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PRONAC 2415578Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Das Tripas: Sete Histórias

MOVICENA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 708,9 mil
Aprovado
R$ 708,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-03-17
Término
2025-09-17
Locais de realização (4)
Caruaru PernambucoRecife PernambucoRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Das Tripas: Sete Histórias é uma construção coreográfica e teatral, da atriz, bailarina e coreográfa Mariana Muniz, inspirada no livro da autora pernambucana Ezter Liu. Neste trabalho, movimentos e palavras criam voz e dão corpo ao universo poético e feminino da autora. Pretendemos realizar a difusão e circulação do espetáculonas regiões Nordeste e Sudeste do país, abarcando localidades emblemáticas para trajetória artística da intérprete Muniz. Contrapartida de formação de plateia: Realizar oficinas de estudos de movimento com a intérprete, além de agendamento de público com gratuitade para as apresentações.

Sinopse

DAS TRIPAS: SETE HISTÓRIAS Em DAS TRIPAS: SETE HISTÓRIAS elaboramos uma construção coreográfica e teatral, inspirada no livro “Das Tripas Coração” da autora pernambucana Ezter Liu, onde movimentos e palavras dão voz e corpo ao seu universo poético e profundamente feminino. O espetáculo é a possibilidade de uma grande parcela do público jovem e amante das artes cênicas, ter acesso direto às experimentações, vivências e processos de criação da Cia Mariana Muniz de Dança e Teatro. Assim como Ezter Liu escolhe criar uma narrativa sem vírgulas, apontando para a necessidade de um contar sem pausas, nós acreditamos na força da tradução deste movimento literário em ação cênica, tirando da adversidade a sua força e atravessando os próprios limites para dizer o que precisa ser dito sobre a questão do feminino, num país onde o feminicídio é uma realidade muito cruel e que continua fazendo milhares de vítimas por minuto

Objetivos

OBJETIVO GERAL Esta proposta prevê a realização a difusão e circulação do espetáculo solo de dança-teatro Das Tripas: Sete Histórias, com interpretação de Mariana Muniz e direção de Clara Carvalho, criado a partir da obra Das Tripas Coração, da autora pernambucana Ezter Liu. A difusão do espetáculo é a possibilidade de uma grande parcela do público jovem e amante das artes cênicas, ter acesso direto às experimentações, vivências e processos cênicos, através de um solo criado pela criadora e intérprete Mariana Muniz, de renomada trajetória artística na dança e no teatro. A difusão e circulação tem por objetivo atender tanto à acessibilidade social à cultura, quanto à troca de experiências e ao diálogo com estudantes de dança, teatro e performance e o público em geral, de cada município que abarcará a circulação. O presente projeto propicia a produção e difusão de uma obra de dança/teatro contemporânea e dessa maneira prioriza o aspecto da ampliação do acesso à uma obra cênica enquanto bem cultural. Pretendemos oferecer ao público experiências únicas e enriquecedoras promovendo a cultura brasileira e as artes, estimulando a criatividade e a inovação, e contribuindo para o desenvolvimento da indústria criativa. Também pretendemos: - Contribuir para o desenvolvimento da área das artes cênicas por meio de apresentações de espetáculos; - Contribuir para o desenvolvimento humano por meio da reflexão gerada pela ampliação de visão e aquisição de conhecimento; - Estimular o contínuo aprimoramento de profissionais bem como a inserção de novos no mercado de artes cênicas. - Com a realização deste projeto, almejamos fortalecer a indústria criativa local, promover a valorização da arte e da cultura, e criar um ambiente propício para o crescimento e a difusão da produção teatral em nossa comunidade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Produto Espetáculo de Artes Cênicas: Realizar 15 apresentações do espetáculo de dança-teatro Das Tripas: Sete Histórias, em 04 diferentes cidades da Federação, sendo: Recife, Caruaru, Rio de Janeiro e São Paulo. As cidades de Recife, Caruaru e Rio de Janeiro receberão 03 apresentações cada, em teatros com aproximadamente 300 lugares, e a cidade de São Paulo receberá temporada com 06 apresentações em teatros com aproximadamente 300 lugares Os ingressos serão oferecidos a preços entre R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia entrada) e os ingressos populares R$ 10,00 (meia) e R$ 5,00 (meia entrada), atingindo um público de 4.500 pessoas. 2. Produto Contrapartida Social: Oficina Realizar uma "Oficina de Estudo de Movimento" em cada uma das cidades com objetivo de compartilhar os passos que foram fundamentais na criação de Das Tripas: Sete Histórias.

Justificativa

A escolha da Lei de Incentivo como fonte de financiamento desse projeto garante a ampliação das oportunidades para a realização de projetos culturais, incentivando a profissionalização dos envolvidos e a qualificação de novos profissionais. Além disso, projetos aprovados por meio desse mecanismo tendem a crescer e gerar mais empregos e renda para diversas famílias. A presente proposta se enquadra no Art. 1º da lei Nº 8.313/91 nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. IX - priorizar o produto cultural originário do País. Os objetivos a serem alcançados, conforme Art. 3° da Lei 8313/91; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Das Tripas: Sete Histórias é uma construção coreográfica e teatral, inspirada no livro da autora pernambucana Ezter Liu. Neste trabalho, movimentos e palavras criam voz e dão corpo ao universo poético e feminino da autora. Das tripas coração é o título do livro de contos da pernambucana Ezter Liu, obra vencedora, em 2018, do V Prêmio Pernambuco de Literatura. Os sete contos escolhidos do livro Das tripas coração, que têm em comum a temática feminina, se expandem em narrativas cênicas em dança-teatro/ teatro-dança. Suas histórias, cheias de peripécias inusitadas e concretas, nos convidam a mergulhar no universo poético da dança-teatro. Segundo a autora "Tem uns que vieram da imaginação mesmo, já outros são mais empíricos, mas nada autobiograficamente descarado". Ezter Liu nos apresenta o "ser mulher" com uma força que se expande em múltiplas direções; são personas que coabitam e se revezam para descobrir o que faz de cada uma a protagonista da sua própria trama. A mulher que se sente deus, a mulher que escreve; a mulher que foge, a que acende fogueiras, que se torna parafuso, são algumas das várias faces do feminino que protagonizam as histórias, criadas por Ezter Liu, que além de poeta é uma policial em Carpina, cidade da zona da Mata de Pernambuco. No ano de 2019, Mariana Muniz, artista também pernambucana, fez uma abertura de processo de criação em dança-teatro que envolveu a adaptação de alguns dos contos do Das tripas coração, sob a direção de Clara Carvalho, uma das fundadoras do Grupo Tapa. Em 2023/24, com suporte do 33° Edital de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo, a criação se tornou presencial. Foram feitas apenas 10 apresentações de Das Tripas: Sete Histórias, com excelente recepção pelo público, que teve suas sessões lotadas todas as noites. Assim como a autora, Ezter Liu escolhe criar uma narrativa sem vírgulas, apontando para a necessidade de um contar sem pausas, nós acreditamos na força da tradução deste movimento literário em ação cênica, tirando da adversidade a sua força e atravessando os próprios limites para dizer o que precisa ser dito sobre a questão do feminino, num país onde o feminicídio é uma realidade muito cruel e que continua fazendo milhares de vítimas por minuto. Acreditamos que a dança contemporânea não é apenas criação de uma estética, mas principalmente, de uma ética, de humanidade, de capacidade de operar transformações e consciência crítica, atuando na nossa capacidade de assumirmos nossa condição humana, em toda sua complexidade.

Especificação técnica

Oficina de Estudo do Movimento e VozPúblico alvo: dirigida para profissionais de artes cênicas, bailarinos, coreógrafos, professores, estudantes de dança e atores.Quantidade de Vagas: 30 vagasLocal: a definirDuração: 03 (três) horas por oficinaPreço: gratuito Inscrições serão por meio de formulário ou parcerias com escolas de dança, teatro, ONG, etc. Ministrada por Mariana Muniz, tem como objetivo despertar o corpo e a mente para a possibilidade de contato com uma vitalidade interna que se traduza em ação criativa, através da aplicação de exercícios relacionados com as habilidades para improvisar e compor, relacionadas com o processo de criação de Das tripas coração.A criação compartilhada, tanto no seu aspecto corporal como vocal, pressupõe o trabalho colaborativo de todos os envolvidos. Um processo vivenciado em conjunto, onde os atritos e sintonias proporcionem material para a criação e composição. A livre colaboração entre parceiros de trabalho é uma das possibilidades de intercâmbio artístico que serão exploradas com o intuito de ampliar as capacidades de ouvir, observar e sentir os movimentos.A programação obedecerá a uma estrutura, constituída por três momentos diferenciados e entretecidos no decorrer do processo de trabalho.•⁠ ⁠A constituição do "estado de presença" para a realização das improvisações, onde a voz terá um importante papel;•⁠ ⁠As improvisações, com ou sem textos;•⁠ ⁠O trabalho de "Composição Coreográfica".Na constituição do estado de presença, os exercícios serão voltados para a sensibilização dos limites da pele, o contorno do corpo e a sensação dos diferentes tecidos. A percepção da estrutura óssea e suas possibilidades de articulação, seus graus de liberdade e flexibilidade.Os exercícios envolvem o contato com o chão para a percepção do peso e dos apoios do corpo, percepção da pelve como centro motor e das formas e trajetórias dos movimentos no espaço, à medida que o trabalho de percepção se desenvolve para as variações de dinâmicas no espaço/tempo.Nos exercícios de improvisação, que têm como objetivo associar a criação e a execução da dança, no momento em que o movimento se realiza, os estudos de movimentos serão de fundamental importância para o trabalho de composição. Este é o momento onde o tema de referência para a improvisação em conjunto é organizado na forma de seqüências de movimentos. Esta pode ser criada individualmente ou em pequenos grupos.Trabalha-se uma síntese pessoal de todas as possibilidades do que cada um foi capaz de explorar e descobrir até o momento, o que exige esforço, atenção e honestidade por parte de quem está em processo de criação.O trabalho de composição coreográfica torna-se, a partir do estudo de movimento, uma decorrência natural e orgânica.Os recursos de constituição de uma partitura de movimentos para a composição permitem a investigação técnica e a aplicabilidade dos elementos temáticos abordados.As composições ou estudos cênicos são analisados para o desenvolvimento da apreciação crítica e o aprendizado das exigências do processamento e organização dos elementos cênicos, envolvidos numa montagem coreográfica.

Acessibilidade

O espaço onde serão realizadas as apresentações do espetáculo de artes cênicas e a contrapartida social, atenderá a todas as exigências da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art.46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. Bemo como proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003. Medidas de acessibilidade que serão adotadas no projeto: 1. Produto Principal - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS I - Acessibilidade no aspecto arquitetônico: rampas, corrimãos, banheiros adaptados, poltronas especiais para obesos, espaço dedicado a cadeirantes. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Audiodescrição em Libras através de 01 sessão em cada município, onde será possivel o acesso do espetáculo em interpretação de Libras (Língua Brasileira de Sinais) durante as apresentações, garantindo a inclusão de pessoas surdas e proporcionando uma experiência completa. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Audiodescrição através de 01 sessão em cada município. Acessibilidade para Deficientes Intelectuais: Ofertaremos, de forma gratuita, até 05 (cinco) protetores auriculares especiais (abafador de ruídos) voltado para pessoas com transtorno do espectro autista ou transtorno similar, com intuito de reduzir o impacto do áudio dentro da sala de espetáculo. Os custos estão previstos na planilha orçamentária. - Sempre haverá à disposição um assistente da produção para conduzir o espectador que precisar de atenção especial para se acomodar dentro da sala de espetáculo ou para qualquer outro auxílio a ser prestado ao espectador ou a seu acompanhante. Sem custo específico por se tratar de membro da equipe de produção. 2. Produto Secundário - CONTRAPARTIDA DE FORMAÇÃO DE PLATEIA A produção se compromete a realizar as oficinas que atenda aos requisitos de proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Acessibilidade Física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, etc. Acessibilidade para Deficientes Visuais: não haverá tradução de imagens em palavras, pois será uma oficina onde serão trabalhadas leituras de textos e improvisações corporais. Acessibilidade para Deficientes auditivos: haverá intérprete de libras caso tenhamos participantes inscritos com deficiência auditiva (informação será coletada durante abertura de chamamento de participação). Acessibilidade para Deficientes intelectuais: Haverá um assistente de produção para acompanhar e orientar o referido público, bem como seus familiares.

Democratização do acesso

Em cumprimento ao art. 29, da IN nº 11, de 30 de Janeiro de 2024, o plano de distribuição dessa proposta prevê medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Este projeto prevê a concentração das cotas dos incisos I, II e III, em sessões exclusivas conforme permite o §1º do art 29 da IN 11/2024. Em atendimento ao inciso V, do art. 30, do art. 32, da IN 11/2024, esta proposta prevê como complemento da ampliação de acesso a realização de 1 ensaio aberto na cidade de São Paulo, atendendo um público de 300 para população de baixa renda, através de Instituições Beneficentes que atendam idosos, alunos provenientes de colégios da rede pública, pessoas em situação de vulnerabilidade social, pessoas portadoras de algum tipo de deficiência, população LGBTQUIA+, diversos tipos de ONGs de apoio social, cultural, educacional, Associações de bairros, entre outros tipos de Instituições que tenham interesse. Em cumprimento ao Art. 32, apresenta como ação formativa cultural obrigatória adicional às atividades previstas acima, preenchendo o produto cultural secundário Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária a seguinte contrapartida: 04 Oficinas gratuitaa para 30 alunos e/ou professores de instituições públicas de ensino, a qual serão trabalhadas experimentação de linguagem e criação, estabelencenco procedimentos teórico-práticos que possibilitem a expressão do corpo como processador de linguagem e, também, ampliar o acesso à cultura da dança em cidades presentes na circulação.

Ficha técnica

A MoviCena Produções surgiu em 2016 com a proposta de produzir espetáculos de teatro, dança, exposições, musicais, festivais, mostras, shows entre outros eventos culturais e audiovisuais. Tem em seu currículo diversos nomes da cena cultural da cidade de São Paulo. Realiza projetos contemplados por editais como Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo, Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, ProAC - Governo do Estado de São Paulo, Prêmio Zé Renato, Edital Centro Cultural Banco do Brasil, Edital Caixa Cultural, Editais da Funarte, Viagem Teatral do SESI, Sesc Pulsar Rio de Janeiro, além de ter em seu currículo apresentações em festivais no Brasil e exterior, na rede SESC SP, SESC BH e parceria com diversos projetos na Prefeitura de São Paulo. Em fevereiro de 2019 atuou na equipe de produção do Geopoéticas do Sul – Encontro Latinoamericano de Gestores da Dança, no CRDSP e Sesc 24 de Maio. Em 2018 foi agraciada com o Prêmio Denilto Gomes de Dança, da Cooperativa Paulista de Teatro, na categoria Produção em Dança. Em 2019 idealiza e produz a MiriM – Mostra Nacional de Teatro para Crianças Grandes e Pequenas, com patrocínio do Banco do Brasil, e realização do Centro Cultural Banco do Brasil. A empresa será responsável pela gestão, administração e produção do projeto. Direção: Clara Carvalho Atriz, recebeu os prêmios Shell, APCA, Qualidade Brasil e Mambembe, todos de melhor atriz. Nos palcos atuou em mais de 15 espetáculos, entre eles: “O Anti-Nelson Rodrigues”, “Preto no Branco”, “Retratos Falantes”, “A Graça da Vida”, “Órfãos de Jânio”, “Frankensteins”, “Major Bárbara”, “Vestido de Noiva” e “Melanie Klein”. No cinema atuou em “A Visita”, “1×1”, “O Maior Amor do Mundo” e “Quanto Vale ou É Por Quilo?”. Atuou também na 2ª temporada da série “Psi” e “O Negócio”, além da “O Adversário” da HBO e “9mm” – São Paulo” da FOX. Participou também de “Descolados” – MTV e “O Homem da Sua Vida” – HBO. Licenciatura em Letras e Literatura Brasileira/Francesa – PUC-RJIntegrante do Núcleo Artístico do Grupo TAPA desde 1987Bailarina Clássica Coordenação Geral e Intérprete: Mariana MunizAtriz, bailarina e coreógrafa. Nasceu em Pernambuco, onde começou seus estudos de dança e formou-se no Rio de Janeiro pela Escola do Teatro Municipal. Em 1974 encontrou-se com Klauss e Angel Vianna e, desde então, dedica-se ao trabalho com teatro e dança contemporânea. Trabalhou com Klauss e, em 1983, mudou-se para São Paulo. Participou de muitas produções importantes em teatro; e na dança ela cria solos, frutos de suas investigações no campo das relações entre a palavra e o movimento, e das percepções que se tem do corpo em movimento, tanto no Ocidente como no Oriente. Sobre seu trabalho, Helena Katz, crítica de dança, escreveu: "Em cada uma de suas realizações, sempre ofereceu sínteses entre o que carregava no seu corpo de profissional de dança e as demandas específicas do fazer teatral”.Atualmente, Mariana Muniz dá continuidade ao seu fazer artístico participando como diretora e intérprete de espetáculos teatrais e criando os seus próprios espetáculos junto com a sua companhia – Cia. Mariana Muniz de Teatro e Dança -, onde mistura, de maneira muito própria, o teatro com a dança, em parceria com o arquiteto CLÁUDIO GIMENEZ. Além de atriz e bailarina, Mariana Muniz é eutonista, formada em 2008 pelo IV Curso de Formação em Eutonia e ex - docente da Faculdade de Dança da Universidade Anhembi-Morumbi. Assistente de Coordenação e Fotos: Claudio Gimenez Professor de Eutonia, é arquiteto formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Santos - SP- 1984. Áreas de Atuação - DIREÇÃO TEATRAL FOTOGRAFIA E ARQUITETURA. Trabalha com Mariana Muniz - atriz e bailarina desde 1998, concebendo, dirigindo e fotografando seus trabalhos comosolista. Trabalhou na CDHU – Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo de 1985 a 202 como Arquiteto, tendo atuado nas áreas de projeto e planejamento, usando sempre a fotografia para levantamento de áreas para implantação de conjuntos habitacionais e acompanhamento à obra. Desde 2020 integra a assistência de coordenação de todos os trabalhos da Cia Mariana Muniz de Dança e Teatro. Iluminação: Wagner Pinto Light designer de refinamento estilístico e aguda precisão no manejo do instrumental, um dos mais importantes profissionais da área no país. Vencedor do 28o Prêmio Shell de Teatro 2016 de Melhor Iluminação do espetáculo A Máquina Tchékhov, direção de Denise Weinberg e Clara Carvalho. Vencedor do prêmio melhor iluminação no XV Prêmio Carlos Gomes de Ópera e Música Erudita, no ano de 2012, por L’Efant et les Sortilèges, de Ravel, na temporada de comemoração dos 100 anos do Theatro Municipal de São Paulo, comregência de Jamil Maluf e direção cênica de Lívia Sabag. Em 2010, vencedor do prêmio FEMSA de Teatro Infantil e Jovem de Melhor Iluminação por Quem Tem Medo de Curupira? de autoria, trilha sonora e direção musical de Zeca Baleiro e direção cênica de Débora Dubois. Em 1989, na categoria melhor iluminação, vencedor dos prêmios Mullier, APETESP e APTA e Mambembe por Trilogia Kafka, direção de Gerald Thomas. Em 1994, vencedor do Prêmio Shell de Teatro por Penteseléias, direçãode Daniela Thomas e Bete Coelho. Trilha Sonora: Maurício Machado Ator, músico e compositor. Cursou Sonoplastia Teatral na SP Escola de Teatro. É coralista do CORALUSP da Universidade de São Paulo e compositor da canção “Senhores do Tempo” que fez parte dos mini concertos online do coral. É criador da música original dos projetos "Eu Não Sou Harvey" dirigido por Michelle Ferreira. “Fôlego” direção de Kiko Rieser. “Das Tripas: Sete Histórias” com Mariana Muniz e direção de Clara Carvalho e "Condomínio Visniec", onde também fez assistência de direção para Clara Carvalho e ganhou o 20o Prêmio Cenym de Teatro de Melhor Preparação Corporal e melhor Sonoplastia / Execução de Som. Direção de Produção: Rafael Petri Formado em Gestão Pública pela Universidade Anhembi- Morumbi, produtor e idealizador da MoviCena Produções, criada em parceria com Jota Rafaelli. Atua na área da produção cultural desde 2006, através de editais como Fomento a Dança, Fomento ao Teatro, Prêmio Zé Renato, ProAC, Edital do CCBB, Caixa Cultural, SESC SP, SESI, entre outros, produzindo diversos artista e grupos de dança e teatro na cidade de São Paulo. Entre os anos de 2013 e 2015 integrou a equipe de produção do “Cultural Livre SP”, evento da OS Amigos da Arte e Governo do Estado de São Paulo. Em 2019 idealiza e coordena a primeira edição da “MiriM – Mostra Nacional de Teatro para Crianças Grandes e Pequenas”, com patrocínio do Banco do Brasil e realização do Centro Cultural Banco do Brasil. Produção Executiva: Jota Rafaelli Graduado em Licenciatura em Arte-Teatro pela Unesp. Dirige a MoviCena Produções, desde 2016 com a proposta de produzir espetáculos de teatro, dança entre outros eventos culturais e audiovisuais. Realizou projetos contemplados por editais como Fomento à Dança e Teatro para a Cidade de São Paulo, Programa de Ação Cultural - ProAC, Prêmio Zé Renato, Edital Centro Cultural Banco do Brasil, Viagem Teatral do SESI, Lei Rouanet, além de ter em seu currículo apresentações em festivais no Brasil e exterior, na rede SESC SP, SESC BH e parceria com diversos projetos na Prefeitura de São Paulo. Em 2018 ganhou o Prêmio Denilto Gomes de Dança, da Cooperativa Paulista de Dança, na categoria Produção em Dança. Em 2019 atuou na equipe de produção do Geopoéticas do Sul Encontro Latinoamericano de Gestores da Dança no CRDSP e Sesc 24 de Maio. Produziu o musical da Broadway, CABARET, com direção de Kleber Montanheiro. Atualmente é responsável pela produção da Cia da Revista (destaque para o musical TATUAGEM, vencedor em diversas premiações importante da cidade de São Paulo). Produtor executivo da Atual Produções (Elvis – A Musical Revolution e Tom Jobim).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.