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Produção de versão musical do espetáculo teatral infantil premiado Joaquim e as Estrelas, de autoria de Renata Mizrahi. Será realizada uma temporada de 16 apresentações em teatro do Rio de Janeiro. Como contrapartida social, será realizada uma palestra e 6 oficinas para alunos de instituições públicas de ensino.
Entretenimento com reflexão. O universo retratado é de uma cidade fictícia, pacata e tranquila, do interior, podendo se localizar em qualquer região do país, gerando total identificação entre pais e filhos. Joaquim, 9 anos, mora em uma casa em uma rua pacata de uma cidade pequena. Ele é apaixonado pelas estrelas e seu quarto é cheio de quadros, pôsteres e adesivos sobre o céu. Antes de dormir, ele vai até a janela e conversa com as estrelas, fala que um dia vai ficar bem mais perto delas, pois vai trabalhar no Espaço Sideral. Dalva, mãe de Joaquim, o lembra que ele não pode dormir tarde, pois no dia seguinte tem escola. Joaquim dorme. Enquanto isso, no Espaço, as estrelas se reúnem. Nessa reunião há o conselho mais poderoso: Sirius, Bellatrix, Rigel, Antares, Betelgeuse e o Sol - que não entende por que não a chamam de A Sol, já que é uma estrela. Elas se reúnem para discutir uma situação bem grave: há uma profecia que diz que quando 99,9 por cento das pessoas da Terra deixarem de contemplar o céu estrelado, as estrelas vão começar a se apagar. É como se a força de seus brilhos fosse minada pela solidão que sentem numa existência sem plateia! Chegou esse momento e as estrelas estão arrasadas. Sabem que nem sempre foi assim. Quando os primeiros homens nasceram, ficaram absolutamente fascinados com o espetáculo que o céu proporcionava. Elas foram alvo de extensa observação, estudo, adoração e – do que elas mais se orgulhavam – inspiração. Agora, com a vida atropelada e corrida, as telinhas luminosas de celulares e tablets, elas foram deixadas de lado. E não tem mais jeito, elas começarão a se apagar, uma por uma, começando pela Bellatrix, até que todas as estrelas desapareçam do céu. A estrela Vega, que assistia a tudo escondida, corre para contar para suas amigas, as Três Marias. Elas estão treinando para fazer um show de música. Ao contar o que vai acontecer, elas pensam em um jeito de impedir e lembram de Joaquim. O único que olha para o céu todos os dias. Vega decide entrar no sonho dele e pedir ajuda. No dia seguinte, Joaquim acorda atordoado, querendo ficar em casa para refletir sobre o que ouviu. Ele conta para seu pai, que não o leva a sério e o obriga a ir para escola. Joaquim vai contrariado e, no caminho, conta para seu amigo, Seu Manoel da Padaria, sobre o sumiço das estrelas. Seu Manoel ri, diz que Joaquim tem muito senso de humor. Na escola Joaquim conta para a melhor amiga, Regina, sobre o sonho e ela diz que ele só tá impressionado. À noite, Joaquim analisa o céu e vê que nada mudou. Antes de deitar, olha pela janela para dar uma última olhada no céu e vê a estrela Bellatrix sumindo diante de seus olhos. Joaquim leva um susto e começa a missão de fazer todos olharem para o céu, mas ele falha: o céu fica todo escuro. Joaquim fica arrasado, falhou em sua missão, não conseguiu pessoas suficientes para fazer as pessoas voltarem a olhar para o céu. A amiga Regina discute com ele, dizendo que ele foi vitorioso pois ensinou a todos como enfrentarem seus problemas. É hora de ficar mais forte. Toda a cidade posta vídeos para viralizar no mundo inteiro. O que antes eram elementos adversários, os celulares e tablets, se tornam aliados, e cada vez aumenta o número de pessoas que olham para o céu. No Espaço, as estrelas ficam animadas: Vega afirma que sabia que Joaquim não ia decepcioná-la. As Três Marias vibram e todas, finalmente, decidem voltar a brilhar. A primeira que retorna com seu brilho é a Sirius: todas as pessoas a veem brilhar, e Joaquim explica que aquela é uma das estrelas mais brilhantes, e todas as pessoas a aplaudem. Na sequência, surgem Vega, Rigel e Antares, e Joaquim explica sobre cada uma delas, seus tamanhos, cores, idade, etc. Todos escutam interessados e seus pais vão ficando cada vez mais orgulhosos. No Espaço Sideral, as outras estrelas observam as pessoas de lunetas querendo que elas apareçam, e ficam vaidosas e felizes, querem se arrumar, e planejam um grande número para voltarem para o céu. Conforme vão aparecendo, mais pessoas vão olhando para o céu. Joaquim e seus amigos da escola brincam que o céu está tão estrelado que colocam óculos escuros. As Três Marias voltam e eles aplaudem muito. As estrelas se transformam em estrelas cadentes e todos fazem vários pedidos. As estrelas também formam várias constelações enquanto todos aplaudem e Joaquim segue explicando sobre cada uma delas. Seus pais, orgulhosos, comentam entre si o quanto é bom olhar para o céu, algo tão simples de se fazer e como tinham se esquecido disso. Joaquim agradece à Regina pela amizade, deixando a amiga toda feliz. Então,Joaquim agradece às Estrelas por elas terem voltado: "Valeu, estrelas! Se depender de mim, vocês nunca vão ficar sem público." Lá do céu, Vega e as Três Marias piscam para Joaquim.
Objetivo Geral -Oferecer às crianças (especialmente de 4 a 10 anos) um produto cultural de qualidade, realizado por profissionais muito experientes, capaz de fazer refletir sobre o uso de tecnologias e a importância de cultivar outros tipos de conexões enquanto diverte e ensina. Objetivos específicos- Realizar a adaptação do texto original para formato musical com criação de trilha sonora original. - Realização de uma temporada de 16 apresentações em teatro a ser definido no Rio de Janeiro.
Joaquim e as Estrelas é um espetáculo de teatro musical para crianças da premiada dramaturga Renata Mizrahi, com direção de Diego Molina, mesmo diretor da versão original que foi premiada com melhor texto e ficou em cartaz por mais de 5 anos na cidade do Rio de Janeiro. A peça mostra como as coisas simples da vida, como olhar um céu estrelado, podem trazer alegria, calma e paz nos corações das pessoas. Joaquim é esse menino que vai fazer as pessoas voltarem a valorizar a beleza de um céu estrelado. Além de contar essa história, crianças e adultos aprenderão um pouco sobre algumas estrelas mais importantes da nossa constelação, como Sírius, Vega, Antares e Rigel. As ofertas de entretenimento estão cada vez mais voltadas aos aparatos eletrônicos e isoladores, e a história de Joaquim resgatará as aventuras coletivas e o encantamento pela ciência e pela natureza. A tecnologia entrará em cena como aliada: Nosso herói vai usar as redes sociais como ferramenta a favor da contemplação da natureza, viralizando pelo mundo mensagens sobre a importância de tirarmos um momento do nosso dia para contemplarmos o céu, as estrelas, trazendo ao mesmo tempo entretenimento e reflexão. As músicas originais, que serão compostas por Renata Mizrahi e Marcelo Rezende, que ganharam recentemente o prêmio CBTIJ por melhor música original em Gabriel Só Quer Ser Ele Mesmo, contribuirão de forma significativa no envolvimento do público na trama. Pretendemos que as criações musicais possam acompanhar o público para além da peça, os remetendo à obra teatral, auxiliando a consolidar as memórias afetivas despertadas e os ensinamentos trazidos. A peça aborda conflitos comuns na faixa etária do público-alvo (4 a 10 anos), gerando forte identificação do público-família com o enredo. Os conceitos de amor, amizade e solidariedade estarão presentes de forma sensível e assertiva. O espetáculo será embalado em muito humor, pequenas doses de drama e uma visão poética do universo. O incentivo fiscal através da Lei 8.313/91 é fundamental para a realização do espetáculo pois não possuímos verba própria para o investimento inicial e para cobrirmos os custos com a bilheteria precisaríamos cobrar ingressos a preço inacessível ao nosso público pretendido. O projeto se enquadra no Art. 1o da Lei 8.313/91 principalmente nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País.Os seguintes objetivos do Art. 3o da Lei 8.313/91 serão alcançados:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Espetáculo de Artes Cênicas Classificação: LivreDuração estimada: 60 minutos Contrapartida social Palestra Duração: 1h e 30 minutosTema: Diálogos múltiplos no teatro infantojuvenilEmenta: Reflexões sobre vários aspectos envolvidos na produção de um espetáculo infantojuvenil como temas, música, direção, direção de arte, atuação, cenário e figurinoVagas: 200Público: alunos e professores de instituição pública de ensino que possua ensino de artes cênicas, como Unirio ou Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna OficinaDuração: 1h por turmaTema: Dramaturgia voltada para conteúdo infantojuvenilVagas: 50 por turmaQuantidade de turmas: 6Público: alunos de instituição pública de ensinoSeleção: Por ordem de inscrição, dentro da instituição selecionada, até o limite de vagas
Produto Espetáculo de Artes CênicasAcessibilidade Física Será escolhido teatro que ofereça recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação. Acessibilidade de conteúdo As apresentações contarão com intérprete de Libras e audiodescrição. Não há impedimento para a absorção de conteúdo para deficientes intelectuais. Produto Contrapartidas Sociais Acessibilidade Física A palestra e as oficinas acontecerão em instituições públicas de ensino, que já possuem por lei acessibiidade em seus espaços. Acessibilidade de conteúdo Será contratado intérprete de Libras para as oficinas caso haja inscrição de alunos com deficiência auditiva. A palestra contará com a presença de intérprete de Libras. A ministrante fará a descrição dos elementos visuais das oficinas e palestra caso haja presença de pessoas com deficiência visual. A acessibilidade para deficientes intelectuais será garantida através dos mediadores já contratados pelas escolas com alunos que possuem essa demanda.
Os ingressos serão comercializados de acordo com o Art. 29 da I.N. 11 de 2024: I - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores II - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. / Os ingressos promocionais serão comercializados a R$40,00 Os 50% restantes serão comercializados a até R$60 a entrada inteira. Atenderemos aos seguintes incisos do Art. 30 da I.N. 11 de 2024: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; / Realização de um ensaio aberto VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; / Trata-se de espetáculo infantil
Texto: Renata MizrahiDireção: Diego MolinaAssistente de direção: Carolina GodinhoElenco: Hugo Germano, Flávia Santana, João Velho, Bella Dionísio, Vinícius Teixeira, Letícia Medella e Elisa Pinheiro. Figurino: Patrícia MunizCenário Patrícia Muniz e Diego Molina Luz: Anderson RattoTrilha: Marcelo RezendeCoordenação de projeto: Alma Cultural Diego Molina - diretor e dirigente da empresa proponente É roteirista, dramaturgo e diretor de teatro, com mestrado pela UNIRIO. É autor-roteirista com mais de treze anos de experiência no mercado audiovisual. Na Globo, escreveu para os programas “Lady Night”, “Canastra Suja” (série inédita), “Zorra” (indicado ao Emmy Internacional), “A gente riu assim – Retrô de humor”, “Domingão do Faustão” e “Vem Que Tem”. Escreveu também para o “Comédia MTV”, “Noite de Arrepiar” (Record), “Sem Análise” (Multishow), “Dependentes” (Futura), entre outros. É autor de peças como “O prato principal”, “A menina do kung fu” (indicado ao Prêmio CBTIJ 2020 de Melhor Texto), “Pequenos Poderes” e “Fabulamente – Monólogo com Tatá Werneck”. Escreveu livros como “Cena Impressa – Volumes 1 e 2” e “Teatro Duse: o primeiro teatro-laboratório do Brasil”. Integrou a equipe do filme “Minha irmã e eu” e é roteirista-chefe de uma sitcom inédita produzida pela Formata.Renata Mizrahi - dramaturga Estudou Artes-Cênicas na UNIRIO, Trabalhou como roteirista da Conspiração Filmes (2011), TV Globo (2013/2014) e Record (2018). No Teatro, está em cartaz com a peça O que é que ele tem? monólogo escrito para Louise Cardoso, inspirado no livro de Olívia Biyghton, direção de Fernando Philbert. É vencedora do Prêmio Shell 2014 por Galápagos, direção de Isabel Cavalcanti. Ganhou os prêmios Zilka Salaberry de Melhor Texto em 2012 e 2010 pelas peças Coisas que a gente não vê e Joaquim e as estrelas.. No cinema ganhou prêmio de melhor roteiro de longa no 11o Festival de Cinema de Triunfo - por Amores de Chumbo, filme escrito em parceria com Tuca Siqueira. Idealizou, escreveu e produziu o curta metragem Bodas, direção de Alexia Maltner e o curta Os sapos, direção de Clara Linhart. Realizou trabalhos para TV (escreveu a Segunda Temporada da Série Homens São de Marte, é Pra Lá que Eu Vou do canal GNT, formatou e escreveu o programa premiado Tem Criança na Cozinha, entre outros). Marcelo Rezende - Trilha sonora original MARCELO REZENDE é músico, cantor, arranjador e produtor musical. Ao longo de sua versátil carreira, integrou e colaborou com grupos das mais diversas formações e gêneros e compôs e produziu trilha sonora para teatro e televisão como TV Xuxa, Sítio do Pica-Pau Amarelo, Chapa Quente e Tá no Ar. Em 2015, Marcelo recebeu o Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil na categoria música pela direção musical e arranjos do espetáculo Bisa Bia, Bisa Bel. Atualmente Marcelo faz a direção musical e integra a banda do ator e cantor Tiago Abravanel. Carolina Godinho - assistente de direçãoArtista multidisciplinar. Formada em artes cênicas pela UniRio. Dirige a companhia "Os Inclusos e os Sisos - Teatro de Mobilização pela Diversidade". É uma das idealizadoras, diretoras e editoras do canal de humor @medaminutinho premiado no Rio Web Fest e do KABARÉ ON-LINE indicado na Categoria Espetáculo Inédito Editado Prêmio APTR de Teatro 2021 com direção geral de César Augusto e Marcelo Olinto. Em 2021 Dirigiu a web série “Pílulas da Pupila” que foi contemplada pela Lei Aldir Blanc. Ainda em 2021 dirigiu e editou 3 clipes do projeto “AFROLOVE SONGS” de André Muato. Em 2022 assinou a direção de imagem do espetáculo “Jorge pra sempre Verão”. Em 2023 assinou assistência de direção do curta “A lama da mãe morta” de Camilo Pellegrini, selecionado para a mostra competitiva do Festival do Rio 2023. Ainda em 2023 fez a direção de imagem dos espetáculos “Há mais revolta do que vírus no meu sangue” e “Angú” além do projeto “Sarau Possível”. Hugo Germano - Ator Hugo Germano, 31 anos, é ator, autor, diretor e professor de teatro. Atuou no espetáculo “ Chega de Saudade” com Aquela Cia de teatro, direção Marco André Nunes, estrelou e protagonizou a recente montagem “Macunaíma - uma rapsódia musical", adaptação da obra de Mário de Andrade, sob a direção de Bia Lessa, com a Cia. Barca dos Corações Partidos. Sua experiência em cinema inclui “Desenrola” e “Pluft, o fantasminha”, de Rosane Svartman (2021). Atualmente está na novela “Mar do Sertão” na Rede Globo. Flavia Santana - Atriz Foi indicada a Melhor Atriz em Musical de 2019 no Prêmio Cesgranrio de Teatro em “A Cor Púrpura – O Musical”. . Teve participação marcante na premiada série “Sob Pressão” (TV Globo), em 2017; participou do filme “To Ryca 2”; é parte do elenco da série “Impuros” (Canal Fox); atuou em “Macabro”, filme de Marcos Prado. atuou em “Bibi Ferreira Uma Vida em Musical” (Dir Tadeu Aguiar), “Tim Maia – Vale Tudo – O Musical” (Dir João Fonseca), “Love Story” (Dir Tadeu Aguiar) e “Era no Tempo do Rei” (Dir João Fonseca), Atuou “As Comadres”, dirigida por Ariane Mnouchkine (Tèatré du Soliel), entre outros. Bella Dionisio - Atriz Iniciou a carreira no cenário cultural de Brasília onde fez cursos de interpretação, participou de peças de teatro e comerciais de TV. Mudou-se para o Rio de Janeiro e então fez seu primeiro trabalho na TV, em 2009, ao interpretar Maria Cláudia em Malhação ID. Depois participou do especial Batendo Ponto. Em 2011, contratada da Rede Record, fez Dália na novela Ribeirão do Tempo. Fez uma participação novamente em Malhação Casa Cheia interpretando Monique uma garota isolada que tinha uma deficiência no braço. Vinicius Teixeira - Ator Interpreta o protagonista Lucas no novo longa de Allan Deberton, O MELHOR AMIGO, que estreia em 2024 em festivais e cinemas. Está no elenco da série Justiça 2 da Globo e globoplay interpretando Pascoal, estreia em março de 2024. Recentemente rodou os filmes "Carne Fresca" de Giovani Barros e "Ruas da Glória"de Felipe Sholl. Interpreta Pedro, um dos protagonistas de Cinema de Enredo (PrimeBox), interpreta Charles nas duas temporadas da série Rio Heroes no globoplay, Alan em Feras, no globoplay e Carlos Mauricio em Carcereiros da Rede Globo. No cinema, interpreta Gregório em Anna, de Heitor Dhalia, Vinicius em A Torre de Sergio Borges, Vinicius em Turvo de Murillo Sued (indicado ator coad MICINE 2022) e Diego em Queima, de Caio Scot. Fez a série Teatro no ato, de João Falcão, do Arte 1. No teatro, foi melhor ator coadjuvante no prêmio Aplauso Brasil por GABRIELA de João Falcão. fez CUIDADO QUANDO FOR FALAR DE MIM em 2022/23 e COMO SE LIVRAR DE UM CADÁVER em 2023, ambas de Ricardo Santos. Elisa Pinheiro - Atriz Elisa Pinheiro é formada em Teoria Teatral pela UniRio. A sua primeira participação na televisão foi na Rede Globo através de uma participação especial em Malhação, de 2004, na personagem Amiga de Cecília. Ganhou papéis de destaque nas novelas O Profeta e Páginas da Vida, ambas de 2006 e da Rede Globo. Recentemente, ganhou destaque na novela Geração Brasil, de 2014, da Rede Globo, e interpretando a personagem Ayla, na novela Gênesis, da Rede Record, na jornada de Abraão.No cinema, a sua estreia aconteceu no filme Poeta de Sete Faces, um documentário sobre o poeta Carlos Drummond de Andrade, escrito e dirigido por Paulo Thiago. Na ficção cinematografia, estreou em 2003, interpretando a personagem Capitu, em O Vestido, filme de Paulo Thiago. Recentemente, fez os filmes Cinderela Pop (2019), de Bruno Garotti, Tudo Bem No Natal Que Vem (2020), de Roberto Santucci - Anderson Ratto - Iluminador Iluminador desde 2001 realizando trabalhos em várias áreas da iluminação. Tendo feito Trabalho com Companhia de Teatro e Diretores como: Cia Teatro de Nós, Anti cia,Cia Os tapetes Contadores de História,Cia Farsacena, Cia Sadomusicistas, Anderson Aragón, Adriana Maia, Angel Palomero, André Paes Leme, Diego Molina, Fernando Maatz, Rubens Lima Jr, Isabel Garcia entre outros. Realizando também trabalhos nas áreas de shows, dança e exposição como: Maria Rita, Xangai,Jesuton, BR6, Eletrompete,,Anita Malfatti, Le Corbusie, Mariana Manhães, Islã, Tikunta, Âmbar Cia de Dança, entre outros. Com esses trabalhos tive o reconhecimento com alguns prêmios no qual o último foi o Zilka Salaberry de 2013. Nesse mesmo ano foi contemplado com uma bolsa de aperfeiçoamento técnico e artístico, realizada na ESMAE – Escola Superior de Música, Artes e Espetáculos do Porto. João Velho - AtorJOÃO VELHO é ator, estudou no Tablado e na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), Estreou em Uma Rede Para Yemanjá (dir: Tessy Callado) em 2000 e desde então atua em diversas montagens no teatro, no cinema e na televisão. Em 2018 foi indicado para os prêmios Cesgranrio, botequim Cultural e APTR de melhor ator pela peça “A Ordem Natural das Coisas” e em 2019 indicado ao prêmio Botequim Cultural de melhor Ator pela peça infanto-juvenil “Pang leia” de Tiago Cadete. Recentemente participou da minissérie “Passaporte para a liberdade” de Jayme Monjardim e dirigiu e atuou no espetáculo “Eles Não Usam Black-Tie” de Gianfrancesco Guarnieri, resultado do exercício da turma 1C da qual foi professor no grupo de teatro Nós do Morro.
PROJETO ARQUIVADO.