil.2. Realizar 07 (sete) apresentações de artes cênicas (teatro e dança) de artistas, grupos e companhias brasileiras no Edinburgh Festival Fringe, destacando a diversidade e riqueza da produção cultural do país em um dos maiores festivais do mundo. Produto: Contrapartidas Sociais 1. Realizar 02 (duas) apresentações de espetáculo teatral, com acesso gratuito e em território nacional, destinadas a estudantes da rede pública de ensino. Este projeto se alinha, portanto, aos seguintes incisos do Art. 3º do Decreto 11.453: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional; IX - apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental; XIII - promover a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior e o intercâmbio cultural com outros países; XIV - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas populares tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira;
A APPA, ao planejar sua participação com uma programação artística e cultural de artes cênicas no Edinburgh Festival Fringe, reforça seu compromisso em compartilhar e celebrar sua rica diversidade cultural. Essa iniciativa não só fortalece os laços culturais entre o Brasil e o Reino Unido, mas também cria um espaço de prestígio para que talentos brasileiros se expressem em palcos internacionais. A presença brasileira em um festival de alcance global como o Fringe amplia a visibilidade das artes cênicas do país, promove um intercâmbio cultural significativo e destaca o Brasil como um importante centro de excelência artística. O Edinburgh Festival Fringe é um dos maiores e mais prestigiosos festivais de arte do mundo, sendo um ponto de encontro global para diversas expressões culturais e artísticas. Fundado em 1947, o festival ocorre anualmente em agosto, em Edimburgo, Escócia, e se destaca pela variedade de apresentações que oferece, abrangendo teatro, dança, música, comédia, artes circenses e performances de rua. O evento é conhecido por sua política de "portas abertas", na qual qualquer artista ou companhia pode participar, criando um ambiente altamente democrático e inclusivo que promove a liberdade artística e a experimentação. A importância do Fringe reside não apenas no volume e diversidade de produções, mas também em seu papel como plataforma de visibilidade para artistas emergentes e consagrados, que têm a oportunidade de apresentar seu trabalho a uma audiência internacional e interagir com outros profissionais da indústria cultural. O festival atrai público e mídia de diversas partes do mundo, servindo como um catalisador para o desenvolvimento de novas ideias e tendências nas artes cênicas e incentivando colaborações e parcerias entre artistas, curadores e instituições culturais. A presença brasileira nos festivais, respaldada pela Lei Rouanet, demonstra um compromisso sólido com a promoção e internacionalização das artes nacionais. Esta participação é uma oportunidade para projetar uma imagem positiva do Brasil como um centro de excelência cultural, destacando a qualidade e a diversidade da produção artística brasileira, fugindo de padrões estereotipados da cultura nacional. O projeto visa apresentar um conjunto de performances de dança e teatro, permitindo que os artistas brasileiros compartilhem suas narrativas e expressões artísticas com o público global. As apresentações não apenas enriquecem a programação dos festivais, mas também incentivam o diálogo intercultural, promovendo um entendimento mais profundo entre os espectadores e a cultura brasileira. A participação em festivais internacionais abre caminhos para o intercâmbio de conhecimentos e experiências entre artistas de diversas origens, incentivando a inovação e ampliando o repertório criativo dos envolvidos. Para a cultura brasileira, essa inserção em eventos de renome mundial, como o Edinburgh Festival Fringe, aumenta a visibilidade e promove uma conexão significativa com o público global. Nesse contexto, o projeto conta com apoio institucional do Instituto Guimarães Rosa, unidade do Ministério das Relações Exteriores responsável pela diplomacia cultural brasileira. Essa ação representa uma oportunidade única para que o Brasil compartilhe sua vibrante cultura cênica, explorando suas variadas expressões e promovendo um diálogo enriquecedor com o público internacional, beneficiando não apenas os artistas, mas também a sociedade e as redes culturais que eles representam. Em consonância ao Art. 1º da Lei 8.313, este projeto visa: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Alinhado ao disposto no Art. 3º da Lei 8.313, configura-se como objetivo do projeto: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens. Dessa forma, compreende-se que este projeto enquadra-se no Art. 18º da Lei 8.313, visto que seus objetivos contemplam o seguinte segmento cultural: a) artes cênicas;
Edinburgh Festival Fringe O Edinburgh Festival Fringe é um festival de artes performáticas que acontece anualmente em agosto, em Edimburgo, desde 1947. Ele surgiu quando oito grupos teatrais se apresentaram fora da programação oficial do Festival Internacional de Edimburgo, criando um movimento espontâneo de arte acessível e independente. Desde então, o festival cresceu e se tornou um espaço para artistas de todos os gêneros, atraindo milhões de visitantes. Em 1958, a Edinburgh Festival Fringe Society foi criada para apoiar os artistas, fornecer informações, publicar a programação e administrar a bilheteria central, mantendo o princípio de não interferir na escolha das apresentações. Hoje, o festival se compromete com objetivos como ser um espaço para artistas emergentes, garantir condições de trabalho justas, alcançar a neutralidade de carbono até 2030 e proporcionar uma experiência digital de qualidade. Edinburgh International Festival O Festival Internacional de Edimburgo, fundado em 1947 por Rudolf Bing, um refugiado judeu do regime nazista, foi o evento que deu início ao reconhecimento de Edimburgo como a cidade dos festivais. Criado com o objetivo de transcender fronteiras políticas e promover uma celebração global das artes performáticas, o festival consolidou-se como um espaço de excelência artística e diversidade cultural. Ao longo dos anos, outros festivais surgiram, contribuindo para transformar Edimburgo em um centro cultural vibrante durante o verão. O festival apresenta uma programação cuidadosamente selecionada, com os melhores artistas de dança, ópera, música e teatro, criando oportunidades para reflexão, debate e celebração. Além dos eventos anuais, o festival oferece atividades durante todo o ano, buscando envolver pessoas de todas as idades e origens, promovendo o acesso e a participação nas artes ao vivo. Com iniciativas para inspirar desde crianças em idade escolar até novos talentos emergentes, o festival tem como objetivo deixar um legado duradouro para futuras gerações. A visão do festival é proporcionar experiências artísticas de alta qualidade ao público mais amplo possível, promovendo a conexão entre artistas e espectadores. Para garantir que todos se sintam bem-vindos, o festival adota práticas inclusivas, como passaportes de acesso, preços variados e conversas após os espetáculos. Com um compromisso em oferecer uma visão global e diversa, o festival incentiva o público a explorar novas perspectivas e histórias culturais, enriquecendo a experiência artística de todos que participam. Sobre a APPA - Cultura & Patrimônio: A APPA - Cultura & Patrimônio é uma associação cultural com sede em Belo Horizonte, comprometida com a promoção de iniciativas culturais que estimulem o desenvolvimento socioeconômico em níveis local, regional e nacional. Com mais de três décadas de experiência, a APPA é especializada na gestão e execução de diversos mecanismos de financiamento cultural, como leis de incentivo à cultura, fundos culturais e patrocínios, entre outros. Em parceria com entidades públicas e privadas, a associação busca democratizar o acesso à arte e à cultura, assegurando a qualidade e a excelência dos projetos e ações que desenvolve.
Não se aplica.
Produtos: Festival ou Festa Popular, Espetáculo de Artes Cênicas e Contrapartidas Sociais Tendo em vista que o projeto será realizado no exterior, serão seguidos todos os padrões e normas de acessibilidade vigentes no país sede do festival. Acessibilidade física: As atividades serão realizadas em diversos espaços da cidade de Edimburgo (Reino Unido), incluindo teatros, muitos dos quais já estão adaptados para garantir a acessibilidade e a movimentação segura de pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida. Além disso, serão reservados assentos e áreas preferenciais para esse público, assegurando uma experiência confortável e inclusiva. Acessibilidade para PCD auditivo: Disponibilização de legendas closed caption e/ou tradução em libras nos conteúdos digitais.Intérprete de Libras para apresentações das contrapartidas sociais. Acessibilidade para PCD visual: Utilização da hashtag #ParaTodosVerem, com a descrição textual de conteúdos imagéticos em publicações em redes sociais. Acessibilidade intelectual: Tradução de conteúdos em inglês/escocês para o português, para a disponibilização dos registros audiovisuais para a população brasileira. Capacitação em Diversidade, Equidade, Acessibilidade e Inclusão destinada às equipes do projeto com foco em promover condutas adequadas no acolhimento de neurodivergentes, idosos, pessoas com deficiência e grupos em situação de vulnerabilidade social. Itens da planilha orçamentária: Intérprete de Libras, Tradutores, Consultores
DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO: Os ingressos para as apresentações da programação brasileira no Edinburgh Festival Fringe terão um valor máximo de R$ 250,00. Destacamos que, por se tratar de um evento internacional, as entradas serão vendidas em moeda local, a Libra Esterlina (GBP), conforme os padrões de comercialização no festival. Além disso, a receita obtida com a venda dos ingressos não será revertida para o projeto em si. Todos os valores arrecadados serão destinados aos espaços onde as apresentações ocorrerão (como teatros e centros culturais), seguindo a prática usual do Edinburgh Festival Fringe, onde a arrecadação dos ingressos é direcionada aos locais de realização das atividades. Como a legislação que rege a meia-entrada é nacional, não se aplica a atividades realizadas no exterior. Ainda assim, as demais cotas de ingressos dispostas no Art. 29 da IN 11/2024 serão garantidas, a saber: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta AMPLIAÇÃO DO ACESSO: Em complemento, este projeto prevê a adoção de medidas de ampliação do acesso, de acordo com o Art. 30 da IN 11/2024, a saber: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Como de ampliar o acesso ao público brasileiro, o projeto disponibilizará gratuitamente registros audiovisuais das atividades realizadas no Edinburgh Festival Fringe. Esses registros permitirão que as apresentações sejam compartilhadas com um público mais amplo, proporcionando uma experiência imersiva e acessível ao conteúdo artístico exibido na Escócia. Assim, os produtos culturais do projeto não só fortalecem a visibilidade da arte brasileira em território internacional, mas também promovem o alcance do espetáculo no Brasil, incentivando o interesse pela diversidade cultural e democratizando o acesso à cultura.
GESTÃO DO PROJETO E COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA E EXECUTIVA: APPA Rubricas de remuneração do proponente: Direção Geral, Coordenação Geral e Coordenação Técnica Felipe Vieira Xavier (Presidente APPA) (Proponente)Atualmente presidente da APPA, já ocupou de abril de 2017 a maio de 2019 o cargo de Diretor Financeiro da mesma instituição. Xavier é empresário e empreendedor cultural há mais de 17 anos. Fundou três empresas e uma cooperativa de trabalho, todas no segmento cultural. Coordenou, captou, geriu e produziu mais de uma centena de projetos culturais, em diversos segmentos, como música popular e erudita, ópera, teatro, dança, arte educação, audiovisual, circo, literatura, rádio, turismo, gastronomia, cultura popular, artes visuais, edição de livros e revistas, restauro e patrimônio, entre outros. Trabalhou com diversos mecanismos de fomento como leis de incentivo à cultura, fundos públicos e privados, financiamento direto entre outros. Xavier acredita que pode catalisar o potencial transformador da Arte e da Cultura em evolução de consciência e comportamento para a sociedade. Agostinho Resende Neves (Vice-Presidente APPA) (Proponente)Advogado (FUMEC) e Contador (UFMG). Possui MBA em Gerenciamento Estratégico de Projetos (FUMEC), participou do Programa de Desenvolvimento de Dirigentes (FDC). Atualmente, cursa pós-graduação em Direito Civil (PUC-MG) e Advocacia Empresarial e Compliance (FUMEC). Atua há 20 anos no Terceiro Setor, é conselheiro da Intermuseus, de São Paulo-SP, e da Associação de Cultura Franco-Brasileira, de Belo Horizonte-MG. Também foi auditor externo com atuação em instituições de diversos ramos de atividade e setores. Guilherme Domingos (Diretor Financeiro APPA) (Proponente)Geógrafo (PUC-MG), possui MBA em Gestão Estratégica de Negócios (UNA) e participou do Programa de Desenvolvimento de Dirigentes (FDC). Atua há 10 anos no Terceiro Setor, desenvolvendo sua carreira na área administrativa, financeira e de projetos em organizações sociais. Possui experiência em gestão financeira, conciliações contábil e bancária, planejamento, coordenação e acompanhamento de indicadores, além de interlocução com stakeholders. Siomara Gomes Faria (Diretora Adjunta de Projetos APPA) (Proponente)Graduada em Comunicação Social pela UFMG, com habilitação em Jornalismo e Formação Complementar em Cinema, pós-graduada em Imagens e Culturas Midiáticas pelo departamento de Comunicação Social da UFMG e mestre em Comunicação Social (UFMG). Atua no setor cultural na cidade de Belo Horizonte desde 2007. Ocupou as funções de parecerista de diversas comissões de análise de projetos culturais do setor público, foi produtora, curadora e coordenadora de mostras, festivais e exposições. Nos últimos 7 anos atuou como gestora de diversos equipamentos culturais na cidade de Belo Horizonte e de gerente geral do setor de projetos da APPA passou a ser diretora adjunta de projetos. Pâmela Perdigão (Diretora Adjunta Executiva APPA) (Proponente)Profissional com graduação em Ciências Contábeis pela PUC Minas e MBA em Controladoria e Auditoria pelo Centro Universitário Una. Possui certificação em Programa de Desenvolvimento de Dirigentes (PDD) e Parceria com Organizações Sociais (POS) pela Fundação Dom Cabral. Experiência de mais de 19 anos na gestão financeira de instituições do Terceiro Setor, incluindo OSCIPs e OSs, com foco em execução financeira e prestação de contas de Projetos Culturais, Contratos de Gestão, Termos de Parcerias e Convênios. Atualmente, é Diretora Executiva na APPA - Cultura & Patrimônio. Desde 2011, é sócia-proprietária da Arco Cultural Ltda, empresa de assessoria financeira e prestação de contas para projetos culturais. Anteriormente, foi sócia da Em Conta Assessoria Cultural Ltda e também atuou como Assistente Financeiro no Museu de Artes e Ofícios, onde se especializou na administração financeira e prestação de contas de projetos culturais. - Curador: Jonas KlabinSócio-fundador da oZ., uma produtora de cultura multidisciplinar fundada em 2008 no Rio de Janeiro. Jonas atua nas artes cênicas, música, artes visuais, moda e audiovisual. Além da parceria com Cesar Augusto no projeto CÂMBIO (nomeado na categoria especial do Prêmio APTR de 2011), participou de projetos de sucesso de público e crítica como “Hedwig e o centímetro enfurecido”, “O Bem Amado”, “Inverno da luz vermelha”, “As mulheres de Grey Gardens”, “O desaparecimento do elefante”, “Vampiras lésbicas de Sodoma”, “Mondo Machete”, “Eija-Liisa Ahtila”, “Dussek veste Machete”, “Mondo Machete”, “O teatro de sombras de Ofélia”, “Chantal Akerman”, “Festival Dois Pontos”, entre outros. Atualmente é um dos curadores e diretores do Festival CÂMBIO e CÂMBIO Residências, que vêm ocorrendo anualmente desde 2021. Trabalhou internacionalmente como diretor executivo da Stephen Petronio Company (SPC) em Nova York, administrando e produzindo para a companhia de dança pós-moderna americana e seu respectivo centro de residência artística. Com a SPC, realizou temporadas de dança no Joyce Theater e no La MaMa Experimental Theatre, ambos em Nova York, e participou de festivais internacionais incluindo “Fall for Dance Festival” no New York City Center, “Movement Without Borders” no Judson Memorial Church, Association of Performing Arts Presenters (APAP), American Dance Festival na Carolina do Norte, Virtual Hudson Valley Dance Festival, Virtual Fire Island Dance Festival, Akademie der Kunst em Berlim, ScreenDance Miami Festival, entre outros. Também produziu o Virtual Bloodlines Festival, celebrando as obras dos mestres da dança pós-moderna americana (Merce Cunningham, Trisha Brown, Steve Paxton, Anna Halprin, Yvonne Rainer e Rudy Perez) e ofereceu oportunidades de criação e desenvolvimento através de residências artísticas e comissões para outros 25 coreógrafos e mais de 140 dos seus colaboradores artísticos. Curador: César AugustoMembro fundador e integrante ativo da Cia. dos Atores há mais de trinta e cinco anos, um dos grupos mais longevos e importantes do teatro nacional. Como curador e diretor artístico, ele esteve envolvido em festivais significativos, como Riocenacontemporanea, TEMPO_FESTIVAL e Festival de Teatro de São José do Rio Preto, acumulando quase duas décadas de experiência. Junto com Jonas Klabin, ele desenvolveu a ocupação CÂMBIO no Teatro Gláucio Gill e no Teatro Municipal Café Pequeno, pertencentes à rede da FUNARJ e à Secretaria Municipal de Cultura, respectivamente. Atualmente, é um dos curadores e diretores do Festival CÂMBIO e CÂMBIO Residências e atua como coordenador artístico da Sede da Cia. dos Atores, fundada há quinze anos, que oferece uma intensa programação de oficinas, residências e eventos culturais. Além disso, exerceu a função de curador das artes cênicas no Instituto Galpão Gamboa, um empreendimento cultural criado pelo ator Marco Nanini e o produtor Fernando Libonati, onde desenvolveu e realizou projetos como GAMBOAVISTA, Dança Gamboa, Rota Gamboa e DULCINAVISTA, uma ocupação artística no Teatro Dulcina, integrante da rede de teatros da FUNARTE. É graduado em direção teatral e história do teatro ocidental e possui pós-graduação em ambas as áreas. Atualmente, está cursando mestrado em ensino de artes cênicas na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO, e faz parte do corpo docente do Instituto CAL – graduação em teatro. Devido à sua diversificada atuação, ele foi membro do Conselho Estadual de Política Cultural, júri do Festival Boska Festival em Cracóvia, Polônia, e consultor do Fundo de Artes Cênicas dos Países Baixos - Fonds Podiumkunsten. Por todas estas atividades e excelência em seu trabalho, foi premiado pela Associação de Produtores Teatrais do Rio de Janeiro (APTR/RJ) pela multiplicidade de suas realizações artísticas.
PROJETO ARQUIVADO.